Estão bem uns para os outros

As elites do PSD só conhecem a difamação e a calúnia como arma política. A difamação e a calúnia atraem canalhas, broncos e patarecos.

11 thoughts on “Estão bem uns para os outros”

  1. A grosso da escumalha portuguesa uniu-se numa luta sem tréguas, ao longo dos úlzimos seis/oito anos para assaltar o poder e colocar lá os seus lídimos representantes. Triunfou em toda a linha. Foi um colosal retrocesso civilizacional, que um povo infantilizado por séculos de santa inquisição, Salazar e senhoras de fátima, alegre e irresponsavelmente entronizou. A atitude do povo madeirense, ao aceitar e aplaudir o atropelo das mais elementares normas da democrcia, legislatura após legislatura, reelegendo quem reiteradamente desprezou a honerabilidade, é o exemplo mais evidente do substracto mental de um povo. Por isso não admira que, quando finalmente um governo se propôs investir como nunca na qualificação dos portugueses para superar atavismos seculares, esses mesmos portugueses, com a leviandade da sua ignorancia, não estranharam a suspensão do programa e-escolas, das “novas oportunidades”, do financiamento do recentissimo Instituto da nanotecnologia, do prémio aos melhores alunos e do reforço ao ensino privado para os meninos das endinheirados do país. (Um dia destes vão suspender o financiamento da investigação cientifica para que tudo fique como sempre foi).
    Só a ignorancia mais crassa fez com que o povo infantilizado entregasse o poder a meia duzia de espertalhões bem-falantes, quando a maior tempestade financeira do século se abatia sobre o mundo, com consequencias nefastas para o nosso país. Como se faz a um menino, os bandalhos disseram que “era só cá dentro” e eles como meninos acreditaram no seu presidente e no côro dos espertalhões carpulosos.
    Não é, evidentemente, uma ignorancia culpada. É uma ignorancia herdada.

  2. Todos os injustiçados em Portugal estão a unir-se numa luta sem tréguas para sanear os efeitos perversos da desgovernação dos últimos seis a oito anos de descalabro moral, orçamental, ético, político, que o socratismo representou. Temos de limpar Portugal dos crimes que esses anos representaram, colocar as coisas nos seus devidos lugares. Um Povo habituado à bufaria e à desconfiança preventiva do outro, coisa herdada em séculos de medo, terror, conformação às sucessivas formas de inquisição cá estabelecidas, exige libertação através da concertação das ruas com o que se impõe a partir da governação e está efectivamente a ser decretado: o socratismo poluiu todos os vectores da vida pública, ameaçou, chantageou, meteu no bolso de trás a Justiça, furtou-se a qualquer escrutínio público. Os principais videirinhos socialistas deixaram por cá as suas relíquias e as suas viúvas da assessoria língua-de-pau, enquanto se exilaram a salvo disto. Outros videirinhos socialistas continuam a exalar esterco e insolência nos cargos que ainda ocupam no Parlamento, por exemplo. Limpe-se Portugal desse lastro comprovadamente inescrupuloso com os dinheiros públicos. O Poder político não poderia continuar na mão desses arrivistas de meia-tijela, ávidos espertalhões bem-falantes como Sócrates, vendedor de farturas e grande semeador de merda, quando a maior tempestade financeira do século se abatia sobre o mundo e ele a potenciou precisamente contra nós com todos os laivos de sociopática persistência demente khadafiana. As consequências estão à vista. O que se fez cá dentro foi agravar a tempestade, destelhar o nosso edifício de quaisquer hipóteses de sustentabilidade. Se Cavaco foi um monumento de calculismo e impotência, nunca encalacrando tais agentes políticos, até que a reeleição estivesse garantida, quem desgovernou risonha e optimisticamente não pode continuar em paz, gozando os seus duvidosos proventos. Cace-se o lixo. Imputem-se responsabilidades. Quem engordou indevidamente, deve-nos explicações a nós que roçamos o pó sem qualquer culpa. É por isso que não poderia ser mais estranho que, num País sem justiça ou com ela desproporcional para com o grau de ladroagem do ladrão, o constitucionalista José Joaquim Gomes Canotilho alerte, não para a impunidade grosseira no País, mas para os perigos dos “justiceiros”, e para “a ideia, que está muito no povo, que temos de colocar no pelourinho” aqueles que “fizeram mal ao país”. Ó José Joaquim, qual é a alternativa? Ficar tudo como dantes enquanto empobrecemos e sofremos e os autores morais e factuais da nossa miséria se cevam e locupletam? Por amor de Deus, façamos justiça, crivemos, analisemos os pecados governamentais dos anos mais recentes. Exijamos uma Justiça corajosa, finalmente, ousada. Inove-se em coragem, por favor. Há quem esteja na prisão por muito menos comparado com a extensa incúria, ladroagem e dano político dos últimos anos socratistas.

  3. Não é em nada importante o que o PS quer. Mas o que o Povo quer. E NÓS queremos que o PS esclareça o que fez ao dinheiro nestes últimos 13 anos em que governou o país. O dinheiro não se evaporou,estará em algum sítio. O PS é que deve esclarecimentos ao Povo. A começar pelo Constâncio. Os socialistas deviam desaparecer da cena ou então temos que os caçar à mão e pôr uma corda ao pescoço a cada um deles e num poste ,na vertical.Devem ser lindos ver alguns que se fartam de rir no parlamento ficarem bem rouxos e de língua de fora .

  4. Sim teófilo: dos esgotos

    para onde gente como tu e mais estes merdas que fazem rimar socialismo e justiça social com ilusão e mentira

    nos enviaram

    E NÓS queremos que o PS esclareça o que fez ao dinheiro nestes últimos 13 anos em que governou o país??????

    respondes ó ratazana …

  5. Caro José Martins,
    a imagem que vê refletida no espelho é a sua e o espelho não sou eu. Admito que nesta hora de aflição a sua confusão seja grande, o que é natural.
    Claro que todos nós sabemos que aundo os argumentos faltam o insulto é o caminho mais fácil para a resposta.
    Gostaria de recordar-lhe que quem estourou as verbas do FSE, transformamdo-as em vivendas no Algarve, carros de luxo, contas na estranja e guarda-roupas fantásticos, não foi o Sócrates?
    Quem desmantelou a frota pesqueira e pagou aos lavradores para não produzir também não foi ele.
    Quem construiu bancos a partir do nada para deixar os depositantes com nada nas mãos foram sócios de outra agremiação.
    Quem matou doentes com sangue inquinado por ser mais barato não fez parte dos governos socialistas.
    Quem se esqueceu de industrializar o País e alimentou os tecelões a Ferraris e Porsches foram governos que tinham o amarelo misturado com o vermelho.
    Quem ficou com o nome do rei do asfalto foi um ministro alaranjado. Os buracos do CCB e da Expo não tiveram os socialistas no seu lançamento.
    Quem há meses não via a crise internacional e dizia que já chegava de pedir sacrifícios aos portugueses e que agora descobriu que a culpa do País estar assim é da falta de polírticas sérias da Europa também não se chama Sócrates.
    Quem colocou a função pública no patamar da terceira mais cara dos países europeus foi o atual presidente da república, segundo afirmações do seu antigo ministro Cadilhe e contra a opinião deste.
    Se quiser saber mais sobre quem andou alegremente a destruir este País diga, que eu tenho mais para deitar para fora e memória é coisa que felizmente não me falta.

  6. mas ó ratazana Teófilo, estás a falar da mesma merda do costume, coisa que pareces ser um entendido. rebolas-te nela há anos certamente. e como te cobre também os olhos, como grossas lentes de mistificação e auto-piedade, não queres (querem) e provavelmente não consegues ver o óbvio:
    foram os modelos ideológicos de esquerda balofa, desonesta e decrépita e de uma direita proxeneta da esquerda – que só sobrevivem na ilusão e com o dinheiro emprestado – que nos fizeram cair no lodaçal.
    Xuxas PS’s mentirosos em particular, na maior parte do tempo, e PSD’s crápulas e peçhonhentos em geral são todos farinha do mesmo saco: cobardes, incompetentes e ladrões.

    Mas a pergunta fica: E NÓS queremos que o PS esclareça o que fez ao dinheiro nestes últimos 13 anos em que governou o país??????

    porque eu sei, que tu sabes que nós sabemos que não tens resposta para isso; simplesmente porque a realidade não permite mais patacuadas bacocas como as tuas.

    chegou a hora da limpeza … aproveita

  7. Caro José Martins,
    de certeza não andou nas novas oportunidades para aprender o vocabulário que tão bem assenta na sua personagem.
    Resposta ao que escrevi ou apenas uma negação do ocorrido não arranja, pois não?
    Os culpados são sempre os “crápulas” dos PS’s e PSD’s, o CDS nunca esteve no governo e o PC também não, não é verdade.
    Eu não sei o que você sabe, nem você sabe o que eu sei, consigo adivinhar que é mais um “bocas” que gosta de mandar uns palpites, culpa alguém por não conseguir ter uma relação estável consigo mesmo, e pensa ser realeza, pois fala de si na primeira pessoa do plural.
    Quanto aos modelos ideológicos, há muito que foram metidos na gaveta por um senhor que lutou muito para lhe permitir escrever assim em público.
    Até um dia!

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