Fitna

O filme Fitna, de Geert Wilders, deve ser visto. O seu registo amador, enquanto peça de comunicação, está dirigido ao contexto social e político da Holanda. Por aí, ignoro a sua relevância, impacto e eventuais consequências. Mas sei da necessidade em falar do terror islamita. Precisamos que sejam os próprios crentes islâmicos a espalhar a sua voz e sanidade mental. O objectivo principal é o de os crentes se comprometerem com os valores tradicionais que suscitem laços humanitários, passando a ajudar as vítimas dos manipuladores islamitas e a desmontar os estratagemas religiosos que sejam fonte de destruição e injustiça.

Entretanto, para começar, temos de conseguir falar entre nós. O trauma do 11 de Setembro, acrescido com os ataques em Londres e Madrid, levou-nos para um silêncio patológico. É um silêncio que corresponde, somente, a um estado de desorientação de quem se sabe vítima de uma ameaça que não compreende nem tem como evitar. Mas a ausência da nossa palavra, da nossa Razão, não é boa, antes vai alimentando a loucura por ser entendida como derrota. Então, esta obra de um bizarro político holandês, que para alguns já está condenado à morte, é muito bem-vinda; pois serve — já que foi publicada, não por ser a melhor ou a que cada um faria se alguma coisa fizesse — para discutir o que está em causa num nível de crescente confiança e segurança: a confiança e segurança da nossa acção como seres humanos seculares e humanistas. Nesse civilizacional estatuto, temos muito para defender dos ataques islamitas, e muito para dizer aos nossos amigos islâmicos.

187 thoughts on “Fitna”

  1. «O seu registo amador, enquanto peça de comunicação, está dirigido ao contexto social e político da Holanda. »

    Onde? onde é que aquela trampa fala da Holanda ou dos problemas da imigração, ó anormalzinho?

    É pá, se vivesses no tempo do Hitler tenho a certeza que tinha dado em nazizinho de passerelle.

    É que se há coisa que serve para separar as águas é o fanatismo.

    E este filme é, de facto, algo que vale a pena ver. Mas precisamente por me parecer que é o fenómeno mais próximo de uam campanha mundial de diabolização dos muçulmanos, tomando-os como espelho de um fantasma religioso.

    Com este post não vou dizer que te tornaste um ser desprezível porque não tenho paranóaias e até os fanáticos têm direito à palavra, sem que isso me incomode.

    Agora que demonstas que és sujeito estúpido sim. E a estupidez é que é mil vezes mais perigosa.

    Este filme é feito por um fanático ateu-militante do mesmo modo que um Bin Laden é capaz de usar a propaganda para os analfabetos.

    Prova-se que tu consegues ser mais analfabeto que qualquer tolinho da rua árabe.

  2. E não me causa admiração que gostes. Nenhuma. Há 3 anos já pressentia este fenómeno- a diabolização do islão (que sempre foi igual a sí próprio- os versículos não mudaram). Mudaram v.s, cambada de analfabrutos, que nem se interrogam com esta descoberta tardia na vida.

    Como se o planeta nunca tivesse tido a religião islãmica, ou como se ela fosse assim muito diferente da Thora. Ou pior, como se se confundisse uma religião com hábitos sociais que em pouco diferem dos mesmos que tínhamos há um século, ou dos mesmos que existem na China, na Índia, na Indonésia, já para não falar de África.

    Porque, se alguma coisa foi fabricada, deriva em grande percentagem do momento em que as invasões da “supremacia ocidental” passaram a matá-los em maior nº. Coisa com pouco mais de 5 anos.

  3. Eu não sou ninguém. Tenha a opinião de milhões de pessoas saudáveis.

    Felizmente tu apenas fazes parte de uma minoria de tarados que andam borrados de medo a sonharem com armagedões a sair debaixo da cama.

    Agora que és a prova que a estupidez é uma coisa muito perigosa, não tenhas dúvidas.

    Tu és um duplo de milhares de imbecis que foram atrás do mesmo, quando a propaganda nazi, fez precisamente o mesmo que se está a passar com este ateísmo militante a servir Israel.

    Precisamente o mesmo. Razão pela qual o nazismo também teve tantos adeptos. Se há questão para que isto serve é exclusivamente para estarmos atentos a que a História se repete.

    E para se perceber como basta mudarem os actores que as reacções de medo e raiva são as mesmas. O ser humano não mudou por causa de holocaustos, nadinha. Até é precisamente da democracia e da modernidade, juntamente com o vazio espiritual que tudo se pode repetir.

    Por isso é que eu ja´tinha escrito (e vou escrever de novo) este fenómeno do racismo contra o islão é um fenómeno que nada tem a ver com as arcaicas barreiras ideológicas.

    Disse-o ao Daniel Oliveira e até estava a pensar em ti- o racismo é um fenómeno que tem tantos adeptos á esquerda. Nada tem a ver com uma caracterização de Direita.

    Basta juntar-se a arrogância de quem nada teme acima do ser humano, de quem se diviniza enquanto exemplar daquilo que considera a única matriz certa, com o fanatismo- para termos monstros nazis.

    È claro que são uma minoria, porque felizmente a generalidade das pessoas não é fanática nem projecta as suas taras sobre milhões de pessoas que nem conhece. Fazendo delas uma caricatura totalitária e marcando-os na testa.

  4. Eu tenho é pó a gente tarada. Dantes internavam-se. E`pena que agora andem para aí à solta.

    Mas olha que estive para escrever o teu nome nos comentários do Arrastão, quando disse que até era capaz de identificar nazis-racistas de esquerda, aqui na blogo.

    Está lá o meu comentário. Podes verificar. Nem tinhas feito ainda este post mas já o adivinhava.

    És uma pessoa doente.

  5. E ficas bem ao lado do Carmo da Rosa ou de outros taralhoucos esquerdalhos arrependidos que por aí andam.

    Foi assim que se passou com o nazismo. Com uma atenuante para o nazismo- este ainda tinha um ideal heróico greco-romano que poderia esconder a tara necrófila.

    Agora, nesta repetição decadente, temos apenas um nazismo para as manerbund de plástico. Hão-de recrutar muito tarado entre eles. Foi o mesmo que se passou com essa utopia para panascas mentais, na altura. Há-de ser o mesmo para larilas lobotomizados e borrados de cagufa, nos nossos dias.

  6. Caro Valupi,

    Como habitante da Holanda esta temática, como devem compreender, interessa-me particularmente. No seguimento de uma iniciativa idêntica na blogosfera holandesa, dei-me ao trabalho de traduzir nove das muitas citações de Wilders e gostaria de saber se correspondem à ideia que as pessoas realmente têm de alguém de extrema-direita, ver mesmo fascizante. Seria interessante para um próximo artigo e agradeço desda já a sua colaboração.

    Para lhe ser sincero, em Portugal, esta iniciativa já teve início ontem no fiel-inimigo.blogspot.com onde um certo número de pessoas deixaram a sua resposta.
    Para facilitar a vida dos vossos leitores pensei neste esquema:

    a. plenamente de acordo
    b. de acordo, mas poderia ter sido dito de outra maneira
    c. não me aquece nem arrefece
    d. não concordo
    e. repudio completamente esta afirmação

    O leitor neste caso apenas responde apenas por: 1c – 2a – 3d………etc.

    1. Todas as pessoas que não partilham estas normas [ocidentais] deveriam tirar as suas conclusões fazer as malas e partir. Não se pode exigir de nós [sociedade holandesa] que respeitemos certas opiniões quando ao mesmo tempo as pessoas não têm a intenção de respeitar as opiniões dos outros.

    2. Campos de reeducação [para jovens delinquentes], cortar no abono de família dos pais, mandá-los para a família em Marrocos. Todas estas medidas devem ser experimentadas.

    3. Se nós rasgássemos as páginas de ódio do Corão não ficava grande coisa, apenas uma revista do tipo Pato Donald.

    4. Quando a peça de teatro sobre Aisha, mulher mais nova do profeta, foi anulada em 2001 na Holanda, houve uma vereadora da câmara de Amesterdão que disse – creio que foi Fátima Elatik [marroquina]? Mas as mulheres de véu parecem-se todas umas com as outras – que a liberdade de expressão na Holanda “ultrapassou os limites”. Mas não o suficiente para ela poder fazer uma afirmação deste tipo.

    5. Os muçulmanos há muito que fazem parte dos ‘bons selvagens’ do PvdA [Partido Trabalhista social-democrata]. Dito de outra forma, os animais estão para o partido de Marianne Thieme [Partido de Protecção aos Animais] assim como os muçulmanos estão para o Partido Trabalhista. Um perfeito ecrã para projectar meiguice e infinita compreensão multicultural. Uma perigosa forma de sentimentalismo…

    6. [Depois de uma visita a Marrocos]. O primeiro marroquino que me venha com histórias sobre xenofobia, imprensa racista e subsídios de desemprego muito baixos dou-lhe um raspanete. E os insurrectos de Amesterdão [marroquinos] deviam cumprir a sua pena aqui [em Marrocos]. Todos os dias a pão e água a escovar sapatos, ou trabalhar como pedreiros a €4 à hora, acarretar com pedras debaixo de um sol escaldante, assim é que eles aprendiam.

    7. Os judeus que escaparam da tragédia do Holocausto fizeram com que o mundo os respeitasse com os seus conhecimentos, não com o seu terror, com o seu trabalho, não com a sua gritaria e choraminguisse.

    8. Os fundamentalistas cristãos provocam dores de cabeça ao mundo, é verdade, mas os fundamentalistas islâmicos cortam-nos a cabeça…

    9. Se a sociedade acha que precisa tanto de trabalhadores estrangeiros, devia ter optado por contratos a curto prazo com trabalhadores solteiros, ou com trabalhadores que estivessem dispostos a ficar algum tempo sem a companhia dos seus familiares.

  7. Não há qualquer diferença entre islâmico e islamita porque aquela merda é tão tosca que é feita para lobotomizados mentais como tu.

    Achas que alguma pessoa saudável está interessada em saber o tipo de lobotomização que tu representas?

    Nenhuma. Do mesmo modo que nunca se conseguiu classificar os aderentes do nazismo. Só quem viveu. Quem não viveu tem o presente para comparar e ver como as coisas conhecem.

    Fala-se muito do nazismo apenas no fim. Mas não se fala como ele foi gerado.

    Vale a pena rever-se o Ovo da Serpente do Bergman- que é um bom retrato da situação que antecedeu o nazismo e que tem enormes semelhanças com a que se vive actualmente.

    Até este fenómeno do neo-ateísmo dos filhos de Darwin é idêntico. E pior- tal como no nazismo o que o antecedeu foi feito em cumplicidade oportunística por judeus- também a do presente se prepara para ser feita nesta caldibana que serve e se alia aos Wilders.

    Tu és um bom exemplo de um traidor “marrano-nazi” dos tempos presentes. Um imbecil, cheio de taras que as projecta na luta com o duplo fantasma.

  8. « O seu registo amador, enquanto peça de comunicação, está dirigido ao contexto social e político da Holanda. »

    A prova da lobotimia está nessa frase.

    Quem consegue ver naquele filme algum contexto social e políco holandês é um tarado.

    Porque a minha curiosidade era essa. Por tudo o que tinha lido do Wilders, já tinha dito a esse outro tarado do kamaranda Rosa, que apenas me parecia ser propaganda para fora.

    Se ele quisesse falar do problema da imgração, fazia um filme relatando esse verdadeiro problema da imigração incluindo nela tudo o que é problema social e não uma religião.

    Mas não fez. Aquele video é um teatro à Bin Laden, que apenas pegou numas passagens do Corão para as ilustrar com atentados terroristas, perfeitamente desafazados de tudo- incluindo de responsabilidades deles.

    Podia-se fazer um video igualzinho com citações de ateísmo militante e problemas sociais de rua, ou com citações do “olho por olho, dente por dente” e com os crimes de guerra de Israel.

    E aí, sim, eram então todos lidos a par- como terroristas.

    Restando perguntar de onde derivam todos os terrorismos- se de uma religião específica, se apenas de todos os discursos fanáticos, como prova a História.

  9. Agora v.s são lixo.

    São de tal modo lixo, que o melhor, para uma pessoa manter a sanidade mental, é deixar de abrir este url com postes deste imbecil.

    Não há nenhuma pessoa saudável que aguente enfiar-se num manicómio, com um tarado agarrado ao teclado a evacuar estas merdas.

    Acho que devias sair do Aspirina B que isso só com dose cavalar de anestesia geral.

    Ou então passa-te para o Fiel Inimigo que, aqui na blogosfera, sentias-te em casa.

  10. zazie, já tem acontecido o servidor enganar-se e mandar comentários teus para o spam. costumo ir lá buscá-los, porque te respeito. mas agora começo a achar que ele tem revelado discernimento. para a próxima, antes de os tirar, vou pensar duas vezes.

    já que o valupi coloca o filme de lado, não o considerando como objecto da sua análise e apenas o apresentando (que mal tem ver-se o filme, pode-se saber?), consegues fazer alguma crítica fundamentada ao texto propriamente dito, para que se perceba que parte do texto condenas?

  11. Sobre o filme: não vi e calculo que seja lixo que preferia que nunca tivesse sido editado.
    Sobre o autor: estaria provavelmente melhor calado e quieto, emigrado para as Bahamas, afastado da vida pública.
    Sobre o post: discordo da análise e fiquei, até, surpreendido. Não temo o confronto de civilizações e em ultimissima instância, esgotados todos os mecanismos possíveis (como decapitar a galinha enforcando Bin Laden) e até impossíveis (os que ainda não inventámos mas ainda vamos a tempo), não deixaria equívoco sobre em que arma pegava (na do Ocidente, que é — para o bem e para o mal — a minha cultura de origem e assumida). Julgo que no fundo dos fundos é a mensagem de Valupi, mas o post é ainda assim, na minha opinião, infeliz.
    Sobre a comentadora zazie: estou francamente incomodado. Não sabia que zazie era capaz de um fudamentalismo tão porco e ignóbil quanto o dos fundamentalistas que “critica”.
    De notar as aspas. Quando se fala do nosso polo oposto usando o tipo de linguagem e argumentação dele, não se está a fazer crítica.
    Eu, neste tipo de “diálogos” extremistas, tenho uma regra simples: o imbecil é aquele que chamou imbecil ao outro.
    Aqui — senhora Zazie — Valupi deu-lhe uma lição global resistindo sempre a descer ao vosso (seu e dos terroistas) nível. Vá lavar a boca com sabão.

  12. ’Por tudo o que tinha lido do Wilders, já tinha dito a esse outro tarado do kamaranda Rosa, que apenas me parecia ser propaganda para fora.

    Zazie, em vez da repetição contínua e fastidiosa dos mesmos insultos, porque razão, já que leste e tens uma opinião sobre Wilders, não dás a tua opinião sobre as várias afirmações de Wilders?
    Tens medo do Wilders ou dos Salafistas? De mim não creio que seja…

  13. zazie, encontrei uma frase onde exibes luminosa sapiência:

    “E este filme é, de facto, algo que vale a pena ver.”

    Do resto que escreves, não se aproveita nada.
    __

    Carmo da Rosa, excelente iniciativa. Espero que suscite profícuos debates e que sirva para introduzir racionalidade nas questões.
    __

    susana, é isso mesmo, sobre o texto nadinha.
    __

    Paulo Querido, obrigado pelo teu comentário. Quanto à zazie, é evidente estarmos perante uma reacção emocional que distorce a cognição. É equivalente a ver alguém entrar num gabinete universitário onde se estude a Segunda Guerra Mundial e desatar a chamar nazis aos investigadores por ter encontrado um exemplar do Mein Kampf na prateleira. Pelo que sabemos da zazie, e pelo potencial tóxico e melindroso do tema, não surpreende.

    O que me surpreende é a tua surpresa com o que escrevi. Dizes que a minha análise te provoca desacordo. Muito bem, mas discordas do quê? Faço notar que, enquanto o teor do meu texto é todo dirigido para a promoção do diálogo e do conhecimento – seja entre ocidentais (as vítimas, pois são atacados indiscriminadamente pelo simples facto de se lhes dar esse rótulo), seja com os islâmicos (os quais também têm estado calados quando outros invocam o seu livro sagrado para cometerem crimes, o que muito prejudica a situação) – tu é que falas em pegar em armas (em sentido literal ou figurado, pouco importa para o ponto).

    O post pode ser infeliz, e muitas outras coisas ao sabor das subjectividades alheias, mas o facto de afirmares que não viste o filme e, mesmo assim, defenderes que não devia ter sido feito, parece-me suspeito. Muito.

  14. Valupi, eu não defendi que o filme não devia ter sido feito. Disse que eu preferia que nunca tivesse sido editado e disse-o a partir de dois pilares: já vi o filme parcialmente (até me desinteressar, em fluxo, e depois pequenos trechos à procura de uma imagem para ilustrar um artigo), e estou a assistir às reacções a ele há vários dias. Situei a coisa no gosto pessoal, tirei-a do plano colectivo. Não me sinto, nesta matéria, habilitado a emitir mais que uma opinião relativa à minha pessoa.
    Quanto à matéria de discordância: tenho alguma dificuldade em concordar com a tua frase “O trauma do 11 de Setembro, acrescido com os ataques em Londres e Madrid, levou-nos para um silêncio patológico”.
    Silêncio?
    Penso que o excesso de ruído tem levado a extremismos de posição que substituem por um estado de revolta mal dirigida (exemplo: a zazie e os seus comentários rigorosamente estúpidos e intencionalmente maldosos) que poderia ser diálogo que fizesse algum tipo de luz (e nos levasse à reflexão colectiva, e em muitos casos também individual).
    Diria, portanto, ruído patológico, quando muito.

    Depois: “É um silêncio que corresponde, somente, a um estado de desorientação de quem se sabe vítima de uma ameaça que não compreende nem tem como evitar”.
    Subo a discórdia aqui para a veemência.
    A desorientação dever-se-á mais provavelmente à ausência de posições firmes por parte dos políticos que nos dirigem.
    A ameaça é muito bem compreendida: há um grupo de pessoas que usa as malhas da globalização e os desperdícios do capitalismo para atacar as civilizações que pretende pressionar.
    Evitar – nós temos como. Temos até MUITO como. A questão é decidir arriscar.
    Não sei muito, mas penso saber o suficiente para arriscar eu próprio afirmar que quando o poder representado por George W. Bush deixar, mesmo que momentaneamente, a cúpula da administração política do mundo, assistiremos a um volte face nesta questão. Penso, ainda, saber o suficiente para poder dizer que o islamismo é uma bandeira — excelente, temos de admitir — para o que entendo como um assunto exclusivamente económico.

    Uma nota final: quando falei em pegar armas falei em sentido literal e isso importa bastante para o ponto. Mas, se não te importas, gostarei de repetir a frase, com ênfase na sua condição: em ultimissima instância, esgotados todos os mecanismos possíveis (como decapitar a galinha enforcando Bin Laden) e até impossíveis (os que ainda não inventámos mas ainda vamos a tempo), não deixaria equívoco sobre em que arma pegava.

  15. ò Querido, vai lebar na peidola, que tu és mais outro com QI negativo.

    Anda por aqui nazismo de esquerda e só mesmo um mongolóide como o Valupi era capaz de gostar deste filme e dizer que ele se aplica à realidade holandesa.

    Mas tem outra justificação, para além do mongolismo natural desta besta- ele é publicitário. Ora um publicitário é alguém capaz de ganhar a vida a embrulhar merda, impingindo-a ao consumidor.

    E sim, repito, o nazimso começou deste modo, e este post é prova da existência de tarados, a borrarem-se de medo, que já conseguiram diabolizar os muçulmanos, à custa das taras e pavores religiosos.

    Neste caso, o imbecil parece que é new-age- o que tambem diz tudo da profundidade intelectual da bestinha

    Mas repito- Querido- tu és uma besta que e mais outro oportunista que detestava a blogosfera e acabou a ganhar dinheiro à custa dela.

    Lembro-me de tudo quanto dizias no início e das guerrinhas bestas, à Rolo Duarte, que também por aqui tiveste.

    És outro que só para o lixo

  16. no sentido do título está o fundamental, não? Os islâmicos civilizados têm de se demarcar dos terroristas, com base numa outra interpretação do Corão. O Islão não é monolítico e historicamente já se engalfinharam uns com outros com base em divergências doutrinais, mesmo sendo pretexto

  17. Claro que tinha de vir a outra monga da assistente imbecil da Susana.

    Por mim o Aspirina acabou. Ficquem à vontade. Isto por aqui tornou-se doença.

    Ninguém, a não ser um tarado era capaz de escrever um post destes dizendo que é um bom exemplo do islamismo terrorista e aplicado à realidade holandesa.

    Ninguém, na boa Direita blogosféria citou esta merda, por muito que embirre com o islão. O Paulo Cunha Porto que é um senhor, a quem v.s nem para limpar os sapatos serviam, até disse que, como católico, não ataca nenhuma religião.

    È isso, nenhuma pessoa bem formada ou inteligente pode alinhar em “exemplos” para mongos como v.s- Que são ímpios, os ímpios imbecilizados deste presente. Cheios de cagufa com os atentados terroristas que nem viveram.

    Porque, se não tivessem merda no lugar de miolos, pegavam no exemplo- esse sim, bem ocidental- das torturas de Abu Grahib e diziam: aqui esta´a resposta e exemplo civilizacional que nós já conseguimos dar ao fanatismo islâmico.

    E emolduravam esses filmes da tortura de Abu Grahib. Mais- a monga da Susana até devia andar com eles no telemóvel e oferecê-los ao telemóvel dos filhinhos.

    Porque isto sim- aquela tortura, é a resposta que está à altura e nunca nenhuma destas bestas Queridas e Wilderescas se lembrou de a citar.

    E esta besta da Susana que não venha para cá armada em dona da casa, porque ainda nem sabia o que era blogosfera e já eu vinha ao BdE

  18. O que se passa com a Susana é fenómeno que se pode passar com pessoas pouco inteligentes e brutalmente influenciáveis.

    Veio para o Aspirina e tomou o Valupi por guru espiritual. A partir daí macaqueia-o, repete-lhe os estribilhos imecilizou-se completamente.

    Nada de novo. Nada que não costume acontecer com os estúpidos. Razão pela qual aquele grunho daquele Wilders também fez o filme.

    Porque sabe que a estupidez é maior que o universo. E haverá sempre gente a galvanizar-se deste modo primário.

    Aqui na blogo temos o exemplo. Só as pessoas mais estúpidas gostaram ou são capazes de encontrar virtudes naquele nojo.

    O kamarada Carmo, coitado, não tem culpa mas é uma pessoa com grandes dificuldades de entendimento, a par da tendência para o fanatismo.

    Comigo andou meses a mandar-me mails por causa de um post, que eu chamei presente envenenado, e que mais não era que uma velha análise esquerdalha do Tiago do Kontratempos, na altura em que ainda era todo pró- Arafat.

    O post era tão evidente que tive lá dezenas de provodores, que até me obrigaram a fechar os comentários. Pois este mongo ainda hoje está convencido que o texto era meu e que era eu quem defendia o Arafat.Nunca consegiu entender, mesmo dando-lhe todas as coordenadas.

    Nem lhe expliquei por mail porque percebi que era retardado. Tão retardado que agora, quando viu o video da miuda com o telemóvel também disse que lhe faltava o contexto para perceber de que se tratava. As pessoas até sentem vergonha na imbecilidade do gajo.

    Por aqui é o mesmo- o Valupateta é um imbecil completo. Um paranóico que gosta de fazer grandes embrulhos com laçarotes com merda lá dentro.

    Abram v.s os laçarorotes e comam v.s a prendinha, que aposto que o paladar há-de estar para a falta de qualidade mental.

    Quanto ao querido- vá levar novamente na peidola- é um gajo a dar para o nojo, um mini-guru blogo que imita o JPP e até queria instaurar obrigatoriedade de identificação de quem bloga.

  19. Zazie, da minha parte sabe perfeitamente o que pode ir fazer com essa boquinha e esses dedinhos. Aqui sou um mero comentarista, apareça no meu blogue se quer ver como trato bestas.

  20. V. só com um pau de marmeleiro pela peida acima. Ainda me lembro das tricas que fez com os Marretas. V. tem uma triste história na blogo. É o duplo desse outro oportunista do Rolo Duarte que insultava toda a gente que por aqui andava e que até chegou a fazer artigo criticando o Zé Mário Silva.

    De qualquer forma, fique tranquilo- toda a malta sente o cheiro do Querido à distância- Eu sou apenas mais uma que aproveitou agora para lho comunicar.

    Ninguém o suporta e por razões bem evidentes. Ninguém suporta mongos a quererem ser vedetas ditando regras para um espaço privilegiado de liberdade.

  21. E digo-lhe mais- ainda bem que veio em defesa do mongo da casa por causa deste nojo.

    Assim é mais fácil traçar barreiras higiénicas.

    Por mim, esta trampa acabou.

    Podem continuar para aí à vontade. Do mesmo modo que se pode passar computadores a loucos, também podemos ter bloggers que deviam estar com camisa de forças.

    Nunca foi minha intenção salvar o mundo. Apenas ficar bem longe, com demarcação higiénica, daquilo que não faz falta.

    Isto é poluição. Só quem gostar de ficar intoxicado gosta de merdas destas.

    E ´nem há nada a explicar. Porque a loucura não se explica.

  22. Eu vi o filme, aqui: http://arrastao.org/religiao/chafurdar-no-medo/ . Achei o que já achava antes de ver: uma merda, não há outra designação. Manipulação rasteira e merdosa, um exercício de propaganda racista a lembrar os gloriosos trabalhos da Alemanha anos 30. A exploração do medo, o potenciar da estupidez, sempre tão querida ao povo, sempre tão útil aos governantes e aspirantes a tal. Proibi-lo é contribuir generosamente para o sucesso dos seus objectivos. Fazer a sua divulgação e promoção é criminoso. Ignorá-lo é perigoso. Desmascará-lo é uma obrigação, um dever. Porque a inteligência é a única arma que nos pode proteger de uma coisa assim.

  23. Zazie, já a li inúmeras vezes a ameaçar que esta treta acabou. Não acabou nada — e sabe-o muito bem. Você virá aqui, e virá aqul, e virá aqui, repetidamente. E você sabe porque está aqui caidinha. Ou não sabe?

  24. Por último — é mesmo a última vez que me dirijo a “zazie”. Seja gente e venha cá enfiar-me esse pau de marmeleiro. Apareça. Experimente. Tente. Seja pessoa ao menos uma vez na sua vidinha.

  25. O py, é outro gajo que facilmente se deixa levar por uma merda destas.

    Espero que não me apareça no Cocanha armado em racista contra os seus imimigos islâmicos- os mesmos que tanto gosta de usar no turismo sexual em Marrocos, porque são óptima pechinchas.

    E com o py fica um hiato que prefiro nem saber, dado que, à parte essa tara dupla de “gay que como o inimigo” é uma pessoa decente, inteligente e corajosa, que eu respeito.

    Por aqui pode aliviar-se dessa tara e exorcizar demónios, mas não me fale no assunto no Cocanha, porque me custava muito ser obrigada a deixar de lhe falar.

  26. Que nojo esta besta. ò Querido, v. é uma alimária odiada pela generalidade dos bloggers há anos. Não sei qual é a novidade. Sempre foi assim- não há quem o suporte. Sempre escreveu as maiores merdas acerca de toda a gente. Basta ir aos arquivos dos bloggers mais antigos para se encontrar uma qualquer troça a este idiota.

  27. Apareça o quê? sua besta. Eu quero que v.-s se fodam.

    A blogosfera tornou-se este nojo que está à frente e agora a única coisa a fazer é mesmo não aparecer a desconuhecidos e restringir, cada vez mais, os blogues onde se vai.

    E fica um pequeno nº de gente muitíssimo saudável, dos melhores escritos que nem em jornais se encontram.- A isso nem v.s chamam blogosfera, nem citam nos “programinhas” e encontros ao vivo.

    Prova de que as pessoas mais decentes já instauraram corrente sanitária e nada querem com esta maltosa, que descambou e espatifou uma experiência que já foi bem interessante.

  28. Mas sim, isto vale para eu, quando tiver tempo, retomar a conversa que tive há 2 anos com o Bruno Sena Martins. Porque há 2 anos fiz este diagnóstico por antecipação.

    Está lá, nos Avatares de um Desejo. O Bruno ainda tentou desenvolver o meu diagnóstico, concordando com parte do que eu já estava a ver.
    Agora está a prova- o que eu dizia na altura é este fenómeno- o racismo contra o islão a tornar-se um fenómeno também de esquerda.

    Ainda tentei falar no Miniscente sobre o assunto, mas ele não percebeu. Felizmente que o Bruno atingiu e mais gente, fora da blogo, com quem me dou e converso, tiveram a mesma percepção.

    Actualmente já existem livros e estudos publicados sobre o assunto. A prova que v.s são mesmo a ralé é que nem disto estão a par, quanto mais terem-se apercebido.

    Não consta que as massas estúpidas e galvanizadas pelo fanatismo se tenham dado conta dos fenómenos perigosos que se sucederam noutras épocas.

    São sempre assim- os ,mesmos fanáticos, cegos, a engordarem as trincheiras da agit prop dos torcionários de todos os tempos.

    Que daqui vem nazismo generalizado, podem escrever. Podem gravar na pedra. Porque disso não tenho eu a menor dúvida.

    E não estou sozinha, Estou apenas bem longe dos próprios que já caminham para lá alegres e tontinhos como são todos os mentecaptos.

  29. zazie, olha que não é nada disso nunca me verias a falar de uma pessoa como pechincha, muito menos com quem tivesse coisas íntimas. Isso é expressão tua. O que acontece é que os rapazes lá assediam-me frequentemente, e aos turistas genericamente, é uma longa tradição, depois com aquela duplicidade de ser proibido por lei não gosto.

    Ficamos cada um com as suas taras, isso a mim interessa-me pouco.

    não vou lá falar-te disso não, e até acho que nunca fui

  30. Isto não precisa de ser desmascarado, porque só um mentecapto pode encontrar nesta merda qualquer ligação aos problemas de imigração na Holanda (esses sim,bem reais e da responsabilidade dos mesmos que agora diabolizam uma religião).

    Porque, neste caso, é que se pode dizer. até uma criança de 5 anos, percebe que aquele filme é merda, sem pornta por onde se peugue. Uma montagem de uns atentados terroristas, misturados com outras coisas que nem isso foram, foram retaliação de provocações mas sem Al-Qaedas por trás, e juntando a trampa a umas passagens gratuitas do Corão.

    Só uma besta monga, como as bestas mongas que já por aqui escreveram, pode achar que há pedagogia nesta trampa. E ainda mais- que esta trampa retrata a Holanda.

    É que nem uma tamanca ou uma túlipa para amostra, quanto mais a reportagem que até seria pertinente, dos verdadeiros problemas de marginalidade relacionados com o excesso de imigrantes (de toda a espécie) e naõ apenas com os muçulmanos e muito menos com o aproveitamento do Corão para deixar a imagem que os muçuçmanos, `por causa da religião que têm, são terroristas.

    Eu. se fosse muçulmana, estava neste momento a editar as torturas de Abu Grahib e perguntar qual o fanatismo civilizacional que as explica.

    Fica aqui um lin para um post onde já tinha citado os bons estudos internacionais que retratam este problema novo
    http://cocanha.blogspot.com/2008/03/o-fundamentalismo-do-atesmo-militante.html#comments

  31. a questão para mim é política, há que separar os islamicos civilizados dos terroristas, e os islamicos civilizados têm que ajudar nessa demarcação, se tiverem interesse em continuar de boas relações com a Europa

    ora isto é uma trivialidade, mas nessa trivialidade parece que não estamos de acordo

    eu não exijo estar de acordo com alguém em tudo para ser amigo dessa pessoa, assim éramos clones, nem nos acrescentávamos nada

    mas olha eu hoje vou andar pouco por aqui, que tenho outras coisas a tratar

  32. È claro que a demarcação intelectual também está aqui. Eu recomendei os livros do Chis Edges.

    O pateta mongo da casa, recomenda a propaganda de um grunho fanático, que dá pelo nome de Wilders.

    Eu não preciso de me envergonhar do que escrevo. O Cocanha é um blogue limpo. Já v.s deviam enfiar.se num buraco, à conta da merda que publicam a céu descoberto.

  33. o vídeo do Wilders contribui para a unificação da imagem do Islão como se fora apenas os terroristas islâmicos, e nesse sentido diaboliza o Islão como um todo – acho um erro político, pois empurra-os para o mesmo saco. É um erro político, e bem poderia ter sido encomendado pela mossad, mas em democracia não se proíbe a divulgação de erros políticos

    mas, se não me engano, isto é que o Valupi também está a dizer, ou parecido

    zazie, fica calminha vá! Eu tenho de ir tratar de coisas outras,

  34. zazie,
    vi-te defender há dois dias, aqui mesmo, um ‘código de ética blogosférica’ de total repúdio pela divulgação de pormenores de natureza pessoal sobre cada um. Disseste que não tolerarias qualquer incursão na vida privada de quem escreve na blogo. Hoje fazes o que condenaste, e em grande escala. Chibas braguilhas enquanto advogas a elevação do debate. Nheca, convenhamos. Em dez comentários ou menos, explicas-me porquê e, sobretudo, para quê?

  35. E, a lógica das provocações que servem para galvanizar as massas, ser uma coisa boa que se deve publicar em cada blogue ou cada jornal, serve para eu completar o mesmo diagnóstico que tenho andado a fazer acerca das “fobias e dos crimes de ódio xenófobo”.

    É assim- aquilo que para uns lobbies é crime de ódio com direito a linha de denúncia virtual, dos tais conteúdos que impelem aos ditos crimes, agora englobados na lei- apenas se aplica às vedetas que têm mais dinheiro para conseguirem arregimentar-se como minorias vítimas.

    Se isto tocasse num cabelinho que fosse de muita pancada de rábula de vitimização judaica- era cadeia em cima.

    E esta sim, é a grande conclusão que se pode retirar da hipocrisia generalizada. O termo “islamofobia” não existe. Foi apagado do mapa em troca de “humanismo, para eles perceberem e se educarem, contra os seus”.

    No meu blogue nunca publiquei merda- Nem sequer a merda de Abu Grahib e muito menos qualquer video que mostre um decapitado, e que a imprensa mundial tinha poupado, em respeito para com a família.

    Se mais não houvesse, bastaria esta falta de escrúpulos para ninguém publicar aquela merda.

    Os que defendem a su publicação, nunca mais terão legitimidade para falar em “ódios” ou propaganda que impele ao “odio rácico”. Porque é isso que estão a fazer.

    O facto de uma merda não ser proibida por lei não obriga qualquer pessoa bem formada a republicá-la.

    E mais- eu até penso que é negativa a publicação. De outro modo nunca tinha havido fanatismo popular. já que se acreditaria que as pessoas são todas muitot inteligentes e com capacidades mentais á prova de bala.

    Basta pegar-se aqui nos exemplos caseiros- uma série de universitários (suponho) de classe média, com estudos que reagem como qualquer analfabruto e até conseguem ver na trampa virtudes.

    Conseguiram ver lá a Holanda! só isto diz tudo. Quando aquele video podia ser feito em qualquer parte do mundo, e aplicado a todo o mundo- e é por isso que o gajo nem é um político preocupado com os verdadeiros problemas de imigração na Holanda mas sim um mercenário a soldo.

  36. `ocaralho de py. Se tu achas que é chibanço citar o que tu escreves e não apagas, é porque és um chibo.

    E eu vou ingnorar tudo o que dizes porque, por uma mera questão pessoal, não quero estragar o bom entendimento que consegui retomar contigo. Apenas porque acho que ia parte de mim com essa perda.

    E não preciso de explicar isto a ninguém. Muito menos aceitar que tu chames chibar, repetir as palavras de vãglória que dantes costumas aqui a deixar, quando andavas com a mania que a tua identidade estava centrada com o que fazias atrás das moitas.

    Como eu sei que isso é privado, e me fartei de andar à porrada, quando tu não o guardavas para ti, fui obrigada a assistir a um aspecto menos digno que tu gostas de pavonear- a contradição entre quem chama “os inimigos islâmicos” e quem se gaba do turismo sexual que faz à custa deles.

    Mais nada e não vou retomar este assunto tão pouco digno, porque te tenho em boa conta. Todos temos coisas menos bonitas- eu terei as minhas, também já terei dado exemplos de algumas delas, não vou agora ficar com o acessório.

    Por uma simples razão- tu não tens argumentos bestas, como esta besta do Valupi. E nem tens um blogue onde despejes merda a céu-aberto.

  37. ó imbecil de rvn_ o que é que chibo, minha besta?

    Não sabes que até o FV me insultou por eu não aguentar as imbecilidades pessoais que o py dantes largava aqui?

    Não sabes que eu e o py estivemos de relações cortadas precisamente porque ele é que andou em tricas acerca de mim com a sininho?

    Não sabes que foi aqui no Aspiirna que se inventou que eu era aquela rapariga que morreu, a Joana do Smiramis?
    E que isso é que foi trica feita por mail e com ratoeiras e provocações nas caixas de comentários para me “apanharem”?

    isto sim, foi porteirice que eu consegui ultrapassar com o py (não com essa sininho que nem coragem teve para me contar).
    O resto é prova que tu também não és jornalista. Porque se chamas chibanço um comentário nas caves a algo que é público e foi publicado pelo próprio no mesmo lugar, imagino que chames o mesmo a todos os comentários virtuais dos jornais.

    Aliás, acho mesmo que precisavas de acrescentar à tua carteira, a de chibo profissional- uma vez que um jornalista é alguém que repete notícias e informações públicas de outras.

    isto no melho caso, quando se limita a escrever o que as agências noticiárias já disseram. Quando publica o que lhe contaram às escondidas, é um chibo profissional que faz render mais.

    Se publicar os comentários públicos feitos em formato idêntico ao da blogosfera e facultados pelos jornais- há-de ser um chibo profissional em vias de publicar livrinho sociológico.

    Por isso já estás a ver. Antes de me insultares já te insultaste a ti próprio e a toda uma classe profissiobnal.

    Porque eu apenas repeti o que me incomoda no py_ o facto de ter pancada xenófoba contra o islão, ao mesmo tempo que sempre usou estas (e outras) caixas de comentários para descrever 8em detalhe bem realista) as suas práticas homo quando vai para Marrocos.

    Só um imbecil pode dizer que isto é chibar o que quer que seja.

    E disse-o para o avisar de não tocar muito na merda íntima dos ditos “ódios” com demasiada contradição pública da qual nunca pediu sigilo.
    Antes pelo contrário- fazia disso forma de provocação para me chamar homofóbica.

    Como este é problema que está resolvido com ele, é bom que te ponhas a milhas e não te metas tu onde não és chamadl.

  38. Bom , e agora sim. Passem bem. Por mim esta trampa acabou. Espero nunca mais ter a infelicidade de apanhar com Claudias, Valupis e quejandos pela frente.

  39. zazie, nessa altura o py andava a tentar entender as dimensões, ou valências, do discurso homofóbico, não para se vingar, muito menos para publicar, mas apenas para compreender se havia alguma coisa a fazer, e por onde, a bem de uma melhor conviviabilidade entre as diferenças.

    Não creio que isso tenha relevância alguma para aqui, a não ser no sentido político também, pois que de facto nos países islâmicos que conheço há uma contradição entre o discurso oficial e a prática das ruas e dos hamman. E em termos humanos e também políticos sou completamente contra aquelas cenas do vídeo, de execuções de rapazes, crianças, mulheres, etc. E isso também não será muito difícil de entender noutros pressupostos, levíticos e deuteronómicos – sempre a paranóia da propriedade dos genes, num contexto de grande privação de terra arável e água potável, com os traumas da ruptura ecológica em relação aos tempos da Suméria e da Assíria, por aí.

    E a questão homo como tema de discussão pode ser retomada – é sempre só uma, como aprendi por conta própria, pode-se ser homo, até poderá ser muito proveitoso, não se pode é dizer: é proibido! Está na biblia que deus não gosta particularmente dos que se afirmam. Leia-se: as instituições fundadas nessa ordem de valores. Ora eu fui educado para ser honesto e frontal e fiz disso os meus valores, mas como me tem dado ‘cabo da vida’ andei a ver em nome de que valores fui perseguido.

    Tens de facto uma contradição fofoqueira irrecusável, basta ver a quantidade de nomes que postas por aí ao mesmo tempo que bramas contra a devassa.

    eu nunca falo de ninguém, nem isso me interessa, a blogosfera é um espaço de interlocução onde os nomes ou os nicks são os actores

  40. Z.

    Estas caixas são uma cave. Foi nestas caves que nos conhecemos da pior maneira. Mas foi também nestas caixas que eu reconheci que o mundo virtual pode gerar muitos enganos-

    Ficaria muito mal comigo própria se permitisse que, à custa de idiotas que estão de fora apenas a atiçar, alguma coisa sobrasse para ti.

    Porque é um facto que eu detesto propaganda paneleira. E é um facto que tivemos as maiores brigas. Assim como é um facto que nunca te citei, ou deixei o teu nick quando respondi a outros provocadores noutros sítios.

    Nunca.

    Como sabes que é verdade. estás livre para conversar comigo, acerca das boas questões em que nos entemos. Simplesmente só o vais poder fazer no Cocanha ou em postes onde esta alimária monga do Valupi não entre.

    Por aqui, com esta mongalhada à mistura, nunca mais.

  41. Paulo Querido, falei em silêncio porque ele é inegável. As pessoas, em geral e na sua enorme maioria, não querem falar do terrorismo islamita, e até censuram quem o queira fazer. Estou, pois, num plano de observação sociológica, e interessa-me o fenómeno antropológico por que passamos. Obviamente, opiniões como a da zazie não representam nada nem ninguém, são idiossincrasias inanes.

    Mas também poderia ter falado de um outro aspecto que me fascina, e que é o da contenção. Corre mais perigo um árbitro de futebol no campeonato Distrital do que alguém que vá para o meio do Rossio gritar a superioridade de Alá. Disse Alá? Mas também podia ser Jeová, Buda, Cristo, Krishna e até Santana Lopes. Este aspecto de não existirem perseguições a islâmicos nas sociedades ocidentais – e de, portanto, a temática da islamofobia ser apenas uma arma retórica e ideológica – é uma característica que atribuo a um conjunto de factores de complexa análise. Um deles será o tal estado de confusão e pavor, que resulta do trauma da vítima (como se sabe na psicologia há mais de 100 anos), mas um outro também estará a nascer das características intrínsecas à racionalidade secular. E outros, pois.

    Para mim, o caminho é o do diálogo com as comunidades islâmicas. E com esta clara noção: não existem moderados. Isto porque não pode haver moderação na definição do que seja crime, na sua pena ou profilaxia. Os islâmicos têm de se decidir quanto à secularidade, não havendo nesta dimensão qualquer possibilidade de compromisso. Dos islamitas não vale a pena falar, pois estão a soldo de agendas as mais variadas, e muitos são apenas carne para canhão. Mas uma coisa é também óbvia: o problema do islamismo como recurso de opressão política de países e povos inteiros, é um problema ainda maior – num certo sentido, não noutro – do que o do terrorismo.

    Quanto à palavra “edição”, li-a como “montagem”, mas, aparentemente, estavas a usá-la para falar da tradução. Caso não seja isso, corrige-me, please. Seja como for, não entendo qual seja o problema de se ver este filme, posto que ele existe e já se tornou um documento importante para a configuração de algumas das questões em causa.
    __

    claudia, tens razão: se blogar, não beba.
    __

    zazie, dizes que o Valupi é publicitário. Tenho de corrigir-te: a pessoa que escreve com esse pseudónimo é, ou foi, publicitário. O Valupi não, tens de esperar pela autobiografia.

    É tal a tua baralhação com as identidades online que devias fazer um curso de introdução à Internet, seguido de um workshop em heteronímia.
    __

    z, é isso mesmo: fazer falar os islâmicos (ou parte deles, pois há de tudo), os quais, por sua vez, também se sabem ameaçados pelos islamitas.
    __

    rvn, estás a ir para terrenos pantanosos. Que é isso da “divulgação”? Se ninguém o divulgasse, não haveria “crime” (nas tuas palavras), mas também não o irias ver. É o que defendes?

    E se é dever “desmascarar” o filme, vais cumpri-lo?

  42. zazie, que chata! Quando eu pensei que podias ser a Joana, e pensei mesmo, foi de facto à conta de uma troca de comentários com a Sininho, que estará aí à vista de todos – eu nunca vou pesquisar nada disso, mas tu consegues.

    Nunca troquei um email com a sininho sobre ti, e os mails que te mandei foram tal e qual o que lá estava escrito, não tenho agenda escondida, nem sei lidar com isso

    deixa lá o py sossegado, olha que o py morreu foi de tristeza, das feridas também, mas o que o matou mesmo até ressuscitar como número complexo para variar de ser árvore, foi a tristeza de pensar que tinha estocado de morte uma toura, tinha sempre estado ao lado dos touros contra as touradas. E afinal, por razões de ego, também ele estocava até ao fim.

    bom, mas a toura não morreu, e andava ali a cirandar a desejar boas-festas insistentemente, foi o Valupi que nos abriu as pazes, ou melhor a injunção de me fazer sair da máscara do orgulho ferido, ficámos amigos e contentes, portanto calhou bem afinal

    confesso que andar à porrada e ficar amigo só me tinha acontecido com homens até então

    isto deve ser da Primavera

  43. De qualquer modo, se não quiseres aparecer ou te der para alinhar com merda, estás à vontade.

    Eu tenho a meia-dúzia de pessoas (sempre as mesmas) que considero amigos virtuais, o resto não me interessa nem virtualmente, quanto mais com a “ameaça” de poder ter de os aturar ao vivo.

    Este post é merda. É sintoma do nazismo-racista de esquerda. Não me supreendeu.- De há 2 anos a esta parte que ando a falar no assunto.

    Tudo o que escrevi sobre isso é público, não preciso de chamar chibo a quem me citar em caixas de comentários e tenho um blogue (e participações noutros colectivos) que não me envergonham.

    Reagi a esta merda por faro, por me cheirar mal, por mera alergia a taras fanáticas, por mera necessidade de sanidade mental e fugir deste aterro- com este tarado do Valupi em diarreia mental permanente.

  44. eu sou teu amigo zazie, não percebeste?

    Não era, mas fizémo-nos.

    mas gostava muito de ir cheirar ao Cocanha. Depois quando nos zangámos viste que nunca mais fui. Claro que vou lá agora de novo, como sabes

    também sou amigo do Valupi e olha que devemos a ele também o nosso encontro.

    Eu acho é que anda tudo a precisar de descontrair ao Sol. Tu andas a treslêr coisas zazie, andas cansada.

  45. Caro Valupi,

    Nesta sua frase está quase tudo dito:
    ’Mas sei da necessidade em falar do terror islamita. Precisamos que sejam os próprios crentes islâmicos a espalhar a sua voz e sanidade mental.’

    É isso mesmo que é preciso, e é isso mesmo que está a acontecer diariamente na Holanda. Uma separação do trigo do joio, graças aqueles que, mesmo arriscando a vida, tiveram a coragem de quebrar a cortina de ferro do politicamente correcto que, muitas das vezes, nada mais é que uma disfarçada indiferença – ver mesmo racismo, e dizer na cara das pessoas a verdade nua e crua.

    Também Wilders, gostemos ou não dele, sejam quais forem os seus objectivos, tem contribuído bastante para que haja cada vez mais muçulmanos a levantar a voz contra uma religião que o deixou há muito de ser, para se transformar numa ideologia fascizante e perigosíssima…

    Dar-lhe-ei, mais tarde, provas convincentes daquilo que acabei agora mesmo de dizer. Prometo…

    E já agora, porque não se atreve a dar o seu parecer sobre as afirmações de Wilders? Não se trata de julgar a sua opinião individual, trata-se, quando tiver bastantes respondentes(?) de fazer uma análise dos dados para comparar com as respostas holandesas…

  46. Valupi, falei em ruído porque ele é, igualmente, inegável. Ensurdecedor.
    Zazie é apenas uma pessoa doente e carente de atenção — demorei 3 ou 4 comentários a perceber isso e desde já te peço desculpa pela minha cota-parte da corrente de disparate que ajudei a introduzir aqui. Não descortinei “nela” uma opinião que possa avaliar.

    Também tenho o diálogo como um caminho por percorrer — mas um diálogo implica pelo menos dois interlocutores e só vejo um a dizer que se senta à mesa, o outro faz de conta que não é nada com ele, mas sim com os seus extremos desesperados, talvez para não se confrontar com as suas próprias ambiguidades e contradições.

    Isto é um problema, embora menos grave que o terrorismo, que hoje tem uma feição nitidamente relacionada com o Islão, sem dúvida, mas é antes de mais terrorismo (que aliás mata indiscriminadamente pessoas incluindo milhares de islamitas e islâmicos).

    A palavra “edição”, usei-a como em publicação. Pessoalmente, dispensava que o video fosse publicado — foi isto e apenas isto que disse. O problema de se ver este video não é nenhum, excepto, no meu caso, o enjoo de mais do mesmo tipo de agit prop que considero inútil para a questão, ainda que reconheça a sua utilidade marginal.

    Quanto à importância do video, não a quis diminuir, reconheço-a. Ao ponto de ter investigado e escrito algo sobre ela (importância) e uma das formas de a medir (ler no Expresso online, Ficha do filme Fitna na Wikipedia foi protegida contra vandalismos). No caso, uma das formas sobre as quais me debruço profissionalmente, ou seja, onde tenho uma palavra a dizer que vai além de uma opinião pessoal.

    Acompanho a evolução da importância do video desde o dia 27, quando foi publicado.

  47. E retrato-me apenas do exagero que tive para com a Susana. Peço desculpa por lhe ter chamado besta.

    Isso foi errado da minha parte. Passei-me com a matilha. Razão pela qual ja´tinha dito (e devia ter cumprido) que com a Susana não valia a pena perder-se tempo em diálogos.

    Porque é impossível assistir-se à despersonalização de uma pessoa que deu em sentir a obrigação de aparar todas as imbecilidades e provocações de outra, sem sequer as compreender.

    Este é o ponto que quero deixar. Peço desculpa à Susana por a ter insultado. Costumo guardar os insultos para a matilha grunha. Ela pôs-se demasiado a jeito a ululuar com a matilha mas, ainda assim, foi errado da minha parte ter-lhe chamado besta.

    O resto é mesmo pior do que disse. Não tinha palavrões que conseguissem responder ao nojo que aqui foi escrito.

    Por isso, por aqui, com esta matilha monga, nunca mais.

  48. Oh Zazie,

    Peço desculpa de não saber quem é o Tiago do Kontratempos!!!
    Reconheço que sou novato na blogosfera nacional, como emigrante até há bem pouco tempo só escrevia em blogues cá da praça…

    Mas será o facto de viver no estrangeiro razão suficiente para ser insultado? Para ser tratado de imbecil e retardado (até rima! Já agora continuo), não será isso malcriado?

    Ai Zazie Zazie, não sei que te faça? Sem cinismo, sem sarcasmo, e muito menos sem querer insultar, acho que és uma pessoa doente… só isso!

    PS vejo agora que Paulo Querido disse a mesma coisa! Sobre a Zazie claro.

  49. por exemplo. A este Querido não disse um ´decimo que ele merece.

    Como é que esta alimária que não me conhece de parte alguma pode traçar o diagnóstico que sou carentee ou doente?

    Do mesmo modo que todo os tarados que se armam em voyeurs da vida dos outros o conseguem.

    O que esta besta escreveu é que demonstra que tem os tiques estalinistas dos que acham que são capazes de inferiorizarem os outros à custa de dons de adivinhação.

    È claro que é imbecilidade que vale tanto como eu dizer que ele leva na peida ou que a mãe dele o fez no Intendente quando andava aos caídos`.

    É uma forma de insulto de um imbecil que apenas demonstra que não tem educação e gosta de lançar boatos acerca de pessoas que não conhece.

    Do mesmo modo poderia dizer que o Valupi é um carente psicopata, já que é ele quem escreve os posts e não eu.

    A tara da psicanálise e da descoberta dos males e solidões dos outros é tara esquerdalha de imbecis que nem gente são.

    Este querido é odiado é com toda a razão por blogosfera e meia- `é um analfabruto de um cigano que achou que estava aqui o negócio certo para poder ser convidado para beberetes dos tristes da vida.

  50. Agora que v.s conseguem fazer figura mil vezes mais triste que os nazis assumidos de extrema-direita, não tenham dúvidas.

    Porque esses ao menos não usam maquilhagem.

  51. Uma coisa digo e repito, Não tenho nada de que me envergonhar.

    Quando andei no Pastilhas nunca o usei para tricas e fiz por lá boas amizades. Nunca apaguei os meus escritos e sempre fui consequente no que disse.

    Quando andei por blogues colectivos nunca os usei para fazer chicana privada ou tribuna de ajustes de contas. Sempre acatei os colectivos e nunca houve espectáculo público em nenhum desses blogues.

    Quando passei a solo- tenho o Cocanha- que está ali para poder ser inspeccionado de alto abaixo que não encontram por lá nenhuma devassa de ninguém. Nenhum perseguição a ninguém. Nenhuma tentatia de vexame público a ninguém. E nenhum escrito de que me envergonhe.

    Tudo o que deixo é oferta da casa. Cito sempre bibliografia e indico sempre proveniência do material. A única bibliografia que nunca citei é a minha- já que por aqui sou apenas uma anónima desconhecida que dá pelo nick de Zazie.

  52. O que não tem impedido que uma série de grunhos e grunhas me persigam e inentem as maiores calúnias públicas.

    para quem por cá anda há muito sabe quem foram os primeiros a fazê-las. Sabem que nunca mais voltei ao Pastilhas para ficar bem longe dessa gentalha. Assim como já fui alvo de devassa da vida privada, com intrigas feitas com amigas e pior, com um tarado a perseguir-me na rua.

    Perante isto, recebi alguns mails de apoio, e limitei-me a fazer o que costumo fazer- insultar as bestas, e não voltar a por os pés onde as alimárias se arrastam.

  53. è claro que ninguém daqui é responsável por esses nojos públicos e limitei-me a informar o imbecil do Queirdo, já que anda sempre para aí a imitar o Moises/JPP com a legislação da blogo.

    É também resposta para o descabelado do rvn para que perceba o que é verdadeira falta de ética na blogo.

    Existe, pois. E geralmente até é feita por quem apresenta o nome completo, achando que esse facto lhe dá automaticamente carta branca para todas as pulhices aos que (com todo a legitimade e direito) usam niks mas sabem respeitar a privacidade de toda a gente.

  54. Terrorismo islâmico ? Não estou a ver… só há retaliação legítima a actos de terrorismo islamocida dos cruzados bushistas e nazi-sionistas contra países islâmicos. Pura legítima defesa contra o terrorismo internacional da neoconeiragem.

    Foram os muçulmanos que invadiram as terras dos judeus e os expulsaram e bantustizaram, ou foi o contrário ? Foram os muçulmanos que invadiram a Europa e os EUA, ou foram antes os cruzados terroristas que invadiram o Iraque, Palestina e Afeganistão ?

    11/9, Atocha e Londres não foram a resposta legitima ao islamocídio do Iraque de 1991 a 2003 e após 2003 e ao democídio palestiniano desde 1948?

    Queriam genocidar os outros e não sofrer quaisquer baixas em retaliação ? Isso é que era bom… Por que é que os atentados foram em Madrid e Londres e não em Paris ou Berlim ? Não será porque só atacam quem primeiro os atacou ? Tenham mas é juízo, e vão levar todos na peida, que é o que vocês precisam…e mais o Wilders… está-lhe na cara. A paneleiragem ressacada está a ficar perigosa…
    Está a aderir em massa à “pink swastika”… Heil Schwullen !

    A vitória sobre os pestiferados neo-coneiros é certa. Vejam como as milícias do Moqtada Al Sadr encabaram monumentalmente os rabichos do governo fantoche no Iraque…

  55. Caro rvn,

    Como filme é realmente ‘uma merda’. Como panfleto político é medíocre, mas qual é o interesse de fazer APENAS uma crítica cinematográfica!!! E por favor não compare isto com o trabalho da Leni Riefenstahl … Não se esqueça que Wilders fez o filme porque a inteligência se baldou, com medo! Porque o único que tinha tomates e know how para fazer este filme foi assassinado à minha porta no dia 2 de Novembro de 2004 por volta das 9 da manhã…

    O Islão mata e esfola diariamente. As imagens não foi ele que as fabricou, não há manipulação absolutamente nenhuma – muitas destas imagens serviram e ainda servem de propaganda na blogosfera salafista para recrutamento de mais carne para canhão islâmico.

    Wilders cometeu um erro grosseiro no filme, foi ter confundido a fotografia do rapper marroquino Salah Edin com Mohammed Boueri, o assassino de Theo van Gogh. Que vai ter que reparar…
    Mas mesmo esse erro é perdoável. Porque o Salah Edin, apesar de ser de si já muito parecido com o Mohammed, fez tudo e mais alguma coisa para ter precisamente o mesmo LOOK que o assassino de Theo durante o seu julgamento.

    Além disso, as cançonetas (ou reponetas) que este bacano canta/declama não são inocentes, ele defende implicitamente o Mohammed Boueri, ele admira o Osama Bin Laden, como eu admirava o Che quando tinha 20 anos de idade…

  56. claro que sair do Iraque era a melhor terapêutica possível, para desagravar a situação, agora. Sobre isso fiz o que tinha a fazer na altura: atirei-me publicamente ao PM de então para tentar ajudar a minimizar a intervenção tuga na questão. Escrevi três textos, depois calei-me, ainda hoje não tenho mais nada a dizer.

    é uma vergonha Estados que se reclamam civilizados invadirem um país soberano em nome do ‘bem’, com pretextos falsos e verdadeiras razões ocultadas e hipocrisia qb para maquilhar o assunto.

    e burros! não lhes bastava a lição do Vietname para perceberem que existe sempre uma dimensão sagrada na paisagem que por extensão é ainda maior no país, e inelutável, seja revestida por que religamento fôr.

    pensam que se fecha contas no domínio do profano, como se não fora apenas a dimensão superficial da existência, ignorantes sapiens

  57. zazie,
    (vá lá, correu melhor que eu pensava, safei-me com um ‘imbecil’ e um ‘besta’, não foi mau de todo)

    Não, não sei nada, nadinha disso que contas. Não sabia nem tinha que saber, é passado que vos diz respeito e não a mim, de facto. Não me interessa minimamente, mas também não me retira nem condiciona o meu direito a questionar-te como fiz, com termos. Explicas e respondes se quiseres, se não quiseres não precisas de me insultar. Não quiseste reparar que eu contextualizei a questão que te pus, fi-lo com as tuas próprias palavras sobre privacidade e código de ética na blogo, ditas há dias apenas, aqui mesmo ainda por cima. E fi-lo, sem ironia, malandrice ou intenções escondidas, porque me interessa saber o chão que piso e as regras implícitas deste mundo onde sou, como muito bem sabes, recém chegado e bastante ignorante. Mas não sou imbecil e desgosta-me que me chames besta, fica-te mal e é injusto para com quem não te ofendeu nem teve essa intenção. Apetece-te agarrar na expressão ‘chibas braguilhas’ e ver nela uma ofensa que te justifique o destempero. Seja, se assim precisas que fique. Porque com essa acrobacia escapas-te à resposta que te pedi, sem 2ª intenção, embora na práctica acabes por dá-la quando contas toda a história passada.
    Só que para mim essa explicação muda pouco no aferir do tal código de ética que ontem defendeste e hoje quebraste. Terás tido as tuas razões para o fazer, é tudo, não muda o facto de teres feito o que abominas nos outros. Nem é razão para agora te pegares comigo, (seria escusado e triste) ou sequer justifica a agressividade, (rudeza, má-criação, violência, you name it), com que me pões no lugar que achas ser o indicado para a tua conveniência nesta circunstância.
    Generalizas demais, rotulas, carimbas e metes em sacas comuns os alhos e os bugalhos e os teus ódios de estimação, tudo ao molho e fé em Deus. Tens dias piores que outros, outros de sol radioso, e outros ainda piores que os piores, como hoje. Pois é nestas alturas que eu me vejo obrigado a recorrer ao esforço de me lembrar daquilo que em ti admiro (não tão pouco quanto isso, às vezes) para, juntando-lhe a simpatia e o apreço que me inspiras contra vontade, evitar ter que te mandar à merda.
    Relaxa, caramba! Não te cansa, a pesporrência?

  58. esta pequena citação, do Pedro Magalhães, hoje, no Publico on-line, tem sumo:

    “A invasão do Iraque marca o fim de uma era no que respeita à nossa compreensão da viabilidade da democracia”

  59. zazie, aceito as tuas desculpas, porque são bem merecidas.
    quanto ao resto e apenas para teu esclarecimento: quando o valupi me convidou para fazer parte do aspirina tinha lido o que escrevi em blogues, sob a forma de posts, mas também muitos comentários, sobretudo aqui. é natural que o convite tenha surgido em parte por constatação de afinidades. no entanto também já discordei muitas vezes dele e há discussões nossas em várias caixas de comentários do aspirina. talvez te faça confusão e não sejas capaz de te aperceber que alguém esteja em desacordo quando não insulta o interlocutor, como tu fazes. não sei se és louquinha, mas és infantil. não vou cair nessa armadilha da briga de recreio e dizer «estúpida és tu!», enfim. fala à vontade, talvez precises da catarse, ou tenhas saudades dos teus 11 aninhos, em que ias à cara de meninas maiores que tu.

  60. val,
    Não me terei explicado bem, depreendo da tua pergunta. Vejamos.
    O sentido desta ‘divulgação’ que referi é outro e tem ilustração certeira no video da dupla Patrícia/Adozinda. Se, seja para o atacar ou para o defender, se fizer uma divulgação do video de Wilders equivalente à que teve o outro da escola, a minha opinião é que tal procedimento seria mais que errado, verdadeiramente criminoso. Porque incita ao ódio, porque promove a baixeza, porque leva à exploração ignóbil e a extremos de demagogia. E tu só podes concordar com isto que digo, porque tu próprio vens dizendo igual, ao condenar o aproveitamento político do incidente escolar e este resumir da questão educativa àquele exemplo, exibido até à náusea. Foi o video que alimentou a discussão educativa que tivemos; diz-me, achas que «pois serve — já que foi publicada, não por ser a melhor ou a que cada um faria se alguma coisa fizesse — para discutir o que está em causa num nível de crescente confiança e segurança»???
    Perguntas-me então se eu defendo que ninguém o possa ver. É capciosa, a perguntita. Não defendo a proibição, fui claro, acho que só potencia o oposto do desejável. É evidente que o filme só pode ser discutido se for visto, ou falava-se do que não se conhecia (práctica comum, de resto, onde está o escândalo?). Mas o tal desmascarar será a postura que defendo, para lhe tentar minimizar os efeitos perniciosos. Para tentar enquadrar nos limites do aceitável uma peça de propaganda que não respeita limites nos meios a que joga mão para chocar o espectador. Nhecas, alguns, muito nhecas. Haverá talvez razões que justifiquem a exibição integral de uma decapitação, com destaques sonoros e tudo, mas a mim escapam-me quais. Posso discuti-las, até, mas é dado adquirido que nenhuma delas será razão para eu contribuir para tanto ódio, ajudando a promover o filme, divulgando-o.
    Fiz-me entender, como gostaria?

  61. val,
    No entanto, aquilo que de facto nos separa é esta tua convicção (que eu não partilho): «O filme Fitna, de Geert Wilders, deve ser visto.» Concordaríamos aqui: «sei da necessidade em falar do terror islamita. Precisamos que sejam os próprios crentes islâmicos a espalhar a sua voz e sanidade mental. O objectivo principal é o de os crentes se comprometerem com os valores tradicionais que suscitem laços humanitários, passando a ajudar as vítimas dos manipuladores islamitas e a desmontar os estratagemas religiosos que sejam fonte de destruição e injustiça.», mas só se eu visse como poderia este video contribuir para esse espalhar de voz dos crentes islâmicos. Sinceramente, não vejo como, não vejo porquê.

    Entendes, já o vimos, que esta ‘peça de comunicação’ «serve — já que foi publicada, não por ser a melhor ou a que cada um faria se alguma coisa fizesse — para discutir o que está em causa num nível de crescente confiança e segurança». Eu vejo aí um paiol de contradições e um rastilho de absurdo, que auguram uma explosão de ódio fragmentada em incontáveis estilhaços. Algum propósito serviria, é certo, mas valupi: não podes deixar de estar a ver as possibilidades de massacre.
    Não há honestidade intelectual naquele trabalho. (não seria para haver, ok). Há falsas certezas, meias verdades, muita distorção, muita perversão, muito engano que, a passar sem berro de denúncia, fará mais mal que bem à discussão que defendes, suspeito.

  62. A zazie hoje está triste, rvn, ela só é agressiva quando está triste.

    Também estou meio nostálgico, enquanto espero que me venham acabar. Há bocado é que reparei que faz hoje 9 anos que me doutorei, perante um friso de becas negras, a falar de Ecomosaico, teoria da informação, diversidade e estabilidade. Foi por unanimidade e aplausos, dei o máximo naquela história.

    Ontem deixei finalmente consagrada a dimensão sagrada da paisagem do meu sítio, que virá a ser musealizada, depois de investigada, no Ecoparque que consegui para aqui.

    Hoje abriu o centro de saúde aqui, que numa idéia feliz, e numa relação de forças favorável, consegui propôr e depois cobrar, resolvendo três problemas de uma penada.

    Está a caminho de fazer três anos que me sanearam ilegalmente do ensino superior. Inconstitucionalmente até, porque nem tive direito a subsídio de desemprego, agora felizmente já previsto. Ainda ontem recebi um email de alguém conhecedor que me afirma que os tribunais não podem decidir outra coisa senão a minha reintegração, em face da lei e da jurisprudência aplicável.

    Mas até lá sou eu que tenho de interpôr acções, contra a escola, contra o Estado, Estado de Direito?

    Eu não sei o desfecho, mas sei que tenho de vender a casa e partir, deixando este legado para outros.

    Ainda bem por um lado, sou pouco apegado às coisas e felizmente nem pensei em mim neste trãnsito. Às tantas os deuses fizeram-me esta brincadeira para arranjar energia para tropicalar de uma vez por todas. Chatice é os aspectos práticos, tanta coisinha para pensar o que fazer, e eu gosto é de filosofar.

  63. às tantas isto está tudo certo, rvn, entre o que está e o que está por vir, tirando a máquina que está ali meio esventrada, tambor ao léu,

    lá nos trópicos gostam que fale de matemática meiguinho, a mostrar como é simples e bonita, embora obrigue a musculação moderada dos neurónios, – cá era facilitismo, com efeitos perversos no insucesso escolar, ou seja não podiam ter confiança em mim porque passava muita gente e era uma pernicioso para a credibilidade dos cadeirões,

    a chatice são só as complicaçõezinhas da tralha toda, estrutura tensiva

    no resto irei a modos que feliz

  64. “A invasão do Iraque marca o fim de uma era no que respeita à nossa compreensão da viabilidade da democracia”

    Sem dúvida. Foi uma cortina de ferro que caiu sobre a ilusão de que tudo não podia senão melhorar. Não foi assim, e agora não só temos que saber contornar aqueles que declaradamente não gostam de nós, como os incendiários que dizem agir por amor a nós.
    Tanto amor envenena.

  65. Parece que esse malfadado Wilders, à falta de melhor (para ele, o islamocidío total) já conseguiu estourar com o ASPIRINA. O Fernando Venancio, holandês como ele, decidiu partir. É que o conhece de gingeira… e não esparava que os seus disparates armageddonicos viessem até aqui….

  66. carmo da rosa, aqui vai:

    1. a
    2. d
    3. e
    4. a
    5. c
    6. d
    7. c
    8. d
    9. c

    Acrescento que as limitações do questionário são um pressuposto na resposta. Ninguém resolve problemas políticos com testes de cruzinhas e respostas fixas, como é evidente. Mas acho a iniciativa meritória, mesmo que apenas conduza a uma indicação genérica. Quem sabe, pode ser o começo de uma nova visão.
    __

    Paulo Querido, não tens de me pedir desculpa de nada, pois não há pecado na blogosfera. As interacções devem ser livres, para o resto temos o resto.

    Quanto ao que estará na origem do terrorismo de bandeira islâmica, para nós comuns e ignorantes cidadãos, é indiferente. Já não seria indiferente recolher o apoio activo das comunidades islâmicas no combate ao recrutamento. As vítimas também estão nas famílias e indivíduos que são brutalizados e usados pelos grupos terroristas.

    Não duvido que acompanhes o vídeo e o seu impacto. É nesse sentido que ele me parece de visionamento obrigatório, por todos. Porque a questão não é de gosto pessoal, nem sequer de moral, é de responsabilidade política. Temos de o ver para medir com a maior objectividade a resposta que venha a ter. É esse um dos vários aspectos em que ele importa para a questão.
    __

    rvn, a política não se faz com emoções, faz-se com ideias e acções. São estas, as ideias e acções, que criam como subproduto as emoções. Então, e só então, é que as emoções sabem bem e devem ser desvairadamente desfrutadas.

    Isto para dizer que não estamos obrigados a concordar, muito menos a “gostar”, do filme ou da pessoa que o fez. Eu não faria aquele filme, e resta saber se teria coragem para tocar no assunto publicamente, fosse de que forma fosse. Acontece, porém, que o filme não está a atacar ninguém. E vou repetir para que não pareça que estou distraído: o filme não está a atacar ninguém.

    Este ponto é decisivo, e ainda mais para quem quiser perder o seu tempo a fazer chover no molhado (que o filme é primário, ideológico, asinino, etc.). É para mim óbvio que Geert Wilders tem direito à sua opinião, e não me parece que ela, a sua opinião, tenha poder para sequer arranhar a capa de uma edição do Corão. Por isso, haja o respeito mínimo de se compreender o que é a democracia, a secularidade, o Estado de direito, a liberdade de expressão e a política ocidental. Que eu saiba, este homem não fez mal a ninguém, nem ficaria impune se o fizesse. Esta é a realidade e a parte que melhor nos define.

  67. val,
    (uma pergunta directa, uma resposta directa, pode ser?)

    – Na tua opinião, este video faz e/ou pretende fazer política, ou não?

  68. Rui, este vídeo pretende fazer política, evidentemente. Aliás, o filme não tem outro âmbito possível, pois não é documentário, peça jornalística ou ficção. Se reparares, é em tudo igual à publicidade negativa típica das campanhas norte-americanas. Tem a mesma retórica, neste caso muito pouco sofisticada. Para mim, até é um ponto a favor, pois o autor não quer esconder nada, não quer ser equívoco. Ele diz: esta gente que comete os atentados terroristas invoca estes textos e tem estes líderes religiosos e políticos cujos discursos parecem legitimar e promover os crimes. E acrescenta dados relativo à sociedade holandesa. Se isto não é política, o que é a política?

    E antecipando a tua próxima linha argumentativa, digo-te o que já sabes e não podes recusar, sob pena de se anular os princípios inerentes: a democracia admite extremismos, absurdos e grotescas mentiras. O que a democracia não admite é o crime, porque a democracia fundamenta-se na justiça. Assim, se os holandeses não gostarem da mensagem deste senhor, a sua carreira política acabará rápido. Se gostarem, ele terá provado ter razão política.

    Para mim, ele tem o interesse de suscitar um debate que obriga a introduzir racionalidade nas questões. Tal como acontecia com Theo van Gogh, de resto. É que ainda ninguém apresentou qualquer evidência de haver maus tratos a pessoas de crença islâmica por causa dos raríssimos que tem a coragem de expor uma posição crítica a certos aspectos relacionados com o terrorismo islamita ou o impacto da imigração de islâmicos.

  69. «Acontece, porém, que o filme não está a atacar ninguém. E vou repetir para que não pareça que estou distraído: o filme não está a atacar ninguém.»

    Valupi, não posso concordar. Tu tens o mérito de me ter posto a ver um vídeo que até tem uma decapitação, coisa que me tinha recusado até ontem, não tanto pelo horror que me infunde, que se calhar até é menor do que ao comum das pessoas, mas para não pactuar com o voyeurismo sistémico da turba.

    No entanto, e como dizes, achei que era politicamente importante tomar conhecimento e vi-o todo.

    O vídeo ataca o islamismo indiscriminadamente como se ele se reduzisse ao terrorismo islâmico – que o terrorismo islâmico é a ‘forma saliente’, no sentido de Thom, de algo de que o Islão é o suporte (ou a forma pregnante) é verdade, mas a redução do todo à parte é para mim um erro político, como disse acima, diaboliza o Islão como um todo, acossando os moderados, ou como prefiro dizer, os civilizados, para um beco sem saída.

  70. pois, de facto aquilo parece encomendado pela mossad

    não se esqueçam que enquanto palramos aqui, a ofensiva contra o Irão está sempre a ser ajustada em cenários e timings, se não real, e seria bom que assim não fosse, mantém-se em cima da mesa virtual, para ser actualizada a qualquer momento – imperialism oblige.

  71. Valupi, islamita, não, ISLAMISTA deve ser o que queres dizer.

    Islamismo, islamista são os termos hoje usados pelos meios académicos e órgão de comunicação ocidentais, anglófonos ou não, para se referirem aos movimentos político-religiosos também ditos fundamentalismo ou radicalismo islâmico, e aos seus seguidores.

    A palavra islamismo, no sentido antigo (mas raro), de religião islâmica, já não se usa. Usa-se Islão, religião islâmica, religião muçulmana, religião maometana, etc.

    A palavra islamita é um termo muito raramente usado em português, mas que é, e sempre foi, sinónimo de fiel ou crente do Islão, ou seja, muçulmano, maometano.

    Já uma vez te tinha prevenido disto, mas não ligaste.

  72. bem, o meu islamismo ali em cima então já não se usa, substitua-se por religião muçulmana ou outros sinónimos de acordo com o Nik supra

  73. z, o filme não está a atacar ninguém nesse sentido denotativo. O filme, como objecto, não molesta, agride, inflige dano.

    Qual é o seu perigo? Só um, aparentemente: justificar ataques. Porém, por aí, estamos perante uma falsa questão. Porque os atacantes atacam por qualquer razão, sem precisarem de novos motivos. Com certeza que Geert Wilders não ignora ser impossível fazer coincidir uma vida pública com a garantia de permanente e integral segurança se envereda pelo confronto ideológico, político, com o islamismo. A qualquer momento um maluco qualquer pode tentar o seu assassinato, tal como aconteceu com Theo. No entanto, eis que ele ousou esta conflito. Ele lá saberá, na sua consciência, o que está verdadeiramente em causa e o que quer fazer com a sua vida.

    Do lado de cá, como espectador, tem de se reconhecer que a peça é primária, falha de capacidade para influenciar audiências ocidentais. Ou seja, ninguém leva este filme a sério como proposta de acção que remeta para qualquer tipo de discriminação. Se tiver essa leitura, é porque esses interpretes já estavam nesse registo.

    Também colhe reconhecer que vivemos numa sociedade onde qualquer pessoa pode fazer um filme que expresse a sua visão do Islão, do islamismo e do terrorismo islamita. Quem quiser, que apresente a sua obra. Venham daí essas visões “justas” ou “correctivas” do que este holandês fez. Eu é que não tenho de me inibir de ver o filme, e considerá-lo importante, só porque não me identifico com a sua mensagem.

  74. está bem Susana, obrigado, poderás sempre dizer que ‘objecto’ não é o mesmo que ‘coisa’ -> objectum implica uma percepção psicológica de acordo com o próprio Peirce.

    mas olha eu não tarda xonex, e continuamos depois amanhã

  75. Valupi, mas até se pode dizer com propriedade que as palavras matam, que dizer das imagens?

    Não tens dúvidas, por certo, que pode haver uma escalada à volta deste tema, precisamente com base neste filme que já suscita manifs pelas nações islâmicas.

    Dentro da minha concepção do que contribui, ou não, para a paz entre religiões, este filme contribui para a guerra. Quanto ao homem lá terá as suas razões mas aposto que são secretas.

  76. Valupi, não fora esta tentação de ir xonar consolado por razões numéricas e já não estaria aqui. É óbvio que o filme induz a jusante. O quê?

  77. Valupi, o Olavo diz umas coisas acertadas, à mistura com patetadas. Por exemplo, essa de islamita “também” querer dizer muçulmano. É falso. Islamita, repito, É SINÓNIMO, embora caído em desuso, de muçulmano.

    Como podes constatar pelo que o Olavo conta, os jornais (portugueses e estrangeiros) e os meios académicos ocidentais usam o termo islamismo/islamista para se referirem aos movimentos políticos do radicalismo islâmico e aos seus seguidores.

    Com Olavo ou sem Olavo, não vais querer usar os termos no sentido que só tu lhes concedes, pois não? Há pessoas assim. Por exemplo, toda a gente diz “pequeno almoço”, mas há uns necas pseudo-puristas e neuróticos que acham que o correcto é, ou devia ser, “primeiro almoço”, e tentam impingir essa carrapata em todo o lado, no café, no hotel, etc., com as confusões, discussões e perdas de tempo que isso sempre acarreta.

    Mas há ainda uma nuance: certa maltósia islamófoba quer fazer passar “islamita” por “islamista”, porque acha que o radicalismo islâmico é uma consequência necessária do Islão. Estás nessa tu também?

  78. Estaline, estou a usar “islamita” com o sentido que dás a “islamista”. Se vires nisso uma teoria da conspiração, fazes jus ao pseudónimo. Mas terei toda a facilidade em passar para islamista, apenas te fiz notar que a questão já deu água pela barba aos eruditos. Por isso, calma, não somos todos carrascos dos crentes islâmicos. Alguns estão apenas a querer falar português, mesmo se recorrendo a léxico que ainda não está estabilizado pelo uso.

  79. Eu ando nisto há quatro anos e não só não tenho nada contra o Paulo Querido como aprendi ao longo do tempo a respeitar o muito que fez pela blogosfera enquanto outros e outras ainda hoje só a discutem, só para não ficar no ar essa ideia do patinho feio global.
    E esses galões da merdinha dos 4 anos servem apenas para recordar o meu percurso irrascível nesta comunidade que só me tem valido inimizades mas que, por outro lado, me deixa nos antípodas do lambe-cus tradicional.
    Por outro lado, e já que o RVN e muito bem não pegou por aí, dizer que os jornalistas apenas se limitam a reproduzir o que lhes chega das agências implica assumir que nas agências esse material é fabricado por sapateiros, guarda-freios ou contabilistas e, por outro lado outra vez, implica que os jornalistas são obrigados a serem jornalistas na blogosfera e eu, por exemplo, não estou para ser obrigado a fazer de agente de seguros enquanto blogo.
    Tempos atrás parodiei que a Zazie me intimida.
    Era mesmo a brincar.

    Zazie, tu perdes-te no meio do apelo trauliteiro e insultas de uma forma que te aproxima perigosamente dos imbecis que citavas mais acima com exemplos que te servem como uma luva.
    Por exemplo na imbecilidade intrínseca de considerar os termos “mongo” e “mongolóide” como insultos.
    E aqui a imbecilidade já raia a absoluta falta de decência de que tanto acusas os outros.

    Agora já tens mais um na matilha para poderes ladrar-lhe de volta.

  80. E quanto ao post propriamente dito, pouco muda o meu discurso em relação ao que apliquei na cena das caricaturas mas acrescento-lhe o risco de estas figurinhas de extrema-direita terem terreno fértil na liberdade de expressão para se empoleirarem num protagonismo que não serve a ninguém.
    Palhaçadas são palhaçadas e não podemos conferir-lhes o estatuto de bandeiras, muito menos do tal Ocidente que também seria o meu lado da “trincheira” em quaisquer circunstâncias se algum dia os fanáticos dos dois “lados” desta falsa questão fizessem acontecer a cruzada que ambicionam.

  81. Valupi,

    Claro que não se trata de julgar ninguém, é apenas uma indicação genérica, mas colectiva, não do Valupi. Trata-se apenas de tentar perceber porque razão as pessoas reagem de maneira diferente às mesmas afirmações, ou então reagem da mesma maneira a afirmações completamente diferentes…

    Você disse há pouco: ’Para mim, ele tem o interesse de suscitar um debate que obriga a introduzir racionalidade nas questões.
    E eu disse que lhe daria provas convincentes, e o prometido é o devido. Aqui estão:

    Mohammed El–Kaim, um muçulmano anónimo, num fantástico J’ACCUSE publicado há dias no jornal de qualidade da Holanda NRC (no fiel-inimigo.blogspot.com encontra o link se quiser confirmar), deu uma bofetada magistral em todos aqueles que esta semana demonstraram contra Wilders em Amesterdão…

    E também a todos aqueles que, espalhados um pouco por toda a Europa, continuam a não querer perceber que ’ ele [Wilders] tem o interesse de suscitar um debate que obriga a introduzir racionalidade nas questões’

    Mas que a Zazie, a redacção do Público e do Expresso, e o Daniel de Oliveira não compreendam patavina, não é muito importante, o importante é que os muçulmanos comecem a compreender…
    Dou a palavra a Mohammed El-Kaim:

    J’accuse…

    – A sociedade holandesa porque só vê em nós e na nossa religião o mal. E esquece o muçulmano decente e trabalhador que não faz mal a ninguém. E este também existe e até é a maioria.

    – Todos os muçulmanos na Holanda e no mundo inteiro que não aceitam críticas ao Islão. Durante séculos foram chacinados todos aqueles que criticaram a Thora e a Bíblia. Só quando isto cessou é que a religião se transformou num amparo para os seus crentes, em vez de um instrumento de opressão e de abuso de poder da elite.

    – Os muçulmanos que desacreditaram o nosso nome e não querem integrar-se na sociedade abusando ao mesmo tempo da hospitalidade e da segurança social holandesa.

    – O governo e as autoridades holandesas que durante tantos anos tornaram as coisas tão fáceis para nós que a integração não era necessária, mas sim fraudar e rebaixarmo-nos à criminalidade.

    – Geert Wilders que não quer dar uma oportunidade aos bons muçulmanos e parece que só acredita no mau do Islão e quer assim limitar os direitos e liberdades fundamentais dos muçulmanos, enquanto que para si exige toda a liberdade. Mas invejo a sua coragem para exprimir a sua crítica. Porque na realidade são os espíritos críticos que nos obrigam a pensar e que modernizam e reformam as ideias. Mas se o fizesse de uma maneira mais simpática e construtiva não seria pior.

    – Os políticos de esquerda neste país porque silenciam os problemas com medo de discriminar e desta forma perderam completamente o controlo dos acontecimentos. Crianças criminosas não se devem mimar. Fraudar não é correcto.

    – A mim próprio por não ter aberto a boca há mais tempo e não ter dado um murro na mesa.

    Tenhamos um momento de reconsideração e unamos as mãos para tentar juntos resolver estes problemas. Recompensar os bons e julgar os maus, como deve ser. Vamos ter que nos aceitar de novo e não devemos desprezar-nos. Liberdade é o maior bem, e temos que a conceder a todos nós.

    Por essa razão Wilders tem que poder apresentar o seu filme em toda a liberdade e segurança. Se ele ultrapassar certas marcas fazemos um apelo ao tribunal.

    Mas eu quero sobretudo garantir-lhe liberdade e segurança, porque isso significa também liberdade e segurança para MIM.

  82. Shark,

    Só saí da sombra por ti e para te dizer o que não preciso de te dizer…

    Deixa ver se sei fazer aquelas coisas giras :-) …… sei! (fui copiar ao teu blog…).

  83. “um muçulmano anónimo .. deu uma bofetada magistral”.

    Não é todos os dias que o Carmo da Rosa tem o poder de forçar o conteúdo de qualquer intestino liberal que o leia a mover-se rapidamente em direcção às cuecas.

    Tempo para o Valupi rever as suas alianças…

  84. É execrável a persecução que é feita à Zazie nas caixas de comentários de certos blogs. Há gentinha que não tem mais nado do que fazer senão atacar.
    A Zazie é uma das vozes mais lúcidas da blogosfera portuguesa. É alguém com uma desenvoltura intelectual rara, que escapa ao vulgar e ao óbvio. Não há muita gente a escrever com a finura e o carácter que lhe são reconhecidos. Eu já a leio há muitos anos aqui na blogosfera. Acho vergonhoso e uma ignomínia que gente sem um pingo de decência se deidque a atacá-la cobardemente e das maneiras mais baixas e ordinárias.
    Vermes como Pacheco Pereira, Marujo, CBS ou este Valupi não chegam aos calcanhares de Zazie!

  85. Peço desculpa, não fui muito claro sobre o muçulmano ANÓNIMO.
    Quando eu disse ANÓNIMO, referia-me ao facto de não se tratar de uma fugura pública, de um jornalista ou de um político. Mas a pessoa existe realmente, não fui eu que a fabriquei, por isso deixei o link do FIEL para as pessoas poderem controlar.

    De qualquer forma, o J’ACCUSE de Mohammed El-Kaim, repito, foi publicado na Holanda no NRC Handelsblad no dia 22 de Março de 2008 na página 17 do suplemento OPINIE & DEBAT com o título TOT DE AANGEKLAAGDEN BEHOOR OOK IK. Precisamente o título da minha tradução para português no Fiel-inimigo: EU TAMBÉM FAÇO PARTE DOS ACUSADOS. (Com estes dados e o Google rapidamente se confirma aquilo que digo)

    Mas se algumas pessoas (de má-fé) não acreditam que eu traduzi precisamente o que o Sr. El-Kaim disse, perguntem por exemplo ao Fernando Venâncio, ele conhece bem a língua…

    Por isso, esta frase baixa, a essência mesmo do rastejar de um CRÓTALO:
    ’Não é todos os dias que o Carmo da Rosa tem o poder de forçar o conteúdo de qualquer intestino liberal que o leia a mover-se rapidamente em direcção às cuecas.’, não faz qualquer sentido.

    Inscreve-se infelizmente no usual insulto, na confrangedora falta de argumentação, no insistir em querer usar a cabeça apenas para colocar gel… é pena! É como ter um computador poderosíssimo em casa e colocar-lhe um naperon e um jarro de flores em cima…

  86. shark, as cruzadas ocidentais são impossíveis. Creio que as islâmicas também. Já as islamitas…
    __

    carmo da rosa, já tinha lido esse texto no fiel-inimigo, na sequência da discussão aqui. E é esse, precisamente, o espírito: criticar o islamismo de um ponto de vista secular, de modo a fazê-lo evoluir para um humanismo. Precisamos que sejam os crentes a fazê-lo, por razões óbvias.
    __

    CRÓTALO, explica lá isso melhor, pois não percebi patavina. Não te acanhes.
    __

    z, antes do Iraque a tensão não estava a abrandar…
    __

    Dico-tomia, concordo, e muito, contigo. Refiro-me aos calcanhares.

  87. Blue Tuesday
    « homenagem ao 11 de setembro »

    eis que se ergue um anjo sobre o ocidente. possui uma asa preta e outra branca. traz no peito o Islão e nas costas alguns europeus, africanos… e até americanos

    é algo temível e indestrutível. carece de rosto, como outrora as multinacionais da razia, do branqueamento, da miséria, do terrorismo, da castração, da repressão, da estupidificação…

    como tu, Islão, há muito que deixei de chorar a morte dos outros e passei a chorar a minha

    Ah como desejo
    que me arranquem a cabeça e a coloquem a fazer de alvo no empire states building ou na estátua da liberdade para que possa beijar na boca, e com a boca, um dos aviões de «bin Laden»
    Ah como anseio
    ser bombeiro, nestes momentos, e poder ter a sorte de encontrar naqueles corpos mutantes um fio de ouro ou um dente de diamante – sei lá… a miséria por aquelas bandas é tanta
    Ah como ambiciono
    alistar-me nas forças de elite norte-americanas e ter nas mãos uma antiaéria para dizimar, nunca um avião – nunca que poderia estar a evitar que outra torre fosse destruída –, mas sim pelotões e pelotões numa só rajada enternecida

    duas torres foi pouco, tão pouco

    ó gentes, jamais acreditem que não temos por cá génios, capazes de envergonhar o mais criativo de hollywood (a coisa é mediática, não é?)
    ó gentes, nunca me confundam com um terrorista, e muito menos com um assassino – assassina é toda esta sociedade que se vitima a si mesma devido ao excesso de ganância, impotência e imbecilização
    assassinos somos todos nós que fazemos da possibilidade, da paz, uma impossibilidade. sim, assassinos somos todos nós que diariamente permitimos que os nossos desejos e impulsos sejam ceifados;
    na impossibilidade de:
    comprar um porsche
    adquirir uma mansão (oh, uma mansão – masturbemo-nos)
    aniquilar alguns dirigentes, políticos, económicos, religiosos, que arquitectam toda esta desgraça, toda esta miséria e farsa
    mas… falemos de Causas Nobres: na impossibilidade de alimentar os que sentem com a fome as doenças, a dor… a Morte

    para matar basta não querer, rejeitar, negar, ignorar – e que melhor sabemos nós fazer?

    ó gentes, não devemos permitir que jipes trucidem corpos. não, não devemos permitir, nem tão-pouco tolerar, que assassinos assassinem pessoas que diziam: “mil vezes uma criança nos braços que um milhão de biliões de liras”

    ó carabinieres, ó exemplos da democracia

    não, não devemos aceitar, pactuar, que milhões de crianças morram todos os anos em África e na Ásia.
    nem tolerar que se despejem bombas e mais bombas por todo esse mundo fora

    ó rico urânio empobrecido; ó leucemia; ó cancros

    não, não há razão para ficarmos estupefactos com o que aconteceu em nova iorque – pois quem fez o que fez sabe que Gandhi não resultou

    justiça a letras de veneno
    justiça a letras de fogo
    justiça a letras de sangue!

    basta de cimeiras e de conferências da incompreensão. que façam uma cimeira do silêncio – pode ser que obtenham o tão “desejado” entendimento

    não, não esperem que os asiáticos se submetam às clínicas de dermoestética espanholas, afim de arredondarem os olhos à nossa semelhança
    nem que os pretos se prestem a plásticas da epiderme, afim de se tornarem brancos. não, nem, tão-pouco, esperem que o Islão se converta ao catolicismo

    se acham que tudo isto que digo é absurdo, digo-vos: absurdo é o que pretendem fazer com a «globalização».
    com ela não os irão alterar por fora, irão alterá-los por dentro – muito mais subversivo

    portanto;

    de hoje em diante um sim perpétuo à liberdade, aos direitos fundamentais, à autodeterminação dos povos. há que respeitar as suas culturas, as suas etnias, as suas raízes – não à adulteração, sim às minorias

    com que direito, com que direito quiseram transformar um índio num europeu ou americano se sabemos que é muito mais digno ser índio?!! oh, mil vezes sermos índios!!!

    duas torres? tão pouco, se pensarmos um pouco!

    puta que pariu o luxo! puta que pariu as ideologias pré-fabricadas! puta que pariu os tecnocratas e as suas multinacionais exploradoras – Puta Que Pariu!
    chafurdemos no lodo, nos guetos que criámos, como bons ratos de esgostos que somos!
    utilizemos o sistema informático, a nova cruz disfarçada de “pc”, perante a nossa própria «humanidade» de mentecaptos, de farmacodependentes, de serial killers, de business men…

    há que puni-los! há que puni-los! há que puni-los!, porque neste mundo tudo se justifica, principalmente as suas vidas com as nossas mortes!

    irei esquecer-me de muitas coisas
    irei esquecer-me das sanções económicas
    dos inúmeros actos terroristas!

    abençoados os resistentes! abençoados os sobreviventes! abençoados os que não se integraram – porque neste sistema corrupto e nojento só integram os Filhos da Puta!

    Duas torres?!… Foi pouco, MESMO POUCO

    Obs: texto escrito a 20 de Setembro de 2001, 9 dias após os atentados

  88. Sim, é…

    Olha, tive o prazer de o ler na extinta rádio VOXX em Lisboa, e também contribui, em género de recital, para abertura das mentalidades, em alguns bares do Bairro Alto.

    É sempre bom este género de perspectiva, por mais controverso que seja. Toda esta questão sempre me meteu um certo asco – é um cinismo e uma filha da putice que tresanda. Hoje, volvidos estes anos, pouco lhe alterava.

  89. texto escrito a 20 de Setembro de 2001, 9 dias após os atentados por Osama Bin Laden, nálbouk Le kelb…

  90. Caro Valupi,

    Como vê, mesmo muçulmanos crentes – ainda não são suficientes – já vão tendo uns resquícios de introspecção. Tudo isto se deve, na Holanda, à coragem dos Valupi’s muçulmanos e holandeses. E olhe que são bem mais progressistas que esta esquerda racista de que me envergonho de pertencer, que vê apenas uma massa cinzenta de coitadinhos, de oprimidos, porque sentem a falta do proletariado para onde, antigamente (há c’anos) descarregavam o seu paternalismo beato de classe média…às vezes nem muito alta.

  91. Elypse, mas, explica lá, queres ser índio? Pergunto porque escreveste “oh, mil vezes sermos índios!!!”, e fiquei curioso acerca deste particular passo.
    __

    carmo da rosa, os assuntos são difíceis. Aliás, e como ensinou Platão, “o belo é difícil”.
    __

    z, ora ainda bem, companheiro.

  92. elypse, percebeste ao contrário: ninguém quer converter os muçulmanos ao catolicismo, estás com vários séculos de atraso. são os islamitas que usam o pretexto de converter o mundo inteiro ao islão, topas?

    z, irei à paisagem, mas a paisagem exige uma disposição e calma que ainda não tive.

  93. Valupi, subentenda-se… depois, um tipo quando precisa de se fazer de burro para ser inteligente deixa muito a desejar.

    Susanita: até posso ter percebido ao contrário, só não percebo é porque fazes o mesmo.

  94. elypse, vê lá essa confia, no uso de «susanita». o que percebi eu ao contrário?

    e discordo, fazer de burro para ser inteligente é, como fica claro na formulação, ser inteligente (não importando, de certo modo, o que se faça para se ser inteligente). já fazer de inteligente para ser burro é outra coisa, mas uma inevitabilidade do burro, coitadito.

  95. Ainda perguntas? Precisas que um burro te explique… hum… Deixa-te de demagogias.

    O texto é uma perspectiva tão válida como outra qualquer. Virem para aqui com mesquinhez e pegarem num ou noutro pormenor menos conseguido, no espontâneo em que tal se deu, é ridículo.

    Tenta mas é fazer alguma coisa que se veja/leia.

    Aquilo surgiu porque já não aguentava mais ver aquelas torres a cair, depois de caírem! Nunca vi algo cair tanto depois de ter caído. A partir dali, todo e qualquer ataque, por mais infundado, teria justificação. Muitos não se aperceberam. Aquela merda deixou mais mazelas, a nível subliminar, que tripes com LSD. PUTA QUE OS PARIU!

  96. Por favor, Carmito, deixe-se de fitas e de dar voltas à arena. Isto não é circo. Primeiro disse-nos que iria trazer “provas”. Chegou e despejou declarações dum gajo chamado não sei quantos que ainda por cima era anónimo e acusava toda a gente e até a si próprio por não ter dado um murro na mesa mais cedo. Completamente desorientado. Mau negócio comparar esse bichano com o Valupi que nunca se arrependeu de nada. E você chama a isso “provas”?

    Ora ponha o yarmulke na tola e vá lá dar umas cabeçadas no muro das lamentações, como faz o seu herói holandês. Pense na esquerda a que se envergonha de pertencer quando estiver a exercitar o atlas. Diz-se que alivia um pouco.

    E só volto a ligar-lhe algum quando você exceder a sua frase lapidar que o define dos pés à cabeça incluindo o quico: “O Islão mata e esfola diariamente”.

    Ora não querem ver este velho jarreta!

  97. elypse, foi a ti que perguntei; tu saberás melhor que eu se foi ou não a um burro. quanto à minha pergunta, é legítima, uma vez que te interpela por algo que me dirigiste.

  98. Tens todo o direito de continuar a não querer perceber.

    Como costumo dizer:

    o que mais admiro num palhaço(a)
    é ele não ser palhaço(a)

    (de ti receio não poder dizer o mesmo)

  99. Ó Elypsita,

    você não quererá ser quadrada?

    Ó Crótalo,

    humanamente eu compreendo perfeitamente que seja muito chato de admitir que mesmos muçulmanos crentes tenham uma visão mais clara destas coisas de que vossa rasteira excelência, que se julga o top do prá frentex, but I can’t help it, can I?

    Isso tem a ver com a sua posição – rastejar. Se levantar um bocadinho a tolinha já vê mais alguma coisita. Tá ver? Caso, como já disse há pouco, não use a tolinha só para por gel, senão também não ajuda muito…

    Olhe, andei à procura duma frase lapidar que o defina, mas tenho muita pena, não encontrei mesmo nada de jeito. Paciência, fica prá próxima…

  100. Valupi, a falar sério, o que é que não percebeste? Aquele paralelo que tracei com a cena dos índios?

    Aquilo não me chocou. Ao constatar percebi de imediato que era inevitável que algo daquela dimensão sucedesse – isto se tivesse alguma noção do que se tinha vindo a passar.

  101. Elypse, não percebi a tua resposta, a dupla do burro e do inteligente. Quanto aos índios, e como te disse, foi um passo que me despertou a curiosidade.

    Quanto ao que escreveste, no seu todo, é a expressão de um choque emocional grave. Não vale para mais nada a não ser assinalar a tua perturbação (com isto não estou a dizer que é pouco, estou é a frisar que se esgota em ti).

  102. Mas olha que felizmente (para uns) e infelizmente (para outros), naquilo nada se esgota. É apenas mais um momento de lucidez e, nesse sentido, compreendo que possa esgotar e perturbar alguns – como aqui observo.

  103. Valupi,

    Desculpe, esqueci-me de lhe perguntar: posso colocar as suas repostas sobre as afirmações de Wilders no Fiel inimigo, juntamente com as repostas de outros ?

  104. Elypse, escreveu isso com 13, 14 anos? Já ultrapassou esse complexo de inferioridade ou prefere ser tratado por o “grande chefe elypse”?

  105. Isto cheira-me a Aspiritna!

    Fazendo minhas as tuas palavras, será possível chegares ao diálogo com o Fernando? Isto é, a sua partida não me agrada mas também não me agrada a tua estadia em silêncio perante a sua partida.

    Aqui cago para a razão! (já sei que te vais alambazar com esta frase)

  106. sininho, se é a mim que estás a interpelar, estás a colocar a pergunta errada no local errado. Não imagino, sequer, que resposta pretendas obter.

  107. Elypse, compreendo bem a raiva. É tentadora, mas infelizmente, ao mesmo tempo, muito má conselheira. Como dizia o Ghandi, que (lamentavelmente) tu desprezas: « – Se cada um de nós responder “olho por olho”, um dia toda a Humanidade será cega!». Embora reconheça um pouco das minhas mais obscuras e genuínas profundezas no teu «Mil vezes índio!», acredita…

    Um dia, se algum avião cheio de terroristas, mas sem qualquer passageiro (ou tripulante) a bordo, se despenhar contra um ou vários silos de mísseis atómicos no meio da pradaria americana e não fizer vítimas, nem sequer entre os militares (de preferência avisados secretamente do atentado uns minutos antes) e, com isso, mutilar seriamente o arsenal nuclear norte-americano, também irei para o Rossio festejar, de cara destapada.

    Desconheço Wilders e o seu filme, bem como todos os nomes (e pseudóminos) com que por aqui se subscrevem textos. Mas lendo este Artigo e os comentários que “passaram ainda além” das minhas meninges, folgo em concordar, sobretudo, com a sensatez firme do Carmo da Rosa, ou seja, parabéns ao tal senhor Maomé, o Caím (desculpem escrever em Português, gosto tanto…)!

    É tudo.

  108. “A. Castanho”; (só há pouco reparei na tua “resposta”)

    Aquele texto foi escrito de impulso, como todos os que criei. Passa por ser uma metáfora dentro das metáforas/imagens que se sucedem ao longo do mesmo. E como tal, é susceptível de reparos.

    Claro que não pactuo com as mortes que aconteceram. Também preferia que o tal avião, com ou sem terroristas (melhor seria um teleguiado), embatesse em silos nucleares sem causar vítimas.

    A situação de revolta, expressa no texto, visa combater a demagogia e o cinismo em torno da questão – tinha que torná-lo abrangente e acutilante, porque a maioria das pessoas cegou com a repetição das imagens. Depois, os que morreram naquelas hediondas torres – símbolo da corrupção – eram inocentes… Porém, esquecem-se que inocentes, dignos do nome, eram os milhares de sem-abrigo que àquela fatídica hora circundavam tais edifícios (mais uma perspectiva a reter ou não – quem pactua com tamanha corrupção será inocente?). É que com todo aquele alarido, que sucedeu ao derrube das torres, fizeram acreditar que os palestinos, iraquianos e tantos outros, não são inocentes – era o prenúncio da justificação da barbárie que se seguiu e qu ainda presenciámos actualmente.

  109. Sininho, que estranho, pelos vistos querias desforra de uma conversa antiga sobre a Ota com o F, será isso? Este tempo todo? Somos do mesmo signo, não te entendo, fico preocupado

  110. Não, Z, não tenho conversa em falta com o Fernando, nem tão pouco desforra. Se puderes explica-me onde foste buscar essa ideia.

    O que eu quero, Z, é que o Fernando continue no Aspirina e, para que tal aconteça, é importante que o Valupi promova o diálogo com o Fernando porque foi precisamente essa falta de diálogo que fez com que o Fernando mostrasse a intenção de partir. Parece-me… parece-me… parece-me…

    Eu gosto do equilíbrio desta casa com estes dois seres. Não tenho jeito para dizer isto, como já se viu, mas pelo menos tento.

  111. Pronto, assim já estou descansado, pensava que era porque ele te tinha dito uma coisa que ficaste magoada quando foi da Ota. Entretanto Alcochete foi chumbado pelo ICN e aquilo está em convulsão.

    Eu nisso do F não me meto, sou só comentador

    E também as pessoas podem voltar perdidinhas de saudades, olha tu

  112. Isto são coisas de mulher, que gostam de ver a casa arrumada, limpa e a cheirar bem. Detestam roupa suja, por e para lavar. Não ligues!
    Olha lá este post do Fernando https://aspirinab.com/fernando-venancio/eu-daria-tudo/ . Para mim, resta o sentimento para responder a tudo o que daríamos.

    Sobre a OTA, eu respondi ao Fernando aqui https://aspirinab.com/joao-pedro-da-costa/aspirina-box-7-low/
    Pois é! Calha bem que o ICNB chumbe o aeroporto em Alcochete. Aquela localização é um tiro na natureza, não só local mas também, a longo prazo, regional, nacional, europeu…. Mas, nota, o ICNB chumbar não quer dizer nada. O dinheiro vai falar mais alto, acho. Daqui a 20 anos choramos nos ombros uns dos outros.

  113. minha menina, eu só queria perceber que não estavas com alguma atravessada, para não ficar a moer, nem a ti nem a ninguém. Quanto ao F temos de respeitar a sua opção, fosse qual fosse a razão, e, pela parte que me toca, nem perguntar, muito menos a outros, até porque será a maneira de facilitar um eventual regresso, seja noutros moldes ou naqueles. Claro que eu gostava de lê-lo e ele sabe disso!

    Tinha lido esses teus comments, voltei a sorrir, não leves a mal a zazie, ela pensava que nós tínhamos montado uma conspiração contra ela e andávamos combinados, mas agora já percebeu que não é verdade. É verdade que a blogoesfera às vezes prega-nos partidas e esquenta-nos a cabeça, cheiramos fumo e pensamos que há um grande fogo e afinal era só um cigarro.

    Quanto ao aeroporto ainda hoje não tenho opinião sobre isso, irritava-me que nos estivessem a impôr a Ota como única opção, não há únicas opções, agora lá se Alcochete é pior nem sei. Também não tenho de ter opinião sobre tudo, caramba.

  114. carmo da rosa, já fui ver. muito engenhoso – e também interessante a (afinal) proveniência. no entanto as minhas respostas seriam as mesmas, pois me fixei nos pressupostos e não na autoria. e não obvia que a mais irritante entre elas fosse efectivamente do próprio wilders…

  115. Cara Susana,

    O problema com estas coisas é que para julgar é preciso conhecer o contexto em que as coisas se inserem.

    Certas coisas que Wilders ou outros dizem podem parecer absurdas (ver fááchistas!) em Portugal, na Holanda, a situação é completamente diferente. Podem ser apenas medidas pragmáticas para resolver determinados problemas…

    Assim é que, há uns atrás, Pim Fortuijn também era descrito na imprensa portuguesa de qualidade como sendo de extrema-direita, racista e mesmo fááchista. Mesmo o sapientíssimo Le Monde conseguia dizer, na altura, mais asneiras do que o PÚBLICO e o EXPRESSO juntos. E hoje em dia, mesmo intelectuais holandeses de esquerda reconhecem que as medidas que ele queria implementar mais não eram que social-democracia pura… (em relação a Wilders ainda não chegaram lá, ainda é muito cedo!)

    Mas os nossos excelentíssimos jornalistas, que eu saiba, ainda não pediram desculpa à família de Pim Fortuijn pelas atordoadas e pelas calúnias que andaram a espalhar há seis anos atrás…

  116. ’Depois, os que morreram naquelas hediondas torres – símbolo da corrupção – eram inocentes… Porém, esquecem-se que inocentes, dignos do nome,’

    Elypse,

    Hediondas torres porquê? A arquitectura não lhe agrada? E onde é que você foi arranjar essa do símbolo de corrupção?
    Comparou a corrupção nas Torres Gémeas com a corrupção noutras torres nos EUA, ou mesmo noutros países?

    E inocentes são TODAS as pessoas que são mortas em actos de terrorismo, sejam eles quais forem…
    E depois desta sua afirmação, e se alguém da minha família tivesse morrido nas ‘hediondas torres símbolo da corrupção’, eu fazia-lhe uma espera à saída do Aspirina…

  117. (“Podem ser apenas medidas pragmáticas para resolver determinados problemas…”)

    ah ah ah ah, como a violação dos direitos humanos ou odio religioso e perseguição religiosa, por exemplo.
    está boa está, vamos agora suspender os direitos humanos para aplicar umas medidazinhas programáticas para resolvermos aqui um problemazito criado por uns extremistas islamicos,que não são humanos nem dignos da aplicação dos direitos humanos cá na nossa terrinha, são uma escumalha que tem que ser segregada na totalidade, como não tem matricula tudo que cheire a corão esta abrangido por esta excepção, mas voltamos já já ao normal. so do carmo e sem rosas.

  118. Carmo da Rosa, de acordo. Mas cuidado que há limites, se quer passar por coerente.

    Imagine que alguém que me fosse querido (da minha Família ou não) tinha sido gravemente afectado no bombardeamento do Hotel Palestina, em Bagdad (poderia ser o Carlos Fino, por exemplo), ou noutra qualquer acção, ou ação, da denominada «Guerra do Iraque». Responda-me agora honestamente:

    Teria eu legitimidade igual para fazer uma espera ao José Manuel Fernandes à saída do “Público”?

    Pois, que eu saiba, a intervenção ocidental no Iraque é tão ilegal (e, em qualquer caso, bastante mais mortífera!) do que as acções, ou ações, terroristas efectuadas pelos radicais islâmicos TODAS JUNTAS.

    O mesmo se diga, em termos de legalidade internacional, da própria criação do “Estado de Israel”.

    Não esqueça, porque é muito importante.

  119. “tinha sido gravemente afectado no bombardeamento do Hotel Palestina. (…)Teria eu legitimidade igual para fazer uma espera ao José Manuel Fernandes à saída do “Público”?

    Caro Castanho,
    Vamos lá se continuo coerente.

    O ataque ao hotel Palestina não foi um ataque terrorista para deliberadamente e indiscriminadamente matar o maior número possível de gente…

    Fazer uma espera à saída do Público é possível, fazer uma espera à saída do Aspirina ainda não é para já, vamos ter que esperar ainda uns aninhos…

    Que a intervenção no Iraque é ilegal, já todos sabemos, mas convém não juntar todos os mortos no mesmo saco. Mas quando os chiitas matam sunitas, quando sunitas matam chiitas, quando sunitas matam curdos e quando a Al Qaeda mata quem lhe aparece pela frente, toda esta matança não pode ser directamente imputada à INTERVENÇÃO.

    Além disso, é compreensível que um português apenas intelectualmente interessado nestas coisas, tenha uma opinião completamente diferente sobre a INTERVENÇÃO do que por exemplo um curdo no norte do Iraque, ou um chiita no sul…

    Porque a ilegalidade das intervenções depende muito de quem sofre ou beneficia com a intervenção. A intervenção da NATO na Sérvia era ilegal, mas salvou a vida a milhões de muçulmanos kosovares. Sem intervenção, Milocevic tinha feito uma limpeza étnica…

    ’legalidade internacional, da própria criação do “Estado de Israel”.’

    Qual é a alternativa?
    Reenviar os israelitas para a Alemanha, colocá-los novamente em campos de concentração, pôr os fornos a funcionar, obrigando os americanos a uma segunda intervenção (ilegal) na Europa!!!

  120. Carmito, só hoje reparei no teu ataque terrorista – é que isto poderia ter ficado sem resposta, mas quis o acaso que visse espreitar…

    “Hediondas torres porquê? A arquitectura não lhe agrada? E onde é que você foi arranjar essa do símbolo de corrupção?”

    A arquitectura está ultrapassada, devido à falta de excessos, assim como tudo – não sei se isto te dirá algo.

    “Comparou a corrupção nas Torres Gémeas com a corrupção noutras torres nos EUA, ou mesmo noutros países?”

    Mas é preciso comparar o óbvio? Em qualquer meio empresarial/finaceiro pouco existirá para além dela.

    “E inocentes são TODAS as pessoas que são mortas em actos de terrorismo, sejam eles quais forem…”

    Como dizia o outro: “todos os animais são iguais, mas há uns mais iguais que outros”. Isso de sermos inocentes tem muito que se lhe diga. Eu cá acho que somos mais é todos uns filhos da puta. Que de altruísmo dou exemplos:

    – Senhor, por favor, dê-me um esmolinha, mate-me a fome
    – Mata tu a minha, mata-te.

    Passamos o tempo a ignorar e a desprezar a miséria que criámos – que ajudámos a criar. Não tenho grande apreço pelo género humano – custa-me mais eliminar certos insectos.

    “E depois desta sua afirmação, e se alguém da minha família tivesse morrido nas ‘hediondas torres símbolo da corrupção’, eu fazia-lhe uma espera à saída do Aspirina…”

    Quando quiseres e onde quiseres – mas aviso que te vais encontrar com um tipo que mede 1,90 e que trabalhou na noite como segurança e porteiro – se calhar é melhor enviares um amigo (uns 4 e bons) no teu lugar.

  121. ‘ Em qualquer meio empresarial/finaceiro pouco existirá para além dela.’

    Pois é, mas quem é que paga aos porteiros de 1,90 mas com um cérebrozinho de galinha, são os insectos?

  122. Olha lá Carmo, sei o que sou, mas lamento que a maioria não o saiba.

    E vires com esse tipo de “bocas” do cérebro que te assenta que nem uma luva, não é apenas ridículo é estúpido. (nem assento leva, ó cerebrozinho)

  123. O pecado original é o início de uma qualquer intervenção ilegal. O que se segue, está manchado MORALMENTE por essa ilegalidade.

    Se não fosse assim, não haveria Lei, mas apenas a Selva (que também há, mas que ainda não prevalece, pelo menos na maioria dos sítios, sobre a Lei…).

    É-me indiferente saber se os mortos das Torres Gémeas são mais ou menos inocentes do que as vítimas civis de Bagdad, ou de Belgrado. A Lei tem de ser imparcial, ou não será Lei. Se a invocamos para os outros, temos de praticá-la também nós.

    Quanto às “esperas”, sem querer carregar nessa tecla onde se corre o risco de ir longe demais, pelo menos com o Elypse, tão susceptível (calma, Homem!), a minha questão não é saber onde é que é a “porta” do Aspirina, mas apontar que a opinião do Elypse não o torna cúmplice da mortandade, se for só a sua opinião, bem entendido. Como a opinião do J. M. Fernandes também não seria caso para eu me vingar nele da eventual morte de um meu Amigo jornalista, por exemplo, que estivesse nessa altura em Bagdade…

    É um pouco como a proibição da ideologia nazi em Portugal: eu não a defendo, enquanto não apelar expressamente a crimes em concreto. Estou com muita pressa, desculpem a precipitação na escrita…

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