8 thoughts on “Exactissimamente”

  1. o preço do barril de petróleo, e suas implicações, é fodido. e é ele quem decide os culpados e inocentes mesmo antes da ONU. até na morte, oh my god!, há lobbies.

  2. Faço minhas as seguintes palavras:
    “”Uma mentira não se torna verdade devido à sua propagação multiplicada, nem uma verdade se torna mentira porque poucos a vêem”. A citação, de Gandhi, vem a propósito da enxurrada de mentiras propagadas pelo Prémio Nobel da Paz (!) Obama, pelo sr. Kerry, pelo secretário-geral da NATO, pelos governos britânico, francês e outros acerca de supostas armas químicas que teriam sido utilizadas pelo governo sírio. Nem sequer quiseram esperar pelo resultado da missão de inspecção da ONU para vomitarem as suas mentiras (em que eles próprios não acreditam) seguidas de ameaças de agressão. Nesta campanha de desinformação maciça tem um papel preponderante os media corporativos que se auto-proclamam serem “referência”. Isto é particularmente evidente em Portugal neste momento – repetem todos a voz do dono.”
    De facto, socialistas, de esquerda(?), a defenderem os crimes e as guerras criadas pelo império norte-americano, que até usam agora os chamados “drones” para assassinarem inocentes das populações de países OCUPADOS, além de tudo o mais que se conhece da política deles no século passado, é demais. Tenho feito aqui elogios a posts contra a política de direita, mas posts destes deitam tudo a perder!!! Passem bem!

  3. “… para vomitarem as suas mentiras…”

    oh torres! conta lá o que sabes, pode ser que consigas influenciar a onu. a bécula acha que é o preço do barril e tu sugeres que os mortos foram falsificados, enfim, há que adubar a rogeirada nacional.

  4. obviamente que é o preço do barril que dita qualquer intervenção ocidental. como o costume, responsabilidades personalizadas por apurar, crianças com crianças se paga. e a morte segue, tranquilinha, passando ao lado dos que tomam decisões. e isto não é tirar notas – é dizer que o bloco de notas fica por escrever lá longe e húmido de sangue do povo. envergonha-me, neste sentido, a história – passado e presente – das relações internacionais. não há simplesmente negociação de conflito por gente capaz e altruísta – há energia de interesses por energia e por poder. e a troco de medalhas e mutilados. até as minhas axilas coram de vergonha.

  5. Quod erat demonstrandum:
    obviamente que é o preço do barril que dita qualquer intervenção ocidental (Olinda dixit)!!!
    Convém que tal “verdade absoluta” não precise de demonstração, porque de outra forma seria impossível pregá-la…

  6. estou a inventar, Azarado, não me leves a sério porque a história está cheia de episódios, e de longas metragens, de países ocidentais a intervirem no oriente por valores como a paz, a fraternidade, a ventura.

  7. Cito:
    “FORAM OS SAUDITAS QUE ENTREGARAM ARMAS QUÍMICAS
    Foram os serviços secretos da Arábia Saudita, dirigidos pelo príncipe Bandar, que entregaram armas químicas ao grupo “Jabhat al-Nusra”, ligado à Al-Qaeda. Este bando terrorista actua na Síria por conta da Arábia Saudita e com salários pagos pelos seus serviços secretos.
    A revelação está no sítio web da jornalista Silvia Cattori.”
    Abram os olhos senhores pró-americanos e convençam-se de vez que são pró-império-gansger-terrorista-anti regimes democráticos na América do Sul e doutros que os enfrentam economicamente e propagadores de guerras pelos recursos naturais do planeta !

  8. oh torres! podias ter lido até ao fim.

    “Certaines informations contenues dans cet article n’ont pu être vérifiées de manière indépendante. Mint Press News continuera de fournir de plus amples informations et des mises à jour.”

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