Fracos da mona

A crise no PSD dura desde o tabu de Cavaco em 95, ou talvez mesmo desde o bloqueio da Ponte em 94. Toda a oligarquia do partido, sem excepção, falhou o intento de recuperar o império cavaquista ou a glória sá-carneirista. E por esta confrangedora razão: são pessoas intelectualmente medíocres. Incluindo o turificado Marcelo. Pessoas que se limitaram a aprender regras básicas para servirem os poderosos da finança e da economia, a troco de também se poderem servir das benesses e prebendas distribuídas pelo topo da hierarquia do Estado. Mas pessoas que não aguentam o exercício analítico e eticamente reflexivo sem o qual não se faz autocrítica e investigação que acrescente inteligência e vontade. O resultado é a decadência corrente, onde, para além das sucessivas golpadas contra o Primeiro-Ministro que os derrota e humilha, não conseguem apresentar qualquer ideia que interesse à sociedade. Ninguém associa uma mísera esperança ao PSD, só explosões de ressentimento, ódio, selvajaria política.

Pelo que a grande surpresa nestas eleições da Lapa é Aguiar-Branco. Não se dava nada por ele, tentaram que não fosse até ao fim e persistem em reduzir a sua candidatura a um capricho. E que vimos? Um político de garra e pose, que limpou o rabinho a um Rangel inane em que só os fanáticos acreditam. E um político que devia passar os próximos anos a formar o Passos Coelho, sendo o seu Presidente, não a assistir à deformação que se vai seguir se o candidato menos feio fizer cair o Governo e resolver atacar o Procurador-Geral.

Mas é assim a puta da vida, cheia de circunstâncias.

52 thoughts on “Fracos da mona”

  1. Pensar que um dia podemos vir a ser “governados” por qualquer deles…constitui um pesadelo, um retrocesso intelectual.
    Nem todos juntos se podem comparar com alguém que tenha uma ideia para Portugal e para os portugueses. São medíocres e medianamente débeis.
    Sem sumo, e só com casca, dali não vem nada.
    Têm a serventia das coisas gastas.
    São velhos a vender pão bolorento!
    Há ali um bafio cabotino e provinciano de quem apenas repetiu as sebentas sem espírito crítico e sem juventude.
    São velhos precoces.
    Escolham qualquer um deles e ficamos com quê?

  2. Bom dia Val,
    De acordo com a análise.
    Em desacordo com a apreciação de Aguiar Branco. Face aos outors e pelo que mostrou nos debates e na campanha, talvez uma surpresa…mas ( há sempre um mas ) quem participou num governo presidido por Santana Lopes ( de quem até gosto, como pessoa ) não me parece que vá longe.
    Cumprimentos

  3. Realmente a miséria é grande quando a melhor escolha é alguém que há meia dúzia de meses atrás acusava o governo de estar sob suspeita, de manipular a justiça, de desprezar as pessoas, ou de ter uma visão retrógrada e sovietizada do país. Argumentação política de sargeta, mas ainda assim, parece ser o único com alguma ponta de responsabilidade. Até o choramingas Menezes conseguia fazer melhor que esta tropa toda junta.

  4. Caro amigo, excelente. Esta gente deve sonhar com o Sócrates a toda a hora. E aposto que devem cantarolar aquela música muita conhecida da Madalena Iglésias:

    «Só pensa nele
    A toda a hora
    Sonham com o Sócrates
    P´la noite fora»

    …… …….

    A propósito do debate de ontem dos tarolas do ppd ouvi esta enormidade do Pedro Passos Coelhone: “os portugueses quiseram mudar de governo em Setembro, mas não conseguiram”.
    Ai sim ?? E eu e os outros que optamos PS somos o quê ?? Extra-terrestres ?!
    É este o respeito que Pedro Passos Coelhone mostrou pelos portugueses que não votaram PPD. Recomendo urgentemente a Pedro Coelhone parelha com Vasco Graça Moura, outro que alinha pelo mesmo diapasão.

    Outra pérola do debate-tarola, para além dos já conhecidos ataques do PPD à Justiça Portuguesa, foi quando o Dr.Javali disse ao Branco-Sujo a propósito da notícia “Rangel quer verificar assinaturas”: “Eu não comento invenções dos jornais”…!
    Então afinal a Comunicação Social também é mentirosa não é Dr.Javali! Pois é! Nunca se deve dizer desta água não beberei.

  5. A crise pode durar desde aí mas cheira-me que começou lá para os fins de 76 quando o Sá Carneiro, para trocar as voltas ao Soares, trocou o nome ao partido. Tivesse o PSD continuado a ser PPD, sem aquela mariquice do tracinho (como se pode esperar um partido unido se o próprio nome está dividido?), que não andaria agora tão perdido. Há muito que teria assumido a sua vocação populista, arrumado com o CDS/PP (outros com a taradice do tracinho) e deixado a social democracia para um PS onde assenta como uma luva.
    Os bois andam todos com os nomes trocados e enquanto não se entenderem não há monas que resistam.

  6. Correndo o risco de levar mais uma dentada (para não dizer outra coisa) do censor cá do burgo, aqui estou eu a tecer umas considerações…

    Lê-se que no PSD todos “são pessoas intelectualmente medíocres. Incluindo o turificado Marcelo”
    Sendo tão medíocres assim, porque se perde tanto tempo com eles? É deixá-los afundar-se na sua “mediocridade”.

    Continuando, temos que os do PSD são “Pessoas que se limitaram a aprender regras básicas para servirem os poderosos da finança e da economia, a troco de também se poderem servir das benesses e prebendas distribuídas pelo topo da hierarquia do Estado. Mas pessoas que não aguentam o exercício analítico e eticamente reflexivo sem o qual não se faz autocrítica e investigação que acrescente inteligência e vontade.”
    Estão a esquecer que nestes últimos anos tem sido José Sócrates o “ai Jesus” dos banqueiros e similares. Também não é recordado que o Estado e as empresas públicas estão cheias de pessoas cuja única mais valia é terem o cartão do PS.
    Sim, eu sei que o PSD fez o mesmo.

    Mais, são “(…) pessoas que não aguentam o exercício analítico e eticamente reflexivo sem o qual não se faz autocrítica e investigação que acrescente inteligência e vontade.”
    Esta é muito boa, já que o “dono” do blog não perde uma oportunidade de desdizer o que agora escreveu.
    Pergunto: Em que momento o PS fez o “(…)exercício analítico e eticamente reflexivo (…)”?
    Mas alegrem-se todos, porque este post termina com uma réstia de esperança ao considerar que Aguiar-Branco é “Um político de garra e pose”, para além de ter algum jeito para limpezas…

    É verdade que todos os candidatos deram má imagem de si e do partido que representam mas o que devemos esperar dos políticos quando o objectivo é a conquista do poder?

    Aproveito para tornar pública a minha admiração por José Pacheco Pereira e Marcelo Rebelo de Sousa. Tenho a certeza de que todos gostariam de os ver como militantes dos respectivos partidos.
    Direi também que a única pessoa que pode ombrear com eles é António Vitorino.
    Os outros, e em todos os partidos, mais não são que verbos de encher, que estão lá para fazer número e dizer que “sim” ao Chefe.

    …ah! E seguindo o conselho de alguém entendido na matéria, passei a beber só água.
    Vamos a ver se melhoro…

  7. Ó Mário Pinto, olhe que água pé não é o mesmo que água ao pé…
    Então o Marcelo e o Pacheco são os seus heróis? Está bem, cada um come do que gosta, agora não os atire para o meu colo que assim como assim prefiro o Homem Aranha e o Batman

  8. Estou completamente de acordo com o teu texto, Val.

    Agora, angustia-me pensar na ausência de oposição ao PS. Naturalmente, num sistema assumidamente pluripartidario, a inexistência de partidos com lideranças à altura de formar governo é preocupante, tanto mais que depois utilizam a calúnia para desacreditar o partido dominante, fustigando a politica e infligindo à sociedade o penoso castigo de se aguentar sem alternativas credíveis que promovam o necessário escrutínio das politicas desenvolvidas pelo governo.

    O Cavaco Silva, em quem tanta gente irá votar nas legislativas, teve o dom de provocar uma terrível erosão naquele partido. Veremos o que lhe acontecerá.

  9. Tereza

    Eu admiro-os enquanto pessoas que pensam pela sua cabeça, coisa muito rara nos nossos políticos. Mas isso não significa que diga “ámen” a tudo o que lhes aprouver dizer.
    Também penso que é um mau sintoma desvalorizar-nos os nossos adversários, mesmo que de forma artificial.
    Tenho para mim que o nosso sucesso será sempre maior quanto melhor forem os nossos oponentes, mas é utópico querer que todos pensam desta forma, com certeza.

    Agradeço o seu alerta quanto à água-pé e o seu inverso. Admito que por vezes faço confusão e já me tenho enganado, mas desta vez bebi H2O, puríssima.
    Então acha que eu cometeria a deselegância de lhe atirar para o colo qualquer dessas personagens? Ainda se fosse Marcelo R. de Sousa, que é magro!? Mas José Pacheco Pereira, gordo como é? Isso nunca!
    Eu não tenho preferência por figuras da Banda Desenhada porque os figurões que preenchem o nosso universo político já fazem “macacadas” que baste.

  10. Mário Pinto, é pena não gostar de BD pois assim não sabe quem é o Iznogood, eterno conselheiro do Califa e que tinha como objectivo de vida ser califa no lugar do califa ou o Tullius Detritus, o romano que tem o dom de provocar zaragatas, e de como eles são parecidos com os seus heróis de carne e osso.

  11. António P.

    Com certeza que podem pensar mal, mas sempre será um “pensar mal” de autor, enquanto que há quem pense mal porque copia o (mau) pensamento de outros.

    Tenho a certeza de que entendeu o “meu” pensamento.

    Cumprimentos.

  12. Tereza

    Os meus heróis (palavras suas), são de carne e osso. Muito bem.
    E os seus heróis são feitos de quê? Será que têm a consistência que exige que os “meus heróis” tenham?
    …e repare que há por aí muita gente que ser califa e que para isso se serve de uma cáfila.
    Repare na similitude das palavras.
    É estranho, não é?
    Talvez não seja assim tanto.

  13. Mário Pinto, então, conte lá, virou-se para a água destilada? Olhe que isso não faz bem nenhum “aos” ossos. :)

  14. Mário Pinto, eu consistência costumo exigir ao chantilly e agora até já deixei de me preocupar com isso porque descobri as natas certas. É estranho, não é?

  15. Tereza

    Não vou cometer o erro de discutir culinária consigo.
    E porque receio que a “comida” azede, dou por fim esta troca de argumentos, com a certeza de que voltaremos a “encontrar-nos”.

    Agradeço a sua sempre amável disponibilidade.

  16. Nã… os teus neurónios parecem bem oleados, era música mesmo…

    edie, eu deixo e até lhe dou a escolher – guida, queres o ken, a barbie ou os dois?

  17. Não puxes muito por mim, Tereza. O Ken e a Barbie? Mas não chegavam já os fraquinhos da mona do post?

    O Mário Pinto já não quer caldeiradas comigo. Como é que eu agora mostro serviço? :)

  18. Mas o Ken e a Barbie são mais giros e podes mudar-lhes as roupinhas que eles não se importam. Para além disso parece que a barbie também tem um fraquinho por super heróis.

    Ó guida, eu acho que ele foi só comprar peixe fresco, vai tratando dos legumes e não desanimes.

  19. UMA COISA QUE TEM DE SER DITA: o PSD não é apenas um partido político medíocre. Desde há uns tempos que este grupo de indigentes mentais tem exibido uma abissal falta de vergonha ao utilizar a calúnia (da qual felizmente se não vai salvar no futuro) para promover e massajar o ego dorido. A falta de vergonha e a indignidade, srs. Pêpêdocas, não se curam.

  20. Óh Mário Pinto, sendo assim um tão grande admirador do JPP, porque motivo não lhe deu uma mãozinha aquando da criação de toda aquela estratégia por ele seguida, e aceite e acarinhada pela Manuela, que tão maus resultados teve nas últimas eleições, tendo levado o PPD para aquele estado letárgico em que se encontra..?
    Os amigos e admiradores são para as ocasiões Mário, e você perdeu uma bela oportunidade de ter ajudado os seus correligionários naquela tão nefasta estratégia.

  21. eh, eh, eh. na sua fúria inquisitorial, e liderados pelo torquemada pacheco (associado a outro torquemada marxista, xico louçã), o ppd chamou toda agente importante desde o pm ao pgr, passando pelo noronha e pelo procurador de aveiro. uma inquisição do santo ofício em grande (as labaredas já me chamuscam a cara). bom, essa entrada de leão (salvo seja, oh lagartos) parece que já foi corrigida por alguns ppd’s mais realistas: afinal não se convoca o pessoal da justiça. entretanto na comissão de ética o nuno santos, com as suas declarações, lá deu um (mais um) sopapo ao crespo que já se está a queixar do fígado.

  22. eu não vejo tv estou poupado a ver a gelatina trepidante do rangido obsceno, bem como os outros. Tereza: em cheio, o facto de os partidos se chamarem todos à esquerda daquilo que são é um dos grandes equívocos disto tudo, só pode ser corolário da hipocrisia da igreja católica como substrato dominante, imagino eu.

  23. Ó José
    Não sei se você merecerá, mas vou perder algum tempo consigo.

    Eu considero Pacheco Pereira; Rebelo de Sousa ou António Vitorino, por exemplo, porque admiro pessoas inteligentes. Talvez seja por eu ser burro, admito.
    Eu não receio tornar públicas as minhas preferências porque sei que não estou sujeito a que apareça qualquer mentor (leia-se comissário político) a puxar-me as orelhas por fazer uso da minha liberdade de expressão. Era bom que todos pudéssemos afirmar isso.
    Também não receio dizer-lhe que a sua extrapolação é absurda porque nada lhe permite concluir dessa forma.

    Por isso meu caro, e se não tiver algo de mais substancial a acrescentar, recomendo-lhe que se vire para outro lado porque não a sua argumentação não merece resposta, de tão pobre que é.

    Desculpe a minha sinceridade, mas eu sou assim mesmo.

  24. Ó Mário Pinto,

    Descanse que não me vou interrogar sobre se você merece ou não o tempo que consigo vou perder!

    O que lhe queria dizer é que aqueles que só consideram rica a argumentação sua ou dos “seus”, logo me deixam de pé atrás!

    Sei que me dirá: mas então… eu não referi também o nome do António Vitorino?! É verdade. O certo, porém, é que, ou muito me engano ou apenas o fez para não estragar a imparcialidade do ramalhete.

    A verdade é que o muito que de si tenho lido ao longo destes comentários aos textos do Valupi, diz muito da conformação mental do seu autor.

    Peguemos na frase com que começa a sua resposta a José. Se usa o termo “considero” com a significado de “admiro” a frase fica um tanto tautológica: eu admiro….porque admiro mas, enfim, aceita-se. A inteligência é sempre de admirar e quem sou para não admirar gente inteligente. Lembro-lhe, no entanto, que os maiores crápulas das História foram seguramente indivíduos muito inteligentes e, neste exclusivo sentido, admiráveis.

    Agora se usa o termo “considero” com o significado de “tenho respeito” aí, peço-lhe desculpa, mas estou longíssimo de o acompanhar. É que estes dois luminares da inteligência portuguesa, mais não têm feito nos últimos tempos, do que usar a inteligência de que a natureza os dotou, para melhor enganar os incautos que tendem naturalmente a tomar como bom o seu discurso assertivo, fluente, simpático mas…enganoso até dizer chega.

    E olhe que púlpitos donde possam vomitar as suas “sábias” palavras não lhes têm faltado! Podem agradecê-lo à brilhante comunicação social deste país!
    Ou será que também se queixam da “asfixia democrática”?

    Fique portanto com o seu respeito por essas ilustres figuras ou figurantes e que esse respeito lhe faça bom proveito!

  25. A inércia social vem desde a crise da ponte em 94… Aliás foi a última demonstração de poder social que Portugal teve, e em que foi carregada violentamente pela polícia…
    Tivémos um “golpe de estado” da autoria de Jorge Sampaio e agora temos o PSD a tentar pagar na mesma moeda…
    Todos pensavam que o Cavaquismo tinha morrido e afinal parece que não…
    A massa que constitui o PSD é em tudo similar aquela que constitui o PS, portanto fracos da mona serão todos, senão vejamos:
    “… Pessoas que se limitaram a aprender regras básicas para servirem os poderosos da finança e da economia, a troco de também se poderem servir das benesses e prebendas distribuídas pelo topo da hierarquia do Estado…”
    Este parágrafo resume a democracia parlamentar que temos baseada nos partidos, sendo aplicável a todos eles…
    Portanto nada de novo enquanto vivermos no ciclo PS/PSD…

  26. Ó ANIPER

    Ao que parece, consigo já vale a pena perder tempo porque os seus argumentos são válidos. E escrevo isto com sinceridade.
    Vamos lá a ver se consigo responder-lhe.

    1 – Não vou rever consigo o significado de cada palavra que escrevi nem acho que isso seja importante.

    2 – Gostaria que me explicasse o que é isso de conformação mental. Se é o que eu penso, essa carapuça serve a muita gente que você muito parece prezar.

    3 – Se você mesmo admite que admira pessoas inteligentes, porque me nega a mim esse direito? E “os maiores crápulas das História foram seguramente indivíduos muito inteligentes e, neste exclusivo sentido, admiráveis”? E depois, quer com isso dizer que Pacheco Pereira ou Marcelo R. de Sousa são, ou poderão vir a ser, dos maiores crápulas da História? Será melhor se formos todos burros? E se depois há burros menos burros que os outros?
    Diga-me que defeitos têm estas duas pessoas que nenhum membro do PS não tenha também. Quer que eles, sendo do PSD, defendam o PS?
    Diga-me ainda que métodos eles utilizam que nenhum membro do PS não use nem tenha usado.
    Não lhe vou dar exemplos porque sei que os iria negar. Mas eu sei que você sabe que eles existem porque o jogo político é assim mesmo.
    Eu nunca disse que esses dois políticos são anjos. O que eu refuto é o quererem fazer deles diabos, esquecendo-se do que o PS tem dentro de portas.

    4 – Quanto a António Vitorino, eu digo-lhe que não simpatizo com ele, mas nunca me atreveria a fazer-lhe os ataques pessoais que se fazem a Pacheco Pereira. Respeito-o como pessoa inteligente que é, apesar de termos ideias diferentes. E acredite que não é falácia. Eu não preciso dela mas há quem dela precise.

    5 – O discurso deles é enganoso, diz. Mas é só o deles? Acaso os membros do PS só dizem verdades? O PS é o dono da verdade? Você só é enganado se o quiser ser, mas esse é problema seu.

    6 – De mim nunca leu nada sobre a “asfixia democrática” por isso, e se quer mandar esse recado a alguém, bateu na porta errada. Eu só respondo por aquilo que escrevo.

    7 – Não entendo é o dano que lhe causo por admirar essas pessoas! Qual é o seu problema? Ó homem, fique lá na sua que a mim não me incomoda e se um dia aqui criticar qualquer deles com base nas suas ideias eu só tenho que aceitar, concordando ou não.

    Mas sabe? Quando aqui se fazem ataques gratuitos a tudo o que não é do PS; ataques esses quase todos perfeitamente imbecis, baseados no insulto e na calúnia, você vem implicar comigo pelos reparos que faço a alguns textos?
    Posso então concluir que concorda com tudo o que aqui se escreve? E se concorda, que moral tem para se dirigir a mim?
    Repare que eu escrevo sobre factos, que são os textos de Valupi ou de outros e tento desmontar os seus argumentos. Podem responder-me tentado desmontar os meus, tal como você fez.

    Concorda com a reacção de Valupi quando não gosta dos comentários? Acaso eu o insulto quando comento? E depois falam na “lei da rolha”?

    Repare no texto de José. Acha que aquilo tem pés ou cabeça? Por favor.

    Discutamos ideias e não pessoas. Fica aqui o desafio.

  27. Caro Chico Zé

    Se a única coisa que consegue visualizar para este País é uma alternância de partidos no poder, então estamos mal no capítulo das soluções…
    PP/BE seguem a mesma filosofia partidária de PS/PSD, a frequência no poder, é que é (felizmente!!!), substancialmente mais baixa…
    O aparecimento de ditaduras é uma ameaça em tempos de crise e instabilidade social, um pouco aquilo que vivemos agora é muito propício ao surgimento de líderes com características pouco democráticas, o que não é muito conveniente…
    Imagine que as pessoas são eleitas independentemente dos “obscuros” apoios partidários, uninominalmente e os deputados eleitos pela sua zona de residência (para não correr o risco de ter deputados com residência em Paris…), confesso que ainda tenho esperança de ter um deputado em funções cuja residência seja em Sidney, Austrália…
    É este o fadinho a que se refere Chico Zé???
    Fado sempre foi a especialidade deste País…

  28. ÚLTIMA HORA

    Os cibernautas intocáveis que visitem qualquer caixa dos cibernautas de PURA CASTA em Aspirina B e comentem contra, vão ser directamente reencaminhados para Aspirinalixo.pt onde oferecem resultados em chinês simplificado, especialmente concebidos para cibernautas inconvenientes.

    Desculpem usar esta designação indiana, mas foi o que me veio à ideia neste momento, será também que ando no carrascão?

    Para os que não conhecem o significado:

    “Sistema de castas da Índia
    Define-se casta como grupo social hereditário, no qual a condição do indivíduo passa de pai para filho. O grupo é endógamo, isto é, cada integrante só pode casar-se com pessoas do seu próprio grupo.
    Originalmente, as castas eram apenas quatro:
    • os brãhmana (sacerdotes e letrados) nasceram da cabeça de Brahma);
    • os ksatrya (guerreiros) nasceram dos braços de Brahma);
    • os vaisya (comerciantes) nasceram das pernas de Brahma) ;
    • os súdra (servos: camponeses, artesãos e operários) nasceram dos pés de Brahma.
    À margem dessa estrutura social havia os dalist (coveiros), que vieram da poeira debaixo do pé de Brahma. Mais conhecidos como párias, sem casta, eram considerados intocáveis por todas as castas. Hoje são chamados de haridchans, haryans ou dalit. Com o passar do tempo, ocorreram centenas de subdivisões, que não param de se multiplicar.”
    PS: Podemos sempre aproveitar para nos cultivarmos um pouco mais.

  29. Leitura perfeita! E a melhor maneira de os irritar ainda mais é persistir na missão de conduzir o barquinho lusitano a bom porto, não nos desviando da missão, nem para a esquerda nem para a direita, à boa maneira do Senhor.
    O que ‘eles’ querem nós sabemos bem, o povo sabe-o bem. E, acreditem, está tão fartinho destas telenovelas promovidas pelo PPD-PSD (com o desplante da ajuda dos imbecis de esquerda) que só ‘eles’ é que ainda não se deram conta que o povo bem sabe que só o Ps é que se mostra empenhado em resolver os nossos problemas. A ‘eles’ só lhes resta mesmo é levar a palhaçada até ao fim. Nada têm a dizer ao povo só lhes resta insistir nesta táctica estupidificante. Aguardemos que a vergonha lhes core as fauces..

  30. “Mas é assim a puta da vida, cheia de circunstâncias.” engasgaste com isso ? um pec que é todo ao contrário do programa que o socras apresentou a eleições? não tem desculpa , de facto : quem governou quase 5 anos devia saber o estado em que deixou/estava o país , né? se não sabia…nossa , temos um cego a guiar um coxo!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.