3 thoughts on “Exactissimamente”

  1. Tudo muito certo.

    Mas falta ainda o essencial: não há acção política sem líderes. Não há força sem união – e não há união sem propósitos claros.

    Será que o Pedro Adão e Silva não sabe isso?

    Já para não falar nos atuais dirigentes do PS.

    «Dêem-me um ponto de apoio e eu levantarei o Mundo», disse um pensador cientista.

    Dêem uma candeia à multidão de homens bons e eles seguirão a luz. No escuro, ninguém se orienta! Três anos de “combate político” da Esquerda, de “lutas sindicais”, de protestos “indignados”, ou de manifestações “gigantescas” com resultados pigmeus estão aí para o provar. Ainda serão precisos mais quantos anos de evidências, mulheres e homens decentes do nosso PS?

  2. Agora é preciso pôr de pé a tal plataforma política de razoabilidade. Cabe aos partidos boa parte desse trabalho. Os cidadãos individuais não têm muitos mecanismos para o fazer, para além daqueles que já usaram — enormes manifestações e greves — e que se esborracharam contra o muro do irregular funcionamento das instituições democráticas.

    É um muro da vergonha, erigido e mantido pelos actuais titulares dos três principais órgãos de soberania: maioria parlamentar, governo e presidente.

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