És mesmo tu, Zé Manel?

Enquanto o personagem que se esconde por trás do pseudónimo “Valupi” não der a cara, JPP tem toda a razão para atacar os bloguers anónimos. Já não bastavam os do Câmara Corporativa.

É possível, porventura, esclarecer-nos sobre esta matéria?

José Manuel Fernandes

170 thoughts on “És mesmo tu, Zé Manel?”

  1. Val: tens os maoístas num desasossego. Os sabujecos estão que não se aguentam, querem saber quem és, vigiar-te, dizer mal de ti aos vizinhos, chamar-te nomes, enfim, precisam de silenciar-te seja como for. Julgava-os mais ardilosos, com melhor capacidade de investigação, estes sherloques de trazer por casa, sempre tão rápidos nas “deduções” nos freeports e quejandos. Se tu estás farto de dizer que há milhentas pessoas que sabem quem és, e ainda assim, mesmo sendo eles as aleivosas centrais dos mentideros, não conseguem fazer-te uma espera, é que nâo são só medíocres como politicos, também o são como calhordas. Continua a dar-lhes tanga. Enquanto estas alimárias continuem a destilar o seu ódio, nós sabemos que ainda há esperança.

  2. O Zé Manel, ex-distintíssimo director de O Público, ex maoísta(convicto), ex-outras coisas e quiçá candidato a muitas outras, consta que apontou no seu caderninho de danças o ojectivo do ano de 2010: descobrir quem é o Valupi.
    Esperemos as cenas dos próximos capítulos.

  3. (estou cá com uma vontadinha de criar um grupo no Facebook chamado ” O Valupi sou eu”… será que conseguiriamos ter muitas caras para mostrar?)

  4. Excepcionalmente, vou comentar um post sobre um assunto para o qual me estou completamente nas tintas.

    Se o autor da citação se tivesse dado ao trabalho de reler o que escreveu, ter-se-ia apercebido que ha uma premissa implicita (mas nem por isso menos importante) no seu raciocinio : se JPP faz bem em atacar os bloguers anonimos, so pode ser porque não tem por onde atacar o que eles dizem…

    Não supreende que o autor da frase não se tenha apercebido do que esta a dizer. E’ o que acontece a quem, por norma, atenta mais em quem diz do que no conteudo do que é dito.

    Que se possa fazer carreira no jornalismo com esse defeito é um mistério para mim. Por isso deixei de ler jornais, e voltarei a fazê-lo no dia em que eles voltarem a fazer informação.

    PS : Não sou anonimo

  5. Sobre a questão do anonimato penso que está tudo dito. Mais importante do que o mensageiro é a mensagem; há quem pense que matando um matam a outra. Mas não – tal não acontece. Às vezes pico-me mas são coisas menores aqui no «aspirinab», tipos que tentam atacar com piadas parvas e levam para tabaco.

  6. Este Zé Manel é aquele Zé Manel que patrocinou (com a conivência do marido da D. Maria e do Lima) inventonas de escutas para tentar condicionar resultados eleitorais? Não é aquele tipo que qdo a golpada foi descoberta foi à SICN fazer umas figuras tristes de acusar o SIS de fazer e acontecer e poucas horas dps desmentiu-se a ele próprio?
    Se é o mesmo Zé Manel está visto que não se enxerga?
    Ó Zé Manel larga o vinho!

  7. cabrinha sempre com boas idéias,

    exactamente: o que importa é o significado, não o significante, esse é um avatar.

  8. Caro &,

    Percebo o que você quer dizer e concordo, mas aqui entre nos, que ninguém esta a ouvir, não me parece que o significante seja isso. Alias, o que nos estamos a dizer, precisamente, é que o significante não é isso, e que so é significante porque (e na medida em que) carrega um significado, que em principio é o que interessa.

    O resto sera talvez canto nupcial, palmas no peito, mensuração de pila, etc. Ou seja, formas de atrair atenção para o locutor (ou partes dele que o incomodam). Mas significante, não sei… Penso que você queria antes dizer o “mensageiro”.

    Quanto ao resto, tudo bem.

  9. Sem evidencia, mas com carradas de palpite, trata-se isto de mais um engenhoso exercicio de auto-promocao de mestre Val-UPI. A historia repete-se. Ja no seculo XIX viamos destas gracinhas. Mas mesmo aceitando de cara seria que esta artimanha bem bolada e arquitectada do nosso mestre e anfitriao nao passe de mera iniciativa para estender aos jornais a campanha em nome da minoria pseudonica, ou pseudonimica, para forcar uma revisao a Constituicao da republica parademocratica que institua o direito de personalidades tipo Homem Morcego e Mulher Aranha a candidatarem-se a presidentes de Republica, Bancos, etc., nao estou a ver muito bem que influencia e que isso ira ter no preco das bananas ou nos efeitos toxicos da vacinas contra a gripe bovina, ou nos efeitos hipotermicos do aquecimento global.

    Se revelar a cara denota valentia e coragem, por que razao os pachecos, manelas, cavacos, alegres, socrates, jeronimos e o resto do aspecto circense visto de perfil, nao tiraram cursos de paraquedismo e foram defender a patria decmocratica para o Iraque e Afganistao em vez de mandarem os filhos dos outros?

  10. Caro Jv,

    o significante é o suporte físico do significado, pode vê-lo em vários planos sucessivos, desde o html ao ícone – é a distinção saussuriana significante/significado simplificada, o Saussure começou por falar do significante como imagem sonora ou coisa semelhante, depois reduziu-se a suporte físico – os pixeis negros que está a ler agora, que formam caracteres, que formam palavras, que formam sintagmas, que fazem sentido mediante um código que é a sintaxe da língua portuguesa que por sua vez opera efeitos de sentido numa cultura, também se diz semiosfera. Mesmo que não seja tal qual dá uma boa aproximação.

  11. a) então não é o zé manel que era o especialista dos anónimos, especialmente das fontes anónimas de belém? e agora está contra os anónimos? bem sei que lhe descobriram as fontes anónimas mas, caramba, um pouco de coerência também é preciso.
    b) a caça às bruxas do pacheco nada têm a ver com os conteúdos dos blogs que ele ataca (embora, como convém, ele diga que sim mas não concretiza). se ele quisesse atacar os bolgs pelos seus conteúdos canalhas então gastaria o seu tempo consigo mesmo e com outros blogs bem conhecidos (para além dos media) que no último ano não têm feito mais nada que lançar calúnias e suspeitas sobre alguém que nós bem conhecemos.
    c) esta caça às bruxas tem tido algum sucesso pois até o blogger carlos santos aderiu, para gáudio da direita ranhosa.
    d) por outro lado esta caça aos últimos redutos onde a coligação anti-sócrates não domina, fez disparar a cotação do aspirina b. e isso reflecte o facto das postas aqui postadas fazerem mossa na cabeça do pacheco. por outro lado é sinal que o aguardado livrinho com as postas coligidas estará prestes a sair cá para fora.

  12. Caro &,

    Obrigado. Eu sei o que é o significante e ja desconfiava que você também soubesse. Por isso, alias, é que fiz o meu comentario, que consiste em apontar que, quando estamos a criticar a frase do JMF, estamos precisamente a dizer o contrario de “o significante é um avatar” (ou “o significante não importa”). Estamos a dizer que o que interessa é o significante (os significantes), e que interessa(m) precisamente na medida em que veicula(m) um significado.

    Ou não ?

  13. É o treinador do Vitoria de Setubal! Um ídolo de infância do Val:))
    Aquela dupla, Manel Fernandes/Jordão, aquilo é que era hem?

  14. mutatis mutandis o significante é o suporte mensageiro e o significado é a mensagem e é essa que conta, não é isso que se está a dizer?

  15. Aviso:
    Querem acabar com o Valupi. Daqui proponho que todos os Aspirinas usem a frase de António Oliveira, enquanto jogador do Sporting. Quando um Leão cai muitos outros se levantarão – se a frase não está correcta, vale a intenção. Façamos o mesmo com Valupi.

  16. Como diz a Carmen Maria, este Zé Manel pode ser um outro Zé Manel ou Zé Manel algum. Exactamente, é esse o ponto. Quer dizer que as identidades na Internet, em certos níveis de informação (como este de usar caracteres digitais para criar um nome), pertencem a outra categoria que não a do registo civil e biográfico. Na Internet, podemos usar nomes alternativos ou nome nenhum. Essa liberdade é inerente ao meio e fez dele o espaço ilimitado de convívio que se usufrui sem ter que dar cavaco (ou pacheco) a alguém.

  17. “José Manuel Fernandes” é, de facto, um nickname colectivo, usado por um grupo de maoistas arrependidos a soldo da laranja, entre os quais o próprio JMF, que dessa maneira ardilosa pensa conseguir enganar toda a gente, inclusive a si próprio.

    O nickname “José Manuel Fernandes” está interessadíssimo em arrombar o bilhete de identidade do Val para poder avançar para ataques ad hominem, sua reconhecida especialidade.

  18. O JPP devia ser castigado pela Alta Autoridade para a Concorrência… Ainda existem leis contra os monopólios neste país não? É que o JPP quer ser o único a ser pago para dizer mal de tudo e todos… Reparem… O JPP recebe do Estado, da SIC e da Sábado para fazer críticas à falta de personalidade do PM! Tem um blogue onde só ele opina, pois não são permitidos os comentários (atitude muito democrática). No caso dele é liberdade de expressão e ai se o calam… No caso dos outros é difamação, selvajaria e uma cambada de vendidos… E agora vêm ai os outros fazer o mesmo que ele? Que é lá isso?

    Valupi tas mal pago! Tens de ir ao DN (que na boca de alguns, por não falar sempre mal do governo, é vendido), RTP (agora que o António Vitorina vai sair) e o receber dinheiro do estado já tas tratado, pois eu sei muito bem que és assessor (o que aliás se vê logo da forma escorreita como escreves e pelo que escreves, pois na concepção do JPP só fala bem do governo e do Sócrates, quem está a seu soldo).

    Já agora deixo-te um conselho… Não reveles o teu nome, pois não te vale de nada… Se disseres que és o António Maria Gonçalves e Silva, eles vão achar que é um pseudónimo, que não é o teu nome verdadeiro e que assim fica provado, sem qualquer dúvida, que és o próprio Sócrates em pessoa, pelo que se prova cabalmente que o Sócrates é narcisista e que alimenta o Culto de Personalidade em volta de si, pois só o próprio Sócrates é que teria a lata de escrever este tipo de opiniões num blog e dizer mal dos outros.

    Gostaria de saber a opinião de JPP sobre Fernando Pessoa e os seus Heterónimos.

  19. Caro &,

    Ha uma enorme discrepância entre o interesse da sua objecção e o do assunto do post (que é proximo de zero). Continuaremos com certeza a conversa noutros sitio porque, de facto, o que você afirma é mais do que discutivel (a meu ver). O significante não é separavel do significado como o suporte o é da mensagem. Antes pelo contrario, o significante é, ele também (com o significado que veicula), a mensagem. Ja o locutor (o mensageiro) é inteiramente separavel da mensagem…

  20. Temos o Hoover do FBI, versão sec.XXI? A ciência que se afirme, entretanto o sujeito não é anónimo, mostra-se e só não vê quem não quer ver e, daí naturalmente estabelecem-se comparações mas é chato, aparece sem ser chamado e por conta disso os netos aprendem palavrões.
    Mas se o americano foi corrido por não ter apanhado o Fidel, o português foi corrido por não ter apanhado, quem? O malabarista, sem ofensa aos malabares, não se descose e eu ainda vou apelar a Odin que tem dois poisos, ali no algar da Boca da Serra e na pedreira do Galinha, como quem diz, Candeeiros e Serra de Aire.
    Depois, se aparecer em versão do Senhor das Serras, montado na burra do Raul, queixe-se ao Camões que sabe das ninfas.

  21. Existe uma especificidade e, se quisermos, uma cultura inerente à net que não pode ficar aprisionada dos velhos métodos culturais analógicos, de regras de controle, identidade e modelos de negócio.Nem por acaso a Google decidiu fazer frente e denunciar os ataques do governo chinês ( uma bofetada indirecta aos nossos ex-maoistas :))) )trocando o negocio pela transparência e pela liberdade/sigilo apesar de a propria Google constituir hoje em dia uma das ameaças caso haja uma má utilização (sempre possivel) da enorme quantidade de informação ao seu dispôr. O que existe é o medo de quem sempre teve poder sobre as pessoas na forma como dominava a comunicação( basicamente unidireccional) e os negocios.
    O controle já não funciona, a imaterialidade e a partilha deram cabo da hierarquia vertical em quase todas as áreas.

  22. por dog e chien você quer dizer o mesmo significado e no entanto os significantes são completamente diferentes, não têm uma única letra em comum.

  23. jmf pode ser um patife, um mensageiro da desgraça, um moleque ao serviço da Sonae, pode ser isso tudo!
    Tem porém uma qualidade rara: Ele é o duplo do pacheco. A sua sombra interactiva. Quando o pacheco escreve, o jmf assina por baixo! E vice-versa!
    No entanto estes tiques policiais, esta insistência pidesca na descoberta da “verdade” e da identidade de quem faz panfletos, o que é que me lembra?
    O azar é que as prisões, onde se aplicavam aqueles sofisticados métodos de investigação, já estão um bocado fora de moda!
    Não fora isso….

  24. «Ha uma enorme discrepância entre o interesse da sua objecção e o do assunto do post (que é proximo de zero)»

    o que é que é próximo de zero?

  25. K: “O controle já não funciona, a imaterialidade e a partilha deram cabo da hierarquia vertical em quase todas as áreas.”……………e ainda BEM! :)

    A Verdade vale por si mesma!…….essa é a sua identidade e o seu BEM! Doa a quer doer!

    Felizmente ainda existem pessoas como o Valupi……….para que existam espaços amplos onde possamos respirar sem perseguições (para além das reservas naturais) e aspirar à construção da sociedade civil onde o cidadão possa ser o Humano que pode Ser!

  26. Pois, pode ser outro zé manel, mas o comportamento paranóico é o do zé manel amigo dos anónimos da presidência…

    Depois das tristes figuras que o Nuno relembra – e que foram públicas – aconteceram mais dentro do próprio jornal: quando a careca já estava toda descoberta, deu ordens aos técnicos para que vasculhassem os computadores todos, mails pessoais, tudo, dos colaboradores dos jornais. A ver se apanhava o filho da mãe que tinha passado a informação para fora. O que além de ilegalíssimo, é pidesco.
    Mas é a escola que ele tem…não se esqueçam que o homem agora participa nos jantares e eventos do psd, que tem já uma data de ex-maoistas no seu seio.

  27. Caro &,

    Como disse continuamos noutro dia, porque o assunto é de facto interessante. Exemplo : “chien de fusil” não é transmitido por “dog” (que eu saiba), portanto como vê não é assim tão simples. Volte la ler o Curso de Linguistica Geral e vera que a paginas tantas esta explicado que não existem “ideias” ou “conceitos” separados das palavras (dos fonemas) que os traduzem, nem portanto “significados” com consistência completamente independente dos “significantes” que os exprimem. Acho que o exemplo dado para ilustrar é o das dunas de areia no deserto : a sua consistência não se pode reduzir nem à areia, nem ao vento, mas esta na interacção dos dois.

    Quando digo que o assunto do post não tem interesse, não é uma critica ao Valupi, é apenas para dizer que, pessoalmente, não me consigo apaixonar por esse tipo de questões (quem é ele, qual é o tamanho do meu, etc.).

  28. Caro &,

    Se me permite, para terminar (por hoje, da minha parte). O meu primeiro reparo tinha directamente a ver com a dificuldade que nos opõe : se pensar bem, o que estamos a dizer é que o JPP fazia bem em preocupar-se com o conteudo dos posts, e não com saber quem os escreveu. Quando dizemos isso, estamos ou não a dizer que o JPP se devia preocupar com significantes (na medida em que veiculam um significado) e não com a pessoa que os emite ?

  29. podemos continuar noutro dia, noutro post, claro; que os significados estão absolutamente amarrados aos fonemas é coisa que não subscrevo: em diferentes culturas estão agarrados a fonemas diferentes que só se traduzem entre si mediante uma referência comum; já outra coisa é que o significado é veículado por significantes, a operação é plurívoca, logo a inversão simples não existe.

    entretanto zangam-se as comadres,

    Cui bono?

  30. K
    “O que existe é o medo de quem sempre teve poder sobre as pessoas na forma como dominava a comunicação (basicamente unidireccional) e os negócios”.
    O computador, o livro e a lousa,
    O livro e a lousa são uns utensílios escolares que nos anos cinquenta pavoneavam-se nas malas ou sacas dos alunos portugueses. Era de fácil transporte e manuseamento. Na lousa se nos enganávamos bastava uma simples cuspidela, para corrigir o erro – os correctores de outrora eram fáceis de transportar e ocupavam pouco espaço. Tinha casado com o Lápis e por força dessa união, o Lápis, passou a chamar-se Lápis de Lousa. Havia os mestres escolas, para nos ensinar a fazer as letras e os algarismos, uns bem-feitos outros autênticos gatafunhos. Gostava dela mas, por ano estriava umas poucas, o pôr a mala da escola a fazer de poste de baliza, nos jogos de futebol, levou a que algumas fossem partidas. O que originou a umas repreensões e castigos.
    Não tinha culpa, não fazia por mal, também não queria ser um betinho. No computador tenho uma certa queda mas nunca tirei nenhum curso. Há uns meses houve um curso de cinquenta horas no qual me inscrevi. Andava à procura de um que ensinasse o Visual Basic, disseram que não havia, que ia ser dado um sobre a internet.
    Na apresentação quando preenchi a ficha referi que era aposentado, disseram-me que tinha que pôr como desempregado senão não podia frequentar o curso. Como não sou pessoa de mentir, resolvi não aparecer mais. Entre uma coisa e outra prefiro a minha verticalidade.
    É evidente que hoje me sentia mais capaz para manusear a internet, mas se não vou lá directo, dou uma volta maior até conseguir o que quero. Faço pequenas bases de dados no Access, comprei uns livros e como tenho paciência e todo tempo do mundo, vou-me entretendo. “O saber não ocupa lugar, é bem-dito e bem certo o ditado, depois de se saber, beneficia-se com o resultado.”
    Hoje quase que não é preciso o livro, se precisamos de algo no computador temos um leque de opções. Estou convencido que daqui a uns anos não precisamos do teclado para nada, vamos ter «um chispe ou palavra-chave» e através da nossa memória, transmitimos para o computador e ele regista tudo. Vai revolucionar a indústria informática. Julgo que se devia apostar na formação dos professores, sobre os computadores, para através deles ensinar as nossas crianças. Há entendidos que se sentem ofendidos com os resultados a matemática e a português, não reparam que se uma pessoa sentir qualquer dificuldade, numa folha do Excel e na internet consegue-se tudo. Temos de apostar no futuro dos nossos jovens e o futuro é a informática. Neste caso o computador.
    Mas existem os, Pacheco Pereira e José Manuel Fernandes que invejam haver tantos computadores, devia de haver só o deles, por isso querem-nos tirar esse prazer.
    Portanto estão avisados, em tudo que escrevem, apliquem o vosso nome, mas o verdadeiro.

  31. Caro Jv, estamos a dizer o mesmo, o que importa é o conteúdo da mensagem do Valupi e não quem é o Valupi como significante. Eu disse em cima que podíamos usar o binómio significado/significante em vários planos por analogia, estou a referenciar o nick Valupi como metassignificante dos significados dos seus posts, ou o mensageiro, ou o avatar, como prefira.

  32. MANUEL PACHECO,

    Se voce tiver a ousadia de escrever outro comentario a este post com mais de tres linhas, chamo a policia!

  33. Eu sou um simples agricultor, mas parece-me, sempre me pareceu, que Julio Diniz, Alvaro de Campos, José Regio, Manuel Tiago, Miguel Torga, etc. etc eram bons escritores, tenho tirado prazer e encanto da sua leitura.
    Afinal agora parece que por serem pseudónimos, as suas obras devem ser deitadas à fogueira.
    Ahh, pois, mas sabia-se quem eram, ou soube-se mais tarde, e isso é o mais importante, claro, a obra de Julio Diniz era uma merda até se saber que o verdadeiro autor é Joaquim Guilherme Gomes Coelho, pronto, já se pode ler com agrado. E Torga? porra, aquilo é de fugir. Espera, afinal o verdadeiro nome dele é Adolfo Correia Rocha. Aínda bem que soube isso, já o posso ler descansado.
    Agora “O Mistério da Estrada de Sintra” é que é uma gaita, há capítulos que não se sabe bem se foi Eça ou Ramalho quem os escreveu, estou feito ao bife, enquanto isso não for deslindado não valem um corno. Este capitulo foi escrito por Eça, ohh, que encanto, este por Ramalho, sim sim, que peça litarária, este não se sabe, safa, xiça, rasga, deita fora, que porcaria, que promiscuidade.
    Confesso que não me chamo Zé, sou José. Dos Reis. Pronto, já me podem ler descansados, já sabem quem eu sou.

  34. Zé dos Reis,

    Sabemos outra coisa a teu respeito, ou pelo menos julgamos saber: És agricultor. Isso encanta-me, confesso.

  35. É pá, mas ainda se perde tempo com a merda que o Pacheco escreve ou diz.Qundo o ouvirem ou lerem,controlem-se,respirem fundo,relaxem e meditem,irão ver o progresso espiritual que alcançam.Irão perceber que o” lixo “que encontramos no dia a dia só serve para nos fazer evoluir.Paz e Amor para todos d`aqui do Algarve.

  36. Todos os ilustres “comentadores” que por este espaço aparecem, por acaso se conhecem? Concordemos ou não com o que se vai dizendo, vai havendo troca de argumentos – uns mais válidos do que outros, consoante a visão do problema de cada um – mas, ao que me parece, não há aqui ninguém que se queira tornar DONO DA VERDADE ABSOLUTA, a não ser esse tal JPP e um tal “José Manuel Fernandes”, seu “alter ego”. Se o “És mesmo tu, Zé Manel?” é o que eu penso, deve ainda estar a espumar-se de quando o seu patrão Belmiro de Azevedo disse gostar muito dele, porque era um “rapaz” , muito “rebelde”, pois quando jornalista da “Voz do Povo” (lembras-te Zé Manel? – eu lembro-me bem… e se quiseres algumas citações do dito, ainda te posso arranjar algumas, pois estão no baú das relíquias…) assumia posições que se demarcava do “status quo” vigente … (por estas ou outras palavras era o que dizia o “patrão”, por isso o contratou e ele “beijou a mão”…).
    Há homens(???) que fazem da sua coerência um “chiclet mascado”…

  37. Bom comentario, Antonio Reis.

    Ja agora, como agricultor, para quem e que trabalha: para si, para o governo, ou para a Nitratos, Maustratos e Fertilizantes, SARL?

  38. Valupi, mande o Pacheco à m…. ! Mas o Pacheco julga que estamos em ditadura e que ele, qual PIDE diligente, tem o direito de desvendar nomes?!?!

  39. Aire e Manuel Pacheco, nem mais, este novo mundo veio abrir cada vez mais as hipoteses de que cada um segundo o seu proprio esforço consiga produzir, elaborar, vender, relacionar, trocar etc… e retirou em grande parte o poder de intermediação de alguns senhoritos clássicos que por fazerem ou saberem quase nada beneficiavam do facto de não terem contraditorio e/ou concorrência. Assim , o “choque” tinha que se dar e dá-se no (infelizmente) unico meio neutro, a net. A diferença de palco é tão grande (mais densa, com melhor e mais variada argumentação e criatividade) que facilmente consideramos ridiculos certos argumentos ouvidos/vistos/lidos ao ritmo da coreografia jornalistica tuga, que trata quem lhes consome a fraca qualidade como idiota e acritico.

  40. O ser humano enquanto tal, num situação de limite manifesta-se, é natural que diga quem é o que fez e deixou por fazer mas ao Criador ou Natureza, estou a pensar no povo do Haiti, mas enquanto cidadão, responde perante o Estado e mais nada!
    Valupi não se revele, se o faz estraga tudo, é o que a seita da Marmeleira quer.
    Mas eu também não sou clandestino, o meu IP é único e exclusivo do utilizador, os pidescos que apareçam por cá. E por causas dos e das merdas, digo sou trabalhador por conta de outrém, técnico de telecomunicações principal, levo mais de quarenta anos de carreira contributiva ininterrupta mas, mesmo com o tempo de serviço militar, não atingi ainda a idade da reforma, sou delegado sindical, POR VONTADE EXPRESSA dos camaradas de trabalho, tenho obrigações inerentes.

  41. Quem és tu, João Massapina? Faz favor de mostrar os documentos, que na blogosfera “joão Massapina” vale tanto como ” adalberto da silva” ou ” maria das dores”, que é o que tem de valer. O que conta é o que dizes, não quem és…

  42. Há pessoas que só entendem as coisas quando se faz gritaria.

    O Val já disse e repetiu que não é ANONIMO. Escreve com um pseudónimo.
    Ainda não ficou claro, João Massapina ?

    A figura da pessoa para o meio que estamos a utilizar é absolutamente indiferente. O que importa é o que pensa e que escreve, como escreve e os comentários que se desenvolvem, decorrentes do seu pensamento.

    Se o que é dito incomoda alguns. Paciência. já lá vai o tempo em que a liberdade era um bem raro e precioso.

    Tomem uma Aspirina que isso passa.

  43. E tu quem és meu Caro anonimo de nome amaricado???
    Entra na net e consulta pelo nome, e desde logo ficas a saber quem é, quem agora te escreve e nunca se esconde no manto da cobardia do anonimato.

  44. Se o Val não fosse um mero anonimo escrevia, mesmo que debaixo de um pseudoniumo, e assinava e assumia tudo aquilo que postava, com a indicação do seu nome próprio.

    Acho que cada um vale aquilo que vale, e realmente quem manda as bacuradas que mais entende; mas não as assume enquanto cidadão, e passa a surgir como um simples fantasma, escondido debaixo de uma sigla, não passa de um cobardola que não tem a coragem de assumir aquilo que afirma, e portanto não podemos crer na veracidade de tudo aquilo que nos transmite.

    Obviamente que rio muito das bacuradas do Val, e de outros que utilizam o nevoeiro para escrever tudo quanto lhes passa pela cabeça… quando passsa… pois a maioria das afirmações são encomendadas a metro ou ao quilo por alguem que ainda é mais acobardado que o proprio escriba anonimo.

    Quanto a Aspirina:

    Recomendo sim, e de quando em vez também uma boa cachacinha… para acompanhar!

  45. Olha, estás muito mal escondido, Valupi. Todos sabem onde é o teu esconderijo, até cá vêm mimar-te. Não aparece é uma alminha (com ou sem nome) a apontar uma calúnia que seja daquelas que o Pacheco diz que por aqui abundam. E não é por falta de textos, que o arquivo do blogue tem muito para se entreterem. :)

  46. Carmen Maria: sim, sou agricultor. Sobre os encantos não me pronuncio em público, a modéstia não mo permite :)
    Dixit: Trabalho para mim e para si. Do meu trabalho tiro o rendimento que me permite viver com o conforto necessário. Lembro-lhe que o que come é produzido, pelo menos em parte, por outros como eu. Do meu rendimento pago os impostos devidos, se isso não o beneficia é porque não repara. Espero que também pague os seus impostos. Há muitos concidadãos nossos que dependem disso.
    Mas a sua pergunta mostrou que ou queria fazer uma piada ou não percebe nada do que eu tentei dizer-lhe. O que têm as minhas ideias a ver com para quem trabalho? Os Lusiadas foram escritos para Camões receber uns dinheiros de D. Sebastião, o tecto da capela sistina foi encomendado, Miguel Angelo pintou-o porque o Papa lhe pagou, não foi por ser um hobby dos seus tempos livres, a Gioconda foi uma encomenda a Da Vinci, bem assim como a Ultima Ceia. Bach escrevia música porque era a profissão dele, era pago para isso. Bethoven e Mozart idem. Todos pagos, todos vendidos ?

    Citando Eleanor Roosevelt:
    Great minds discuss ideas;
    Average minds discuss events;
    Small minds discuss people;

  47. Val:
    Um dia num programa radiofónico a locutora tinha uma voz que encantava os seus ouvintes. Dizia quem era mas como a rádio não mostra imagens ninguém a conhecia. Sabia-se que se chamava Maria Qualquer Coisa.
    Esse programa era diário e cada vez mais os ouvintes ficavam maravilhados, havendo um que se começou a apaixonar. Um dia teve a curiosidade de saber mais detalhes sobre a locutora e resolveu meter-se a caminho. Dirigiu-se ao estúdio da rádio e veio a saber que quem elegeu para sua Julieta era uma deficiente motora. Sofreu uma decepção porque entendia que quem tem assim uma voz, tinha de ser uma pessoa fisicamente perfeita. A partir desse momento nunca mais quis saber do programa e da locutora.
    Sirvo-me desta estória para dizer ao Valupi, que fique sempre anónimo e que não se dê a conhecer. Como uma vez aqui foi dito que devia de ser o Jacinto Lucas Pires, acredite que todas as quartas-feiras, quando vou ler o comentário que ele faz, sobre o Benfica, lembro-me sempre dessa passagem.
    Continue assim e mesmo que digam que eu digo sempre amém consigo, estou-me marimbando. De uma coisa tenho a certeza, quem desdenha quer comprar. Esses, Pacheco Pereira e José Manuel Fernandes o que queriam é que você tocasse a música deles.

    Quem não gosta desta gente,
    Não quer amar a cultura,
    Tenta queimar a semente
    Duma raiz já madura.

    Quadra de: Rodela

  48. João Massapina,

    cada cidadão tem o direito e o dever de defender a sua identidade de gente parva como tu. Se já persegues por causa de um nome, imagino se conhecesses o resto.

    Pois entra na net e descobrirás que o nome não é amaricado, é de mulher mesmo, que é o que eu sou. Ciao!

  49. Massapina, não é amaricado, claro, tudo neste “gajo” é sério menos a massapina que eu não sei o que é, o que será a massapina? Foda-se, tantas palavras por causa de uma coisa nojenta qualquer que dá pelo nome de JPP, como podia ser JMF, ou MRS, ou JAS, ou MCrespo. Até tivemos aqui uma lições de sintaxe ou semântica ou lá o que é! G’anda cultura meu.

  50. Amaricado

    Esclarecer que “Massapina” é um nome de familia, mais do que centrenaria de origem italiana que chegou a Portugal acompanhando a corte da futura Rainha D. Maria Pia.

    Acerca de amaricado, e já que estamos tão internacionais, segue em espanhol:

    ARQUITECTO: Dicese de un tipo que no fue lo suficientemente macho para ser ingeniero; ni lo suficientemente maricón para ser decorador.

  51. Amaricado,

    :)

    pfff…que cheiro a bolor! Vem lá do sótão do massapina :)
    Talvez esteja na altura de lhe fazeres uma remodelação :)

  52. A propósito de uivos Edie,

    O Uivo
    Allen Ginsberg

    Eu vi os expoentes de minha geração destruídos pela loucura, morrendo de fome, histéricos, nus, arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada em busca de uma dose violenta de qualquer coisa, “hipsters” com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato celestial com o dínamo estrelado da maquinaria da noite, que pobres, esfarrapados e olheiras fundas, viajaram fumando sentados na sobrenatural escuridão dos miseráveis apartamentos sem água quente, flutuando sobre os tetos das cidades contemplando jazz, que desnudaram seus cérebros ao céu sob o Elevado e viram anjos maometanos cambaleando iluminados nos telhados das casas de cômodos, que passaram por universidades com os olhos frios e radiantes alucinando Arkansas e tragédias à luz de William Blake entre os estudiosos da guerra, que foram expulsos das universidades por serem loucos e publicarem odes obscenas nas janelas do crânio, que se refugiaram em quartos de paredes de pintura descascada em roupa de baixo queimando seu dinheiro em cestas de papel, escutando o Terror através da parede, que foram detidos em suas barbas públicas voltando por Laredo com um cinturão de marijuana para Nova York, que comeram fogo em hotéis mal-pintados ou beberam terebentina em Paradise Alley, morreram ou flagelaram seus torsos noite após noite.
    (continua…) a tradução é brasileira.

    Este poema lançado no outono de 1956, foi apreendido pela polícia de San Francisco, sob a acusação de se tratar de uma obra obscena. O Supremo Tribunal viria a permitir a sua publicação. Foi contestado pela direita americana e tambem pela esquerda já vendeu milhões de exemplares e marca o início da Beat generation que pré anuncia uma época de mudanças na arte e na sociedade americana. Os censores são sempre os mesmos os pretextos quase iguais seja há décadas atrás seja hoje seja daqui a umas décadas. Escusado será dizer que o poema vendeu milhões de exemplares e é um icone da cultura universal do sec. XX. Allen Ginsberg como outros deste movimento era homossexual assumido.

  53. A proposito de uivos lacinantes… da dita Edie, e de outras matreirices:

    A dita cuja deveria repar nos vários níveis de insanidade mental que manifesta nos seus escritos, que obviamente não se devem só aos dias dificeis do mês; partindo do principio de que ainda se encontra fertil…

    Percebe-se agora os perigos de julgar o ser humano apenas e só pela sua composição material pondo de lado a sua alma e o seu espírito?

    Por isto se vê o quão maléfico o naturalismo é para a sociedade.

    Além disso, a hipocrisia do dito tribunal pessoal é óbvia; tendo dois peses e duas medidas:

    Se os tais anonimos tinham ou tem um predisposição genética para actos verbais violentos, ou para a difamação e calunia; porque é que eles tem que permanecer tanto tempo na prisão da nebelina do anonimato?

    Só pode ter uma resposta:

    COBARDIA!

    Se eles não tem controle sobre aquilo que fazem, escrevem e dizem; porque lhes está nos genes, então os seus proprios genes podem levar a obrigarem-no no extremo a no limite do desespero mental; matar outro homem e se escoder no anonimato.

    No entanto, o tribunal sabe que isto não é a história toda, e como tal, colocam o assassino na prisão. O tribunal sabe que, independentemente da nossa composição física, o ser humano é um agente livre para escolher o seu comportamento.

    Se este tribunal fosse coerente, eles mantinham a pena inicial

  54. Obrigada pelo uivo do Ginsberg K.

    Com isto, repuseste tudo no sítio.
    Vou sair agora. Protejamo-nos das mentes obscenas.
    Até já.

  55. finalmente conheci o Valupi!

    cruzámo-nos num restaurante e uma pessoa amiga apresentou-nos.
    afianço que tem dois olhos, duas orelhas, nariz, boca, dois braços e duas pernas.

    pela voz e barba, não podia ser um travesti. além disso foi mijar ao WC masculino.

    outro pormenor, é um bocado “pézudo”, calça para aí o 43, 44, livrei-me de boa de uma pisadela das suas botarras…

    e quase de certeza que não era “assessor” de ministro ou secretário de estado, pois não estava vestido de fato e gravata.

  56. O problema destas reconhecidas individualidades não é a falta de conhecimento da identidade dos bloguers. Coscuvilhice, isso sim. Quando muito, estas elites continuam tão viciadas em aquilatar o pedigree de cada um que não se controlam.
    O verdadeiro problema deles é a falta de argumentação e, como para estas mentes douradas é uma trabalheira assumir isso publicamente, vá de gastarem o tempo a fazer posts sobre os pseudónimos ou os pseudo anonimatos da net. E pelo meio quanto mais rótulos de “vendidos aos opositores” conseguirem colar, melhor. É uma postura elevadíssima para quem se pretende assumir como educador da catraiada, no que às alterações em curso na comunicação diz respeito.

    Confesso que um leigo como eu nestes assuntos até fica engasgado com a pertinência, razoabilidade e excelência argumentativa de divagações deste calibre vindo da parte de deputados analistas politico sociais. Força aí Pacheco Pereira, vai-te a eles! Deixo-te uma dica grátis, uma comissão parlamentar de inquérito à maneira, acabava com o assunto em três tempos. E como a outra das escutas ao Engenheiro não teve rodas para andar, sempre era entretém para mais três ou quatro semanas. Para além de permitir informação televisiva da melhor que para aí se faz.

  57. Caros anónimos, heterónimos e pseudónimos

    Nunca reveleis a vossa identidade aos bufos potenciais que por aí pululam. Eles só esperam uma oportunidade, estando no poder ou fora dele (TÊM HOJE JÁ QUASE TODA A COMUNICAÇÃO SOCIAL) para vos lixarem. Querem apanhar os nomes, como a PIDE, para exercer represálias. Eles não querem discutir o que vós por aqui dizeis, não querem atacar as vossas opiniões nem defender-se, querem atacar as vossas pessoas. Querem saber a vossa identidade para responderem com ataques pessoais e campanhas negras, para tentarem coarctar a liberdade de expressão que existe neste planeta chamado internet. Eles querem cozinhar notícias com os vossos nomes, querem fazer-vos a folha, para vos calarem. Querem pressionar o mundo à vossa volta para vos enfiarem a rolha. Eles sabem como isso se faz.

    Se com as vossas opiniões estivésseis a cometer algum crime, as vítimas poderiam processar-vos. É possível fechar um blogue se ele se dedicar a difamar ou chantagear alguém. Porque não tentam esses bufos potenciais processar o Aspirina ou os outros blogues livres – livres do Balsemão, do Belmiro e do Basconcelos?

    O anonimato é um contra-poder eficaz contra uma comunicação social às ordens do poder económico e dos outros interesses dominantes. É um poder com uma longa história: quantos escritores, filósofos, cientistas, teólogos e artistas tiveram que publicar os seus escritos e as suas obras sob outros nomes?

    A blogosfera é o grande inimigo dos mandarins da comunicação social, eles sabem-no bem. Com o blogue, acabou-se o fácil condicionamento do pensamento pelos media. Opinião livre – sem dono, sem papel, sem anunciantes, sem editores nem chefes de redação – eis o que ameaça o seu monopólio e o seu poder.

  58. A Lucinha aparenta ter sintomas iguais, ou no minimo identicos, aos dos uivos que vitima a Edie…

    Será que tem por ai alguem disponivel; por Lisboa ou arredores para lhe poder tirar os calores, é que á distancia a que me encontro tarda um pouco a chegar e entretanto os vizinhos tem direito ao devido descanso nocturno.

  59. (hummmm… isto quase me parece a sala de chat do Terra de há dez anos… sovim, estás por aí com nick novo? filha da fortuna, és tu gaija? )

  60. mas portanto deixa cá ver, será que isto agora são mesmo romanos ou é pantufada do costume? Por via das dúvidas tenho de ir catar zimbro amanhã…

    Para o K,

    Edie, no te preocupes vou convocar o espelho cósmico,

    cabrinha: já podes imaginar que estou com uma orelha à banda e a ponta do rabo num desassossego a pedir edredon mas ainda vou comer truffé noir.

  61. Ai & (gostava mais da outra letra), não me fales em comida que estou com uma fome. Apetecia-me, não Ferrero Rocher, mas assim umas favas.

    (sabes, quando estava a tirar o curso em Coimbra estudava sempre à noite e ouvia, na RFM, a publicidade do João Sebastião Bar. Às duas da manhã, ou por aí, anunciavam sempre as favas e eu salivava. Ainda hoje favas é o que me vêm cabeça quando me apetece lambuzar-me em comida)

  62. Muito sinceramente, caguei em quem é o Valupi. Não me interessa a sua identidade, não quero saber se é alto ou baixo, gordo ou magro, moreno, careca, loiro platinado ou ruivo. Conhecer os seus hábitos culinários está fora dos meus horizontes e desprezo a ideia de saber de que cor veste tão olimpicamente como conhecer o número de sapatos que calça, onde toma café ou qual a cor e marca do seu carro.
    O Valupi escreve num blog que para mim é uma referência, e é-o devido em enormíssima parte, às suas opiniões e à sua escrita. A minha relação com ele é a relação de um leitor com um escritor, ponto final. Estamos a falar da blogosfera, esse conceito que nos foi vendido como um espaço de partilha de opiniões pessoais tornadas universais pela democraticidade do acesso a elas. Não estamos na Assembleia da República, não estamos perante uma eleição onde o conhecimento do candidato é fundamental para tomar uma opção. Estamos a falar de um universo em que o indivíduo pode tomar a opção de não assumir a sua identidade porque o que quer é assumir as suas posições e opiniões.
    Todo este debate sobre o Valupi e o Miguel Abrantes é de uma flatulência intelectual insuportável. Se não conseguem rebater os argumentos e opiniões, epá falem de futebol. Atacar a identidade dos indivíduos para menorizar as suas intervenções é demasiado primário e infantil para merecer ser classificado até de terceiro mundista.
    Olha Val, continua, que a bilis dos gajos seja para ti um incentivo. Para mim como leitor certamente que é.
    PS – Já agora, em vez de insinuarem agendas escondidas de personagens anónimos em espaços da sua única responsabilidade, reflictam sobre as agendas declaradas de burgessos disfarçados de directores de jornais em espaços muito mais visiveis. Faziam melhor serviço.

  63. (nesta aqui estou ali a fumar um cigarro e a Edie descobriu que estou asana e ando a compenetrar-me para o efeito, a ver se consigo surfar no sopro :)

  64. Os gajos o que querem saber é se o Valupi tem os dentes amarelos, se corta os pelos do nariz, se tem as cuecas imaculadas, se tem as peúgas rotas, se tem o banco do carro muito ou pouco reclinado, se o testículo maior é o esquerdo ou o direito, ou qualquer outra informação do género.
    É essa matéria que lhes interessa discutir. Então sim.

    Ah! será que o meu pseudónimo é o meu nome verdadeiro?

  65. Isto está giro, está animado, hoje. Que fizeste, &, distribuiste poção e não me disseste nada? Bom, vejamos então o espelho cósmico:)

    Temos poetas dos bons, druidas, avatares, heterónimas e terezas inspiradas, esquizoides e o nicolae para fazer o resumo perfeito.

    Está tudo bem :)

  66. (não distribuí nada que tenho de ir ali ao meu carvalho amanhã perguntar se estou a interpretar bem, que isto de ser aprendiz de drus tem que se lhe diga e ainda me sai a hermenêutica ao contrário; mas enfim já mandei o paper e já fez Sol, mesmo a tempo antes do Alqueva transbordar; agora é xonar; bjo)

  67. Desautorizo todos os falsos Josés Manuéis Fernandes que aqui andaram ontem e hoje a usurpar a minha identidade. Isto é um abuso inacreditável, indigno de um Estado de Direito e de um país membro da União Europeia. Anda aqui a mãozinha do SIS e de Sócrates, disse-me há bocado o Fernando Lima. Vou processar a todos. Vou-vos dar cabo do canastro, meus filhos da mãe socratistas.

  68. Um dia destes vou revelar porque fui corrido do Público, pondo os nomes nos bois. Mas primeiro vou vender as minhas acções da Sonaecom. A história pode reflectir-se na cotação das acções e, se não me desfize das acções, ainda perco dinheiro com a brincadeira. Aliás, aconselho desde já toda a gente a vender Sonaecom e comprar Galp e Cimpor. Quem te avisa, teu amigo é.

  69. A primeira reforma a introduzir no Aspirina vai ser rebaptizá-lo. Vai se chamar “Avenida de Roma”, em homenagem a Cavaco Silva e Fernando Lima.

  70. Agora que passei à situação de investigador científico, quero fazer um estudo sobre a subversão blogosférica e a sua influência na cotação da Sonaecom.

  71. Assim que mandar no Aspirina vou despedir o Valupi, mas primeiro instauro-lhe um processo disciplinar.

  72. Depois convido o José Pacheco Pereira para vir pôr aqui alguma ordem. Ainda agora o ouvi na quadratura da SIC a dizer que tinha sido “absurdo” a RTP ter criado um “pendant” ao programa do Marcelo com o pobre diabo do Vitorino. Um ABISSURDO! Genial, amigo Pacheco. Tiraste-me as palavras da boca.

  73. eu acho o pacheco um frete , não sou capaz de o ler . também não faço questão de saber nomes de ninguém . mas aqui já se chamou de tudo ao senhor , tanto em posts como em comentários. acho do mais natural que ele reaja se leu . é que o V satiriza e cospe em toda a gente ( menos em um ) e depois parece que se agasta quando o tratam igual. não pode ser. deve esperar que o tratem como trata. milagres não há.

  74. De facto, gostei, como sínteses do que se passa aqui na blogosfera e neste em particular, dos comentários do Heterónimo e do Nicolae e dos ostros que se estão a cagar e bem para os “massapinas” todos que andam por aqui, mas o Heterónimo já explicou, obrigado!

  75. Pacheco Pereira não é ouvido pela Maioria dos Portugueses.
    Porquê?
    Porque ninguém aprende nada com Pacheco Pereira. É uma pessoa que transpira rancor no semblante. Há pessoas assim. Espelham o seu carácter na face petrificada.
    Os portugueses são mais complacentes com um cómico do que para com um rancoroso.

  76. Então, &, parece que os sinais do carvalho são positivos: tem kpk, tem vôo de dragão, paper acabadinho de entregar. Bem bom :)

  77. voamos então os dois Edie,

    também pode vir mais pessoal,

    (paper entregue mas já comecei outro, isto da produtividade mata-nos)

  78. & não se arranja uma águia? Os meus instintos projectivos mais basicos impedem-me de voar num dragão ;)
    penso eu de que.

  79. A proposito de alguns comportamentos e opiniões cá da nossa Edie, e de outros lambe-botas do poder instituido, que não respeitam quem pensa diferente e de modo livre, sem estar ligado a nenhum partido; me recordei de uma anedota sobre loiras que aproveito para divulgar, pois me fez lembrar a Edie a regressar a casa, vendo as imensas cagadas socratinas, mas nem acreditando nelas:

    ****

    Uma loira volta a casa depois de ter ido fazer compras e ouve barulhos esquisitos vindos do seu quarto no primeiro andar.

    Sobe apressadamente as escadas e encontra o seu marido deitado na cama, completamente nu, inundado em suor e com a respiração acelerada.

    “O que é que tens?” pergunta.

    “Acho que estou a ter uma crise cardíaca” responde ele.

    A loira desce rapidamente e liga para o INEM. Mas antes de lhe responderem, o seu filho de 4 anos aproxima-se e diz:

    “Mãe, mãe. A tia Shirley está escondida no teu armário e está toda nua”.

    A loira pousa o auscultador e sobe novamente para o seu quarto, abre o armário e, claro, encontra lá a sua irmã, completamente nua e agachada.

    “Sua vaca!” grita-lhe. “O meu homem está a ter uma crise cardíaca e tu continuas a brincar às escondidas com as crianças!”

  80. Massapina,

    Tens de ser mais imaginativo (repara que não digo criativo).

    As anedotas de louras , tornam-te uma anedota semelhante a Pacheco Pereira.

    Algo que já ninguém agunta. Nem as anedotas das louras, nem o Pacheco Pereira.

  81. Massapina,

    sabes como se chama um gajo que odeia as mulheres (as fêmeas), principalmente as que pensam e vê maricas e amaricados em todo o lado?

    Fedes…

  82. hum, uma águia não creio não, mas dragona tem lá sim, chama-se Tze-Tze,

    e tem um dragãozão chamado Toruk,

    na crista de quartzito das Portas do Rodão tens lá muitos abutres Leonardo, eu pensava que eram águias mas disseram-me que não.

  83. E pasme-se!!!!!!!!!

    O Pacheco Pereira é historiador….

    Não consigo imaginar que alguém com semelhantes caracteristicas consiga desempenhar uma funçõas tão intelectualmente importante para o nosso conhecimento.

    Qual será o seu paradigma cientifico ?

  84. O tra.quinas parece estar muito nervoso com a defesa da falta de identidade dos muitos ‘cobardolas’ que vão poluindo a blogosfera…
    Não sei se será porque ele mesmo é um dos sem identidade, ou porque se sente tocado no manto do anonimato de onde se esconde.
    Engraçado que os socratinos se queixam constantemente dos ataques ao segredo de justiça, mas ao mesmo tempo defendem os ‘cobardolas’ que os vão cegamente defendendo um pouco por todo o lado, em troca dos pratinhos de lentilhas.
    Obviamente que todos nós sabemos que esses anonimatos se escondem por detrás de tachos governamentais e outros arranjinhos que vão sustentando essa chusma de incompetentes que teimam em ganhar o pão lambendo as botas dos seus chefes e dirigentes, e mantendo as quotas em dia no Largo do Rato.
    Se tivessem o mínimo de qualificação e tomates no local próprio, assinavam com nome próprio, e davam a cara.
    Mas quem vai dar a cara por aquilo em que não acredita, e que apenas defender por conveniência pessoal… obviamente que ninguém se arrisca a dar a cara por aquilo que sabe que vai acabar por ruir.
    Estou certo que larga maioria desses mesmos cobardolas já deram a cara e quem sabe outras coisas por Cavaco, por Guterres, por Barroso, e até mesmo pelo demente Santana…
    Sempre que surge alguém que se afirma contra, ou que tem um pensamento livre das normas estabelecidas nas cartilhas saídas das sedes partidárias; nasce logo o grande problema da palavra livre contra o sistema imposto.
    Podem querer que para mim, que sou totalmente livre de pensamento e acção; é delicioso comentar neste blogue que esta cheio de socratinos, e ao mesmo tempo verificar o nervosismo com que se manifestam os lambe botas.

  85. Os que neste espaço cantam loas a liberdade de comentar debaixo do anonimato, será que tem igual coragem de comentar quem não tem medo de assinar aquilo que escreve, e até se dá á superior liberdade de questionar se o Primeiro Ministro da Republica será um invertido…
    A ver vamos, se comentam este levantamento de pensamento, feito de maneira totalmente livre.
    Com a devida vênia ao seu autor, a quem tiro o chapéu, aqui deixo, para verificar até onde vai a liberdade e a coragem dos anônimos em comentar:
    Um País de eunucos
    O Primeiro Ministro, que ontem esteve em missão em Paris, fez questão de estar hoje presente no Parlamento. Sua Exa. estará cansado da viagem; Sua Exa., dirigindo superiormente o País como dirige, e estando o mesmo mergulhado na crise em que está, teria certamente mais que fazer do que ir hoje ao Parlamento. Mas insiste: vai.
    E porque vai? Porque é hoje discutida no Parlamento uma Proposta de Decreto Lei que envergonha qualquer Homem ou Mulher, mas que lhe é cara: o casamento dos invertidos.
    Passa este assunto à frente de tudo. Sua Exa. faz questão em estar presente, em falar, em defender o indefensável: casar seres humanos do mesmo sexo. Trata-se certamente de uma questão de fundo, para fazer o País saír da crise em que alguns malvados o mergulharam. Os invertidos e as invertidas vão poder casar, e sua Exa. quer ficar na História íntimamente ligado a este facto. E ficará, certamente.
    Não é já certamente ofensa chamar invertido ou homossexual a qualquer ser humano em Portugal. Todos têm o direito a existir, a viver como bem querem, a chocar quem entenderem.
    E como já não é ofensa chamar invertido a ninguém, eu ponho uma pergunta inocente e respeituosa: será que sua Exa., o Bacharel Pinto de Sousa, deseja tanto ligar-se a esta causa, porque é também invertido? É uma questão legítima. E se o fôr, Portugal passa a ser um País com uma democracia ainda mais avançada que a dos outros Países: tem um invertido como Primeiro-Ministro. Ainda para mais, sob suspeita de ser corrupto. Mas isso são boatos da reacção…
    Teremos então que mudar o nome à nossa Pátria, com tantos desmandos a ser cometidos: em vez do nome secular de Portugal, passará a nossa Pátria a chamar-se de GAIOLA DAS MALUCAS.
    E eu pedirei em breve a naturalização num outro País qualquer. Nem que seja na Somália, onde provavelmente os homossexuais serão punidos, por viciosos. Como deve ser.
    António de Oliveira Martins – Lisboa

  86. Pois é Carmim, pode doer a muito boa gente que o homem seja mesmo (como realmente o é) historiador, e com o curso tirado em dia normal da semana, e não por bons serviços prestados a Patria ou por mérito, mas sim porque estudou e se submeteu como qualquer outro estudante a exames.
    E não foi na Independente…
    Na verdade nós devemos ter orgulho em quem retira da vida tudo legalmente, e não a trapasseiros que conquistam objectivos a custa de artimanhas.
    E podemos ou não gostar de um determinado cidadão, mas temos que aceitar que ele possa ser o que realmente é.
    Obviamente que o JMPP não necessita de advogados, pois felizmente tem ‘cabedal’ mais do que suficiente para se defender.

  87. Estimada ‘loura’ Carmem Maria, que não Miranda…
    Os socratinos tal e qual como as ‘louras’ tem dificuldade em entender o quanto o seu Q.I. é tão ridículo.
    Teimam em achar que fazem de todos os outros um bando de parvos, a que podem comer as papas na cabeça, mas esquecem que o mundo gira e o poder é efêmero.
    Neste momento já estão com as calcas em baixo a pedir de mão estendida para que a casa não caia já neste OGE. Mas tenham calma que o sofrimento vai durar mais uns meses, para que a queda seja total!

  88. O Pacheco Pereira diz, segundo se cita; que o Aspirina B é um mero funcionário do governo, caixa de ressonância das idiotices do senhor Pinto e Compª Ldª, mas esquece que o Blog é livre, e tem até comentadores que livremente não concordam com a linha editorial dirá reinante.
    A isso se chama liberdade de opinião, que segundo sei nunca foi negada a ninguém, pois quando isso vier a acontecer, eu mesmo mando a Aspirina B tomar onde tomam os galinacios…
    O que se passa com o Pacheco é que ele esta delimitado pelo problema de formação maoísta que o leva a detestar tudo quanto não se mova de acordo com a sua capacidade de entender o movimento de rotação do seu mundo que tem o vértice na Marmeleira.
    Já agora os últimos esclarecimentos, para quem interessar, dito Pacheco e outros:
    Assino sempre, com o meu nome, tudo aquilo que digo e escrevo, pois detesto quem se esconde em anonimatos para poder vomitar aquilo que lhe vai a contaminar maleficamente o estomago…
    Obviamente que temos aqui a presença constante de lambe botas que não se cansam de salivar loas ao patrão, mas devemos participar de forma frontal no combate a esse gastar de saliva…
    Pacheco olha que eu não ganho nada, mas tenho muito prazer em dar umas pauladas de quando em vez!!!

  89. Pois é Carmim, pode doer a muito boa gente que o homem seja mesmo (como realmente o é) historiador, e com o curso tirado em dia normal da semana, e não por bons serviços prestados a Pátria ou por simples mérito cozinhado num corredor do poder, mas sim porque estudou e se submeteu como qualquer outro estudante a exames.
    E não foi na Independente…
    Na verdade nós devemos ter orgulho em quem retira da vida tudo legalmente, e não a trapasseiros que conquistam objectivos a custa de artimanhas, sejam elas da sucata, dos cursos da treta ou dos robalos.
    E podemos ou não gostar de um determinado cidadão, mas temos que aceitar que ele possa ser o que realmente é; um Doutor, com formatura mais do que legal, e sem o mínimo de duvidas de qualquer espécie.
    Obviamente que o JMPP não necessita de advogados, pois felizmente tem ‘cabedal’ mais do que suficiente para se defender.

  90. Pois é o ‘Massapão’ tu como anonimo não passas mesmo de um cobardola, cabrão não sei porque desconfio que nem capacidade tens para ter uma mulher, uma vez que pelo tipo de escrita me parece que frequentas a sauna da Rua do Salitre, e quanto ao resto fica descansado que eu assino por baixo, com nome proprio e para cagalhões socratinos como tu eu tenho o WC com um bom descarregador de agua a jacto.
    Saudações seu cobardola.

  91. Subscrevo na integra o que aqui postou o nosso ilustre:

    Rafael Gomes
    Jan 16th, 2010 at 10:26
    No fundo é verdade, é fácil insultar sob o anonimato, essa é a arma dos cobardes.

  92. Caro Massapina,

    Tenho para mim que muita da gente que por aqui coloca estes comentários, passando pelo autor, se comporta como aqueles cães, que fazem um tremendo estardalhaço quando se julgam seguros mas que mentem logo o rabo entre as pernas ao primeiro bater de pés no chão.

    Julgo que muita desta valente gente (ou gente valente) não teria a coragem de dizer um milésimo daquilo que dizem se estivessem frente a frente com o(s) visado(s). Devem ser daqueles que dizem agarram-me se não eu vou-me a ele.

    Talvez por isso se escondam atrás do anonimato.

  93. Que caixinha tão cheia de coragem. Até dá gosto!

    Massapina, que grande lição! Estava até capaz de te agradecer, mas acontece que esse paleio é estafado e estragaste tudo quando partiste para pressupostos e conjecturas. Conheces-me de onde? Como é que sabes se tenho tachos ou panelas? Conta lá onde é que me viste a lamber botas? Ou será que não passas de mais um expert em suposições?

    Nervoso? Era mesmo isso que querias dizer? É que ninguém me obriga a fazer comentários. Entendes? Ou pensas que só tu é que tens liberdade?

    Esta conversa antiga dos anónimos na net lembra-me sempre o Silva dos plásticos. Ninguém põe em causa a fama e notoriedade do Papa mas a verdade é que quando o Silva está na Praça de S. Pedro é nele que se concentram todas as atenções. É um velho trauma nacional.

    Mas se te ficou alguma dúvida eu esclareço-te: a minha curiosidade com os blogues é com os conteúdos e não com a identidade dos autores.
    Há algum problema nisso? Até tens o direito de dizer-me que isso é um defeito mas, que se saiba, não é crime.
    Portanto, estás à vontade porque a curiosidade com a identidade pode ficar toda para ti.

  94. traquinhas, concordo parcialmente com o que dizes. Não concordo é o conteúdo seja mais importante que a identidade do autor. Sabes porquê? porque é completamente diferente a opinião ser de um fulano chamado José Pacheco Pereira ou dum sicrano chamado valupi.

    Isto porque ao primeiro nós atribuímos uma orientação e quando lemos os seus escritos sabemos onde os enquadrar.
    Agora quando lemos o que o valupi escreve, regra geral insultos, é completamente diferente se os mesmos são escritos por um tipo chamado Augusto Santos Silva, ou pelo funcionário de um partido, ou duma agência de comunicação ou por um simples anónimo, estás a ver?
    Como já aqui escrevi variadíssimas vezes a isto chama-se astroturfing.

  95. Caro Rafael Gomes

    Subscreve mais uma vez tudo o que nos diz, e assino por baixo.

    É precisamente aquilo que escreve, que me faz estar frontalmente contra os “valentes” anonimos, que debaixo desse nevoeiro são tão valentes que se ‘cagam’ todos perante a primeira ameaça de ser descoberta a sua verdadeira identidade.

    Quem assume aquilo que escreve e diz, não tem a cobardia de se esconder num anonimato continuo, e cheio de falsas valentias.

    Saudações amigas

  96. Deixa-te de criancices, Massapina.

    Se alguma das carapuças do meu primeiro comentário, que era sobre o Pacheco Pereira, te encaixou que nem uma luva, paciência.

  97. A política não tem espaço para ingenuidades, Ibn. Há sempre algo de egoísta nas nossas opções. Nem que seja tão só a nossa realização pessoal por defendermos o conceito de sociedade que nos parece mais justo.

  98. O tra.quinas está mesmo nervoso, dentro da sua valentia de galinacio…

    Quando o cavalheiro tiver ‘tomates’ para assumir como um homemzinho aquilo que diz e escreve, venha cá falar com os homens, pois até lá não passa de um mero ‘cobardolas’ que lança umas bacuradas para o ar e se esconde no meio do nevoeiro!!!

  99. Qual nevoeiro? Quando será que percebem que aqui, neste mundo, um nome vale isto?

    Não. Não sou o João Massapina. Nem sequer sou um João e o que estou a fazer é o que já fiz às minhas crianças – mostrei-lhes que por aqui um nome vale muito pouco e o carácter de quem está do outro lado tem de ser avaliado de uma forma que, até agora, nos era desconhecida mas que me leva, em dez anos disto, a dizer que o Valupi é boa gente e o João não seria convidado para minha casa.

    (no registo deste comentário usei o meu email. Podia ter usado o do João que uma simples pesquisa na net me entregou de bandeja? Podia, mas não era a mesma coisa.)

  100. “Massapina I, e os Caça-anónimos”

    Já em exibição num blogue perto de si.

    (desconto para cartão jovem com apresentação de BI)

  101. A verdade é que ao longo deste diálogo não me deste um único argumento válido para te revelar o que quer que seja da minha identidade. Nem nenhuma curiosidade me ficou sobre a tua. Não é essa provocação infantil do “cobardolas” que me fará mudar o que quer que seja de decisões assumidas conscientemente.

    No meu mundo a coragem numa conversa (mesmo virtual, ou sobretudo por ser virtual) avalia-se pela argúcia e pela frontalidade para defendermos as nossas ideias com plausibilidade e desmascararmos preconceitos inconsequentes. No teu, pelos vistos, avalia-se pelo fulanismo. Isso é consumo exagerado de comunicação social cor-de-rosa. Cor-de-rosa, bege, lilás, turquesa…

    Algumas das tuas dissertações são eloquentes: muito daquilo a que chamas coragem não passa de distracção. No mínimo.

  102. Pois a sua assumida falta de caracter tra.quinas; é o seu melhor e unico argumento, e só me leva a manter e potenciar a minha opinião sobre a cobardia dos anônimos, que usam dessa situação para actuar que nem bombistas, nos diversos espaços por onde largam os seus dejectos lingüísticos.
    Da mesma forma se confirma que o ideal para esta casta de lambe botas, a que você adere sem macula e com muito gosto; seria poderem vomitar as suas opiniões sem serem confrontados por aqueles que livremente pensam de modo diverso do seu, e que ainda por cima assumem e subscrevem, e assinam aquilo que pensam, dizem e escrevem e não se acobardam por detrás do tal nevoeiro do anonimato.
    Obviamente que você e outros cobardolas seus iguais; poderiam assinar até como Papa, ou como Cavaco ou Obama, mas não seria realmente a mesma coisa, pois quem for ler aquilo que debitarem sabe que não foi o Papa, Cavaco, Obama ou o João Massapina a escrever as baboseiradas que você(s) aqui vai escrevendo para elevar o seu ego, e quem sabe defender o seu empregozito de assessor ou ou de servidor de cafezinhos ao chefe que o colocou lá na repartição depois de pesquisar que tem as quotas em dia na sede do Largo Rato.
    Quem me conhece sabe que jamais eu conseguiria escrever como escrevem os anônimos, e que jamais andaria a lamber botas a chefias ou a propagandear as idiotices do chefe político, porque quem me conhece sabe que nunca me submeti a esse tipo de gentinha, e que por isso mesmo nunca dependi da política para viver e sempre tive a liberdade de mandar tomar no cu quem quis, na hora que quis e quero, e por isso mesmo sou até hoje um cidadão livre de pensamento e acção, e até o Estado mandei as malvas quando entendi e quiz.
    Saudações para todos os cobardolas anônimos desde os trópicos do nordeste brasileiro, onde o clima é bom e livre de parasitas… e um nome, uma palavra ou uma assinatura ainda valem bem mais do que uma caixa de robalos, ou uma adjudicação de sucata feita na calada da noite, tal e qual como os cursos superiores tirados aos domingos e por mérito…

  103. O tra.inas para quem se quer mostrar um anônimo muito credível está a falhar e faz lembrar mais um fantoche sem grande capacidade de improviso, imaginação e muito menos préstimo.

  104. Ó rapaz (Massapina)

    Tem juízo.

    Os blogues servem para as pessoas expressarem livremente as suas ideias sobre os assuntos. Se não gostas, não vens. É simples.

    Agora pára de ser “secante”.

    Fazes-me lembrar os fulamos que estão no I circulo do Purgatório de Dante. Sabes porque estão no purgatório, pela soberba. Cheira-me que é o teu perfil.

  105. João, venho encarecidamente pedir-lhe um favor. Não perca tempo com quem não aprecia os seus dotes e dedique-se ao que melhor sabe fazer. Li a sinopse do primeiro capítulo do seu livro, “O coração não engana”, e quero, gosto, preciso de saber o que aconteceu ao homem que descobriu a tesão aos 44 anos e atingiu enfim a plenitude.

  106. Estimada Tereza

    Grato pelo apontamento, dizer-lhe que “O Coração Não Engana” esta realmente pronto, e com obvio desfecho…
    Não sei se gostou do pouco que leu, mas por certo alguma coisa de possitivo se retira, pelo simples facto de ter lido, e ter ficado curiosa.
    Breve vai poder saber toda a historia, e quem sabe até lhe ofereça uma edição autografada para mais tarde recordar.
    Saudações amigas

    PS: Sobre a realidade encontrada neste Blog, dizer-lhe que adoro confrontar cabeçudos, que só conseguem olhar para o espelho que nem narcisos, pois a liberdade nasceu muito para além dos espelhos das Carmens, Tra.quinas, Lucinhas e outros lambe botas do chefe que aqui passam diaramente para dizerem que continuam com as quotas pagas no Largo do Rato, e para deixarem o seu descarado apontamento na esperança de não perderem o lugarito na Repartição do Bairro…
    O mais interessante de passar por aqui é poder zurzir de quando em vez essa maralha, com ideias, opiniões, e posições diferentes, e ainda por cima o fazer assinando com o nome proprio, ao contrario de cobardolas que aqui vomitam aquilo que lhes passa pelo pouco QI que a pobre da mãe conseguiu fecundar.

  107. Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego,

    depressão quando perdes o teu,

    e recuperação quando Sócrates perder o dele.

    (Não conheço o autor, a quem desde já saudo, mas que está mais do que real lá isso está)

  108. Não, por acaso até não fui eu que assinei com o teu nome. Mas foi uma patifaria muito bem feita para ver se abres os olhos. Já te tinha dito que andas distraído e agora percebo que não consegues mesmo acertar uma única nesta caixa de comentários. És só tiros nos pés mas parece que isso te faz muito feliz. Ainda bem. Os serviços mínimos de inteligência, numa conversa, deixam-te realizado. Bom proveito.

  109. Para desanuviar um pouco o ambiente, nada como uma boa anedota, que pode contentar de alguma forma o triste tra.quinas, e outros traquinas:

    O Zezito vai a uma festa…

    O Zézito Sócrates foi a uma festa de um empresário importante mas, ao chegar à enorme mansão, foi barrado pelo segurança.
    – Desculpe, senhor, mas sem convite não posso deixá-lo entrar.
    – Mas, eu sou o Sócrates, o Primeiro Ministro!
    – Então, mostre-me os seus documentos.
    – É que também não tenho os documentos, esqueci-me da carteira.
    – Desculpe-me, mas não vou poder deixá-lo entrar!
    – O quê? O senhor nunca me viu na TV? Olhe bem para a minha cara!
    – De facto, o senhor é muito parecido com o Primeiro Ministro, mas sabe como é… existem muitos sósias do Sócrates por aí… O senhor vai ter de provar que é realmente o José Sócrates.
    – Mas o que quer que eu faça?
    – O Senhor é que sabe! O Cristiano Ronaldo também se esqueceu dos documentos, eu dei-lhe uma bola de futebol e ele fez uma demonstração que logo me convenceu.
    A Mariza também se esqueceu dos documentos e fez uma demonstração a cantar fado que provou ser quem dizia ser.
    -Porra, mas eu não sei fazer nada!
    – Desculpe-me pelo inconveniente causado, Sr. Primeiro Ministro. Faça o favor de entrar.

  110. João Massapina, venha cá, sente-se ao pé de mim (obrigada Visconde de Vila do Conde) que vamos ter uma conversinha.
    Não sei como o João conclui tanta coisa desta gente que por aqui anda, incluindo o lambe-botismo, tacharias, cobardias e afins, mas parece-me, assim muito de repente, que o João é um pouco distraído, acho que me fico por distraído, nas avaliações que faz. Ou então, eu não queria dizer isto que esta é uma conversa entre prezados amigos mas o João atira-me os óbvios para o colo, o João mede o mundo com as suas medidas. É que aqui entre nós, e muito entre nós que ninguém nos ouve, quer-me parecer, muito de raspão, que o narciso aqui é o João. É que bastou eu passar-lhe a mão pelo pêlo que de imediato se enrolou e ronronou, tratando-me com estima e resgatando-me do saco dos cobardes anónimos que por aqui vomitam o que o seu pouco QI lhes deixa. João, João, João, o menino acabou de me demonstrar que, tal como o herói do seu livro, anda por aí à procura de “orgasmos de felicidade quando apetece” nem que para isso tenha de se abster de usar toda a sua inteligência – sim, que o João tem de ser inteligente, longe de mim pensar que poderá ter os defeitos que tão rapidamente aponta aos outros.

    João, de si conheço o que por aqui leio e o resto que agora, porque sou gaija e como tal um pouquito de nada curiosa, o google me deu. O João de mim nada conhece mas posso dizer-lhe que nunca fui funcionária pública, nunca militei num partido, nunca recebi um subsídio do Estado, e neste nunca pode incluir abonos de família de duas crianças porque nem nessa coisinha pequenina alguma vez eu pus o dente, não tirei o curso ao domingo, nunca recebi uma caixa de robalos (já agora gostava que me explicasse essa teoria peregrina de que no Brasil não há corrupção), nunca deixei de dar a cara pelo que digo. Gosto deste blog, gosto do Valupi, já até expliquei porquê, e não gosto de si. Não gosto da sua destreza no gatilho porque, ao contrário do Lucky Luke, a sua falta de pontaria é notória. O João fala muito mas acerta pouco e não consegue perceber – I wonder why – que o Valupi, e eu, podemos gostar do Sócrates sem precisarmos de almoços pagos. Chama-se a isso opinião e não é por escrever o meu nome com um z que passo a ser uma cobarde anónima quando digo que gosto dele e não gosto de si. Pois é, João, esta conversinha estava a correr bem, não estava?, mas agora, que sabe que não gosto de si, vai ser uma chatice, não é? Ó João deixe lá isso, o João nem me conhece e deve ter muita gente a achá-lo um amor e deve ter muitas coisas que pode ler (já lhe falei num livro óptimo que está a ser escrito?) que lhe devem agradar muito mais que este blog maldito.

    Já agora, deixe o(a) tra.quinas em paz. O comentário lá de cima, feito com o seu nome mas sem ser em seu nome, fui eu quem o fez. Achei que era uma forma simples de lhe mostrar que, por aqui, um nome vale o que vale mas, pelos vistos, não consegui. Olhe, ficamos assim mas controle-se um pouco antes de injuriar toda a gente, está bem? É que eu nem os conheço de lado algum mas que quer?, pagam-me para gostar disto aqui.

  111. Vês?… Massapina. Malvada Internet, não é? E mais, eu é que estava nervoso.
    Afinal qual é que é a tua dificuldade em respeitar quem está por trás de qualquer comentário? Se vires bem, eu até fui bastante razoável para quem está a lidar com gaijos como tu porque cedo te dei a entender que estavas a meter os pés pelas mãos. Adiante…
    Mas olha, não é tudo prejuízo. Ficou claro que numa coisa és mesmo bom: assobias que nem um papagaio. Essas piadolas que para aí deixaste não enganam.

  112. camaradas salicílicos,

    claro que isto é tudo ao contrário, como não podia deixar de ser. Quem assina com o nome próprio quer é vender a cara e o livro (e o cú, chega-se lá por abdução), fazer propaganda de si. É por isso que os Pachecos, os Fernandes e sei lá quem mais escrevem em nome próprio: o contrato obriga e a massa fina também.

    Cabrinha: deixaste-me estarrecido, não sou o Clooney embora a barba pareça um pouco, mas és, sem dúvida, a minha cabrinha favorita.

    Deuses: dai um feliz ano de 2010 à Tereza e suas pimpolhas senão descreio em vós.

  113. z sentado a fumar com as patas de trás, já te disse hoje que gosto muito de ti?

    (disclaimer : não conheço o & e, que saiba, nunca me pagou o que quer que seja)

    (disclaimer II : para não mentir, conheço um pouco do &. Já vi uma foto e posso
    assegurar que não é o Clooney)

    (disclaimerIII : gosto muito mais dele que do Clooney)

  114. Sempre com toda a paz, Tereza. A maluca da minha consciência não me permite outra coisa há muito tempo. Subscrevo por inteiro grande parte do teu comentário: sequer uma grama de funcionalismo público, nem um dia de baixa em mais de vinte anos de actividade profissional e zero de actividade política e de abono para os dois filhos. Existe um enorme folclore de sexos para o ar a dizerem que sabem o que é ser independentes: gaijada do calibre do Massapina que, publica e explicitamente, defendem uma punheta de dogmas com mais três quartos de orgasmos e, salvo seja, há-de ser o que deus quiser.

    Consta que o riso é uma faculdade exclusiva dos humanos que os diferencia de todos os outros animais. Comunicar, muitos o fazem e não sabemos muito bem até onde. Andamos todos aqui ai jesus, mas na evolução não há pão para malucos: se ganhamos de um lado corremos o risco de perder do outro.
    Na eventualidade de um qualquer animal poder ter capacidades semelhantes às nossas, teria todo o direito de pensar sobre nós: pensam-se muito finos mas não conseguem sequer pressentir uma catástrofe natural; ou, têm muita tecnologia mas passam a vida a trabalhar de manhã à noite para resolver o problema energético entre o ambiente e o ser quando hibernar é tão bom. A ser-lhes possível, a conclusão natural destas evidências sobre a condição humana só podia ser, estes palermas são uma pedra de auto convencidos e vá de uma enorme gargalhada, pois claro!
    Há que ter noção da relatividade das coisas. Dogmas é que não!
    E quem quiser que os carregue. Sejam eles quais forem.

  115. pelo que percebi estás acompanhada. Ora ainda bem, fico sempre com um pouco de ciúmes mas muito mais descansado, e esse levou com a incumbência de olhar pelas três rematado com um bem haja cá por causa das coisas.

  116. Estou acompanhada sim. Ou melhor, tirando as duas do costume e o Sebastião, agora vivo também com o Visconde. Não, não é o tal, mas estou autorizada por ele para o uso do nome. Este Visconde é um Pointer castanho e branco, lindo de morrer, encontrado abandonado e que veio parar cá a casa. Como vês, muito bem acompanhada até. :)))

  117. Parem com a vossa conversa da chacha. Estou sempre a receber notificações na minha caixa de correio. Já chateia. O Valupi já publicou mais posts. Não sei se estão ao corrente. Façam o favor de zarpar desta caixa de comentários, SE FAZ FAVOR.

  118. Zarpar daqui? Ora, estou tão bem e a conversa está tão gira. Ó Cláudia, tu achas que os senhores do blog querem fechar esta tasca e nós estamos a incomodar?

  119. Abrigo sim, mesmo com espirro. Por falar nisso estou a caminho de ficar o primeiro doutor sem abrigo do país, dá-me idéia. Ainda vou a caminho do Sul.

  120. (olha lá, a Cláudia hoje está mal disposta ou é a euforia do fim de semana? é que eu estou aqui com as mãos debaixo do rabo para não brincar um bocadinho, mas apetece-me tanto…)

  121. Lembro, claro e a Cláudia vai ficar sossegada, mas só porque tu pedes.

    Se choraste pela Hipatia não anda mal, anda bem. Eu gosto de chorar nos filmes, é sinal que me sobram lágrimas.

  122. Estimada Teresa
    Teresa sic: “pagam-me para gostar disto aqui.”
    Está tudo dito, e nem se necessita de mais argumentos, pois contra factos não existem argumentos.
    Faça então, Estimada Teresa, muito bom uso das receitas que generosamente lhe pagam para continuar a gostar do espaço, e da figura publica que aqui é sistematicamente idolatrada!!!
    Eu não disse nunca que não gostava do espaço, ainda mais que adoro debate, mas como pessoalmente, e ao contrario do que se pode ler escrito por si própria, (mas que agora que ninguém nos esta a ler, lhe posso dizer. Eu não acredito…) eu não me vendo, e continuarei a escrever o que me vai na real gana, doa a quem doer, sobre a triste situação que se vive em Portugal no ano da graça de 2010, bem como a não deixar de bater na “corja” de descarados lambe botas que por aqui se arrastam debaixo do manto de anonimato, e com isto não posso incluir quem apesar do anonimato defende com argumentação aquilo que pensa, obviamente que me refiro aqueles, e são alguns, que cegamente seguem a desgraça nacional, cantando e rindo, e não medindo sequer as palavras que na mais do que, larga, maioria das vezes não correspondem sequer a realidade.
    Por um prato de lentilhas, um lugar na repartição, ou uma promoção generosa, ou outra benesse; são capazes de matar a própria mãe só para poderem ir ao seu funeral. (Ainda se fosse para acompanhar a sogra ao seu melhor destino…)
    Últimos apontamentos:
    Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, e se a tratei com estima e consideração, e continuo a tratar, é porque na realidade apesar do anonimato, demonstrou ter um espaço e pensamento próprio, longe da malga de lentilhas. Mas se me enganei; olhe… peço-lhe que me desculpe a minha ingenuidade sobre a sua amável pessoa.
    Ao contrario daquilo que possa pensar não sou, nem ando distraído, antes pelo contrario; ando até muito atento, e até lhe posso sugerir, entre outros belos exemplos, a leitura dos Despachos n. 26370-2009 e 26371-2009, respectivamente de 26 de Outubro de 2009 e de 30 de Outubro de 2009, mas publicados no mesmo dia 4 de Novembro de 2009, e ambos assinados pelo senhor Sousa, de que não gosto, não por razões de foro pessoal, mas sim porque o considero o mais incompetente e não untado, mas sim; besuntado de corrupção política, desde o 25 de Abril de 1974, e se não chegar esse exemplo, muitos outros lhe posso deixar, para que possa refletir e assim poder perceber a razão de ser da minha antipatia perante tal asquerosa personalidade, que consegue nomear e destituir no mesmo dia, apenas e só para dar uma descarada boa imagem a uma amiga, ou a filha de algum pescador de trutas ou robalos.
    Da mesma forma que lhe digo que o mais elementar, em termos de ética, é confrontar-se o falso com o verdadeiro, e dessa forma até lhe posso perguntar, por exemplo, porque razão existe uma caução derivada de uma simples caixa de robalos, atribuída a um dos homens de mão do senhor Sousa, uma vez que não foram os jornais, e muito menos os jornalistas que assinam com o seu nome próprio, e não anonimamente; quem inventou essa anedota dos robalos, que até o próprio ‘arguido’ ( repito: homem de mão do senhor Pinto, ou Sousa, como entender chamar o ‘Inginheiro’ formado a ‘martelo’ ao domingo por mérito) afirmou publicamente ser real, e ainda por cima á saída do tribunal onde tinha acabado de ser ouvido, por um Juiz de direito.
    Da mesma forma lhe digo ainda que; o próprio dito cujo Sousa ou Pinto, como preferir; assume ter sido formado aos domingos, mas, por exemplo, já não assume ter dito o que disse, e que até está gravado. E também não assume que disse aquilo que o primo das artes marciais e o tio assumem que disse, em relação a poderem utilizar o seu nome e cargo para autentico trafico de influencias.
    E mais lhe digo que; a educação, e o respeito pela opinião dos outros é muito bonito, mas nem todos conseguem assimilar ou entender isso, e ainda mais quando se assume com a cara limpa aquilo que se escreve e diz, e mais a mais tratando-se de um problema publico, qual é o problema em se transcrever aquilo que é verdadeiro… qual o medo que pode levar a que o anonimato se torne em uma arma de defesa da opinião livre.
    Estimada Teresa
    Poderia ficar aqui a debitar factos, e mais factos, e até teria que quem sabe; ver o Volupi a me mandar pastar cabras, mas até mesmo você sabe que um mentiroso consegue mentir algumas vezes, mas não conseguem mentir sempre, sem ser finalmente apanhado nas falcatruas.
    Obviamente que você tem a sua opinião e eu mantenho a minha, e seria uma perda de tempo se estar aqui a serrar presunto toda a vida e mais seis dias.
    Tenho pena de; a desapontar. Mas jamais poderia pactuar com uma fraude, e lhe tenho que dizer que o senhor Pinto de Sousa é uma imensa fraude, talvez até a maior de Portugal só igualada por Alves dos Reis, a que alguns dedicam os melhores anos das suas vidas, a idolatrar e defender. Como amavelmente me cabe, só lhe posso recomendar que não perca muito tempo a defender o indefensável, pois a verdade é algo imparável que sempre acaba por surgir com o azeite no meio da água, sendo somente uma questão de paciência e tempo, e tal como o algodão; nunca engana.
    Quando na próxima primavera me deslocar a Europa, se você assim o entender, terei todo o prazer em respeitosamente a convidar para beber um café, para pessoalmente, e de modo obviamente civilizado, lhe poder esclarecer algumas duvidas que possa ainda ter, sobre a minha pessoa e já agora para desfazer a sua curiosidade sobre o livro. Uma, no entanto; lhe posso desde já esclarecer, é que o personagem central do livro sou realmente eu mesmo, sem tirar nem colocar nada, e que as passagens ali retratadas são totalmente factuais e como tal verídicas.
    Quanto a não gostar de mim… olhe paciência!!! O que seria do amarelo, ou do verde… Pois olhe… eu até que gosto muito da sua capacidade argumentativa, e não entendia que fosse obrigatória a sua preferência.
    Estou certo de que nos vamos encontrando por ai, pelas esquinas da net, e já que tem tanta vontade de me provar que um nome vale um nome, fique publicamente a saber que tenho na realidade mais de 10 e-mail na net, e não tenho problema algum na sua divulgação que alias é publica em muitos dos espaços que mantenho activos, e que não são assim tão poucos como isso, embora a minha vida não seja a net, dedico um bom bocado a manter activos esses espaços e a participar activamente em diversos fóruns de debate.
    Alguma necessidade de contacto; desde já lhe deixo, publicamente, o jjmassapina@hotmail.com ou massapina.62@hotmail.com ou ainda massapina@hotmail.es, entre outros.
    Saudações amigas

  123. João Massapina, quando vier à Europa terei todo o gosto em tomar um café consigo, porque João retiro o que disse sobre o não gostar de si. Gosto. Gosto muito. O João acabou de me dar o melhor momento do dia e não é toda a gente que me faz soltar tantas e tão boas gargalhadas.

  124. Estimada Teresa

    Ficou desde já comprometido com o convite aceite, e mais ainda por ter conseguido melhorar de alguma forma o seu dia.

    Quanto ao gostar ou não, mantemos as palavras anteriores, pois jamais alguém é obrigado a gostar da cor amarela, ou do verde…

    Saudações com o calor dos trópicos.

  125. A todos os comentadores:

    Que pena tenho de só vir à NET cuscar quando o “rei faz anos”…
    Vaidade à parte… neste “teatrozinho” eu fiz falta…! Não pelo dito “ZÉ MANEL”…, mas para ajudar a por cobro à personagem identificada pelo nome de João Massapina… iria ser um fim de CARNAVAL em beleza…

    Não sou “masoqista”, mas comecei a seguir esta personagem, o escriba João Massapina, há cerca de 2 anos, quando acidentalmente “tropecei” num nome que me era familia, e fiz a leitura de um dos seus escritos em um dos variados “bloges” onde escrevinha…, depois, através do conhecimento pessoal que tenho de alguns dos seus familiares…, a que depois juntei o conhecimento de outras pessoas que no passado já foram, como dizem, para o bem e para o mal, seus companheiros partidários… e colegas de emprego, nomeadamente no ambito do Ministério da Saúde, Hospitais Civis de Lisboa / hospital de S.José e ARS Algarve, Centro de Saúde de Loulé / Extensão de Boliqueime…

    João Massapina é pois um louco… as manifestações da sua perturbação mental começaram a manifestar-se nos finais da década de 80… e a que acresceu depois a prática de muitas e variadas tropelias” de cariz muito pouco dignificantes e socialmente recomendaveis…, incluindo agora também o que se diz dele já se ter vangloriar do praticado nestes ultimos 6 anos no Brasil… na região de João Pessoa.

    João Massapina é pois um louco… a sua loucura manifesta-se não só através da sua contundente agressividade…, mas particularmente pela “paranóia” da sua ascendencia familiar…, com destaque para o histórico do lado materno, deturpando e misturando verdades absolutas, algumas documentadas nos Arquivos Nacionais da Torre do Tombo, com actos que nunca ocorreram e/ou datas imaginárias… provenientes do seu estado doentio.

    A nome Massapina corresponde realmente a uma familia que hoje é composta com cerca de 100 membros e a origem do nome encontra-se em Portugal documentada entre finais do séc.XVIII / inicios do séc XIX, como tive oportunidade de observar em documentos fidedignos que me foram exibidios.

    E por respeito à dignidade dos membros das familias Massapina e Antunes Silva (Viana), incluindo a memória dos já “ausentes” , alguns dos quais com quem privei, mais não digo do que parafrasear o comentário de um dos seus membros : ” todos os rebanhos integram ovelhas negras… e por vezes até ranhosas… infelizmente existem e não temos o poder de as excluir”

  126. Perante a leitura da ‘escrevinhação’ do “pobre” Cusco_Reciclado, só posso resumir que é realmente um muito pobre de pensamento, que para além da sua manifesta e mais do que declarada cobardia, de não assinar com o seu nome proprio, ainda se dá ao luxo de ‘pantominar’ o que mais lhe vai na pobre alma.

    Para com os pobres de espirito, nós; os cidadãos de bem, só podemos ter piedade e pena do estado de alma a que chegam, quando a sua incapacidade pessoal não lhes permite ir mais além do que a mediocridade, tornando-se meros “rafeiros” famintos do exito de outrem.

    Dizer ainda que, perante a leitura do escrito, cheguei a conclusão de que o Burro que tenho na minha Granja no Brejo aqui do nordeste brasileiro, consegue ser bem mais concentrado e desenvolvido de mente, que o triste que se lembrou de lançar as alarvidades, e que talvez queira só tomar conhecimento publico de alguns documentos esclarecedores sobre algumas das personagens que diz conhecer, mas que na verdade pelo que pude ler nas entrelinhas, desconhece profundamente.

    Posso fazer-lhe esse favor, se assim entender, e fica a conhecer melhor com quem lida.

    Felizmente que a (como diz) minha loucura mental me permite ser o que realmente sou, e continuarei a ser… uma homem livre de pensamento e acção, e que não se verga perante certa “corja” de parasitas que poluiem a sociedade.

    Sobre a realidade histórica da minha familia (Massapina) e ascendencia, pode ficar descansado que não a escondo, antes pelo contrario, e não acerta no seu escrito em mais do que 10%, mas vai ter oportunidade de a conhecer a fundo, bem como a realidade da familia, (caso a caso) tanto para o bem como para o mal como diz, e tal como nunca escondo nada, podera em momento proprio, (brevemente) e publicamente, tomar conhecimento, via “O Coração Não Engana”, tanto dos honrados, como dos desonrados e das ovelhas ranhosas, que obviamente diz, e muito bem existem em todas as familias.

    Até terei gosto em lhe colocar uma dedicatória tanto no Volume 1º que vai sair em meados do próximo verão, quando me deslocar a Europa, como no Volume 2º que já está em fase de revisão final, e deve sair a publico 6 meses passados, e que até podem ser uma boa prenda de Natal para ler, divulgar e oferecer, e já agora o escritor agradece a dedicação na sua divulgação e aquisição, prometendo fazer um preço “joinha”, atendendo a crise por ai graça nesse dilecerado País.

    Dizer ainda que estou certo que os mais de um milhar de Massapina, (os verdadeiros obviamente) espalhados pelos 5 cantos do Mundo, agradecem e muito a sua gratuita publicidade ao nosso honrado nome.

    Alguns mesmo; para além de me alertarem para a leitura deste escrito, já me manifestaram o grande agrado pela sua ajuda na divulgação do nome – Massapina, embora que por figuras como o ‘Cusco_Reciclado’, que presumo seja uma criatura que reside escondida dos muitos credores, lá pelas bandas da Serra Algarvia, ali para os lados de São Bartolomeu de Messines – Amorosa, e que quer ver também divulgadas as grandes obras da sua vida, mas que pode ficar certo de que vai merecer a devida atenção, mesmo inclusivamente pela via documental, para que não reste a mais pequena duvida da sua criatividade, com veia para a vigarice, que foi cultivando ao longo da vida, com cheques com assinaturas falsas; roubo de contas bancarias de familiares directos nomeadamente do proprio pai, saques bancarios indevidos, venda de patrimonio sem autorização, e entre muitas outras falcatruas a utilização do bom nome de familiar (por acaso o subcritor desta informação) para poder ter acesso a banca que lhe tinha fechado as portas atendendo a sua vida pessoal e empresarial limpa, isto apra além de ostentar um titulo academico que na realidade não possui.

    Obviamente que em caso de duvida, mesmo perante documentos, ainda podemos esclarecer junto da respectiva Ordem dos Engenheiros, e do Banco Comercial Portugues e outras instituições bancarias, bem como junto da Fazenda Publica as milhentas maningancias desenvolvidas pela criatura, que me obrigaram a ter que exigir junto de toda a banca nacional a necessidade da minha presença para todo e qualquer movimento bancario oriundo da criatura e das suas crias, bem como da femea com quem coabita.

    Atentamente, mesmo que respondendo a um simples pobre de espito, e ainda mais cobardolas, me subscrevo sempre ao dispor para esclarecer qualquer duvida,

    José João Massapina Antunes da Silva – BI – 6266610, emitido pelo AI de Lisboa, cidadão com nacionalidade Luso-Brasileira, e muito brevemente tambem com nacionalidade Italiana. (Um cidadão do Mundo ao vosso dispor)

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