17 thoughts on “Exactissimamente”

  1. É. Mas bombardear à toa sem tropas no chão para conquistar terreno é um exercício pífio ou até contraproducente. A única coisa que resultou, até agora, para retirar território a terroristas foi a coordenação entre bombardeamentos aéreos americanos e soldados curdos ou os bombardeamentos russos com soldados do regime sírio ou milícias iranianos. Estes últimos só não foram mais eficazes porque os iluminados estrategas ocidentais, entre os quais ingleses, municiam essa miríade de grupos com mísseis anti-tanque, entre outros. A maior ajuda que ingleses e franceses poderiam dar, em vez de bombardeio aéreo para satisfazer o seu ego, era tornar operacional a interrupção de fornecimento de armas a todos os grupos rebeldes a um regime secular que respeita minorias religiosas e mulheres. Acabava a guerra num instante.

  2. a história que precedeu a segunda grande guerra é a prova provada de que o desarmamento e a segurança colectiva resultou em um fracasso. a união pela defesa, que passa também pelo ataque por união, é a única forma de prevenção – tanto de fascistas como de terroristas -, pela correcção, de ficarmos a salvo: nós e eles, aqueles que fugiram e só querem voltar para casa. o resto é utopia, será mais ou menos como querermos um mundo justo e limpo.

  3. Valupi, os fautores de guerra ingleses deviam tomar juízo, e os trabalhistas em particular deviam inspirar-se mais no Bertand Russell que no Tony Blair.

    Olinda, nunca houve «segunda grande guerra» nenhuma, a não ser que faças muita questão nas minúsculas iniciais. O que houve foi uma Grande Guerra de seu nome, também conhecida por Primeira Guerra Mundial; e uma Segunda Guerra Mundial sem outro nome, que na Europa foi basicamente a continuação da primeira. E se calhar o que vai ficar na história da Europa , a seu tempo, vai ser a Segunda Guerra dos Trinta Anos de 1914 – 1945, curiosamente parecida com a primeira, pelo menos pelos resultados para o centro de gravidade europeu que, hoje em dia, todos procuram de novo desencaminhar, e com grande entusiasmo.

  4. Gungunhana Meirelles, os adjectivos com que qualifico o que escrevo não são da tua conta. :-) se consideras a partilha do mundo em dois e a inexistência de uma europa diplomática coisa pouca, essa é uma questão que merecerá a tua, e não a minha, reflexão.

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