3 thoughts on “How Money Restricts Life’s Pleasures”

  1. pois está claro. só o tempo que se perde a cuidar do que se compra é tempo perdido. minimalismo de coisas , coisas boas se possível , resistentes , duradouras e fáceis de limpar ( e relações assim , também pode ser ..) e exagero de brincadeiras e natureza . isso é que é life style.

  2. Diz-se que a partir de um certo ponto o dinheiro não faz muita diferença para felicidade, e isso parece-me o mais razoável para a maioria das pessoas. Todos sabemos que há pessoas muito ricas que são umas infelizes e que algumas até se suicidam. Mas cada caso é um caso.
    Não sei nada disto, não sou estudioso da matéria. Parece-me que o amor, a família, os amigos, e essas coisinhas, são mais importantes, muito mais, embora convenha ter dinheiro no bolso para os cigarros e o café.
    De que é que adianta ter uma mansão e um ferrari se um gajo só se consegue relacionar com putas e gajos interesseiros, e sabe disso? Parece-me que a inteligência e a habilidade social para se estar bem na vida são muito mais importantes do que ter a sorte de nos sairem 100 milhões no euromilhões. A foda é que há gajos que têm isso tudo e podemos ter um bocado de inveja desse pessoal, mas isso é para quem não tem grande coisa que fazer. Se todos fossem obcecados com o dinheiro todos queriam ser empresários. Mas pelos vistos há outras pessoas que põe outras coisas acima disso. Ainda bem que o Einstein não se quis dedicar aos negócios e preferiu ganhar um mero ordenado de professor de universidade, senão não tínhamos teorias bonitas. Ainda bem que o Belmiro gosta de abrir supermercados senão não havia trabalho para muita gente.

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