Há muita fé no Reino da Dinamarca – II

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Quando celebrei o protesto na imprensa dinamarquesa contra o plano de assassinato de Kurt Westergaard, previ que seria um post consensual. Responder à espada com a pena, à violência com a lei, à loucura com a coragem, parecia-me terreno comum. Felizmente, a nossa amiga zazie veio mostrar-me o quão errado eu estava. A sua feérica e entrópica participação explica parte da anormal quantidade de comentários e a prolongada recreação, residindo na complexidade e melindre do tema o resto da causalidade do fenómeno. Também não ajuda estarmos em Portugal, num ciclo histórico onde não se cultivam modos de discussão pública, nem se estuda a dialógica cultura clássica, e onde a demissão cívica é uma epidemia. Muitos são os que se negam a discutir política e religião, sendo incapazes de prestar atenção a esses assuntos por completa falta de preparação básica: do básico domínio dos conceitos básicos à básica elaboração de básicos raciocínios. Como sempre, a enorme maioria rejeita o que não entende, e raros são os que têm a generosidade de partilhar o saber (actividade bem distinta de exibir a informação). A herança salazarenta faz gala da sua aversão ao pensamento, inércia que continua a moldar o espaço público. Isso leva a dificuldades acrescidas para todos nós que merdamos nesse ambiente, aumentando o risco de perversões emocionais.

As caricaturas de Mafoma juntam o pior de dois infernos, o religioso e o político. Combustível e rastilho aceso para uma flame war, a qual teve o seu lado patético, como todas, mas também o revelador, como algumas. Para lá do registo de capacidades, ou falta delas, para lidar com conflitos de natureza intelectual, algo de muito mais importante estava a acontecer: todos os participantes se obrigavam a pensar num medo que oprime as suas vidas; e ainda mais opressor, embora de outro modo, quando não verbalizado. Num dos seus comentários, o nosso amigo shark fundeou o episódio:

Este tipo de conversa não é supérfluo nem dispensável, pois estamos em face de uma ameaça real ao único valor em que julgo sermos unânimes: a paz entre todas as pessoas e a capacidade de conseguirmos conter a evolução deste cenário para o tal conflito de civilizações (outra questão sem consenso possível) que alguns defendem e outros apenas profetizam.

Não é supérfluo nem dispensável contribuir para a diminuição do perigo terrorista e para o aumento da secularidade. Como se descobriu na antiga Grécia, faz já algum tempo, é a fala que substantiva o acto político, pois reconhece uma comunidade de seres que se definem e realizam pela racionalidade. Seja numa qualquer assembleia, TV, caixa de comentários ou mesa de café, aquilo que mais importa pode estar no meio de nós, dependente das nossas palavras. Neste trinta-e-um que começa a 2.500 km para nordeste e se vem esparramar num blogue português, constatar ser o Estado de direito, para ilustres convivas de paleio, uma realidade passível de abolição, transformou-se no meu casus belli. E também num casus foederis, como são todos os casos de amor.


A discussão polarizou-se à volta da teoria da provocação, conceito introduzido logo no terceiro comentário. O sucesso dessa suspeita — que leva pessoas noutras áreas da sua reflexão, ou noutros momentos, a não abdicarem da inteligência que abundantemente possuem, mas aqui a espalharem-se ao comprido no erro cognitivo — pede atenção, pois contém elementos que importa iluminar, que têm tão mais eficácia quão menos forem conhecidos. Vejamos:

– A publicação das caricaturas corresponde a um acto isolado, devidamente contextualizado pelo meio que as veicula. Foi um exercício polémico, pois sim (era esse o objectivo!), mas dentro da melhor tradição jornalística. Nesse sentido, não corresponde a uma campanha opositora ao corpo religioso a que se refere. Não toma qualquer partido sobre os conteúdos doutrinários ou culturais do Islão, muito menos sobre o direito à sua existência na sociedade dinamarquesa em pé de igualdade com qualquer outra crença. Nem sequer afirma a superioridade da secularidade sobre a religiosidade. Os temas eram outros: liberdade de expressão, auto-censura, crítica social.

– A tese da provocação é redutora e perigosa. Redutora, porque se reduz a um dos lados da contenda, aquele que protesta. Isso conduz a um círculo vicioso e bovino: quem protesta tem razão porque protesta. Perigosa, porque abdica da dimensão política, a única onde a religião vê contida a sua inerente violência, deixando o civil subjugado ao primado do sacro. Por aqui, as ocasiões de ofensa religiosa serão tantas quanto as discrepâncias entre o mundo religioso e o secular. Os factos são outros: os muçulmanos na Dinamarca têm liberdade de culto, direitos como cidadãos e estão protegidos pelo Estado e pela sociedade, em igualdade de circunstâncias com qualquer outra organização religiosa. O protesto contra as caricaturas não era a consequência de um ataque, pois em nada o Islão ou os seus crentes foram atacados — foi, isso sim, a tentativa de intromissão e condicionamento da liberdade de expressão e dos seus pressupostos.

– Admitir que as caricaturas configuram cultural, jurídica, política, filosófica ou epistemologicamente uma ofensa religiosa aos muçulmanos, revela que se concebe o grupo supostamente atingido como incapaz de aceitar a realidade onde está inserido. Para um muçulmano se considerar ofendido religiosamente por causa de ter aparecido uma caricatura de Maomé num jornal de um país onde é legítimo tal evento, ele tem de, necessariamente, considerar religiosamente ofensivo tudo o que permite a liberdade de expressão. Assim, será a própria concepção de um Estado de direito ao serviço de uma democracia secular que lhe aparece, nesse silogismo, como religiosamente ofensivo. Porque só aquele que não aceita (ou entende) a secularidade poderá interpretar como religioso o que é exclusivo da esfera cultural e social. Invocar o preceito religioso que proíbe representações imagéticas do Profeta não pode ser normativo da vida civil na Dinamarca, sob pena de se instituir um direito corânico — mas esta é uma evidência que até envergonha ter de ser apontada, não é?

– Falar em ofensa aos muçulmanos implica reduzir este grupo, com mais de mil milhões de pessoas, a uma papa Cerelac para néscios. Nem com receita médica alguém se pode permitir pensar que os muçulmanos correspondem a um todo uniforme e organizado. É, e precisamente, ao contrário: não há um centro coordenador (como, por exemplo, existe na Igreja Católica). Basta olhar para o que acontece no Iraque, onde as linhagens islâmicas concorrentes se odeiam de morte por ambicionarem a hegemonia. E depois, por favor, reconhecer que um pastor na Argélia não é um muçulmano igual a um outro que seja médico em Londres e lá tenha nascido. Reconhecer, por favor, que aqueles muçulmanos que saíram à rua na Palestina para dançar e rir na celebração do atentado de 11/9 não seriam exactamente iguais aos muçulmanos norte-americanos e nova-iorquinos que perderam familiares, pais e filhos, nesse mesmo atentado. Reconhecer, por favor, que as diferenças de educação, cultura local, classe social, situação política, risco de manipulações criminosas e tipologia de crença serão as mais variadas e amplas, e só por inenarrável estupidez são ignoradas na tese da provocação.

Em conclusão, os que falam em provocação vêem na liberdade de expressão a causa da violência e terrorismo islamitas. Bastaria que o tal jornal e os tais cartoonistas tivessem tido juízo, e não se tivessem posto com criancices de mau-gosto, para não ter havido chatices, eis a lógica da sua batatada. Com isto estão a expressar uma grotesca aberração: a de serem os muçulmanos, quaisquer, uns proto-criminosos a quem uma ambiguidade de cariz social chega para despertar a fúria assassina. Os crentes no Islão, para estes infelizes aderentes à causa da provocação, serão incapazes de pensar, de agir dentro da lei, de utilizar as instituições civis na defesa dos seus direitos e na comunicação dos seus pontos de vista. Serão um grupo imune à tolerância, à compaixão. Incapazes de dialogar com antagonistas, de negociar compromissos, chegar a consensos. Avessos à educação e ao pluralismo cultural, não acreditam no ideal de vida comunitária com grupos de credos ou sentidos de vida diferentes. Apenas lhes restariam dois monstruosos recursos: o assassinato dos infiéis ou o martírio no meio de inocentes, quantos mais melhor, e de preferência com mulheres e crianças na carnificina. Ou seja, quer disso tenham consciência ou não, tomar o partido da ofensa é que é espectacularmente ofensivo.

Como é que tamanha cegueira é possível em tão sofisticada gente? Como é que se pode fazer seu o discurso do terror, aquele que é o único a poder invocar uma ofensa religiosa num exercício de liberdade cívica? Como é que se chega ao ponto de dar razão à irracionalidade? A minha hipótese é a de estarmos perante uma Síndrome de Estocolmo massificada. O trauma do ataque à nossa civilização — o qual não tem origem no Islão, mas no crime e na patologia — escolhendo como alvo o que fosse mais frágil, e ameaçando com o que fosse mais destrutivo, é de tal profundidade que derrota muitos de nós. Numa reacção que nasce do instinto de sobrevivência, alguns estão dispostos a ceder a sua liberdade para se imaginarem seguros. Por isso reproduzem a voz do agressor.

Outros sabem que a segurança para religiosos e não-religiosos está na solidez de Estados seculares, democráticos e onde a liberdade de expressão seja lei sacrossanta. Porque é esta, afinal, que permite a vivência de cada grupo e de cada um. Para leituras sem a contaminação desta discussão, sugiro Alexandre Andrade (o texto é de 13 de Fevereiro, OS ANTAGONISTAS DA GUERRA DAS CIVILIZAÇÕES NÃO SÃO QUEM SE PENSA), insuspeito de falta de tino e Miguel Sousa Tavares, que neste texto tem como título a mãe de todas as ofensas aos muçulmanos — bombástico, dirão os denunciadores da provocação; corajoso, dirão os amantes da liberdade.

583 thoughts on “Há muita fé no Reino da Dinamarca – II”

  1. Ó Valupi, eu peço desculpa, mas nem mesmo com link me vais aliciar par te dar mais umas boas palmadas.

    É que isto já começa a tornar-se fetiche. São cada vez mais os que me assediam para eu os mandar para o castigo. E olha que o jaquinzito/VGM do Blasfémias e uns tantos frankenstoinos que também por aí andam são capazes de ficar com ciúmes.

    Além do mais, não quero contribuir para melindres lá na seita do CAMINHO, VERDADE E VIDA

    Se conseguires que o guru Pereira leve o caso ao Parlamento, então talvez aproveite para fazer amochar uns VIPs

  2. ah, e com o verdinho cinéfilo tenho uma longa história de paz blogosférica, pelo que nem puxando do jacobinismo do bacano me consegues arregimentar.

    Posso dar-te outro nome e outros textos para troca: que tal do arqui-inimigo do Tavares? é que ele também diz o mesmo que tu

    “:OP

  3. Mas o melhor é subir a parada- jornaleiros já estão KO. Agora só se desencantares políticos e com comunicação oficiosa é que te faço o favor de lá dar mais umas palmadas em molho

  4. Bem, eu tenho de reconhecer que tu é que achaste que fui apenas eu quem te sabotou aquela tratadística reluzente de unanimidades

    “:OP

    Às vezes, quando menos se espera, a VERDADE, sacada do mais profundo das entranhas, não passa de gritinhos à “toucher pas na femme blanche”

    É lixado, pá, o mundo ainda não se tornou esse mega-consenso em que piamente acreditavas e teima em mostrar-te que nem tudo o que luz é iluminado.

    Até pode ser um candeeiro numa ruela de má-fama, repescado nessa mumificada noite salazarenta que desta vez nem para rewind e contador a zeros te vai dar boleia para mais uma partida e mais uma voltinha.

  5. E acho que foste muito ingrato para com o Venâncio ao substituires o que ele escreveu em meia dúzia de palavras, pelo meu fogo interminável. Até porque eu trocava tudo o que escrevi pela síntese cristalina e certeira dele.

    E é assim a vida, mais uma falha nesse inesperado post em que só esperavas por consensos, apesar do tema ter dado origem a muita porrada de há 3 anos a esta parte, uma morte, pelo menos. E agora uns metecos não naturalizados, deportados por suspeita de plano terrorista fulanizado a mais outro ingénuo como tu, que também contava com mais consensos no “levanta-te e ri, meu terrorista-fanático”

  6. Valupite aguda. Este post está infectado e eu, com o sistema imunitário débil que me caracteriza ao nível dos neurónios – cada um explica a falta dos mesmos como pode – já espirrei três vezes a palavra fónix.
    Não vale a pena armar-me aos cucos e inventar contra-argumentação de rajada pois não tenho o arcaboiço da Zazie (a tal debilidade que me flagela, depois de tomar contacto com a infecção).
    E fónix (passe a publicidade indirecta à merda dos telemóveis dos correios) porquê?
    Porque enquanto um gajo tá meio abananado a digerir o tratado acima, justiça te seja feita, só pensa numa maneira elegante de elogiar o post sem tombar nos braços envolventes da doce e fácil concordância que o fragiliza como tentação imediata.

    Isto tudo para dizer que vou meter baixa até conseguir encontrar um argumento à maneira para contrariar um nadinha a tua lógica aparentemente indestrutível. Chama-se a este apelo primário à contestação “incapacidade de prestar atenção à absoluta razão do Valupi em quaisquer assuntos por completa falta de preparação básica”. Anticorpos, no fundo, contra a doença acima diagnosticada.
    E faz parte da minha sintomatologia bizarra.

    (Ganda malha, este post. O resto, para já, confio à malta mais saudável e convicta nesta matéria.)

  7. Paranóia (aqui: paranóia anti-islâmica, alimentada pelos Bushmen e seus numerosos aliados na Europa) é um tipo de perturbação mental inventariada e descrita no Manual de Diagnóstico e Estatística de Perturbações Mentais (DSM), 5.ª edição, pp. 467-473.

    Não há volta a dar-lhe. Se quisermos demonizar alguém, encontramos sempre um meio “simpático” de o fazer. O Valupi já está a chamar Mafoma a Maomé, só falta acrescentar que ele é o Anti-Cristo, perverso, pérfido, o diabo em pessoa. Mil anos de demonização de Maomé deixam sequelas bem mais duradouras do que 40 anos de ditadura salazarenta.

    Não me vou repetir, já disse que nós, os europeus, temos que fechar as portas da Europa aos colonizadores muçulmanos, como eles fizeram a nós. Os tugas também andaram por Ceuta, Tanger, Arzila, Mazagão. Em 1580, Al Kasr al Kebir foi a grande lição que ali nos ensinaram e que devíamos ter aprendido.

    Devemos, por agora, excluir absolutamente mais imigração muçulmana na Europa. Não temos nada contra os nossos irmãos muçulmanos nem contra a sua religião, tão nobre e tão verdadeira (ou tão pouco) quanto a nossa. Cada um na sua terrinha seria o melhor, como eles, aliás, nos ensinaram muito bem. Não podemos simplesmente matá-los e expulsá-los, como eles nos fizeram. Os que cá estão, temos de os tratar como bons compatriotas, mas mais muçulmanos, não. Será assim tão difícil de entender?

    Notar bem que ainda não temos muitos imigrantes muçulmanos, mas podemos vir a ter, como a Espanha, o que seria uma catástrofe. Marroquinos, argelinos, paquistaneses, bengalis, etc., são un gajos porreiros, mas please, não venham mais para cá. Nem de passagem. E uma vez que isto agora é Schengen até à Ucrânia, toda a Europa tem que praticar o mesmo. Mais nada. Um dia, quando eles gostarem mais de nós, quando não gostarem tanto de regimes teocráticos, quem sabe?

    Insultos são estúpidos.
    Provocações são estúpidas.
    Agressões são estúpidas.
    Não têm graça nenhuma nem utilidade nenhuma.
    São tempo perdido e são perigosas.
    Não há volta a dar-lhe.

  8. como assim, nik? mafoma será apenas porventura mais abrangente, pois com relação sonora e gráfica mais próxima de outras línguas, não? como é que aparece diabolizado nessa grafia?

  9. Minha querida Zazie, há qu’anos não ouvia nada de si, e já estava com saudades suas, e vejo que está em plena forma, e…
    Não conhecia esta sua faceta, este seu interesse apaixonado pelo cartoon! É curioso, geralmente as mulheres não gostam destas coisas, assim como de anedotas – infantilidades mais apropriadas para os homens…
    Creio que lhe vou dedicar um post no Fiel Inimigo, um blogue neocon de que faço parte há bem pouco tempo.
    Depois mando-lhe uma cópia, tenho a certeza que vai gostar…

    Beijinhos

  10. zazie, se tu nunca entendeste que o post não era sobre os acontecimentos de 2005, mas só sobre o plano para matar, não será agora que vais conseguir atinar com o resto da história.
    __

    shark, não te incomodes com isto. Já estamos na fase de apanhar as canas.
    __

    Nik, faço coro com a susana: que tens contra Mafoma? ‘Tás muito enganado, ó pá.

  11. Fique à vontade, Carmo Rosa, ainda que eu preferisse que me enviasse um Wolinsky ou mais um Reiser para a colecção.

    Quanto às diabolizações neocónicas, sheauzescas e bushistas, há-as para todos os gostos, nesta historieta.

    Basta estar um niquinho informado.

    Ficam aqui só mais uns links, para o caso de também andar tão a leste destas criancices, como parece que sucede aqui com o Valupi que julgava que era uma peça de teatro com a participação do Papai Noel.

    começou assim“a gift to all school libraries both for Muslim children and the rest of us”

    Pela pena de um moço que até é de esquerda: o Kaare Bluitgen- basta fazer pesquisa no Google

    e continuou com a mãozinha que o Rose Flemming (que parece que é sionista e neocon) lhe deu.
    Por isso, meu caro, não se esqueça de burilar bem o post para que se percebam estas afinidades.

    Eu cá não os conheço de lado nenhum, mas tenho os meus palpites… e nem vão apenas para onde v. pensa; essa a forma mais fácil de engavetar fenómenos transversais quando eles nem nos interessam, por si mesmos (o que não é o meu caso).

  12. Doutor Valupi,

    Continuas com a maldita febre, e da alta. Deve ser da variedade terçã, pois já há vários dias que não nos divertias com um espalhamento ao comprido de efeitos tão estrondosos. Felizmente não fizeste faísca, senão terias torriscado este blogue.
    E sou mais humano, não sou como tu, não te vou acusar de não teres dito nada. Disseste, sim senhor, e disseste muito bem à tua maneira de encantador pfrofissional da serpente-minhoca lusitana.

    E lamento ter de voltar à carga com a minha “obsessão”, mas o que li neste teu post com a ajuda, sempre à mão, da deusa Paciência continua a ser pura papagueação (não te zangues que há pior que isso, chama-se piriquitação) dos mesmos conceitos morais sobre a liberdade muito aproveitada por barões, banqueiros, e judeus fundamentalistas (é tempo de começarmos a usar esta expressão) e é a re-revelação das mesmas credulidades e ignorâncias que já expuseste fluentemente com uma perna às costas no Bomba, Barbas e Turbante – que é o que proponho chamarmos no futuro a esse post histórico. Entras assim no mundo dos records referenciados com possivel impacte na educação de futuras criancinhas. E eu que andava a pensar que só eras um doutor do convencimento entre adultos e odaliscas universitárias.

    Como todos esperávamos, amigos e adversários, não recuas um passo, de facto nem sequer dás um dedo da mão a uma palmatória forrada de veludo, e até recorres com desvergonha – escravo da secularização e do Estado de Direito que és – à palavra “sacrossanto” para servir de amparo ao teu periclitante edifício.

    Quanto às testemunhas que chamas em tua defesa – esses ainda são menos merecedores de perdermos tempo sério e útil a lê-los. Um é ignorante da História velha, da recente não se fala e da de há meia dúzia de anos ainda menos. Esse crocodilo das águas do Tejo, depois de adorar jardins em Saragoça e Granada, passa juizo e certificado de atraso aos países mulçulmanos sem sequer tocar ao de leve nos papéis dos imperialismos francês e britânico para explicar o que gostaria de ter sido capaz mas não conseguiu porque não lhe convinha ou lhe disseram que não era conveniente. Enfim, um autêntico nabo a falar de nababos aos corações da plateia, que é uma coisa que eu nunca teria coragem de chamar a uma pessoa como tu, por exemplo.. O outro é teu colega na defesa dos princípios basilares do Estado de Direito e, quando lhe apetece, fala em batatas (tu também pareces gostar desse tubérculo ubíquo) e na letra k, mas não se lembrou de informar quem o lia de que há muito (demasiado, de facto) k em batatas.

    Neles, como em ti, não há muito que aprender nesta matéria.Certamente noutras, porque a sabedoria falsa e a desinformação andam sempre de braço dado como as meretrizes da política.

  13. REVISOR, também explicas os fenómenos atmosféricos, a doença dos pinheiros e o preço do pão-de-ló de Alfezeirão com a teoria da conspiração judaica?

  14. Encontrei isto num dicionário de português:

    “Mafoma: s.f. cara feia de homem ou mulher.”

    Colhi agora esta pérola no blog Observatótio da Jihad, um blog odiento contra a “falsa religião do Islão”, contra o “falso profeta” e também contra as Nações Unidas(!):

    “O mafoma [sic], pelos seus métodos, foi um dos grandes inspiradores do Fascismo, Nazismo, Comunismo ditatorial e de muitos outros males do passado e do presente. Um autêntico instrumento de Satanás.”

    Pois é, a forma vernácula «Mafoma» está desde sempre associada, justamente por ser a forma antiga, à milenar demonização cristã de Maomé ou Muhammad – esta a correcta transliteração do árabe. Maomé é um galicismo, de Mahomet, mas é a forma modernamente estabelecida pelo português. Mafoma é geralmente usado em contexto pejorativo, diabolizante.

  15. “Mafoma” é também (estou a citar o Aspirina), além de “uma escultura grosseira de grandes proporções” (Houaiss), o termo pejorativo usado por Valupi para significar profeta de gente atrasada ou primária. “A esquerda partidária vive no séc. XIX… e continua a fazer de Marx o seu Mafoma” (Valupi, 25 de Março de 2006).

  16. O mafoma, sempre escrito com minúscula nos relatos pios, foi durante séculos o termo mais usado em contexto de demonização, como na história dos “santos mártires de Marrocos”. Estes mártires eram seis italianos imberbes e fanáticos enviados por Francisco de Assis para converterem o califa de Sevilha, o sultão de Marrocos, o Miramolim e quem mais viesse. Diante do príncipe Abosaide, filho do sultão, os “santos mártires” lançaram a sua última provocação, fatídica porque lhes causou a separação da cabeça do resto do corpo. Referiram-se a Maomé como “o vosso vilíssimo mafoma.” Leiam a história edificante dos fanáticos franciscanos, se quiserem saber de quão longe vêm estas coisas:
    http://www.padrejulio.net/travasso/santosm.htm

  17. Para terminar, uma certeza: nenhum muçulmano lusófono utiliza hoje a forma Mafoma. Forma vernácula, sim senhor, mas que hoje pura e simplesmente não é utilizada pelos crentes muçulmanos portugueses. Como haveria de ser, se durante séculos era a forma usada em contexto de denegrimento?

  18. e também tem mahmoud,

    veio aqui fazer buqueta, ao que me disseram – cá tem lobo, gato e onça, tudo bom

    mas eu ainda não li o post do meu bro valupão. Agora já vi que isso anda aí tudo alertas amarelas e laranjas, portanto toca a comer bem, cumer também pode, e depois xonar

    que eu aqui sou paizão

  19. Como haveria de ser? Ora, basta pensar: “Maomé” é um galicismo; “Mafoma” é português de Portugal. Quanto à História, sim, parece que cristãos e muçulmanos andaram às turras durante séculos. Mas que tem isso a ver com as minhas ideias?

  20. Faltou a entrada doutro que não foi consensual quanto à “experiência de diálogo por cartoon, como o Valupi lhe chamou – um evento, em suma
    E mais algumas notas a propósito http://www.redicecreations.com/specialreports/2006/02feb/flemmingrose.html

    . Ou a do prof universitário dinamarquês que fez conferência caracterizando o “evento” como clara provocação e até “ a mando”.

    Mas, não há nada como recordar ao próprio as suas palavras, e o exemplo tão cool, há 2 anos atrás, antes de ser acometido pela síndrome de Estocolmo.

    1. « Delicioso, Luís. Ainda bem que trouxeste esta recordação e nos deixaste saber que é uma peça tua. Já agora, eu nunca faria peças com temas religiosos, fossem eles (os clichés e as religiões envolvidas, mesmo que tão pacíficas como o Budismo) quais fossem (incluindo os inevitáveis abades gulosos, etc.), mas não censuro quem os faça. Enfim, mariquices…

  21. Enquanto são cada vez mais as vítimas da zazienite aguda, agora és tu a mergulhar na obsessão. As patologias são transitivas. Essa arqueologia valupiana, ainda por cima, só confirma as minhas ideias nesta dinamarquesa questão. Mas não estás em condições de o perceber, é óbvio.

  22. Claro que ainda faltou explicar a GRANDE QUESTÃO:

    “Quem não tem jornais não tem liberdade de expressão”.

    Quem os tem pode convidar cartoonistas para qualquer encomenda- e, nisto de encomendas, até se pode começar por um escritorzinho à Anderson islamofóbico e da esquerda BE lá do sítio, para terminar no mais e do mesmo- o ateísmo militante que trabalhar pelo a avatar que mais pinga.

    De resto, a Grande, Grande questão do Valupi- resumia-se a isto: “the bomb! the fluids!do you realize that in addition to fluoridating water, why, there are studies underway to fluoridate salt, flour, fruit juices, soup, sugar, milk… ice cream. Ice cream, Mandrake, children’s ice cream”

    A obsessão é a mesma e apenas vão mudando os personagens. O Valupi reconverteu-se à seita da “cadela laica e do Estado de Direito”, mas ainda gosta muito de piqueniques demagogia escolásticas com pitadas de Harekrishna que dão sempre muito jeito para a publicidade.

  23. Para terminar com a citação mais engraçada que começa com Corcovados a comerem sandwishes e e acabam em bombas quando falta o sentido de humor a selvagens que acham que a brincadeira bombista do Maomé até podia ser com eles:

    President Merkin Muffley: You mean people could actually stay down there for a hundred years?

    Dr. Strangelove: It would not be difficult, Mein Fuhrer. Nuclear reactors could… I’m sorry, Mr. President… nuclear reactors could provide power almost indefinitely.

    Bye, Valupi/Srangelove

  24. susaninha: está na hora de entrares a fazer sapateado ou hermenística da carne de vaca sagrada?

    È que tu já te explicaste tão bem, tão bem, que toda a malta te emoldurou e nem se chateou por virares as costas, de nariz empinado, quando se te colocam questões mesmo pertinentes.

    Tu achas que em roma sê Romano e a isso chamaste acatar as normas e leis do país que nos recebe- Como imagino que assim o faças em viagem, acredito que, ao passares o nosso bastião de Civilização Ocidental lá para as bandas de Israel, einfies a burka na cara.

    Razão pela qual, de burca na cara, nunca conseguiste perceber essa história de ser sacrilégio comer vaca sagrada em restaurente, já que o restaurante até é dos gajos da burka.

    Como também me viraste as costas, quando tentei a comparação do discurso do Papa na Universidade e a ameça de morte, para confrontar com esta, já que para v.s (não para mim) o tema sagrado era a tal famosa liberdade de expressão (que só a tem quem fala ao microfone, claro, o resto do povo vive amordaçado ou precisa dos jornais para dizer o que pensa.

    Mas, com esse simples exerciciozinho muito básico que eu ainda tive a bondade de tentar contigo. tu apenas desataste com uma fala incompreensível de preservativos! e eu cá não acredito em Deus porque Deus não gosta de preservativos. E eu cá, prefiro o ateísmo que é mais cauteloso, e coisas assim, onde ainda conseguiste introduzir o aborto; a consciência, e até o gueto e a xenofobia conservadora.

    Por isso, mocinha, achas que eu ia ser tolinha a acreditar que tu sabes ler, para me dar ao trabalho de te responder e tu voltares a virar as costas de nariz empinado?

    Faz lá o nº de sapateado para o Valupi que ele bate palminhas

  25. olha, já que o mandrake veio à cena, não esquecer o Lothar. Sou contra a injustiça dos grandões que carregam a pilha aos mágicos ficarem esquecidos

  26. Mas aquela tua passagem na análise da conferência do Papa ao citar o Paleólogo, foi mesmo muito gira.

    Até tentei lê-la à rapozinho: o preserbatibo! o preserbatibo no nariz! eu não gosto de religiões porque não usam preserbatibos, E depois a malta é obrigada a abortar.

    Isto foi o máximo que conseguiste alinhavar para uma comparação de ameaças de bombas e “liberdades” quando se toca no islão.

  27. Olha, rapozinho à parte, e burkas na cara quando se “desembarca na picina terceiro-mundista”, eu até prefiro parafrasear-te . Não se pode ler tudo o que escreves e agora não achei que fosse pertinente a tentativa de me corrigires.

  28. zazie, vamos lá ver: eram 4 da manhã e tu tinhas deixado uns cinco comentários da extensão habitual, que eu já não li, porque andando tu a repetir-te há dias, cri fosse mais do mesmo. quando me disseste que não tinha respondido à pergunta sobre o papa, presumi que te referisses a um cartoon já mencionado por alguém naquela caixa. enganei-me, a tua pergunta era outra.

    não respondi à outra por não ver a relevância para o tema em debate, mas também por acreditar inútil. estás a ver, qualquer coisa que te dissesse iria ser mal expressa: eu não só não sei ler, como também não escrevo coisa com coisa, a avaliar pelas tuas citações. basta ver o que disseste agora que eu escrevi, não me revendo em coisa alguma. «não gosto de religiões porque não usam preservativos»?! enfim, a minha capacidade de expressão não está à altura das tuas capacidades cognitivas, por isso não queiras que eu gaste mais tempo com respostas parvas que de nada te servem.

  29. Mas, se tu te achas com capacidade teórica para equacionar tudo melhor, porque é não fazes um post, em vez de andares a saltitar nas caixinhas, feita majorette valupiana?

    Não te deixam?

    Não tens nada a dizer mas gostas de fazer papel decorativo, ou estás mesmo convencida que percebeste a ponta de um corno desta gincana do Valupi, a querer tomar os outros por parvos?

  30. È que há umas certas regras tácitas em debates que nada têm a ver com conversetas de exames de mamas e próstatas que não se sabe onde ficam, ou bifes à Trindade- não virar as costas quando é colocado um argumento.

    Se estamos em debate partimos de princípio que temos QI suficiente para entender as questões. E ninguém em debate vira as costas a um argumento que foi bem pertinente, apenas porque nem sabe ler e sempre que ouve falar em Papa tem reflexos pavlovianos com preservativos.

    De resto, eu nem com o Valupi estava a dialogar. Apenas deixei aí links para quem não conhece a história (como é o teu caso, estavas a leste de tudo o que se passou em relação aos cartoons, nem sequer tinhas os meros factos) possa ficar mais informado.

    E a citação do Valupi também serviu apenas para recordar que há 2 anos havia coisas com que não se brincavam, desde que tocassem em budas e fradinhos, e agora ha´coisas em que se deve tocar e atacar pedagogicamente em nome de uma treta que só por absoluta indigência mental alguém ainda vai atrás- a dita liberdade de expressão.

    Nada, abslutamente nada, desta merda teve a ver com impossibilidade dos dinamarqueses se opinarem por viverem em qualquer tipo de sociedade que censuraria o pensamento.

    E tambe´, só por absoluta indigência mental, se transformou a liberdade que todos – director de jornal- cartoonistas convidados para a brincadeira que o outro não conseguiu vender para todas as escolinhas, fazerem- um gozo que livremente foi publicado num dos jornais com maior tiragem na Dinamarca.

    Donde- liberdade tiveram-an toda- o resto é outra coisa. que faz parte da compreensão do mundo em que se vive- as reacções e propagandas, e aproveitamentos ou vinganças que também se podem fazer em “estando a pedi-las”.

    Porque, quem o fez, estava mesmo a pedi-las, já que ninguém que é ateu anda a escrever livros para crianças sobre a vida de Maomé transformando aquilo tudo numa vergonha religiosa, assim como ninguém que é ateu e se diz defensor do bom-convívio com uma comunidade islâmica que atinge os 3% da população do país e chega a 80% em escola pública, faz as coisas “sem querer”.

  31. não, zazie, não virei costas. desisti, é bem diferente. francamente, porque te preocupas tanto em convencer pessoas com QI de galinha da tua razão? tss tss… digo: cot cot…

  32. Lotário era aquele maganão de escravo que andava sempre descalço e meio nu (só com uma pele de leopardo atapar-lhe um peito e as partes vergonhosas) atrás do Mandrake e da Nadia. No tempo em que ainda não havia gay pride, era a maneira de sugerir um ménage à trois que escapava à censura.

  33. Primeiro foi aquela merda de post como declaração de exclusão de gente que nunca poderia viver numa “democracia laica ocidental”- os que reagem à bomba a troças religiosas

    – só isto já era merda suficiente para deitar abaixo, porque misturou imigrantes com os muftis que ameaçaram e misturou um plano, acerca do qual ninguém soube mais nada, com bombas terroristas que não se justificariam num Estado de Direito-

    só mais isto já era imbecilidade suficiente para queimar qualquer pessoa a quem se desse crédito.

    Depois, entrou na argumentação pelo fim da história que nem aconteceu- a morte de um jornalista- querendo com isto colocar no mesmo prato da mesma balança- aquilo a que chamou- uma oportuna experiência de diálogo com o “outro” que é o mesmo- já que todos são cidadãos e é o código civil que decreta igualdades de identidade, referências e culturas.

    Como o Venãncio lhe escaqueirou esta parte demagógica e traçou aquele brilhante paralelo com o Theo Van Gogh, imaginando que ainda estava vivo, para se perceber ao que leva a sobranceria e que nada valida ou coloca em pé de igualdade toda a qualquer condenação por assassinato,

    faz outra coisa.

    Larga aquele post mal-parido onde já não tinha argumentos e, no qual apenas queria um bater no peito de consensos contra o terrorismo islâmico- coisa que se faz em alviando em manifs e não em debate teórico- agarrou-se então ao “plano”.

    Afinal ele só queria debater um niquinho da história, aquela que não levava a nada sem se ligar ao que a provocou- o famoso plano.

    Plano acerca do qual se recusou a responder quando o interroguei se também achava que a Dinamarca estava desprotegida legalmente, por conseguir mandar embora apenas os imigrantes não naturalizados, e sem precisar de julgamento- apenas por serem suspeitos de um plano contra uma única pessoa.

    Por mim, pronunciei-me sobre isso, e até disse que, essa acção prática apenas servia para percebermos que a Dinamarca tem mesmo leis bem mais duras, de acordo com a necessidade de defesa face a imigrantes mais facilmente arregimentaveis em terrorismo islâmico.

    A isto não responde ele. foge para “o plano” e a liberdade de expressão” e com esse parzinho vazio e toino- do plano – à paranóias de Doctor Strangelove; e da “liberdade de expressão” amordaçãda pelo facto de existir possibilidade no mundo de retaliações, é que, por mim, dei encerrada esta brincadeira.

  34. «francamente, porque te preocupas tanto em convencer pessoas com QI de galinha da tua razão? tss tss… digo: cot cot…»

    Mas eu alguma vez te quis convencer do que quer que fosse?

    Eu estava a falar contigo?

    Este post é teu?

    Quem é que veio para aqui, com correcções a bold, em defesa do Valupi a querer convencer-me da razão dele?

  35. Ya, acho que não podias ter escolhido melhor aliada.
    A sério.
    Se tentasses pedir ajuda ao “Da Literatura”, apesar de ter mais créditos para dar lições de português, era capaz de também te dar uma de desmontagem de demagogia.

    Além do mais, este blogue tem um bom elemento para dar lições de português e interpretação de textos- O Fernando Venâncio- e esse é que já ta deu e a esse é que nem tomates tiveste para responder.

    Por isso é que agora fazes este post merdoso, lincando-me a mim- em tom de troça, ainda que diagnostiques a todos os adversários a tal doença “zazinite”.

    De facto, ao fim de perto de 600 postes, não conseguiste convencer mais ninguém a não ser a Susana.

    E isto não é nehuma crítica ou ironia- é mesmo a melhor constatação que se pode fazer do blogue. Entre todos os seus membros, só 2 se meteram ao barulho, um escaqueirou-te a demagia, os restantes nem se meteram- sobrou-te a Susana para o sapateado- azar que nem o MST ou o Andrade vieram em tua defesa.

  36. correcção: demagogia.

    E passa bem. Devias cuidar dos arquivos. Olha que tens para aí a careca à mostra em muito mais historietas de “VERDADES” de outro género.

    Em particular estas “causas” recentes que decidiste abraçar, quando achaste que te ficava a matar fazer de “voz do dono”- mesmo que para isso, sejas capaz de defender o oposto da dita liberdade de imprensa.

  37. zazie, tu tá chata! Ainda vou ter que ler isto com cuidado, o que é uma chatice. Mas só amanhã, que agora tem jazz no Bulhão.

    tu devia estar a dar cabo dos maus, em vez de estar a morder o primo meu bro! Nem os Cinco são já fiáveis, além disso devia ter passagem secreta

    —–

    Nick, a Nadia era só para disfarçar, assim como a cartola

  38. acontece, zazie, que tu foste a única, por outro lado, a dar razão ao fernando. e isto, apenas, porque tentaste encostar-te ao que ele dizia, que era pouco, mas não era o mesmo que foste dizendo; manobra tua de apropriação. por muito que queiras, o que o fernando escreveu não é a síntese daquilo que tu debitaste. o fernando veio aqui dizer que algumas ofensas não são defensáveis e que devemos ponderar antes de ofendermos aqueles que até podem ser nossos amigos. eu pergunto: quais ofensas são defensáveis? e o que é uma ofensa? silêncio…
    acontece que uma ofensa e o seu calibre não podem ser definidos pelo grau do melindre e o calibre das armas (ah pois…) da parte – soit disant – ofendida.

    a barbaridade com que esta discussão começou, a parte que me diz respeito e em relação a ti, foi o teu «estão a pedi-las». compreendo que penses que se fores metendo muita água consigas dissolvê-la, mas ela é gordurosa e vem sempre ao cimo.

  39. A problemática dos cartoons é, de facto, uma boa problemática. Foi aqui analisada em várias das suas dimensões. Bem analisada, a meu ver.

    No entanto, desde o primeiro post do Valupi houve um acontecimento que a todos escapou e que ninguém ousou aqui desenvolver. Talvez seja falta de coragem, talvez estejamos todos confortavelmente instalados nas nossas liberdades conquistadas, a verdade é que nenhuma voz se levantou, nenhum intelectual escalpelizou a contradição. E, meus caros, é esta falta de disponibilidade para discutir o que verdadeiramente conta na vida das pessoas que me aborrece.

    A Men Health publica um estudo que assegura que os homens portugueses são os primeiros do mundo no número de relações sexuais. O mesmo estudo afirma que os homens portugueses são os penultimos da lista no que se refere à satisfação sexual. E aqui, nesta casa de referência, nem uma palavra sobre o assunto…

  40. mais, é muito engraçado vires dizer que não te respondo, quando tu ignoras de modo sistemático aquilo que te vão dizendo. como exemplo, a tua citação do valupi, a propósito de um comentário ao rainha. percebeste, ao menos, que a citação encontrada não sustentava o que dizias, mas precisamente o contrário? terás percebido que, ao contrário do que pensavas, o valupi não acha graça que se pegue em ícones religiosos – ou pelo menos não para fazer peças publicitárias? e será que percebeste que o que vinha logo a seguir reiterava o que ele tem andado sempre a dizer?
    é que se percebeste não o admitiste. e não se discute com quem não admite o que vê. se não percebeste, então estás cega.

  41. Ya, já tinha percebido que és demasiado sensível e não percebes humor negro.

    Só não entendo porque motivo insistes em perder tempo comigo em vez de expores tu, por palavras tuas, a tua opinião, em post próprio.

    Já que não imagino que andes aqui a perder tempo apenas para me corrigires.

    Eu não andei a perder tempo com ninguém. Andei a rebater e a apresentar argumentos. De ti não li nenhum, apenas umas “inquirições fulanizadas” às quais respondi, primeiro de forma teórica.

    Como viraste as costas à minha resposta teórica, com sobranceria demasiado toina, agora não tens crédito para te meter ao barulho. Até porque foste tu a primeira a determinar que “não vale a pena perder tempo a ler o que eu escrevo”. Logo, não valia a pena perder tempo a querer-me ensinar português daquela forma tão canhestra.

    È que nem tu percebeste que a comparação entre um reclame nunca se poderia aproximar da comparação com gozos religiosos em paralelo com terrorismo.

    Porque a questão não estava, no facto de ele ha´2 anos ter dito que sim, que por ele fizessem, isso, agora ele é que nunca faria uma mini-troça sequer com fradinhos.

    Dois anos depois não defende a liberdade de se fazerem troças com fradinhos em propaganda a cervejas- defende que não há troça mas pedagogia de integração de imigrantes por achincalhamento e que essa é uma forma por excelência de a todos integrar como cidadãos.

    Ou seja- o Valupi que há 2 anos tinha sensibilidade tão fina que nem ele seria capaz de brincar em cartaz de cerveja, por respeito com um mero símbolo religioso; hoje é capaz de fazer disso a forma mais inteligente de veicular uma mensagem.

    Sendo que essa mensagem é que ele nunca conseguiu caracterizar, porque aí fugia aos factos e apenas se agarrava a universais e “liberdades de expressão”.

    Mas conseguiu caracterizar muito bem o inimigo- aquele que convem enfrentar por todos os meios- o terrorismo islâmico.

    É esse o papão dos fluidos, da bomba! mais nenhum. E pelo papão vale tudo, incluindo ser estúpido.

  42. pelo contrário, zazie, o meu filho até me disse há dias que não crê que algum homem venha a ser capaz de me aturar, «com este meu humor negro». mas só consigo perceber que se trata de humor negro quando tem humor, espero que compreendas.

    e foi também essa a minha impressão: que não leste um único dos meus argumentos.

  43. zazie, falei de ti neste post porque no outro tu assinas 400 dos 550 comentários. Tal como falo do shark porque o cito. E foste tu que influenciaste o rumo da discussão, começando a disparar para onde estavas virada, e sempre com má-fé. Porque o que há de notável na tua performance é a incapacidade de análise. Na verdade, és tu que te baldas à argumentação – e de duas maneiras: indo buscar assuntos conexos mas irrelevantes, e não respondendo a perguntas directas.

    O teu estado de confusão é tal que nunca recuperaste do erro primeiro: o post queria celebrar o protesto contra o plano descoberto pela polícia, e que levou à sumária expulsão de dois estrangeiros. Esse protesto não correspondia a uma validação política, ideológica, moral ou ética dos cartoons publicados em 2005. E tanto assim é que um dos jornais dinamarqueses que, em 2005, se insurgiram contra a publicação agora publicou o desenho – o mais pícaro – de Maomé com a bomba na cabeça. Por isso, ao vires falar da polémica requentada, e do tal livrinho de BD que te encanta, e do currículo deste ou daquele, estás apenas a disparatar.

    Neste assunto, ainda não disseste nada de jeito, e sonhas com argumentações terceiras que nem sequer és capaz de reproduzir.

    (obviamente, tudo isto é divertido; e talvez tu prefiras assim, a tonteira inconsequente)

  44. Ler li, não encontrei foi argumento lá dentro das letras e das palavras.

    Foi mesmo isso. Por isso é que estranho porque é que este tema te envolve tanto e nem um post fazes. O blogue também é teu- tens aqui tribuna à disposição

    Queres corrigir ideias e mostrar validade argumentos, prova-o. Faz um post.

    Eu tenho aqui a pôrra de um tratado. E ainda por cima, demasiado sobrecarregado a ter de responder ao mulherio que aparecia com cenas de estar a insultar a filha mongolóide ou outros no género como as famosas categorias do “és conservadora, queres é que tudo fique de braços cruzados”, defendes o gueto (chavão que não diz nada); ou, nos casos mais brandos, até ficarem muito preocupadas para o caso de eu ter achado que pensavam que eu fosse mesmo xenófoba. Mas não, até tinha métodos de bruxedo para saberem que eu não era xenófoba, e prontos.

    Logo eu, que me passo com essa pancada de se achar que as palavras, feitas etiquetas diagnosticam coisas que vão na alma e que essas coisas podem ser “actos discriminatórios contra o próximo.

    Logo eu que tenho pó a todas as brigadinhas de apalpanços de consciência- quando a única coisa que existem são actos.

    E foi precisamente por isso- pela única coisa que existe serem actos, que me estou nas tintas para etiquetas em relação a estes melros todos- fizeram- foi pelo acto livre do que fizera, usando de toda a liberdade que o país e as leis lhes dão que agiram e isto a acção que fizeram é que eu caracterizei como, no mínimo, demasiado estúpida de quem está a pedi-las.

    Sem precisar de a arrumar em chavões de guetos, xenofobias e o caralho a quatro. Quanto muitom o caso interessou-me precisamente por colocar na mesma plateia um tipo de esquerda BE, com livrinho de verdadeiro insulto aos muçulmanos- livro que queria ver em todas as bilbiotecas escolares, destinado a crianças, tanto não islâmicas como islâmicas e que não conseguiu apoios.

    Até que o tal gajo com um passado mais estranho e alianças entre neo-cons e sionismo- se oferece para o ajudar, convidando os tais caricaturistas para completarem a troça pedagógica que mais ninugém queria fazer.

    E foi isto que foi livremente publicado num jornal dinamarquês.

  45. claro que para ti eu não disse nada de jeito. Claro, mas eu também não escrevo para que me digam que é ou não é de jeito.

    Escrevo como argumento e contra-argumento. E tu não respondes é aos argumentos e contra-argumentos, não é a mim.

    Se quisesse entalar-te mesmo, então imitava-te e pedia-te para completares tu e explicares tu, onde é que estão os brilhantes argumentos da Susana que te apoia sem precisar de dizer nada, com jeito ou sem jeito.

    Eu, por mim, já disse o que tinha a dizer, apenas me apeteceu trocar-te as voltas em mais este brilharete de demagogias.

    Só porque me irrita um niquinho ver gente a tomar os outros por parvos.

  46. E por outra razão: A Susana apoiou ou disse meia dúzia de coisas mas não o fez para engrominar o próximo.
    Tu fizeste-o. Sabendo perfeitamente que estavas a tanguiar e a esquivar-te ao que não te interessava.

    Porque deves ter mau perder e achaste que não ias perder um jogo. Basta meter contador a zeros, ganhar mais vidas para marcar mais pontos e, se o jogo correr mal, fazer rewind, e voltar ao início, como se nada tivesse acontecido antes.

    Nem um argumento serviu para diálogo- tu apenas queres ganhar contra os outros, mesmo que para isso hipoteques qualquer credibilidade teórica que ainda te podiam depositar.

  47. E foste alterando as regras de jogo de acordo com o teu interesse em ganhar. Limitavas o tema do debate até que ele ficasse na tal impossibilidade inútil de alguém, de bom senso, discordar- o terrorismo- o terrorismo é um acto indesculpável- voilá onde te escudaste.

    Claro, para dizer isso até podias chamar os próprios terroristas que eles também batiam palmas contigo e diziam- sim senhora, este Valupi é um génio. Concordamos, o terrorismo é indesculpável e nenhum democracia ou Estado de Direito o deve admitir.

    Para o admitir existem aqueles locais chungas do mundo, onde a coisa esta´oficializada- nuns de forma mais tosca, noutros como defesa de Estado.

  48. Vou demonstrar-te o teu “modus operandi” com o meu “modus faciendi”. Repara:

    – Acabas de despejar mais uma bacorada (de tantas!), a citação de um comentário para o Rainha. Nele, afirmo que – como profissional de comunicação – não escolho temas religiosos para peças comerciais.

    – Tu descontextualizas a passagem e vens, bovinamente, vendê-la como contradição da posição em relação aos desenhos de Maomé.

    – Pergunta: não entendeste o que leste?*

    E antecipando: a minha deontologia como publicitário não equivale à minha moral como cidadão. Porque, concederás, um cidadão não vende as suas ideias. Assim, espero que percebas, posso recusar a utilização de uma entidade num contexto de marketing, e aprovar a utilização da mesma entidade num contexto político. Se este raciocínio for demasiado complicado, prometo fazer-te um desenho.

    *sim, fico à espera da tua resposta

  49. Mesmo quando esses outros são mesmo parvos? E estás a falar do quê? De nada, né?…

    Esta frase não é minha. Tem lá mais cuidado com o subconsciente porque a frase não é minha.

  50. Tu tens para aí uma tese e um tesão que parte sempre do mesmo pressuposto- o entendimento da boa intenção pedagógica com que tudo aconteceu.

    Já o disseste de mim e uma maneiras diferentes- desde “procura de diálogo com a comunidade islâmica, para ela própria perceber que não é estranha mas cidadã igual que nada tem a ver com o islão fanatizado e terrorista, até mil e uma variantes dessa mesma leitura que passa por cima dos factos.

    Neste post voltasta à carga, repetindo a tal leitura que tu conheces- tu sabes, sabes das intenções apesar de não nomeares um único facto que daria, no mínimo dos mínimos para questionar essas intenções “polémicas mas para bem”.

    E dizes: a publicação das caricaturas corresponde a um acto isolado, devidamente contextualizado pelo meio que as veicula. Foi um exercício polémico, pois sim (era esse o objectivo!), mas dentro da melhor tradição jornalística

    Eu deixei os links, a história toda, para ser confrontada com aquilo que tu “sabes” que foi assim e com esta bela intenção.

    Recusas olhar ou pegar nos factos.

    E voltas a bater na mesma tecla imbecil.

    A saber- nada disto teve a ver com liberdade de expressão que foi impedida. e nem sequer com “liberdade de imprensa.

    Pela simples razão- precisavas de definir liberdade de expressão. Em que é que ela consiste num país e em que é que ela consiste para todos os cidadãos.

    Precisavas de explicar em que consiste esse absoluto que dá pelo nome de “liberdade de imprensa” equiparado à liberdade de qualquer pessoa poder manifestar desagrado contra poder, ou inexistência de censura de crítica a todo e qualquer poder.

    E ainda tinhas, depois de conseguires fazer isto, de explicar quando, onde e como essa dita liberdade foi impedida, por quem, quando os ditos jornalistas até foram cartoonistas convidados pelo director do jornal para a tarefa que mais ninguem, livremente, queria fazer.

    E como tudo isto foi livremente publicado.

  51. Muito bem, melhoraste. E duas coisas:

    1º Os teus links que se fodam. O que não faltam são posições diversas e antagónicas. Isto não é um concurso de links.

    2º O tema da liberdade de expressão é evidente: quantos casos mais de caricaturas sobre Maomé conheces no pós-11/9? É que está aqui, eventualmente, uma das causas da tua posição: tu não queres aceitar a temática da auto-censura – a qual, num certo sentido mas não noutros, só diz respeito aos não-muçulmanos.

  52. susana,
    já lhe disse alguma vez que a adoro?
    aqui fica, por mais este bingo: «comendador, a explicação é óbvia: metade dos homens portugueses são os mais mentirosos de todos. a outra metade nunca se contenta, por muito que tenha.»

    e tenha um óptimo domingo.

  53. Se formulasses a questão de outra maneira talvez valesse a pena.

    Mas tinha de ser toda reformulada.

    Dou-te uma pista que eu própria tenho em aberto e acerca da qual também me questionei:

    Aquela treta acabou por se desactivar a si própria, ao ser replicada por todo o mundo e permitir que muita imprensa muçulmana (religiosa ou não) respondesse com muitas outras caricaturas e sátiras aos grandes tabus desta modernidade que os “quer educar”.

    Isso abriu as tais nuances de que falava o Venâncio, e aí sim, na possibilidade de cada vez mais nuances contra o radicalismo a preto e branco, acho importante.

    Do mesmo modo que também citei (no outro post) um bom texto de imprensa muçulmana onde se demonstrava a importância de distanciamento emotivo pela capacidade crítica.

    Agora o que fica totalmente de fora é vender uma história que nunca aconteceu- a liberdade de expresão amordaçada no reino da Dinamarca.

    Assim como fica totalmente de fora, acreditar que firmezas face a terrorismo ou firmezas face a políticas de imigração passem por doutrinações de iluminados em nome de “laicismos” vendendo ateísmo como quem vende mais catecismo de cor contrária.

    E é por isso que a questão que sempre achei mais pertinente foi mesmo o livrinho de BD- que acabou por ser publicado e que se queria fazer adoptar em todas as escolas dinamarquesas.

    Esse livrinho de catecismo ateu com a história do islão é algo que rivaliza e ultrapassa todas as velhas polémicas à Cortes Imperiais que também existiram no tempo em que os que detinham o exclusivo da VERDADE eram outros.

    Ainda que os mesmos- quanto à posição social e megafone daqueles que pretendiam visar.
    ……………….

    Como é óbvio não pensei nestas questões hoje e muito menos precisaria de ir à boleia de encosto do FV (como a Susana disse) para também deixar de fora todos os Theos Van Goghs

    E acerca dele, do Theo- tenho por aí dezenas de comentários que foram tão mal recebidos em todo o lado.

    Basta fazer pesquisa no Google ou ir, por exemplo, ao Blasfémias- em relação ao caso Theo tinha alguma informação extra- a que o FV contou confirma-a. Tudo o que se aproxime dessa hipocrisia pedante, vendida com sobranceria como pedagogia é mesmo algo que gostava de escaqueirar em directo.
    De preferência ao vivo, e enquanto ainda estão vivos.

  54. Outra questão- quando se fala em abertura de nuances e críticas a tabus não podem existir intocáveis.

    E aí, sim, nos intocáveis é que eu gosto de “tocar”. E chatear. Tanto mais quanto o status dos intocáveis está ao abrigo da lei ou ao abrigo de todos os status quo.

    Razão pela qual nunca seriam militantes da ditadura do politicamente correcto a ensinarem o que é liberdade.

    Esses são mesmo o último reduto da ditadura- a grande Inquisição dos tempos que correm, com a agravante de até terem representação em legislação da UE e observatórios por todo o mundo, ou a famosa linha da denúncia na internet.

    Escaqueirar tudo isso pelo gozo e nonsense até é o meu passatempo preferido no Cocanha.

  55. O Theo não era para aqui chamado, porque não há comparação possível, seja qual for o ponto de vista. Isto porque eu apenas me referia ao que aconteceu a 13 de Fevereiro do corrente. Já remeter para 2005 era estar off-topic, mas vá que não vá. Agora, onde permaneces completamente equivocada é no entendimento do problema: existe liberdade de imprensa e de expressão na Dinamarca (como se comprovou e não estava em causa), mas o que o Jyllands-Posten estava a questionar era a auto-inibição desses direitos ocidentais e seculares. Este aspecto é relevante, e dirige-se ao alvo do terrorismo: a opinião pública, e a actividade jornalística, política, crítica que a alimenta. Ver na abertura desta problemática um ataque ao Islão é apenas má-fé ou incapacidade cognitiva.

    Pontos avulsos:

    – Esquece o laicismo e foca-te na secularidade. O laicismo apenas estabelece a coabitação entre diferentes credos. É na secularidade que está a grande ameaça ao religioso, pois o reduz a ele próprio (quando a intenção religiosa é sempre totalitária).

    – É legítimo atacar o Islão, desde que dentro das limitações legais. O tal livrinho de BD tem direito a existir. Isto porque é legítimo recusar a conversão ao Islão. E é legítimo ter uma qualquer posição política e filosófica que veja nas religiões, ou em algumas ou alguma, uma indignidade. Esta é a conquista da civilização ocidental, a concessão da superioridade à liberdade da lei.

    – Pensasse e dissesse lá o que fosse, Theo não merecia morrer por isso. Logo, não há cá exercícios alternativos perante o desfecho da sua história. Se o assunto é difícil, pois que seja tratado ainda com mais cuidado.

  56. Em relação ao nosso código penal também nunca abriria mão. É só mesmo uma micro informação a talho de foice.

    Para quem ainda nãp entendeu que locais de culto, símbolos de culto devoções religiosas são questões que estão ao abrigo do dito Estado laico. Precisamente porque a História, o património artístico, o património cultural e a tradição daquilo que é verdadeiramente uma civilização não consiste numa mania livremente a saque de quem é órfão de crença ou apenas a tem invertida e precisa de se aliviar.

    Para alívios de má figadeira de ateísmo recalcado também existem organizações, algumas delas em forma de ONGs financiadas por todos e nunca nenhum crente lhes mandou com uma bomba em cima.

  57. Tu tens a tua causa, eu tenho algumas anti-causas. Acho que tudo precisa de algum contraponto para ficar mais equilibrado.

    Como deves saber, a tua posição é mesmo a mais consensual, a minha tem eco em várias pessoas, de diversos modos, mas não faz parte do status quo.

    Como o que sempre me agradou se mantém- o gosto pela iconoclastia e o gosto de desmontar satus quos, é óbvio que não há ponte por aí.

    Fora isso também tenho outra mania- meter o nariz e tentar perceber fenómenos sociais novos. Em torno deste caso, assim como em torno de uma mudança da dita esquerda no apoio a causas de invasões e destruições do Líbano, anda assunto que tento compreender e, acerca do qual, gosto de tomar o pulso.

    Já tive esse debate noutros locais- um deles foi com o Bruno Sena Martins. Ele próprio desenvolveu algumas dessas pequenas percepções de que também se tinha dado conta.

  58. Depois há outra questão que parece que nunca compreendeste porque até houve demasiado ruído à volta e nem apareceu propriamente alguém em debate que tivesse um ponto de vista próximo do meu, em termos bem mais genéricos.

    Eu nunca defendi proibições. Nada disto passa por lei. Tudo isto deve passar por sensibilidades e debates. Esses sim, em pé de igualdade e da forma mais brutal que for preciso. Sem paninhos quentes. Nada de unanimidades albanezas quando toca ao pensamento. Mas, para isso, é preciso que haja manifestação de pensamento e não manifestação da inexistência de pensamento- pela forma mais trauliteira e hipócrita.

    Também nunca defendi o que o MP-S disse- equacionar a necessidade de probição de uma série de coisas que possam atiçar outras tantas- por isso também digo que não existem intocáveis.

    E chamo intocável, tanto aquilo de que se pode ter medo por reactiva que desaba sem rosto, sob a forma de terrorismo, como aquilo que consegue fazer passar-se por algo absoutamente verdadeiro e tabu em virtude de possuir mais poder ou ter lobbie mais poderoso.

    E é por isso que as caricaturas foram coisa grossa e fraca, e é também pelo mesmo motivo que achei que o post foi igualmente coisa fraca, emotiva e básica, de alívio que se pode ter em manif de rua.

  59. Quantos disparates diz este neoconeiro histérico e compulsivo… As provocações dos idiotas dinamarqueses (uns hippies ganzados e bêbados) NADA têm a ver com a verdadeira liberdade de expressão. O sujeitinho ignora que a liberdade de expressão serve para discutir ideias, mesmo religiosas ou teológicas, mas NUNCA para blasfemar contra os símbolos mais sagrados e INTOCÁVEIS de uma religião. Esses são sagrados e a sua profanação merece severa punição penal ( o nosso Código Penal pune a blasfémia)

    Mas o caso é agora ainda mais grave devido às cruzadas assassinas contra o islão em terras islâmicas levadas a cabo pela reles noeconeiragem (incluindo mercenários cruzados dinamarqueses) em que se revê o pateta Valupi. Num contexto de genocídio contra eles, eu comprreendo perfeitamente que os muçulmanos CORTEM as goelas a quem de forma reiterada e insistente profere deliberadamente blasfémias contra o Profeta de 1500 milhões de crentes, MUITO SUPERIORES MORALMEMTE aos decadentes “seculares” que chafurdam no relativismo e niilismo morais. Para mais quando centenas de milhares de muçulmanos são massacrados por bestas neoconeiras e nazi-sionistas. O apelo ao antisemitismo e islamocídio é crime contra a humanidade.

    O que os Van Goghs fazem é o mesmo que os grotescos “mártires de marrocos” de que falou o nik: andam a pedir em voz alta, com as suas gratuitas blasfémias racistas e satânicas, que lhes cortem as goelas. E tanto insistem que é o que lhes poderá mesmo acontecer. O Van Gogh, que passava a vida a chamar fornicadores de cabras e pedófilos aos muçulmanos, já teve o que queria…O mesmo aliás devia acontecer com os que insultam Cristo e a Virgem… os muçulmanos é que sabem como se deve lidar com a escória infiel….

  60. correcção: nunca defendi proibições de livros ou de outras tretas como alguma lei que determinasse que não se podia publicar qualquer caricatura ou brincadeira com judeus, islâmicos, católicos, ateus, fufas, paneleiros e tudo o resto que por aí possa seguir, incluindo os anõezinhos, as mulheres barbadas, os metro-sexuais, os pretos, ucranianas e escoteiros.

    A única coisa que sempre defendi foi a lei natural. Porque tudo deriva dela. E, se o código penal tem clausula que protege a prática religiosa é precisamente por isso, porque ela não foi inventada agora e nem existiria cultural ou civilização se nela não estivesse incluído todo esse “espólio”.

    Razão pela qual, quem não faz parte de espólio teórico que se lhe oponha, tem sempre lugar para fazer de cagot ou de mija-nos-finados. Mas nunca em nome de uma nação os mija-nos-finados passaram a deter a validação da cultura de uma socieade e muito menos o poder para a destruir em nome da mesma.

    Que queiram doutrinar as criancinhas também não é nada de novo- todos os eleitos sempre se acharam com esse direito de fazer um mundo novo. E sempre gostaram muito de agarrar as criancinhas dos outros. Por isso e´que também existem outros para dizer isto.

  61. Mas a iniciativa do Jyllands-Posten não se explica pela assimetria mediática (onde os não-muçulmanos estariam a oprimir os muçulmanos sem meios de comunicação – tal considerando é absolutamente irrelevante para a questão, para lá de errado e falso, pois se tratou de um acto isolado que não era proselitista nem abolicionista, e aconteceu numa sociedade onde a comunidade e os indivíduos ligados ao Islão podem exercer o seu culto e têm liberdade de expressão). Explica-se é pela necessidade de lidar com o trauma do terrorismo islamita, precisamente pela toxicidade da sua reclamação religiosa.

    Estás a querer falar das caricaturas (as quais, por sua vez, são banais exercícios de humor, sem nenhuma mensagem de ódio), quando o que importa falar é da sua publicação.

  62. Tens razão que as caricaturas nos apareceram, a nós, como um acto isolado. Nisso tens. E é aí que nos falta o feedback factual quanto ao clima que já existia e quanto às tensões internas em relação aos imigrantes que é impossível que tivessem aparecido apenas por causa das ditas caricaturas.

    Ou seja, em cima do acontecimento, também pensei como tu. !Que raio de mundo é este onde até já há ameças de ataques terroristas por causa da puta de umas caricaturas?

    Isto também me perguntei. E ainda me perguntei mais quando o caso se repetiu em relação à comunicação perfeitamente teórica e privada do Papa.

    E foi por isso que achei que se este debate tivesse sido minimamente honesto e verdadeiro, essa comparação com caso do Papa que se lhe seguiu, era obrigatória.

    Mas, para isso, teria de haver outros intervinientes online, e nunca valeria a pena pegar no sapateado da Susana para nada.

    Há, de facto, um pano de fundo diferente que não existia há 10 anos e nem sequer há 5. E compreender isso, sem tabus, incluindo os tabus face à imigração que tanto te enxofrou e acerca da qual o Nik teve a coragem de dizer alguma coisa, também seria preciso.

    Mas os tabus existem, e ainda existem mais quando são as ideologias que estão no lugar do sagrado. Motivo pelo qual estás enganado com a racionalidade da secularidade, uma vez que tu próprio também já escreveste acerca disso- do modo como uma ideologia também é um pensamento totalitário e religioso.

  63. Por outro lado não existem mensagens de ódio em livrinhos doutrinadores nem neste tipo de caricaturas. Daí eu ter seguido as pistas das motivações de quem as faz.

    E tudo vai ter ao mesmo ponto- algo que se considera necessário. Há sempre uma suposta necessidade de bem nisso. Nada foi gratuito e mera provocação de campino.

    Nem o Theo era um provocador “islamofóbico” usando a terminologia da moda que nem é minha e que também não passa de uma etiqueta para arquivadores.

    Até tinha uma missão e uma intenção em tudo o que fazia- com a tal sobranceria da impunidade de estar do lado certo da História e com toda a facilidade a usar mensagens religiosas que lhe davam as voltas à figadeira, para doutrinar, para catequisar.

    O retrato que mais gostava de possuir era mesmo o do tal meco de esquerda equivalente ao BE lá na Dinamarca. O que fez o livrinho para todas as criancinhas terem na escola, aquela beleza que deixem mais acima, com link.

    É que isso é pura propaganda doutrinária que a Igreja já tinha largado há séculos!

    De onde é que vem? do ateísmo? o ateísmo constitui-se como algo contra- contra um poder. Será que, há falta do tal poder contra o qual se constitui já quer ser poder alternativo?

    Não deito fora esta tese porque tenho lido muita coisa e muita teoria à Dawkins e observado muita propaganda a tomar lugar nos media. Incluindo por cá.

    E esses até são nossos “coleguinhas” de blogo. Alguns até foi aqui que começaram antes de conseguirem o megafone mais poderoso e serem pagos para o mesmo.

  64. Aliás, a tese mais não é que uma repetição do mesmo- a vaga do jacobinismo que lá vai renascendo e napoleanizando-se como consegue.

    E é neste cenário de seitas, e mundo plastificado, onde a caixinha da tv intoxica o resto, que as coisas se passam.

    Torna-se até penoso a facilidade com que se deita isto tudo abaixo,. Eu nunca conseguiria deitar abaixo o ateísmo do Francis Bacon (o pintor) e sinto-me mal por tão facilmente deitar abaixo o de tanto filósofo que por aí anda, cá nas universidades, lá, em Oxford.

    Os tudólogos de jornal até ficam apenas para a ralé da ralé da universidade.

  65. uf, até ouvi daqui os teus neurónios a estalar.
    e tem muita graça continuares a atirar com umas raivinhas para cima de mim, quando passei o tempo todo a dizer (de forma sucinta e simples, percebo que prefiras elucubrações mais literatas) aquilo que finalmente percebeste. tenho as costas largas, há-de ser do porte atlético.

  66. zazie, espero bem que não subscrevas realmente este teu enunciado: «O Van Gogh, que passava a vida a chamar fornicadores de cabras e pedófilos aos muçulmanos, já teve o que queria…O mesmo aliás devia acontecer com os que insultam Cristo e a Virgem… os muçulmanos é que sabem como se deve lidar com a escória infiel….», porque aí ficamos com um hiato que não será ultrapassável.

    Sobre essa questão da lei natural vs lei positiva isso interessa-me e ando aliás a esvoaçar sobre o tema. Uriel da Costa (Gabtiel da Costa) escreveu sobre isso antes de disparar sobre a tola, por força da vergonha e depressão que se lhe abateu, depois de devidamente excomungado e humilhado pelos sefarditas da Amesterdão, mesmo assim bem longe das fogueiras da Inquisição, onde aliás serias queimada como bruxa se cocanhasses.

    Não existe ‘lei natural’ absoluta. A lei natural dos Asmat na Papua, ainda no século XX, era terem uma sociedade organizada em pares de machos, amigos_fechados. E comerem os miolos dos inimigos. Aquilo que chamas a lei natural é um conjunto de crenças de uma sociedade e nada mais, constituem o seu núcleo identitário, contextualizado.

    Praticas o lema do teu principal mestre: ‘pessimismo na inteligência, optimismo na vontade’, e dás cabo eristicamente de ti própria aqui na caixa.

  67. ah, e ‘provocar’ quer dizer chamar para o pé. Portanto este basqueiro todo deve ser por causa do frio e da chuva daí, está certo

  68. (Ena, tanta cana para apanhar…)

    Venho aqui só para me vergar numa vénia à Susana, mesmo ousando violar o pressuposto da solidariedade de classe. Que ganda par de bandarilhas nos lombos mais atrevidotes, afilhada!
    Quanto ao resto, parece que o braço de ferro está a ganhar ferrugem e que já há mais empenho na descredibilização de personalidades do que de ideias.
    Isso só atrai mirones patetas como eu para mandarem uns bitaites sem piadinha nenhuma ou semi-coléricos daqueles que se sentem como peixe na água em ambientes acalorados. Do tipo arena de wrestling verbal.
    E não se virem contra o mensageiro que eu sou filho de uma senhora doente.
    E diga-se o que se disser, a cena até tem estado gira e se de facto o debate tivesse sido protagonizado por imbecis e iletrados a coisa teria morrido por si algures (quando alguém se lembrasse de referir o excelente trabalho da cirurgia plástica nas mamas da Floribella e outrém contestasse o facto de a nova copa da moça jogar bem com as camisolas da Fátima Lopes).

  69. euroliberal, o nick é só para disfarçar, certo?

    giro isso do provocar, z. eu geralmente vejo a provocação como coisa boa. é verdade que quando os meus filhos se engalfinham eu ralho a quem «provocou» e a quem «reagiu a uma provocação», hehehe… não passa de uma saudável interacção, o que é preciso é que se aprenda como se deve, ou pode, interagir.

    volto aqui para te responder, shark, não tinha refrescado a caixa. (e assim deixo o 88 para o z, espero que o apanhe…)
    agradeço a boca e retribuo: costumas ser um gajo flexível na discussão, capaz de dar o corpo ao manifesto e a mão à palmatória.

  70. tufa! sim, susana, também dá para levar o provocar o mais das vezes numa boa, muitas vezes o pessoal quer é umas festas no lombo e abanar a cauda. e como tá frio aí, tufa tufa

  71. Grande z! Muito bem.
    __

    zazie, a secularidade não é o ateísmo, nem sequer o agnosticismo. Não é uma concepção filosófica sobre a temática teológica, mas uma concepção política sobre a realidade cívica. Assim, defender a separação do político e do religioso até pode ter justificação espiritual (de resto, já inclusa no celebérrimo “Dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”). Falares em ocasiões em que defendi a religião ou a religiosidade (porque há várias e decisivas razões para defender o legado da experiência religiosa!), não invalida a posição de apoio ao protesto contra a intenção de matar um opositor de opinião. Mas tu consegues perceber isto, não consegues?…

  72. Defender a separação das esferas política e religiosa (laicismo positivo) não implica nem deve implicar o não reconhecimento do essencial papel construtivo dos crentes na sociedade ao perpetuarem a memória da maior parte da herança espiritual de cada país. Na transmissão dos valores e na aprendizagem das noções de bem e de mal, os professores ou pais nunca podem substituir os padres ou imans. A pretensão jacabina-ateísta (o mais maligno fundamentalismo) de prescindir dessa mensagem e testemunho deu origem à decadência moral do ocidente, onde não há valores, autoridade, responsabilidade, civismo, temor a Deus. Mas delinquência, droga, insucesso escolar, famílias desunidas, e solidariedade social inexistente. Um inferno niilista. Os muçulmanos felizmente não seguiram essa via suicidária…

    E o Vaticano e os cristãos olham com inveja e admiração a forma como eles sabem defender a sua cultura e religião contra o fundamentalismo ateu e o laicismo extremista, que pretendem (como o mata-frades Afonso Costa) erradicar o sagrado e a dimensão religiosa da vida quotidiana dos europeus. Pretensão condenada ao fracasso, porque o séc XXI será o século da superação do niilismo moral e religioso, do ateísmo militante. E o Islão é a ponta de lança desses combate… Deus é Grande !

    Ver nas provocações suicidárias e sacrílegas de uns bandalhos dinamarqueses um exercício da liberdade de expressão é bem o exemplo dos “valores” cultivados pela neoconeiragem assassina que pensa que pode dedicar-se sem consequências ao genocídio antisemita e ao mesmo tempo insultar o Profeta das suas vítimas…

  73. Essa de César e de Deus sempre foi um alibi aldrabão da Igreja Católica, que nunca cedeu nem cederá no encosto “constantiniano” ao César que estiver, condição da sua expansão e do seu poder espiritual e temporal sobre a sociedade. Dar a César o que é de César é tão flagrantemente falso que a Igreja Católica, até há pouco, nem sequer pagava impostos (que era o que a frase queria dizer: pagar os impostos a César com a moedas que tinham César como efígie). É um slogan para queridos ingénuos que acreditam em balelas milenárias.

    A laicidade que actualmente gozamos não tem nada a ver com esse slogan intrujão, é outra coisa: é o resultado de um longo combate em que os maçons, os liberais, os republicanos, os ateus, os agnósticos, os livre-pensadores, os racionalistas tiveram o papel dominante e decisivo.

  74. Nik, és outro que tem de ir estudar melhor as matérias. Laicidade não é equivalente de secularidade. E quanto ao texto bíblico, ingénuo és tu se achas que a Igreja Católica é a detentora da sua exclusiva interpretação. Aliás, tens de estar a mangar com a malta para ignorares a História da dessacralização na cultura ocidental.

  75. “Laicidade não é o mesmo que secularidade” – proponho esta frase para disparate do mês.

    É que nem comento. Vai lendo umas coisas, vai.

  76. O “dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus” foi apenas a saída habilidosa que Cristo teve para evitar ser apanhado pelos espias do Templo que o procuravam encurralar para poderem decapitar como a João Baptista…Se respondesse que não se devia pagar a Cesar os tributos seria preso por rebelião, se respondesse o contrário, desiludiria os seus seguidores ferozmente anti- ocupantes. Enfim, aconteceu o mesmo com o episódia da adultera e do “aquele que nunca pecou atire a primeira pedra”….

    Não se pode retirar daí o fundamento para uma teoria da divisão do politico e do religioso. Aliás, os teólogos muçulmanos, como S. Qutb, enforcado por Nasser em 1966, têm alguma razão em considerar esquizofrénica a distinção entre o sagrado e o profano no cristianismo. A fé religiosa ou é afirmada publicamente, para derramar sobre a sociedade os seus frutos sociais (ordem, coesão, virtude, valores sociais) , ou não teria utilidade (que não fosse uma egoista e mesquinha salvação individual).

  77. bem agora a discussão elevou-se. sim, susana, não ligues a umas coisas de paizão… No entanto também sou contra esse fundamentalismo da ordem e dos valores cristãos, coisa que acho nem Cristo toleraria, ora quem, mais uma vez isso é contextualizável e perigosamente transponível entre épocas.

    Mas gosto muito do entrosamento do sagrado e do profano, onde os druidas sempre souberem atinar e dar risada enquanto mexiam na poção, ou colhiam visco ou zimbro. Agora tenho ali gengibre mas é para os gasganetes.

    quando à interpretação profunda da esfera ideológica não esquecer que na paisagem dos homens a superestrutura assenta numa estrutura intermédia – económica – que por sua vez enraiza numa matriz ecológica, onde a contradição entre a capacidade de sustentação do meio (dinâmica) e a pegada ecológica explica muita coisa, em termos da validação social das crenças e valores.

    meu irmão, cheira-me que lá mais prá frente teremos de nos preocupar com isto:

    http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1320633&idCanal=12

    mas agora deixa pra lá, né?

    vou dar um giro

  78. Bom, ainda bem que o debate acabou.

    Porque, se há coisa a que nunca responderia era ao: “não assinavas isto, pois não?

    Eu, para começar, costumo assinar apenas aquilo que escrevo. Quando subscrevo ideias dos outros, linko-as no Cocanha. Parte do que o euroliberal disse também já o disse. Aquilo em que nada tenho a ver com o que ele diz, está também online nas caixas de comentários.

    De resto tenho o Cocanha, onde podem encontrar muita coisa e têm os meus debates e trocas de ideias por aí fora.

    Agora uma coisa é certa e essa sim, repito-a. O ateísmo militante anda por aí à solta, como novo jacobinismo e tem pata no Poder.

    E nunca será o jacobinismo ou ateísmo militante o melhor interlocutor com fanatismos de qualquer espécie.

    Hoje em dia até penso o contrário. Que os católicos são mesmo os melhores interlocutores. Há uns tempos tinha negado essa ideia ao Timshel- aquando da racaille em França, hoje em dia concordo com ele, em virtude de se terem passado muito mais coisas que confirmam a validade do argumento.

    Um dos casos mais importantes em que se prova que as religiões são capazes de grande humanismo mesmo quando se encontram em trincheiras políticas ou culturais, ou ideológicas diferentes, foram aqueles dias de reza nas mesquitas pelos jornalistas raptados no Iraque.

    Todos aqueles ditos fanáticos, rezaram para que os raptados que não eram da sua nacionalidade nem da sua crença não fossem mortos.

    Ser capaz disto é coisa que nunca o ateísmo militante seria. Porque o ateísmo militante, disfarçado de laicidade ou secularidade mais não é que nova veste de doutrinação comunista; de terraplanagem; de catecismo demagógico e aviltante à camarada Mao.

    A ideia que a escola deve ter meios para impedir a crença das crianças numa religião que consideram fanática é fanatismo puro e duro- é terrorismo.

    E é terrorismo imbecil, anti-cultural, demolidor daquilo que deveria ser exemplo de civilização. A saber- a informação Histórica, o estudo do próprio Corão e de todas as principais religiões; a valorização do que nelas há de património de toda a humanidade; a elevação desse estudo em paralelo com a contextualização do curso das ideias; em suma- instruir em vez de deseducar.

    E, achar-se que o islão é algum tipo de religião com características diferentes, perante o qual há que tudo fazer para que as crianças não o sigam em casa, achincalhando-o pela ignorância acéfala e caricatura grunha é prova da menoridade mental, cobarde e discriminatória de quem o faz.

    Os judeus nunca o permitiram. Nunca os judeus permitiram que lhes tocassem na Tora ou no que fazem com os filhos. Mais, conseguem todo o tipo de excepções sociais para que as suas crenças não sejam obrigadas sequer a acatar calendários ou normas sociais- impõe em todo o lado estas excepções e nunca vi um defensor da laicidade a ir para lá fazer-lhes pedagogia com troças rabínicas.

    Do mesmo modo é considerado estigma quem se atreva a estudar o holocausto e vai parar à cadeia por crime de negacionismo. Do mesmo modo ninguém se lembra de impedir que os evangélicos imponham toda a crença aos filhos mal eles começam a andar.

    Do mesmo modo nunca vi os ditos defensores da laicidade atirarem-se aos ateus que fazem a mesmíssima coisa com a dita prol. Já postei exemplos desses no Cocanha. A Palmira do Diário Ateísta e agora do Rerum Natura deu exemplos em relação às filhas.

    Donde só posso depreender- há muita ignorância travestida de “laicidade e secularidade” e há muita paranóia com armagedões.

    Demasiada até. Tão excessiva que nem sabe a diferença de correntes dentro do próprio islão. e essas são bem mais tribais que religiosas, como nem sabe a diferença entre ser-se ortodoxo ou purista em termos religiosos e pertencer a uma ditadura; como nem sabe que democracia é que não é um valor universal.

    Como nem sabe que o clima mundial de guerra que explica mais de metade de todas estas retaliações foi feito em nome da dita- da dita democracia e da dita necessidade de “ocidentalização da barbárie”.

  79. Diz o euroliberal:

    «Aliás, os teólogos muçulmanos, como S. Qutb, enforcado por Nasser em 1966, têm alguma razão em considerar esquizofrénica a distinção entre o sagrado e o profano no cristianismo.»

    É um facto. Este até um dos pomos da discórdia que tenho com os católicos (à séria, uma vez que eu nem me reclamo do catolicismo para não ofender nenhum católico, tenho sempre de dizer qeu sou-o à minha maneira, com um bom pé de fora).

    Mas é verdade- não existe separação absoluta entre sagrado e profano. Por acaso é mesmo isso que estudo há uns bons anos.

    E, em termos de vivência de uma socieade também nunca poderá existir essa separação, a menos que se destrua a própria civilização e todas as raízes culturais que a enformam. Só numa sociedade feita ad hoc é que se poderia criar uma “sala de fumo” para crentes e o resto da sociedade para os robots.

  80. Dis o euro: «ou não teria utilidade (que não fosse uma egoista e mesquinha salvação individual).»

    Daí a existência de seitas. Os evangélicos são seitas. Que se replicam em nome dessa salvação individual por via de uns reverendo-coisos que não acreditam em santos mas acreditam que falam directamente com Deus.

    E depois, dessa fala directa pode sair muita coisa: incluindo aquelas caças a crianças bruxas lá para África, incuindo aquela doutrinação ao serviço da Cia que também fez crer que a fé era imune às balas e que os turras tinham uma missão a fazer- o kennedy patrocinou-a- há muita forma de religião sem raízes a trabalhar para os interesses políticos, do mesmo modo que existe muito lobbie sionista a infiltrar-se por todo o lado, já que a mais ninguém interessa tanto que o islão seja o grande papão do Eixo-do-Mal.

  81. Perceber-se o modo como os evangélicos funcionam quando são minoria num país ou quando são maioria e essa religião está entrosada com a História e a cultura do país também é um bom exercício. Muito elucidativo para quem julga que é o código civil que faz o ser humano e a isso lhe chama “cidadão” sem nada lá dentro.

    As reactivas de minorias, a união das minorias e a necessidade de proselitismo das minorias encontra-se em tudo. Seja crença seja descrença, seja cultura, seja mania.

    Não existe nenhum Poder mundial por muito globalizado que o planeta esteja.

    Todo o erro do Valupi consistiu na atribuição de Poder (idêntico a um poder político nacional) ao terrorismo islâmico.

    E por achou que havia toda a vantagem em fazer facécias e maneios de campino a algo que não tem rosto e muito menos pátria.

    E ainda vendeu a história que as caricaturas tinham esse alvo- o tal terrorismo sem rosto- “lá longe”.

    Quando, para isso, era preciso que existisse uma correlação entre qualquer acto terrorista, e as caricaturas como resposta a ele.

    Não existiu- as caricaturas nem sequer se dirigiram a Alquaedas, nem sequer se dirigiram a Bin Ladens ou outras figuras com rosto onde o dito terrorismo islâmico pudesse estar reflectido.

    Porque as caricaturas, como os factos o comprovam, foram apenas feitas para leitura interna e no seguimento da tal polémica do livro de BD destinado à “instrução das crianças islâmicas” na Dinamarca.

    E, só negando estes factos ou dizendo que quero que eles se fodam, é que se pode sutentar uma tese diferente, inventada, para vender qualquer mensagem que nada tem a ver com os acontecimentos.

    Passar por cima disso e querer festejar a republicação da caricatura como acto de triunfo e coragem e da capacidade de liberdade que não cede à auto-censura é outra bacorada.

    Nem sequer os mesmos ilsâmicos que se queixaram das primeiras ligaram a esta reposição. Porque são menos estúpidos que v.s e sabem o que é corporativismo.

  82. Bom, mas tudo tem a sua laraxa. O Valupi que começou a fazer um post dizendo que o Maomé era uma mera figura histórica co islão, logo passível de troça que nada tem achincalhamento religioso, é o memso Valupi que considera um fradinho gordo e patusco, algo idêntico a símbolos religiosos a par do Buda. E foi em relação a esta contradição que peguei na citação.

    Porque, contexto diferente e publicidade à parte, o que é inustentável é achar-se que o Maomé é coisa apenas histórica que nada tem a ver com Deus, mas a brincadeira com o fradinho ou com o buda, ainda que sem comparação com associações terroristas e apenas para vender mercadoria de consumo, foi sustentada como símbolo religioso- como algo do âmbito das religiões. Donde há religiões com mais sagrado que outras e a do islão até pode ser fanática e apenas direito de sactralidade em Alah.

    A parte que serviu de gracejo anedótico foi esta conclusão:

    «não invalida a posição de apoio ao protesto contra a intenção de matar um opositor de opinião. Mas tu consegues perceber isto, não consegues?…»

    Afinal de contas, todos aqueles caralhos de mulahs e muftis que puseram a cabeça a prémio aos cartoonistas não passavam de “opositores de opinião

    “:O))))

    E andou-se a perder tanto tempo com esta problemática da falta de maneiras de opositores de opinião…

    tsss… tsss… o dinheirão que os EUA gastam e as vidas que se perdem… com opositores de opinião. O trauma de síndromes de Estocolmo que se apanham por causa de “opositores de opinião”…

  83. “um opositor de opinião” o panasca ganzado dinamarquês que blasfemou contra o profeta Maomé ? Qual opinião, qual carapuça ! Insultar Maomé ou Cristo não é opinião nenhuma, é um miserável ataque ad Deum, é cuspir na cara de uns biliões de muçulmanos ou cristãos. A resposta deve ser exemplar. Para já o bandalho vai andar na clandestinidade, como uma ratazana, até ao fim da sua vida.

    Mas com um exemplo desmascara-se melhor a hipocrisiá destes neoconeiros que acham que insultar o Profeta Maomé não é grave… Se eu chamar PANELEIRO a um larilas desses que por aqui andam, ele vai considerar (e com razão) que eu não estaria a exercer a minha liberdade de expressão (como faria se exprimisse uma determinada opinião sobre a homossexualidade) mas a insultá-lo gratuita e provocatóriamente. Isto é, quando se lhes toca onde lhes dói, eles descobrem instantaneamente que há coisas sagradas, que estão para além da discussão ou do humor. Pena que ponham a sua divina peidola-mito num lugar bem acima de Deus…Pena e perigo, porque em Portugal há muitas dezenas de milhares de muçulmanos…

  84. Sobre Ratzinger e Sayed Qutb, teólogo da Irmandade muçulmana egípcia, esse sim, enforcado pelas suas opiniões…

    “A comparative investigation of Ratzinger and Qutb must focus upon their shared horror of modern life and its putative ethical decay. For Qutb this involved the “hideous schizophrenia” he saw at the core of modernity, which broke apart the sacred and secular realms of existence, disrupting a meaningful view of creation, the individual’s role in life, and his or her relationship with God. Thus Islam, which in Qutb’s native Egypt had begun rapid modernization under Nasser, must radically reject “the European mentality,” because it cannot provide salvation. Thus Islamists are encouraged to get free of freedom, at least the pernicious model of freedom offered by the tempting but vacuous illusions of consumer capitalism. Ratzinger’s views strike a similar chord. “We are moving toward a dictatorship of relativism,” he warned fellow cardinals before they elected him in conclave, “which does not recognize anything as certain and which has as its highest goal one’s own ego and one’s own desires.” In fact, either man could have written these lines. Qutb’s own remarks are: “This religion is really a universal declaration of the freedom of man from servitude to other men and from servitude to his own desires.”

  85. Lá isso é Verdade, zazie: caso eu tivesse conhecido mais cedo a tua afinidade com o Euroliberal (e justiça te seja feita, foi nesse registo que entraste na conversa), não se teria perdido tanto tempo.

  86. Ok, se com essa mentira achas que ganhaste o jogo, leva lá a taça.

    O único problema é que foi truque manhoso e mentira. Nem preciso de me justificar mas o próprio euroliberal era capaz de recordar as boas porradas que já tivemos acerca do que eu considero o maniqueísmo dele ou a ideia que o islão é toda aquela boa civilização de valores por oposição à nossa decadência.

    Mas isso seria entrar na converseta de porteira e de paleio com menoridades mentais onde agora te arrumaste.

    Ainda assim, o euroliberal arruma-te todas as tuas fantasias de superioridade civilizacional do Ocidente e ainda tem muito de sobra para arrumar o resto do maralhal com lições de História em que os que ficaram muito assustados com o terrorismo verbal dele nem teoria ou saber por metade conseguem.

    Mas eu não preciso de procurar aliados e tenho verdadeiro pó a matilhas.

    Por isso, foi mesmo apenas comigo que andaste à porrada. Eu é que andei com mais de metade da sala, para além de andar contigo.

    Como diz o Zeca Baleiro- minha tribo sou eu.

  87. Ah, mas gramo muito os insultos do euroliberal. Acho mesmo que são do mais giro que existe na blogosfera e perfeitamente adequados a tanta militância à matilha agarrada a brigadas inquisitoriais da detecção de fobias dos outros” ou de denúncia de ódios que já conseguiram incluir no código penal e que mais não são que formas discriminatórias e censuras de pensamento para validar lobbies.

    Grande parte desses lobbies ou são judaicos e aí é toda a manipulação política possível, onde a Casa Branca a e política dos EUA é o principal a controlar; ou são lobbies destas paneleirices de mundo-às-avessas que também já levaram a declarações tonitruantes de apoio à destruição do Líbano.

    Houve uma que guardei e à qual dediquei post. Dizia assim: “estarei sempre do lado dos meus- os meus são aqueles onde existe democracia, bibliotecas, putas e paradas gay”.

    O dito melro, seguido de muitos outros ditos melros, usou esta declaração para achar que o shock and awe de Israel sobre o Líbano era uma pequena defesa já que quem estava em vias de cair era a Jesualém.

    A frase e a ideia foi declamada por toda a neoconeiragem e acompanhada de muita esquerdalhada das tais causas do mundo-às-avessas como exemplo de superioridade civilizacional.

    Imbecilidade absoluta que apenas demonstra que nem sabem em que consiste a noção de Civilização.

    Imbecilidade absoluta que também levou o Rui Tavares a escrever que a nossa civilização era responsável pelo extermínio dos judeus às mãos da Inquisição e responsável pelo Holocausto.

    Lembro-me de, na altura, o FV o ter feito em cacos com esta bacorada.
    Bacorada muito v. no sentido de grupinho de claque que por aqui também tiveste.

  88. Isto é, quando se lhes toca onde lhes dói, eles descobrem instantaneamente que há coisas sagradas, que estão para além da discussão ou do humor

    ahahahaha
    Foi assim que esta porrada começou no outro post que chegou aos 600 e vai ser assim que acaba.

    Claro que esta é que é grande boca que as brigadas jacobinas do politicamente correcto e do armagedão islâmico a sair debaixo de cama precisam de ouvir.

    Porque são os últimos dos últimos a ter legitimidade para abrirem a boca quando se fala em liberdade.

    Uma até desatou para aí aos berros, feita histérica, por eu ter chamado mongo ao Valupi, dizendo que estava a insultar a filha dela que, por acaso, é mongolóide.

    E eu, mesmo sem saber que a filha era mongolóide devia ter aprendido que há palavras discriminatórias que valem tanto, quanto ela achar que, em resposta a essa falta de respeito no uso da palavra mongo, também achava que era a maior responder com a caricatura da bomba na cabeça do profeta.

    Foi com matilhas destas, de permeio, que também tive de perder tempo.
    Mas é claro que foi apenas por gosto de observar o National Geographic desta “modernidade plastificada e ignara com a mioleira fritada desde a infância.

  89. Se bem compreendi, a neoconeiragem vazou. Afinal não gostam nada de liberdade de expressão ou de (verdadeiro) debate de ideias… Só gostam de se masturbar reciprocamente com exclamações politicamente correctas sobre o horror que é a “ameaça islâmica” e outras paranóias armageddónicas…ui…ui..ui…

    Bem, já estou habituado… Mais uma bandeirinha para o meu mapa de razzias anti-cruzadas…

  90. Concordo mais uma vez contigo, zazie. Tu vais sair desta conversa tal e qual como entraste: blindada no monólogo, egotista e sem ter percebido qual era o assunto em discussão.

  91. Não se vazou toda. Há um Carmo da Rosa que diz que até tem blogue de militância pelos neocons que me ia dedicar um post a este propósito. Por isso nunca se sabe.

    A minha curiosidade nestes melros que nem em debate entram (o que não é o caso do Valupi, jutiça lhe seja feita, ele entra e gosta, ainda que se finte) mas têm blogues para propaganda dessas coisas donde até os teóricos que as criaram já largaram o barco, é saber se aquilo ainda pinga alguma coisa juntamente com o AdSense…

  92. ya. Deixei-te aí os tópicos todos e não respondeste- os outros não tinham aracaboiço. O jornalista que ainda entrou, pirou-se depois de se descamisar em exclamações sentimentais, o que é que eu hei-de fazer.

    Não tenho culpa que não apareça ninguém capaz de me deitar abaixo alguns argumentos ou, inclusive, continuar aqueles pontos que eu própria deixem em aberto por não ter nem opinião formulada nem informação suficiente.

    É assim, é muito raro, cada vez mais, conseguirem-se debates elevados ou minimente teóricos nas caixinhas de comentários.

    Raríssimo mesmo.

  93. Mas deixou o Nik uma questão importante relativa às políticas de imigração. Eu nem peguei nela porque não dava para tudo, mas tu, pura e simplesmente reduziste-a a uma espécie de crime de algo inominável.

    Uma vergonha xenófaba impossível de ser abordada seja lá de que forma for. Para ti só existe a política anti-gueto “pintando os pretos de branco”- fazendo deles clones dos tais “valores” a que chamas superioridade da nossa civilização Ocidental.
    E que impedem que alguém se sinta ofendido com grunhices de caricaturas ou resista a pedagogias de troças por via de instrumentalização das suas criancinhas.

  94. Talvez essa dificuldade resulte de não te responsabilizares pelas tuas palavras. Para ti, vale tudo. Achas-te num regime de impunidade, comportas-te como déspota iluminada que despreza o interlocutor. E estás muito mais preocupada contigo do que com a comunidade que se reune dialogicamente. Resultado: perdes a credibilidade. (por exemplo, isso que referes da questão do Nik sobre a imigração, e da minha resposta, é uma alucinação tua, mais uma entre tantas)

    É o mesmo com o Euroliberal, ao qual se pode achar graça (não é o meu caso), mas com quem não vale a pena dialogar. Deveria ser censurado? Jamais. Mas gastar tempo com figura tão aborrecida é actividade que para mim seria um castigo.

  95. este euroliberal é um panasca dos piores, daqueles que tem um problema tal na sua região sagrada, que nem sabe reconhecer o que é o sacro. Vai para o Irão pá, lá sentes-te bem por certo, a babares-te enquanto enforcam os rapazes.

    razia? razia levas tu na tua rata

  96. O lixo decanta caso se deixe em repouso. Mas há lixo com partículas demasiado finas, como é o caso desta Zazie e deste euroliberal, que se recusam a assentar no fundo do caixote.

    A sua “força” é a repetição ad eternum das mesmas baboseiras, entremeadas com adjectivos qb.
    Muitos comentários, frases sincopadas, desdobradas..enfim, o número…a força dos vermes.

    “Argumentar” com este tipo de imbecis é essencialmente um teste de dactilografia. Desteza digital.
    Acertar nas teclas.
    A pachorra nunca é muita. Com luvas almofadadse e sem dedos é que a argumentação aquecia.

    Quanto à questão de fundo, a republicaçãpo dos cartunes do Mafoma, em resposta ao planeado assassínio de um dos autores, merece ser aplaudida.
    O Secretário-Geral da Organização da Conferência Islâmica claro, veio logo com “alertas ” de que tal gesto levaria a confrontações entre muçulmanos e cristãos e que os dois lados ficariam reféns dos seus radicais.
    Ora acontece que os “radicais “ de um dos lados pintam cartoons, e os do outro agridem, queimam e matam.
    Parecendo que não, há uma diferençazinha de nada.
    O senhor Ihsanoglu (um turco), na sua notável benevolência, deu-se ao trabalho de verter ensinamentos sobre o modo como nós devemos usar as nossas liberdades explicando que a liberdade de expressão não deve ser usada para insultar os valores e símbolos sagrados dos outros, porque isso incita ao ódio.
    Talvez eu não seja tão sagaz como o Sr Ihsanoglu , mas parece-me que quem está aqui a incitar ao ódio é justamente o Sr Ihsanoglu ao sugerir que a violência muçulmana é uma resposta natural aos rabiscos de alguém.
    A ver se nos entendemos: insultar os valores e símbolos dos outros, é feio e desagradável mas, e daí? Se isso fosse crime susceptível de punição física, então os valores de uma cultura específica teriam de ser vistos como universais, o que implicaria que aqueles que os não aceitam teriam de agir como se os aceitassem. O que, neste caso, equivaleria a forçar o Ocidente a aceitar a sacralização do islamismo, impedido a livre expressão de qualquer pensamento fora da ortodoxia islâmica. Implicação que conduz directamente à aceitação da prioridade e superioridade dos valores islâmicos sobre tudo o resto.
    Ora isso é inaceitável.
    Assim, embora o Sr Ihsanoglu e aqueles que ele diz representar se possam legitimamente sentir ofendidos, o direito dos cartoonistas desenharem o que bem entenderem prevalece sobre as suas susceptibilidades. E esse direito deve ser reafirmando e exercitado como principio, justamente em casos como este, face à intolerável intimidação que é feita às claras pelo Islão e seus representantes.
    Na nossa cultura as pessoas têm diferentes pontos de vista sobre muitos assuntos e têm o direito de os expressar, mesmo que sejam pontos de vista idiotas como acontece frequentemente com o que dizem e escrevem o Daniel Oliveira, a Srª Ana Gomes, o Dr. Miguel Portas, a zazie e o eurotretas.
    E sabem que o contraponto desse direito é a disposição para ouvir também aquilo de que não gostam.
    Qual a alternativa? Forçar a vontade das pessoas, obrigando-as a submeter a sua liberdade ao sistema de valores de alguns, afinal de contas o objectivo do Islão que significa literalmente “Submissão”.

    E zazie da conversa fiada, não venhas para aí armada ao pingarelho, porque não entendo balidos resultantes da carência de Trifene

  97. Estás a ver-te ao espelho.

    Eu dialogo com o MP_S que tambem por aqui andou, e nem tenho afinidades com ele em termos de “ideologia” dialogo com dezenas de pessoas em toda a blogosfera.

    Nunca ninguém me disse que eu não sabia dialogar ou que não ouvia os outros. Tenho até locais onde costumo ser chamada para debate.

    Só que há outro aspecto- essas pessoas, quando lhes é colocada uma questão não fingem que não a leram e não passam por cima ignorando o que não interessa para marcar pontos.

    Tu fizeste isso e fazes isso consecutivamente. Onte,. o máximo que ainda disseste foi: estás a melhorar” quando eu coloquei toda a questão da liberdade de expressão out desta historieta.

    E era esse o argumento que sustentava a citação do Voltaire.

    Tu ignoraste. e voltaste a ignorar factos. Depois fugiste para o terrorismo ser condenável, agora já lhe chamavas “opositores de opinião”, fora isso tens para aí uma tentativa de defender um estado confissional às avessas a que chamas secularidade de sociedade.

    Como nem por aí houve hipótese não há mais nada a fazer. Certo e´que, de todos os ospitores até fui eu quem mais tempo dispendeu com a questão e quem até te foi dando resposta.

    Se a resposta serve apenas para fazer gozo na primeira página, agora está aqui, bem explicadinho, o que a zazie pensa sobre o assunto.

    Só não fiz post porque era uma tautologia inútil, Mas, basta alguém ir ao Technorati para vir aqui ter e, se for preciso, ler as minhas tonterias.

    Respondo por elas. Nunca apaguei arquivos à “Kontratempos quando ainda andava a la plage”.

  98. Por exemplo. a este Costa a quem só li duas palavras só tenho a responder- ó panasca, vai levar no cu e guarda os insultos para a tua mãezinha caralhote merdoso, cagado no lugar de parido.

  99. E é claro que este “debate” até vale a pena guardar. Porque, se fosse no Blasfémias, onde também existiu, metade do que aqui se disse, cabia lá dentro, a única parte que ficava de fora era a hipocrisia.

    É que eu prefiro a verdade cretina de um direitalho consequente que sempre defendeu os mais fortes, que um esquerdalho agarrado aos coitadinhos dos imigras e dos mais fracos da terra, enquanto isso vende. Quando deixa de vender a ver se não se lembram logo de coisas que sentem mais pelo lado que mais falta têm.

    Nãp há nada de mais grotesco que apanhar a esquerdalhada burguesona, insonsa, vazia e hipócrita a dar o braço à diabolização do selvagem que tanto ajuda a todas as guerras de intervencionismo.

  100. Este caralhote do Costa é o exemplo da inutilidade de dabates em caixas de comentários. O caralho não leu absolutamente nada do qeu eu escrevi. limitou-se a procurar a etiqueta mais à mão e vá de colocar ao lado do euro, da histérica da aninhas xuxialista e do palonço do lobotomizado do Miguel Portas

    ahahahahaha

    Aqui está a prova como a generalidade das pessoas nem lê, nem pensa, limita-se a dizer os nomes que os clientes dizem à puta da mãezinha e vão-se embora, ufanos, porque consguiram mais um arquivamento do “inimigo”

    Palhaços. A estupidez é mesmo maior que o universo. E gentalha desta à Costa é a prova que a enxada do analfabruto foi trocada pelo computa com perda do uso que ainda poderia ter se se dedicasse a cavar batatas.

  101. Grande parte desses lobbies ou são judaicos e aí é toda a manipulação política possível, onde a Casa Branca a e política dos EUA é o principal a controlar; ou são lobbies destas paneleirices de mundo-às-avessas que também já levaram a declarações tonitruantes de apoio à destruição do Líbano.

    Oh, Zazie, alguém que te faça uma caricatura

  102. “Não há nada de mais grotesco que apanhar a esquerdalhada burguesona, insonsa, vazia e hipócrita a dar o braço à diabolização do selvagem que tanto ajuda a todas as guerras de intervencionismo.” – Zazie

    Grande boca, zazie. Bingo. É mesmo isso, a mim também me mete mais nojo ver neoconeiros de esquerda do que os de direita. É que à esquerda, para lá dos velhos vícios de utopias assassinas e dos modelos económicos ineficientes, sempre havia pelo menos uma vantagem: costumavam estar sistematicamente do lado do underdog, o que à direita era menos frequente… Agora, se nem para isso servem, se são tão ou mais nazis e antsemitas que alguma direita, porque só pensam na sua real peidola (é a esquerda cujas causas máximas são a passa e a enrarabadela livres, porca miseria…), esses esquerdalhos só merecem que lhes cuspam em cima. Cassez-vous pauvres connards !

  103. Opinião minha: a Zazie é autista.
    Adianto-lhe já a fosquice: o que quer este caralhete?
    Gostaria de lhe reconhecer a força e a honestidade para se distanciar e olhar de fora si. Antes que o seu umbigo a estrangule.

    Apesar de ter lido e concordado com parte do que escreveu, tenho um “direito torto” de ter uma opinião diferente da sua. Do fundo até à superfície, a sua crediblidade e argumentação perderam todo o valor ao perder o respeito pelos outros arguentes, repito: arguentes; pois, pela argumentação, foi tão além do desprezo que completou umas quantas órbitas ao planeta.
    Se daqui não consegue admitir isto, como pode convercer-nos de que se compadece com os despeitados muçulmanos? Ou não há compadecimento? Só desgosto pelos provocadores? Só consegue analisar uma situação se puder encher um balde de ódio?

    Se conseguir o alto cargo de embaixadora de todo o médio oriente na Dinamarca, tente eliminar da sua linguagem os palhaços, os estúpidos, a gentalha, os analfabrutos, os caralhotes, enfim, grande parte da sociedade já evoluiu para uma educação diferente. E, felizmente, para uma superior capacidade de síntese… já lhe devem ter dito antes que quantidade não é qualidade, ou não?
    Pois, isto é a minha opinião. E não me intimido com qualquer tiranete.

  104. A zazie nisso tem alguma razão, mas sofre de incontinência verbal. Tem ódios de estimação: nunca se refere à esquerda, é o ESQUERDALHO. O que é suspeito, zazie, pois esquerdalho rima indecentemente com caralho. E se eu me referisse sempre à direita como a DIREITONA, que rima com cona?

  105. Para que se saiba, maomé, pura e simplesmente quis destruir as 2 fonte do bem.

    – o espírito santo de Deus
    – e o bom senso dos ateus

    E ainda pior, deixou o diabo à solta e quis substituir Deus por um brutamontes acéfalo.

    O próprio maomé foi quem mais se insultou a si próprio a alá e ao corão.
    O corão é uma lista com mais de 100 000 insultos a alá.
    No islão tudo e todos se insultam e têm prazer nisso.

  106. Por exemplo. a esta Zazie, a quem só li duas palavras só tenho a responder- ó panasca, vai levar no cu e guarda os insultos para a tua mãezinha caralhote merdosoa cagada no lugar de parida.

    Esta caralhots das Zazie, é o exemplo da inutilidade de dabates em caixas de comentários. A caralhota não leu absolutamente nada do qeu eu escrevi. limitou-se a procurar a etiqueta mais à mão e vá de colocar ao lado do euro, da histérica da aninhas xuxialista e do palonço do lobotomizado do Miguel Portas

    ahahahahaha

    Aqui está a prova como a generalidade das pessoas nem lê, nem pensa, limita-se a dizer os nomes que os clientes dizem à puta da mãezinha e vão-se embora, ufanos, porque consguiram mais um arquivamento do “inimigo”

    Palhaços. A estupidez é mesmo maior que o universo. E gentalha desta à zazie é a prova que a enxada do analfabruto foi trocada pelo computa com perda do uso que ainda poderia ter se se dedicasse a cavar batatas.

  107. É que a camarada zazie, quando lhe dá para a flatulência, até podia ser utilizada pelos nazis, em Auschwitz, para os gaseamentos.

    Contenha-se ..é que não diz coisa com coisa e só lhe dá para brandir os cascos, pensando que são punhos.

    Tem que desintoxicar….respire Burberrys, em vez dos subprodutos da digestão da feijoca.

    E Maomé te abençoe, minha filha, porque apesar de seres mais bronca que um cabo de vassoura, ou se calhar por isso mesmo, tens entrada garantida no Reino dos Céus, onde vais ficar a fazer faxina na cagadeira.
    Não é que o teu coiro seja grande coisa ( e o Altíssimo bem me tem confidenciado que estava com micose no momento em que enxotou para o mundo) , mas as crianças, senhor….

  108. «Oh, Zazie, alguém que te faça uma caricatura»

    O Lenorda, fica à vontade. Tens avença do Público para isso. Bota lá uma caricatura da Zazie numa das crónicas que debitas com aquele ar de quem atira o xaile para trás e vai cantar o fado mas afinal declama filosofia de ponta.

    Bota lá a caricatura da zazie em croniqueta que vais ver para que também serve a blogosfera.

    Para a resposta que os selvagens deviam ter dado e deverão dar a todos os conas de jornaleiros que se julgam gente.

    Ias ver a crónica com que te retribuía o retrato e acredita que havia sair mais gozo que aprendias a baixar a bolinha e a meter a viola no saco.

    Olha, aproveita e troca conversa aqui com o amigo Costa- aposto que deles gostas, porque insulta a zazie e a zazie não faz parte de nenhuma entidade dessas abstractas que vs. tanto gostam de declamar no dia da Mulher.

    O amigo Costinha anda para aí órfão a procura do paizinho e a gente não tem culpa que a mãezinha nem saiba como é aquilo entrou lá para dentro e quem foi o responsável por tal javardice.

  109. Mas é verdade, toda esquerda inútil e hipócrita com estes trejeitos de beta a ficar toda enxofrada por o selvagem ainda não ter trocado o Maomé pela adoração da Opus Gay, enquanto apoia as guerras que na terra deles, é mesmo o maior vómito e escarro que podia ter aparecido ao cimo da terra.

    Nisso estamos plenamente de acordo. Metem asco.

  110. POis é, filha, não gostas quando a sardinha te acerta na mona, não é?
    Fica à mostra toda a umaexperiência de vida, toda uma cognoscência holística, todo um saber vivido nas altitudes vertiginosas do calhau rolado.

    Deixa-te de inanidades e salta cá para cima, se souberes e espingardeia à queima-roupa, se fores capaz.
    Não tens pontaria? Não sabes manusear as armas?
    Remete-se então à sacristia e contenta-te em verificar as velas, vigiar os rituais, limpar os ícones dos santos e entoar as ladainhas do vademecum.
    Fica-te com aquilo que sabes fazer, e , quando escarrares, evita fazê-lo para cima.
    Um calhau com olhos cheio de lostra verde não é sexy.

    E agora vai descansar as orelhas e volta cá amanhã, que hoje acabei a sessão.

    Vá, vai pela sombra e não resfolegues.

  111. Sobre Maomé, este foi o maior criminoso que alguma vez existiu.
    Pura e simplesmente quis matar Deus.
    E os criminosos são para serem identificados, desmascarados e julgados.
    Não era só quem aquela bombinha com que o representam que ele conseguia destruir 361 Deuses.
    Se houve insulto, foi por o não representarem como realmente ele foi.
    Mesmo passados 1400 anos há todas as razões e mais algumas para o julgar.

  112. Ainda estás com cajado enfiado no cu e nada? isso nem pela frente nem por trás se alivia? e se pedisses ajuda à mãezinha- ela lá deve ter aprendido alguma coisa para te ter cagado.

  113. “Um calhau com olhos cheios de lostra verde não é sexy”

    Bonita frase, mas ainda pode ser melhorada, a bem da elevação do diálogo.

  114. “…e se pedisses ajuda à mãezinha – ela lá deve ter aprendido alguma coisa para te ter cagado.”

    Um bocadinho tortuosa, esta invectiva, mas trabalhando com afinco poderás atingir o sublime dom da cortesia.

  115. “ó panasca, vai levar no cu”

    Não se deve mandar alguém fazer aquilo de que ele mais gosta quando a intenção é vituperar o seu comportamento.

  116. Zaziezinha, podes ser muito inteligente, agora perdes, como todos, a razão quando insultas… Quanto à moirama, a minha opinião é que a única linguagem que eles entendem é a da espada, e se assim não o fizermos somos nós que vamos ser sujugados e islamizados a curto prazo; o Corão é jihadista e fanatizante por definição doutrinal, até a própria atitude corporal deles de rezer é psicológicamente muito forte e doutrinante!

    Olha vê lá se tens coragem e pões uma foto tua (sem óculos escuros) no Cocanha, para vermos se és uma miuda gira…

  117. uau! some thins never change. Basta raspar a crosta a uma Aspirina para saltar a velha fauna dos encapuçados do BdE.

    É como os comunas reciclados do BE, no presunto menos à vista têm sempre uma tatuagem da foice e martelo do “amor do pai dos povos que nunca esquecem”.

  118. “a camarada zazie, quando lhe dá para a flatulência, até podia ser utilizada pelos nazis, em Auschwitz, para os gaseamentos”

    Um dito sem dúvida imaginoso e requintado na sua composição, mas um pouco falho de sentido cronológico, a não ser que o nacional-socialismo possa ser recriado laboratorialmente

  119. “Ainda estás com cajado enfiado no cu e nada?”

    Destaque-se a prazenteira cordialidade que ornamenta esta pergunta, ainda que roce a indiscrição

  120. oh zazie, tu e os teus clichés paranóides, só serve para desvirtuar o sentido das coisas. O primeiro tipo com projecção mediática que teve a coragem de dizer que o Islão era uma ideologia retrógrada para os nossos valores ocidentais foi um tal de Pym Fortuin, holandês de direita, homo, professor de filosofia, político em ascensão que foi logo baleado por um ressabiado trotskysta, com falta de um pau na região sagrada,

    bom, amanhã se verá até onde vai a eurojavardice, que hoje fui manso

  121. Zazie,

    O prometido é o devido, dediquei-lhe nem mais nem menos do que 1258 palavrinhas, com cartoon e tudo. Não é do Reiser nem do Wolinsky, mas é mais apropriado à temática. Não me esqueci de burilar o post, como me aconselhou, com os elogios da praxe.

    Nestes curtos fragmentos retirados do post já pode ver as afinidades. Link: http://fiel-inimigo.blogspot.com/

    Esta polémica parece mais um filme de karaté – daqueles em que Bruce Lee vence sempre. Zazie rodeada de malfeitores de espada em riste dá de repente um salto mortal e, na queda, atinge dois adversários com os pés, outros dois com as mãos e o quinto com a cabeça, o sexto foge…

    ‘O problema não está na caricatura, o problema está na intenção de matar o autor’ diz Valuti com paciência de Job.

    – Estou a embirrar com coninhas legalistas, responde Zazie implacável.

    ‘Mas então o estado de direito’, tenta Valuti por outro lado,

    – enfia o estado de direito no cu, responde a Zazie!

    Outros tentam a sedução, como por exemplo o rvn: ‘Zazie, pantera da minha fantasia tarzânica’.

    Zazie não quer ser Jane: – O caralho! O caralho! Eles [muçulmanos] não fizeram nada.

    A Susana, mais da minha opinião, insiste: ‘não percebeste nada, nem se percebe o que dizes’

    Zazie sem dó nem piedade: ‘falo contigo como se fosses uma miudinha que andava de gatas quando esta cena da liberdade apareceu’. Toma lá e embrulha, e eu também, por tabela…

    Alguém com um nick de quem se esperaria uma postura mais máscula, o Shark, resume de forma sintomática mas sincera este combate desigual:
    ‘a Zazie intimida-me’. Coitado do Shark, ficou zazificado, não é o único!

  122. “enfia o estado de direito no cu”

    É mais fácil um camelo passar pelo buraco duma agulha do que o Estado de direito pelo ânus (Marcos 23:12)

  123. Enganas-te z, o Pym Fortuin era Pim Fortuyn, não era de direita nem de esquerda (tinha sido comunista e deputado do partido social-democrata lá da terra), não era de filosofia, mas de sociologia e não foi morto por um trotskista, mas por um activista dos direitos dos animais e defensor dos imigrantes muçulmanos. A única coisa em que acertaste foi no gay.

    Ele defendia o fim da imigração de muçulmanos, o único ponto em que eu estou de acordo com o programa desse gajo. Claro que não estou de acordo com as bojardas xenófobas e islamófobas que ele disse sobre o Islão e os muçulmanos. É preciso saber distinguir as coisas e não alinhar em ondas de ódio irracional, como ele aliás até tentou, distanciando-se da extrema direita racista que queria expulsar os imigrantes residentes na Holanda. Uma coisa ele nunca percebeu: é que não se importam trabalhadores para fazer as tarefas porcas e pesadas e depois ainda se lhes exige mudarem de crença e cultura. Ele chamava atrasados e intolerantes aos muçulmanos, mas não via a sua própria intolerância e o seu próprio atraso.

  124. A esquerda rainbow (cocain & sodomy) não perdoa aos muçulmanos o facto de estes não gostarem de modernices como xutar na veia ou levar na peida e prefiram rezar ao Todo-Poderoso. Acham que merecem ser por isso exterminados…Coitados…

  125. zazie, lamento desapontar-te, mas não se aprende a cagar. a defecação é uma actividade fisiológica dirigida até por uma parte do cérebro distinta da que te orienta a mão para o copo à tua frente, embora ambas possam parecer igualmente automáticas. o que se ensina é a fazer cocó no bacio, depois na retrete e, com o tempo, a limpar o rabo e a usar o bidé nas abluções posteriores. com a idade, todavia, aprende-se a cagar d’ alto.

  126. Isto é como tudo, valendo igual para os jornalistas- não se ponham a jeito. Se já são crescidinhos não se façam tolinhos a andar a quatro, podem ser pisados e quem passa por cima não tem de sentir a dor pelo que se atravessou no caminho.

  127. “…prefiram rezar ao Todo-Poderoso…”
    Para os enrrabar quando estão de traseiro para o ar.

    “…Acham que merecem ser por isso enrrabados…Coitados…”

  128. correcção: jornaleiros, jornaleiros. Dantes havia os jornalistas que até tinham um trabalho muito digno a atirar os jornais para a varanda das pessoas ou a largá-lo à porta, como o pão do padeiro. Hoje fazem cursos universitários para a mesma tarefa mas sentados à escrevaninha.

    Com tamanha perda para a troca que nem lêem um P.J Rourke. Trocam-no por facécias de analfabeto a que chamam liberdade de expressão. Em casa eram capazes de dar uma cachaporra aos putos se os imitassem na profissão de cartonista de alterne.

  129. Quer-se dizer os que tinham a profissão muito digna eram os mesmos jornaleiros de agora. Mas aposto que falei chinês e que o PJ Rourke é capaz de ser mais um personagem de BD para quem se mete em avarias em locais mal frequentados e depois queixa-se que apanhou com um cocó em cima.

  130. Calem lá os rabos, até por desconsiderar muito quem deles tira prazer.
    Ou vamos acrescentá-los à discussão? Deus tem o direito de nos impingir o que fazer com o rabo?
    Mais uma discussão cacadémica.

  131. Fazes mal porque é uma brilhante crónica do P.J Rourke.

    Recomendo-a a qualquer pessoa. São coisas destas que valem a pena fazer-se e é isto que tende a desaparecer. Esta crónica do PJ Rourke é um dos mais brilhantes e divertidos exercícios de História e política, numa simples narrativa de vizita pelo Cairo.

  132. São coisas destas, trocas de bons textos, que também costumo fazer em debates com nível. Graças ao MP-S até fiquei com uma boa documentação aquando da guerra no Líbano. Assim como já tinha ficado aquando da do Iraque em trocas bem mais interessantes no Pastilhas.

    A blogosfera já teve os seus dias de oiro. Hoje restam meia dúzia de pessoas com quem se pode trocar alguma coisa de interesse, o resto degradou-se na proporção do aumento do umbiguismo.

    Textos destes, jornalistas como este PJ Rourke, sim, valem a pena.

  133. Neste “abate” o único que ainda se lembrou de deixar uns links com interesse foi o Nik. E isso é que me espanta. Tanto jornalista que por aí anda, e que também por aqui passou e nada. Nem os factos lhes interessam- agora deu tudo em “comentador excelentíssimo”, mesmo que nem saiba a história que vai vender em novela de Maria.

  134. obrigado nik pela tua disponibilidade em funcionares como corrector ortográfico. Pensava que irias discernir a razão de ser da troca dos y, à conta de nicks, mas tal não aconteceu – no entanto devo dizer-te que se procurares com a grafia que utilizei vais lá parar abundantemente: vê no google. Era o líder de uma formação dita de extrema-direita na altura e na versão mais corrente o assassino era referenciado como trotskista.

    No entanto não vim aqui fazer o elogio fúnebre dele mas apenas deslocalizar a referenciação esquerdalha que a zazie teima em fazer. Mas podes ficar contente, ela aproveitou logo para te elogiar.

  135. «A esquerda rainbow (cocain & sodomy) não perdoa aos muçulmanos o facto de estes não gostarem de modernices como xutar na veia ou levar na peida e prefiram rezar ao Todo-Poderoso»

    outro cretino que nunca foi aos hamman

  136. Zazizinha, sente-se aqui e acalme-se mulher de Alá, ou de Deus, ou da lota de matosinhos.
    Está de cabeça perdida e atira-se ao seu amigo Costa nesses propósitos, furibunda, com a o cabelo desgrenhado, as mãos sujas, sem compostura, à bordalhona, com arrotos e coices?
    Acha bem? Que imagem é que passa para os vindouros? Como é consegue comer um bife sem medo de morrer envenenada ao trincar a língua?

    Vejamos, começa por apanhar com um ricochete da sua própria baba, recolhe-se, digere, e de repente , de olhos arregalados, levanta-se e desata às caralhadas e caralhotas; depois, cambaleando, ébria de ódio, grita que que não gosta do Costa; logo, agacha-se , larga mais um comentário aerofágico e berra que ele e tal, é isto e aquilo e aqueloutro; depois roja-se de costas, fala da mãezinha do Costa, uma meretriz, não desfazendo e urinol e zurra, com peidos a sairem-lhe pelos olhos, que tem priapismo e outras subtis referências sexuais, que nos dão a justa medida da complexidade raciocínica que atravessa o vasto espaço vazio que existe entre as suas duas orelhas.

    E arrasta-se e chora ranho e guincha e quer trincar o seu amigo Costa, e ladra , e escarva o chão com as unhas.
    Zazie, zaziezinha, sossegue e respira fundo. Limpe a queixada, enxugue as lágrimas, vamos. Muito bem! Agora ouça.
    Zaziezinha, o sra tem a vaidade em carne viva, a pele cheia de vergões, sente-se ridícula e humilhada, é natural.
    Mas é por isso que quer morder o seu amigo Costa?
    Pois bem, garanto-lhe Zaziezinha, que não sabia que as suaves chibatadas do Costa lhe cavariam essas olheiras e lhe esverdeariam assim o couro.
    Vá, o Costa é caridoso. Limpe-se e chore aqui no meu ombro, mas sem essa ranheta que lhe aflora a penca.
    E agora vá-se. Pense nestas palavras sinceras. Acostume-se a ser repreendida. Estude o livro da Sra Paula Bobone, leia “Orgulho e Preconceito”, para poder falar com o seu amigo Costa em tom elevado. Eduque o espírito. Escreva qualquer coisa que não apenas caralhotas e caralhetas, entretecidas no vasto repositório cultural do Capitão Haddock .

    Vá, vá com Deus e não escorregu na sua peçonha.
    Por agora acabou a terapia.
    Espero agora que esperneie um pouco, que largue 5 ou 6 peidos em forma de comentários caralhísticos, enfim, que responda ao apelo excretor da mãe natureza.
    A purga far-lhe-á bem, e assim que puder volto assentar-lhe mais duas chibatadas.
    Tenho fundadas esperanças de a conseguir curar dessa sardinhice aguda.
    Gostei muito de “My fair lady” e acho que o seu caso não é desesperado.

  137. “A esquerda rainbow (cocain & sodomy) não perdoa aos muçulmanos o facto de estes não gostarem de modernices como xutar na veia ou levar na peida e prefiram rezar ao Todo-Poderoso. Acham que merecem ser por isso exterminados…Coitados…”

    Por acaso, isto até é falso.
    A esquerda “moderna”, anda mais do que amancebada com a moirama retrógrada.
    Ele é o Miguel Portas a abanar o rabo frente ao Nasralah, ele é o Daniel Oliveira em apalpanços com o Hamas, ele é o Mayor de Londres em grandes negociatas de solidariedade para com a “luta islâmica”, ele é, cereja no topo do bolo, um partido inglês que até tem um deputado, ( Respect), que é uma mistura indigesta de esquerda festiva, e islamismo.

    Os abortos unem-se sempre.
    O inimigo, esse é sempre o mesmo: o liberalismo, a América e os judeus.

    Eram tb os inimigos de Hitler, Mussolini, Estaline e demais celebridades.

    São factos, senhores…

  138. A rabichada nazi-sionista e islamocida levou um arraial de facho da Zazie ao longo de umas largas centenas de comentários em dois posts sucessivos da Valupeta…Essa é que é essa. Só mesmo larilada neoconeira é que se deixa assim desbaratar por uma só mulher…Chicken-hawks de trazer por casa…

  139. zazie, deixo-te aí uma citação que talvez gostes nessa tua demanda,

    «Vejamos agora outro ponto, e é que males brotam quando a gente se aparta muito da lei natural. Dissemos que há um laço natural de amor entre os pais e os filhos, entre os irmãos e entre os amigos. Este laço desata-o e desfá-lo a lei positiva, seja ela a de Moisés ou a de qualquer outro, quando ordena que o pai, o irmão, o conjuge, o amigo,, mate ou traia por amor da religião o filho, o irmão, o conjuge, o amigo.»

    in Uriel Acosta, Espelho da Vida Humana, trad. latim A. Epiphanio da Silva Dias, Impr. Lucas, Lisboa, 1901

    Filosofia, ano II, nº19, pag.17

  140. O xuxu dos neoconeiros, iSSrael, ditadura fundamentalista, racista e apartheidesca, é um tumor a extirpar…

    O assunto já foi oficiosamente tratado na Comissão aqui há uns anos, quando israel pensava aderir à UE. A conclusão é que inumeras leis, como a do retorno, e a própria definição constitucional (não escrita) de israel como “estado judeu” (e não democrático) era um obstáculo insuperável à adesão. Como os israelitas não estavam interessados em renunciar ao “carácter judeu” desistiram da adesão. E não é uma questão de jus sanguinis, como julga. É de racismo. A Alemanha tem o jus sanguinis, mas se um turco muçulmano aí viver um certo numero de anos, pode requerer a nacionalidade alemã. E muito antes disso já tem o direito de estadia na Alemanha. O facto de ser muçulmano não o impede. Em Israel impediria, nem que fosse casado com uma israelita:não pderiam viver em Israel ! Isso nunca passaria no Tribunal Europeu ! Estados racistas e não democráticos (que não aceitam o principio one man one vote, independentemente da religião professada) NÃO TÊM DIREITO à ADESÃO !

    Segundo a lei de retorno, por exemplo, qualquer judeu, seja ele askenazin (turco-khazar), semita, falacha, americano, russo ou alemão, tem direito imediatamente à nacionalidade e à residência em Israel, se a solicitar. Um palestiniano, cuja família aí já viva há 4000 anos, se foi expulso, não pode voltar à terra natal, porque não tem o “boa” religião, ou seja, não pertence ao povo eleito… RACISMO NAZI PURO ! Só essa lei constituiria um obstáculo intransponível a uma eventual adesão israelita à UE.

    Um casal iraniano decidiu emigrar para Israel. É um caso verdadeiro. Ele, de religião judaica, foi logo admitido e recebeu a nacionalidade israelita. A mulher, muçulmana, foi recusada liminarmente (mesmo o simples direito de residência) e continua em Istambul à espera… Racismo, não ?

    Se um Israelita árabe quiser casar com uma palestiniana têm de ir viver na Cisjordânia, porque em Israel, de que o marido tem o passaporte, não é possível. RACISMO NAZI, não ?

    Pior ainda que os nazis: estes ao anexarem a Alsácia e a Lorena francesas não roubaram terras nem casas a ninguém, nem privarem ninguém do direito de residência nem de nacionalidade. Só esta é que mudou, era francesa, passou a ser alemã. Os nazis da kippa no entanto anexaram a Palestina, e roubaram tudo aos seus habitantes autóctones, que massacraram e obrigaram os sobreviventes a exilarem-se depois de lhes terem tirado a nacionalidade ! Isso nem os nazis !

  141. Pequena lição de História do Médio Oriente para ignorantes nazi-sionistas e neo-coneiros…(aprendam para não tornarem a levar outra lição da Zazie…)

    Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…

    Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longinquo: são os descendentes dos poucos judeus do séc I que não se converteram ao cristianismo e foram expulsos por Tito no ano 70. Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.

    Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…

    Ver, v.g., a obra de Arthur Koestler, judeu askenazin, “a 13ª Tribo” onde tudo está explicado…

  142. Tem razão o Euroliberal, na sua catilináría anti-judaica.

    O Adolfo dizia exactamente o mesmo e teve também uma carreira brilhante e coroada de sucessos.
    É uma sabedoria milenar que passa de tontos para palermas e de palermas para tontos. Não sei em que fase do ciclo está o euroliberal, mas ele não não tem culpa…os monte cónicos acastanhados que vai largando a cada esquina, não nasceram no seu cérebro lobotomizado.
    Ele limita-se a debitar a reza que lhe plantaram na mona e que tem sempre pronta a sair, requentada, assim que um qualquer estímulo o espevita.

    Pode-se culpar um cão por mijar nos caixotes?

    Não pode.

    É a sua natureza.

    Por isso temos de ser benevolentes para com este cromo que, volta e meia, larga o presente onde o deixam.

    Um bom tratamento para este caso patológico, era enfiarem-lhe uma burka na mona e mandarem-no alçar o rabo para Meca, com um Batalhão de Marines atrás.

    Aí é que era berrar por Alá, Mafoma, o génio da lâmpada o santo Qutb que, sabe-se de fonte segura, era rabeta e não gostava de mulheres.

  143. Ainda sobre “racismo”, é raro o dia em que uma instituição cristã não seja destruída em Gaza por “resistentes” muçulmanos que, como toda a gente sabe, são gente de paz e corajosos como tudo, especialmente qdo se escondem atrás das mulheres e das crianças.

    Há meio século os cristãos eram 15% da população , nos territórios da partilha . São agora 1,5 %.
    Fugiram…e não foi dos judeus.
    Em Belém, lugar emblemático do cristianismo, os cristão eram maioritários quando a cidade foi entregue aos palestinianos, na sequência dos acordos de Oslo.
    Hoje são menos de 20%.

    Como brevejava o outro…são factos.

  144. Tudo está condicionado desde 1948 pela ilegalidade da colonização-invasão da Palestina por nazi-sionistas que ai estabeleceram um Estado judeu, isto é, só para crentes da religião judaica, com expulsão de 80% dos não-judeus aí residentes desde tempos imemoriais.

    É obvio que issso violou frontalmente a Carta das Nações Unidas e os principios gerais do direito internacional. Nomeadamente o de que a descolonização (auto-determinação) deve sempre ser efectuada mantendo as fronteiras coloniais (sem divisões de território) e a favor da população então residente no território colonial, seja qual for a religião de uns e outros (o que proibe re-colonizações por terceiros vindos do exterior em substituição do colonizador de saída).
    Como foi este escândalo jurídico aprovado por uma resolução da ONU (de hierarquia inferior à Carta e principios gerais) ? Bom, o ambiente de complexo de culpa pelo holocausto judeu dos europeus (que então formavam quase exclusivamente a ONU) jogou aí sem dúvida, até porque se tratava de fazer pagar por terceiros (os palestinianos, sem NUNHUMA responsabilidade no holocausto) os crimes de alguns europeus. Santa hipocrisia ! Dr qualquer modo resoluççao ilegal por violação de normas superiores.
    Mas mesmo essa resolução que reconheceu a Nakba (o início da Shoa palestiniana) poderia ser uma base de solução aceitável se compreendida em conjunto com A CONDIÇÃO SINE QUA NON que enunciava: A OBRIGAÇÃO DE RESPEITAR O DIREITO DE RETORNO DE TODOS OS EXPULSOS PELOS TERROR SIONISTA.
    Porque através desse sagrado direito de retorno (a que nenhum árabe, mesmo o mais “moderado” ainda renunciou), permanentemente violado pelos nazi-sionistas (para quem os palestinianos são subhomens, ou Untermenschen) poder-se-ia chegar á solução plenamente legal: ONE LAND, ONE MAN, ONE VOTE. E ao consequente governo de maioria (islâmica), segundo o princípio democrático. Foi a solução que o mundo impôs aos racistas sul-africanos (foram totalmente embargados até aceitarem demantelar o apartheid…) e que terá também de impôr aos racistas sionistas-apartheidescos de israel, de preferência antes que a Nação árabo-islâmica se levante de vez e esmague essa escória da humanidade, esse tumor que ameaça a Paz Mundial.

    A existência de uma entidade racista-apartheidesca- teocrática-fundamentalista-militarista-nuclear-sionista na Palestina é pois completamente ilegal desde 1948, e qualquer ataque a esses foras-da-lei internacional é legítimo.
    O ladrão de terras, o “limpador” étbico e religioso, o genocida, o ditador fundamentalista que exclui do voto 60% dos residentes de jure, mantem na cadeia 12.000 presos políticos sem julgamento, alguns há 30 anos, e executa sumariamente centenas de oposicionistas ao regime por ano, NÃO PODE INVOCAR QUALQUER NORMA LEGAL EM SEU FAVOR, a não ser as que impõem um julgamento justo.
    Deixemo-nos de brincar aos juristas de má-fé. O direito é uma coisa muito séria.

  145. iSSrael, entidade nazi-sionista e pária da humanidade…

    A verdadeira pergunta/questão (que Ahmedinejad repetidamente formula e a que nenhum sionista ainda conseguiu responder), é a seguinte:
    Mas que é que o povo palestiniano tem a ver com o holocausto judeu para ser ele a pagar a factura de crimes alheios ?

    A solução “um estado” que defendo (e que é cada vez mais defendida no mundo, como pelos académicos britânicos que boicotam contactos com universidades sionistas, por Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein e tutti quanti) é democrática e multicultural: serão cidadãos da Palestina libertada do regime nazi-sionista-apartheidesco todos os palestinianos independentemente da sua religião (muçulmana, cristã ou JUDAICA), como é próprio de uma Terra Santa das 3 religiões do Livro e como sempre aí aconteceu desde há 2 mil anos, onde apesar da sucessão de religiões dominantes (judaica, cristã e finalmenmte, muçulmana) o povo manteve a sua unidade étnica e a tradicional tolerância religiosa para com as minorias. NUNCA, desde 632 (data da conquista árabe pelo califa Omar), aí se fecharam igrejas e sinagogas. Construiram-se mesquitas ao lado, não em cima dos templos preexistentes (enquanto que na Europa cristã…nem vale a pena falar).
    Esssa tolerância teve apenas dois interregnos: o das cruzadas dos séc. XI-XII, pelos cristãos, e a Nakba desde 1948, pelos judeus sionistas. Mas um novo Saladino libertará de novo Jerusalém, castigará os nazi-sionistas e nunca mais haverá crentes chacinados por um exército fundamentalista ao serviço de uma só religião (para mais ultra-minoritária) em Jerusalém. Sempre houve judeus na Palestina e continuará a haver depois da Libertação.
    Mas o Oberkommando das SS Tsahal e os políticos sionistas que fizeram judiarias aos palestinianos e outros povos da região, esses terão a sorte dos nazis. Os mártires serão escrupulosamente vingados. A chutzpah (arrogância) sionista transformar-se-á em sorriso amarelo e em esgar de dor…

    P.S. Os cristãos palestinianos são patriotas e apoiam TODOS a libertação da sua Pátria. Não há um só que se mancumune com os ocupantes nazi-sionistas. Muitos são vultos conhecidos da resistência, como G. Habache (o recentemente falecido chefe da FLPL) e N. Asrafaf, negociadora de Oslo. E se emigram mais que os muçulmanos é piorque normalmente são mais ricos e têm mais contactos no estrangeiro (os árabes brasileiros são por exemplo quase todos cristãos.

    O facto de um porco nazi-sionista insinuar que isso se deve não À OCUPAÇÃO DOS TERRORISTAS SIONISTAS, mas ao Hamas, é uma conhecida desinformação sionista. Os cristãos na terra santa têm dois mil anos e NUNCA TIVERAM problemas com os seus concidadãos muçulmanos (o mesmo se diga da minoria judaica), porque o Islão NUNCA TEVE Inquisição e nunca expulsou não-muçulmanos, como fez a escória sionista em 1948 na Palestina. Mas serão escorraçados… Deus é grande !

  146. Hamas, governo democrático da Palestina, cuja ocupação pelos nazi-sionistas NUNCA reconhecerá !

    Há buxeco-sionistas que se esquecem que centenas de observadores internacionais consideraram LIMPAS as eleições que o Hamas ganhou por larga margem.
    E que foram os nazi-sionistas que não reconheceram essas eleições democráticas e o governo eleito. Tentaram derrubá-lo pela fome e armando os colaboracionistas da Fatah para derrubarem pela força o governo eleito. A ideia era afastar o povo do Hamas, dizendo-lhe que com ele só teriam fome, mas que se passassem para a fatah… Mas o povo solidarizou-se com os patriotas do Hamas porque estes são incorruptíveis e não se deixam vergar pelo terrorismo dos ocupantes sionistas.
    Que isto é puro comportamento antidemocrático parece evidente. Tal como não entregar o controlo da polícia (que devia ser apartidária) ao governo eleito…
    O Hamas nada mais fez que impor pelas armas o respeito pelas eleições democráticas dado que ele é o único poder democrático na Palestina.
    Em todo o Médio Oriente, quando há eleições VERDADEIRAMENTE DEMOCRÁTICAS, os islamistas ganham por larga vantagem (Palestina, Turquia, Iraque, Irão). Têm o povo consigo, porque não são corruptos, torcionários, fantoches dos EUA e colaboracionistas com os nazi-sionistas ocupantes…. Normal…
    Não precisam por isso de ser ditadores como os fantoches dos EUA Mubarak, Abadallah, Musharraf, etc, que têm toda a rua contra eles e só se aguentam (por enquanto) com base nas polícias políticas.
    A marcha do mundo árabe para a democracia islâmica é imparável e os terroristas cruzados serão em breve escorraçados de todo esse espaço. Deus é grande…

  147. atão, agora este euroliberal trocou-me as voltas…

    eu também não acho bem que se diabolize os judeus, caralho nunca tenho lugar de identificação nesta cena, deixa pra lá

    vou fazer como o shark e meter alta,

    farol da Barra

  148. o Islão … nunca expulsou não-muçulmanos

    Bem, os berberes de Marrocos quase desaparecerem, o Reino do Benim, viste-lo, os cristãos do norte de Africa, cadê eles, qdo antes das invasões muçulmanas toda aquela região era cristã, os judeus de Medina, que salvarem Mamoé, foram massacrados por ele, os arabes da palestina ajudaram os nazis a matar judeus ( o Mufti chegou a ter um cargo de consultor do Reich , com escritóprio em Berlim), e, sem ir mais longe, na sequência da vergonhosa derrota muçulmana na guerra de 1948 ( os arabes pensam sempre que quando são mais, é tudo favaz contadas) 800 000 judeus foram expulsos do Norte de Africa, Síria, etc,etc.

    Os proprios arabes da palestina foram corridos a tiro da Jordânia e ainda há dias , do Egipto.

    Isto do Islão é tudo malta que não presta. Não há produção cultural, científica, etc. Aquela gentálha só produz petróleo, que já estava debaixo das nalgas, religião jurássica e violência.

    As pessoas são como as outras. O problema é mesmo o Islão.

    Há que ajudá-los a ir ao encontro de Alá, com máxima brevidade possível.

  149. Segundo garantiu o Papa Bento XVI, e ele lá saberá, “o Inferno existe e o castigo eterno ocorre num lugar que não está vazio”
    Be afraid, pois, be very afraid! Eu, pela parte que me toca, já comecei a queimar livros, filmes e caricaturas, pelo sim e pelo não, como diria Pascal

  150. O ignorante nazi-sionista (desculpem o pleonasmo…) Respect não estudou as lições que deixei aí para trás e está fazer figura de urso…berberes no Magrebe é o que há mais, por todo o lado…foram arabizados e islamizados no séc VII, mas mantém a sua cultura de origem. Os semitas cristãos de todo o norte de Africa e Médio Oriente islamizaram-se a partir do séc. VII. Ninguém foi morto nem expulso, seu burro ! Os árabes não são sionistas ! Aliás, a conversão não foi total: por isso é que há ainda 10% de cristãos coptas no Egiptio, 40% de cristãos maronitas no Líbano, etc. Os mosteiros cristãos permaneceram ABERTOS ininterruptamente durante 14 séculos. Basta visitar o de St. Catarina do Sinai…repito, os árabes são muito mais civilizados e TOLERANTES que os cristãos e judeus (estes sim têm tendência a expulsar os crentes de outras religiões). O Al Andaluz é a prova: ERA A REGIÃO MAIS CIVILIZADA E TOLERANTE do mundo entre os séc. VIII e XI. Em Africa o Islão já conquistou mais de dois terços dos africanos. Não expulsou ninguém. As pessoas são livres de mudarem de religião. Repito a lição:

    Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…

  151. Judaísmo é uma religião intrinsecamente RACISTA. Por isso foi suplantada pelo cristianismo (2 biliões para 12 milhões). De nada lhes valeu terem assassinado Cristo…

    O cristianismo e o judaísmo projectam visões políticas diferentes acerca do mundo. O cristianismo, como cisão do judaísmo, afirmou desde o início, como marca distintiva, o seu carácter universalista. O Deus da Nova Aliança era o Deus de todos os homens, não o do “povo eleito” da Aliança do Pentateuco – a matriz judaica. Daí o amor ao Próximo, ao Outro, como argumento moral primordial do cristianismo. Sendo Deus universal, de todos os povos – judeus, romanos e gentios – Ele está, assim, no Outro. Amar o Outro é, pois, amar a Deus. O cristianismo é, por isso, desde os seus primórdios, inclusivista – inclui o Outro – e pretende a sua Salvação.

    O judaísmo, pelo contrário, é exclusivista. Jeová é só seu – deles -, dá-lhes em exclusivo a Terra Prometida, e a afirmação identitária do povo eleito é alcançada pela exclusão do – e em conflito permanente com o – Outro, cuja salvação igualitária não é prevista, antes o seu aniquilamento.
    Não é por acaso que os principais teorizadores do neoconservadorismo americano são quase exclusivamente judeus. Judeus (e cristãos evangélicos) foram escolhidos por Deus para submeterem o mundo num Armageddon apocalíptico que abriria as portas ao mundo novo.”

  152. Anti-semita NÃO ! Anti-nazi-sionista, isso SIM ! Até porque eu sou o maior pró-semita da blogosfera ! É que 99,5 % dos semitas são árabes… Logo anti-semita (verdadeiramente) é você, sua nazi-sionista islamocida…

    Já agora, o semita Cristo também era anti-semita ? Ou isso seriam antes os que O assassinaram ? Como os que também assassinam nos dias de hoje os novos Cristos, os semitas palestinianos ?

  153. A concepção típicamente sionista, é a do egocentrismo comunitarista. O judeu, na perspectiva sionista, é sempre a favor do judeu, tenha ele ou não razão, seja ele o perseguido e massacrado ou o carrasco e ocupante. O direito e a moral estão ausentes deste pronunciamento. Apoia-se o judeu porque ele é judeu. Só por isso. E rouba-se a terra do outro só porque se tem a força para o fazer, o que não dá resposta satisfatória a esta questão: e se a força mudar ?

    Ora isso é profundamente racista e incompatível com a ideossincrasia europeia. Na nossa cultura política pós-45, todos os povos do mundo são iguais e os conflitos resolvem-se tomando por referência normas ético-jurídicas universalizáveis (que possam ser reconhecidas como justas por todos), segundo a lição de Kant. O europeu da UE (culto e não cretino, ça va de soi) é assim pró-judeu, não sistematicamente, mas apenas quando o judeu é vitima de discriminação e genocídio, e anti-sionista quando o sionismo oprime, massacra e ocupa. Só assim há coerência e justiça.

    Não vivemos num mundo de aliados e inimigos imutáveis, ao sabor de alianças baseadas, não no direito, mas num prescrito estado de necessidade pré-45. É isso que o poder sionista e o seu lacaio buhista esquecem, perfilhando o unilateralismo e a irrelevância do direito internacional, e com isso fazendo perigar a paz do mundo, já que o unilateralismo legitima o unilateralismo oposto e nem sempre o que parece mais forte o é de facto, como se viu no Líbano recentemente…

  154. Com que então, ó eurotretas, os cristãos do norte de Africa foram “arabizados”…

    Ora explique aqui à malta em que consiste exactamente esse processo de “arabização”.

    É que eu tinha a ideia, porventura errada, que a Arábia era lá mais para leste.

    E, já agora, que o temos aqui a debitar a caquinha que lhe preenche a mona, você tb foi “arabizado”?

    Como é que foi?
    Apanharam-no a alçar a nalga virado para Meca e arabizaram-no assim, sem mais?

    Continuando, aquela malta da Palestina é árabe ou não?

    Se não é, porque se intitula como tal?
    Se é, porque é que têm mais direito a reivindicar basófias, do que os judeus, os egípcios, os assírios, os francos, os otomanos, os romanos, os ingleses e outros que já por ali andaram e mandaram?

    E quem é você, fina flor do entulho, para definir os direitos de outrem?
    Na sua infinita estupidez, ainda não percebeu que é apenas um tontinho a uivar à lua e que apenas se representa a si mesmo?

    De resto, com tanta cagança revolucinária, e tantas profecias de farronca, que é que está aí a fazer de rabo alapado na cadeira, a utilizar ferramentas inventadas pelos “cruzados”?

    Que está à espera para ir masturbar-se em Gaza, a lançar foguetes ea esconder-se corajosamente atrás das mulheres e crianças?

    Que anda aqui a fazer?

    Vá largar bostadas para outro lado e tratar de engordar as abelhas-mestras que se cevam à conta das lavagens ao cérebro feitas a tontos como você.

  155. Pequena precisão semântica:

    Seria bom que defensores da democracia, e mesmo liberais, deixassem de lado a terminologia nazi e se abstivessem de qualificar de “terroristas” patriotas que pegam em armas para escorraçar o ocupante sionista ou bushista das suas terras. Na Segunda Guerra era costume entre os anti-nazis tratá-los com a maior deferência e respeito, como resistentes, maquisards, partizans, partigiani, etc. Se quiserem também, freedom fighters. “Terroristas” era a designação que os nazis ocupantes lhes davam… ou que os racistas sul-africanos davam a Mandela, ou Salazar a Mondlane ou Cabral, ou Suharto a Xanana, etc. E nós não somos nazis, pois não ? Ou somos ?

  156. Patriotas e “collabos” ou o Hamas e a Fatah…

    O povo pelestiniano não mete no mesmo saco a Fatah de Abbas (que é muitíssimo diferente da de Marwan Barghouti) e o Hamas. Este ganhou por larga margem, tanto em Gaza como na margem ocidental. Porque são incorruptíveis, honestos, dedicados, solidários, não fazem compromissos com o inimigo sionista e combatem-no com bravura e determinação até à vitória final. É tudo o que os palestinianos querem.
    O Fatah é o herdeiro na Palestina do socialismo árabe, predominante até aos anos 80 (Nasseristas, FLN argelina, Baas iraquiano e sírio, Kaadafi, etc. ) que se caracterizaram por uma passagem do socialismo terceiro-mundista à subserviência e colaboracionismo com os americanos, mantendo sempre o padrão de alta corrupção, eleições manipuladas, repressão através de polícias políticas torcionárias (trabalhando em out sourcing para a Casa Branca), ineficácia económica, isolamento em relação à “rua” árabe, etc.

    Um modelo completamente condenado. Por isso, hoje, democracia, luta anti-corrupção, luta patriótica contra o invasor rima com islamismo em todo o mundo árabe. Por isso, onde quer que haja eleições limpas, há vitória esmagadora dos patriotas islamistas. A Palestina é só um exemplo. A esquerda europeia tem dificuldade em compreeender esta evolução e sobretudo em perceber que no mundo árabe a “esquerda” é corrupta, colaboracionista e capitulacionista e que a direita islamista é que é popular, revolucionária, não-corrupta, solidária e patriótica.

    Não é com as categorias do imaginário esquerdista europeu que poderá compreender a situação. Precisa de outras chaves de análise.
    Mas alguém acredita que se não fosse a Nakba e a ocupação haveria guerra civil (já terminada) na Palestina ? É claro que a culpa é de Israel. Aliás todas a guerras do Médio Oriente desde 1948 são causadas por Israel, directa ou indirectamente, através dos EUA e do seu verdadeiro governo, o lóbi judaico.
    Não foi o lacaio Saddam empurrado pela camonada em 1980 a atacar o Irão de Khomeini ? E não foram os dois lados armados pelos EUA para se destruirem mutuamente, isto para que israel possa continuar impunemente a oprimir os palestinianos ? É claro que quando se põem dois irmaõs numa gaiola estreita sem alimentos e privados de qualquer dignidade, mais tarde ou mais cedo eles vão lutar entre si… está nos livros. As lágrimas de crocodilo da neo-coneiragem sionista não disfarçam a sua satisfação pela lutas entre palestinianos que ajudaram a desencadear… basta ver as enormes quantidades de armamento americano e israelita que o Hamas acaba de apreender aos colaboracionistas da Fatah em Gaza…óptimo material, por sinal, obrigadinho, ó Olmert, manda mais…

    O Hamas é o governo democrático da Palestina: ganhou as eleições de forma limpa e por larga margem. Mas nunca pode exercer o poder devido ao boicote internacional e às rasteiras da Fatah. A guerra civil podia ter-se evitado se Abbas tivesse cedido o controlo das forças de segurança ao governo eleito. Não há nenhum país do mundo onde o governo não controle pelo menos a polícia, que deve ser apartidária e servir qualquer governo eleito. A Fatah partidarizou e monopolizou a polícia. Ultimamente passou mesmo a receber remessas massiças de armamento de Israel e EUA para combater o Hamas. Hoje, esse armamento caiu nas mãos deste… Além disso, em Gaza, algumas forças da Fatah eram verdadeiros covis de corruptos e torcionários que torturavam e matavam membros do Hamas. O inevitável desfecho deu-se… Abbas deve partir (é um corrupto, incompetente e capitulacionista) e serem organizadas novas eleições para a presidência. A ordem e a defesa patriótica da Pátria ocupada vão ser agora uma realidade na Palestina.

  157. Para o burro Respect: seu grande grunho, arabizar refere-se à aculturação na cultura e lingua árabe. Equivale a romanização e helenização para as culturas e linguas romana (latim) e grega. Percebeu, seu básico ? Leia o que está lá para trás, se quer aprender, que eu não tenho paciência para desbastar a grunhice intelectual de labrostes do seu calibre…

    No Médio oriente, por exemplo, no tempo de Cristo a lingua franca era o aramaico (a lingua de Cristo), uma lingua semita precursora do árabe. A lingua da cultura era o grego (os evangelhos foram escritos em grego) que depois também passou a lingua franca dos cristãos orientais do Médio Oriente. A partir do séc. VII esses povos arabizaram-se completamente (se for à missa numa Igreja cristã libanesa, verá que eles rezam em árabe, embora nalgumas aldeias sirias ainda o façam em aramaico) independentemente de se terem ou não também islamizado. Religião e cultura não coincidem, percebe seu grunho antisemita?

  158. Oh Euroliberal, uma anedota para ti:
    Num banco de um jardim de Nova Iorque, um velho judeu lê o jornal “Nation of Islam”, uma publicação anti-semita. Um outro judeu aproxima-se e pergunta-lhe indignado: “Porque estás a ler essa porcaria em vez do Jewish Journal”? O primeiro responde: “O Jewish Journal só publica reportagens sobre anti-semitismo, terrorismo em Israel, problemas e mais problemas no mundo inteiro. Este jornal não. Diz que os judeus estão cheios de dinheiro, que os judeus controlam os bancos, que controlam os media, que controlam Hollywood… Eu prefiro ler boas notícias.”

  159. Calma, eurotretas, não te assanhes que isso faz-te mal à úlcera cerebral ( isto, claro, no pressuposto de que se pode ter um a úlcera num orgão inexistente…não sei…talvez como aquela coisa da gravidez histérica).

    Com que então os berberes foram “arabizados”?

    Deve ser por isso que hoje estão remetidos a uma minoria no seu próprio país, corridos para as montanhas pela “aculturação” árabe.

    Mas então a Arábia não é uns milhares de km para leste?

    Quando é se corre com estes invasores?
    Que direito é que esta gente tem de ocupar a sagrada terra dos berberes?
    E com que direiito é que os nazi-arabistas, expulsaram 800 000 judeus das suas casas, na sequência da vergonhosa derrota de 1948?

    Explica-te pá!

    E, ó abrótea, como é que tu foste arabizado?
    Que espécie de palerma anda para aqui a largar bostadas em nome de uma cultura atrasada, basicamente constituida por ladrões e cobardes?

    Não tens vergonha nessa cara, seu dhimmi de alguidar?

    Foste sodomizado numa visita a Marrcos, foi, seu marreco?

    Tens fantasia com burgas e rabos alçados na mesquita?

    Explica lá, ó lorpa, que espécie de islão é esse que leva na tromba em todos os combates a sério e só sabe lutar atacando mulheres e crianças e usando as próprias como escudo humano?

    Anda, pá, explica lá porque te armas em lacaio de uma cultura de cobardes e idiotas, que limpam o rabo com a mão.

  160. It’s hopeless. O grunho é mesmo irrecuperável. Ainda pensa que quando se começou a falar latim na península, todos os anteriores habitantes foram expulsos e vieram uns milhões de latinos das margens do Tibre… São cabecinhas simples como esta que forma o grosso das hostes sionistas, enquanto o Hezbollah não arrebentar com eles de vez…

    Esquece, pauvre con, eu estou aqui para falar com gente menos limitada, recuperável…não para a mongalhada…

  161. Onde é que andas, ó cobarde de Alá.
    Anda cá de gatas explicar porque é que meia duzia de israelitas, deram monumentais cargas de porrada em milhões de cabeças de trapo com hálito a cebola.
    Explica aqui à gente, ó seu sabujo, porque é que tantos milhões de islâmicos, e tantos países governados por cabeças de trapo, produzem menos livros que um país mais pequeno que o Ribatejo.
    Quanrtos Prémios Nobel tem essa cultura de pascácios, seu marmelo sabujeco.

    Que porra de gente é essa que mete as mulheres a ver o mundo atrás de uma rede.
    Que merda de “arabizados” são esses, que até unidades de mulheres isralelitas puseram cobardolas barbudos a bater com os calcanhares no rabo, seu palonço.

    Larga daqui, seu grunho. Vai lamber o rabo aos teus donos.

    Quem inventou esta internet que te permite publicitar a tua menoridade mental, seu mentecapto?
    Foi Alá? Foi a barba do profeta pedófilo?

    Cambada de rabetas…

  162. Para a Ana:

    What happens when a Jew with an errection walks into a wall?
    – He breaks his nose.

    Não é que o nariz deles seja enooooorme, o dito cujo é que é assim como o do Respect…ou como o das 30.000 amélias das SS Tsahal que no Verão de 2006 vieram do Líbano com o rabo a arder depois de serem monumentalmente encabados por 3.000 leões do Hezbolah…

  163. Artigo de um israelita sobre a derrota no Líbano (e os Hezbollah eram 1 contra dez e sem aviação, marinha e blindados…eh, eh,eh, eh)

    What the hell has happened to the Israeli army?
    The lessons from Israel’s defeat in Lebanon
    By Uri Avnery*

    http://www.redress.btinternet.co.uk/uavnery168.htm

    Susana: filha, o que tu queres é que eu te diga o tamanho do meu para ficares com água na boca….mas não te canses, não como nazi-sionistas. Parecem travestis, têm bigode e peidam-se como soldados…prefiro disto:

    http://www.youtube.com/watch?v=eb_8xFbla3g&feature=related
    http://www.youtube.com/watch?v=9K3tOXG7Gos&feature=related

  164. Enquanto não se perceber que alá é coisa má, não se percebe o resto.
    Os judeus têm a mania que são espertos. Mas já não há judeus. O que há é um resto de judeus, e poucos.
    E esses ainda não perceberam os métodos do maometismo.
    maomé foi muito bom como oportunista, enganador, parasita e destruidor.
    E na prática, os judeus foram e são os maiores apoiantes do maometismo.
    Quer com ajudas directas, quer por servirem de bode expiatório.
    Muitos dos mitos que há sobre o islão, foram criados pelos próprios judeus que estavam sob pressão.
    A paga foi serem arabizados, roubados e escravizados.
    Um dos argumentos que existem para o grande número de palestinianos existentes actualmente, é que quando os judeus começaram a ir para lá e a desenvolveram a região, atrairam emigrantes árabes e pagavam-lhes mais num mês do que eles recebiam num ano como escravos de um qualquer cabeçudo maometano.
    Estes começaram a ficar sem escravos. A seguir venderam as terras.
    Acabando-se os escravos e o dinheiro, voltaram-se para os métodos de maomé, criando problemas e confusão, pois esse é o verdadeiro negócio do islão.
    Alá não quer, nem vida, nem entendimento nem progresso.
    No islão o maometano tem que matar e morrer para alá ter prazer.
    Mas pelos vistos, já nem direito a virgens terão, apenas a uvas, e só a 72.
    alá é grande…enganador

  165. ó euro, tou memo a curtir… algumas coisas, convenhamos.
    mas não desperdices chumbo, porque alguns resumem-se a um só, directinho do “animal farm”, ainda traz lama agarrada às unhas.
    com um só tiro certeiro matas uns tantos. um ontem, outro hoje, vão surgindo em alcateias, o que é estranho. normalmente chama-se varas.

  166. Quando vejo aqui as qualidades humanas de certos denunciadores do anti-semitismo iguaizinhos aos nazis, dá-me vontade de rir. Conversa de ódio – venha ela de anti-semitas judaicos, muçulmanos, cristãos ou pagãos – torna feio, burro e intolerante quem a tem.

  167. undercover, sim, já tinha percebido que o Respect era um suíno tresmalhado do Animal farm, reles blogue neoconeiro que defende histéricamente o Triunfo do porcos (nazi-sionistas). Aliás, dados os grunhidos do animal era fácil adivinhar…

  168. e não só, há mais. o costa é um verdadeiro católogo.
    sabes o que é, isto das vacas loucas acabou com o stock de mioleira e não se pode andar por aí a desbaratar ideias.

  169. como vcs se entretêm assim, eu então em vez de falar do tamanho do meu prefiro dar-lhe uso. Cá é massa.

    quanto ao resto só seria inovador uma perspectiva integradora, de resto nisto estou como o Nik.

  170. O ódio e os insultos aqui têm uma preferência pela dimensão sexual e escatológica, concretamente merdalógica – mas também escarrológica e conológica. Está-se a falar das relações entre o Ocidente e o Islão, mas só chove merda e entulho dessas cabeças de cu. Dir-se-ia que as vossas cabecinhas estão a boiar numa ETAR mal-cheirosa. Razão tinha o Freud, quando falava na fase anal-sadística mal resolvida. Vocês continuam orientados para o culto do orifício anal. Libertem-se desse pivete, malucos!

  171. Esta é para quem pensa que os muçulmanos são homófobos:

    «De acordo com o deputado israelita Shlomo Beniziri, ex-ministro do Trabalho e deputado pelo Shas de orientação judaica ultra-ortodoxa, os homossexuais são responsáveis pela onda de terremotos que atingiu Israel nos últimos meses. Segundo o político, Deus advertiu que não se deve manejar os genitais indevidamente. “O Talmud ensina-nos que uma das causas dos terremotos é a homossexualidade. Deus disse que sacudiria o mundo ‘para despertar-vos se manejarem os vossos genitais’ onde não tenham que fazê-lo”, disse Benizri, referindo-se ao livro que reúne a tradição oral religiosa judaica.O Knesset (Parlamento) legalizou a homossexualidade em 1988 e nos anos seguintes diversas leis passaram a reconhecer os direitos dos homossexuais. Shlomo Benizri disse que a maneira de acabar com os terremotos em Israel é o Knesset revogar as leis liberalizantes a respeito dos homossexuais.»

    Tradição ORAL religiosa judaica? Será que os gajos preferem o blow job?

  172. ahahaha

    Boa NIk!

    Há que mostrar que a anormalidade não tem pátria. Por isso é que não podem existir privilegiados de auréola e a diabolização do selvagem ir apenas para cima daqueles em que é mais fácil bater.

  173. Não são trolls.
    Até são pessoas conhecidas.
    Uns já foram da casa- da antiga; o outro é o Lidadador do Triunfo dos Porcos, tudo gente da blogo. O resto é troca de nick.

    Não de Nik, que esse até é bem consequente sem precisar provar mais nada.

  174. Aliás, quem está desse lado e até recebe o IP do comentador, pode confirmá-lo nas calmas. O Lidador do Triunfo dos Porcos andou aqui disfarçado de Costa e depois ainda passou para outro nick. O revisor é v. ex-colega.

  175. E não deixa de haver uma certa ironia nisto tudo. Este post onde teve mais eco e apologia foi por aqui . Há muito mais gente com interesse na diabolização dos selvagens- os idiotas úteis dão-lhes uma ajudinha.

  176. desconheço o senhor, zazie. o meu consumo de blogosfera é muito reduzido. mas que teve um certo efeito de antídoto por aqui é inegável.
    o post merecia um debate mais são, mas com esta canzoada a fazer barulho fica difícil almejar qualquer espécie de elevação.

    quanto ao texto que referes são 15 páginas (!) e não está mal, mas tem muita palha.

  177. Estás muito enganada. A tal mania de avaliar tudo pela “casaca” e achar que se tem ar fino é só paz e se tem ar grunho à islão, é terrorista, provoca muitos enganos.

    E é por isso e para isso, para alimentar e vender enganos que existem os idiotas úteis.

  178. Ou vs. acreditam que coisas tão “sérias” como negócio de armamento e investimento em guerras são feitas por pés descalços analfabetos agarrados a livrinhos religiosos?

  179. Mas isso já acabou. Foi o que disse. Os últimos grandes debates deram-se no Pastilhas. Li alguns com nível por antagonistas no De Rerum Natura- esse sim, tem uma caixa de contraditório que vale mais que o blogue e até merecia ser editada. Fora isso não me ocorre…

    A política passou a isto, a byte e jogo de computa para ganhar. O texto que deixei, assim como muitos outros que ainda fui conseguindo, só mesmo em blogues muito individuais e restritos. Aqueles onde nem se nota que se está mesmo a tentar falar de coisas sérias

    “:O)))

    O resto é agit prop. E alguma é paga a carica.

  180. não falei em «ar», mas em conteúdos e linguagem. além da bestialidade e da estupidez são uns grandes secadores. enfim: pega-se com as pontas dos dedos (não vá ser contagioso), lê-se na diagonal, e boceja-se. contigo não estou de acordo e repugna-me muito do que tens dito, mas pelo menos há resíduos com interesse, há informação e farto-me de rir.

  181. Vai havendo alguma coisa nas caixas de comentários do Blasfémias mas também só quando aparece uma ou outra pessoa. E é mesmo uma ou outra pessoa. Omelhor blogue de política internacional é praticamente desconhecido- o Wars for Status Quo.

    E pronto. Acabou-se o momento para a publicidade.

  182. Lé o Rourke que isso é que vale a pena. Eu não. E se queres ter boa informação bem actualizada e até numa raríssima perspectiva pacifista- vai ao Wars for Status Quo. Mas sem preconceitos e sem ser preciso aderir ao anarco-liberalismo.

  183. Ora compara:

    http://o-lidador.blogspot.com/2008/02/radicais.html

    Agora lê o que o Costa escreveu a meu respeito:

    Quanto à questão de fundo, a republicaçãpo dos cartunes do Mafoma, em resposta ao planeado assassínio de um dos autores, merece ser aplaudida.
    O Secretário-Geral da Organização da Conferência Islâmica claro, veio logo com “alertas ” de que tal gesto levaria a confrontações entre muçulmanos e cristãos e que os dois lados ficariam reféns dos seus radicais.
    Ora acontece que os “radicais “ de um dos lados pintam cartoons, e os do outro agridem, queimam e matam.
    Parecendo que não, há uma diferençazinha de nada.
    O senhor Ihsanoglu (um turco), na sua notável benevolência, deu-se ao trabalho de verter ensinamentos sobre o modo como nós devemos usar as nossas liberdades explicando que a liberdade de expressão não deve ser usada para insultar os valores e símbolos sagrados dos outros, porque isso incita ao ódio.
    Talvez eu não seja tão sagaz como o Sr Ihsanoglu , mas parece-me que quem está aqui a incitar ao ódio é justamente o Sr Ihsanoglu ao sugerir que a violência muçulmana é uma resposta natural aos rabiscos de alguém.
    A ver se nos entendemos: insultar os valores e símbolos dos outros, é feio e desagradável mas, e daí? Se isso fosse crime susceptível de punição física, então os valores de uma cultura específica teriam de ser vistos como universais, o que implicaria que aqueles que os não aceitam teriam de agir como se os aceitassem. O que, neste caso, equivaleria a forçar o Ocidente a aceitar a sacralização do islamismo, impedido a livre expressão de qualquer pensamento fora da ortodoxia islâmica. Implicação que conduz directamente à aceitação da prioridade e superioridade dos valores islâmicos sobre tudo o resto.
    Ora isso é inaceitável.
    Assim, embora o Sr Ihsanoglu e aqueles que ele diz representar se possam legitimamente sentir ofendidos, o direito dos cartoonistas desenharem o que bem entenderem prevalece sobre as suas susceptibilidades. E esse direito deve ser reafirmando e exercitado como principio, justamente em casos como este, face à intolerável intimidação que é feita às claras pelo Islão e seus representantes.
    Na nossa cultura as pessoas têm diferentes pontos de vista sobre muitos assuntos e têm o direito de os expressar, mesmo que sejam pontos de vista idiotas como acontece frequentemente com o que dizem e escrevem o Daniel Oliveira, a Srª Ana Gomes, o Dr. Miguel Portas, a zazie e o eurotretas.
    E sabem que o contraponto desse direito é a disposição para ouvir também aquilo de que não gostam.
    Qual a alternativa? Forçar a vontade das pessoas, obrigando-as a submeter a sua liberdade ao sistema de valores de alguns, afinal de contas o objectivo do Islão que significa literalmente “Submissão”.

    E zazie da conversa fiada, não venhas para aí armada ao pingarelho, porque não entendo balidos resultantes da carência de Trifene

    Descobre as diferenças.

    E depois vem-me cá com trolls que o resto é gente fina porque anda de fato e gravata.

    Pois anda. E até subscreve as teorias valupatetas.

    Eu é que não nasci ontem e não tenho tribo para me acorrentar.

  184. zazie, coincide, o que de resto pouco nos diria: bastaria um copy/ paste. quanto aos IPs temos acesso, sim, mas não me passaria pela cabeça confirmar ou infirmar fosse o que fosse. o que escrevi referia-se apenas ao estilo e à ilação (que aliás se revelou errónea) de a ana estar a interpretar como tal. eu sei que o nik do euroliberal já é antigo comentador por aí. creio que até nos tempos do afixe ele lá apareceu uma vez ou outra. so what?

  185. O euroliberal é um bacano e há-de ser um senhor pacífico que apenas gosta de assustar com esta linguagem revolucionária

    ahahaha

    Mato-me a rir por haver gente que tem mesmo medo dele. Quanto às ideias não subscrevo a grande maioria porque não mitifico nada mas, em termos de boa informação histórica e da questão do Médio Oriente sabe e não diz mentiras.

    Mas mato-me a rir porque acredito que haja gente que até se mete debaixo da escrivaninha quando desata com aquele vocabulário mais louco que o do capitão Haddock.

    Fora isso também sei que havia uns melrinhos floridos e muito delicados do Renas e Veados que guardavam aqueles insultos como fetishe

    E com essa é que me matei a rir .Uma vez apanhei um, em directo, na GL, a fazer copy paste desses insultos, armado em virgem ofendida, quando aquilo até servia para ajudar a outras coisas a que o Viagra não dava conta

    “:O)))))

  186. andas uma mal-educada zazie que nem agradeces uma citação, vou amuar contigo.

    Susana, tu é que és impec menina, é um gosto poder ler-te, sem mais.

    conclusão: viva a coragem dos dinamarqueses que fez tremer o medinho dos ‘qaidos disfarçado do respeitinho pelo sagrado, e deu bué de kpk’s, de mistura com um monte de caralhadas que mostra bem quanto o sapiens é cretino, ainda por cima disfarçado de liberal de pinto pequeno

    Valupi, parabéns pelo eco estrondoso, fica-nos a tristeza de continuarmos na cepa torta

  187. As ideias que não subscrevo do euroliberal até incluem mais coisas, como o facto de eu não ser uma defensora das virtudes da UE. Mas isso nem vem ao caso. Penso e falo apenas por mim, e só por cobardia ou demasiadas feridas a lamber é que o Valupi precisou desse truque baixo de colagem.

  188. Py, nem sempre não se responde por falta de educação. Imagina até que pode ser “protecção por omissão”. Eu sei que não vale a pena. E para teorizar sobre a questão da lei natural não o ia fazer aqui. Essa foi a única questão teórica a merecer resposta, até porque confundiste fundamentos com usos derivados dos fundamentos e feitos costumes.

  189. De qualquer forma digo e repito, para que não pareça que estou a fazer concessões: antes um nazi-sionista às claras, com toda aquela teoria do triunfo dos fortes sobre a porcaria dos reles dos fracos de turbante que andar-se com o “outro” na boca e as minorias, e as causas fracturantes e os pobrezinhos e a justiça e tudo o resto, para o vender a troco de mais uns patacos de “modernidade”.

    E essa sim, é a grande questão de mudança mental- ainda há uns anos a etnologia e todo o Huizinga eram bíblia para se sair do mito do europocentrismo e agora, por dá cá aquela palha, meia dúzia de patacos aburguesados, acham que o mundo tem de ser aferido por catálogos de moda Primavera/Verão; Outono/Inverno?
    E a diabolização das pessoas pelo facto de existirem sociedades que ainda estão como também já se esteve? e diabolizar culturas em nome de modas de caca, de modas decadentalhas e umbiguistas?

    E foi isto que consegui debater com o Bruno Sena Martins, sem paranóias, quando ele também fez um post particularmente polémico, em cima do ataque de Israel ao Líbano, dizendo que a invocação do Holocausto era o maior erro em que se podia cair para avaliar o problema do Médio Oriente e, em particular aquele ataque terrorista de shock and awe que depois até se veio a confirmar que destrui deliberadamente cidades, transportes, pontes e até usou de armas químicas.

    E é claro que eu não tenho dúvidas- entre mortandades de milhares de pessoas inocentes, entre guerras a que a política interna e a opinião pública também podem dar ajuda e umas mariquices secundárias de eles têm sharia e maltratam as mulheres ou não gostam de gays (como também não gostam os bons dos tão modernos e civilizados da Thora) tomo logo partido pelos mais fracos. Porque, como toda a gente sabe, a história sempre foi feita pela barbárie com melhor armamento.

    Quem defende o inverso e acha que o problema é de quem está debaixo das bombas, que se aliste .Respeito quem combate no terreno mas não merece respeito quem se arma em estratega frente ao monitor e nem baixa os olhos perante a chacina.

  190. A Zazie e o Euroliberal na sua arrogância e má-criação (repartida com outros ilustres que dão largas à cobardia de não darem a cara e de se esconderem atrás de um monitor de PC) substimam largamente a moirama (não quero com isto que se deduza que estou ipso facto, pois não estou, a favor dos cartoons como armas de combate ideológico; estou é a favor de armas como espadas e metralhadoras sim, é a única linguagem que eles entendem): é por causa destes idiotas úteis que anesteziam a malta e defendem os coitados dos bombistas moiros, é que em Oxford já soam os sinos… da… Mesquita, e no resto da Europa, a curto prazo, vai acontecer o mesmo!

    Bin Laden não deixa de ter razão quando fala na conversa dos “cruzados”, é precisamente por hoje haver tão poucos e haver tão pouco esta mentalidade, que ele fez o que fez, e que a CIA aburguesada e inoperacional e com pouco espírito Cruzado, não o apanha…

  191. Realmente, um gajo com nome de curioso e que diz que eu me escondo atrás do monitor para escrever há-de ter tal QI que dá o que pode e chama-lhe cara.

  192. Olha lá; já agora, ó avis rara que escreve atrás do monitor, achas que algum mentecpato cruzadístico te ia querer prara moço de estrebaria?

    ahahahahha

    Só mesmo esta mongalhada é que ainda faz rir

    “:O)))))

    O animal diz que as pessoas se escondem no anonimato atrás dos monitores

    ahahahahahahahah

  193. pois zazie, é por isso que ainda tenho esperança de podermos debater um dia com calma e a tua argúcia, uma dessas questões interessantes em que te moves e que de alguma estranha maneira também me tocam e bem. Mas sou lento e asinino, que gosto muito de jegues e o mais do tempo sou um gato a olhar em volta, enquanto lambo uma patinha. Andei uns meses a debater-me com a tua questão da terraplanagem, até concluir que temos posições diferentes, mas ao menos foi uma conclusão honesta. E também não me importo de revêr e mudar posições se achar que outra razão maior se fez valer. Mas só convencido, que vencido não dá.

    Quanto a isso da agonística e da erística só me dá a pyca toda quando luto contra um golias, sejas os fogos escalitrados ou a invasão descabelada do betão sobre património natural ou histórico. Costumo vencer, mas fodo-me que é para (não) aprender. Ainda me falta o último míssil semio-nuclear sobre a indústria do fogo, depois espero que o pessoal mais jovem fique atento.

    —-
    Susana, és uma menina inteligente e bonita, e ainda podia dizer mais umas tantas coisas simpáticas e verdadeiras, mas até parecia que me estava a fazer ao piso. Gosto muito de ti e desejo que sejas feliz.

  194. agora isto do MO é fodido, que monte insanável de paranóias identitárias, nem sei por que ponta se lhe pegue. Eu tinha pedido a Deus um grande e belo arco-íris por lá, com uma coisa sagrada na ponta, para eles se inspirarem num milagre, mas Ele anda meio mouco e pôs-me o arco-íris aqui (coitado também anda cansado e precisa de um beijoka no cachaço).

  195. “Aliás, quem está desse lado e até recebe o IP do comentador, pode confirmá-lo nas calmas. O Lidador do Triunfo dos Porcos andou aqui disfarçado de Costa e depois ainda passou para outro nick. O revisor é v. ex-colega.”

    Zazie,

    não me diga, é verdade o que diz, o Costa e o Lidador são a mesma pessoa?

    Palavra de honra que estava a pensar pedir ao Lidador para arranjar umas guitas na CIA, justamente para convidar o sublime Costa para vir reforçar o plantel do Fiel Inimigo… e se sobrasse algum também o Facada e o Respect, malta com um humor do caralhão e da corda…

    Fazíamos uma linha avançada que nem os 5 violinos: Cócó (Costa), Ranheta (Respect) e Facada (este continua igual a si próprio, não mudou de nick).

  196. ‘Quem inventou esta internet que te permite publicitar a tua menoridade mental, seu mentecapto?
    Foi Alá? Foi a barba do profeta pedófilo?

    Cambada de rabetas…’

    Não dizia eu!

    Contra isto, apenas me resta dizer como Ali J, Respect…

  197. Em suma, temos de concluir que a neo-coneiragem não desiludiu em mais esta refrega, portou-se como sempre se tem portado. Isto é, MAL, com ignorância e estupidez q. b.

    Tenho a impressão que só um grunho é que aceitou saltar para a liça, mas disfarçado por detrás de várias máscaras (Costa, Respect, aka Lidador do Triunfo dos Porcos), não fosse a sua grunhice sujar ainda mais o tal blogue pasquim onde chafurda e refocila habitualmente…

  198. carmo rosa,

    Tem dúvidas?
    Eu não tenho nenhumas. O seu cavador todo queque disfarçado de senhor civilizado, é o mesmo grunho que para aqui veio destilar bilis, disfarçado de Costa e de Respect. E isso era tão óbvio que até só depois é que fui confirmar e encontrei o texto. Já tinha dado por ele apenas por ler o que também vai vomitando no Blasfémias, disfarçado com vários nicks e no 5 Dias.

    É assim, Israel também precisa destes testas de ferro, não precisa? afinal o treino da Mossad sabemos todos quem lha deu.

    Para que não haja dúvidas e em resposta a uma Farmácia Central (ou lá como se chamava). Eu não tenho filias. Desconheço essa coisa de ser-se amigo do povo A ou do povo B. Não imagino sequer como é que se possa ser amigo de tanta gente que não se conheçe. Assim aos milhares de anónimos nunca vistos transformados em amigos do peito.

    Donde,em toda esta história eu não preciso de “ter pena dos meus muçulmaninhos” contra os bandidos dos américas ou dos judeus.

    Apenas deitei abaixo esta linda doutrinação à camarada Mao, com caricaturas primárias de propaganda e militãncia pelo aviltamento cultural, feita nova pedagogia de massas e catequese para as criancinhas lá da terra do Scooby Doo.

  199. Exemplaridade máxima foram os personagens desta historieta, replicadas aqui na blogo tuga. Lá tudo começou com um esquerdalho Kaare Bluitgen e terminou com o apoio do Flemming do lobbie dos pencudos.

    Aqui, em remake, deu para ver. O móbil começa pela terraplanagem do ateísmo militante e da domesticação do selvagem renegando o Corão, depois vêem os senhores de preto, a dar uma ajudinha e a pedirem uma moedinha e uns mísseis prá causa.

    Está visto que os mullahs também não andam a dormir e qualquer pretexto é bom para mais fanatização que também é excelente pretexto para os nababos viverem à sombra do petróleo, mantendo o povão no nível mais baixo do humano e delapidando a verdadeira cultura que até é o seu grande património histórico.

    Nestas ocasiões não há nada melhor que rever o In the footsteps of Alexander the Great

  200. já leste ‘O Jovem Persa’ da M. Renault, Zazie? É muita bom e muito bem documentado. É uma trilogia, começa com Fogo do Céu, segue-se o JP, e depois termina com Jogos Funerários, aposto que gostas muito.

  201. py:

    Quanto à questão da terraplanagem, não faço ideia do que leste ou estudaste até porque, de facto, é uma questão histórica, também. Mas é verdade que disseste qualquer coisa, sob a forma de imagem, que, se calhar, admito que vai lá dar, ao que me toca, ainda antes de formalizar teoricamente- que eu era da floresta e a questão da igualdade é da cidade.

    Achei piada quanto ao “ser da floresta” ainda que a formulação do igualitarismo citadino nada tenha a ver com dignidade humana para todos. Mas é verdade, isso sim, a terraplanagem é, e sempre foi, um problema citadino. Tal como o gueto e a assimilação das diferenças na tal terraplanagem amorfa onde os pretos se pintam de branco e a história e cultura vai para o caixote do lixo.

    Se a questão for esta, sim- é mesmo um mero problema de citadinos. Quem tem a alma bravia não teme perder identidades e muito menos necessita de temer as dos outros. Não há guetos na floresta. Não há problemas de Estados de Direito ou de legislação para se demarcarem limites. Os problemas de terraplanagem são fruto da burguesia, outra personagem que detesto- esse burgesso do burguês, quando os meus heróis derivam de Lampedusas.

  202. Não li, não Py. Andei foi a rever esta série do bacano do Michael Wood. Era premonitório. Tem lá passagens que são autênticos prenúncios é impressionante confrontar-se o presente com um passado milenar e ver como tão pouco mudou. O trilho de Alexandre ainda é o mesmo.

  203. ora zazie, sim eu disse isso, foi o tal contributo que me levou meses a pensar, e agora vou ficar a pensar no que escreveste agora, claro que eu gosto de ti porque és brava e amas a liberdade e o mosaico variegado da floresta, como ente complexo ou metáfora, talvez metonímia

    ofereço-te com todo o gosto o Fogo do Céu quando chegar aí de volta, se quiseres, também me fazes lembrar Olímpia, depois arranjamos maneira de te fazer chegar a uma caixa postal

    é muito bom, depois se gostares segues por ti para os volumes seguintes

    logo boto-te aqui uma citação bonita

    agora vou girar, fica bem

  204. Minha cara Zazie, já pensava que os vergões que lhe tinham sido plantados no lombo pelos meus heterónimos, haviam provocado um efeito secundário nas suas falangetas, impedindo-a de bolçar as habituais cavalidades, não desfazendo.

    Esta pequena diversão, serviu apenas para lhe mostrar algo que provavelmente ainda não lhe passou pela cabaça, de tal modo a tem ocupada com a visão de si mesma: não é difícil entrar no seu estilo quezilento e insultuoso e “argumentar” ao seu nível.
    Largar meia dúzia da caralhadas, como Vossa Senhoria faz com indiisfarçável prazer, está ao alcance de qualquer borrabotas e conviria que percebesse, ainda que tenha de dar com um martelo na cabeça, que a maioria das pessoas desiste de argumentar consigo, não porque não saiba escrever coisas sublimes como “caralho…caralho”, mas porque não sente nisso qualquer prazer.
    A menina criou a imagem das “caralhotas” e está agora prisioneira delas.
    Provavelmente são essas as únicas ideias da sua autoria, porque quanto ao resto, limita-se a papaguear os vómitos ideológicos que lhe metem na cabeça à martelada.
    Claro que está no seu direito, a liberdade de expressão que estupidamente anda para aqui a relativizar, dá-lhe a oportunidade de dizer o que bem entender mas, como compreende, uma vez que vocaliza asneiras, sujeita-se a que os transeuntes lhe acertem o passo e lhe dêem caroladas na pinha.
    Poderiam ser do tipo físico, como parece achar natural, e se fizer questão, é só marcar encontro comigo que eu farei o sacrifício de lhe fazer a vontade.

    Quanto ao resto, é uma brincadeira de crianças desfazer em cavacos a sua pesporrência de pseudo-intelectual empaturrada na própria ignorância e aqui o py (z) tem-no feito com uma elegância notável, só comparável à subtileza com que lhe vai dando marretadas na cabeça, sem que você se aperceba.

    Não me pediu para lhe fazer o retrato, mas faço-lhe essa gentileza: a minha cara inimiga é um tipo de tolo que não suspeita de si mesmo e por isso não há maneira de o desalojar da sua tolice, e obrigá-lo a confrontar a sua visão grosseira das coisas com outros modos de ver mais subtis.

    Não é que seja algo novo. Não é. Sempre houve tolos como a menina.
    O que é uma novidade é que o tolo deste tempo proclama com orgulho o seu direito à tolice.
    E assim a temos aqui, com ideias taxativas sobre o que acontece e o que devia acontecer.
    Não tem orelhas porque nada precisa de ouvir. Tudo o que necessita está dentro da sua cabeça.
    É lá época de ouvir? Bora mas é sentenciar, julgar, decidir e sobretudo “caralhar”.

    E foi isso que os meus heterónimos lhe deram, à laia de espelho.
    Gostaria de pensar que lhe serviu de lição.
    Infelizmente os tolos não aprendem…

  205. Olha lá ó “Zazie”, já que falas em estrebarias e empregados de limpezas é porque então deves saber do que falas e ter prática nesse assunto: se não tens medo do anonimato e se tens coragem de dizer aquilo que escreves de VIVA VOZ e CARA a CARA e não escondida atrás de um computador, então é muito simples, combinemos um encontro num café ou num sítio público em Lisboa, Porto, ou noutro lugar…
    Por mim aceito já e já no próximo fdsemana!

  206. Está desvendado o mistério da Trindade neoconeira. Chamavam-se Lidador, Costa e Respect, mas são uma única pessoa. Ordinária, peçonhenta, monga, básica, analfabruta, aliás. Eles já são tão poucos, que têm por isso que de se desmultiplicar em vários heterónimos (que pretensão mais grunhóide, o palonço toma-se por Pessoa…) para parecerem muitos. Coitados…

  207. Pois é. Nem sabia. Mas há uma questão que te trai- é a velha mania estalinista de aferir todas as coisas pela etiqueta de proveniência.

    É que eu penso as questões em si mesmas. Se há quem chegue ao mesmo resultado que eu não vou agora mudar de ideias apenas porque não tenho afinidades ideológicas com essa pessoa.

    Tudo deve ser pensado individualmente- daí o meu pó ao tribalismo e à terraplanagem por catálogo da moda.

    Quanto ao Voltaire eu já disse o que tinha a dizer e estou-me nas tintas para o que os outros dizem.

    O que acho piada é a esta tua necessidade de ainda precisares de meter de novo o contador a zero para ver se consegues ganhar a 12ª parte do joguinho.

    Tu já estás arrumado- já te arrumaste a ti mesmo quando até terminaste dizendo que tudo isto era uam questão de oposição de argumentos e que os opositores de ideias (caricaturas) não deviam responder com bombas (terrorismo islâmico).

    E chamo assim, jogo perdido, porque foi o que tu fizeste. Não andaste em debate, andaste em jogo manhoso com tangas e desonestidade intelectual.

    A mim deu-me um ataque à black mamba e estraguei-te a brincadeira.
    Mas reconheço-te uma grande qualidade- por muito matreiro e troca-tintas que sejas, e gosto de tanguiar para ganhar joguinhos, não és flor-de-estufa e tens estaleca para a porrada sem precisares de entrar em devassas e fulanizações. E enxofras-te tanto com isto como eu.

    Nadinha. Aposto, estás aí como novo e pronto para a próxima

    “:O)))))

  208. Agora, o que vs. não conseguem fazer é defender em simultâneo a validade e interesse das caricaturas e do livrinho e a cultura ou elevação de qualquer assunto, seja religioso, seja político, seja cultural.

    E pior, não só não conseguem, como em se refugiando no “não é proibido” estão apenas a demonstrar que a liberdade de ideias se reduziria em capacidades de uns cuspirem nos outros e os outros retribuirem com cagadelas e assim por diante, tudo em nome da instrução e pedagogia de massas ou ensino histórico das criancinhas.

    Fora isso é o jacobinismo puro- “eu só sei o que fazer ou o que sou se abrir o dicionário ou vier no código penal”. Se não vem, lá então não há azar, quanto mais troglodita mais livre, o regresso ao macaco é o trilho darwinista da moda.

  209. Não, sobre o Voltaire nada disseste. Pode ser que venhas a dizer, mas quando directamente questionada, deve ter-te dado a travadinha.

    Quanto ao que achas ou deixas de achar, ao teu achadismo, não gasto uma caloria com ele. E não tem mal nenhum seres muito imaginativa.

  210. mas depois há sempre estes mongos para dar vontade de rir_ ò anormalzinho Curioso, esse apelido vem da parte de trás do pai ou da frente da rachinha da mãe?

    É que parece que a curiosidade teórica é tão interessante que foi a espreitá-los que ganhaste o gosto e o nick.

  211. Não disse?

    Então vai lá voltar a ler já que também me parece que tens umas pequenas dificuldades no uso do intelecto.

    Defenderei sempre a possibilidade de v. Senhoria contrariar as minhas ideias”. È mais ou menos isto que o Voltaire disse a um adversário de ideias.

    V.s, a começar pelo Bibiano e pelo Tiago Barbosa Ribeiro, que foram os grandes teóricos daquele abaixo assinado de caca, transformaram esta frase numa imbecilidade aplicada ao direito de na Dinamarca os jornalistas poderem insultar ou caricaturar o que bem entessem

    Pois volto a perguntar- quem é que os impediu? foi o governo? é que o que o Voltaire defendeu foi a liberdade política de todo o adversário de ideias não ser silenciado pelo Poder!

    Ora qual foi a censura no Estado da Dinamarca que impediu qualquer ideia que desgradasse o poder?

    Ou, qual foi o poder que impediu ser contrariado nas ideias?

    Quem é a V. Senhoria e quem é o Voltaire na dicotomia: “cartoonistas” cabeça a prémio?

    Quem?

    Quem é que é poder dentro de um país que impediu as “senhorias- que ainda não explicaram quem são” de dizerem o que quisessem?

    Ora responde lá, por desenho?

    Devem ter sido os famosos “opositores de ideias” que depois até são tão ordinários que em vez de criarem um jornal para fazerem caricaturas mais badalhocas, fazem ameaças de bomba.

    Que horror! e não se pode exterminá-los? a todos os malvados do mundo capazes de ameaçar com bombas?

    Meio planeta ao ar, já! para rebentar com estes malvados que nem dão a cara e depois não acatam as normas e leis de um país civilizado

    “:O))))

  212. Para além do tom elevado do “debate de ideias” noto aqui uma certa obsessão com essa coisa dos IPs e do quem é quem. Vindo do Euroliberal, criatura que parece também estar obcecada com a cabala judaica para dominar o mundo, não deixa de ter alguma graça

  213. Mas tens aqui a tua amiga leonarda que é uma grande filósofa e aposto que é capaz de explicar quem corresponde à Senhoria e ao Voltaire no tal paralelo mal parido entre “cartoonistas” bombistas ou imigrantes, ou o que lhes quiserem chamar.

  214. Agora o que tu tambem nunca conseguiste explicar foi o modo como sentes que um fradinho anafado é um símbolo religioso sem precisares de ir ao dicionário e dizes que o Maomé é apenas uma figura histórica do Islão, razão pela qual, aqueles bárbaros nem tinham qualquer motivo para se melindrarem com a caricatura- aquele gajo não era o Alá, nem o fradinho anafado, logo, deviam ter consultado o dicionário antes de serem tão bestas com aquelas manias de responder logo à bomba

    “:O)))

  215. zazie, és vítima de ti própria, como papisa da zazienite aguda. És tu que partes do princípio (lógico na tua lógica) de que os terroristas são muçulmanos ofendidos, e até com legitimidade para retaliarem à bomba ou à degola. Por isso achas que uma caricatura tem poder para ofender uma religião, tal e qual como se estivesses num tribunal do Santo Ofício a despachar bruxedos. E por isso não consegues perceber que os desenhos não foram atacados por serem ideologicamente adversos, mas por serem considerados blasfemos. Com esta evidência já não lidas, pois ficarias sem ter o que dizer. Repara: para um muçulmano, pode ser blasfemo o que fazes na tua vida privada, mesmo em blogues. Por isso te enervas, por isso dizes um chorrilho de disparates, e por isso não queres enfrentar a temática da auto-censura, da auto-inibição da liberdade de expressão – o móbil da publicação, desde o princípio.

  216. Ainda que tenham levado 3 anos até aparecer o tal plano que ninguem sabe em que consistiu mas que deu direito a deportação imediata dos suspeitos sem cidadania dinamarquesa.

    Na maior, aí até acho bem- deportação e mais porta fechada
    Agora vir-se com o famoso estado de Direito e justiça onde todos são iguais e inocentes até prova em contrário, sem sequer haver julgamento, o tanas.

    Por isso é que te disse e repito, enfia o Estado de Direito e a identidade de toda a gente pelo BI – aí mesmo- que isso é paleio de entertainer.

  217. És tu que partes do princípio (lógico na tua lógica) de que os terroristas são muçulmanos ofendidos, e até com legitimidade para retaliarem à bomba ou à degola.

    ó palhaço,vai à merda. Onde é que eu escrevi isso?

    Tu queres que eu diga mesmo o que achava que se devia ter feito ou que até faria se se passasse cá?

    Olha- é simples- um pano enxarcado nas ventas do do livrinho e uma corrida em forma de qualquer escola onde o gajo quisesse impingir o livrinho (se tivesse crianças numa escola onde isso sucedesse até era eu quem lhe dava com o pano nas fuças, no mínimo) e outros tantos panos enxarcados nos bêbados dos cartoonistas, com este ataque que aqui fiz, ao vivo, de todas as formas, em universidades, em tudo o que fosse necessário.

    E estou-me a guardar para o centenário da dita cuja. Espero estar bem vivinha para teoricamente fazer em cacos os mesmos com quem o Rui Ramos também já andou a treinar o tiro. E que o VPV também esteja fino que é o melhor ateu para arrumar jacobinos.

  218. Auto-censura devias tu fazer ao que te resta dentro dessa cabeçorra harekrishna-valuipana.

    Deves ter charrado demasiado incenso por engano e foi no que deu.

  219. E então, não respondes à 20ª resposta que te dei ao Voltaire?

    Para daqui a não sei quantos postes vires com a treta para quem não tenha topado que eu é que não respondi?

    O FV já te tinha dito que até te estava a poupar não te explicando a bacorada.

    Aliás, essa bacorada foi logo desmontada na altura do tal abaixo assinado do Kontratempos/Bibiano.
    E só prova a menoridade mental de quem passado este tempo ainda anda para aí a debitá-la.

  220. Ele há cada grunho por aqui. Este Valupateta (defensor do islamocídio que toca punhetas à pala do milhão de iraquianos exterminados por Bush) é um cretino compulsivo. É evidente que a prisão do tal historiador nazi é chocante porque é o ÚNICO caso em que a liberdade dos historiadores está penalmente cerceada. Por deferência ao miserável lóbi pencudo-sionista.

    Como jurista só aceito como legítimas normas gerais e abstractas, aplicadas a TODOS. Não normas exclusivas para pretensos “povos eleitos”. Ora se um nazi negar que assassinaram 27 milhões de russos com a sua guerra de agressão unilateral nem sequer é censurado ! E seria aliás um disparate. Um delito de opinião. Só os autores morais ou materiais dos massacres devem ser punidos.

    Para mais o Irving nem sequer negou o holocausto, mas apenas contestou alguns detalhes e o número total de vítimas. Com razão ou sem ela, é UM DIREITO INALIENÀVEL DE QUALQUER HISTORIADOR. Ou há liberdade científica ou não há democracia. Os pencudos estabeleceram como Estaline uma história oficial tutelada pelo código Penal. Um escândalo. O Supremo Tribunal espanhol já considerou inconstitucional tal entendimento num caso parecido ocorrido em Espanha.

    Foi isso mesmo que o Grande Ahmedinejad denunciou nos decadentes ocidentais:. Que permitem cobardemente a blasfémia contra Cristo, mas colocam no lugar de Deus o mito do holocaustozinho judeu, que esse já dá direito a prisão no ocidente. Por isso organizou a provocação dos cartoons sobre o holocaustozinho, para vingar os cartoons sobre Maomé (os únicos blasfemos, já que se pode caricaturar os muçulmanos e seus costumes mas não o seu Profeta, esse é INTOCÀVELl, sob pena, em tempo de islamocídio, de corte de goelas…

    Só um palhaço como ao Valupateta é que afirma que insultar uma Divindade ou um Profeta é liberdade de expressão. Filosofias pós-modernas da descontrução e da panasquice dão nesta decadência…porca miséria. Do Maomé tratam os muçulmanos. Mas se alguém insulta Cristo à minha frente mando-lhe logo uma bolada no teclado… e houvesse genocídio anti-cristão (como há actualmente contra os muçulmanos) tirava-lhe a tosse…

    Com não percebe isso é burro ou inventou uma nova forma de suicídio….

  221. Eis a tua confrangedora argumentação:

    “Pois volto a perguntar- quem é que os impediu? foi o governo? é que o que o Voltaire defendeu foi a liberdade política de todo o adversário de ideias não ser silenciado pelo Poder!

    Ora qual foi a censura no Estado da Dinamarca que impediu qualquer ideia que desgradasse o poder?

    Ou, qual foi o poder que impediu ser contrariado nas ideias?

    Quem é a V. Senhoria e quem é o Voltaire na dicotomia: “cartoonistas” cabeça a prémio?

    Quem?

    Quem é que é poder dentro de um país que impediu as “senhorias- que ainda não explicaram quem são” de dizerem o que quisessem?

    Ora responde lá, por desenho?”

    Na tua literalidade, e até comovedora singeleza de espírito (mas, afinal, só manha para passatempos blogosféricos), tu achas que o único poder em campo na questão relativa aos bonecos de Maomé é o poder institucional dinamarquês. Logo, Voltaire teria de se calar, pois ninguém impedia a livre publicação de desenhos e palavras, os quais até poderiam ser considerados ofensivos fosse para quem fosse.

    Depois, porque és caótica, esqueces que a invocação da frase atribuída a Voltaire foi feita em relação ao Theo. Era um argumento para se defender a actividade desse malogrado senhor.

    Por fim, na colagem que queres fazer aos cartoons, Voltaire é chamado para dialogar com os que preferiam que supostas ofensas religiosas fossem censuradas ou os seus autores fossem castigados, mesmo mortos. Por exemplo, o rapaz que matou Theo não devia ser adepto do livre pensamento, podemos até apostar que não seria grande leitor dos enciclopedistas. É aí que se invoca a tradição ocidental, a qual foi sempre à procura da separação entre política e religião. E Voltaire é uma das maiores figuras nesse corajoso trajecto. Como brincas à cegueira, não queres admitir que a liberdade de expressão é inibida pelo poder das ameaças terroristas, e por cobardes à nossa volta que as validam.
    __

    Euroliberal, tu trabalhas?

  222. Nao. meu demago, não era o Voltaire que tinha de se calar. tu é que tens de explicar quem é que o mandava calar ou quem é que ele disse a quem defenderia sempre o direito de atacar.

    É apenas isto. Mesmo com essa besteira que publicaçao de jornal é coisa onde se manda o que calha e nem existe director e escolha e selecção de artigos, mesmo dando o desconto à imbecilidade de lhe chamar liberdade de expressão a uma publicação jornaleira, quem foi o Poder que a impediu?

    Quem?

    É que tu és tão mongo, tão mongo, tão mongo que tanto dizes que quem queria impedir eram os imigrantes “opositores de ideias” como dizes que poderia haver- poderia haver, repito, não houve- houve encomenda nas calmas, feita e publicada nas calmas- quem a impedisse por ameaça de marcar na testa.

    Pois pode. E sempre houve essa possibilidade- agora responde ó meu grande toino- que raio de poder é esse e em que país fica para dizeres que é algo que tem de acatar o Estado de Direito de um país?

    Quem? o Bin Laden, por exemplo ?está impedido por leis do Estado de Direito de mandar com outra torre na América ou onde deitar a pata?

    É isso- conseguiste lei que impede alguem de ameaçar outrem. seja o marido corno, seja o lavrador ao vizinho, seja um mufti no cu de judas que nem sequer é país onde vive o ameaçado?

    Responde a isto meu toino.

  223. È que foi a isto que toda a gente que não é monga te respondeu educadamente e que eu agora vou repetir tirando-lhe a parte educada dada a falta de paciência-

    ò meu grande tolinho- impedir impediu-o a polícia- palerma! se queriam festejar alguma coisa eram todas as acções da polícia em toda a parte do mundo, sempre que actua a tempo.

    Mainada E quando ainda vens com aquela treta´ de pergunta à criancinha de 5 anos- “então porque é que até os outros jornais que não tinham apoiado, também publicaram agora a caricatura?”

    Resposta, em triplicado: porque nem os muçulmanos ligaram- porque toda a gente sabe o que e´corporativismo- daí que tudo quanto trabalha em jornais também tenha saltado a “defender” a republicação como se fosse grande avaria.

  224. O Theo Van Gogh, tal como aquele holandês que quer agora proibir o Corão na Holanda, era um porco nazi, que ao mesmo tempo que os mercenários holandeses caniches de bush massacravam muçulmanos no Iraque ou no Afeganistão, insultava os seus concidadãos muçulmanos chamado-lhes, repetidamente e em todos os meios de comunicação, fornicadores de cabras e pedofilos (Isto NÂO È LIBERDADE DE EXPRESSÂO, È APELO E JUSTIFICAÇÃO DO ISLAMOCÍDIO PARA O QUAL SÓ A PENA DE MORTE É JUSTA) . Queria-se certamente suicidar e acabou por consegui-lo.

    Também Brasillach, um bandalho collabo francês, se limitou a defender a sua “liberdade de expressão” ao escrever no seu pasquim nazi “Je suis partout” que os judeus deviam ser exterminados, incluindo as crianças. Ele nunca matou pessoalmente nenhum judeu, mas pela sua “liberdade de expressão” valupetiana e apelo ao genocídio levou em janeiro de 1944, após julgamento em tribunal de guerra, com 12 balas no coirão no poteau. É isso que a neoconeiragem assassina que apela histericamente ao islamocídio está hoje a arriscar… Atenção à Justiça ! Os antisemitas de hoje são antiárabes e islamocidas mas continuam a ser nazis…

  225. O teu desespero tem algo de comovente. Porque tu já percebeste o teu erro faz tempo, agora é que não dá para voltares atrás. Então, desembestas. Enfim, um bocejo.

    São os ocidentais ameaçados pelo terrorismo que tem de reafirmar o primado do Estado de direito, pois são eles que o estão a enfraquecer. Como o poderão afirmar? Assumindo a liberdade de fazer uma caricatura de Maomé, por exemplo. Porquê? Porque sim e por tudo e por mais alguma coisa. Logo, a publicação das caricaturas não se reduz à unidimensionalidade do teu pensamento (ou falta dele, no caso), antes toca em várias questões simultaneamente. Uma delas, a principal, é a da auto-censura. A outra é a da crítica política e sociológica a figuras (históricas, grupos, movimentos) que se reclamem identitariamente do Islão ou em relação ao Islão.

  226. E, já agora, nem sei porque é que não fizeste post aquando de mais um atentado que a polícia inglesa também disse que evitou ou mais 20 ou 30 ou 50 ou 100 em todo o mundo sempre que são desactivados.

    É que tu pareces ser tão palerma que acha que neste planeta existiram apenas 4 ameaças de atentados, sendo 3 com resultado- NY; Madrid e londres e um micro atentado a um cartoonista desactivado a tempo.

    Esta é que é a tua cronologia do terrorismo do século XXI .Apenas porque te lembraste de fazer post acerca do último e queres ficar na história à conta disso.

  227. ò caraças, se não fosse coisa a dar para o brejeiro e estar bem servida ainda te perguntava se sobrava alguma coisa de mais interessante dessa fúria toda que te vai para o teclado

    “:O))))

    Tu és maluqinho- ainda acreditas no efeito mágico e apotropaico dos cartoons.

    Em vez de um totem à porta nada como um cartoon para esconjurar o armagedão islâmico

    “:O)))))

  228. Para o Burro nazi Valupi:

    O TERRORISMO islamocida começou em 1948 e já vitimou em todo o Médio Oriente 4 milhões de muçulamanos. E estes têm o DIREITO de retaliar em legítima defesa na própria terra dos cruzados que os invadiram e massacraram (EUA, GB, Espanha de Aznar, etc.). TERRORISTAS são os americano-sionistas invasores. A resistência islâmica limita-se a exercer, nos termos legais, a LEGÍTIMA DEFESA contra os TERRORISTAS BUSHO-SIONISTAS que não respeitam os valores do estado de Direito (Guantanamo, voos CIA, Patriot Act, etc) nem o Direito internacional (nem a jurisdição do TPI sobre os crimes de guerra que cometem).

  229. O TERRORISMO COMEÇOU em 1948 em lugares como DEIR YASSIN, massacres que o NAZI revisionista Valupi nega !

    Early in the morning of Friday, April 9, 1948, commandos of the Irgun, headed by Menachem Begin, and the Stern Gang attacked Deir Yassin, a village with about 750 Palestinian residents. It was several weeks before the end of the British Mandate. The village lay outside of the area that the United Nations recommended be included in a future Jewish State. Deir Yassin had a peaceful reputation and was even said by a Jewish newspaper to have driven out some Arab militants. But it was located on high ground in the corridor between Tel Aviv and Jerusalem and one plan, kept secret until years afterwards, called for it to be destroyed and the residents evacuated to make way for a small airfield that would supply the beleaguered Jewish residents of Jerusalem.

    By noon over 100 people, half of them women and children, had been systematically murdered. Four commandos died at the hands of resisting Palestinians using old Mausers and muskets. Twenty-five male villagers were loaded into trucks, paraded through the Zakhron Yosef quarter in Jerusalem, and then taken to a stone quarry along the road between Givat Shaul and Deir Yassin and shot to death. The remaining residents were driven to Arab East Jerusalem.

    That evening the Irgunists and the Sternists escorted a party of foreign correspondents to a house at Givat Shaul, a nearby Jewish settlement founded in 1906. Over tea and cookies they amplified the details of the operation and justified it, saying Deir Yassin had become a concentration point for Arabs, including Syrians and Iraqis, planning to attack the western suburbs of Jerusalem. They said that 25 members of the Haganah militia had reinforced the attack and claimed that an Arabic-speaking Jew had warned the villagers over a loudspeaker from an armored car. This was duly reported in The New York Times on April 10.

    A final body count of 254 was reported by The New York Times on April 13, a day after they were finally buried. By then the leaders of the Haganah had distanced themselves from having participated in the attack and issued a statement denouncing the dissidents of Irgun and the Stern Gang, just as they had after the attack on the King David Hotel in July 1946. A 1987 study undertaken by Birzeit University’s Center for Research and Documentation of Palestinian Society found “the numbers of those killed does not exceed 120”.

  230. Um dos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial, é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.Os anti-semitas, disfarçados de “anti-sionistas” e “apoiantes da causa palestiniana”, largam a designação “Deir Yassin”, com ar profundo e indignado e, embora não tenham uma ideia clara do que realmente aconteceu, fazem conta que sim e avançam alegremente pelo velhíssimo caminho da demonização do judeu.

    Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada.
    A 13 de Março de 1948, uma companhia árabe, constituída predominantemente por iraquianos tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.
    Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
    Foram feitos avisos prévios à população de que devia abandonar a zona, agora transformada em objectivo militar, de facto a maioria da população saiu da aldeia.
    Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que, como sabemos, continua a ser usado tanto no Líbano como em Gaza.
    Os judeus responderam, e nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu pesadas baixas (50 homens) mas conseguiu finalmente neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
    Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.
    Reacção normal…sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.
    Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.
    A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes (incluindo os iraquianos) em consequência do fogo cruzado. Ou sejam, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia árabe que ocupou a aldeia.

    De onde vem então a ideia do “massacre”?

    Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e das manobras propagandísticas da ultima guerra com o Hezbolah: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “ nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade” .

    Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu no Verão passado com o “massacre” de Canaa, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.

    Neste caso o tiro saiu aos árabes pela culatra porque a distorção dos factos lançou o pânico nos felas, contribuindo para engrossar o número de refugiados.
    Isto foi confirmado num documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin.
    “Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus”
    (Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998)
    “A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram”
    (Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

    Aliás Arafat, na sua biografia autorizada, refere expressamente que os exageros das histórias sobre Deir Yassin acabaram por provocar um efeito contrário aquele que se pretendia.

    Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
    Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

    Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana” (ódio a Israel, em português).
    Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.

    Mas destes não reza a história…eram meros “porcos judeus”.

  231. O circuncizado mental Lidador, caniche da Mossad e dos porcos sionistas-apartheidescos vem agora com as suas teses revisionistas justificar e negar o massacre de Deir Yassin, um apenas entre as várias centenas de massacres de aldeias que levaram a cabo a LIMPEZA ÈTNICA DA PALESTINA iniciada em 1948 (crime contra a humanidade punível com pena de morte).

    O bandalho vem para aqui com mentirar e justificações “militares” grotescas. Esquece-se que os AskeNAZIS não são semitas nem palestinianos e NADA TEM A VER com a Palestina que invadiram ilegalmente como TERRORISTAS INVASORES E LADRÕES DE TERRAS alheias. Logo, todos as mortes que causaram (E EM DEIR YASSIN ABATERAM A SANGUE FRIO centenas de CIVIS PARA PROVOCAR O TERROR E O ÊXODO, COM VISTA À LIMPEZA ETNICA) SÃO crimes de guerra e contra a humanidade. nem INTERESSA CONSIDERAR MAIS NADA. ERAM TERRORISTAS EM TERRA ALHEIA, LOGO CRIMINOSOS DE GUERRA.

    TAL, aliás, COMO O BANDALHO NAZI-SIONSISTA Lidador que cinicamente vem negar os massacres.

  232. O que o revisionista nazi-sionista Lidador nega:

    The Deir Yassin massacre took place on April 9, 1948 when between 107 and 120[1] Palestinian Arabs, predominantly old men, women and children[2] living in the village of Deir Yassin (transliterated Hebrew: Dirat HaYasmin) near Jerusalem in the British Mandate of Palestine were killed by an Irgun-Lehi force. It occurred while Yishuv forces fought to break the siege of Jerusalem during the period of civil war that preceded the end of the Mandate. Contemporary reports gave an initial estimate of 250 killed

    Video sobre a Nakba:
    http://www.youtube.com/watch?v=9EAmtgfPz-k

    Video sobre Deir Yassin:
    http://www.youtube.com/watch?v=prLPvqttW9c&feature=related

    Massacre de Qiba em 1953 pela unidade do tenente nazi SSharon:

    On the night of October 14-15, 1953, this village was the object of an Israeli attack which was carried out by units from the regular army and in which a variety of weapon types were used. On the evening of October 14, an Israeli military force estimated at about 600 soldiers moved toward the village. Upon arrival, it surrounded it and cordoned it off from all of the other Arab villages. The attack began with concentrated, indiscriminate artillery fire on the homes in the village. This continued until the main force reached the outskirts of the village. Meanwhile, other forces headed for nearby Arab towns such as Shuqba, Badrus and Na’lin in order to distract them and prevent any aid from reaching the people in Qibya. They also planted mines on various roads so as to isolate the village completely. As units of the Israeli army were attacking the village residents, units of military engineers were placing explosives around some of the houses in the village and blowing them up with everyone in them. This attack continued until 4:00 A.M., October 15, 1953, at which time the Israeli forces withdrew to the bases from which they had begun.

    This terrorist attack resulted in the destruction of 56 houses, the village mosque, the village school and the water tank . Moreover, 67 citizens lost their lives, both men and women, with many others wounded.

    Terrorist Ariel Sharon, the commander of the “101” unit which undertook the terrorist aggression, stated that his leaders’ orders had been clear with regard to how the residents of the village were to be dealt with. He says, “The orders were utterly clear: Qibya was to be an example to everyone

  233. Olá Lidador!, já há muito que não nos lambíamos a falar numas lampreias, ou a rir com o nosso amigo Benjamim. Viu aquela do ‘corrector ortográfico’ que amandei ao Nik? Aprendi-a consigo uma vez que a mandou a mim, e achei de esperto, eheh. Também gostávamos de fazer caretas às hienas no Krueger, eu lembro. Mas olhe que eu embora odeie (eu sei que é pecado mas paciência) os terroristas islâmicos continuo a achar que a invasão do Iraque foi um erro, mas paciência isso já foi, agora é tentar que o futuro seja o melhor possível e aí vou egoísta: que não façam mal aos que mais perto estão do meu coração, que os outros nem percebo bem, e talvez me aguente sem atirar alephs contra os shahab.

    Desta vez safei-me daí para vir tropicalar sururu e caruru mesmo a tempo de não atacar as lampreias que até fico um raposo apanhado a lamber os beiços e as vibrissas com o gold a arder no bolso e fico envergonhado a pensar se não é uma lambuseira em extinção.

    mas eu sou mesmo amigo da Zazie, nesse país onde a frontalidade é uma inconveniência, ela é uma raridade, diz muita besteira quando está brava mas quando está meiguinha fala coisas que ninguém mais fala e eu fico a pensar meses

    está aqui a citação prometida:

    «Mas não poderia haver erro maior e mais fatal do que os felizes, os bem logrados, os poderosos de corpo e alma começassem a duvidar assim do seu direito à felicidade. Fora com esse ‘mundo ao avesso’! Fora com esse debilitamento do pensamento!»

    Nietzsche

    Genealogia da Moral: uma polêmica, São Paulo: Cia de Letras, 1998, pag. 114

  234. eu essa coisa dos factos históricos que vcs relatam no historial do conflito israelo-palestiniano nem consigo acompanhar, genericamente não há factos puros mas apenas factos interpretados, e eu não sei quem fala verdade a ponto de poder subscrever.

    bem agora vou passear com o meu amigo lobo que fazemos uma boa parelha e o gato ainda é o mais safadinho

  235. “O Theo Van Gogh, tal como aquele holandês que quer agora proibir o Corão na Holanda, era um porco nazi, que ao mesmo tempo que os mercenários holandeses caniches de bush massacravam muçulmanos no Iraque ou no Afeganistão, insultava os seus concidadãos muçulmanos chamado-lhes, repetidamente e em todos os meios de comunicação, fornicadores de cabras e pedofilos (Isto NÂO È LIBERDADE DE EXPRESSÂO, È APELO E JUSTIFICAÇÃO DO ISLAMOCÍDIO PARA O QUAL SÓ A PENA DE MORTE É JUSTA) .”

    NÃO É VERDADE, o porco nazi Theo van Gogh não chamava aos seus concidadãos ‘fornicadores de cabras’, isso é uma tradução ad usum delfini, provavelmente do Fernando Venâncio, CHAMAVA-LHES PIOR:

    A quinta coluna dos enraba-cabras…

    mas não a todos os muçulmanos, só aos fascistas como você meu caro. Porque há uma coisa que você não percebe, porque é um racista convicto, é que os muçulmanos são pessoas como as outras e já há cada vez mais dissidentes – mais muçulmanos que têm a mesma opinião que o Theo van Gogh sobre o Islão.

    E acerca dos pedófilos, isso é a sua imaginação galopante, ou então ouviu isso da Zazie, mas a Zazie já admitiu no FIEL INIMIGO que estava a confundir com o ângulo recto, que também ferve a 90º…

    E outra coisa, o Theo van Gogh tinha pelo menos os tomates de assinar aquilo que dizia com o próprio nome e dava muito democraticamente espaço no seu próprio blogue (De Gezonde Roker) aos fachos muçulmanos, como o meu amigo, para lhe chamarem o que eles queriam – a escolha era normalmente porco nazi.

  236. Caralho, enganei-me a transcrever! É uma chatice de uma responsabilidade as citações e eu já faço curtinhas para tentar controlar o máximo o respeito ao autor

    Não é:

    «Fora com esse debilitamento do pensamento!»

    Mas sim:

    Fora com esse debilitamento do sentimento!

    ———

    eskupa lá ó Nietzsche mas tu mereces uma pycadela, para já porque se não concordas com a primeira que eu escrevi vais-te foder também e depois eu tenho muita paciência com as tuas consoantes ficas já a saber

  237. “…AskeNAZIS não são semitas nem palestinianos…”

    Se esssas pessoas não são judeus de origem, então não são descendentes de Israel.
    Se não são descendentes de Israel, então são descendentes de Ismael.
    Se são de Ismael, então também têm o direito a viverem lá ou lá perto.
    Penso eu de que.

  238. Carmo da Rosa: outro porco nazi-sionista, reles blogueiro neoconeiro e islamocida, que foi para a Holanda mancumunar-se com a quinta-coluna anti-europeia dos nazis que querem proibir o Corão e exercer o seu direito à “liberdade de expressão” chamando aos seus concidadãos muçulmanos (um milhão) “a quinta coluna dos enraba-cabras”…Depois admirem-se que tenham limpado o sebo a esse porco nazi…

    Logo eles que quase todos se enrabam uns aos outros naquele enrabadouro e sala de chuto gigante que é a Holanda !

    E o nazo insultava também o Profeta Maomé chamando-o pedófilo (ele casou-se com Aisha quando esa tinha 9 anos mas só consumou o casamento após a puberdade desta, costume que era comum a toda a humanidade numa época em que as mulheres raramente chegavam aos 30 anos e em que era preciso
    procriar o mais cedo possível, por razões de sobrevivência da espécie).

    Mas fazer tal acusação é o cúmulo do desplante, logo na Holanda, país pedófilo por excelência em que até já há um abaixo-assinado a correr para legalizarem a pedofilia !!! Além do mais há terroristas cruzados holandeses e caniches de Bush a massacrarem muçulmanos em terra sagrada do islão.

    Esta gente vai acabar mal, são suicidas inconscientes porque ofensas destas só se lavam com sangue…

  239. Ora viva py. Vim aqui porque o carmo da rosa passou a msg de que andava aqui uma tal zazie a varrer toda a gente à caralhada.

    Confirmei que assim é e aproveitei para lhe dar algum do seu próprio remédio, mas a vacarrice não tem cura e eu não tenho pachorra para a luta na lama, com teclados de permeio.

    Reparei tb que você a vai azoando com alfinetadas tipo acupunctura, fazendo-a rabichar um bocado, enquanto dura o efeito do sedativo.
    Mas ruminante que se preza, só está bem a ruminar, que é para isso que tem bandulho.

    Quanto às lampreias, está na altura.
    Enquanto duram e a barragens escasseiam.
    Depois…só liofilizadas.

    Felicidade na sua relação sado-maso com a zazie caralheta.

    Ah…aquele texto sobre Deir Yassin é meu, está no meu blogue, mas não fui eu que o coloquei aqui.
    Mas ainda bem que alguém o fez, acertando uma valente pazada na mona do imbecil que faz santa aliança com a zazie caralheta.

    A do corrector é boa, não?

    Outra táctica boa nestas tricas, é nunca usar a 1ª pessoa e evitar tb falar em nome de colectivos.
    A zazie caralheta, apesar de um bom reportório de frases de lota, não tem disciplina táctica. Um dia que tenha tempo, vou à procura dela para a pôr a pintar à pistola.

    Agora tenho mais que fazer….estou numa matemática, o que lhe deve dizer alguma coisa a si, pelo que sei.

  240. AT, você é ignorante e confunde ser judeu (designação religiosa para os aderentes do judaísmo9 de askenazin (designação étnica do maisor grupo judeu, 90%, não semita mas de origem turco-Kahazar (da Asia Central). Há judeus de todas as raças: negros da Etiópia (falachas) indianos do Kerala, sefarditas ou árabes (os únicos que são semitas, não se distinguindo fisicamente dos outros árabes e cujos antepassados viveram na Palestina mas que depois se converteram maioritariamente ao cristianismo e islão) e askeNAZIS, a maioria vindos da Asia central e (mais tarde ) do leste e centro da Europa (só esses é que tem o nariz grande). Repito a lição:

    Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…

    Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longinquo: são os descendentes dos poucos judeus do séc I que não se converteram ao cristianismo e foram expulsos por Tito no ano 70. Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.

    Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…

    Ver, v.g., a obra de Arthur Koestler, judeu askenazin, “a 13ª Tribo” onde tudo está explicado…

  241. “o Profeta Maomé chamando-o pedófilo (ele casou-se com Aisha quando esa tinha 9 anos mas só consumou o casamento após a puberdade desta”

    Ó liberal, e você estava lá?

    Ah desculpe, já me estou a lembrar de ter lido algo sobre o assunto do Arabista Hans Jansen. Ele faz realmente a descrição de um tal Eu-ro bin al lib’ Ral da tribo dos el fach, que na altura do acto segurou o zeb do profeta (Paz à sua alma) para ajudar a penetrar na Aishazinha. E depois do acto consumado limpou o zeb do profeta à sua própria jilaba…

  242. Ò camarada (parece que os nazis se tratam assim, não ?) Carmo da Rosa (a propósito: não acha este nick um pouco abichanado ?), essa história está na internet e em qualquer livro sobre a vida de Maomé. E basta saber história para saber que na Antiguidade e Ídade Média (e ainda mesmo no séc. XIX) isso era comum. Quase todos os nossos reis eram “pedófilos”. Alguns casavam com princesas de 5 anos e depois esperavam pela puberdade para consumarem o casamento. Hoje as mulheres só começam a ter filhos numa idade em que na altura já eram viuvas ou tinham deixado um viuvo.

    Mas os grunhos ignorantes nazi-sionistas são mesmo assim. Se não fossem grunhos ignorantes, não seriam nazi-sionistas, não é ? E você também é dos que foi para a Holanda para abafar a palhinha ? Ou foi mais a passa à descrição que o seduziu ? Isso por aí está a ficar cada vez mais apanascado. Agora até vão acabar com as meninas das vitrinas, a única coisa que salvava um pouco a honra do convento…

  243. “Carmo da Rosa (a propósito: não acha este nick um pouco abichanado ?)”

    Eh homem dum cabrão, você tem os defeitos todos: é facho, racista, é contra os homossexuais, é puntanheiro, é contra a passa, é contra os americanos, é anti-semita….. não me diga que é corcunda que eu não acredito?

    “você também é dos que foi para a Holanda para abafar a palhinha?”

    ah! e você que tem a ver com isso (isto deve ser lido com a entoação da voz do Carlinhos da Sé) ?

    “Isso por aí está a ficar cada vez mais apanascado.”

    Por acaso não! Devido aos seus camaradas islamo-fascistas isto está cada vez pior para os homossexuais…

  244. Olhe ó camarada Carmo Pink, e diga lá aos seus amiguinhos que não venham todos no Verão bronzear a peidola para o Camarido em Moledo…eh pá, aquilo é uma praia gira e está a ficar com uma fama desgraçada de enrabadouro estival. Porra, que vocês nem sabem deitar as camisinhas para os recipientes…

    Mas se vier com amiguinhos daquele partido gaynazi que quer proibir o Corão, diga-me antes que eu mando lá uns amigos “enraba-cabras” cá com uns bacamartes…acho que umas boas injecções de pirocaína moura é capaz de ser mesmo o melhor para vos curar do vosso antisemitismo…

  245. “…Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares …”

    Creio que no corão, ao fim e ao cabo, todos são descendentes de Israel e de Ismael.
    E esses creio que fossem da zona.
    Só isso.

  246. AT, leia isto. É do Koestler, um judeu askenazin. A Tora ou a Biblia não são para interpretar à letra em questões históricas. Os judeus de que fala a Biblia eram apenas os semitas (hoje chamados arabes de religião judaica ou sefarditas) que quase desapareceram por conversão. O grosso dos judeus (seguidores do judaismo) de hoje e em Israel são askenazins (mão são semitas) descendentes do Império Khazar, convertido ao judaísmo no séc VII. São eles que asseguram quye o judaísmo não desaparecesse pela comncorrência do cristianismo e islamismo.

    http://www.christusrex.org/www2/koestler/

  247. P.S. Ó Carmo Pink, desculpe a sugestão de há pouco, mas pensei que se eles são “enraba-cabras” também podem enrabar uns CABRÔES nazi-sionistas, a coisa tem lógica, não acha ?

    E por falar em enrabadelas, parece que o EURO ultrapassou hoje a cotação de 1,5 dólares e se prepara para montar o pobre dolar de uma forma determinante. Más notícias para a neoconeiragem…

    “Euro ultrapassa pela primeira os 1,5 dólares
    O euro atingiu hoje o valor de 1,5 dólares, o mais alto de sempre desde o lançamento da moeda única em 1999. A subida, no final da sessão em Nova Iorque (cerca das 22h30 horas em Lisboa), foi provocada por novos receios sobre a economia americana” -Público

  248. Ó z, essa tua graçola do “corrector ortográfico” tinha-me passado despercebida, mas eu só pretendi mostrar-te que a única coisa que tu fixaste realmente bem do Pim Fortuyn foi ele ser gay, o resto estava tudo errado. E isto porquê? Porque, para a mafia gay, ser da irmandade conta logo a 50%, pelo menos, para uma boa reputação. Essa coisa importante de dar o rabo é critério cimeiro na apreciação das pessoas pela dita mafia. Ora eu penso que, por me chamar Manel, não tenho que dar especial importância a alguém também se chame Manel.

    Mas por acaso até estás a precisar dum corrector ortográfico, veja-se o fiasco da citação do Nietzsche.

  249. “…É do Koestler, um judeu askenazin…”

    Mas acreditas nos judeus e ainda por cima askenazins?

    A Bilblia e a Tora não são interpretados à letra. Mas o corão é.
    E, salvo erro no islão, na origem estão Israel e Ismael que eram da região.

    Se os palestinianos têm direito porque estão afastados há 60 anos, mais direitos têm os outros descendentes de Ismael, porque estiveram muito mais tempo afastados.

    E ainda há mais argumentos.
    Se os que lá estavam foram convertidos e arabizados pela palavras de maomé, então estes também o serão. Ou não queres que tenham essa oportunidade?
    Se não queres, então estás a insultar o alcorão, maomé e alá.
    Grave pecado.

  250. Ó AT, n~ºaom seja burro. leia o que lhe disse que está tudo bem explicado. O judeus não são um povo,são yuma comunidade religiosa (como os cristãos e muçulamnos. Ertnicamente podem ser pretos, semitas, turco-askenazins, indianos, etc. loiros de ohlos azuis ou de tez árabe e medio-oriental. Religião não é etnia. E o facto de professar uma religião originária da Palestina não dá direito a ocupá-la. senão os filipinos ou chilenos cristãos tambémn teriam direito a isso. A Palestina é pois dos ETNICAMENTE PALESTINIANOS, SEJA QUAL FOR A RELIGIÂO DELES (MUÇULAMANA, CRISTÂ OU JUDAICA) . É a solução (ONE MAN; ONE VOTE; ONE LAND) que muitos judeus e muçulmanos defendem, incluindo o Hamas e o Irão. A única solução viável.

    Não seja BURRO. A Palestina não é dos judeus. É dos habitantes autóctones da Palestina, tenham eles a religião que tiverem. Só os judeus sefarditas é que têm algo a ver (embora longinquamente) com a Palestina. Mas são só 10%. A maioria dos judeus, os 90% que são askeNAZIS, NADA TEM A VER COM A PALESTINA. Nunca a viram mais gorda. Tem tanto vêr com ela como os chineses. E É UM MISERÁVEL CRIME CONTRA A HUMANIDADE MASSACRAR E EXPULSAR A POPULAÇÃO AUTÓCTONE, MUÇULMANA E CRISTÃ, que aí vive há milhares de anos para dar lugar a estrangeiros com raças completamente diferentes dos semitas, unico povo que habitou até hoje a região, independentemente da religião professada.

    De qualquer modo 1500 milhões de muçulmanos estão prontos a esmagarem a besta sionista e o seu regime nazi de apartheid para libertar a Palestina e o seu povo. É o que acontecerá inexoravelmente.

  251. Ó AT, n~ºaom seja burro. leia o que lhe disse que está tudo bem explicado. O judeus não são um povo,são yuma comunidade religiosa (como os cristãos e muçulamnos. Ertnicamente podem ser pretos, semitas, turco-askenazins, indianos, etc. loiros de ohlos azuis ou de tez árabe e medio-oriental. Religião não é etnia. E o facto de professar uma religião originária da Palestina não dá direito a ocupá-la. senão os filipinos ou chilenos cristãos tambémn teriam direito a isso. A Palestina é pois dos ETNICAMENTE PALESTINIANOS, SEJA QUAL FOR A RELIGIÂO DELES (MUÇULAMANA, CRISTÂ OU JUDAICA) . É a solução (ONE MAN; ONE VOTE; ONE LAND) que muitos judeus e muçulmanos defendem, incluindo o Hamas e o Irão. A única solução viável.

    Não seja BURRO. A Palestina não é dos judeus. É dos habitantes autóctones da Palestina, tenham eles a religião que tiverem. Só os judeus sefarditas é que têm algo a ver (embora longinquamente) com a Palestina. Mas são só 10%. A maioria dos judeus, os 90% que são askeNAZIS, NADA TEM A VER COM A PALESTINA. Nunca a viram mais gorda. Tem tanto vêr com ela como os chineses. E É UM MISERÁVEL CRIME CONTRA A HUMANIDADE MASSACRAR E EXPULSAR A POPULAÇÃO AUTÓCTONE, MUÇULMANA E CRISTÃ, que aí vive há milhares de anos para dar lugar a estrangeiros com raças completamente diferentes dos semitas, unico povo que habitou até hoje a região, independentemente da religião professada.

  252. Desculpem, mas com as dezenas de extensos e pedagógicos comentários que postei aí para trás, virem-me ainda com bacoradas sobre a Bíblia e o os filhos de Israel e de Ismael, só pode ser caso de burrice grave. Sobre a história mandam os historiadores e não a Bíblia. O Mundo tem cerca de 15 biliões de anos e não 6.000 como diz o Livro. Que aliás não confia em nenhuma parte qualquer terra aos seguidores de uma religião. Isso é matéria do direito internacional que considera crime contra a humanidade as limpezas étnicas. iSSrael é uma entidade ilegal à espera de despejo. Mainada. E se as três religiões nascidas na Palestina (Maomé também subiu aos céus em Jerusalém/Al Qods tal como Cristo) dessem a todos os seus seguidores ( – 3,5 biliões de crentes dos quais SÓ 12 milhões são judeus) o direito de viver na Palestina depois de limpa da sua população autóctone, não sei como se poderiam instalar 3,5 biliões de pessoas em pouco mais de 20.000 km2… O sionismo (regresso de todos os judeus à Palestina) é pois um MONUMENTAL DISPARATE E CRIME CONTRA A HUMANIDADE POIS PRESSUPÕE A ERRADICAÇÃO DE UM POVO E O SEU GENOCÌDIO LENTO EM GUETTOS.

    Até porque 90% dos judeus (os askeNAZIS, sic !!!) nem sequer regressam lá porque os seus antepassados nunca de lá partiram. Não são semitas, têm origem asiática, são etnicamente completamente distintos dos semitas (Já viram um semita louro ?, mas muitos askenazins são louros e de olhos azuis…). São terroristas estrangeiros e invasores a escorraçar. Ponto. Ou melhor: a enforcar, porque são criminosos.

    E admira-me que cristãos (!!!) queiram atribuir a terra de Cristo aos seus assassinos, implicando isso a expulsão/roubo/assassínio/guetização de muitos cristãos palestinianos. Trata-se de uma quinta coluna de traidores-colaboracionistas (os tais neo-coneiros e pró-sionistas que por aqui pululam) que precisam de ser tratados convenientemente…

  253. Buxecos, vocês têm de aceitar que têm uma grande ignorância sobre as questões do Médio Oriente, facilitada aliás pela barragem de desinformação e falsificação históricas do lóbí nazi-sionista, e que por isso devem informar-se. É também para isso que aqui ando a comentar. Aproveitem.

  254. Para conhecer o terror que vigora nos guettos-bantustões da ditadura sionista-apartheidesca apoiada pela neoconeiragem cruzada:

    Conversations with History: Occupation and Terrorism, with Amira Hass

    Host Harry Kreisler welcomes Israeli journalist Amira Hass for a discussion of the Israel occupation, Palestinian terrorism, and the consequences of the conflict for the daily lives of both Israelis and Palestinians. Series: “Conversations with History

    http://www.informationclearinghouse.info/article14678.htm

  255. ó ‘corrector ortográfico’ deves ser ‘anal retentivo’ pá, é um síndroma de quem é muito comichoso com tudo. Como eu não sou, não conheço o remédio adequado, mas andar a pé e muita água é sempre bom.

    A citação do N. não foi fiasco nenhum, foi um complemento bem sucedido.

    A grafia do P. F. dá nas duas versões abundantemente.

    Isso do gay tu é que enfatizaste, eu falei ‘homo’ e coloquei no mesmo plano das outras referências

  256. ó Nik, mas agora falando mais sério: é verdade que há sempre uns assassinos homófobos disponíveis e essa fobia é muito motivadora, em homo frustrados e ressabiados que odeiam os que praticam. Nem é tanto a questão do sexo, é mais odiarem-se secretamente a si próprios e portanto aos outros.

  257. ó cabrão de tricheur, pensas que me esqueci de ti? agora que o euro passou a barreira dos 1,5 dollars se não baixas as taxas de juro vais levar com uma rebelião.

  258. Caríssimas Ana Cristina e Susana,

    “É um pouco difícil conversar com pessoas que antecedem a apresentação de qualquer ponto de vista com um chorrilho de insultos a quem não estiver de acordo.”

    “ana, só um pouco?”

    Estava a pensar na mesma coisa!
    Como é isto possível?
    Um excelente artigo, corajoso, sobretudo para quem me parece ser de esquerda (estou-me a basear na tipologia da Zazie) e acaba nisto, num bacanal de insultos.

    E o mais grave é que eu também me deixei arrastar prá lama por este Euroliberal, porque, no início, pensei tratar-se, embora virtual, de uma pessoa de carne e osso…

    Mas neste momento estou absolutamente convencido tratar-se de um vírus muito bem programado. Programado para reagir a certa terminologia, com pequenas variações mas sempre da mesma forma – típico de uma máquina.

    Mal reconhece a palavra AMÉRICA ou AMERICANOS zás, despeja: buxecos, neo-coneiros, imperialistas. Vê Judeus ou Israel e pumba: nazi-sionistas, askeNazis, islamocida…

    E como provavelmente também foi introduzido no programa que o Aspirina B (segundo as más-línguas) é um blogue da esquerda homossexual, o vírus, como se pode verificar diariamente, usa e abusa de expressões ou insultos referentes a estas práticas, ou aquilo que o programador julga ser estas práticas… e aí temos toda uma panóplia de insultos em que até mesmo neologismos como gay-parade não faltam… Mas também gíria popular de jovens que frequentam cabarés de província, como ‘peidola’ ou ‘pirocaína’…

    Tenho muita pena mas não posso explicar-lhes como é que isto funciona tecnicamente, mas sei da existência…

  259. Euroliberal, dizes que o Mundo tem 15 biliões de anos (e não 6.000) e que há 3,5 biliões de crentes no total das religiões do Livro. Tendo em conta que te baralhas (é o Universo e não o Mundo que terá à volta de 12 mil milhões de anos, ou é o Mundo e não o Universo que teria 6.000 anos), e tendo em conta que usas a nomenclatura em vigor no EUA (em Portugal e na Europa não usamos bilião para designar mil milhões), podemos concluir, vá lá, não que sejas um agente a mando do Bush vindo para aqui ofender o Islão (pois te acho mais com pinta de seres pago pela Mossad, tal como o AT já demonstrou aí em cima), mas que, enfim, no que toca à estupidez tu sejas um bucha?

  260. Acho muitíssimo perigoso para a comunidade gay andarem a identificar gay=nazi-sionista… depois queixem-se se a homofobia aumentar através do anti-nazi-sionismo. Julgo que deve ser possível levar no cu sem ser necessariamente um FDP islamocida. Acho eu…

  261. É exactamente o mesmo que se passa com muitos judeus que apoiam cegamente o nazi-sionismo-apartheidesco. E depois queixam-se que o “anti-semitismo” (erro: semitas são os árabes) está a aumentar… Não será o anti-nazi-sionismo que está a aumentar ?

  262. “Mas neste momento estou absolutamente convencido tratar-se de um vírus muito bem programado. ” – diz o Pink

    Bingo, Pink ! Você afinal é inteligente, não tanto como um computador com um vírus bem programado a partir das imagens de um satélite espião, como eu, mas quase… É isso, sou um Deep Blue made in Iran, o último grito da tecnologia em matéria de guerra psicológica na internet…

  263. Os FDP dos rotos holandeses estão cada vez mais racistas. Pode ser que se fodam…

    El ‘burkini’ resbala en las piscinas holandesas
    Dos mujeres han sido obligadas a abandonar instalaciones deportivas por vestir el traje de baño musulmán
    ISABEL FERRER – La Haya – 27/02/2008

    El burkini, traje de baño musulmán que cubre brazos, piernas, cabeza y cuello de la mujer, ha irrumpido con polémica en las piscinas holandesas. Fabricado en poliéster, absorbe poca agua, se seca rápido y resiste el cloro, pero sus usuarias desconciertan al resto de los bañistas.

  264. ò MP-S,

    Então? não apareces para fazer o balanço?

    O que tem a dizer desta sequência que até acaba como eu tinha adivinhado- com kipo-zionismo rabichal de latex?

    hummmm?

    nada?

    Já estava à espera que o teu Deleuze não tivesse nada para dizer. Por isso é que ele está a fazer tijolo e até foi mais outro idiota útil que contribuiu para o poder do pink-latex que é sucedâneo do nazi-necrófilo.

  265. Sempre foi disso que se tratou- reflexos de espelho.

    Só que, como dizia o outro amiguinho, ò MP-S, a história repete-se: primeiro como farsa, segundo como tragédia- neste caso de agit prop, apenas como tragi-comédia.

  266. o mais engraçado é que “é isto que preocupa os pinks de latex mas é para terrinha dos “enraba-cabras” que gostam de ir fazer turismo gay- aquilo por lá é só pechinchas.

  267. AMOSTRA DE VERSOS DO NOVO PROFETA DO EUROLIBERALISMO SEM BURKAS:

    Venerador, acha ele que:
    “Maomé também subiu aos céus em Jerusalém/Al Qods tal como Cristo”

    Mas o seu lado bom (o de jurista ) decide::

    “a enforcar, porque são criminosos”.

    No entretanto, atento ao mercado de cu e moeda:

    “O EURO ultrapassou hoje a cotação de 1,5 dólares e se prepara para montar o pobre dolar de uma forma determinante”.

    E, com fartura, mais ao de cu que ao de moeda:
    “Julgo que deve ser possível levar no cu sem ser necessariamente um FDP islamocida”

    “diga lá aos seus amiguinhos que não venham … bronzear a peidola para o Camarido em Moledo…

    “eh pá, aquilo é uma praia gira e está a ficar com uma fama desgraçada de enrabadouro estiva”.

    “Na Holanda é quase tudo (panasca)”

    E,conhecedor por dentro dos métodos da Mossad, deixa cair o véu:

    “o último grito da tecnologia em matéria de guerra psicológica na internet…”

    ASSIM NUNCA CHEGARÁS A IMÃ, EUROLIPO.! E NÃO APAREÇAS EM TEERÃO PARA TE MATRICULARES EM CURSOS NOCTURNOS, SENÃO LEVARÁS NO MÍNIMO MEIA DUZIA DE BOAS VERGALHADAS NA NALGUEIRA POR SERES MALCRIADO QUANDO FALAS DE DEUS. MAS TAMBEM PODE SER QUE TENHAS A SORTE DE ELES TE TROCAREM POR 10 OU 20 PRISIONEIROS PALESTINIANOS. JÁ TEM ACONTECIDO EM HISTÓRIAS DE ESPIÕES E GUARDAS REPUBLICANOS Á PAISANA

  268. Um computador Deep Blue trabalha computando…sempre em regime de free lance para o Tio Bin, a Al Manar, a Al Jazeera, etc… Proximamente poderei ir trabalhar para o Hussein na Casa Branca…é a vida…

  269. Ó Eurolipo,

    Miss.O material da Pink Swastika já aqui foi discutido há uns meses atrás, senão me engano. Vê lá se tens mais algumas novidades no saco.

    De acordo, esses gajos tinham muita panascada à mistura. Achas que é muito diferente por essa Europa fora, nos recantos escondidos do poder, com o teu Direito a dar-lhes cobertura moral, no respeito pela Lei e modernização dos costumes?

    Manda mais. Adoro ler-te sem as analidades desnecessárias. Esse tipo de linguagem nem a ti próprio te convence, alem de que poderás ser repreendido pelos especialistas de psicologia interneteira do lado de lá do talassus.

  270. ehehe

    o Valupi disfarçou-se de adeus eurolipo

    ahahahah

    E eu à espera que ele se mascarasse de samurai goattho

    “:O))))

    Vs. são muito engraçados. E sorte a nossa (e principalmente a deles) que é apenas tudo de carnaval

  271. Acho que não, Susana mas tu é que tens as chaves dos bastidores e ninguém aqui queria devassas, apenas uma laraxa com piada.

    E nem há azar no caso da linguagem ser igual, particularmente no “venha mais”.

    Até porque a questão era outra e está aí nos links do jogo de espelhos. O Valupi nem entrava na história.

    Mas entravam os jogos e os links que eu deixei: islamofobia-naziosionista/gay e suas variantes, particualrmente bem tratadas pelo Orlavo de Carvalho

    http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/74

    Podes entreter-te e ficar um pouco mais documentada destes fenómenos onde a ex-vítima se torna o novo carrasco. E, particularmente, o motivo pelo qual existe tanto gay/latex a apoiá-los.

    Os partidos existem; os movimentos também. E os idiotas úteis fazem de madrinhas como se tudo fosse coitadinho discriminado por tabu.

  272. mas pressenti algum nervozinho miudinho, com isto, lá isso pressenti. Ainda que a indirecta até fosse para Labrador/latex que me ameaçou fisicamente noutro lugar.

    Parece que acertei. E só estranho que não tenha havido mais gente a acertar porque aquilo tem GiM caracther à Pulp Fiction a cheirar à distância. O resto basta alternar a suástica pela estrelinha que vai dar ao mesmo. Sempre foi assim- jogos de reflexos quando a coisa entra na obsessão patológica com “povos amigos e povos imimigos”.

  273. De qualquer forma podes ficar tranquila- também já deitaram a pata às orientações da UE e o lobbie até é o mesmo.

    Hoje em dia o trabalho de sapa dos grandes tarados consegue truques destes- organiza-se em lobbies, cria partidos, e depois tem sempre o satélite de minoria de sexualidade alternativa para se proteger.

    Mas que são estes os grandes tarados de sempre, de todas as histórias, de todos os abu Grahibs, de todas paranóias racistas, são.

    E abrirem os olhos para isto é que v.s nunca conseguiram- Só têm um e está virado para o único lado que o antolho permite.

  274. Aí atrás apareceu um “nik” corrector ortográfico a dizer uma grande verdade e apenas a um inofensivo facciosimos onde 50% já está empenhado se for do “clube”.

    O problema é com os outros- onde 100 já está comprometido nos 2 clubes e um deles é bem político. O outro é apenas a motivação que leva ao alívio político nos “enraba-cabras” como lhes chamam e chamaram aqui nas caixinhas. Na maior das calmas sem que tu ou alguma alminha sensível com aquelas palavras xenófabas se tenha incomodado.

  275. mas é verdade qeu este assunto ja´tinha sido aqui falado pelo Senhor Pires e Chico Estaca, ainda que nem viesse nada a propósito do post.

    Neste caso vinha bem a propósito do que saltou para a arena vindo directamente dos porcos que se imagainam os maiores do chiqueiro.

    Os tais que gostam de lhes chamar “enraba-cabras” ainda que sejam capazes de perder horas na bicha, no tal turismo por essas bandas, para fazerem de bodes ou irem ao mesmo.

  276. ok, acredito e peço desculpa pelo engano.
    Foi mesmo apenas pelo “manda mais”. Nada quanto ao conteúdo dos textos. Apenhei essa expressão e, como sei que a usas, pareceu. Mas está visto que mandar mais, manda muita gente.

  277. Aproveito até para responder à pergunta que o FV fez no outro e que poderia fazer-se neste contexto. Não, não existe sequer “uma única forma de homossexualidade”.

    Mas sim, sempre que as coisas se rondam as paranóias de embirrações com povos e amizades fantasiadas com outros- em lutas antitéticas, e a pancada latex já existe- sim, está o caminho aberto e os partidos, actos, militantes, propagandistas também para o exemplificar. Claro que há uma questão de domínio e poder. E aí sim apenas aí entrava o Deleuze que o MP-S meteu demasiado a martelo, retirando conclusões político-partidárias do que é transversal porque está antes delas.

  278. olha que o dos teus amigos é que não se recomenda. Quanto ao Nietzshe obrigadinha, mas imagino que nunca tenhas entendido aquilo a que ele chamava o homem ser a ponte e não o lugar de chegada.

    Fica aqui a passagem em retribuição.

    «A grandeza do Homem está em ele ser uma ponte e não uma meta; O que se pode amar no Homem é ser ele transição e perdição. Amo os que só sabem viver com a condição de perecer, porque perecendo se superam.
    Amo aqueles a quem enche um grande desprezo, pois trazem consigo o respeito supremo, são as flechas do desejo apontadas para a outra margem.»

  279. Caros utentes,

    Afinal podem dormir descansados, o vírus EUROLIBERAL não vem de um computador potente como o Deep Blue, senão tinha dado rapidamente resposta à minha jogada C2-C4.

    É coisa fracota, construída com processador comprado na loja dos chineses, provavelmente nem sequer tem uma memória RAM, mas apenas uma vaga ideia Cache.

    Nota-se isso pela frases obsessivas que fazem lembrar alguém que sofre do síndrome de Gilles de la Tourette. Se o EUROLIBERAL não fosse um vírus, mas uma pessoa, seria mais um paciente interessante para o famoso neurologista Oliver Sachs…

  280. E também não confundi nada em relação ao amigo Costa/labrador e restantes porcos-triunfadores.

    Porque, já os conhecia de muito lado e sei como saltam com estas coisas:

    http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/

    Neste caso, bastou aparecer o euroliberal como batedor e foi vê-los a saírem da toca.

    Há taras com as quais não pactuo e nem sou quem passa a vida a duvidar da consciência dos outros ou a dizer que “ela até nem é xenófoba”.

    Pois, agora quem tem grandes motivos para duvidar de tanto purismo até sou eu.

    Pelo menos perderam toda a autoridade para me virem dar “ralhetes com as palavras que ofendem, como rabichos e paneleirotes.

    Aqui dizer-se mongo é pecado, mas “enraba-cabras” pelos vistos, até faz parte da luta contra o fanatismo islãmico.

  281. E é dew meter também a viola no saco com essa treta de melindres quando se fala em política de porta mais fechada e acesso restrito à imigração.

    Pela amostra deu para ver a quantidade de loucos que fermentam nesse mito do multiculturalismo e na boa irmandade cívica sem restrições de imigração.

    Foi isto que geraram- o monstro é da responsabilidade de quem agora esbraceja e até ja´trás agarrada à ganga esta escória fanática com e sem latex.

  282. o euroliberal é, de facto, um bom batedor

    ahahaha

    Sempre foi assim que se fez uma boa caçada

    “:O))))

    Até rabicham.

    O azar é que costumam ter a k7 preparada para responder à esquerdalhada e eu troquei-lhes as voltas.

    Costumam contar com “conservadores” para fecharem os olhos ou darem umas palmadinhas nas costas na diabolização do selvagem e moedinha pró missel e pró bom do Eixo anti-armagedão.

  283. E nós, portugueses, apesar ‘da comunidade islâmica ser perfeitamente residual’, como também já vemos televisão, pensamos que é melhor prevenir do que remediar (assim fosse em relação aos fogos!). Sobretudo tendo em conta o trabalhão que nos deu a conquista. Para refrescar a memória: Portugal dá à luz em Portus Cale em 1143. Três anos depois estava o Afonso Henriques a tomar café na Brasileira, e só em 1249, depois de muito pelejar, depois de muito sangue derramado, é que Afonso III lá consegue beber uma imperialzita (provavelmente ainda sem al kuhul) em Albufeira, no Al Garbh. Portugal não nos caiu do céu, a Nossa Senhora de Fátima só muito mais tarde se iria interessar por Portugal, precisamente em 1917, para nos libertar do comunismo, mas dos Mouros fomos nós. Nós, é uma força de expressão, os nossos egrégios – todos eles islamofóbicos até à medula…

    Isto dito por um renegado berbere só serve de satisfação para se poder garantir que Português é que também já não é.

    Deve restar-lhe adoptar qualquer pseudo-identidade-marrana mal amanhada, marrreca e postiça do limbo dos pobres de espírito.

  284. Caríssima Zazie,

    Porque será que você, em vez de argumentar, se perde em divagações crípticas que a maior parte das pessoas não percebem? Levantando irremediavelmente suspeitas sobre uma lamentável e constante falta de argumentos.

    Já é a segunda vez que lhe digo que não se pode separar o corpo da alma. Contaram-lhe isso há muitos anos na catequese, e é realmente uma história muita bonita mas é para crianças… Estatisticamente, quantas mais pessoas no seio de um povo acreditarem nestas patranhas, mais esse povo é atrasado, menos esse povo pertence à tal ‘civilização ocidental’, que você, sem ofensa, típica portuguesinha beta da média burguesia católica, chama ‘decadência ocidental’ por pose, na Brasileira. Mas não se priva de utilizar os bens desta civilização todos os dias que Deus nos dá… Ou você cuida que foram os portugueses ou os árabes que puseram a Internet e outras benesses à sua disposição?

    Já lhe disse e provei de várias maneiras que o insulto faz parte da liberdade de expressão, NÃO SE PODEM SEPARAR.
    Visto isto, apenas restam duas opções, e agora diga lá de uma vez por todas, precisamente e claramente, qual das duas escolhe:

    1. Ir viver para um país do género da Arábia Saudita, Coreia do Norte ou Cuba, para evitar qualquer tipo de insulto na média, mas suportando com galhardia a falta de liberdade de expressão. Na mesma linha de pensamento, mas evitando uma desagradável emigração, poderia bater-se corajosamente pelo seu país, por exemplo ao lado do PNR, juntamente com o vírus Euroliberal, para que um regime fascizante do tipo Salazar volte aos seus dias de glória… acabam-se imediatamente os insultos a símbolos religiosos que tanto a preocupam, mas minha filha, santa paciência, vão acabar muitas mais coisas…

    OU,

    2. Prefere, como eu, viver num país com insultos a tudo quanto é tabu, com liberdade de expressão, com qualidade de vida, com protecção a todo o tipo de minorias, com gay-parades, com excelentes hospitais, com Internet (livre) para toda a gente, etc, etc. Resumindo, a sua tão odiada ‘civilização ocidental’…

    Respeito a sua escolha, porque gostos não se discutem, senão o que seria do verde-islão…

    Tudo isto para apenas lhe dizer que a única coisa que eu normalmente peço às pessoas é honestidade intelectual, é terem a puta da coragem de assumir as suas escolhas. Mas é claro, o que sabe uma betinha mimada e católica destas coisas, de escolhas? Foi sempre a mamá, ou o papá, ou a titi que escolheram…

  285. Eu nunca estive a debater nada consigo porque não era passado perto de uma semana que v. vinha agora querer uma conversa repetida e em privado.

    Tivesse entrado nele. Houve tempo e espaço para isso. Não quis, azar, agora é tarde.

    Só me resta uma pergunta: como é que consegue viver assim com tanta raiva contra a chungaria que o rodeia e queixar-se, se foi v. que escolheu ir para o meio dela?

    Eu, pelo menos, não renego origens e dedico a minha vida a coisas que gosto. Dedicá-la a “filias” e “fobias” a favor ou contra milhares de pessoas que nunca vi, há-de ser passatempo mais imbecil que coleccionar cromos da bola.

    Além do mais, caso nunca tenha reparado, quem teme contaminações é porque já não está muito seguro da sua identidade. Este é o problema dos higienistas.

    Mas, ainda se torna problema mais caricato, quando nem se dão conta que “pretos sem alma” já eles são. Logo, a única supremacia que conseguirão encontrar é na regressão às origens-
    ao macaco.

    Porque, para se preocuparem com coisas da Humanidade, tinham de sair da lixeira do dia-a-dia e do tribalismo ideológico e mergulharem na única coisa que vale mesmo a pena- a Civilização a História de todas as culturas e de todos os povos.

    Coisa que, para quem já reduziu os povos à imagem dos odiozinhos merdosos que debita, há-de ser caminho vedado.

    Sabe para que serve toda a sua “causa”?

    – para tags no betão.
    Nem a a grafitti chega.

    Apenas riscos e mais porcarias de desenraizados, que nem o local onde vivem são capazes de amar, quanto mais recordar a pátria onde possam ter perdido a alma.

  286. E é por este mero motivo que eu defenderei aqueles a quem querem roubar a alma. Porque é nela que se transmite todo o legado de uma terra mesmo que perdida da vista.

    Agora estes autómatos do betão, burgessos sem raízes, de mero presente espelhado no umbiguismo vazio de quem já nem o cheiro do humus reconhece, são lixo.

    Lixo igual ao que foi cuspido contra os que recebem em casa e a chamam liberdade- liberdade de escarrar naquilo que lhes falta- porque desenraizado, desorbitado e sem identidade é quem já nem é capaz de reconhecer a alma naqueles que a não querem perder.

  287. estes anormais são sempre assim- fazem caricatura à imagem deles.

    Eu, que nem catequese fiz, é que sou a beta católica- eles, os chungas ateus e apátridas é que precisam de cuspir para os outros para se sentirem gente

    “:O))))))

  288. O CARMO, A TRINDADE E A ROSA

    “O insulto faz parte da liberdade de expressão”

    Isto não é para confirmar a sageza do dito acima, mas usando o direito que este sabichão nos confere, aproveitemos a sugestão do rapaz – mais que não seja para se protestar contra o insulto à inteligência.

    “Já é a segunda vez que lhe digo que não se pode separar o corpo da alma”

    Parece que estou a ver este professor a apontar o dedo de recriminação perto do narigoto.Isso é que dizem os livros da sua biblioteca. Há, e sempre tem havido, cientistas que acreditam e provaram que o corpo se separa da alma. De facto, alguns deles contribuiram para algumas das “benesses” da sua civilização ocidental. A televisão e a rádio são duas delas. Se não sabe, informe-se. Acreditar num ente supremo pressupõe uma vontade para acreditar nessa separaçãoque você fala. Até malta da maçónica viaja nesses autocarros. Um dos seus favoritos, Einstein, da grande família dos Sachs, gostaria de ter uma conversa consigo a esse respeito. Nada de castanholas, portanto.

    “Estatisticamente, quantas mais pessoas no seio de um povo acreditarem nestas patranhas, mais esse povo é atrasado”.

    Sim senhora, bom pirolito. Na União Soviética queimaram as Igrejas, bruxas, espiritistas e sei lá que mais. Os materialistas multiplicaram-se como coelhos em savana Australiana e os crentes nas almas separadas dos corpos quase que desapareceram por completo. E veja o sr. Patareco o que é aconteceu. Tiveram que desmantelar o sistema.. A sua estatística, não se desfaça dela, também nos diz muito do mesmo em relação a todos os outros países comunistas. E por carambola também nos diz muito dos paises capitalistas com os governos a abarrotarem com materialistas socialistas e sociais democratas e 480 euros de salários a dar por um pau. Não é com essa da alma e do corpo que você vai convencer ninguem. E sabe porquê? Porque os gajos que o ensinaram a si a ser anti-alma vão à noite para casa e rezam à sua maneira.
    No entretanto, o grande debate sobre esta questão da alma e do corpo prossegue com a uma celeração ao desalcance do seu golpe de vista ao rolatim.Você ainda anda agarrado as leituras febris das pasnaquices materialisticas do século XIX. Cresça e informe-se. Palavra chave recente: Scole.

    “Mas não se priva de utilizar os bens desta civilização todos os dias que Deus nos dá… Ou você cuida que foram os portugueses ou os árabes que puseram a Internet e outras benesses à sua disposição?”

    Os Portugueses e os árabes fizeram muito. Você é que não. Só fala, pela cartilha do João Materialista. Inteligentes esses gajos que inventarem a Putanet? Arrojemo-nos aos pés dos seus inventores, na falta de melhores deuses. Que rica pífia. A Internet, meu caro, existe sobretudo porque é um instrumento de propaganda política e de negócio, e como todos os negócios envolve risco. Até aqui tem dado excelentes resultados: há muito mais saloios a pensarem como você e a repetir as suas larachas prenhes de ignorância. Não divulgue a ninguém o segredo dessa “benesse”.

    “Se o EUROLIBERAL não fosse um vírus, mas uma pessoa, seria mais um paciente interessante para o famoso neurologista Oliver Sachs…”
    Agora o EURO é um virus e os neurologistas judeus é que são bons. Citação da praxe pouco surpreendente.

    “Para que um regime fascizante do tipo Salazar volte aos seus dias de glória… acabam-se imediatamente os insultos a símbolos religiosos”.

    Que badanice é esta sobre os dias de glória. Na boca deste neto da sua avó, um gajo que critique a “civilização ocidental” ou as casmurrices materialistas é logo apodado de saudosista do salazarismo.Parece o remédio santo universal prescrito pelos “excelentes hospitais”. Meu senhor, Salazar meteu Portugal na NATO para defender a sua querida civilização ocidental contra os materialistas como você. Desculpe estar a confundi-lo, mas se quizer pormenores com mais molho é só escrever. .

    “Mas é claro, o que sabe uma betinha mimada e católica destas coisas, de escolhas? Foi sempre a mamá, ou o papá, ou a titi que escolheram.”

    Esta é de professor que nasceu todo sabido e nunca ninguém escolheu por ele. Cale-se senhor, então agora a menina não pode ser educada pela família? Ou você prefere ser educado por pagagaios invisíveis? Vá ao Sachs, explique-lhe tudo bem esplicadinho que ele trata-lhe dos neurónios.

  289. bonita citação, eu sou ponte mas tenho os discos das vértebras lombares meio lixados de tantos burrinhos noutros tempos,

    tens aqui esta, nem sei se concordo, mas dá que pensar:

    “A coisa em si é unicamente a vontade. (…) A vontade é a substância íntima, o núcleo tanto de toda coisa particular, como do conjunto”

    A Schopenhauer. O mundo como vontade e representação, livro II, p. 119

  290. Ai Zazie Zazie,

    Você pura e simplesmente não lê, ou não quer ler, o que eu escrevo. Faz birra e toma uma atitude pedante e infantil de menina mimada que não quer dar o braço a torcer – humanamente compreensível, mas assim não se chega a lado nenhum, nem se melhora a qualidade da discussão. Uma pena, um desperdício de inteligência, da sua, porque eu sou um hooligan do Futebol Clube do Porto…

    Todas estas suas frases, por vezes incompreensíveis, outras completamente a norte, outras brilhantes, não seriam necessárias – as brilhantes teria sido uma pena – se você arranjasse como exemplo UM país, regime, região em que o insulto (crítica) aos dogmas tenha sido banido, mas que haja, ao mesmo tempo LIBERDADE DE EXPRESSÃO…

    Bastava isto para a minha argumentação ruir como um castelo de cartas. Você prefere fugir das minhas proposições como o diabo da cruz!
    Eu prefiro debater calmamente uma à uma todas as suas afirmações – pelo menos aquelas que percebi…

    “não era passado perto de uma semana que v. vinha agora querer uma conversa repetida e em privado. Não quis, azar, agora é tarde.”

    Eh pá, mais vale tarde que nunca! Mas é verdade que quando soube já a procissão ia no adro. Mas que mal há em debater em privado com uma senhora inteligente embora caótica ? Tudo tem o seu charme.

    “Só me resta uma pergunta: como é que consegue viver assim com tanta raiva contra a chungaria que o rodeia e queixar-se, se foi v. que escolheu ir para o meio dela?”

    Como dizem os franceses ‘Vous comprenez vite, mais il faut vous expliquer longtemps’! Essa pergunta já eu respondi de forma simples e concisa no meu comentário anterior!

    Prefiro viver num país com insultos a tudo quanto é tabu, com liberdade de expressão, com qualidade de vida, com protecção a todo o tipo de minorias, com excelentes hospitais, com Internet (livre) para toda a gente, etc, etc.
    Só me queixo daqueles que querem alterar (à força) o meu habitat, o meu arranjinho. Mais nada!

    “Eu, pelo menos, não renego origens e dedico a minha vida a coisas que gosto. Dedicá-la a “filias” e “fobias” a favor ou contra milhares de pessoas que nunca vi, há-de ser passatempo mais imbecil que coleccionar cromos da bola.”

    Acha que eu renego origens? Apenas pedi asilo político neste país porque a minha família não tinha roças em África para defender, e na minha modesta opinião achava que pertencia aos filhos dos latifundiários portugueses, em primeiro lugar, e em segundo lugar aos adeptos da AN, o andarem aos tiros aos africanos. Eu na altura tinha mais que fazer – preferi dedicar a minha vida a coisas que gosto, tal e qual como a minha amiga Zazie…

    “Além do mais, caso nunca tenha reparado, quem teme contaminações é porque já não está muito seguro da sua identidade. Este é o problema dos higienistas.”

    Temo as contaminações!!!

    Na dia 30 de Janeiro, portanto não há muito tempo, remato um artigo que escrevi no Fiel Inimigo com o título ‘Atletismo, capitalismo, catecismo e meltingpotismo’, desta forma:

    [Portugal, que do ponto de vista desportivo, bem ao contrário de África, não tem grande coisa a perder, uma alteração da constituição da raça seria mesmo muito bem vinda. E aproveito já para fazer um apelo às mulheres portuguesas para se deixarem de merdas e, em vez de passar o tempo a ver telenovelas imbecis ou a levar os meninos de carro à escola, podiam mas’é dar umas quecas com indivíduos de cor. De preferência belos exemplares do tipo Francis Obikwelu. Gozavam que nem umas pretas e mais rapidamente as diferenças de raças se dissipariam. Uma excelente contribuição para o rejuvenescimento e para o imprescindível crescimento demográfico da nação. Por outro lado, acabava-se a diversidade, o racismo, as escolas exclusivas, fortificava-se ao mesmo tempo a raça e daqui por uns anos ainda ganhávamos umas medalhitas nos jogos olímpicos.]

    O apelo às mulheres portuguesas é extensivo à sua pessoa claro.

    “Mas, ainda se torna problema mais caricato, quando nem se dão conta que “pretos sem alma” já eles são.”

    Eles, quem?

    “Porque, para se preocuparem com coisas da Humanidade,”

    Quem são os que se preocupam com…?

    “Sabe para que serve toda a sua “causa”?
    – para tags no betão. Nem a a grafitti chega.”

    Por falar em grafitti e para mais alegria no debate, aqui vai um grafitizinho ‘insultuoso’ encontrado em Nova Iorque e que faz parte dos clássicos:

    “God is dead, but don’t worry Mary is pregnant again…”

    “Apenas riscos e mais porcarias de desenraizados, que nem o local onde vivem são capazes de amar, quanto mais recordar a pátria onde possam ter perdido a alma.”

    Bela frase, e talvez, quem sabe, seja verdade!

    Alma minha que te
    partiste
    Tão cedo desta vida
    descontente,
    Repousa lá no céu
    Eternamente
    E viva eu cá nesta terra (rodeado de salafistas)
    Sempre triste.

    “E é por este mero motivo que eu defenderei aqueles a quem querem roubar a alma. Porque é nela que se transmite todo o legado de uma terra mesmo que perdida da vista.”

    Frase mais bela que a precedente. Mas mesmo tendo em conta que ninguém quer roubar nada a ninguém, o Eça na correspondência do Fradique Mendes não era da sua opinião:

    “Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra; – todas as outras deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro. NA LINGUA VERDADEIRAMENTE RESIDE A NACIONALIDADE”

    Pelo menos a mim, depois de 30 anos de estranja, ainda não me roubaram o meu horrível sotaque do Porto!

    “Agora estes autómatos do betão, burgessos sem raízes, de mero presente espelhado no umbiguismo vazio de quem já nem o cheiro do humus reconhece, são lixo.
    Lixo igual ao que foi cuspido contra os que recebem em casa e a chamam liberdade- liberdade de escarrar naquilo que lhes falta- porque desenraizado, desorbitado e sem identidade é quem já nem é capaz de reconhecer a alma naqueles que a não querem perder.”

    Muito bonito, muito bem escrito, mas não tem nada a ver com a realidade local. São as tais frases completamente a norte, é a arte (retórica) pela arte…

    “Eu, que nem catequese fiz, é que sou a beta católica- eles, os chungas ateus e apátridas é que precisam de cuspir para os outros para se sentirem gente”

    Peço desculpa, estava a especular quanto baste, mas eh pá, cuspir sempre é mais humano do que lapidar mulheres adúlteras… Ou como diria o nigeriano Nobel de literatura, Wole Soyinka:

    “Unfortunately, our world is infested by minds to whom lissome limbs only evoke dreams of amputation. A lovely face makes them fantasize, even salivate on the messy pulp that will be left at the end of some Stone Age stoning ritual.”

    E eu, demagogo nas horas vagas, aproveito para acrescentar: ‘and our world is also infested with spoiled female occidentals who dare to defend this kind of barbarity.’

    “Não é recebendo e insultando-os que preservam o que quer que seja”

    Por enquanto está tudo por cá tão preservadinho que toda a gente quer vir para cá, nem que seja a nado…

    “o seu problema nem é o país para onde foi viver- há-de ser o bairro e a cidade que escolheu. A Holanda é linda.”

    Não tenho problemas nenhuns com o país, nem com o bairro, nem com a cidade que escolhi e que considero a mais bonita do mundo. Onde é que você foi sacar essa treta? E olhe, já se come melhor em Amesterdão do que em Lisboa…

    “Esse é passatempo jacobino- v. até estava melhor na terra de todas as terraplanagens, de todos os jacobinismos- aquela que fundou o seu discurso- a França da liberdade, igualdade e fraternidade que pariu monstrinhos duplos como os desta porca história.”

    Et merde! Là j’y pige quedal, mais bon, elle doit encore avoir raison…

    “Falta-lhe perceber que nunca teria saída do estádio do macaco se não existisse sagrado.”

    Já percebi, não era preciso dizer, todos os dias às horas do noticiário sou confrontado com esse facto, com a existência do sagrado no Iraque, em Darfur, no Paquistão, na Indonésia, no Afeganistão. Agora que o sagrado começa a aproximar-se: Nova Iorque, Madrid, Londres creio que vou deixar de ser macaco e vou mesmo, para salvar a pele, converter-me ao SAGRADO…

    Ainda caso consigo, pela Igreja…

  291. ahahahahaha

    Estás a ver o que arranjaste, ó meu malandro?

    Já uma pessoa não pode brincar ao kung fu sem que venha todo o maralhal espreitar

    “:O)))))))

  292. Já está em mãos do neurocirurgião P. Valupi o resultado do exame de ressonância magnética ao cérebro de Carmo e Rosa:

    Diâmetro transversal : 2,7 centímetros;

    Peso: 28 gramas;

    Fluido ambiental: Essencialmente proteico-albuminóide, ácidos não-corrosivos e vários açúcares;

    Neurónios: vestígios.

    Diagnóstico: Cabeça de água;

    Prognose: extremamente pobre – na área dos 10 por cento.

    Tratamento recomendado: sucção dos fluidos acumulados nos ultimos três dias, seguida, logo que o estado do doente permita, de injecções de ar com o auxílio de bomba de velocípede infantil aplicada em ouvidos alternados todas as oito horas durante uma semana para evitar complicações com a possível rejeição da pressão atmosférica do novo medium intracranial.

  293. Aquele que menos me fala ao coração é aquele que mais falta te faria para remendares os teus esquisodesiquilibrios. Mas não te precipites antes de te submeteres ao serrote cirurgico: o gajo era sapateiro como Zapatero. Profissões de avental, como sabes.

  294. valupi,

    Profunda tristeza, esta que me bate em cheio ao ver esparramado em caracteres, qual espelho da vaidade de cada um, o reflexo da alma de (quase) todos estes comentadores que brotaram como cogumelos na humidade da propaganda política, a despropósito de um post provocatório, é certo (o primeiro), e de um segundo arremesso do mesmo osso suculento mas para matilha alargada e avisada da liça. Digo-te tudo isto mesmo estando ciente que ‘a tese da provocação é redutora e perigosa. Redutora, porque se reduz a um dos lados da contenda, aquele que protesta. Isso conduz a um círculo vicioso e bovino: quem protesta tem razão porque protesta. Perigosa, porque abdica da dimensão política, a única onde a religião vê contida a sua inerente violência, deixando o civil subjugado ao primado do sacro. Por aqui, as ocasiões de ofensa religiosa serão tantas quanto as discrepâncias entre o mundo religioso e o secular’. Mesmo assim, redigo.
    Ao ler a opinião destes opinadores profissionais. euroliberais da tanga, Costas sem frente, lidadores tão porcos como o seu trinufo, todos a reboque de uma alegre não pateta que até diz uma ou outra lá dentro, cinco ao lado, pela média, outras que se aproveitam, mas que na passada do diz-que-disse vai dando à polémica um tom cuja ambíguidade tem suficiente amplitude na irreverência para cada mal intencionado ir lá buscar a sua quota-parte de mais ou menos, na parecença circunstancial conveniente ao argumento. Para esses senhores, reis do teclado, merdas sem alma que vomitam merdices anónimas para toalinhas turcas de ampara-espichanços, não resisto: que vergonha, sinceramente! Que tristeza. Os senhores não se lêem? São os senhores a informação exacta ao milímetro, a opinião correcta, a verdade suprema, a nata deste leitinho cultural que escorre em mais de mil comentários, juntando os dois posts? Pobre e triste será a Cultura, no dia em que se resumir a vós, os cultos da treta, os zangados pelo desprezo alheio, os génios que o mundo teima em não ver e que aqui se entretêm a punhetear ideias cantantes na escrita, de valor igual ao vosso, tudo na patética solidão de quem, sendo anão de berço, se vê gigante das ideias num espelho graduado à sua exacta dioptria e só seu.

    valupi, minha caríssima e quase sempre gratificante provocação virtual: zaziarei contigo e até com a própria, seja qual for o assunto, seja qual o tom, só pelo prazer do debate se assim tiver que ser, disparates e parvoíces incluídos, parte a parte, até ao filho da puta como já disse lá atrás. Mas reconheço a minha dificuldade pessoal em servir de mamalhuda descascada no calendário 2008 desta garagem de grunhos que, de repente e sem sequer lavarem as mãos sujas do óleo de tanques e ogivas, surgiu instalada e patroa na saleta do meu gin tónico das cinco. P’ró caralho a todos e um abraço amigo aos restantes. Eles sabem quem são.

  295. errata:
    «Ao ler a opinião destes opinadores profissionais (…) na parecença circunstancial conveniente ao argumento, não consigo resistir ao recado.»

  296. A inocência está precisamente aí. Em trocar-se o mundo real pelo virtual.

    Claro que a questão dos cartoons teve um objectivo- e esse não consistiu em fazer debates muito interessantes e civilizados” como se pretendeu neste exercício.

    O que de grunho por aqui saltou mais não é que espelho muito baço e muito cândido do verdadeiro aproveitamento a que eles deram origem- para todos.

    Ou estavam ainda a pensar que há ameças que duram e fazem render há 3 anos, se tudo se resumisse a uma “provocação” lançada à intelectualidade para se aferir a “liberdade de expressão de uma sociedade”?

    Os labradores reais são outros- este aqui foi um mero GIM de cartoon e de propaganda pelo de todos os GIMs que os políticos também soltam de lá de dentro, ao mesmo tempo que “apreciaram o exercício de insulto.

    Não pode existir qualquer interesse teórico quando se manifesta por patologias viscerais- quem fala em “enraba cabras” é doente. Tão ou mais doente quanto os parôlos da rua árabe que se limitaram a vociferar em diferido. E sem precisarem de saber ler.

    Se queriam aferir alguma coisa, então agradeçam ao Aspirina.
    Deu para aferir um bocadinho mais do que se tivesse sido post asséptico em blogue sem caixinha de comentários.

  297. E quem anda an blogo com problemas de lama na virgindade tem bom remédio- arranja um nick. É para isso que eles existem.

    Tudo o resto é mesmo assim- faz parte da comunicação virtual. Desde que se respeitem as mais simpres regras de ética- como nunca devassar a vida privada de outrem, não há qualquer problema.

    O Valupi até é um bom exemplo do tal “cromo blindado” que sabe como estar neste meio.

  298. Tal como já disse anteriormente a, citando-a novamente, “anormalzinha” da Zazie e o Euroliberal são, sem eles o perceberem, idiotas úteis, que a pretexto da defesa do multiculturalismo, mais não fazem do que anestesiar a opinião da malta que os lê, e impedir ou pelo menos amortecer a justa e indignada reacção que devemos ter perante fanáticos bombistas e jihadistas, neste caso do Islão, mas podiam ser doutra qualquer religião ou ideologia fundamentalista, de que o jacobinismo ou o satanismo são, concordo, releventes exemplos também a combater.

    Por muitos angulos de análise que a questão dos cartoons tenha, o PONTO é que impossível dissociá-la dos atentados em Espanha, Londres ou nos USA em 2001!

    PS: Zazie, então, tens o scanner avariado? Ainda não meteste lá a tua foto no Cocanha…

  299. E até imagino quem tenha sido a visita ao chá das 5 porque deve ter sido retribuição à visita ao inimigo.

    Como tens (rvn) cadeado no estamine e tudo bem filtrado nem sei qual é o problema.

    Por mim, quando assim acontece (o que é raro, geralmente só acontece quando há guerra) é o musaranho quem se encarrega de lhes arrefecer as moleirinhas com um banho de tanque da água.

  300. Agora estas “frescuras” que se enfiam na merda, apalpam-na bem apalpadinha, ainda vão á procura da proveniência, seguindo-lhe o rasto e depois voltam aqui a queixarem-se que llhes deixaram um cocó à porta, do que é que estavam à espera?

    Que fosse a gerência da casa a limpar-lhes a latrina?

    ora! que eu saiba, pode haver avatares a berlinde, mas não isto ainda não chegou a Companhia Lda. para incluir serviço de faxineira ao domicílio.

  301. zazie,
    É só meia verdade, essa do cadeado no estaminé. Uma necessidade que eu dispensaria de bom grado, diga-se, tal como o alarme no meu carro. Passa tudo, menos um ‘quase’ que nunca, nunca te dirá respeito (para ti a casa é aberta, goes without saying), nem a ti nem a quem vier com coisas para dizer, boas ou más, mas conversas de gente. O filtro é o XXZR-T2345, passa quase tudíssimo, só coa cagalhões de meio quilo para cima (até hoje, só 2 não desceram, em centenas, bons e maus e mauzinhos). eheheheheh
    E depois há que ver as proporções, aquilo não é o Aspirina, é uma tasquita modesta, vá lá… Mas com livro de reclamações e gerência atenta aos remoques da freguesia, como vês. ;)))

  302. “é que impossível dissociá-la dos atentados em Espanha, Londres ou nos USA em 2001!” diz um curioso ignorante…

    O que é impossível é dissociar esses atentados da participação dos países onde tiveram lugar do islamocídio em curso no Médiio Oriente desde 1948 e, em particular no Iraque. Milhões morrem num lado, algumas centenas devem também morrer do outro… Ou queriam guerras em que só seria legítimo ao agressor matar ?

    Na Suiça não houve atentados, pois não ? Não será porque os suiços não participam em cruzadas islamocidas ?

    “neste caso do Islão, mas podiam ser doutra qualquer religião ou ideologia fundamentalista” reincide o mesmo grunho….

    Fundamentalismo agressivo é o dos zio-cons e theo-cons evangelhistas americanos que defendem activamente um Armageddon e assassinam directa ou indirectamente milhões de muçulmanos. E ainda a da entidade nazi-sionista, que pensa poder estabelecer na terra dos outros, expulsando-os, um “estado” fundamentalista exclusivamente judeu, teocrático, apartheidesco, genocida e terrorista. Esse terrorismo será esmagado. Os agredidos são freedom fighters que só querem a limpar a sua casa de terroristas cruzados e sionistas. Quem lhes chama “terroristas” denuncia a sua nazifilia…

  303. “Veja lá se entorna as crianças, ó Carmo, é que v. ainda não aprendeu o slogan: se blogar não beba.”

    É verdade Zazie, as criancinhas caíram-me do colo quando li o seu post, com a risota….

    Descobri mais uma coisa interessante: o vírus é das Berxas, reparem como escreve ‘evangeLHIStas americanos’…

    C2-C4 remains!

  304. EUROLIPO, folgo em saber que estás do lado certo da História. Continua assim pois poderás vir a ter benefícios fiscais.
    __

    rvn, adivinhava-te desgostado com a maré negra que veio dar a esta praia. Já quando, na outra metade do regabofe, tinhas tentado converter a zazie a alguma forma de sensatez, uma que pelo menos salvasse a racionalidade da conversa, me condoí com o teu inglório esforço. Porque te está a escapar (ou não), estranhamente (ou não), a finalidade lúdica destes números de circo.

    Numa coisa estou certo que concordarás: que todo o mal fosse este.

  305. O Valupi é muito esperto mas esquece-se que se está a deitar na cama que fez. Afinal até teve eco e foi citado.

    Eu não tenho nada a ver com isso. Nesta historieta limitei-me a resumir- se não se quer, não se receba em casa. Agora receber e insultar é que é coisa de grunhos.

    De qualquer forma também há quem não entenda que foi do jacobinismo que vieram as grandes chacinas dos tempos modernos- o comunismo também era “laico” o nazismo idem, o maoísmo idem, todos os sistemas totalitários têm a marca da terraplagem ateia.

    Criaram o monstro bicéfalo- de um lado o multiculturalismo de esquerda, sustentado pelo jacobinismo e pelo import/export da nova carne-no-porão; do outro os novos higienistas-os novos xenófobos, com uma série de chungaria para todos os gostos.

    Estiveram por aqui, em mera caricatura de representação de testas-de-ferro acéfalos.
    Ainda que seja à custa dos acéfalos que a barbárie se alimente.

    Não existe e nunca existiu qualquer sociedade laica ou secular. Da História, às tradições, festas, romarias, memórias, calendário, todos os países têm um cunho religioso-tradicional.

    Só o multiculturalismo é capaz de acreditar que não existe a supremacia da tradição nacional e defender este monstro onde depois todos se odeiam mutumante. E o multiculturalismo europeu (que nada tem a ver com Américas feitas dele) foi criado pelo jacobinismo da bandeira tricolor.

  306. Mas a esquerda não tem emenda- até foi dela que saíram estes neocons. É a velha tradição do internacionalismo.

    Estes “porcos à labrador” são trotskistas actualizados- e todos eles grandes defensores da adoração da cadela laica.

  307. E mais- até são racistas e xenófobos, por muito que disfarcem a apontar o dedo à “extrema-direita”.

    As únicas pessoas com tremeliques de “contaminações” com selvagens que eu conheço até votam BE.

    Porque são burros e vivem de ideologia e nunca aprenderão que é dela, da capacidade da ideologia pegar em tudo e tudo conseguir transformar em discurso de poder que vem o mal.

    Não é o islão que tem de ser “morto” ou apagado do cimo do planeta- proposta destes laicistas- são as ideologias que o transformam em causa.

    A começar pela deles- por essa maleita do Admirável Mundo Novo que já está aí e que é todo ele uma utopia sem religiões- apenas com a doutrina ad hoc. E para isso sonham apagar as memórias.

  308. E, se a “sensatez” do rvn, consiste em debitar lugares comuns do catecismo marxista, bem pode dar-lhes o uso que mais precisa. A mim é que não tem nada a ensinar-me quem escreve isto:

    (…)Perigosa, porque abdica da dimensão política, a única onde a religião vê contida a sua inerente violência, deixando o civil subjugado ao primado do sacro. Por aqui, as ocasiões de ofensa religiosa serão tantas quanto as discrepâncias entre o mundo religioso e o secular’

    Foi precisamente do discurso político e “secular” que nasceu este confronto- como todos os confrontos a quem até já há quem chame “choque de civilizações” imbecilidade idêntica.

    Porque não há nem nunca houve qualquer poder religioso islâmico com poder político de Estado. Foi sim a provocação da doutrinação pelo achincalhamento- com o livro de BD, seguido das caricaturas bem aproveitadas por um neocon dono de um jornal que tudo desencadeou.

    O resto é o que existe- os mulhans e muftis e a propaganda de um islão-ideológico. E esse só por crença em xamaninismos é que se esconjura com caricaturas.

    Fazer disto uma atentado do terrorismo é um insulto às verdadeiras vítimas do terrorismo- bêbados com a cabeça a prémio não faltam por aí.

  309. geralmente são os próprios que as colocam a prémio por serem imbecis e bêbados. Na estrada até costumam ser os responsáveis por muito choque em cadeia…

  310. Forav isso não conheço nem me dou com grunhices de espécie alguma, muito menos com tatuados à homem branco.

    Há quem precise de inventar pergaminhos para se sentir gente. Quando não tem mais nada e desconhece raízes é que se lembra das purezas de sangues e genéticas.

    Que se resumem sempre ao mesmo- um grunho a achar que é senhor por estar em maioria.

  311. Agora a paranóia destes brancos imigrantes de segunda até eu sei qual é. Há uns tempos achavam-se o máximo por terem subido de status e serem “cidadãos europeus”.

    Agora, com esta imigração a magote vinda do terceiro-mundo, já começam a sentir inveja do vizinho muçulmano que até tem um carro melhor que o deles, ou a fazerem as contas à vida e a verem que ainda vão dar em escravos deles.

    “:O))))

    E não é nada que não posso muito bem acontecer… é tudo uma questão de nºs.

  312. E depois, para esconjurarem o pesadelo de “imigrante de terceira” que não tarda nada já é, criam blogues de apoio à causa do Olmet e do Bush

    ahahahahhaha

  313. Já entrou. Primeiro estavam os godos. Esses sim, foram os primeiros cristãos da PI. E foi desses núcleos cristãos em torno de conventos, como o da Mumadona Dias que mais tarde, muitos séculas mais tarde, nasceu Portugal.

    Com os árabes, esses cristãos tornaram-se moçárabes e viveram com eles até à Reconquista. Na reconquista foram mortos pelos 2 lados (que, na verdade, até eram muitos mais lados, já que a reconquista foi uma cruzada com muito mais gente de várias nacionalidades). Depois continuou tudo a viver em jogos de força, até que os cristãos dominaram e foi aí que os mouriscos se tornaram mudéjares. Portugal, qualquer civilização, qualquer país, é feito disto, da sedimentação de culturas que lhe deram forma.

    Só mesmo analfabrutos que nem para cavar batatas prestavam é que vêem agora falar em Portugal como se fosse algo fora de toda esta influência recíproca. E pior, como se cultura fosse isso- correr com os que recebem.

    Por mim, metia era numa barcaça todos estes grunhos que para pretos da linha de Sintra já temos, não precisamos de competição com pretos/brancos armados em KKK de gente que nunca viram na vida.

    Olha lá, tu, ó palhaço que assinas como Curioso: alguma vez viste um jihadista na vida?

    Como é que os reconheces? Ou achas que é coisa como satanismo que para aí escreveste a par de jacobinismo?

    Não tens família que te dê uns tabefes e mande fazer os trabalhos da escola em vez de escrever asneiras?

  314. vêm

    E também foi essa a educação que te deram em casa_ que te tornas gente a assinar “deleted” e pedir fotos de gajas na net ou a achar-se gente por insultar muçulmanos?

    Onde é que aprendeste isso, ó patego?

    Achas que passas por “branco” por te borrares de medo com mouros. Sissi Hawks de tv cabo é que v.s são.

  315. Além do mais, se andas à procura de fotos de gajas não sei porque é que deste à sola do outro post mais acima e dizias que só com muito amor é que eras capaz tentar dar meia.

  316. “Asneiras”, citando-a, sim escreve e muitas V. Exa, que eu não passo de um semi-analfabeto -como tal não posso escrever senão asneiras,claro – ao pé de daqueles que sabem tudo como é caso de V. Exa. Daí que como sabe tudo e os outros são incultos e estúpidos e não sabem nada, escuso de lhe dizer donde vem o nome Lusitãnia, e posso dar-he um exemplo, dentro da imagem de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, está outra mais pequena, do tempo dos godos…

    Quanto às fotos de gajas, mete lá então a tua com algo que prove a sua veracidade, se não metes é porque és feia, se fores gira mando-te um email e sou capaz de te dar meia dúzia, com muita força e muito amor, que eu não sou santo e a carne é fraca.

  317. Vá, lá.

    Fica calminho e aproveita no outro que é ao magote.

    E até estão a receber fotos de candidatos desde que tenham as vacinas camarárias em dia. Se fosse a ti avançava e mandava já uma daquelas que estas casadoiras também gostam muito.

  318. Ó Curioso, já agora, por acaso sabes se a coroa que botam em cima da imagem a 8 Dez é a original de D. João IV ou se lhe deu um sumiço e agora é um ersatz?

    já lá fui farejar mas enganei-me, andei atrás da imagem na rua e a da coroa estava na igreja e só no dia a seguir é que soube. Grunf

  319. zazie, tu andas a meter-te comigo que eu sei. Olha que eu sou barbudo, e, se bem te lembras, depois de uma cadeirada redentora ficou prometida uma sopa de grão com espinafres, e já agora, numa malguinha ao lado botas queijo de cabra temperado com azeite e oregãos, e um montinho de torresmos e azeitonas pretas e ainda umas fatias de pão de centeio enquanto eu estou azoado, viu?

    (há que prevenir o futuro, não vá o diabo tecê-las de prada)

  320. “Eu não tenho nada a ver com isso. Nesta historieta limitei-me a resumir- se não se quer, não se receba em casa. Agora receber e insultar é que é coisa de grunhos.”

    Querida Zazie,

    Também se poderia resumir a historieta de outra maneira!

    Quem está de visita em casa de outrem porta-se bem, não põe as patas em cima da mesa, não cospe pró chão, não apalpa as mamas à anfitriã quando isso não é solicitado, não mija nos vasos de flores, resumindo, não se comporta como um grunho.

    Precisamente para que os brancos (e os pretos e os amarelos, etc) imigrantes de segunda, que subiram à pouco de status, não se sintam malvistos e comecem a votar em massa nos novos higienistas, precisamente para criar aos olhos do anfitrião uma diferença que à priori não existe.

    Inveja do vizinho muçulmano é coisa que estes “novos cidadãos europeus” não têm, pelo contrário, não querem de maneira nenhuma ser associados com o vizinho magrebino – seja ele uma pessoa decente ou não… paga o justo pelo pecador.

    Porque, o que o imigrante-branco-de-segunda na realidade tem medo, é que o anfitrião, às tantas, depois de tantas chatices em casa, perca a cabeça e ponha toda a gente (os malcriados e os decentes) no olho da rua… Mais uma vez paga o justo pelo pecador.

    Mas tenho cá uma fezada que você não gosta da historieta assim contada, é um pouco simplória para o seu gosto requintado, não é tão cool, não tem um cheirinho a semiótica, não é tão prá frentex, não é historieta que possa contar aos seus amigos, à Tucha ou ao Tó, nos pubs da Foz ou da avenida da Boavista…

    Que a francesinha lhe saiba bem.

  321. ó tolinho:

    Os muçulmanos puseram-te as patas em cima da mesa?

    Ora conta lá o que é que os muçulmanos dinamarqueses fizeram para um anormal de esquerdalho fazer um livro de BD a achincalhar o Corão.

    Vá conta, palerma.

    E explica lá, o que fizeram, para que outro grunho dono de um jornal o ajudasse a acabar o livro, já que mais ninguém se oferecia para aquela merda.

    Explica-te. Explica apenas isto.

    Porque até podem ter feito e fazer mil vezes mais merda. E isso sei eu que fazem, mas a questão é que não foi à conta de nenhuma merda concreta que os insultaram.

    Percebes, ó imigra de terceira?

    Percebes?

    És capaz de entender a diferença. ou em tua casa foi assim que te ensinaram? quando não se tem tomates para fechar portas à imigração insulta-se no que é mais sagrado?

    É isso que fazes com a mulher-a-dias?

    Ainda não te entrou nessa cabeça cheia de ar que isto não tem ponta por onde se pegue.

    1- Não foram caricaturas dirigidas para nenhum acto terrorista fora da Dinamarca. Não foi em cima de nenhum acontecimento internacional.

    Então o que foi?

    2- Foi a continuação de problemas internos por outros meios- pela grunhice de outros Theos xenófobos e ateus. Todos iguaizinhos na mesma origem- a tara de “terraplanar meio mundo” a tara jacobina à mata- frades; a tara de “superioridade de homem branco” que joga em casa.

    Entendes? ou nunca entenderás porque tens um mero problema pessoal e usas estas tretas para te aliviar?

    Achas-te superior a algum bárbaro por escarrar na religião dos outros e depois fazer com um puto anormal e dizer que não foi por causa da religião mas por outras coisas que o menino fez?

    é isso?

  322. Se houve porcaria que me enojou em cima do acontecimento foi mesmo esta. E até recebi o mail do Manuel João Ramos e disse-lhe logo o que pensava. Sem precisar de ficar à espera da reacção dos outros.
    E fiz post no dia da manif. Está online, É só ir lá ler.

    Se há coisa com que me passo é com isto. “Não sirvas a quem serviu” diz o ditado e é bem certo.

    Merdosos que por cá andavam aos caixotes e agora lá porque se julgam artistas na europa já se acham no direito de escarrar no que há de mais sagrado para os outros.

    Gostavas que o jornal também publicasse caricaturas de imigras tugas, mascarados de bombistas e vestidos à alentejano?

    Ou aí ias logo a correr fazer queixa à Embaixada?

    E também há muito tuga a pedi-las. Como em toda a parte.

    Agora o que só um cobarde e um pulha merdoso é capaz de defender é que os jornais foram feitos para se ajustar contas pelo insulto, com os imigrantes.

  323. E, o que é mais grave é que tu e os teus primos porcos, ainda são capazes de bater palmas por um post do Valupi que nem queria dizer isso. Nem o Valupi fez post a dizer que as caricaturas foram insulto de retribuição pelas merdas que os imigras islãmicos fazem na puta de que terra for.

    Ele ainda andou com a treta que era tudo exercício xamânico para mostrar “aos terroristas” que não se tem medo. E nunca disse que isto era dirigido aos imigrantes muçulamanos- embora toda a gente saiba que foi.

    Mas tu, bates palmas por um post que disfarçou tudo isso e vens cá e justificas a merda da maior merda que pode existir. A vingança por insulto contra gente que vive num país que não é o seu, do mesmo modo que tu vives.

    E, por mim, mais depressa deportava de Portugal um grunho destes que um dezenas de imigrantes que nunca se atreveram a achincalhar a religião católica.

  324. Aliás, deportados já v.s são. Deportados de qualquer QI minimamente humano. A única coisa que vos resta é tentar bater pontos aos macacos Jardim Zoológico.

  325. Eu não disse?

    Eu não disse que este gajo criou um blogue para se aliviar de complexos de inferioridade porque dantes passava por branco de 2ª na Europa e agora já passa pelo que é?

    «pelo contrário, não querem de maneira nenhuma ser associados com o vizinho magrebino – seja ele uma pessoa decente ou não… paga o justo pelo pecador.»

    Como se a culpa fosse do magrebino que tu até renegaste. Como se a culpa fosse do muçulmano que sejas imigra de 2ª e agora te sintas a passar para a terceira divizão.

    Sempre foi assim; também “assisti” por relatos a muito grunho das barracas, analfabeto a ser senhor no Congo e a mandar chicotear os pretos.

    “Não sirvas a quem serviu; não peças a quem pediu”. São os piores, sempre foram estes os sans- culottes de todas as revoluções.

  326. E o problema não este, este é um exemplo entre milhares- este é um exemplo do que ainda está para vir. Porque esta treta da globalização há-de ser um tremendo pesadelo e não é lá, no Médio Oriente, é cá, que todas as coisas acabam e a Europa é assim que vai acabar. Disso não tenho dúvidas, É apenas uma questão de tempo.

    Como é que se vai deportar milhões de gente que se deixou entrar em excesso?
    Não vai. Já é tarde. Depois hão-de querer disfarçar o problema tal e qual como se fez por cá, na PI. Com a limpesa de sangue forçada. Que é claro que não vão conseguir, porque já não estamos em tempo para “conversões laicas” tanto mais que lá para as bandas do Oriente até nos têm na mão com o petróleo. E se for preciso com muitos mais ataques terroristas.

    Candidatos não lhes hão-de faltar: bastam uns tantos “cartoons ” e outras tantas provocações feitas pela concorrência dos imigras de segunda.

  327. Pois é, pá. Agora que eles saltaram e destaparam a cara.

    Até foi um bom serviço público o Valupi lembrar-se desta história. Dá para perceber um niquinho mais dos que motiva (ao vivo e a cores) muita gente que nem vive cá.

    Por aqui já tivemos testemunho.

  328. E eu fiz de propósito para ver como caía. Disse que era “inveja do vizinho muçulmano que já tinha carro melhor” e a ver se não saltou logo o que eu pensava- que era complexo de inferioridade por passar por magrebino.

    E é à custa de complexos de inferioridade desta escória da terra que se vende “políticas” e “laicidades” e a “defesa da liberdade de expressão”.

    Viu-se. Quando na volta a famosa e erudita “liberdade de expressão” mais não é que ajuste de contas com gente que “põe as patas na mesa e estraga os canteiros das flores e faz com eles passem por ser o mesmo- porque têm a marca na cor da pele.

    Pois têm.- tal como os grunhos de todos os Theos e de todos estes bêbados caricaturistas a têm de labregos. É simples- só a ética é que legitima a pessoa. Se isso não existe é como ir à feira de gado do Ribatejo.

  329. E enfia a viola no saco com essa pretensa caricatura da beta da Tucha que vai contar a história à beta não sei de quantas, porque nem sou beta pardaloca nem é preciso ser-se bem nascido para se ser educado.

    Bem nascido é quem tem educação. E qualquer pessoa do povo a tem. Só nunca a tiveram os grunhos de todos os tempos, de todas as faltas de classe.

    E outra coisa- isto qualquer católico bem-formado sabe. Porque para um católico, de acordo com o sentido da mensagem de Cristo, todos somos filhos do mesmo Deus.

    Quando se é grunho a religião faz muita falta. Pelo menos os crentes ainda temem um julgamento maior que o do seu umbigo.

    Armados em betos pardalocos são v.s- os desenraizados que julgam que é o dinheiro ou o carro que faz a pessoa.

    Só quem não muito baixo pode precisar de insultar os outros naquilo que sabe que mais respeitam, para se vingar de poder ter a mesma sorte que eles.

    o que acabaste de dizer foi isso mesmo- apoias todos os Theos, todas as merdas de políticas de guerra para espantares o medo de levares um pontapé no cu da Holanda.

    Sabes o que penso? É que devias ter ido para a terra dos papuas.

    Aí talvez não corressses o perigo de os donos da casa também dizerem que não tens modos à mesa. A menos que achassem que o melhor para que servias ainda era para ir para o caldeirão.

  330. “…islamocídio em curso no Médiio Oriente desde 1948 e, em particular no Iraque. Milhões morrem …”

    Caso isso fosse verdade também era só lucro para alá e para os alcaidistas e amigos.

    alá ficava todo satisfeito, teria muitos mártires para o adorarem, e estes as virgens ou uvas e mais outras ilusões.
    E a melhor forma de irem para o tal paraíso não é por meios e vontades próprias, mas antes serem enviados para lá por outros.
    Com isto se compreende melhor o que fazem e dizem. Querem ir, ou melhor, que os mandem.
    Não o podem dizer, mas fazem tudo por o merecer e no fundo no fundo, agradecem.
    Foi o próprio alá que criou e deu liberdade a satanás e que criou o inferno.
    Se criou o inferno, é natural que o quisesse encher.
    Como?
    Dizendo que seria o paraíso.
    E porque criou satanás?
    Simples. Para que este arranjasse seguidores.
    Sendo todo poderoso, alá também teria o poder de seduzir, enganar e de mentir.
    alá sabia mesmo muito.
    Mas com um pouco de atenção é, identificado, desmascarado e neutralizado.

  331. É claro que, como o meu catolicismo é muito livre, sou capaz de fazer uma ligeira alteração à mensagem cristã: somos todos filhos de Deus mas há muitos que são filhos-da-puta.

  332. Isto começa a ser um habito, só participo de 500 em 500 comentários. somando 445 do actual mais 555 do anterior post sobre a mesma temática, dá em números redondos 1000, no meu caso será um mais o 1001, como as historias de Alf Lailah Oua Lailah – As Mil e Uma Noites, obra clássica da literatura árabe.
    A intolerancia dá nisto: http://www.elpais.com/articulo/internacional/repiten/morderemos/mataremos/elpepuint/20080301elpepuint_2/Tes
    Por mais que se discuta, esta é a verdade incontornável.

  333. «Los morderemos y mataremos”

    Então não há azar. Se os mordem antes de os matar, lixam-se eles por envenamento. Fica tudo na paz do senhor.

  334. E nem era mal pensado, não senhor. Acabar tudo à dentada é mesmo panorama mais de acordo com a trajectória “civilizacional pós “Trabalhos e os Dias”. A tal Idade de Plástico está aí e a piada nem é minha.

  335. È claro que este comentário vindo de um blogue da “cantiga é uma arma” também tem a sua piada. Ainda que até tenham sido os comunistas os grandes racistas e darwinistas sociais.

  336. Deir Yassin, onde a besta nazi-sionista escouceou pela primeira vez…

    Deir Yassin, era uma típica vila palestina, com pouco mais de mil habitantes, por volta de 1948. Também foi dado como nome simbólico de uma das fases da guerra de ocupação sionista, com o objetivo específico de obter mais territórios e de expulsar os habitantes nativos do “Estado Judaico”.

    (…) Em abril, comandantes locais dos grupos terroristas Irgun e Stern procuraram o comandante da Haganah em Jerusalém, David Shaltiel, desejando tomar parte na operação destinada a abrir um corredor entre Jerusalém e Tel-Aviv. Embora receoso, Shaltiel acabou por autorizar o ataque, embora argumentasse que haveria outros motivos mais valiosos do ponto de vista militar. A operação foi chamada de Unidade, por reunir numa só ação os três setores das forças judaicas-Haganah, Stern, Irgun-, embora a primeira entrasse, a princípio, apenas com apoio “logístico” e armamentos, além de enviar um “observador”, o jovem oficial Meir Pa’il. Nos dias seguintes, os líderes dos dois grupos terroristas reuniram-se para planejar o ataque, que visava “quebrar” o moral árabe e criar pânico entre os árabes palestinos. Segundo um comandante da Irgun, a maioria dos comandantes presentes às reuniões “decidiu pela liquidação de todos os homens da aldeia e quaisquer outros que se opuséssem a nós, mesmo que fossem velhos, mulheres ou crianças”.

    Na madrugada o dia 9 de abril de 1948, a força de assalto sionista, com 120 homens, aproximou-se da aldeia. Os sentinelas, armados com velhos rifles turcos, alertaram a população, que rapidamente começou a fugir para as aldeias vizinhas, enquanto alguns homens faziam frente aos invasores. No começo, os sionistas fizeram pouco progresso; segundo o observador da Haganah, Meir Pa’il: “Eles conseguiram ocupar apenas a metade oriental da aldeia, não conseguindo ocupar a parte ocidental. Dez ou doze árabes atiravam contra eles usando apenas rifles, não tinham armas automáticas, e seguraram-nos do lado oriental”. Percebendo a dificuldade dos invasores sionistas, o próprio Pa’il enviou um mensageiro a uma base próxima da Haganah, solicitando reforços. Logo, um pelotão da Palmach(a força principal da Haganah)chegou aldeia, ocupando-a em poucos minutos e sem nenhuma baixa. Com a vitória, o pelotão da Palmach retirou-se, deixando as ações sob responsabilidade dos comandantes terroristas.

    O que se seguiu na aldeia foi a mais brutal selvageria, e embora até hoje a literatura sionista e israelense divida-se quanto aos seus motivos e consequências, há unanimidade entre historiadores árabes e ocidentais, e entre observadores de organizações humanitárias. de que o que houve em Deir Yassin foi uma matança deliberada e cruel da população civil com o objetivo de atemorizar os habitantes de toda a região e provocar sua fuga. Anos depois, o jornal judaico-americano Jewish Newsletter relatou:

    ” Depois que os homens da Haganah se retiraram, membros da Irgun e do Grupo Stern perpetraram as mais revoltantes atrocidades: 254 homens, muilheres e crianças árabes foram massacrados a sangue frio e seus corpos mutilados foram atirados em um poço; mulheres e moças árabes capturadas e trazidas para Jerusalém em caminhões e conduzidas em parada pelas ruas, onde eram humilhadas e cuspidas. No mesmo dia, os irgunistas deram uma entrevista à imprensa na qual disseram que amatança coletiva era uma “vitória” na guerra de conquista da Palestina e da Transjordânia”.
    Para completar a ocupação, os terroristas jogavam granadas pelas portas das casas e metralhavam indiscriminadamente a todos os que viessem pela frente. mulheres tiveram suas barrigas rasgadas por baionetas, e crianças foram mortas em frente a suas mães. Uma comissão inglesa que entrevistou sobreviventes alguns dias depois, conclui que “muitas atrocidades sexuais foram cometidas pelos atacantes judeus. muitas mulheres foram estupradas e depois trucidadas. Mulheres idosas também foram molestadas”. Alguns corpos foram encontrados com mais de 60 tiros, ou com membros amutados. Quinze casas foram dinamitadas, incluindo a casa do muktar, enquanto as demais foram saqueadas.

    De acordo com o médico da Cruz Vermelha, Dr. Jacques de Reynier: “A limpeza foi feita com metralhadoras e depois granadas de mão. Foi terminada com facas, qualquer um podia ver isso”. O médico suíço ficou particularmente chocado por uma das terroristas que segurava uma faca. “Uma bonita jovem israelense com olhos criminosos, mostrou-me uma faca com sangue ainda pingando, ela me mostrava aquilo como se fosse um troféu”. O comportamento dos terroristas sionistas lembrou o médico da Cruz Vermelha de seu serviço durante a segunda guerra mundial, quando lhe veio a mente uma cena em que viu “uma jovem nazista apunhalar um casal de velhos sentados em frente de sua cabana”.

    O saldo do massacre foi de 254 civis palestinos mortos, grande parte constituída por crianças, mulheres e idosos. Os sobreviventes fugiram aterrorizados, abandonando a aldeia e disseminando o pânico entre a população palestina. Entre os invasores, o número total de mortos foi de QUATRO.

  337. Porque é que continua a haver cada vez mais refugiados palestinianos ?

    Porque os refugiados palestinianos desde 1948 NUNCA PERDEM ESSSE ESTATUTO , a não ser quando fimalmente regressarem à Patria após a libertação. Os estados em que estão abrigados proibem a sua naturalização (e dos seus descendentes), porque isso seria colaborar com os nazi-sionistas na sua miserável politica de limpeza étnica.

    Não estão à espera que os estados árabes branqueiam os crimes contra a humanidade cometidos por iSSrael desde 1948, pois não ?

  338. Intolerância islâmica ?

    Venham factos: Um só país islâmico (tirando a Arabia Saudita, onde nunca existiram) onde tenham sido fechadas igrejas e sinagogas e isto desde 632 ? Factos, venham ! O que se sabe é que a Igreja de Santo Sepulcro de Jerusalém, o Mosteiro de Santa Caterina do Sinai (entre milhares de outros) estão ininterruptamente abertos e ocupados por monges cristãos desde os tempos bizantinos (pré-islâmicos), mesmo nos tempos mais recuados da alta idade Média. Os cristãos e judeus eram e são quase sempre uma minoria protegida e priviligiada Ainda hoje no Egipto e Líbano assim acontece com os cristãos. As profissões liberais, por exemplo são maioriotariamente cristãs (coptas, maronitas, etc) !!! Há ministros cristãos nos governos egípcio, palestiniano, libanês, iraquiano, etc. Não há fundamentalismo. Todas as religiões têm direito à cidadania, ao voto e ao respeito da propriedade (ao contrário do que acontece na entidade nazi-sionista !).

    Em iSSrael ATÉ ENTRE JUDEUS HÁ RACISMO. Os judeus de primeira são os askhenazins (NÂO SEMITAS), toda a classe política é askenazin (a execpção , Peretz, é ridicularizado todos os dias pelos jornais, dado que os sefarditas (2ª classe) são considerados “burros” pelo establishment…Depois vêm os “russos” (3ª classe) e finalmente os “pretos”, os falachas etíopes, cujo sangue dado em recolhas publicas é secretamente lançado fora por “impuro”. No fundo da sociedade RACISTA-APARTHEIDESCA ISRAELITA, estão os não judeus, os Untermenschen, os arabes israelitas, que não pertencem ao “povo eleito” e por isso não pode entrar no exercito nem morar nos quarteirões judeus, etc.

    Israel mete nojo. É um “estado” pária, racista, fundamentalista, apartheidesco, terrorista, genocidário. A escória da humanidade. Um regime a aniquilar e a substituir por uma democracia de todos os cidadãos, independentemente da sua religião, como são todos os países europeus.

  339. sOBRE A “HOMOFOBIA”…

    Não há homofobia em termos significativos na sociedade. Não constitui pois um problema social sério, e muito menos um tema para tanta discussão. Julgo que 99% das pessoas acham que cada um deve levar onde quer e que ninguém tem nada com isso.
    O que há é uma reacção (se quiserem, um backlash ou retour du batôn) aos avanços abusivos das teses arco-iris dos LGBT que pretendem configurar o que devem ser desvios (tolerados e legítimos) a uma norma básica da organização social, a família heterossexual monogâmica, como outras tantas normas de hierarquia e valor idênticos àquela.
    Ora isso dissolve a família ( a única, a heterosexual, é claro) e mina a coesão social e os valores éticos da mesma.

    É o relativismo moral, a decadência dos costumes, o relaxamento do ethos social, a queda demográfica a pique, geradora de gravíssimos problemas de sustentabilidade económica, o aumento da delinquência juvenil e do insucesso esolar , das despesas sociais com mais cadeias institutos de reinserção, polícias, guardas, psicólogos, etc.
    Em todos os países emergentes, do sudeste asiático à América Latina, passando pelo mundo islâmico, os valores familiares são sólidos, a moral pública é consensual e as novas gerações têm um forte enquadramento familiar, escolar e religioso. E isso constitui um factor insubstituível de competetividade.

    A preocupação exacerbada, no ocidente, com os temas da paneleiragem e de outras minorias sexuais é um triste sinal de decadência, da ausência de causas nobres, de anomia moral, de dissolução das mais básicas instituições sociais. A norma deve ser reposta no seu lugar, porque a sociedade precisa de valores-marco, para funcionar coesa e harmonicamente. O que em nada prejudica o estatuto das minorias sexuais, desde que respeitem esse estatuto minoritário e não queiram contestar à norma (família heterossexual) o papel de norma, macaqueando esta .

    É isso que está em causa. Não saber se se deve ou não contar anedotas de paneleiros e quando. Isso é uma mera questão de sensibilidade e de etiqueta, não uma questão política. Questões políticas, dignas de discussão, são a construção europeia, a força do euro, o combate à neoconeiragem busho-sionista, o respeito do direito internacional, o enquadramento da vida social pelos sãos valores éticos e religiosos, a defesa da excelência, da virtude, do dever da responsabilidade.

  340. Nesta matéria o que há a fazer é desmascarar o proselitismo gay (tal como o feminista) e o ateísmo militante, que frequentemente lhes anda associado, como uma fausse route que dissolve a sociedade, os seus valores de integração, as suas referências culturais permanentes, a sua eficácia económica, em suma a paz e coesão sociais.

    Vários modelos existenciais podem coexistir, desde que a norma social não seja contestada no seu papel de norma. Se os gays não se contentam com a liberdade e garantias de não-discriminação (objectivos legítimos e já largamente alcançados) e pretendem além disso dissolver as bases da sociedade, desconstruindo todas as narrativas da norma heterossexual, essencial à subsistência e são funcionamento desta, então arriscam-se a um backlash. Basta de proselitismos da panasquice. Nada de casamentos gay. Os meros contratos de parceria (pac’s, partnerships, etc.) salvaguardam utilmente alguns aspectos legais, sem macaquearem grotescamente o casamento.

    E sobretudo nada de adopções por paneleirões. As crianças precisam de um referente masculino e de um referente feminino e não devem ser envolvidas em grotescas experiências de engenharia de género, para satisfazer o ego exacerbado da paneleiragem irresponsável. Fora isso, os gays devem ser respeitados e não-discriminados. Mas devem sobretudo respeitar-se a eles próprios e não andarem permanentemente a vitimizarem-se e a inventarem paranoicamente homofobias… O nosso primeiro é um bom exemplo…
    Eu só queria que alguns abandonassem a sua visão anuscêntrica do mundo: devem convencer-se que a sua peidola não é a coisa mais importante no universo.

  341. A norma social deve permanecer incontestada, apesar das legítimas excepções em casos minoritários que só a confirmam. Um estado liberal bem estruturado funciona assim.
    Se eu for trabalhar para o Dubai (um paraíso, aliás) não vou exigir que o meu catolicismo seja tratado em pé de igualdade com a norma (religiosa) local (procissões, programas de televisão, feriados católicos, descanso ao domingo, etc). Basta-me não ser discriminado e poder praticar a minha religião livre e discretamente. Atacar a norma muçulmana seria uma provocação grave e gratuita.

    Ora, os gays devem comportar-se do mesmo modo em relação à norma da família heterossexual, a base do funcionamento da sociedade. Atacar essa norma, ridiculizá-la com macacadas tipo “casamentos gay”, e banalizá-la ao lado de outras “normas” minoritárias, causa um profundo mal-estar, é provocatoriamente irresponsável, e pode levar certamente a um backlash, à partida não homofóbico, mas que o pode tornar-se na pratica. As paranóias com a homofobia do lóbi gay e as provocações à norma social podem assim revelar-se uma self-fulfilling profecy…

  342. zazie, a cama onde me deito é a da racionalidade. E costumo ter bons sonhos nela.
    __

    Ou seja, Euroliberal, defendes a fórmula “Deus, pátria e família”. Mas quem te convenceu de ser preciso embrulhar essa ideia jarreta num discurso que é um hino à imbecilidade e ao aborrecimento?

    Gostei muito deste teu passo:

    “Em todos os países emergentes, do sudeste asiático à América Latina, passando pelo mundo islâmico, os valores familiares são sólidos, a moral pública é consensual e as novas gerações têm um forte enquadramento familiar, escolar e religioso. E isso constitui um factor insubstituível de competetividade.”

    É uma alucinação tua, o retrato de quem está apavorado. E viver em liberdade assusta-te muito, né ó pá?

  343. Valupi:

    Quanto ao artista que apoiou o teu psot porque também não quer passar por magrebino e levar um pontapé no cu, nada, pois não?

    Já sabia que não tinhas nada a dizer em relação aos verdadeiros motivos de apoios a esta merda. Na verdade esses limitaram-se a dizer às claras.

  344. ó euroliberal, desta vez eu concedo dirigir-me à sua paneleiragem, por uma vez sem excepção. Lamento os seus traumas e as convenções que imaginou podia impôr aos seus filhos e netos. Entendo que a sua imagem de uma velhice feliz passase por ser o patriarca do seu clã, e que nela tenha apostado tudo ou quase. Lamento dizer-lhe que essa imagem faliu com a família burguesa desde os anos 50 do século passado e estrebuchou definitivamente no passar do milénio.

    A norma que você invoca, como sendo a norma de todas as normas, de uma sociedade ‘saudável’ não existe, felizmente, da mesma maneira que o catálogo de todos os catálogos que não se mencionam a si próprios também não existe.

    Os filhos não se têm, dão-se ao mundo que eles próprios hão-de também fazer, diferente do que os pais pensaram.

    A pegada ecológica extravasou a capacidade de sustentação do meio, porventura à escala global, e vai haver redimensionamento da coisa, neomalthusiano, e a melhor maneira de consegui-lo com menor sofrimento é a reconfiguração das relações sociais em termos do abaixamento da taxa de reprodução por década, o que pode significar vários caminhos e combinatórias.

    A economia não é nenhuma imposição de fundo pois se é feita pelos homens pode ser por eles refeita.

    Essa sua noção de decadência é apenas a sua e daqueles que pensam como você e que gostaria de impôr aos outros.

    E eu estou à vontade porque embora seja homo, apesar de noutros teempos ter tido um substancial currículo hetero, sou marginal em relação a qualquer lóbi, que não estou à venda.

    Tentei ser educado consigo, mas não me interprete mal, não tenho qualquer medo de si, e posso responder-lhe como tanoeiro.

  345. zazie, o teu interesse por elementos (assuntos ou intervenientes) que fogem ao que eu (e outros, muitos outros!) escrevi e pensei, não tem mal. Mal algum e mal nenhum. Mas convirás que é uma táctica primária para encobrires as tuas contradições e eventuais dificuldades de entendimento.

    Quando a susana, ou o rvn, ou a Ana Cristina Leonardo, ou eu, ou agora o carmo da rosa, te coloca perante questões que são legítima e objectivamente construídas e te pedem simétrica resposta, tu começas a disparatar. É a última linha de defesa, essa pulsão destrutiva. Tu preferes anular o fluxo inteligente e comunitário da discussão a perderes a “face”; isto é, a “persona”.

    Com isso perdes a voz. E acabas, sem surpresa, ao lado dos euroliberais circenses.
    __

    Muito bem dezido*, z.

    * sim, sim.

  346. (Valupi, meu irmão, hoje tem show da tropicalia aqui no porto da Barra, com a Gal! Que contente que estou; mas tenho que ir arranjar um bocado do telhado, eu sou gato)

  347. O que é que a Leonarda, Carmo ou Susana me colocaram de concreto?

    O quê?

    Que eu não sou racista? ok. Isso já eu sabia. Não preciso é de receber lições v.s

    Agora o que o Carmo Rosa colocou foi a ti. Ele explicou, bem explicadinho, aquilo que não se percebia nem na Susana nem nos outros.

    Afinal, a legitimidade da troça das caricaturas está explicada porque os gajos portam-se mal- são grunhos. Põe as patas em cima da mesa; apalpam as mamas às senhoras autóctones; estragam os canteiros de flores-

    E foi em relação a isto que ele disse que os outros imigras de 2ª temem ser confundidos e ainda vir a extrema-direita e mandar tudo para casa.

    Ora bem, cuida-se do rabinho: hoje eles, amanhã eu. E foi por isto que se babaram com a famosa “liberdade de expressão”. Porque eles precisam de actar as normas do país que os recebe.

    É esta a lógica. Como há mau estar, vá de fazer retaliações com caricaturas.

    E eu sei que foi isto .E sei que hão-de existir mais que motivos para a confusão ser grande.

    Agora o que nem tu nem Susaninhas, nem Leonardinhas me podem vender é que é por isso- por haver mal estar e estes imigras criarem problemas sociais que é legítimo falar em “exercícios modernos de socieade laica com caricaturas nos jornais”

    Puta que vos pariu. Mainada. Puta que vos pariu. Porque afinal, não passam de um bando de grunhos xenófobos, cobardes e miseráveis que, como são ateus, acham que é por aí que se vingam dos imigras.

    Dos mesmos imigras sacrossantos quando se trata de despejarem aqueles lugares comuns do politicamente correcto e dos crimes de ódio, racismo e xenofobia.

    Como eu disse logo no primeiro post- tudo isto tem dias. Nuns para caça aos votos, noutros para desabafo de paranóia armagedónica.

    E a racionaliade enfia tu no cu, porque esta merda não foi dirigida a nenhum Valupi para fazer exercícios de pseudo-filosofia zen. Foi dirigida a milhares e milhares de populações que não podem mesmo com os gajos.

    Porque são eles que os têm em casa, não somos nós.
    Donde, tu apenas fizeste a habitual figura triste dos pseudo-intelectuais a falar do que nem vives.

    Os outros vieram aquim pegaram-te nas palavras, bateram palmas e contaram a história como ela é-

    Para afugentar os gajos. as caricaturas dirigiram-se aos imigrantes! e foi isso que o Carmo Rosa confirmou. O que não é nenhuma novidade, excepto para quem vive de palavras e queria camuflar isto numa treta de “debate dinamarquês sobre a laicidade.

    Imbecilidadade de tal ordem que até o RVN veio com essa treta- para “dominar a religião é preciso um estado laico”

    Coisa de anormaizinhos. Porque o estado Dinamarquês não só é laico, como o páis tem umas das maiores precentagens de ateísmo da Europa.

    E iam dominar que religião? a islâmica? a religião isâmica é poder paralelo na Dinarmarca?

    E dominam-na insultando e achincalhando o os imigrantes? e fazendo a cabeça aos putos, em réplica do que eles fazem nos programas de tv com coelhinhos?

    Estão bem uns para os outros, é caso para se dizer.
    e aqui incluo todos- os caricaturistas e os dos dessenhos animados, e mais esta esquerdalhada acéfala de mão-dada com imigras de segunda cheios de tremeliques com medo de perderem status e passarem por magrebinos.

  348. Não é por nada. Mas há muito que pressentia um paralelo racista entre esta esquerdalhada virada do avesso, com o “outro” na boca e mais o racismo e as fobias e o raio que os parta e os militantes racistas à direita.

    Há muito. Não é por acaso que também conheço muita comuna assitente social a dizer estas coisas por trás. Num dia votam BE no outro é- “a gente é que sabe o que eles são”; “vivem melhor que nós, com todos os paparicos que não tinham na terra deles” (sic. dito por assistentes sociais todas de esquerda).

    E eu sou realista- esta imigração anormal tinha de criar este monstro. Nada de novo .Até tivemos aquele exemplo do massacre do reinado de D. Manuel que também aqui se debateu com o Rui Tavares. E o problema nessa altura também não foram os guetos. Guetos existiram durante 300 anos com convívio pacífico. O problema aconteceu quando quis a mistura de sangue e se abriu a porta a milhares de judeus que depois descambaram na marginalidade. Bastou vir a peste e Lisboa cheia de imigrantes de toda a espécie e foi ver no que deu.

    Nada que não aconteça um dia destes se não se travar este excesso de imigrantes e se não se travar, antes de mais, acima de tudo, todos estes merdosos de provocadores com as costas quentes.

    E todos estes merdosos que ainda fazem do insulto propaganda.

  349. Por mim que sejam racistas à vontade. Desde que esse racismo se fique por desabafos também acho que é tão legítimo como o do PNR.

    Agora metam a viola no saco e nunca mais se atrevam a falar em crimes de extrema-direita xenófoba porque xenofia de esquerda se disfarça com Voltaire.

  350. Isto até tem apenas um nome- coisa de mentecaptos. Nem a esses nomes da moda vale a pena tocar que isso é dar-lhes mais pretextos para a novilíngua da puta do mundo orwelliano que andam a preparar.

    É coisa de grunhos. Mainada. Grunhos que temem levar um pontapé no cu e serem postos da Holanda para fora por poderem passar por magrebinos. Quando nasceram onde?

    E quantos milhares de grunhos idênticos a estes toda esta propaganda não serve?

    E a quantos mais milhares de dinamarqueses com 3% da população feita imigrante islâmica aquelas caricaturas não servem para alívio?

    Somos ceguinhos? vamos todos armar em toinos e dizer que foi para “lerem Voltaire”?…

  351. Mas que vou guardar estes comentários para o dia em que se babarem com “cartazes xenófabos” do PNR, vou.

    E esfregar-lhes nas fuças .Porque são hipócritas.

  352. https://aspirinab.com/valupi/ha-muita-fe-no-reino-da-dinamarca-ii/#comment-30437

    Mas ainda bem que tiveste a lata de corrigir o euroliberal que te ia à kipa e assinar por baixo e ainda lá incluir a Susana e a ACL neste comentário do Carmo Rosa.

    Dizendo que eu devia aprender com ele.

    Ora bem, com essa é que te desmascaraste. Andaste para aqui a vender racismo por outras palavras. E foi preciso que aparecesse o Carmo Rosa para o dizer com todas as letras e tu assinares por baixo e ainda teres o desplante de me mandar aprender com ele.

    Com isto. Para que não se esqueça nem se apague.

    »NÃO É VERDADE, o porco nazi Theo van Gogh não chamava aos seus concidadãos ‘fornicadores de cabras’, isso é uma tradução ad usum delfini, provavelmente do Fernando Venâncio, CHAMAVA-LHES PIOR:
    A quinta coluna dos enraba-cabras…
    »

    ««“Eu não tenho nada a ver com isso. Nesta historieta limitei-me a resumir- se não se quer, não se receba em casa. Agora receber e insultar é que é coisa de grunhos.”
    Querida Zazie,
    Também se poderia resumir a historieta de outra maneira!
    Quem está de visita em casa de outrem porta-se bem, não põe as patas em cima da mesa, não cospe pró chão, não apalpa as mamas à anfitriã quando isso não é solicitado, não mija nos vasos de flores, resumindo, não se comporta como um grunho.
    Precisamente para que os brancos (e os pretos e os amarelos, etc) imigrantes de segunda, que subiram à pouco de status, não se sintam malvistos e comecem a votar em massa nos novos higienistas, precisamente para criar aos olhos do anfitrião uma diferença que à priori não existe.
    Inveja do vizinho muçulmano é coisa que estes “novos cidadãos europeus” não têm, pelo contrário, não querem de maneira nenhuma ser associados com o vizinho magrebino – seja ele uma pessoa decente ou não… paga o justo pelo pecador.
    Porque, o que o imigrante-branco-de-segunda na realidade tem medo, é que o anfitrião, às tantas, depois de tantas chatices em casa, perca a cabeça e ponha toda a gente (os malcriados e os decentes) no olho da rua… Mais uma vez paga o justo pelo pecador.
    Mas tenho cá uma fezada que você não gosta da historieta assim contada, é um pouco simplória para o seu gosto requintado, não é tão cool, não tem um cheirinho a semiótica, não é tão prá frentex, não é historieta que possa contar aos seus amigos, à Tucha ou ao Tó, nos pubs da Foz ou da avenida da Boavista…
    Que a francesinha lhe saiba bem.
    »

  353. Este caralho escreveu mesmo um post racista e por isso é que até escolheu a imagem dos grafitti. E partiu a cara.

    Como a partiu e já não lhe restava qualquer saída, ainda tentou o truque baixo de me querer colar ao que o euroliberal disse. Coisa manhosa porque eu salientei que não concordo com ele na maior parte das coisas, sendo que nunca concordaria nem apoiaria qualquer tipo de maniqueísmo heróico onde os fanáticos pudessem ser elevados a heróis. É quanto me basta.

    Mas, este anornal do Valupi é que não se demarcou dos que a ele se colaram e citaram o post.

    E pior, fez pior, ainda teve o desplante de pegar no rvn, Susana e ACL e enfiá-las (sem que eu tenha reparado na autorização) neste nojento panfleto de cobarde do Carmo da Rosa e sus primitos cavadores.

    Foi isto. Por mera questão de justiça e benefício da dúvida nem eu incluo a Susana, A Leonardo ou o RVN nesta merda e em toda a merda aqui deixada- como justificação das caricaturas- pelo cobardolas do grunho de 3ª do Carmo da Rosa.

    está aí o texto, linkado, bem visível a azul, quem quiser assiná-lo, que assine. O Valupi já o fez e achou que eu é que teimava em não querer aprender com este bom-senso.

    Bom senso de justificação da “liberdade de expressão” e de todas as grunhices paralelas do Theo, porque os imigras estão a pedi-las. Porque não são todos iguais e há uns que deixam ficar mal os outros.

    Então, como assim é, em vez de pegarem neles sempre que fazem desacatos e mandá-los imediatamente embora, não- acham que é melhor aproveitar para “retaliar” onde mais lhes doi- no que legitiamente é a sua crença.

    Putedo de nojo de quem é capaz de defender isto.

  354. Era só para dizer ao Carmo da Rosa que o Shark tem força na verga quanto baste para lhe dar uma valente traulitada na testa com o bastão da ordem por ele se servir de mim como exemplo de frouxo por ter dito que a Zazie me intimida, mai lá pra cima.
    Mas como tenho estado de baixa e, por outro lado, não quero vir a servir também de exemplo como um dos bocas de trapos que avacalham a cena com as suas trolhices, vou abster-me de me dirigir seja ao Carmo seja à Trindade nesses termos tão pouco abonatórios da minha postura competitiva nesta arena virtual.

    E agora que já libertei o menino guerreiro em mim, para além de fazer jus ao nick e assim sossegar o florinha, deixo-vos apenas com a imagem que me ocorre quando tento imaginar esta discussão na sua vertente analógica à mesa de um café.
    Mas vocês não conseguem impor-se pela inteligência, pela bagagem cultural que ostentam no meio da caralhada criançola?
    Pintam-se como pessoas de formação superior e depois vêm para aqui fazer figurinha de básicos como eu?
    Sentem-se mais rebeldes quando entregam a língua aos prazeres do vernáculo de taberna?
    Atinem lá, que o assunto é sério e para burgessos já bastam os que tentam sem sucesso interpretar o vosso raciocínio por entre os ca(ga)lhaus que vão semeando pelo caminho em forma de asneiredo sem justificação.

    Se querem assim tanto debochar abdiquem dos temas que vos são gratos, deixem-se de dar pala de conhecedores e desçam ao nível dos que, como eu quando me picam, se sentem como peixes na água quando a conversa descamba para o rascol.

    Agora podem prosseguir, pois apesar de tudo eu não desgrudo daqui pela pica que a componente racional da vossa argumentação me dá. E de borla, o que muito me sensibiliza.

    E agora não me venham os Niks e os Rosas e outros tontos oferecer de barbatana beijada a razão no que acabo de dizer. Aplaudo de pé a manifestação da vossa eloquência e do saber que defendem com tanto empenho e vigor.

    Com o mesmo à vontade com que me agacho para debitar uma poia sobre as atoardas de merda que me motivaram esta intervenção.

  355. Estes grunhos que querem fazer da Dinamarca um óasis de ateísmo e de laicidade fundamentalista… ESQUECEM que a Dinamarca não é laica mais constitucionalmente um estado CONFESSIONAL (tal como o Reino Unido, a Finlândia, a Grécia, etc..), devendo o chefe de estado ser obrigatóriamente um luterano….

    According to official statistics from January 2006, 83.0%[44] of Danes are members of the Lutheran state church, the Danish People’s Church (Den Danske Folkekirke), also known as the Church of Denmark. According to article 6 of the Constitution, the Royal family must belong to this Church.

    Há países islãmicos a 95%, como o Senegal, onde o chefe de estado pode ser católico (como Senghor)…

  356. OFF TOPIC!!!

    Com o devido respeito a todos aqueles que mesmo discordantes de opiniões de terceiros, vão tendo o bom senso de respeitar as ditas, uma questão de educação, pergunto: não vos cansa este ruído cansativo de catanadas no ar?

    Por vezes fico com a sensação que a teoria fascista em aclamar os nacionalismos jacobinos, é a melhor solução para a evolução social. Isto sim é de grunho. Fez-me recordar François Duvalier , apelidado de Papa Doc por mostrar afecto ao ajudar os pobres na sua doença. Mas em 1957, ao chegar ao poder, tornou-se num dos maiores tiranos carniceiros que há memória. Ao ler alguns comentários, fiquei com a sensação que as tácticas dos “Tontons Macoutes” andavam por aqui, ou seja, perseguir, destruir e chacinar aqueles que não aceitem as suas verdades. É de democrata.

    Nem a bestialidade do vernáculo me incomoda, caralhadas e impropérios é o que mais se houve quando a razão começa a fugir e os argumentos a desaparecerem. Nestes momentos, sugiro vivamente a troca de fluidos, dar uma queca. Independentemente da orientação sexual. Liberta o stress e alivia a pressão.
    Não faço ideia se um dia irei sofrer algum atentado ao passar em algum aeroporto internacional ou em visita a um pais estrangeiro visado pelos terroristas islâmicos, a verdade é que não penso muito nessa possibilidade, mas confesso que quando chego ao meu país, sinto um enorme alívio, talvez por perceber que não estamos tão expostos quanto outros.

    O que o Valupi soube habilmente provocar, foi uma discussão relativa aos direitos daqueles que ambicionam viver em liberdade. O regime da ameaça e do medo imposto pela maioria dos governos intolerantes – sejam islâmicos ou não – não é algo que devamos permitir no continente Europeu. Ai sim, o publicar novamente o cartoon do profeta, não é uma falta de respeito à religião muçulmana, mas neste contexto é um grito de aviso, que afirma a sua indignação pela cobardia das ameaças que meia dúzia de extremistas que em nada prestigiam a riqueza e respeito que essa religião demonstra ao co-habitar com outras distintas da sua. Não há bom nem maus muçulmanos, ou bons ou maus Europeus, o que temos é gente dominada pelo medo e alguns deles, uns perfeitos grunhos , insensíveis ao respeito fundamental do direito a vida.

    De resto, gosto imenso deste Blog. Parabéns.

  357. Olha, até me tinha esquecido dessa- que a Dinamarca até é um estado confessional

    ahahahahahahahahaha

    E andaram estes pategos com a laicidade na boca e mais a secularidade e a puta que os pariu porque o perigo era o Estado Dinamarquês tornar-se uma qualquer democracia do terceiro mundo com o islão como religião oficial

    ahahahaha

    E para isso vá de os ateístas militantes fazerem a cabeça aos putos e insultarem os imigras pela religião que têm

    Que anedota.

    Mas a grande anedota é a realidade, não é este post. E um bocadinho, um niquinho de nada dessa realidade foi aqui bem testemunhada pelo Carmo da Rosa.

    E não só. o blogue dele tem lá mais imigras nos países nórdicos e todos eles são ferozes militantes islamofóbicos (de acordo com a puta das fobias da moda).

    E tudo porque cuidam do cu. Fazem as contas à vidinha. Isso sabia eu, só estava à espera que aparecesse aqui algum dos exemplares.

    Nem os chamei. vieram eles ao cheiro.

    Quanto ao bom do Estado laico que é o único capaz de conter o totalitarismo de toda e qualquer religigão, como me queria ensinar o rvn, de acordo com a cartilha marxista.

    É só perguntar quantos milhões mais de vítimas do Estado totalitário ateu moderno é que precisam. Depois do nazismo, depois do Gulag, depois de Pol Pot, depois da “revolução cultural”.

    Estes é que são os exemplos bem modernos da força “libertadora e domacratizante” quando se matam as crenças do povo, se retira a história e a tradição para terraplanar e meter lá os heróis da ideologia- os caciques de todos revolucionários.

  358. Mas é bom que o Shark meta uma coisa na cabeça. Não é a honra do convento da porcaria de um post num blogue tuga que apenas meia dúzia de pessoas leu, que importa defender de contaminações com a realidade.

    Não, o que importa é colocar as questões na realidade. Aquelas caricaturas não foram colocados num post para ser lido por meia dúzia de pessoas e dar origem a debates teóricos muito elevados.

    Foram atiradas para a rua para serem vistas e colherem os instintos primários de todos a quem os megafones conseguem atingir.

    Ou seja- a todo o mundo. Porque os media são isso. E foi por isso que passados 2 anos ainda temos a historieta a dar trunfos. Porque a realidade é que conta.

    E a realidade que contou é que isto tinha uma história com antecedentes- a tal militância por achincalhamento por causa do excesso de imigrantes.

    E foi disso que o Carmo da Rosa, na sua ingenuidadezinha, deu testemunho. Ele também assinou aquela declaração de apoio, ele também defende todos os Theos que o FV criticou (e muito bem, que o FV também vive na Holanda mas nunca ninguém aqui lhe leu a puta de qualquer discurso xenófobo e imbecil como estes).

    E foi este Carmo da Rosa, acompanhado do seu primito GIM que vieram aqui e chamaram os bois pelos nomes.

    Com a boa da lição de “o problema é os muçulmanos serem grunhos e portarem-se mal nesses países” que agora me queria vender como lição que eu precisasse de aprender.

    Putedo de merda. Que me lembre nunca tinha lido algo mais mesquinho, Porque com os tarados dos “brancos tatuados” contra a pretalhada, já se sabe que nem disfarçam. Agora estes ainda vieram com as falinhas de coninhas a cuidarem de salvar a pele.

    Apenas preocupados com a vidinha e com medo de também deixarem de viver da mama do Estado Social ou do “complexo de Van Gogh” que alimenta uma data de labregos como “jovens artistas” até à terceira idade.

  359. A única coisa que tenho por certa é que já fiz print screen desta merda e tenho a certezinha absoluta que ainda vai servir para calar muita boca bandalha com merdices de “crimes de ódio” e racismos e xenofobias. Disso tenho.

    Quem assinou por baixo aquela nojeira cobarde do Carmo da Rosa já não tem por onde se esconder.

    Estúpido, porque até tinha aguentado e continuado a disfarçar. Assim, apenas por raivinhas e me querer entalar com “pedagogias” ou colagens ao que eu nunca escrevi, vá de citar o Carmo da Rosa como exemplo de quem me tinha feito ver a luz

    “:O)))))

    Palhaçada. Um gajo a fazer-se passar por jovem artista e com medo de levar um pontapé no cu da Holanda para fora, apenas por poder ser incluido no rol dos magrebinos, quando até parece que foi mesmo em terra berbere que nasceu.

  360. E a fazer isto usando a “liberdade de expressão” das caricaturas como pretexto. Essa é que é a gravidade da questão e por aí é que se vê o que o MP_S também disse logo de início no primeiro post- aquela porcaria teve uma intenção provocatória para retirar dividendos políticos O Rose Fleming não brinca em serviço.

  361. ò Susana:

    Não disfarces nem me provoques senão ainda me passo e obrigas-me a dizer o que nãp quero.

    Olha lá, a pretalhada foi dita com o tom de réplica aos enraba-cabras, a única coisa que eu quero saber é se assinas por baixo aquele texto do Carmo da Rosa.-

    A única.

    A única e não me provoques muito.

  362. E não venhas mesmo com os teus nºs de sapateado a assobiar para o lado e agarrares-te a palavras quando o que aqui foi defendido foram actos.

    Repito a pergunta:

    Também assinas aquele texto do Carmo da Rosa e era a isso (à grunhice dos imigrantes muçulmanos) que te referias quando tu também vieste com a defesa das caricaturas porque eles têm de acatar as normas do país que os recebe?

    E as caricaturas tornam-se exercício legítimo porque eles não acatam as normas do país que os recebe?

    Foi assim que tu entraste a defender o primeiro post. E nunca conseguiste explicar este raciocínio.

    Tens agora uma boa oportunidade porque está aí o texto do Carmo da Rosa a dizer que eles também não se comportam bem, dão problemas (e ninguém disse o contrário- isso também eu disse) mas responde-se a esses poblemas com ofensas por caricatura da religiºao porque o estado é laico?

    Quando até é confessional e eu é que já nem me lembrava.

    Vá, responde a isto e não te armes em sonsa que eu já te topei os truques.

  363. E mais ó sonsa a agarrar em palavras de “pretalhada” fora do contexto quando o contexte era chamar grunhos a brancos que cospem nos imigrantes.

    Não leste o que eu disse acerca dos colonialistas tugas ,analfabrutos das barracas que chegavam ao Congo e se julgavam senhores e mandavam chicotear os pretos que os serviam?

    Não leste ou só gostas de ler o qeu te convem e nos intervalos armares-te em freirinha de brigada de costumes com atestado de pureza da anti-racismo a dizer, em tom paternalista, que nem pensavas que eu fosse xenófoba apesar de eu defender o gueto e ser conservadora…

    Pois, é que tu realmente andas aqui com atestado passado por qualquer brigada de costumes para medir o racismo da vida de pessoas que nem conheces.

    Quando mais valia medires as palavras e ideias racistas e xenófoboas que aqui foram defendidas.

    E volto a perguntar – assinas o texto do Carmo da Rosa que está aí em destaque a azul?

    Eu dei-te o benefício da dúvida, do mesmo modo que o dei a todos os que o manhoso do Valupi pretendeu colar em molho, a par daquela merda daquele texto para me ensinarem.

    E isto foi o máximo de honestidade que podia fazer. Aquele texto tem uma assinatura e um que o recomendou- Mais nada.

    Quem quiser assina-lo é bom que o faça em vez de se armar em amnhoso a querer pegar-me por aquilo que nunca defendi em parte alguma.

    Percebeste?

    Eu assino tudo e explico tudo e não gosto de tangas de à má-fila. Ou têm coragem para dizer às claras ou calam-se de vez.

    Não vão é agora escudar-se e aproveitar o melindre para me lançarem pedras que eu faço-os em cacos.

    E é publicamente, na primeira página do Cocanha, nem é aqui.

  364. E não penses que não fazes de idiota útil em apoio a perseguições a muçulmanos só porque não usas a palavra pretalhada.

    Estás muito enganada. Mesmo muito. Só quem tem algo a temer se preocupa muito com as palavras e depois dá uma no cravo e outra na ferradura quando toca aos actos.

  365. Também não te perguntei se por “modos e costumes que os muçulmanos deviam acatar” estava incluído o renagarem a sensibilidade religiosa e a fé que professam porque “para ti” como também disseste, a única coisa que se podiam queixar era se fossem “discriminados” no trabalho. Desde que não haja “discriminação” não há ofensa. porque para ti é assim, logo para eles também tem de ser.

    Porque tu, como pessoa muito de esquerda e muito habituada a colocar-se na pele do outro, acha que o outro é que tem de sentir de acordo com o que é para ti.

    Foi apenas a isto que se resumiu o teu fraco argumento em tudo isto. Está online. se negares basta fazer copy past de tudo o que escreveste.

    Coisa rápida, já que se resume a meia dúzia de palavras ao lado.

  366. paste

    E vou mas é embora daqui para fora que há coisas demasiado doentias que é bem melhor ficar ao largo.

    Quando fizerem novo testamento contra o racismo e a xenofobia, já sabem. A zazie está atenta e cita esta beleza que por aqui andou.

  367. hahaha, não te provoco muito? filhota, provoco-te o que quiser e respondo-te quando me apetecer! ( mas admito que me provocas, lá de vez em quando… ;D)
    não pude explicar esse raciocínio porque esse raciocínio não é o meu, é o teu. essa frase tinha um contexto, seguia-se a uma outra tua em que dizias qualquer coisa como: os dinamarqueses não podem fazer as caricaturas porque se recebem alguém com uma religião que condena a sua publicação têm que respeitar os limites dos seus hóspedes. assim, eu não disse que «os imigrantes muçulmanos na dinamarca não acatavam as leis do país que os recebia», mas que os dinamarqueses podiam estar-se cagando para a lei corânica, que não é a deles, e eram os muçulmanos nesse país que tinham que aceitar e assumir as leis e a justiça do país que os acolhe, aceitando a lógica da publicação de algo que não lhes agrade e a inerência de poderem recorrer à justiça (o que foi feito e sem resultados).
    acrescento: e, eventualmente, compreendendo que a ofensa verdadeira vem de alguns dos seus países de origem, que a propósito do caso até moveram esforços diplomáticos para fazer valer a sua lei em outros países, defendendo a aplicação da lei corânica sobre os caricaturistas. o que é óbvio também para ti.
    quanto a esses palermas que têm vindo para aí falar nas cruzadas e no sangue derramado em nome de cristo e etc, como é óbvio não lhes dou crédito nem o meu tempo de leitura, passando por eles na diagonal. não vou dar atenção a fulanos que atestam estar ainda a viver na idade média. é isto a civilização: um crescimento. não se pode comparar o presente com o passado longínquo (a não ser para fazer história, precisamente, e comprovar uma humanização). se as práticas da igreja católica fossem as mesmas, nenhum de nós, nem tu, poderia ser incapaz de ver a relevância, let’s say, de um cartoon que representasse cristo a empalar um “infiel”.
    finalmente, o carmo da rosa. li o post que te dedicou e achei muito simpático. mas esse último texto que referes ainda não li, por isso não posso comentar.

  368. estás a ver o meu problema. enquanto respondo a um, já tu puseste mais cinco. é impossível responder a tudo, zazie, ou eu não faria mais nada.
    e lá está também: eu não disse «discriminados no trabalho», disse «discriminá-los ou agredi-los». e que não se pode aferir a agressão pela ofensa da recepção. imagina que eu me sentia muito agredida por me chamares sonsa ou outros epítetos simpáticos que me tens atirado. teria o direito de te dar com uma paulada nos cornos? não, o que posso é tirar conclusões sobre ti, sejam elas quais forem. eventualmente poderia tirar conclusões sobre mim, também.

    quanto ao racismo e xenofobia: apenas procurei chamar a tua atenção para um cuidado que não tens tido em seres coerente com aquilo que acredito que, apesar dos nossos diferendos, sejam valores importantes para ti, com o teu uso da linguagem. paternalista? pois, talvez.

  369. oh pessoal, olha que arranjar o telhado é mais compensador que andar aqui. Zazie, menina, vê lá que ainda ficas mal do estômago. Eu bem digo que isso aí deve andar frio. E já agora zazie, um dia quando conversarmos sobre a lei natural e a lei positiva, a lei natural é diferente na floresta tropical onde há manga e jaca todo o ano, ou nos climas temperados, bipolares, onde tem de armazenar no Verão para o Inverno. Daí nasceu a noção do tempo diferido e de investimento e retorno.

    Bem hoje tem Gal na Barra e eu já fiz um lenho no joelho

  370. “É claro que, como o meu catolicismo é muito livre, sou capaz de fazer uma ligeira alteração à mensagem cristã…”

    Tudo aquilo é baseado nas fontes primárias do maometismo. E são essas que interessam.

    Claro que há polémicas com as religiões, ideologias e filosofias.
    Mas a esmagadora maioria, de uma ou de outra maneira procura o bem.
    No islão não.
    maomé disse para aceitarem fosse o que fosse que ele dissesse e fosse o que fosse que ele fizesse.
    E alá não tem espírito santo, não tem bom senso, nem tem espírito bom.
    Atingia quem queria e fazia o que lhe aprazia.
    Tudo isto faz diferença, muita diferença, toda a diferença.
    Tudo isto não é uma questão de direita, de esquerda, dos religiosos ou dos ateus.
    É entre a vida e liberdade versus barbárie e escravatura.

    Sobre as caricaturas, quem melhor souber e poder que faça o favor de explicar, porque há coisas que ainda não se entendem.
    No islão a imagem é proibida se for para adorar, idolatrar ou venerar a pessoa.
    Não consta que seja o caso.
    Os adoradores de alá, andam todos satisfeitos por maomé ter sido um destruidor.
    Directamente destruiu 361 Deuses. Ao dos cristãos até o espírito santo lhe tirou e quis substituí-lo por um acéfalo brutamontes ( foi o próprio maomé que o disse).
    Representar maomé com algo destrutivo é dizer a verdade.
    Se há insulto é por maomé ter sido o que foi.
    Com tudo isto, descobrimos algo muito simples.
    O maometismo é entre outras coisas, auto-insultável.

  371. Olha Susana,

    Eu não tenho culpa de teclar mais depressa. Enquanto fizeste um comentário eu fiz 5 e ainda tive tempo de regar o jardim e lanchar.

    Para acalmar e ficar bem claro o que são regras num debate.

    1- Quando se diz que alguém defendeu ideias ou posições cobardes e racistas não se está a dizer que essa pessoa é racista.

    Aliás, para ficar bem mais claro tudo isto vou explicar devagarinho como as coisas são.

    1- Ninguém tem nada a ver com a vida dos outros, muito menos daqueles que não conhece- como é este o caso.

    2- Quando alguém defende uma posição em que está claramente a cuidar da sua vidinha por comparação de raça e a defender a legitimidade de se achincalhar o da raça que não é a dele, naquilo que para essa pessoa é mais sagrado, apenas porque se é ateu- está-se a defender uma posição racista e ordinária.

    Quando se diz isto, o que está em causa são as posições defendidas em palavras e nunca a vida de outra pessoa ou os actos que desconhecemos

    3- Deriva daqui que eu não admito a ninguém que me venha verificar o “estado de pureza anti-racista” ou qualquer outro, como medir a fé (coisa que já aconteceu em grupinho de medidores de fé católicos) porque não reconheço a ninguém legitimidade para inquirir dos meus pensamentos. Tal como eu nunca inquiri dos pensamentos ou do sub-consciente de outros, nem conhecendo-os bem ao vivo e muito menos não os conhecendo de parte alguma- como é o caso aqui passado.

    4- O que o Carmo da Rosa disse que foi simpático, em nada invalida que o que defendeu, tenha sido algo mais elevado que porcaria de esgoto.

    5- Seguindo a regra que já foi explicada e que só quem não consegue sair do discurso directo é que não entende- eu não faço a menor ideia de quem seja o Carmo da Rosa (salvo o que já sabia por encontros no Miniscente) e nem me interessa. Como muito menos me interessa se pratica actos racistas ou apenas os pensa. Porque eu não sou polícia de ninguem e muito menos fiscal de alminhas.

    6- Mais, as palavras não são nada. Pode-se chamar pretalhada à pretalhada onde se inclui o gang que até é branco, é uma caracterização que se resume a definir uma série de marginais que assaltam e agridem pessoas na linha de Sintra. Ponto final. E eu sempre chamei ciganada, pretalhada, somíticos e qualquer outro termo porque era assim que se falava quando se pretendia referir configurações abstractas.

    O que é muito diferente de tratar assim as pessoas que são negros ou o raio que o parta.

    7- Mas nada disto vinha ao caso, porque, o Carmo da Rosa até pode ter as maiores razões de queixa dos imigrantes muçulmanos na Holanda. Não vou ser eu a pôr em causa. Até porque conheço um pouco e ainda conheço melhor como está França ou como está a Bélgica.

    8- E mais. Toda esse desabafo era natural (não sei, depende do que o afecta, tenho família imigrante em Inglaterra a quem não afecta minimamente qualquer turbante, já que o que pode afectar são os yobs e para esses até há linha directa para a polícia).

    Agora o que é porco, porco mesmo, é pegar nesta realidade e, em vez de a atacar naquilo que é concreto, vir à meia boca defender caricaturas a ofendê-los. Tanto lhes chamando “liberdade de expressão” como resposta pelo facto de até poderem ser prejudicados na sua vida por se confundirem com os grunhos a quem as caricaturas foram dirigidas.

    Foi isto e é apenas isto que tenho a repor.

    Quanto a questões ao lado, como posições face a kipas cpntra turbantes também é claro. Já o tinha dito muito antes- sou neutra. Desconheço filias por povos dos mesmo modo que desconheço embirrações por outros.

    Apenas não tenho a menor fé quanto a qualquer possibilidade de resolução do conflito no Médio Oriente, onde as kipas, turbantes e mísseis aliados de kipas e restantes mísseis por conta própria se confrontam.

    Por uma questão também realista. É conflito que existe desde que o mundo é mundo. A partir do momento qeu meteram para lá de novo os judeus, em negócio a meias com o do holocausto (a história é mais complicada e tem tantos intervinientes quantos os jogos de espelhos entre nazismo/povo eleito, o destino estava traçado.

    Fora isso, agora que a asneira está feita, também acho perfeitamente legítimo o direito de Israel existir e se defender. Depende é dos modos como numas vezes se defende e noutras faz terrorismo para dividir alianças.

    E, ao contrário do euroliberal, não tenho a menor ingenuidade em acreditar que seja possível qualquer coisa como one mam, one vote, porque Israel ia ao ar por dentro. A guerra até é a maneira de sustentar uma coesão interna bastante abalada por correntes de opinião tão contrárias ao sionismo com as de fora. E tão contrárias a estratégias de shock awe á Libano quanto as que os próprios militares criticaram.

    Ou seja, aquele conflito assemelha-se em tudo aos conflitos que sucedem quando se fala dele. Não têm fim, não há acordo, o mundo há-de acabar e os gajos vão continuar cá para andarem à porrada.

    Nada disto me serve como disculpa para defender cenas provocatórias e achincalhantes da fé de cada um. Quem não aprendeu ainda que a religião é mesmo a única coisa sagrada, é melhor que aprenda.

    A rainha da Dinamarca sabe-o. Tem é uma posição diferente do meu ecumenismo- acha que só a protestante o é e até insultou o islão publicamente quando isto aconteceu.

    Como já foi explicado e eu me estava a esquecer- v.s andaram a defender o exercício de provocação
    á crença do indígena em nome de uma laicidade de um estado que é confessional.

    A burrice não foi só v, até meu esqueci desse detalhe ainda que tenha dado o exemplo idêntico da Inglaterra.

  372. Quanto a quem acha que aquilo é escória e auto-insultável e o diabo 7 ,estou.me nas tintas.

    Ao contrário de v.s eu até defendo a liberdade de expressão. O que significa defender a liberdade de existência de partidos que defendam racismos e coisas no género, porque, aquilo que eu sei, é que o racismo e a xenofobia, metido debaixo do tapete e disfarçado por palavras politicamente correctas é amis de esquerda; dito às claras, é mais de extrema-direita.

    Por qualquer motivo de não paridade só o de extrema-direita tem direito a ser perseguido e proibido por lei, sob a configuração de “incitamento ao ódio racista e à xenofobia. Se for por feito por palavrinhas moles e matreiras á esquerda, vende-se na mesma como liberdade de expressão ou defesa das minorias e das sharias e das perseguições aos homossexuais e do fanatismo religioso que acharam algo maior que a soberania de um país e que só ataca o que dá na tv.

    Em Àfrica pode.se fazer o mesmo mais aí são coitadinhos e o fanatismo já é para proteger. No caso dos canibais não dá na tv e a etnologia também precisa de manter selvagens para os poder estudar. Enquanto não tiverem bombas os costumes até são giros dentro do folclore.

  373. Resumindo, por aqui andou de tudo e aquilo a que chamei esquerda beta é esta- a que dá as maõs a GIms e Carmos da Rosa bem neocons.

    Claro que um Daniel Oliveira nunca subscreveria isto, como muita pessoa de direita o não subscreve. Por isso é que as divisões maniqueístas só servem para encurtar caminho e retirar os meios tons que em tudo existem.

    Falta de meios tons foi a de quem precisava de uma “determinação legal” para saber a partir de quando é que um assunto passa a ofensa.

    É simples, a partir do momento em que é feito com essa intenção e se sabe que vai ofender .Só não sabe que se pode ofender muçulmanos com gozos ao Corão quem for extra-terrestre.

    Fora isso, na altura, para além dos soldados dinamarqueses em missão no Iraque tambem subiu bastante a cotação do petróleo na Dinamarca. Essa é outra história de quem mais lucra e está documentada.

    Mas é tema a conversar com quem esta´a par da política e não com quem pega na política para fazer poesia ou filosofia de ponta.

  374. és rápida, zazie, se em 13 minutos consegues fazer 4 (corrijo) comentários e ainda regar o jardim e tal. devias verificar se a rega foi tão extensiva como a tua verve e tem cuidado não te engasgues, que isso de comer a carcaça com a mangueira na mão é propício ao acidente.

    e quando dizes que os outros são ateus, ou de esquerda, ou racistas, não estás a especular quanto ao pensamento deles?

    és rápida, zazie, mas isso é porque não relês o que escreves e não pensas em consequência.

    por aqui me fico, a não ser que me dê novamente na veneta. até.

  375. Zazie,
    posso trata-la por tu? creio que já criamos intimidade suficiente!

    – ‘podes pois palerma, seu grunho…’

    “Os muçulmanos puseram-te as patas em cima da mesa?”

    A mim não querida, a mesa não é minha, eu sou apenas uma visita – eu disse ao anfitriãaaaaao…

    “Gostavas que o jornal também publicasse caricaturas de imigras tugas, mascarados de bombistas e vestidos à alentejano?”

    Se fosse caso para isso que remédio…
    Até propus pior.
    Por volta dos anos 80 e em conversa com um polícia espanhol, disse-lhe que se devia proibir a passagem em Espanha (de carro) a emigrantes portugueses, devido ao enorme número de acidentes que os francius provocavam nas estradas espanholas durante a época de verão. Por mim poderiam atravessar Espanha de comboio, a pé, de bicicleta, de avião….. mas não ao volante de um automóvel.
    Infelizmente a coisa não foi prá frente por falta de apoio político dos… americanos.
    Como vês, já não tenho cura, está-me no sangue, sou um descriminador nato. Doa a quem doer.

    Mas isto das ‘caricaturas dos imigras tugas’ é um péssimo exemplo! (Zazie Zazie, essa cabecinha…) Estás a dar-me razão! Racionalmente já percebeste porque não se fazem caricaturas de portugas (até rima!), mas emocionalmente ainda é muito cedo para dar o braço a torcer. Eh pá, estou consciente de que sou menos inteligente do que tu, mas também dar avanço é humilhante…
    Lembra-me a minha juventude, os bacanos que antes da partida de bilhar te diziam: – ó fresco, a ti dou-te 15 às 25….

    “Como é que se vai deportar milhões de gente que se deixou entrar em excesso?”

    Em excesso! Quem falou em excesso?
    A economia holandesa está neste momento em franco crescimento e precisa de mão-de-obra. E todos os dias entram milhares de polacos para trabalhar seja no que for e toda a gente está muito contente com eles. (Assim como os portugueses com os ucranianos…) Aliás, já ouvi uns zunzuns que o comportamento dos polacos não é exemplar como o dos portugueses – apanham bebedeiras monumentais ao fim de semana e outras coisas relacionadas com copos –, mas também não é assim tão mau que dê para fazer caricaturas. Todas as segundas-feiras de manhã estão sóbrios, lavadinhos, e prontinhos para o ataque.

    O que levou o antigo vereador da câmara de Roterdão, Marc Pastoor (do partido ‘higienista’ do Pim Fortuijn), a mandar esta boca muito gira quando certos grupos étnicos se queixavam que são discriminados, ou que não há trabalho para eles: “querem trabalho? Levantem-se cedo e vão atrás dos polacos, de certeza que encontram…. trabalho”.

    Eh pá, não faças essa cara, não gostaste da boca? É por o homem ser de direita?

    “quando não se tem tomates para fechar portas à imigração insulta-se no que é mais sagrado?

    Ninguém quer fechar as portas à imigração, só à imigração problemática. Justamente para não criar problemas suplementares. Nisto até a esquerda social-democrata multiculturalista está de acordo. A ministra da integração, senhora Vogelaar, grande ‘amiga de gente’ como diria o Pessoa, tem um orçamento de 250 milhões de euros para gastar com (40) bairros ditos problemáticos. E não convém, para bem da paz social, aumentar o número de bairros probl…. Tão simples como isto.

    Mas agora não julgues que os bairros ditos problemáticos têm alguma comparação possível com o bairro do Cerco ou de S. João de Deus no nosso querido Porto…

    O ‘insulto ao sagrado’ é uma das tuas fixações e creio que não há nada a fazer, é intrínseco, por isso é que tu também usas e abusas. Do insulto.

    Na realidade tu até és muito parecida com o Theo van Gogh! Por isso é que eu gosto de ti. Assim como o Theo, alteras o insulto mais ordinário, mais feroz, com frases brilhantes, e mesmo com humor… O que dá uma grande vivacidade ao texto. Agora argumentos, vai no Batalha! É uma desgraça! É preciso andar a vasculhar entre as caralhadas com uma lanterna.

    Mas como tu tens perdido algum tempo a fazer reclame não-remunerado às minhas afirmações, ainda por cima nas cores do nosso querido Futebol Clube do Porto, e como ainda não sei enviar flores nem uma garrafinha de vinho pela net, pensei retribuir desta forma – traduzir esta cartinha que o Theo escreveu ao Hezbollah cá da praça, Mohamed Benzakour, no dia 3 de Março de 2001 acerca da história dos ‘enraba-cabras’ NO SEU CONTEXTO original, só pra ti Zazie (rima outra vez caneco!):

    [Os meus, segundo vossa excelência, insultos sem papas na língua em relação a muçulmanos – sejam eles quais forem –, é verdade, foram escritos com a intenção de insultar; nós nunca conseguiremos insultar suficientemente pessoas que ameaçam a nossa liberdade de pensar, sejam eles muçulmanos, cristãos ou outros. Mas quero deixar aqui bem sublinhado que insultar alguém só porque ele é muçulmano nunca partirá da minha pessoa, porque os seguidores de Alá que se comportem como tolerantes e democratas não os considero como inimigos…]

    Voilá!

    PS Agora vou ler o resto porque já vi uns ditos que dão pano pra mangas…

  376. Não tenho tempo para responder agora e até preferia que tudo o que é comigo fosse deixado no meu blogue.

    Todos estes desentendimentos se podem resumir a uma questão. Eu sei o que se deve e não se deve fazer em termos éticos.

    E essa certeza que eu tenho, quanto ao que se deve e não deve fazer, é precisamente a mesma que tinha aos 12 ou 15 anos.

    Na altura chamavamos-lhe “seita das zundapps gamadas” -com códigos de honra de tropelias de rua, o que li do Lampedusa ou o que vi de série B cinéfila ou o que aprendi com a religião católica, são apenas variações desta certeza.

    E é por isso, por saber que esta questão tocou aí, naquilo que não tem negociação e que nada precisa para ser relativizado, que o disse em cima do acontecimento, como o afirmo agora.

    Há mesmo questões inalianáveis, e essas sabem-no quais são quem as aprendeu na altura certa- quando estava a formar o seu carácter. Tudo se pode fazer, desde que se saiba como o fazer. Com o tal código de honra que até os maiores bandidos são capazes de reconhecer.

    Negociações, trapalhices menores a contar com o dia de amanhã, quando o que está em causa é saber o que ofende outrem e o ofende de forma pulha, não. Só conheço lutas iguais e o sagrado é inalianável.

    O resto é poeira.

  377. inalienável, zazie

    pois eu estive uma hora a dormir enroscado no meu nêguinho, depois de ele me ter tratado do lenho, eles sim são amigos meigos sem mais

  378. Gostaria de testar o apego à “liberdade de expressão” dos holandeses com um cartoon em que um “enraba-cabras” magrebino se estivesse a dedicar ao seu vício com a principal “cabra” holandesa, a Rainha, de coroa e tudo, posta a quatro no chão como a Letizia no Jueves (nesse caso passado em Espanha o cartoon foi retirado…)

    Aposto que os holandeses reagiriam escandalizados e argumentariam que isso não era liberdade de expressão mas ultrage ao chefe de estado… que não é muçulmano…por que se fosse…

    Pois, double standards as usual…

    P.S. o cartoon também podia ser com o Carmo da Rosa a ser encabado pelo “enraba-cabrões”…seria ele coerente a ponto de defender a divulgação mundial do cartoon ? Ou seria que ele se poria antes a berrar que “não era muçulmano” e que a “liberdade de expressão” é só para atacar estes… ?

    Hum, vou por esta última hipótese…

  379. Correcção: ‘alternas’

    Na realidade tu até és muito parecida com o Theo van Gogh! Por isso é que eu gosto de ti. Assim como o Theo, ALTERNAS o insulto mais ordinário, mais feroz, com frases brilhantes, e mesmo com humor…

  380. euro-liberal, tu gostavas de ver cartoons com rainhas e princesas a serem encavadas a quatro porque gostas da humilhação infligida a mulheres que não são para o teu dente, é? agora explica lá que sentido faria esse cartoon com a rainha na dinamarca que não faria com a rainha da jordânia, pode ser?
    é que não faria sentido algum, com qualquer delas, estás a ver? seria claro o mero achincalhamento sem qualquer mensagem, certo?
    mesmo assim, fosse o cartoon retirado, sabemos que o cartoonista não seria condenado à morte. consegues ver mais este detalhezito?

  381. Mas qual é o problema com os desenhos de maomé?
    Apenas representam uma ínfima parte da verdade.
    E a verdade é assim tão incomoda?

    ““…enraba-cabras” magrebino se estivesse a dedicar ao seu vício com a principal “cabra” holandesa, a Rainha, de coroa e tudo, posta a quatro no chão…”

    Mas é isso mesmo que está a acontecer, e não é só com a rainha, é com toda a Holanda.
    Não é um desenho, é uma realidade e não são só os magrebinos, são todos os maometanos.
    Não tem a ver com raças, tem a ver com culturas.
    Os magrebinos, podem ser bons ou maus, mas muçulmanos só podem ser maus.
    Nem alá permitiria outra coisa.

  382. “Não tenho tempo para responder agora e até preferia que tudo o que é comigo fosse deixado no meu blogue.”

    Tens toda a razão, estar aqui aos berros e aos impropérios na casa dos outros é muito feio. Olha, já parecemos os muçulmanos na Holanda! Não tarda muito e o Valupi e a Susana começam a fazer caricaturas insultuosas de tripeiros malcriados…

    Eh pá no teu blogue! Tens a certeza? sinto-me em desvantagem: não consigo ler nada, letrinha pequenina, lay-out muito zen e confuso, nunca sei quem escreveu e o quê… Prefiro no meu, no Fiel Inimigo, tenho a minha claque de neocons a apoiar-me, e eu, sabes como é, muito lábia mas é em grupo, sozinho, num ambiente estranho, sou um grande tímido, não sou um Shark…

    “Todos estes desentendimentos se podem resumir a uma questão. Eu sei o que se deve e não se deve fazer em termos éticos.”

    Não creio. Na minha MODESTA opinião os desentendimentos têm origem em duas premissas erradas que, guiadas por um temperamento exaltado, ver mesmo colérico, ‘scrolam’ pela caixa de posts abaixo como uma bola de neve – cada vez maior, CADA VEZ MAIOR…

    Dizer, como tu dizes, que “os caricaturistas e os dos dessenhos animados, e mais esta esquerdalhada acéfala de mão-dada com imigras de segunda cheios de tremeliques com medo de perderem status e passarem por magrebinos” é uma aberração.

    A esquerda, pelo contrário, esteve (e continua a estar) sempre na defesa incondicional de todo e qualquer não-ocidental. Apenas porque não é ocidental! Apenas porque é diferente dele! Porque, para o esquerdista, o não-ocidental é por natureza infinitamente bom. Pode matar e esfolar à vontade no Cambodja, no Afeganistão, no Ruanda, na China ou em Darfur, que o esquerdista vai sempre arranjar maneira de dar a volta à coisa e culpabilizar os americanos e os israelitas.

    Por isso é que eu achei a tua crítica ao texto do Valupi errada, mas sobretudo terrivelmente injusta. Sem querer engraxar (tomo-o apenas como um exemplo), o Valupi já faz parte de uma esquerda que vai abrindo os olhos, que já se vai distanciando aos poucos de certos dogmas insustentáveis (ver mesmo reaccionários), que já acha piada ao filme Good Bye Lenine, mas que de maneira nenhuma é maioritária como tu sugeres. Ainda há muito que labutar…

    Por isso um complot entre o governo holandês, juntamente com a esquerda, apoiado pelo Theo van Gogh, com a ajuda dos imigras de segunda e ainda a Ayaan Hirsi Ali à baila, tudo isto para insultar os muçulmanos obrigando-os a revoltarem-se, a cometerem atentados que é para o governo holandês e dinamarquês ter um pretexto para os pôr na rua é muito original, mas é pura e simplesmente FICÇÃO CIENTÍFICA.

    “Para afugentar os gajos. as caricaturas dirigiram-se aos imigrantes! e foi isso que o Carmo Rosa confirmou. O que não é nenhuma novidade, excepto para quem vive de palavras e queria camuflar isto numa treta de “debate dinamarquês sobre a laicidade.”

    Aqui a mesma aberração, ou seja, a premissa errada. Os jornais em países como a Dinamarca ou a Holanda não fazem caricaturas políticas por encomenda do governo. Não estamos no Irão de Ahmadinejad.

    Sabias por exemplo que o Theo van Gogh, apesar de ser um dos melhores colunistas holandeses, nos últimos anos antes da sua vida não o deixavam escrever em nenhum jornal nacional? Porquê? Porque era absolutamente inflexível, porque, como tu, lá tinha os seus códigos de honra. Porque, como tu, não tinha papas na língua. Quando lá conseguia arranjar um jornal onde tinha uma coluna, era-lhe muito frequentemente posta a pergunta por jornalistas, ‘Theo até quando?’ , ele respondia sempre da mesma maneira, ‘até ao primeiro risco vermelho da redacção e ponho-me na putas’…

    Já disse isto, mas tu, com a arrogância de classe (estou a brincar) não queres ouvir nem te dignas responder a um pobre imigra de segunda: os desenhadores fazem caricaturas da actualidade política, mais nada. Os desenhos não são a actualidade política. Se os muçulmanos fazem rebentar bombas – desenha-se muçulmanos e bombas. Se os muçulmanos cortam cabeças – desenha-se muçulmanos de faca na liga. Se os muçulmanos passam o dia a jogar ao pião – desenha-se muçulmanos com a faniqueira enrolada à volta da pila circuncidada… para o efeito.

    Peace.

  383. Susana, não percebes nada. A neoconeiragem da casa defende o direito ao insulto ilimitado como liberdade de expressão inalienável das democracias. Claro que não, ou só o é quando os mesmos (muçulmanos) são as vítimas. Logo, o exemplo dado é pedagógico ao demonstrar a suplicidade de critérios e hipocrisia destes antsemitas.

    Quanto ao detalhezito, não procede, porque as situações são completamente diferentes: A blasfémia ao Profeta de todos os muçulmanos é muito mais grave que o eventual ultrage a uma rainha decorativa e sem poder, sem dimensão sagrada. E além disso, tal ultrage não seria feito em concomitância com um genócídio dos holandeses, dinamarqueses ou cristãos… como acontece com as blasfémias antisemitas dos Van Goghs. 4 milhões de muçulmanos têm sido mortos desde 1948 nas várias guerras for israel…

    Isso é uma circonstância agravante extrema. Se Brasilllach tivesse apelado ao genocídio dos judeus hoje, e não durante a II Guerra, não seria condenado à morte, mas apenas a uma pena curta de prisão… Van Gogh não insultou qualquer povo, insultou um povo sujeito actualmente a genocídio, e assim apelou ou justificou (através da desumanização ou diabolização das vítimas) esse genocídio. Normal que tenha sido executado pela resistência…

  384. Estou sem tempo e já tinha dito que tudo o que é diálogo pelo que eu disse se tratava no Cocanha.

    Pelo que eu disse. Não pelo que se inventa que eu disse. Onde é que está escrito por mim o que quer para áí foi dito?

    Governo, aliança com Theo? caricaturas publicadas por mando do governo??????

    Está tudo passado? bebeste???

    E depois lá vai entornar novamente as crianças a meio da noite

    “:O)))

    E que tal dizer que eu sou uma kangurua? hummmm?

    Acho que era mais acertado.

    Ou uma ursulina? que o que eu tenho em mãos são ursas, não são ursos

    “:OP

  385. Assim nem o musaranho manda uma dentada a uma caricaturista anafada nem eu posto as ursas.

    Ficou tudo marado. E o outro diz que os pretinhos são muito meigos ao colo.

    Que vá lá dizê-los aos Tutsis e eles tratam-lhe do humor negro.

  386. Estou a pensar que o nazi Carmo Pink deve ser um travesti que ataca em Amesterdão e deve ter muitos clientes magrebinos que lhe vão ao pacote e não lhe pagam… Só pode… De qualquer modo, este alinhamento da paneleiragemn com a neoconeiragem nazi-sionista só faz aumentar substancialmente uma certa homofobia… e eles só se podem culpar a eles próprios…

    Acontece o mesmo na Palestina, por uma razão particular: a Mossad especializou-se em montar armadilhas fotoifgáficas a homossexuais palestinianos, para depois fazer chantagem e obrigá-los a trair e a espiar. Daí os israelitas saberem muitas vezes com precisão onde se encontram membros da resistência à ocupação. E depois nem os protegem e abandonam-nos às mãos da resistência. Vários já foram executados e pior que isso, começa a desconfiar-se na Palestina que paneleiro é sinónimo de collabo e bufo dos israelitas…

  387. E essa preocupação com a “desquerdização” do Valupi também tem muita piada. É como os outros com a superioridade moral de esquerda. Com um jeitinho o Valupi ainda atinge a redenção social-democrata na terceira idade

    eheheheh

    Tá tudo marado.

  388. Deixa-te de filmes euro, aquilo é só paisagem.

    É como digo, batava juntar-se estes valentões em manif e aparecer um meco com barbas postiças e uma toalha à volta da cabeça e era ver o como se armagedavam dali para fora em segundos.

    Nem era preciso fazer BUUU! ou bater com os pés no chão. Bastavam umas barbas como o Tintim quando se mascarava.

  389. zazie,

    Estruturar um raciocínio na cadência exacta de um diálogo é como seguir um caminho com rumo traçado. Uma desatençãozinha, um zig e foi o foi: segues para a solarenta Califórnia sem reparar nesses gajitos de pele curtida, olhos em bico e abafos de peles em casas de gelo. Deixa-me ajudar-te: são esquimós, volta para trás, vai ao zig e faz um zag. Eu explico.

    Atenta na frase e repara nas aspas: «Digo-te tudo isto mesmo estando ciente que ‘a tese da provocação é redutora e perigosa. Redutora, porque se reduz a um dos lados da contenda, aquele que protesta. Isso conduz a um círculo vicioso e bovino: quem protesta tem razão porque protesta. Perigosa, porque abdica da dimensão política, a única onde a religião vê contida a sua inerente violência, deixando o civil subjugado ao primado do sacro. Por aqui, as ocasiões de ofensa religiosa serão tantas quanto as discrepâncias entre o mundo religioso e o secular’. Mesmo assim, redigo.» Topas o contexto?

    Fico-te reconhecido pelo respeito implícito que por mim aparentas revelar, quando me atribuis a autoria do naco de prosa que citei (Imbecilidadade de tal ordem que até o RVN veio com essa treta- para “dominar a religião é preciso um estado laico”). Mas o seu a seu dono. Da primeira deixei passar, ciente que lá chegavas por ti. Foi só aqui (Quanto ao bom do Estado laico que é o único capaz de conter o totalitarismo de toda e qualquer religigão, como me queria ensinar o rvn, de acordo com a cartilha marxista.), quando vi que a ideia da autoria te agradava, que vim, contricto, demarcar-me do logro.

    Shit happens, deixa lá. Mas há que ter olho na estrada, amiga. Sobretudo quando se corre para ganhar.

  390. Eu li oque tu leste e ainda foi o mais de jeito do lado dos armagedónicos. Mas tinhas de meter aquela tolice do Estado a controlar o poder religioso porque todas a religiões são totalitárias ou lá a palermice que disseste.

    E ainda por cima também meteste água e te esqueceste, como eu me esqueci, que a Dinamarca até tem um estado secular.

    Quanto ao resto sim, o que disseste foi mais ou menos, “se ainda houvesse retribuição de caricaturar aqueles toinos à escoteirinhos na militância ateia, e tal, era mais paritário”.

    A questão está toda na história de como isto começou e essa já me fartei de deixar links para quem a não conhece. Com o tal livrinho do Maomé para todas as escolinhas, E esse melro até é esquerdalho. tipo BE lá do sítio. O resto foi a continuação do mesmo. O Kurt até diz que isto serviu para ele se sentir mais fortalecido na sua fé ateia.

    Ok. O nosso “bode esperança” não dizia melhor e, na volta, até é bem mais pacífico, limitando-se a insultar crentes na blogosfera. E insulta tudo, de todas as cores e feitios.

  391. E não h a discrepâncias entre mundo secular e relgioso. Carago! isto não foi representativo de nada. nem do povo dinamarquês, quanto mais do mundo secular contra o religioso.

    Que mania do exagero, Primeiro matam um gajo e falam em assassínios. Depois já é o mundo laico contra o religioso.

    Caraças- é básico, foram uns doutrinadores ateus contra os imigras e contra a religião deles.Que, por acaso, até se põe bem a jeito, já que é mesmo das religiõezinhas mais anormaizinhas, tirando o que há de muito bonito no Corão.

    Agora tudo o que é transformado em ideologia chega a isso, O comunismo também começou por pregar a irmandade entre todos e viu-se no que acabou.

    Esta treta é um fenómeno político relacionado com os nacionalismos emergentes depois de ter caído a URSS. Só por isso é que há uma facção da religião, não é toda- há correntes que nem sequer interpretam o corão com esse sentido de jihad, apenas uma facção que fez disso uma ideologia nacionalista e onde se pode rever qualquer um.

    Até pode ser muito instruído, como o outro que era médico e bombista em Londres. Tal como na ETA, tal como em todos os grupos onde as ideologias tomam conta.

    Agora que se ache que, pelo facto de não haver lei a proibir é altamente ético fazer aquela trampa dirigida a imigras, só porque sim, porque chateiam e têm aquela religião, isso é que é porco.

    E, um acto porco, não deixa de o ser pelo facto de correr riscos com retaliações criminosas.

    E para mim é simples. Se tivesse sido qualquer conflito honrado, mesmo que brutal, estava do lado dos que eram ameaçados de forma terrorista.

    Como foi um acto que eu condeno, por si, mesmo, não tenho absolutamente nada de me solidariezar com bêbados provocadores.

    Se os visse à frente era pano enxarcado no trombone.

  392. Agora, o que nunca por nunca me vão vender é que isto se trata de liberdade de expressão e de liberdade de imprensa. Porque, se vão por aí, salta já uma série de links com censuras a tudo e mais alguma coisa por parte dos judeus, Gente corrida das universidades, gente para a cadeia, católicos a serem cuspidos na rua pelos ortodoxos, malucos a queixarem-se de anti-semitismo por terem pendurado na porta de um gabinete um nariz de plástico comprido,. Cineastas a terem de se retratar e dar o dízimo para a causa por causa de um filme ou de uma bebedeira, comediantes irem para o desemprego à custa de uma laraxa; outro a ser corrido por dizer uma piada num local para piadas e lobbies e lobbies de tudo isto com poder.

    E, quanto a isso, sim. Estou bem documentada e não gosto de 2 pesos e duas medidas .muito menos quando vendidos em nome de lacismos e ainda menos quando vendidos em nome de “liberdades de expressão” que tem utentes de 1ª e destinatários de 2ª

  393. E mais- a famosa shit list, criada pelos próprios, para denunciar o que chamam os self-hating jews.

    E que andou por aqui dedinho de pencudo Fleming, andou.

  394. E corrigindo, Nem é a religião que é anormalzinha, Conheço quem estude o Corão e todo o AL-Andaluz e é algo muitíssimo bonito, do qual somos todos (peninsulares) devedores. Não é o Corão que é anormal, é a transformação e uso dele.

    Porque, se formos a ver e a falar verdade, anormal mesmo, absolutamente anormal até pode ser o Cristianismo nas mãos daqueles reverendo-coisos do Jesus Camp.

    isso sim,. isso é que atinge o cúmulo da degradaçãp de tudo, incluindo de qualquer da dignidade que toda e qualquer religião tem.

    Então porque é que não se diz que isso é cruzada de fanáticos loucos? porquê? porque são tão decadentes quanto esta puta desta sociedade e até podem ser gays e pedófilos, desde que seja, pró-aborto e feministas.

    E isto é para dizer o que faltava, O problema dos valores às avessas é que diaboliza o sagrado, sacralizando costumes decadentes.

  395. Por isso é que a neoconeiragem é a última da terra a ter direito a falar mal do islão. Porque são eles quem tem por lá aqueles evangélicos de circo. E até é a ouvir vozes desses malucos de mistura de rap-com transe, que o Bush faz a cruzada do Eixo do Bem.

    Por mim confronto os reverendo-coisos evangélcos com os milhares de crentes islâmicos, pacíficos a rezarem na mesquita, em França, pela salvação daqueles jornalistas.

    isso sim, nunca me hei-de esquecer desse acto. Por isso é que não diabolizo coisas em grupo e respeito todas as religiões sem precisar de respeitar por igual todos os que falam em nome delas.

  396. Ainda não se entendeu onde estão os insultos nos desenhos sobre maomé.
    Alguém que saiba, faça o favor de explicar.

    Vendo bem, o maometismo nada mais foi do que um projecto de poder pessoal do próprio maomé.
    O resto foram tretas. Argumentos auto-justificativos e adaptativos que lhe servissem as vontades.
    Nem sequer se preocupou com a própria família e com os seguidores.

    “…Conheço quem estude o Corão e todo o AL-Andaluz e é algo muitíssimo bonito, …”

    A maior parte ou mesmo tudo do que houve de interessante no al-andaluz foi pura e simplesmente roubado aos cristãos, judeus ateus e outros.
    Arquitectura, engenheiros, operários, dinheiro, ciências, escravos, e por aí fora.
    O maometismo é oportunismo, falsidade, maldade e destruição.
    Foi com o oportunismo, falsidade e pressão que se criaram alguns mitos.
    Foi com a destruição que acabou com tudo o que era progresso e liberdade.

    Há que diferenciar entre árabes/magrebinos e verdadeiros muçulmanos.

    As pessoas, independentemente de onde foram, enquanto pessoas são capazes de fazerem coisas interessantes, enquanto a cultura e mentalidade maometana não for dominante.
    Mas como verdadeiros muçulmanos a história já foi e é outra. Temos por aqui maos exemplos.

  397. Vocês são é todos/as uma delícia. E eu não me canso de vir aqui.
    É mágico, acreditem, observar as nuances da vossa argumentação, mesmo a de quem defende o (seu) impossível (mas sempre de forma tão convicta e bem fundamentada).

    Eu sei que isto soa graxista ou cena que o valha, mas já perceberam que também arreio a giga quando vos vejo abardinar.

    Precisava de partilhar convosco esta forma de vos ver, apenas que não dêem por perdido o tempo investido nesta discussão. Admiro a vossa pedalada e tenho aprendido imenso com tudo o que me dão aqui.

    O resto é folclore.

  398. “As pessoas, independentemente de onde foram, enquanto pessoas são capazes de fazerem coisas interessantes, enquanto a cultura e mentalidade maometana não for dominante.”

    Caro Atte,

    Se entendermos religião como cultura e mentalidade estou de acordo. Durante o Al Andaluz os muçulmanos ainda fizeram umas obrazitas (Córdoba, mesquita lindíssima e Alhambra em Granada), traduziram do grego uns manuais, mas depois o Islão partiu-lhes o espinhaço e é a desgraça que se vê – nunca mais ganharam um campeonato nem uma taça…

    Mas é óbvio que seria uma falta de educação estar sempre a repetir isto à frente do primeiro muçulmano que encontramos na rua. MAS NINGUÉM FAZ ISSO. (Nem toda a gente sofre do síndrome de Gilles de la Tourette como o programador do vírus Euroliberal) Isto só acontece na cabeça da Zazie.

    São eles (muçulmanos) que obrigam os outros a ir ver afinal como é, e a comparar! Porque tem a mania que o projecto deles (o Islão) é superior, porque querem impingir isso a toda a gente, porque são terrivelmente intolerantes, porque estão absolutamente convencidos que o Corão engloba toda a ciência, por isso, para quê ler outros livros! Mas se fizessem isso tudo em casa deles e não chateassem ninguém, tudo bem, cada um é como cada qual, mas o problema é que agora lhes deu para exportar a imbecilidade – à facada e à bombada…

    A Zazie diz que “Nem é a religião que é anormalzinha, Conheço quem estude o Corão e todo o AL-Andaluz e é algo muitíssimo bonito,”.

    Lá está a tal coisa, o problema das premissas. A religião É MESMO MUITO ANORMALZINHA. E vai ter que ser domesticada para os pobres muçulmanos respirarem um pouco e darem um paço em frente. Mas o problema é que todo o crente muçulmano que tente uma outra interpretação do Corão, ou seja, esquecer por momentos as partes em que o ódio e o sangue pingam do livro sagrado, está feito ao bife – tem que se refugiar no terrível e decadente ocidente… E ainda por cima, quando já se encontra instalado no ocidente, tem que ouvir da Zazie e quejandos ‘que o Corão é algo de muitíssimo bonito….’ E que faz o pobre crente muçulmano quando ouve destas?

    Dá um tiro nos cornos ou mete-se nos copos…

  399. Para o palhaçote ATTE: qualquer desenho de Maomé é BLASFEMO, até porque o Islão proibe a representação gráfica do Deus e do Seu Profeta. Por maioria de razão quando Maomé é representado como bombista. Pelo facto de os EUA terem lançado bombas atómicas no Japão e terem já massacrado 2 milhões de mártires muçulmanos no Iraque desde 1991, ninguém se lembrou de representar Cristo como bombista…

    Como você é um imbecil ignorante, nunca vai compreender nada. Mas não faz mal, SÓ PRECISA DE COMPREENDER ISTO: se continuar a insultar Maomé, pode acabar um dia com as goelas cortadas. Veja láse não lhe fazem ainda a barba…

  400. Para os ignorantes que dizem que os Islão é atrasado: vão aos países do Golfo e depois andarão de queixada caída durante um ano… Dubai, por exemplo, está a construir o aeroporto maior do mundo (120 milhões de passageiros/ano), om maior arranhacéus de 160 andares (800metros). Todos os recordes mundiais estão lá: a maior marina do mundo, as maiores ilhas artificiais (vêem-se da lua), o maior Trade center, os melhores hoteis (7 estrelas). Ide lá parolos ! Já lá há dezenas de milhares de ocidentais a trabalhar e em breve serão milhões… Palermas…

  401. ò Carmo da Rosa,

    Conta lá detalhes do que o Theo fazia com os muçulmanos e manda aí informação se há substitutos.

    O que eu gostava era que informasses.

    E outra coisa: quando foi destes cartoons da Dinamarca qual foi a reacção por aí? Que ouviste dizer?

    Tens feedback destas coisas?

  402. Outra pergunta:

    Tens assim essa noção clara que todos os males vêm do islão onde?

    (há uns tempos atrás vinham do comunismo, antes já tinham vindo do nazismo e do fascismo e, se formos por aí adiante é só esbarrar com jacobinismo e até com as invasões bárbaras, a Queda do Império Romano ou o fim da Grécia, já para não falar nas civilizações da mesopotâmia e coisa assim).

    Por outras palavras: os pretos muçulmanos também fazem o mesmo retrato ou o islão só se torna religião anormalzinha quando usada com turbante na cabeça e uns bons mísseis na manga?

  403. E outra:

    onde é que está a “não anormalidade” dos ritos judaicos, com direito a excepções em tudo quanto é vida pública ou a própria ideia de povo eleito e de justiça à olho, por cabeça, e dente por 20 corpos inimigos?

    hummmm…?

    assim já não é anormalzinha?

    E pagam-te bem, ou trabalhas a carica?

    verdade, é mesmo uma curiosidade porque eu sei que eles pagam e têm avenças nos media.

  404. Mas verdade, a parte que eu gostava mais de saber é se houve grupos de debate do Voltaire e da “liberdade de expressão” a propósito dos cartoons da Dinamarca ou apenas indiferença, ou até outras reacções.

    Essa gaja com nome de gajo que passas a vida a citar a par do Theo, que disse ela dos cartoons?

  405. euroliberal, acontece que os EUA não lançaram a bomba atómica em nome de cristo, tázaver? é aí que encontramos a separação entre o secular e o religioso como poder absoluto.

    de resto confundes civilização com bens materiais e opulência. civilização é coisa de valores, respeito e conhecimento. as auto-estradas e os aeroportos servem a civilização, não são a sua causa nem o seu sintoma. claro que quando o dinheiro é muito a opressão faz menos sentido e é mais arriscada (porque as classes com poder se educam no estrangeiro, como os teus terroristas preferidos, e muitos aprendem outros modelos de vida e importam-nos de volta). isso é também um dado.

    e sim, também costumam ser os parolos aqueles que vão em caravana ver os maiores centros comerciais do mundo.

  406. A Ayaan Hirsi, esta, que disse ela a propósito do que se passou na Dinamarca, na alura e agora, com a ameaça do atentado?

    Se ela é activista tens por aí links com informação das actividades, do que se diz, do que fazem, para a gente se inteirar do outro lado da Holanda, sem ser o das túlipas.

    De ti, não quero saber nada, não sou indiscreta, apenas queria saber, já que até pareces estar bem documentado, do que fazem estes militantes ou se, em indo à vida o Theo aquilo ficou um vazio de resistência.

  407. É que, às tantas, se não passas informação, ainda se pode pensar que “no pasa nada na Holanda e é apenas basófia tua, a fazeres voz grossa, só porque te deu para aí, em vez de dar para a bola.