Introdução à Ciência Política

«O toque de finados à “geringonça” ocorreu ainda não tinham passado 7 dias desde as eleições legislativas. O PS negou qualquer acordo à esquerda e escolheu o caminho do fio da navalha, com negociações caso a caso. O que parecia ser uma escolha ponderada, demonstra ser uma navegação à vista, fuga em frente após a ida às urnas ter negado a maioria absoluta. O resultado é o impasse nas escolhas estratégicas e a política resumida ao calculismo partidário.»

Fio da navalha

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Que será isso do “calculismo partidário”? E, ainda com maior curiosidade, qual é a alternativa ao “calculismo partidário” num sistema político onde a Assembleia da República, logo a seguir à Constituição, é o garante da legitimidade e viabilidade do Governo precisamente através da representação partidária? Finalmente, quando e onde é que o BE se apresentou sem vestígios de “calculismo partidário”?

3 thoughts on “Introdução à Ciência Política”

  1. O acordo escrito do anterior Governo,que eu nunca li,foi ou não uma imposição da múmia cavacal?
    A tê-lo sido, não foi exigido com recta intenção nem propósito construtivo.
    Que falta de papel é esta que os comentadeiros carpem, tais borregos desmamados?
    Abaixo as papeladas, limpem-se a outra coisa e vamos,de olhos nos olhos.tratar dos assuntos com lealdade !

  2. significa que os casamentos não são por amor ideológico , são só por interesse de ficar bem na fotografia e nas eleições , o que até resulta mais lógico posto que há amores que não duram nada e há interesses bué duradouros. claro que por amor era muito mais bonito , mas tendo em conta o carácter espalhafatoso e alucinado do be , é muito difícil alguém com 3 dedos de testa alinhar com ele numa relação de longo prazo. pronto, dá para dar uma quecas. e e e .

  3. O estratega PFS à maneira de DO e Louçã, no dia de negociações para um eventual acordo sobre o OE, vem antecipar-se avisando a Catarina que a estratégia é novamente tentar “fazer grande” o Bloco contra e à custa do PS invocando, precisamente, os argumentos da direita que ouvi Rio debitar nas têvês.
    E para tal usa, ele próprio e em apoio de sua própria estratégia partidária, do mais oportunista e refinado “calculismo partidário” de que acusa o partido adversário.
    Estará o estratega PFS disposto a nova coligação ao modo Louçã para tentar arriscar elevar o Bloco à grandeza ambicionada e, como decorreu dessa experiência, retroceder a nova pequenez inesperada?
    Ou será apenas para marcar posição como oposição interna e futuro assalto a coordenador da “Mesa”?
    Aguardemos os próximos sinais!

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