10 thoughts on “Fernanda Câncio nas muralhas da cidade”

  1. será o medina, na qualidade de brochista oficial do costa, pode confirmar ou o ministério público já destruiu a escuta?

    “José Sócrates e o amigo Carlos Santos Silva terão feito um donativo de dez mil euros ao PS para ajudar a pagar as despesas da campanha de António Costa à liderança do partido. É o que revela o Correio da Manhã desta quinta-feira, cuja edição continua a publicar dados sobre as escutas telefónicas feitas pelo Ministério Público ao ex-primeiro-ministro no âmbito da Operação Marquês.”

    https://observador.pt/2015/10/22/socrates-tera-dado-10-mil-euros-campanha-eleitoral-do-ps/

  2. há pouco, na circulatura da tvi, a ana catarina, cujo marido paulo pedroso foi perseguido políticamente pela justiça, numa tentativa de decapitação do partido socialista, garantiu ao vivo e a cores que o sócrates não é vítima de nenhum processo político. esta gente não pensa que pode estar a criar divisões insanáveis.

    no programa anterior o lobo xavier teceu elogios a jorge coelho e contou um episódio de uma viagem de negócios a macau, quando chegou á reunião o seu interlocutor já tinha recebido uma carta de recomendação do jorze. esta gente não pensa que pode estar a denúnciar vícios quando apregoa virtudes.

    o pacheco abriu a sessão com o anúncio da oferta de um banco de jardim, pelo programa, para pôr na praia onde os velhos se possam sentar a ver mar e a dar peidos numa placa que recorde o jorge coelho. esta gente acha que pensa e que diz coisas sublimes.

  3. Se há criaturas para mim execráveis, uma delas é seguramente a Manuela Moura Guedes, de cuja boca, geralmente, só sai merda. Mas, tal como um relógio avariado está certo duas vezes por dia, até esta lamentável Miss Botox lá vai acertando uma ou outra, de vez em quando, ainda que por más razões. Disse a ressabiada criatura há alguns anos, julgo que quando lhe puseram os patins na TVI, referindo-se a José Alberto Carvalho: “O Zé Beto é burro.” Já o tinha percebido há muito, mas ontem, na entrevista com o Sócrates, verifiquei que, além de burro e vaidoso (como ele gosta de se ouvir a si próprio, caraças!), é também um cobarde com alma de criado que envergonha o jornalismo.

  4. Sobre a chafurdice dos porcos:
    Como já foi aqui notado por outra comentadora, nas notícias sobre a detenção da presidente da Câmara de Vila Real de Santo António, acusada de corrupção, tem sido exemplar o “pudor” com que os merdia têm evitado referir a sua filiação partidária, ao ponto de eu apenas ter conseguido saber que a madama era do PSD depois de consultar uma revista sobre poder local que sai anualmente com o DN. Ontem, porém, foi absolutamente obscena a sôfrega insistência dos mesmos agentes merdiáticos na filiação partidária PS de um deputado alvo de um pedido de levantamento da imunidade parlamentar pela Polícia Judiciária, por suspeitas de participação no mesmo esquema. A falta de vergonha na cara e a ânsia de agradar ao patrão são realmente coisas phodidas.

  5. A notícia da alegada corrupção na Câmara de Vila Real de Santo António é do tipo sexo explícito.
    É de tal maneira evidente a intenção de emporcalhar os mesmos e de proteger sempre os amigos que devia fazer soar todas as campainhas de alarme no Largo dos Ratos, mas a covardia comeu-lhes os miolos.

  6. Segundo ouço (confesso que em segunda mão), Ana Catarina Mendes achou injustas as críticas de José Sócrates à direcção do PS, implicitamente António Costa, que ele considerou como a mão escondida atrás do arbusto do moço de recados Merdina. Podendo estar também eu a ser injusto, pois não ouvi as declarações da rapariga da sua própria boca, pergunto: disse ela alguma coisa sobre as bojardas do Merdina a respeito de Sócrates? Considerou-as injustas? Justas? Ou aos costumes disse nada?

  7. Assisti a alguns minutos da circulatura. Pacheco Pereira fala às vezes na cultura de ódio presente nas redes sociais e nas caixas de comentários . Falou nisso a propósito de reacções à morte de Jorge Coelho, por exemplo. Em Pacheco e Xavier, ontem, vi um exercício de incitamento e apelo ao ódio, com recurso a jocosidades, zombaria e insinuações grosseiras, que não julgava possível entre pessoas civilizadas. Não disfarçavam o sorriso de prazer a dar pontapés num desvalido. Observei o rosto caquético e a voz fina e débil de Pacheco Pereira e tive pensamentos ruins. Mudei de canal e pensei na próxima ida ao confessionário.

  8. “Observei o rosto caquético e a voz fina e débil de Pacheco Pereira e tive pensamentos ruins. Mudei de canal e pensei na próxima ida ao confessionário.”

    Como eu te compreendo, Lucas. Felizmente não vi a Circulatura da Vacalhiçadura e, ateu que sou, creio que resistiria, apesar da inerente e confortável inimputabilidade, a wishful thinking ruins, mas, não me aquecendo ou arrefecendo a maior ou menor proximidade do peido final do caquético, confesso publicamente que me dá um certo gozo pensar que ele está consciente de que o mafarrico continuará por cá a estrebuchar quando ele já estiver farto de dar de comer aos bichos.

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