17 thoughts on “Entrevista de Cavaco”

  1. Sinceramente não vi nem ouvi a entrevista.
    Ultimamente tenho fugido dos programas de humor porque acho que o tempo não está para graças.
    Mas deve ter dito das boas, do tipo:as vacas acordaram de manhã a rir-se para o pasto, que aquele queijo deveria ter para aí 2 quilos quando afinal o queijo tinha 11 quilos e parecia a roda dum automóvel.
    Quem tem esta noção e medida das coisas não serve absolutamente para nada.

  2. A Madeira é um jardim! “Houve apenas uma omissão grave” , não porque o Presidente o tenha dito mas porque o INE e o Banco de Portugal afirmaram! O Presidente só corrobora esta opinião e nada mais tem a dizer . O Sr. Silva sempre igual a si mesmo, vulgar.

  3. falou comó caraças e não disse nada, nada lhe diz respeito e não interfere na governação, às perguntas respondeu nim e fez de conta que tinha ido à madeira, quando na realidade tinha estado nos açores. este gajo deveria ser bastonário da ordem dos palhaços. essa do conselho de estado é o gajo sentado em cima do bolo com a boca cheia de cerejas.

    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=450709&headline=20&t=Cavaco-Silva-na-festa-da-cereja-de-Alcongosta.rtp&tm=8&visual=9

  4. Peço desculpa, mas tenho de escolher três, porque o homem é abundante na matéria a avaliar. Sendo assim, aqui vai o TOP3:

    3.º – “Ignoraram os meus alertas” (sniff… sniff…);
    2.º – “A partir do meio do próximo ano, quero acreditar que vão surgir sinais de crescimento económico” (tipo: como? com 2.5% de recessão?);
    1.º – “o comportamento do Dr. Alberto João Jardim é uma questão de estilo” (e.g. estilo anti-democrático, insultuoso, desrespeitador, ditatorial).

    Obrigado Cavaco!
    O Aricept foi administrado na dose conrreta.

  5. “Eu alertei, mas não fui ouvido”.

    O bruxo diz ter avisado, já em 2006, segundo frisou, que “a situação era explosiva”, mas (os governantes) “olharam para o lado”.

    Busquem-se os arquivos dos jornais, revolvam-se os registos da época e tentem encontrar-se os tais alertas do gajo de que vinha aí um choque petrolífero em 2008, uma crise financeira internacional logo a seguir, a consequente quebra nas exportações portuguesas de 20 por cento, a crise das dívidas soberanas no espaço euro, o colapso irlandês, a bancarrota grega, etc. Se o bruxo que raramente tem dúvidas sabia de antemão que o país corria a toda a velocidade para se estatelar contra uma parede, deve ter feito um discurso histórico a alertar o país e os portugueses para a eminente catástrofe. Deve certamente ter convocado o Conselho de Estado, mandado urgentes mensagens à Assembleia da República, convocado os partidos a Belém e dado entrevistas a todas as televisões, rádios e jornais a transmitir o aviso apocalíptico. Leiam-se os debates coevos, 2006-2007, no parlamento. Alguém fez ali eco do funestíssimo pressentimento do Presidente?

    Busquem, busquem.

    A chamada história contrafactual coloca interessantes questões do tipo: que teria acontecido numa dada situação, se em lugar de terem sucedido os factos A, B e C, tivessem sucedido os factos D, E e F? É a “what if history”, muito útil também para apanhar demagogos e aldrabões.

    Suponhamos que o PSD tinha ganho as eleições em 2005 e que o Marques Mendes ou a bruxa Manuela se encontravam ao leme da governação nos anos de 2006 ou 2007, com a economia a crescer moderadamente, mas acima de 2 por cento ao ano, o rácio dívida pública/PIB a baixar de ano para ano, o preço do petróleo a 60 dólares o barril, nenhuma crise financeira internacional no horizonte, as grandes empresas de notação caladas como ratas, o banco laranja BPN ainda a regorgitar de malfeitores amigos do Presidente empenhados em cavar o maior buraco bancário da história de Portugal. Que teriam feito nessas circunstâncias a dita bruxa ou o dito Marques Mendes, “avisados” pelo homem da bola de cristal de Boliqueime?

    Isso é que eu queria ouvir do bruxo, para me rir à gargalhada.

    Será que teriam recusado o aumento à função pública depois de um ano de congelamento? Teriam despedido duzentos mil funcionários? Teriam cortado no subsídio de Natal? Teriam acabado com os benefícios fiscais? Teriam imediatamente chamado o FMI para nos vir ajudar? Teriam suspendido o TGV, o aeroporto e a construção de estradas? Teriam aumentado o IVA da electricidade e do gás? Teriam puxado as orelhas ao amigo Jardim? Teriam evitado o rombo catastrófico do BPN laranja? Teriam passeado entre as gotas da chuva da crise internacional e da crise europeia?

    O céu estava azul, o sol brilhava preguiçosamente, na bolsa as acções iam subindo, a oposição reclamava da bancada maior crescimento da economia, porque 2 por cento era ridículo, e maior baixa do endividamento público, porque Teixeira dos Santos ter baixado dos 6.7 do ano de Santana só para 4.2, em dois anos, era miserável. Gente fantasticamente competente e mágica esta oposição laranja, que achava que no poder conseguiria pôr o país a crescer pelo menos 5 por cento ao ano e reduzir o endividamento de imediato para baixo dos 3. Como agora se está a ver.

    Estava tudo neste doce e ledo engano, nos idos de 2006 e 2007, quando supostamente se ergueu nos ares de Belém o terrível aviso do fim dos tempos: – Estamos a correr para o abismo!

    Diz que ninguém o ouviu! Pois não. Nem eu. Tu ouviste? Quem ouviu? Quando? Onde?

    Que eu me lembre, puxando muito pela memória, o estúpido apenas interrompeu umas férias de verão dos portugueses para os alertar contra um pintelho do projecto de estatuto autonómico dos Açores. O desgraçado distraiu-nos com um pintelho, quando a borrasca do juízo final se aprestava a cair sobre a Pátria!

  6. aquela da magistratura activa nos últimos seis meses foi uma sonsice que esconde a verdade: trabalhou arduamente para que o governo caísse e uma nova maioria de direita tomasse posse.
    também é de sublinhar a sonsice, muito publicitada na sic, dos 2 biliões de desvio. a conversa mentirosa continua.

  7. Eu cá gostei muito de tudo especialmente porque temos um Preseidente que fala como falam os banais comentadores de politica/economia.

    Também gostei de saber que vai ser convocado o conselho de Estado para discutir o estado da economia. O que será que o Alberto

  8. NÃO VI, NÃO OUVI, NÃO ATRIBUO QUALQUER IMPOSTÂNCIA AO QUE O HOMEM DIZ, POR ENTRE DOIS SORRISOS DE VACAS FELIZES.
    SÓ SEI QUE NUNCA MAIS EXPLICOU AS DUVIDAS QUE APARECERAM POR ALTURAS DA CAMPANHA ELEITORAL, ÀCERCA DOS SEUS NEGÓCIOS, DAS SUAS PROPRIEDADES, DA SISA, ETC.ETC.
    QUEM O ELEGEU QUE O ATURE! EU, SE PUDESSE JÁ TINHA ERA EMIGRADO.

  9. Discursos desse gajo?
    Só aguardo o da despedida, infelizmente ainda falta um ror de tempo.
    PQP.
    Não é o que poderiam pensar, mas, Provera Que Passe.

  10. Perdão, alguém viu a entrevista da Gabriela Canavilhas na SIC, há pouco? Isso, sim, uma entrevista, pelo valor do depoimento da própria entrevistada. A propósito da anunciada pretensão do governo de acabar com a empresa responsável pelo projecto Museu dos Coches, e dar-lhe outro destino (Centro Comercial?não se sabe), a Senhora (sim, com S grande), lá foi explicando, com um sorriso nos olhos, que se trata de expôr a maior colecção do mundo desta temática e que parar as obras implica perder muito dinheiro (que não temos). Gostei particularmente da resposta que deu à pergunta “O que pensa do que aconteceu a nível da política cultural do governo?”. Respondeu: ” O que é que aconteceu?”

    Brilhante.

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