És estúpido ou comes merda às colheres?

Filipe Nunes Vicente é um atento e entusiasta leitor do Aspirina B. Delicia-se com as referências aos ranhosos e aos imbecis e entra em êxtase quando se fala aqui do Louçã. Para além deste quadro já complexo o suficiente para ocupar uns 5 a 10 minutos de conversa, a vexata quaestio da sua predilecção é a do anonimato na Internet. Os anónimos são cobardes, diz ele cheio de bravura. Mas quem são os anónimos, para este labrego? Até hoje, não sabia. Por exemplo, não sabia o que ele diria dos milhares de casos em que os nomes dos autores lhe são tão desconhecidos como um qualquer pseudónimo, tal como não sabia se o pseudónimo de alguém que ele conhecesse continuaria a ser um caso de anonimato. Tais dúvidas, felizmente, foram hoje desfeitas. Assim:

“O Abraval é um cobarde de merda que tem medo de assinar o que escreve. Diz-me onde moras e vou lá ter contigo.”

Cá está: o antídoto para o anonimato é a morada. Isto esclarece, definitivamente, o problema. E permite dizer-te, Filipe, que a minha morada está à tua disposição. Só tens de a pedir com modos e ela chegará ao teu conhecimento. É como numa qualquer situação social, vou presumir que já tiveste algumas. Também nos podemos encontrar num local a combinar. Estou cansado de te ver a sofrer tanto com a falta de moradas na blogosfera e farei o que for possível para te ajudar.

Sim, o título expressa com rigor o que penso do teu caso.

74 thoughts on “És estúpido ou comes merda às colheres?”

  1. Se bem que comer montes de merda a colherada e, de longe, por enquanto, o metodo favorito entre comentadores politicos e agitadores partidarios, e um ror de jornalistas, diga-se de passagem, especialmente quando todos eles se sentam a uma mesa fornida com guardanapos e agua mineral para ajudar ao discurso mal-cheiroso, a tendencia para come-la a garfada tem vindo a acentuar-se assustadoramente. Problema de constipacao generalizada entre homens e animais, dizem medicos especialistas e veterinarios de galochas.

  2. o que vale é que te picas sempre quando os “anónimos” vêm à baila.

    e não vale a pena, porque tu és o Val (tudo), estás longe de ser um anónimo, usas sim um pseudónimo (que dá um jeito do caraças para dizer aquilo que nos apetece, porque ninguém te vai bater á porta, a pedir contas, nem mesmo o Crespo ou o Pacheco – acho que o gajo tem tido umas aulas de esgrima, porque vai começar a aceitar duelos com espada)…

    mas era bom que pensasses que 80% (já sei que me vais perguntar onde é que realizei o estudo, etc) dos anónimos da blogosfera, inclusive na caixa do Aspirina, usam esta benesse para ofender e provocar os outros, de uma forma quase sempre cobarde.

  3. Esse psicopata é tão tarado que andou anos a fingir que nem sabia se eu era homem ou mulher, e a insultar-me por causa do nick e, na volta, quem se disfarçava com nick era ele para andar no Blasfémias a fazer-se passar por pessoas do meu local de trabalho.

    Depois ainda ameaçou de colocar o meu nome, porque quanto ao trabalho até lhe dedicava poemas no gozo na primeira página do blogue. E, como se não bastasse, o mongo ainda prometeu ir denunciar-me a identidade a quem me paga o ordenado.

    Se há gente imbecil, este é o melhor exemplo.

    veja-se e siga-se links:

    http://cocanha.blogspot.com/2010/02/unica-devassa-aprovada-pelo-cocanha.html

  4. luis eme, mas o que é que impede que o Crespo ou o Pacheco me contactem e perguntem o que lhes apeteça? E até que nos encontremos? É exactamente como numa qualquer outra situação onde se quer conhecer alguém. Diz lá: vais na rua e um tipo que nunca viste antes pede-te o nome e a morada – achas-te obrigado a satisfazer essa curiosidade? Seja lá qual for a tua resposta, ela é sempre apanágio da tua liberdade. Acima de tudo, não passas a ser anónimo só porque um maluco qualquer diz que não sabe quem tu és.

    Quanto ao Filipe, ele não perde tempo com o anonimato, utiliza é essa temática para atacar alvos seleccionados por razões políticas.

  5. Não é apenas por razões políticas.

    Comigo não existe nenhuma razão partidária. Ele faz isto por ser porteira e por absoluta incapacidade em argumentar.

    Melindra-se com qualquer embate nestas lides porque é um vaidoso sem grandes motivos para isso.

    E é sonso e ressabiado por apenas falar para a plateia. Como está sempre preocupado com a imagem para fora, não é capaz de dar resposta a ninguém.

    E depois vinga-se e vai cheirar tudo o que é privado, tentando chantagens de forma a encalacrar os outros na vida profissional.

    O cabrão anda a pedi-las e o meu erro foi não ter percebido de início que é um merdas mal-formado.

  6. eu sei disso, Valupi, por isso é que não te considero um anónimo, embora não saiba qual é a tua identidade, nem tenha qualquer interesse em saber.

    sabes tão bem como eu, que os anónimos são uma “praga” da blogosfera, normalmente gente que usa e abusa da liberdade que tem, para insultar e caluniar quem quer que seja, de uma forma cobarde e rasteira (utilizando vários nomes em simultâneo como o JCF já demonstrou, na caixa de comentários do Aspirina).

    cada um de nós pensa pela sua cabeça, ou pelo menos deve. é por isso que penso que o Vicente tem toda a legitimidade para pensar como pensa, porque usa o seu verdadeiro nome no blogue.

    sei que não pensas assim, e ainda bem, porque o mundo fica mais giro com toda esta tonalidade de cores.

  7. Quem é capaz de fazer estas fitas com os nicks dos outros e depois disfarçar-se para andar a largar ameaças em nome de pessoas do emprego de outros bloggers tem o retrato feito.

    Os Blasfemos apagaram essa porcaria que o animal fez e ele nem negou. Portanto, quem é capaz de se esconder para porteirices rascas é a mesma pessoa que calunia e lança boatos acerca de outros bloggers que não andam aqui para vender merdas e que nunca devassaram a vida de ninguém.

    Ele tem tenda montada. Portanto devia saber que tudo tem um preço. Se não queria usar a blogosfera como prolongamento da venda, tinha bom remédio- usava um nick e portava-se de forma decente.

    (esta treta não está a entrar e estão mais comentários bloqueados, por qualquer motivo técnico. Vê lá isso que eu sempre te defendi enquanto blogger).

  8. Sorry, zazie. Não sei por que raio ficaste pendurada no sistema de “spam”. Acontece com alguns, não faço ideia porquê e só agora reparei.
    __

    luis eme, mas eu não tenho nada contra a opinião do Filipe. Ele que pense o que quiser, obviamente. Contudo, se quer entrar em diálogo comigo, como o fez na sátira do Abraval, então é isto que me ocorre dizer neste momento.

  9. O meu também ficou bloquado muito lá atrás..

    Zazie, estes obcecados pelas moradas dos outros normalmente revelam estas mentalidades de chibo, bufo, merdoso e pidesco…Não há que enganar.

  10. Esta porcaria dos “anónimos” é a maior prova de estupidez que alguém pode colar na testa.

    Só chamam “anónimo” a quem usa um nick que se nota ser inviável para nome. Mas há dezenas de pessoas que eu conheço que andam com nome e apelido inventado a quem estas bestas respeitam por acharem que são bruxos, capazes de reconhecerem todos os nomes e apelidos que possam abrir um url.

    Na volta nem é disto que se trata. É parolice de aldeia. Querem sempre saber quem é a nova vizinha no prédio e o que faz na vida e, enquanto não têm estes dados todos para poderem ter “vida social” não descansam.

    O imbecil chegou aqui a dizer que eu era uma “cobarde anónima” por não ter nome registado no jornal e “não aparecer nos encontros de bloggers”.

    Isto é a maior piroseira que se pode imaginar. Como se a vantagem desta treta não fosse precisamente o inverso- poder-se “falar” sem precisar de conhecer os outros.

    E poder-se oferecer textos à borla, sem cuidar de direitos de autor, já agora. Coisa que quem tem tenda montada não sabe o que é porque usa a tenda para publicitar as merdices que vai fazendo por fora.

  11. Só por causa das coisas:

    Este imbecil que acabou de escrever em minúsculas, é o “ferreira” do Blasfémias. E é um bufo.

    Este cabrão estava mesmo agora nas caixas de comentários do Blasfémias e nunca comenta aqui.

    Ele persegue uma série de pessoas e faz fichas com a identidade de uma série de bloggers.

    Não se trata de paranóia minha mas de uma realidade pois ele já se descaiu o suficiente para eu saber que não só me conhece a mim, como a outras pessoas da minha família.

    E o mesmo em relação a outros bloggers com quem nunca teve um único diálogo online.

    Eu agradeço que o IP desta besta fique registado porque já participei à polícia o facto de me terem entrado no computador e tentado usar por 2 vezes o Paypal.

    Foi do Paypal que me notificaram e tiveram de bloquear a conta pois foi usada por uma besta que também me roubou documentos e que deixou rasto (ficando os icons à vista daquilo que roubou).

    Na semana passada estas intromissões de hacker foram confirmadas por técnicos do servidor.

  12. Para que também não haja confusões. O pide que escreveu em minúsculas é um velho bufo senil e nada tem a ver com a hiena farrusca.

    Mas faz precisamente o mesmo que a hiena. Cheira a vida privada de cada um e anda aqui para isso.

    Comigo já sabe o que lhe pode acontecer. Ele próprio o contou a outro, por ter memória que por aqui não há queixinhas a tribunais e coisas no género. Em fartando, trata-se a caixa dos pirolitos destes labregos, de forma rápida e eficaz.

  13. Resumindo:

    Boa sorte para o Valupi pois vai precisar dela em tendo o porteirame atrás das canelas.

    A velha blogosfera já acabou. isto tornou-se um antro demasiado insalubre e a única maneira de se suportar é barricado, cada um no seu blogue e com protecção na rua e no emprego.

    “Eles andem aí”. Até ao dia…

  14. O Valupi tem um dom que estes imbecis rasca não têm.

    Percebeu bem cedo o que é o mundo virtual e sempre soube separar o html da pessoa que o usa.

    É perfeitamente imbecil alguém melindrar-se por haver um desconhecido qualquer que escreve umas tretas a chamar-lhe nomes ou a gozar com essa pessoa.

    Por uma simples razão- isso é o equivalente a escritos nas portas das casas-de-banho. Ora nunca ninguém andou a pedir batatinhas às casas-de-banho públicas pelo que lá é escrito.

    E, se alguém se melindra por parvoeiras dessas, onde nem há comparação entre o escrito e quem se sente insultado, é burro.

    Só pode haver ofensa quando a autenticidade de ambos é pública e existe a possibilidade de quem afirma algo acerca de terceiro, poder ser tão autêntico, de forma a que a autoridade se sobreponha à do insultado.

    Essas coisas só acontecem quando existe denúncia pública ou policial de actos de terceiros.

    Como é óbvio nada disso se passou por aqui. Se querem denunciar actos têm a polícia. Se querem fazer porteirice têm o cabeleireiro.

    O que nunca poderão ter é a honra limpa por transformarem porteirices em denúncias na praça pública.

    A isso sempre se chamou um nome- bufaria. E é isso que o guru deles- o JPP- faz. Bufaria e perseguição pidesca por temer concorrência anónima na propaganda da blogosfera.

    Nem estaleca têm para desmontar a treta da agit prop. Chamam logo a polícia para calarem os megafones dos outros, com o eterno truque do perigo do “anonimato do proletariado”.

  15. zazie, não creio que um insulto seja uma ofensa, juridicamente falando. A ofensa comporta um qualquer dano, enquanto que o insulto é relativo à liberdade de expressão. Assim, eu posso expressar a minha opinião da forma que quiser, com linguagem erudita ou vernacular, sem que tal atente contra os direitos de alguém. Já os ataques ao bom nome, por exemplo, implicam a imputação de acusações que são falsas.

  16. Só para mandar um gozo ao palerma que julgou ter feito uma gracinha muito perspicaz com o “Abraval”.

    As porteiras coscuvilham tudo mas tendem a estropiar as informações que outras porteiras lhes dão.

    Este palerma nem no “Abraval” acertou. Não que eu saiba, ou esteja interessada em saber, quem é o Valupi ou quem é o Abrantes.

    Mas sei ler html. E sei que o Valupi nunca foi o Jack the Ripper.

  17. Sim, claro que um insulto não é uma ofensa.

    Mas tu nunca difamaste ou caluniaste ninguém. Qualquer pessoa pode gozar e insultar outra em função das merdas que essa outra pessoa afirmou.

    Apenas em função delas. A tretra de “atacar as ideias” é outra imbecilidade. Ninguém anda a dar pontapés nas desgraçadas das ideias. E nem tudo o que qualquer desgraçado diz é passível de argumento- pode ser apenas passível de se retorquir na mesma proporção do que disse.

    O que se passa com este farrusco é que não é capaz de ter debates acerca de nada. Não tem estaleca para defender uma única ideia. E, como sabe disso, melindra-se por ficar exposto na sua fraqueza teórica e aí passa ao ataque ao que nunca esteve em causa- ao privado ou a tudo o que é pessoal e nunca esteve em questão.

    Eu devo ter sido das pessoas que mais porrada te deu. E andámos dias seguidos nisso. Mas sempre numa boa- e até era possível, por motivo de chat, sair algo mais cretino, já que não havia sequer tempo para se reler o que se teclava.

    Mas tal nunca aconteceu. Eu posso afirmar que tu sempre foste um sujeito impecável no trato virtual- que é o único que alguma vez tivemos.

    O resto é o que dizes ou as macadas do blogue. E para essas quem tiver pachorra e tempo que se dedique, 24 horas por dia, a rebate-las.

    Eu não serei. Estou-me pouco lixando com tribalismos desses. A única coisa que me enojou foi também já andarem a arrolar-te nos “assessores” por pura mongalhice.

    E pior, não basta inventar cargos e queixas do dinheirinho dos impostos que sai para te sustentar, ainda é preciso bufaria a perseguir e a denunciar nome, morada, trabalho, estado civil, aspecto físico e o que mais que as porteiras desejem para neutralizarem o que não conseguem rebater.

  18. Exactamente, zazie. Tu, de resto, sempre foste uma das presenças mais intelectualmente estimulantes, e afáveis (de acordo com o teu código de honra), que participam nestes espaços comunitários. Para além de seres festiva, de celebrares esta forma de comunicação digital com selvagem iconoclastia, outra característica que assinala a tua liberdade.

    E tens toda a razão, só gastamos o tempo com o que nos interessa, quem não gosta não come. É só isso.

  19. Na internet todos somos grandes, valentes e corajosos… Por detrás do monitor e do teclado, chama-se cobarde a outros e pedem-se moradas, sob ameaça de valentes arraiais de porrada bravia…
    Posso concluir que além de estupido é muito provável que também coma m***a às colheres…

  20. So eu e que sei a merda que me entra na cozinha directamente do produtor (e que depois tenho de alterar, por uma questao de brio profissional e patrotismo democratico fingido) para confeccao dos pratos de grande bouffe democratica ao gosto do publico barrigudo e estupido como uma pedra. Ate a exigente e discernente Zazie lamberia os beicinhos, tenho a certeza!

  21. Xiça!!!

    Há gente que não tem mesmo nada para fazer!
    (Compram tudo feito, é verdade…)

    É anónimo para ali, é anónimo para acolá e, por entre todo este anonimato, soltam-se uns quantos insultos e outras tantas calúnias. Mas que bem!
    Depois, e nós até nem sabemos se é homem ou mulher, defende que ser anónimo é o mesmo que não o ser.
    Deve ser por isso que este blog está repleto de &; de W e outros nomes facilmente identificáveis, tal como zazie, por mero exemplo.
    De facto, o saber quem é quem não é importante mas um mero nick dá um jeitão quando queremos escrever aquilo que se calhar não deveriamos escrever.

  22. Está visto que a escolinha pachequiana está a ser um sucesso. Já tínhamos constatado que tinha conseguido encher o mercado de formados nas velhas oportunidades da calúnia e da suspeição. Agora estão a chegar os especialistas em identidade e intriga. Claro que não, não é o nome, a moradinha e o BI que os preocupa. Eles querem é a ficha de cada um. Currículos, actividades profissionais, declarações de impostos, seguros de saúde, ppr’s e afins nunca lhes chegará. As amizades são importantes e não saber do dia a dia de cada um incluindo as actividades partidárias, cívicas, não governamentais e até o CO2 emitido por cada traseiro pode ser decisivo. É a ficha, meus caros. Tudo ali juntinho a cada post ou a cada comentário. Depois masturbam-se a dar notas a cada um de nós. Sem a ficha, pois… têm que se ficar pelas excitações ligeiras, ejaculações precoces e vociferações diversas.

    O que verdadeiramente os incomoda é o cidadão anónimo pensar. Enquanto isso se manteve pelas tascas e cafés ainda vá que não vá mas daí a habituarem-se a que a net democratiza a cavaqueira vai uma maçada e não lhes peçam demais.

    A escolinha do pacheco é um sucesso pois claro. Até o próprio se gaba que a comunicação social já está muito melhor. Alguma! Não há abana caudas que não aprecie o género e tudo o que é gente de companhia, de fila e até rafeiros regozija e bate palmas. Que medíocre é a intelectualidade deste país.

    Aliás, muitas vezes o óbvio esconde o evidente. Quem num debate ou numa conversa, se ofende com um insulto é bem exemplo da tragédia humana porque um diálogo deixa sempre espaço para a argumentação. Inclusive do mesmo nível ou registo. E é uma piadola desmesurada que haja ainda quem alvitre a possibilidade de resolver o assunto à batatada. É rústico.

    Ofensivo é ouvir aves mediáticas que do seu poleiro e com conversa asseada, não se cansam de desvalorizar a inteligência humana emitindo atestados de estupidez dirigidos a todos nós. E se proliferam! Há uns tempos baseavam-se sobretudo na conversa circular de encornar neurónio. Hoje a subtileza é muito maior. Querem fazer crer que é a evidência das sensações, dos feelings e de elaborados estratagemas baseados em pressupostos pessoais. Basta ver as declarações de jornalistas queixosos na comissão de sociedade e o palavreado propagandeado na comunicação social.

    É a agenda: a arte de cavalgar burro velho em toda a cela. A estratégia já perdeu as últimas eleições. Mas que importa isso quando temos uma oposição cheiinha de cavalgaduras?

  23. Tenho para mim que, em relação ao sujeito a que se refere o título do post, a questão não é dilemática. Ou seja, não se trata de um “ou” mas sim de um “e”.

  24. Post com os melhores comentários a desmascararem as mentes pidescas que por aqui e pelo país ainda andam, é este! Infelizmente, existe ainda o Salazarismo em muitas mentes merdosas e acobardadas, tanto mais, quanto mais ameaçam com pedidos de moradas ou locais de encontro, mas se estes cobardes, se um dia tivessem resposta, nem apareciam, ou apareciam e arriscavam um valente arraial de porrada.

  25. tra.quinas

    Absolutamente certeiro. Esse sim, é o problema grave. Todas estas falsas preocupações com o trabalho de cada blogger é o melhor pretexto para meterem as botas cardadas cá dentro.

    Lembro-me bem do Venâncio falar nisso. E eu posso ser o mais opositora a todo o estado presente da política e do poder, mas nunca me esquecerei que o que importa é ter-se uma sociedade civil livre.

    E este espaço é dos últimos redutos que todos os que não têm megafone poderoso possuem. Razão pela qual me enoja todas estas fitas merdosas de falsos democratas que o que mais querem é o clubinho e o espaço para arrivismo na vida.

    O JPP fala sempre em nome da Poder. E foi ele quem impediu jornalistas na Assembleia.

    Veio para aqui para usar isto como propaganda, a par do que ainda mete ao bolso como comentador e depois vá de se armar em Moisés e guru desta treta apenas por não ter sentido das proporções e ainda menos de humor.

    Quanto às flores de estufa que ficam histéricas com um palavrão dá mesmo é vontade de dizer logo mais 4 ou 5.

    Por isso gramei o título do post. E repito a pergunta do Valupi: mas quem são estes gajos.

  26. esses cretinos que acham que é cobardia assinar com um heterónimo – seja nick -, nem percebem que o que conta são as idéias e o resto são avatares, Na´vi.

  27. “mas quem sao estes gajos?” – Zazie

    A mim pouco me interessa quem sejam esses gajos da bloga, a maior parte deles cagoes e ignorantes. Ja o mesmo nao direi dum laboratorio “iberico” de pesquisa “nanotecnologica”, junto ao Bom Jesus de Braga e que tem, entre o grande numero de interesses quase invisiveis, este:

    “The development of micro- and nanosystems for environment monitoring and security and food quality control incorporates at a first stage nanotransducer design and fabrication. These transducers will include micro- and nanoelectromechanical systems (MEMS and NEMS), and advanced single/few molecule transducers (based on spintronic, photonic, and electronic detection principles). These transducers will include necessarily chemically and biologically sensitive layers for specific detection of chemical and biochemical signals.

    Finally this research theme will involve developing better packaging and healthier foods and innovative point-of-care micro and nanosystems targeted at environmental quality analysis (air, water, and soil), as well as at conventional and nuclear explosives and other bioterrosim detection. These are fields of great societal concern and enormous economical impact. Developments in these research fields can be quickly brought into production and into the market”.

    Serao gajos a soldo da Nossa Senhora de Fatima? Os saloios dirao que sim.

  28. traquinas, ontem estava para dizer algo parecido com o que dizes mas já nem ligo a esta discussão sobre o anonimato. Mas é mesmo isso, se o povo discute no café não há problemas, se vêm para os blogues é o fim do mundo. Que ridículo! Há biliões de blogues no mundo, é evidente que o café também está na blogosfera. Não há pachorra para os JPP’s.

    Le Chef, os anúncios de empregos dos nanotecnológicos de Braga são completamente ridículos. E dizem eles que querem atrair a nata dos cientistas mundiais! Como? Com meia dúzia de linhas que não dizem nada, para nem falar de que não dizem que equipamente têm, qual a duração dos contractos, etc. Parece-me que quem irá para lá serão amiguinhos dos cabecilhas, só pode, não parecem ser muito sérios e interessados em captar pessoas capazes.

    Este blogue, além da qualidade dos posts tem comentários muito bons, mesmo dos anonimozecos. Fico contente, é fixe.

    Se alguém tiver uma razão muito forte para querer saber a minha morada e o meu número de contribuinte, é só dizer, estou à disposição, seus JPPzecos!

  29. &

    Ideias ou insultos? Será que são sinónimos?

    Concordo que são as ideias que interessam mas será que quem insulta o faz apenas porque não tem ideias?
    Muito sinceramente, só vejo duas razões para a existência dos nicks, que isso dos heterónimos é para tem mesmo ideias:
    1ª – Não quer ser indentificado para poder escrever o que muito bem entende.
    2ª – É ter vergonha do próprio nome.

    Agora é só escolher.

  30. Mário Pinto,

    quem és tu? Acho que face às parvoíces que escreves, devias ter vergonha do nome ( a segunda hipótese do teu mundo a preto e branco).
    Relembro que tens estado a escrever o que muito bem entendes mas ainda não deste a cara. Mário Pinto, para mim, não é identificação. Estás, então na primeira categoria do teu mundo a branco e preto.
    E que raio queres dizer com “mas um mero nick dá um jeitão quando queremos escrever aquilo que se calhar não deveriamos escrever.” – O que é que deveríamos escrever com nick e o que é que devemos escrever sem nick?

    Estás na blogosfera, gaita!!

  31. Edie

    Você insiste em confirmar aquilo que escrevi e mantenho.
    Depois, não responde ao que lhe pergunto mas sim ao que pergunto a outros. Porquê?
    Depois, ainda, diz que o meu nome não é identificação. Decerto que o será muito mais do quem um simples edie.
    Mais, se considera que só escrevo parvoíces por que se dá ao trabalho de me responder?
    Ignore-me, homem e não se aborreça por minha causa.
    Quanto ao raio a que se refere, tenho a certeza de que entendeu muito bem e o facto de estarmos na blogosfera não justifica tudo. Não acredito que aqui se seja diferente do que se é na vida real.
    É muito difícil assumir as nossas diferenças sem termos que maltratar o nosso opositor?
    Tivesse você e outros seus pares mais e melhores argumentos e não precisaria de recorrer ao insulto fácil. Isso sim, não só é parvoíce como é demonstrativo da falta de mais e de melhores razões.

  32. Edie….homem…lolololololol!
    A edie é assim, sempre de chicote na mão estilo Dominatrix…lolololol (desculpa, mas prefiro imaginar te assim do que uma velha desdentada de robe e chinelas…ehehehe!)
    Maltratar o opositor, chamar-lhe nomes é o mínimo…
    Mas sou solidário com o Mário Pinto, por assumir sem medos o que escreve, tal como eu próprio…

  33. Mário Pinto, explique lá qual é a diferença entre assinar os comentários com uma letra ou duas, ou assinar Mário Pinto. Um nome que não remete para lado nenhum, blogue ou outra página qualquer. Mesmo que seja o seu nome, experimente ir a uma lista telefónica e veja quantos Mários Pintos há para aí. Desculpe lá, mas é tão anónimo como eu, a edie, o &, etc.

  34. Mário Pinto, explique lá qual é a diferença entre assinar os comentários com uma letra ou duas, ou assinar Mário Pinto?

    Ass.

    Mário Outro Pinto

  35. Não entendem ou não querem entender?

    Reafirmo que a questão central não é o ser ou não ser anónimo mas, isso sim, o facto de se aproveitarem do anonimato para escreverem algumas “pérolas” que por aqui se lêem.
    Mantenho também que acho uma cobardia não assumirem o que escrevem e não me venham dizer que isso acontece porque estamos na blogosfera. Quem é vilão aqui é-o em todo o lado.
    Continuo a acreditar que é possível discutir ideias sem recorrer ao insulto e só recorre a este quem não sabe dizer mais nada.
    O meu nome é apenas uma designação minha, é verdade, mas o facto de eu o usar obriga-me a ser, no mínimo, bem-educado. É que, acreditem ou não, não tenho receio de aqui ser reconhecido. Pudéssemos todos dizer o mesmo.

  36. Mário Pinto, nem estou a ser justa. Os exemplos que lhe dei, a edie e o & e muitos outros, para mim, não são tão anónimos como o Mário. Andam por aqui há muito tempo e sei o que pensam em relação a muitas coisas. Já em relação a si, sei apenas que não gosta do primeiro-ministro e que tem um nome, coisa que nós, coitadinhos, não temos. :)

  37. Mário Pinto, continuas anonimissímo para mim e reafirmo que és absolutamente duro de cabeça. Perguntas porque não respondo às perguntas que me diriges e sim às que dirges a outros. Que perguntas me dirigiste?? Podes relembra-me? E depois comento sim senho o que quiser – é a blpogosfera, estúpido.

    E devias coibir-te de chamar nomes aos outros comentadores (como “vilões” e “cobardes”, só porque ninguém sabe quem tu és :) e portanto estás protegidíssimo atra´s do “nome”. Não me parece digno de uma pessoa tão corajosa como tu.

  38. Mário Pinto, já tens nome nalguma rua, estátua pública, retrato a óleo nalguma assembleia de freguesia, ou isso?
    Se não tens, temos que tratar disso, homem.

  39. Eu acho uma piada a estes campinos com coragem para assinarem umas tretas e, à conta disso, julgarem que deixam de ser anónimos, por se tornarem anódimos.

    E ainda mais piada tem, à capacidade adivinhatória que imaginam ter para detectarem essa assinatura nos nomes dos outros.

    Quanto a coragens, queria era vê-los a andarem de carteira aberta à hora de ponta no metro. Porque no mundo virtual, publicitar nome com possibilidade de sacarem IP é maior descuido que esse do metro.

    Quanto a identificações públicas em cafés ou nas ruas, nunca vi ninguém andar de megafone a dizer o seu nome a quem passa e, ainda menos, a perguntar o dos outros que passam ou calha de estarem no café.

    Apresentações sempre as conheci feitas por terceiros; pedidos de identificação em locais públicos, só quando à rusga.

    Portanto, no que me diz respeito, é assim. E ando aqui com o mesmo nick que já usava em 2000 no site do David Lynch. Depois foi no Pastilhas, onde o próprio MEC inventou registo com nick para toda a gente.

    Não sou eu que vou mudar, lá porque apareceu gente depois e descobriu a blogosfera agora.

  40. há, do verbo haver e outras gralhas anormais.

    Difícil e saber-se manter um código de netiqueta mesmo andando sem identificação total. Porque é apenas a nós próprios e a esses princípios que respondemos.

    Ética por medo de parecer mal por causa da vidinha, não é nada.

    Este exemplo do FNV demonstrou-o. À primeira que pode, inventa um nick e nem é para andar em diálogo a dizer o que lhe apatece a outras pessoas. É para lançar dados privados da vida de bloggers por pura maldade e com o único fito de fazer com que mais gente saiba e possa usar dados privados de terceiros para toda a sacanice que ele bem gostava de poder fazer.

    E a prova que é nestas ocasiões que as pessoas se revelam está nas diferentes atitudes dos locais onde largou a porcaria.

    Os blasfemos apagaram a devassa. E fizeram muito bem e nem foi pelos meus lindos olhos, pois até tenho por lá o link para o Cocanha bloqueado.

    O betolas do VLX, de quem até tinha boa impressão e com quem nunca tive a menor contenda, decidiu fazer o papel mais cretino- ir para lá gozar com “resistências a tecladoW” apenas por se acobardar e não ser capaz de apagar a devassa que estupidamente o amigo largou- por mera paranóia, vendo zazies onde apenas estava um outro blogger com nick e identidade diferente.

  41. não conhece outras razões? limitações da sua cabeça. Por exemplo quem assina com nome próprio reconhecido notarialmente pode não querer mais do que isso mesmo: reconhecimento, bolachas para um ego carente, para não dizer desfraldado. Não lhe respondi porque não estava cá, mas considero de bom tom que não se meta comigo, porque desta estou a ser bem educado. Quanto a mim digo o que me apetecer e não tenho de lhe dar razões, compris?

    Gostei de saber de ti Zazie, tu sempre com o mesmo nick e a mim deu-me um torcicolo no número complexo e fiquei asana como diz a Edie (cá para mim é um infinito a fumar um cigarro, mas pronto). Olha aquele texto que também te dediquei está agora à discussão num seminário de semiótica. Entretanto já escrevi outros e amanhã lá começo mais um. Paixão da paisagem: a raiz indo-europeia de pagus é pak, relativo a dever moral, raiz de pacto e de paz.

    Fica bem. Isto da fofoca também é da Primavera como sabes, as porteiras ficam com os gladíolos no ar e vêm de gravata para enganar.

  42. ah, e continuo a deitar-me com as galinhas, sempre que consigo, não conheço melhor do que fundir-me longamente com o sopro. Espero que tenhas visto o Avatar e o Invictus, e o Nove. Do último tenho a certeza que gostas, do penúltimo espero bem que sim, só do primeiro não tenho a certeza, mas macacos me mordam se também não gostas de voar de dragão,

  43. &,

    olha, estive a dançar com o manu chao…Me gustas tu. E outra coisa: uma boa maneira de ajudar o nosso asana é pensarmos nas pessoas que em vez de ver no teu nome um obstáculo à catalogação, vêem um infinito a fumar um cigarro. O que é mesmo bom é podermos comunicar os nossos infinitos. Não perder tempo com os catalogadores.

    Jai guru deva!

  44. Está muito bem.

    Se tiver em conta que o edie é o tal que chamou de idiota alguém só porque se “atreveu” a discordar de outro alguém terei de convir que está a ser coerente.
    Se recordar que a guida foi protegida pelo edie e que, agradecida, rejeitou a ajuda mas que agora veio em seu auxílio.
    E porque temos também aqui um traquinas, talvez o único que tem um nick a condizer, concluo que estarão bem uns para os outros.
    A guida perguntou quantos nomes como o meu há na lista telefónica. E quantas guidas, edies e/ou & há nessa mesma lista?
    A guida também não sabe o que eu penso sobre outras coisas. Não me quer enviar um inquérito? Envie, que eu respondo.
    Não gosto do PM, diz. Não sou obrigado a gostar, pois não? E não ofendo aqueles que gostam, pois não?
    O edie diz que não devo chamar vilões nem cobardes aos comentadores que fazem questão em sê-lo. Diga-me então que adjectivo hei-de aplicar a pessoas que se limitam a insultar quem discorda deles?
    O traquinas faz uma série de perguntas traquinas. Nem merece resposta.

    Só uma dúvida mantenho: Por que razão se juntaram três pessoas, todas de alto gabarito (ao que parece), a “bater” num só individuo, que se limitou a exprimir umas opiniões num espaço público?
    Recordo alguém que disse que “quem se mete com o PS leva”. Está explicado, então.

    Por mim dou por finda esta muito agradável conversa. Prometo voltar se a oportunidade surgir.

  45. Se bem percebi, assim a modos que… emites opiniôes em público mas gostavas que quem discorde de ti marcasse reuniões privadas para te comunicar. Desculpa lá, e não é que tenha muito a ver com isso, mas estás com as lentes embaciadas.

  46. Ó Mário Pinto, esta merda da Internet – e digo merda, porque, sendo livres de a tornar o que se quizer – alguns, poucos, optam por torná-la um espaço de selvajaria, é uma verdadeira “armadilha”, um pitfall, como dizem dizem os ingleses.

    E parvos somos nós, em vir perder aquí o nosso tempo, só porque entendemos que alguém está errado na Internet.

    Existem coisas muito mais interessantes para fazer, tais como ler um bom livro, escutar uma boa música, ter uma boa conversações com pessoas reais, frente a frente, e em que não se dizem coisas que no anonimato são infelizmente permitidas, enfim, há todo um mundo de coisas a fazer.

    O país está desgraçado e não tem salvação possível. Não adianta…
    Não era isto que queríamos, quando fizemos o 25 de Abril – e eu estava lá. E no 16 de Março, também.
    Foram os políticos, a merda dos políticos que temos, que deitaram tudo a perder …
    Não há nada de mais inútil, do que discutir política com um político.

  47. ah, ficou para o acordar que já estava xonão, dez horas ligado no sopro suave, que bom!

    lá tenho de começar outro paper, devias ficar contente Edie ontem submeti um daqui a um mês submeto outro e já lá vão 4 este ano. Logo eu que detesto o princípio maxime da produtividade, mas enfim…

    Continuando com o Ney, dois amigos divertidos,

  48. Mário Pinto,

    sei perfeitamente que vais ler isto, apesar de pretenderes dar como terminado diálogo – outro inconveniente da internet: não mandas porra nenhuma nisto e respondo sim senhor.

    Além de bastante “distraído” (vamos dizer assim) em relação ao meu nome e ao meu género, revelas-te completamente desonesto quando pretendes que apenas tu deves ter o exclusivo direito de adjectivar menos simpaticamente os teus opositores (q

  49. Lula: tu que és um exemplo tal que Caetano sintetizou há dois meses na expressão “tomara Obama” vê lá se ajudas a dar um sopro nisso. Presta homenagem ao homem, Zapata, minha também: Sit tibi terra levis.

  50. (que não podem ser mais do que um, senão estamos perante um complot do PS contra ti) porque assinas Mário Pinto e outros assinam outros nomes menos convencionais… Há gente que não só é estúpida como come realmente merda às colheres. Bom proveito!

  51. Mario Pinto,

    Sugiro com muita boa intencao que mude o seu nome para Mario Galo, ou Peru, se gostar dessa ave brasileira de pescoco enrugado.

    Todavia, reconheco que o meu amigo e um senhor educado e isso e um bem inestimavel em qualquer cidadao que se preze e ganhe no minimo o salario minimo, de facto tao inestimavel e essa sua educacao entre a selvajaria que me faz adoptar sob juramento a partir de hoje a opiniao que deveria ser compulsorio inocular cada um dos animais das assembleias de politicos de todo o mundo com um pouco do seu soro anti-cobardico. Mas tem de ser genuino, tirado de manha assim que o meu amigo se levantar da cama.

    Sim, Mario, abaixo o Nick, ja!

    Viva a Republica e o Rei!

  52. Mário Pinto,

    perdão, não respondi à tua pergunta: “Diga-me então que adjectivo hei-de aplicar a pessoas que se limitam a insultar quem discorda deles?”

    R: máriopinto

  53. &,

    que coragem de homem…
    Esse regime tem de acabar JÁ.

    (entretanto o meu comento soluçou e tu entraste no meio :)

    Já vi os amigos cantando. Começo de dia muito bem disposto ;)

  54. Mário Pinto, as voltas que foi dar e as contas (rigorosas :)) que fez para chegar a essa do “quem se mete com o PS leva”, numa discussão sobre o anonimato na blogosfera. Penso que o uso de nicks nada tem a ver com partidos, mas se calhar estou a ver mal… :)

  55. A propósito de :)), vê se vais dando conta das aprovações dos teus papers…que é para fazermos festa aqui no aspirina.

    Quatro papers em dois meses? Esse é um bom sopro!

  56. olha aqui. Sim Edie mas é porque eu tinha uma espécie de dívida a pagar e ainda vai ser mais este ano. Depois espero fazer reset e ir passear com um burrinho como conta o Saramago,

  57. Este é um assunto que já há tempos me preocupa. A elite científica está a ficar dogmática. Há assuntos tabu – nunca poderão ser considerados como alvo de estudo científico, muito menos de publicação, há nomes proibidos, há redes invioláveis de influência e recomendação, há censura…

    Assim, não vamos lá. Igrejas e corporações fechadas já temos que baste.

  58. pois, mas é assim. Está tudo aquartelado nas résteas de identidade ao mesmo tempo que se processa a revolução digital, e é uma revolução, não sei o que vai dar – já agora espero que o jornal sol acabe para não se confundir com o nosso Sol, que anda tímido e envergonhado,

    lá vou esticar as patas enquanto estruturo o próximo, como um cavalo desabrido,

    daqui a uma semana quero Verão ouvistes Pá?

  59. Não estou minimamente interessado em saber a identidade do Valupi, mas percebo o ponto do Vicente.
    Alguém que quer ser agressivo, por vezes até ofensivo, para com os seus adversários de ideias, será mais assertivo, mais corajoso, mais claro, da sua parte, usar o seu nome próprio, em vez de um pseudónimo. Parece-me evidente.
    Exemplo: O João Gonçalves, cujo blog, Portugal dos Pequeninos, está nos antípodas do Aspirina B, tem, também, embora noutro estilo, um certo prazer em ser ofensivo para com os seus adversários políticos.
    Mas ele, João Gonçalves, tem uma vantagem sobre o Valupi, é que toda a gente sabe quem ele é, e nunca ninguém o acusou de cobardia.

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