Impressionar sem passado, brilhar sem presente, seduzir sem futuro

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9 thoughts on “Impressionar sem passado, brilhar sem presente, seduzir sem futuro”

  1. a dor, mesmo antes de doer, já é feminina;
    há quem tenha olhos, verdade, nos dedos;
    talvez conspirar seja transpirar. e contaminar;
    ignorar para cortar o ligar: infelicidade semear;
    o psicossomático sempre foi rei;
    o racismo: doença maldita com passado, com presente e com futuro;
    a obesidade move a cruz e a trindade;
    sexar à medida.

    (com sem, o vazio, não vale a pena impressionar nem brilhar nem seduzir. nem sequer é existir.) :-)

  2. ui, credo, L*, não me parece nada bem isso. quando se toca nos sininhos dos bebés, nota-se uma sedosidade natural e tão íntima que não é para andar a estragar depois que amadurece. não gosto dessa ideia de falso intomorato. :-)

  3. sim, sei: depois que se cheiram e apalpam e trincam sinos com sedosidade e cheiro de bebé, coisa muita que começa nos sinos do cérebro – que não podem ser iguais aos teus com tanta coisa porca que deitam para fora -, fica-se preso e não se querem outros. será a prisão do amor. :-)

  4. oh béculinha! é preciso topete, andas para aí a aviar asneiredo em barda e a divulgar exercícios sexuais que fariam corar o vilhena e o porco sou eu. olha! o teu problema não é sino, é badalo e pelos cornos abaixo.

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