Fogareiros de todas as praças, uni-vos

Estamos a assistir ao desmoronar total das instituições.

Manela

*

A séria senhora da seriedade que é um caso sério tem razão. De resto, só pode fingir-se surpreendido com mais esta verdade quem nunca poisou as partes carnudas subjacentes às costas no banco de um táxi. Há décadas que os chauffeurs de praça partilham com os clientes esta mesma evidência: as putas das instituições estão todinhas desmoronadas, e a culpa é do Governo e dos cabrões que entopem as faixas do bus.

O CDS já foi o partido do táxi. O PSD é o partido dos fogareiros.

7 thoughts on “Fogareiros de todas as praças, uni-vos”

  1. O “desmoronar total das instituições”, obra do “coveiro da pátria”. A linguagem histérica dessa vetusta senhora, suposta líder da oposição em Portugal… A língua dela não chega aos calcanhares de Sócrates, coitada, vai ter que se contentar com o tacão do sapato.

  2. Já agora não esquecer que existe um blogue chamado «fogareiro», tem muita piada. O rapaz que o dirige tem a particularidade de ser taxista e ter sentido de humor…

  3. Penso que a senhora F.Leite anda inspirada, ao regougar o desmoronar pátrio, na saudosa e bondosa figura do autor do Despacho 100, que no fim dos anos setenta do passado século, em terras brasileiras e de novo em Portugal, escreveu “As Últimas Décadas de Portugal”. Sim, o Almirante Américo Deus Rodrigues Tomás, último Presidente da República daquele breve período de quarenta e oito anos em que foi “suspensa a democracia”, para pôr na ordem o País. Viu-se!

  4. A questão séria é que a velhota anda a fazer uma concorrência, uma marcação mulher a homem, a quem?
    Ao Medina Carreira!
    Vai acabar por o destronar naquela sua postura de “quanto pior, pior” e nenhum deles vai constar dos manuais de história.
    O lugar dela é no anedotário português, e já é muito.

  5. A senhora pensa que o País é o seu PSD E confunde realidade com os seus desejos. Faltam, ao seu lado, neste tudo isto é triste tudo isto é fado, o Barreto, o Medina e o Pacheco. Que quarteto de respeito, meu deus! Lá atrás, a roçar no tambor a fazer o «fundo» está o fantasma do velhote Salazar, a dizer com os seus riscos fantasmagóricos: como eles ainda se lembram bem de quando marchavam na Mocidade Portuguesa! E que bem faziam a saudação nazi!
    Enterbecido, deixou cair do lugar dos olhos, um pingo de luar…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.