29 thoughts on “Exactissimamente”

  1. Lamento, mas para quem como eu mora em Lisboa e vê estas situações com bandos de miúdos delinquentes acontecerem vezes de mais, a atitude da polícia apenas peca por tardia e leve. A cor de pele parece um motivador para a acção da polícia, da mesma forma que numa manifestação de extrema direita, o cabelo rapado e a cor branca seria. É discrimação? Não. É reposição da ordem pública, através dos sinais exteriores que identificam o grupo que causa os desacatos.

    Quanto às queixas de racismo. Teria eu mais razões para essas queixas, por todas as vezes que fui assaltado ou espancado por bandos de miudos de cor negra, apenas por… ser branco.

    Se de forma inteligente, colocarem a questão noutros termos, tais como – o que fazer para integrar estes grupos na sociedade, ou o que o governo actual tem feito para motivar o aumento da criminalidade e a segregação – estaria totalmente de acordo. E aí sim, poderiamos ter uma discussão positiva.

    Atacar a polícia nos termos em que a Isabel o fez, é pura e simplesmente uma estupidez e uma atitude discriminatória, contra a polícia.

  2. abaixo o racismo, sim, e o abuso de autoridade. mas o tratamento por tu não é linguagem incorrecta em lado nenhum a não ser nas elites portuguesas…

  3. Se em vez do vasco da gama, os putos estivessem a querer subir as escadarias do parlamento, o val estaria a aplaudir as táticas da polícia. este gajo é uma farsa, mas didático, pelo que de leitura obrigatória.

  4. bom então se além de estarem a subir as escadarias do parlamento, estivesse lá dentro da deputada a isabelinha de quem, por gralha, se falou nos comentários acima, o val até engraxaria as botifarras da politzei depois de bem arrear nesses putos insurretos.

  5. Estou de acordo com Mister H, acho que F. Câncio não
    está a julgar bem a situação, não se trata de discrimina-
    ção racial é antes uma precaução face aos antecedentes!
    É de suspeitar deste tipo de concentrações via net ou sms,
    podem esconder intenções dolosas, tipo arrastão dentro
    de um Centro Comercial, com centenas de jovens cheios
    de “razão” e descomandados mas, o “núcleo” tem o seu
    objectivo bem delineado! É preciso esclarecer os jovens,
    para não se deixarem manipular em “manifestações” de
    carinho como estas … ainda se fosse num jardim !!!

  6. o próximo da série polícia-mordelo vai ser dedicado à discriminação & violência de métodos claque de futebol vs assinatura de camarote.

  7. J. Madeira, tu é que não estás a julgar bem a situação, porque a situação julgada diz apenas respeito a uma troca de palavras entre um cidadão e um polícia. É isso, e só isso, que está em causa no texto da Fernanda – sendo que nisso estão em causa questões fundamentais relativas ao uso da autoridade policial e aos direitos dos cidadãos.

    Aparentemente, é uma operação mental difícil para muitos portugueses entenderem que há algo de errado quando um polícia diz a um cidadão “não podes entrar neste espaço público por esta porta porque eu não quero”.

  8. tamém acho, oh valupi. a bófia deveria frequentar um curso intensivo de boas maneiras no blogue do seixas, a pretalhada obrigada a ler uns livros da paula bóbó antes de frequentar centros comerciais e a miss câncio fazer jogging prá buraca.

  9. O polícia só pecou por dar explicações pacientemente à borliú.
    Quando a polícia souber dar explicações não vai para a rua fardado, vai para “explicador”.

  10. esqueci-me de dizer duas coisas:

    mudaria alguma coisa se o polícia-cabrão, não o serão todos obviamente, senhor não pode entrar neste espaço público porque eu não quero?

    Mister H, a Isabel tem mais o que fazer do que escrever sobre abuso de autoridade e racismo (porque o texto também fala de racismo): tem de chamar fotógrafos à praia para tirar fotografias sensuais em bicos de argila e de caipirinhas, carago.
    :-)

  11. A “tampa da panela” estás prestes a saltar. Por todo lado. A lei do mais forte regressa em força, neste início do terceiro milénio. Quem diria! Israel aplica na Palestina a *solução final”, porque tem força para o fazer. Os polícias, provocados ou não, como estamos fartos de ver neste “paraíso à beira-mar plantado”, excedem-se impunemente. Claro que não o “mais forte” não é o governo, mas, no caso comentado, o dono do hipermercado. Pena que a F. Câncio tenha comentado a árvore, quando a floresta regressada da lei da selva é que explica tanto a atitude provocatória (como pareceu) do grupo de negros como o excesso do polícia do (dono) do hiper. Assim, a F.Câncio , em vez de denunciar o grande crime do grande criminoso, denuncia o pilha-galinhas que é aquele polícia. Deve ter aprendido com a justiça que temos, quando actua severamente contra os pequenos furtos nos mesmos hipers…E falo eu assim, que sou uma admiradora da Fernanda Câncio.

  12. É só chato quando são justos a pagar por pecadores.

    Ó Linda, bom era no tempo em que em Lisboa o guarda nocturno baixinho e barrigudo cincoentão com um cacetete de pau às cinta e as chaves das lojas a tilintar, chegava e sobrava.

    Só que não sabia dar explicações a “minorias”.

    E ai de quem tocasse com uma unha na autoridade.

  13. a maria abril está cada vez mais alucinada e só presta atenção àquelas notícias que corroboram as suas desvairadas teorias acerca do que se passa neste “terceiro milénio” o do final dos tempos. sim, maria, coisas horríveis vão acontecer neste terceiro, basta atentar no significado místico do número três. não mudes de pílula, não…

  14. Ó Linda, nesse tempo de terror saías à meia noite sozinha dum cinema da Avenida ou de um bar do Cais do Sodré às 4 da matina, sem medo nem terror, para qualquer subúrbio de Lisboa.

    Em transporte público ou a pé, sem ninguém te incomodar, sem câmaras de vídeo a vigiar.

    Liberdade? se a soubermos usar, o que é difícil!

  15. se alguem tivesse duvidas o comportamento do policia dissipou-as,quando diz : tu não entras por causa do que se passou hoje de tarde.pergunto: se houvesse um rixa com brancos,isso impedia que um branco entrasse de tarde? acho que não.temos que evitar ajuntamentos totalmente despropositados tantos de brancos como de pretos.só na missa ou no estado da luz!

  16. val,desculpa a deriva.gostava de saber, se o novo banco vai entrar de imediato na bolsa e se a sua cotaçao vai ser superior à do bcp.convem não esquecer os 175000 pequenos acionistas que em varios grupos vão mover açoes judiciais.a ser-lhes dada razão, quantos milhoes têm que ser reembolsados?

  17. posso: porq n quero “@vitormsm: @fcancio Pode divulgar porque razão os seus artigos de opinião no DN não podem ser comentados?” no twitter da autora-modelo

    afinal aprendeu umas merdas sobre discussões com a polícia

  18. estás tolinho da cabeça, Reaça. o outro do filme, antes disso, também falava com os candeeiros a petróleo na rua. que bom que é ser bebedolas.

  19. Há 40 anos perguntava-se em comícios se cagar à porta do padre ou faltar ao respeito à GNR era liberdade ou não.

    Mas aí ainda não distinguiamos “liberdade” de “roda livre”.

  20. Imaginemos que o Carlos Costa dizia ao DDT o mesmo que o polícia disse aos putos.
    “Eh pá! Não podes entrar por aí por causa do que aconteceu ao BPN.”
    Se calhar, a frase, é capaz de não ser descabida de todo…digo eu…

  21. Enapa, andas a frequentar muitas missas ou a espreitar as assembleias das testemunhas de jeová ou dos “santos dos últimos dias”. Falas com tanto à-vontade do “fim dos tempos”, que, se calhar, ainda te lembras de com o foi o “princípio dos tempos”. Se deixares de lado a histórias dos princípios e dos fins do tempo, acabarás por ver sinais de que estamos em transito acelerado para uma nova era. Não podemos saber como será quanto à harmonia ou desavença entre os humanos, mas já é certo que te vou poder mandar um traque mal cheiroso por email. Depois é que me vais dizer que estou alucinada.

  22. Perguntas de simples resposta:
    1. – Deve a cor da pele ser factor de discrminação?
    2. – Devemos ser tratados pelas forças de segurança com urbanidade ou sobranceria?
    3. – Deve um jornalista denunciar a árvore má no meio da floresta para tentar evitar o contágio?
    4. – Deverão as forças de segurança respeitar as normas relativas ao fardamento e apresentação?
    5. – Deverão as forças de segurança zelar pela manutenção da ordem com determinação mas sem exageros ou pelo contrário deverão exagerar na determinação?

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