22 thoughts on “Exactissimamente”

  1. Muito bem. Falta acrescentar o obvio. E’ possivel encontrar facilmente uma mão cheia de reformas do mesmo tipo, que seria possivel implementar sem custos, operando uma redistribuição efectiva e de efeitos imediatos, palpaveis, mensuraveis e cujos efeitos macro-economicos so podem ser benéficos. Muito mais ainda se pensarmos a nivel europeu.

    Este é que é o caminho ! Seria mais facil encontra-lo se não nos deixassemos distrair com guerras idiotas, logomaquias fantasmagoricas e espalhafatosas polémicas de café.

    A esquerda são os amanhãs que cantam e a palingenesia generalizada, mais um bocadinho de bom senso e uma maquina de calcular…

    Boas

  2. poizé, atão despeja aí a tal macheia de reformas possíveis de implementar sem custos blá blá blá, pode ser que o governo te oiça e quiçá alcandorar-te a subsecretário de estado da genialidade. ganhávamos todos e perdia-se um parvo em bicos de pés.

  3. ah sim, um feito extraordinário por o resto do pessoal a pagar os passes de alguns. que é feito da cena utilizador -pagador ?

  4. O desespero de yo e confrangedor… todas as despesas feitas pelos governos são pagas por todos os portugueses,qual a dúvida? O que interessa será saber se as despesas se justificam,são justas e ajudam quem mais necessita! Quem iria pagar as despesas senão os portugueses? O Vítor Gaspar? A Maria Luís? Ora adeus…

  5. ah percebi, um tipo em Lisboa ou Porto que ganhe o triplo de mim tem direito a que aqui a je lhe subsidie o passe…ok., compreendo que estejam muito precisados.

  6. e sim , lá que dá um desespero perceber que tenho de trabalhar muito mais tempo daquele que me seria necessário e à minha família porque tenho de sustentar uma série de gente, alguns em muito melhores condições do que nós, dá.. porque impostos são horas trabalhadas.. e não sinto qualquer obrigação moral de trabalhar para beneficiar estranhos .

  7. Sei que não trabalha para estranhos,muito menos para estrangeiros. .. coisas há que são. do carácter de cada um. Assim acabam os equívocos.

  8. Ó yó se os tipos de Lisboa ou do Porto ganham o triplo, também subsidiam o triplo não?
    Se calhar preferias que te tirassem outra vez o 13o mês ou outra sobretaxa, ou tirassem novamente quatro feriados.
    Ó Yó tem dó…

  9. Tudo é lindo e maravilhoso quando se pode culpar a conjuntura externa. Nós cá estaremos com as forquilhas.

  10. não, penso que deviam tributar a 70/80 % os lucros da actividade peçonhenta conhecida como usura, assim já tínhamos um pé de meia quando os filhos da p fossem à falência. não sou de direita , não, acho o capitalismo financeiro ou monopolista, com os titãs que nos esmagam, enganando os pobres de espírito saídos da escola/ formatação estatal,com a cenoura dos créditos, obra do demo. é completamente injusto que seja sobre os rendimento do trabalho que nos sai do lombo que os gajos calquem sempre e que continuem a fazer as pessoas pensar que quem não tem dinheiro pode ter vícios.

  11. Um cidadão do interior usa a estrada que liga a sede do seu concelho à aldeia onde tem parentes. Como foi possível construir essa estrada com os impostos cobrados às pessoas dessa região visto que os cidadãos das zonas metropolitanas se devem ter recusado a contribuir para um benefício de que não usufruem.

  12. acontece que a rede viária da áreas metropolitanas de lisboa e porto é muito, muito maior e o tráfico muito mais intenso, o que requer muito mais massa para construção e manutenção…manutenção.

  13. A ideia de que a fiscalidade deveria obedecer a uma logica “pagador-utilisador” é obviamente uma parvoice. Esta logica é subjacente às taxas, mas não aos impostos, e muito menos a um sistema fiscal que pretende operar um efeito redistributivo, como é o caso em toda a parte.

    No caso, a simples uniformização do preço do passe social entre os utentes, medida perfeitamente justificada sob todos os pontos de vista, faz obviamente com que os habitantes dos centros urbanos, que precisam menos dos transportes porque são privilegiados, paguem mais, em favor daqueles que não podem morar no centro e que, por conseguinte, utilizam mais os transportes. Este é claramente o objectivo da medida.

    Ter de explicar isto mostra a que ponto as ideias sobre fiscalidade andam baralhadas nessas cabeças. Se o principio fosse “utilisador-pagador”, então o imposto sobre o rendimento não deveria ser progressivo, mas degressivo…

    Boas

  14. ò viegas, caga nas gralhas e acrescenta mazé o óbvio, aquela “mão cheia de reformas do mesmo tipo, que seria possivel implementar sem custos” que tens escondida na manga do 1º. comentário acima.

  15. Querido Inacio, não me lixes, por favor. Tens muito por onde escolher, desde o restabelecimento do imposto sobre sucessões, ainda que simplificado, a uma verdadeira garantia salarial, com contribuição obrigatoria das empresas e pagamento desde que se abra processo de falência, ou ainda, muito mais simples ainda, acabar com a isenção fiscal para não-residentes (em nome de quê ?).

    E’s capaz de explicar porque carga de agua so agora é que a esquerda chegou à conclusão que o preço unico do passe era uma boa medida ? Não é porque andam uns e outros atarefados com guerras do alecrim ? Obviamente que é, e isto é que eu lamento.

    Boas

  16. a mão cheia de reformas sem custos resume-se a mais três impostos. pena não incluires imposto sobre estupidez, isso resolvia todos os défices e o estado até poderia dar mercedes com xófer a todos os nativos.

    “E’s capaz de explicar porque carga de agua so agora é que a esquerda chegou à conclusão que o preço unico do passe era uma boa medida ?”

    sou, porque ninguém o fez antes ou será que a direita já tinha pensado nisso e desistiu da ideia com medo que o sindicato dos transportes fizesse greve por aumento da carga laboral?

  17. Nenhuma das medidas a que aludi é um novo imposto. O imposto sobre a estupidez seria uma novidade, mas a mim parece-me uma boa ideia. Sobretudo se for progressivo, de maneira a obriar-te a emigrar de vez para o panama ou para as ilhas caimã.

    Boas

  18. o gajo fala de “uma mão cheia de reformas do mesmo tipo, que seria possivel implementar sem custos”, para concretizar sugere 3 impostos e ainda tem a lata de dizer que nenhum é novo.

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