8 thoughts on “Gargalhai-vos”

  1. muito giro. uma das teorias sobre a origem do riso é consentânea com a receita. do ponto de vista da etologia, qualquer vocalizo estereotipado tem uma função comunicante codificada entre o grupo, tudo dirigido para a preservação da espécie. uma das suposições actuais da neurologia, sustentada por esta premissa, é a de o riso servir para desmentir uma suposta ameaça: é ainda uma imaginação, mas supõe-se que o riso, pelas suas características neurológicas, fosse uma forma de um “batedor” comunicar ao resto do grupo que algo antecipado como uma ameaça fosse afinal inofensivo. pela mesma ordem de ideias, um sorriso seria um esgar ameaçador “abortado”.
    se assim foi tem tudo para relaxar corpo e mente, de facto. e esta é uma boa ideia. para muitos rirem basta um começar, sem dúvida o melhor dos contágios.

  2. catarina, parece que a Aspirina também tem efeitos antidepressivos. Temos de informar a Bayer e tentar sacar algum com a descoberta.
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    susana, sugestiva hipótese, o riso como sinal de ausência de perigo. O que traz outras duas referências: na etologia, já se diz que alguns mamíferos riem, e não só o homem (símios, cães, pelo menos); e é conhecido o potencial violento do riso, como forma de ostracização (ou assim sentido). Também se tem realçado, na antropologia, o lado agressivo do riso em relação com a exibição dentária em boca aberta (portanto, pronta a morder). Por mim, destaco o fenómeno químico, a alteração de consciência. Se, ainda por cima, enche-nos de saúde, então… é só rir!
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    z, que sairá dessa velha arca?…

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