7 thoughts on “Exactissimamente”

  1. Este LMM não deixa de espantar. E. daí, talvez não! A realidade é que nunca passou de um vulgar demagogo. Mas este ataque ao Presidente do seu próprio Partido revela a existência no seu espírito para o populismo mais vulgar, mas muito perigoso. Aliás, penso que este fulano deve também ser parte do agrupamento dos que, no seu partido, pugnam pelo enveredar por esse caminho. Há que estar muito atento a estas campanhas, pois o grande perigo para a democracia que aos poucos se vai revelando, acaba sempre por vir donde menos se espera. Falsos-democratas são o que esta gente é!

  2. Pois está bem mas o que é verdadeiramente preocupante é a fragilidade do poder politico que ainda é maior que a demonstração de força de fragilidade por parte do MP. Não existe resposta institucional por parte de nenhuma das figuras de estado, aceitam a chantagem? Ah isso passa, basta esperar pelo proximo ciclo noticioso. É a anomia das Instituições que esta em causa e é isso que interessa.

  3. O saltarico Marques Mendes alinhou com o que há de pior no PSD. Sem surpresa, de facto. Ele sempre foi esse saltarico desmiolado e oportunista, social-democrata apenas por paradoxo da história.

  4. Com tanta reacção intempestiva, nomeadamente da parte do sindicato dos magistrados do MP, que sabem perfeitamente que ninguém pretende limitar a sua autonomia, a que se juntou logo um coro de populistas – como era aliás expectável – assim como a chantagem nada velada da própria PGR, todos juntos em uníssono contra a verdadeira casa da Democracia em Portugal são a maior prova da necessidade urgente de escrutinar o MP. Como aliás tudo em Democracia!

    P.S. Ninguém verdadeiramente de bem teme o escrutínio democrático. Já quem esconde alguma coisa…

  5. 1 – Questão principal: esta farsa grotesca montada pela tropa manhosa de instalados inescrutináveis que se alapou e usurpa a “centralina” da Justiça portuguesa – e que na realidade comanda hoje, em conluio descarado com a alavanca da comunicação social tablóide e mercantil, a Reação salazarenta à Democracia e aos genuínos valores cívicos de Abril (aqueles que não cabem em nenhum Partido, nem em nenhuma Ideologia política) -, pretensamente para lutar contra a politização da Justiça, não passa de um disfarce, com um enorme rabo de fora, duma estratégia raivosa e desesperada para defender a manutenção duma INSUPORTÁVEL judicialização da Política.
    2 – Questão aparentemente secundária: as Instituições democráticas de facto não demonstram estar à altura deste magno desafio, nem nunca demonstraram estar, ao longo dos quase 45 anos consecutivos de Democracia que já levamos em Portugal.
    Senhores Prof. Marcelo e Dr. Ant.º Costa: como dizia Sampaio (que também nada conseguiu neste domínio…), HÁ MAIS VIDA PARA ALÉM DO DÉFICE e, no caso presente, para além do providencial Mário Centeno e do nosso (aparente?) “milagre” económico, sem dúvida! E a vossa ação, não se iludam, será julgada pela História muito menos pelas efémeras questões conjunturais e muitíssimo mais pelas consequências verdadeiramente estruturais do vosso Poder – de que esta questão da Justiça é inequivocamente a mais decisiva para o nosso Futuro como País, aprendam isto de vez.
    3 – Questão aparentemente inexistente (mas “nada existe mais do que aquilo que não existe”): o PSD, em bom rigor, nunca passou de um Partido instrumental para a Reação, desde Sá Carneiro. O populismo foi sempre a sua marca identitária e todos os que não se conformaram com essa fatalidade foram-se afastando, desiludidos – Sousa Franco, Magalhães Mota, Sérvulo Correia, Mota Pinto, Helena Roseta, António Capucho e muitos outros nomes menos sonantes.
    Na última incarnação desta cíclica realidade, o PSD foi tomado de assalto pelo pior ultra-liberalismo de raiz financeira e especulativa que, a coberto da (aparente) liderança de um fantoche agarotado e inimputável, rodeado de facínoras sem escrúpulos e “aPadrinhado” por um patriarca maganão e arrogante, amesendado em Belém, levou o País à beira da bancarrota económica, financeira e social, provocando uma perigosa situação de guerra fria civil.
    Que ninguém se iluda, pois, com este hiato de decência protagonizado por Rui Rio: o verdadeiro PSD, o único que existe e sempre existiu, o único que conta, para além do folclore, é o que está subjacente aos Marques Mendes e Andrés Venturas de todos os tempos e de todas as épocas e que, mais tarde ou mais cedo, há-de regressar, sim, sob a batuta de um novo jogral, tipo Paulo Rangel, ou então de novos finórios bem respaldados pela “força”, como a Marilú Albuqueca, o Montenegro, um Carlos Alexandre, ou até, na pior das hipóteses, um Bruno de Carvalho ou um Mustafá.
    Para quem sempre usou o PSD como disfarce democrático, o Rui Rio não passa de um empata, um pobre anjinho, pois claro…

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