10 thoughts on “Exactissimamente”

  1. Insisto, não há qualquer razão para que exista um sindicato dos procuradores!
    A actual PGR, ao contrário do que dizem os direitolas é um verdadeiro “bluff”,
    no seu mandato tudo aquilo andou em “roda livre”, passando por cima do caso IURD
    são muitas justificações pífias , nos prazos, nas constantes fugas de informação sobre
    o processo do século, alguns despachos de acusação parecem escritos por leigos em
    Direito, o recurso a mega processos não passa de desculpa para o insucesso!
    Acima de tudo, é notório que naquela casa sob a égide da D.Joana reina uma enorme
    falta do que se diz ser “Bom Senso” na condução dos inquéritos talvez, fruto de falta
    de comunicação para o esclarecimento público, alimentando os “julgamentos” feitos
    nos pasquins … ainda há “iluminados” a defender como muito boa esta actuação!!!

  2. Agora não se esqueçam de reconduzir a Joana, de “dar mais meios” aos magistrados, e de lhes aumentar os salários porque eles precisam muito de “independência”.

  3. Valupi, diz-me o que é que têm que ver os comentários dos dois espécimes bastante alcoolizados que me precedem com o artigo da Isabel Moreira (sei ao que se refere mas não o li detalhadamente e, portanto, não o comentarei).

    Mas aos dois, o dos espécimes, une-os nomeadamente a… falta de vergonha.
    (por aqui vale tudo, e ninguém diz nada?)

  4. Porque será que fico como um feeling que isto se assemelha a uma ameaça com pós de chantagem avisada à mistura ? Ele há coisas….

  5. Mas para enxovalhar qualquer político têm mais do que formação. Veja-se o que está a acontecer com Mário Centeno e calculem-se as consequências de toda essa intencional irresponsabilidade.

  6. Valupi, li o artigo da Isabel Moreira.

    Depois ainda fiquei a pensar que poderiam existir nele uma vírgula, umas reticências, uma passagem literariamente mais duvidosa, uma mensagem subliminar… Nada, porque um/a deputado/a eleito/a e parte de um órgão de soberania que se atrevesse a misturar os planos de uma desgraça pessoal (um crime de morte) através de uma mesmo que ténue linha que indiciasse um milímetro de processo judicial de um membro da classe política (Isaltino Morais etc., entre os condenados e os reabilitado imagine-se!, Armando Vara e Penedos, em recurso acho, Duarte Lima entre os fugitivos, José Sócrates a aguardar o julgamento e a preparar a sua defesa, espera-se!, Orlando Figueira Big Show Sic, de memória) assinava a sua certidão de óbito.

    Ora, o artigo é limpinho e oportuno (mas fraquinho, como de costume).

    Madeira e Jasmim, vergonha-bis, pois têm a cabeça cheia de trampa e presumem que gozam de inimputabilidade! Soares não percebo o que diz o tipo e acho que não quero, Manojas acho que nem ele próprio percebe o que escreveu (e quem tem medo compra um cão, certo?).

  7. Pois é Isabel, 100% de lógica e 200% de razão, mas o sacrossanto MP é intocável e incontrolável.
    É melhor ir-se precavendo porque um dia destes irá ter no seu gabinete uma “equipa de investigação” do MP a fazer umas buscas. Veja o que aconteceu ao Centeno.

  8. Corvo Negro, para parvo tens o que é necessário e é bastante.
    (o que é que o Centeno tem que ver com o artigo da Isabel Moreira, pá?)

  9. Manojas

    Intencional irresponsabilidade NÃO.
    Intencional filha da putice.
    E mais, dado que Centeno tem sido um bom ministro das finanças …é traição à pátria.
    Uma pena a intencional ingenuidade (ou burrice) do PS. Sempre a dar lhes munições como o absurdo código de conduta !

  10. custa muito pensar na morte como uma vontade de um louco – ainda por cima uma morte anunciada e denunciada. como se não existisse nem passado nem futuro. e não existe. existe o presente; a morte; um louco.; o cirandar da justiça. :-(

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