13 thoughts on “Exactissimamente”

  1. http://derterrorist.blogs.sapo.pt/ate-quando-e-que-as-pessoas-vao-2842814

    Tem a ver com o irreversível ter chegado um dia a governante. Só porque o Cavaco sempre se preocupou muito com a credibilidade do país. Para além de nunca dizerem duas vezes seguidas a mesma coisa já voltaram a cada um dizer a sua no mesmo dia. Com o irreversível já preocupado com o amanhã… Desta vez porventura na crítica cinematográfica porque sempre foi um rapazinho com convicções muito fortes.

  2. o coiro do viegas não percebeu. claro que é relaccionado com o sócras, apesar de não o mencionar, a mensagem é explicita: os feriados foram cortados porque o barrabás levou o país à falência e o dótor paulo porcas mais o bechamel coelho endireitaram as finanças. a reposição dos feriados é o pagamento duma promessa pelo milagre económico. o sócras foi engavetado para não fazer mais mal ao país e mesmo assim conseguiu que o jack russel da guedes a mordesse e só não a comeu porque sabia a botox. se lesses o libération todos os dias ao deitar, não tinhas pesadelos destes.

  3. “… endireitaram as finanças…” De quem? Com mais 30% de pobres? Com mais 30% de dívida? Que cresceu mais aliás nos últimos 3 anos que nos 6 anteriores com o Barrabás. E para expiarmos todos a culpa vai de andar 3 anos a trabalhar para a banca. Menos os 300 mil que perderam o emprego. E não sou que digo, foi o Barroso.

  4. oh pê, isso vais ter que perguntar ao viegas, o resto é um suponhamos meu para justificar a ligação de acordo com a óptica do perguntador.

  5. Em qualquer inquérito, quando ainda ninguém consegue assegurar o que é verdade ou mentira porque não é público, a torneira nunca começa a pingar por acaso. Mas depois de começar a pingar a Justiça só volta a ser justa se abrirem a torneira toda e tornarem o inquérito público como o processo na acusação, quando o arguido também já pode a mexer os braçinhos e nós a cabecinha. Mas isso nunca acontece porque pode perturbar o inquérito, vulgo a lenha a arder na fogueira da Inquisição. É assim tão difícil perceber isto? E alguém manda engavetar um ex-PM, que nem perturba nada a paz social, já sem provas irrefutáveis? Acabou de acontecer em Portugal porque já sabiam de antemão que era a única maneira de o meterem na cadeia.

  6. Valupi,

    O último comentário diz respeito como é óbvio ao post anterior, onde parece que continuam as muitas dificuldades em distinguir um inquérito de uma acusação.

  7. P, a dívida em 2005 era de 67%. Em 2011, quando em meados do ano Passos Coelho assumiu o cargo de primeiro-ministro, a dívida era de 111.1%.

    A dívida cresceu nestes últimos anos por três razões:

    1) Tendo havido recessão (à data de 2014, um decréscimo de cerca de 7% do PIB desde que começou a crise das dívidas soberanas) e sendo a dívida apresentada como um rácio onde no denominador consta o PIB, esse rácio aumenta exatamente porque o PIB diminui.
    2) Uma boa parcela da dívida até 2011 estava “oculta”, pois apesar de tecnicamente ser pública, era devida por empresas públicas (Metro, CP, Carris, REFER, etc.) ou de empresas no perímetro do Estado, por isso a mesma não era apresentada na contabilidade oficial da dívida. Desde 2011 que essa dívida tem passado gradualmente para o domínio do Tesouro, ficando as empresa públicas obrigadas a financiarem-se junto do Orçamento de Estado e não da banca comercial. A título de exemplo, à data da assinatura do memorando, só a dívida das empresas de transportes públicos rondava 17 mil milhões de euros, cerca de 10% do PIB.
    3) Tendo o BCE, a Comissão Europeia e o FMI emprestado a Portugal cerca de 78 mil milhões de euros (47% do PIB), aquando do memorando de entendimento, esse mesmo valor foi sendo gradualmente adicionado à dívida pública.

  8. Com tantas greves nem é preciso feriados.

    Já só mexemos os olhinhos!

    Agora o 1º de Dezembro quem o festeja é o Filipe 6º que o seu avo o 4º não lhe quiz deixar tal herança, chiça!

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