8 thoughts on “Exactissimamente”

  1. Sim EXACTISSIMAMENTE!!!!!
    Grande(muito Bom) texto este da São José! Tem lá todas as orientações democráticas a seguir (pelos governos democráticos/Socialistas), desmascarando todas as tentativas dos velhacos da direita política e outros quejandos, de desorientar o povinho, manipulando-o, para votarem neles!
    É que governar, à esquerda, como o nosso actual governo, mas impondo a ordem democrática para executar o que é legislado, é muito difícil, face às reacções dos direitista e esquerdistas extremados!!!
    Continua António Costa!
    MCTorres

  2. «Mais complicada e até perversa é a investida do Ministério Público contra um sindicato. Os estatutos estão ilegais? Não foram aceites pelo Ministério do Trabalho?»

    São, e acaso a aprovação dos estatutos terem sido aprovados pelo Ministério do Trabalho retira-lhe a ilegalidade face à Lei?
    Então se até uma sentença em julgado segundo a Lei num tribunal pode ser revogada por outro tribunal superior que considere a primeira sentença um erro neste caso, São, a simples aprovação burocrática pelo Ministério torna os estatutos legais e intocáveis perante a Lei?
    Caríssima São, certamente sabes de consciência própria que estás a fazer batota jogando com palavras comparando coisas parecidas; da utilização da doxa contra a verdade sabes muito ou não fosses já mui batida nos jornais e agora em especial que estás no “público” em curso de novas oportunidades.
    O teu problema não é o sindicato ou os estatutos do dito, para os quais te estás nas tintas, mas sim outro. O teu problema é que, não havendo matéria de facto para bater no governo, antes pelo contrário, restou a estratégia de aclamar a acção governativa mas não excluir a picadela do lacrau e por meio e efeito desta, afinal, atingires o governo por interposto MP.
    Sim, é lógico e claro pensar assim, pois há mais de uma década que o mesmo MP torpedeia, subverte, abusa, interpreta à la carte, troça e goza connosco acerca do segredo de justiça, prende para investigar, acusa na praça pública, e cúmulo da injustiça deixa que o juiz de defesa do arguido faça de principal acusador e tudo às claras numa sem vergonha e desprezível actitude contra a Lei e o Estado de Direito.
    E entre tantos que corajosamente têm denunciado essa prática do MP nunca vimos, ouvimos ou lemos uma crítica leve que fosse da São.
    Porquê agora tal facada à Brutus!

  3. Ainda um dia verei aqui um “Exactissimamente” com link para o caluniador pago pelo Público. Haja Deus, enquanto há vida há esperança!

  4. Chá das 5 na Mansão Direitinha:

    Prima Teté Direitinha – Queriduchas, as meninas leram o artigo da tia Sãozinha Zezinha no jornal do tio Belmiro?

    Prima Lelé Direitinha – Ai menina, se li! Até me vieram as lágrimas aos olhos.

    Prima Fifi Direitinha – Ai, primas, e eu? Fiquei toda molhadinha! Estava na pastelaria, a enfard… perdão, a mordiscar um mil-folhas, um palmier, um/a duchesse e uma dúzia de pastéis de nata, e fiquei aflitíssima, com medo que notassem a humidade.

    Prima Cocó Direitinha – Primas queridas, a tia Sãozinha Zezinha traduziu em palavras o espírito que tenho ultimamente sentido no convívio com as nossas amigas: para que precisamos nós da direita, se esta esquerda fofinha do querido Tó Costinha mete aqueles desagradáveis trabalhadores na ordem com tanta eficácia? Criaturas horríveis, cheirando a gasolina, não querem trabalhar, não conhecem o seu lugar, deixem lá que, com o querido Tó ao leme, eles levam para contar.

    Prima Teté Direitinha – É isso mesmo, prima Cocó, recuperei a esperança no futuro, morte à geringonça e a quem a apoiar! Passe-me aí as natas, se não se importa.

  5. Os estatutos desse sindicato não deveriam ter sido aceites pelo ministério do Trabalho (não existe propriamente “aprovação”, isso era no antigamente, quando os governos do salazar e do caetano usavam critérios políticos para chumbar estatutos), uma vez que esses estatutos continham pelo menos uma ilegalidade, que era o tal pardal ser parte da constituição do sindicato e ter nele um cargo directivo. A razão que os motoristas de “matérias perigosas” possam ter nas suas reivindicações só sai prejudicada por essas chicoespertices imbecis. Mas nem outra coisa seria de esperar de “sindicalistas” que se cagam para os outros trabalhadores (inclusive outros motoristas, como a guida já aqui explicou) e só se guiam pelo próprio umbigo.

  6. Proposta de lei para a próxima legislatura:

    “Artigo único: para requerer existência legal, cada sindicato deverá obter, previamente, autorização escrita da associação patronal do sector.

    A bem da Nação (e do patrão)”

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