Ego sum

A Fernanda Câncio é, na minha soberba consideração, a blogger mais importante em Portugal. Tal decorre do que se percepciona da sua relação com Sócrates (seja essa relação qual for, que eu não faço a mínima ideia qual seja, nem quero saber), e que a torna um alvo preferencial dos ranhosos e imbecis. Mas a notoriedade também vem do erotismo associado à sua imagem e presença, de ser uma jornalista de causas, da qualidade da sua escrita, do seu génio fogoso e, acima e antes de tudo, da generosidade intelectual. É essa generosidade ingénua, como tem de ser para que continue fecunda, que a leva a partilhar o seu horizonte de realização e a não desistir de chegar a acordo com quem dialoga, desde que haja sinais de valer a pena o esforço. Como neste caso, onde vai ao encontro do João Miguel Tavares para lhe entregar um testemunho honesto, frontal, nu – portanto, amoroso.

E o João respondeu, apenas para mostrar que não consegue corresponder. Tudo nele é artifício, superficialidade, irrelevância. Estamos perante um cínico que ainda não saiu do armário, mas que já abriu as portadas e permitiu a contemplação do vazio que o envolve. Não tem projectos nem ambições, não tem doutrina nem manifesto, não quer nada; apenas que o deixem berrar palavras de ordem. Ouvindo-o na TSF, no seu exercício semanal de anti-humor, fica patente que a realidade, mais do que interpelar, o aborrece. É nesse aborrecimento existencial, um spleen remunerado, que tem alinhado com a maralha anti-Sócrates por razões meramente circunstanciais. Porque é fácil, porque se tornou colunisticamente correcto, porque a superioridade política de Sócrates provoca acinte e raiva. Mas a pulsão é tonta, como ele próprio explica numa das mais patetas, e patéticas, confissões de irresponsabilidade. Ao dizer que acredita que alguém comprou uma casa a metade do valor de mercado só porque leu essa informação num jornal, assume ser acéfalo. Para quê pensar, para quê criticar, para quê pressupor erro ou descontextualização na informação se o jornal se deu ao trabalho de a publicar… Estamos perante um talibã do 4º poder, um fundamentalista que lê literalmente qualquer pasquim e depois faz rebentar uma calúnia no meio dos leitores civis.

O pior, todavia, não resulta desta epistemologia de Procópio, antes da impotência que se cultiva como ideal. O texto que lhe valeu um processo assumia serem verdadeiros, e suficientes, os boatos que sobre Sócrates são derramados desde a campanha para as eleições de 2005. Este Tavares não utilizou as informações para questionar a sua veracidade ou exactidão, nem para clamar por mais investigação ou justiça, antes as aceitou como acusação provada e a pedir a sua mão de carrasco. Vai daí, tratou de espalhar a crença de que Sócrates é criminoso. O que tal opinião faria ao visado e aos seus – familiares, amigos, colegas, parceiros, terceiros – ou as consequências de se difamar um cidadão acerca de quem se constrói uma acusação com base no que se leu nos jornais, já não o entusiasmava, muito menos lhe despertava interesse. Ele era um publicista, e um publicista publica. Publica não importa o quê, porque é o que acha em si próprio; trata-se do direito à livre expressão de uma qualquer subjectividade. Estamos, pois, de volta ao futurismo: a opinião é movimento, passagem, jorro. Ai daqueles que tentem travar o progresso da infâmia.

Este caso, como os casos congéneres de outros dois histéricos anti-Sócrates, Pedro Lomba e João Pereira Coutinho, é absolutamente estéril para o debate político. O pensamento não é servido, apenas a marca do autor e a pantominice do simulacro crítico. Apostam nos jogos de linguagem, arriscam o ultraje moral, mas descuram o combate conceptual, abdicam da fortaleza ética. A crise da direita resulta do poder partidário ainda estar entregue a uma geração caduca, PSD, ou utilitarista, CDS, mas também da vacuidade da nova geração e correspondente ausência de talento, liderança, carisma.

Os egotistas não constroem cidades onde apeteça viver.

57 thoughts on “Ego sum”

  1. Concordo por uma vez com o Valupi! A Câncro é a blogger mais importante em Portugal, mas no Portugal dos sócretinos. Como qualquer tumor (cerebral), começou por ser uma célula aparentemente idêntica a todas as outras (lembremo-nos do 5 Dias), para gradualmente se ir afirmando como a célula responsável por replicar o socretinismo, o que se veio de facto a verificar. A certa altura já havia inúmeras células sócretinas a ameaçarem a sobrevivência do blogue. Felizmente o cancro foi extirpado a tempo.
    Mas ganhou vida própria e eis que se tornou ele próprio num blogue cujas ramificações atingem outros blogues, como é o caso deste. Portanto, não se iludam os doentes que pensam que uma simples aspirina b pode tratar as suas dores de cabeça: no que a este comprimido diz respeito, o mais provável é agravar a doença e promover o desenvolvimento da incapacidade intelectual. Não mata, mas alivia (abafa) os pensamentos contestatários e anti-neoliberais. Anestisia, como seria de esperar…

  2. Excelente Val.
    A frase que para mim mais lhe define o caracter é esta “Nunca ninguém me chateou por causa de um texto de opinião, Fernando Lima incluído. A ti, pelos vistos, sim.”
    O “pelos vistos” é todo um programa.

  3. Val não é com vinagre que se apanham moscas, é atacando-as:

    Fernanda Câncio para mim é dos (as) melhores colunistas do DN – a par de Ferreira Fernandes – e do Jugular. Não comento no Jugular e DN, tem de se pagar e para isso não estou disponível. Agora que gosto de ler o escreve isso gosto. Às vezes vai até ao extremo com certos opinadores de blogues que, se fosse comigo, não lhes dava tanta conversa derivado à sua (deles) má educação.

    Sei que se ela me respondesse dizia que se tem de proceder assim que, por vezes água mole em pedra dura tanto que até fura. Acredito, mas há uma grande parte desses opinadores o que lhes interessa é armar a confusão, chover no molhado, a denegrir a imagem de quem está sossegado a tentar resolver os problemas do País.

    Sou a favor da crítica sendo ela construtiva e nunca pelo enxovalho. Faço críticas aos ideais de várias figuras e nunca à sua maneira de ser, à sua fisionomia, aos seus gostos. Agora como alguns se comportam isso não.

    Sobre o João Miguel Tavares acho que se excedeu no que respeita ao 1º Ministro. Não gostou da crítica do Pedro Marques Lopes “Apenas um tigre”, é que aguarrás no rabo dos outros para nós é um refrigerante. Quando é no nosso é que dói. Ou dito de outra forma: os defeitos dos outros nos nossos são virtudes.

    Um exemplo: desde há muito tempo que não gosto da instituição F. C. Porto mas, sei reconhecer o seu valor e dizer que na actualidade não temos melhor em Portugal.

    Como referi acima na parte jornalística não vejo melhores “para mim” que, Ferreira Fernandes e Fernanda Câncio, na blogosfera Aspirina B, Jumento, Câmara Corporativa e Jugular.

    Sei que podem dizer gostos são gostos e como se diz na gíria não se discutem. Mas contra factos não há argumentos. É este o meu ponto de vista.

  4. Manuel Pacheco, está com certeza a fazer confusão. Não tem de pagar para comentar no Jugular, nem no DN. Neste último deve ter de registar-se, mas não precisa de pagar nada. :)

  5. LOL, valupi!

    Afinal não estás só obrigado aos panegíricos ao pm mas também aos que o rodeiam, qualquer dia toca à sua mãe, pai, filhos e por aí fora, com jeito ainda chega ao primo chinês! Haja Deus!

  6. sim de uma generosidade e honestidade intelectual que não desfazendo só vejo tão boa para aí nem sei em quem.

    já de presunção…

  7. Ibn Erriq, ao vosso dispor Exa. dos Santos, diga onde lhe dói! Prometo para a próxima usar vaselina para não o deixar tão dorido!

  8. “…na blogosfera Aspirina B, Jumento, Câmara Corporativa e Jugular”.

    com o devido respeito, o meu preferido é o Blog dos Marretas.

  9. Resumindo e concluindo: la Câncio é um anjo caído do céu aos trambolhões, alma generosa, sempre disposta a perdoar (como se alguém precisasse do perdão e da mão estendida de la Câncio para alguma coisa, mas enfim… A não ser que já se tenha tornado 1ª Ministra e ninguém deu por isso…), bláblábláblá. JMT é um demónio da pior espécie, que devia levar uma “sova” daquele fulano do “Sobrenatural” para saber qual o seu lugar, bláblábláblá.
    De repente veio-me à cabeça a palavra “maniqueísmo”, porque será?

  10. eu então gostei de ler os dois: quiça têm ambos razão, a sua razão, e não, não é contradição; serão duas facetas da verdade, esse sólido que havemos de assimilar a quê – um dodecaedro?

    (perdoe-se-me esta abrangência natalícia embora tenha ali algum napalm resguardado)

  11. J. dos Santos e baladupovo, estou convosco. O problema, baladupovo, é mesmo esse, a desonestidade intelectual e contra esta não há argumentos, porque além da intelectual é a do carácter, logicamente!

  12. A parte que gostei mais foi do “erotismo associado à sua imagem e presença”.

    Safa, valupi, sejas lá tu quem fores, devem pagar-te mesmo bem para te sujeitares a isto. De facto só mesmo anónimo.

  13. Val: GRANDE POST. É PRECISO CONTINUAR (os cães raivosos que por aqui pululam, se acham que é chato que se COCEM – enquanto o fazem dispersam os piolhos e trambolhos que têm naquelas cabeças corrompidas).
    Quando a dor de cotovelo é grande, apetece-me dizer que “quem desdenha, quer comprar…”, ou “estão verdes, não prestam…”.
    Pelo que tenho lido da Senhora, parece-me ser uma pessoa completamente independente no pensar e isto é a melhor arma de combate para quem tem de se defrontar com os disparates com que a atacam.

  14. Fui ler o Jugular e vi este(s) comentário(s) que diz(em) tudo o que tenho querido dizer aqui – continua a ser, de facto, a honestidade intelectual (ou a falta dela), o busilis da questão, o resto é tudo rasca feito por pessoas rascas, como alguns que aqui vêm demonstrar e já os citei:
    “De aquasky a 30 de Dezembro de 2009 às 14:11
    Mas eu, quando escrevi, escrevi de boa fé, acreditando que aqueles factos correspondem a uma suspeita “consubstanciada” diz o Miguel Tavares. Quer dizer então que basta nós acreditarmos no que é escrito num jornal para a partir daí podermos lançar lama sobre uma pessoa!? Para estarmos de boa fé basta que nós acreditemos? Não me parece. O que e parece é que o Miguel estava mesmo de má fé. O Púlbico assumiu explicitamente que tinha lançado uma cruzada contra o PM. Qualquer colunista que estivesse de boa fé nunca poderia fazer uso dessa cruzada para chamar os nomes ao PM que o Miguel chamou. O direito de livre expressão não pode deixar de respeitar o direito à honra e ao bom nome. A Lei não só estabelece os direitos dos jornalistas, como lhes impõe deveres, nomeadamente o respeito pelo rigor e objectividade da informação.”
    “De aquasky a 30 de Dezembro de 2009 às 14:21
    Mas eu, como colunista, tenho direito a ser
    injusto, desde que a priori não tenha consciência de que esteja a cometer uma injustiça” diz o Miguel Tavares. E o como é que sabemos que o Miguel não tinha consciência de que estava a cometer uma injustiça? E como sabemos que o Miguel tem um apurado sentido de justiça? O Miguel deixa tudo ao reino da subjectividade. Mas não, caro Miguel, há regras, há regras pelas quais todos nos devemos reger. A liberdade de expressar o próprio pensamento deve sê-lo na observância dos limites legais.”

  15. Val, pela sua rica saúde, modere ou feche a caixa de comentários.
    Não sei quem você é, nem me interessa saber. Sei que este é um dos blogues que visito quase diariamente entre uma dúzia deles e quando quero ler o resto do artigo dou com as alminhas que vêm para aqui “desabafar” para não ter que bater no cão ou coisa pior! Please…!

  16. Ha um pormenor, não dispiciendo, que convinha esclarecer : a Fernanda Câncio não é nem nunca foi namorada ou noiva do engº Sócrates,mas tão só(e obviamente) “pau-de-cabeleira”.

  17. Este Blog além de aspirinacamente fazer bem à saúde ainda tem efeitos benéficos na prisão de ventre, basta-me ler alguns comentários e a tripa começa logo a funcionar.
    Cago-me a rir a ver-ler estes tipos.

    Oh Valupi, eu sei que te pagam para fazeres este frete, os que dizem mal do socras são independentes e livres e almas sãs, os que dizem bem só mesmo pagos e subornados, toda a gente sabe isso, até admira o JMT não ter feito crónicas sobre isso, não vem no CM mas basta ler o PPereira na Sabado ou no Blog para saber e ele tb é bem intencionado, va-se lá duvidar do PPereira que até vai à TV e tudo…

    Ponham aqui os olhos oh seus incompetentes, a voces ninguem vos paga para virem aqui dizer mal do Val e do socras porque não prestais para nada, sois uma merda da escrita, o grau zero do comentário, ao Valupi pagam e bem e é merecido porque ele é bom no que faz.

    O que tem piada é que ao JMT pagam MESMO para ele escrever aquilo, e ele que me desminta. Posso prová-lo.

  18. Amigo Val, não concordo de forma alguma sobre a importância da Fernada Câncio na blogosfera e como jornalista. Não a comparemos com Ferreira Fernandes. Mas enfim são gostos e gostos devem-se discutir.
    Começando, como diz o outro, pelo princípio, tudo isto não seria discutível se não assistisse à mais nojenta campanha de que há memória contra alguém. Discutiu-se desde a sua orientação sexual a outras desorientações. O que se tramou contra Sá Carneiro ao pé disto tudo foi uma brincadeira de “putos”( só para citar uma personagem cara à direita). Discussão que foi devidamente acolitada por orgãos de imprensa, dita de referência, repletos de militantes números 1,2,3 e outros números.
    João Miguel Tavares, quem é? É aquele moçoilo arvorado em mártir da liberdade de imprensa? Se o é com toda a certeza lhe estará reservado um lugar no Paraíso com a virgem a que terá direito. Não tem qualidade.
    Quanto aos outros dois que nomeias no final, apenas um muito breve comentário, O Coutinho, cabelo engraxado, respirando saúde, ar blasé e ao mesmo tempo muito british, muito queque, tentando arrogantemente fazer humor, é apenas e tão só um herdeiro dos Coutinhos. É candidato a escrever textos para os Gatos Fedorentos ( o que seria o seu, deles, fim). O Lomba é, tão somente, mais um candidato, dos muitos que já se perfilam e com muito menor qualidade, ao lugar do Vasco Pulido Valente. Mas, porra, o homem ainda não morreu, moderem-se. É que para o igualarem na indústria do bota-abaixo, necessitam de servir muitas “Sandes de Koiratos”. Ele desempenha essa função com muito mais classe e cultura.
    Mas nada se escreveria sobre estes e outros seres humanos não aqui citados,se Sócrates não existisse. ELE É O SEU (DELES) ABONO DE FAMÍLIA.

  19. João Miguel Tavares é uma nulidade, mas vende-se. Há SEIS anos que é pago pelo Diário de Notícias (começou ainda com Miguel Horta e Costa na PT e o Fernando Lima a director do jornal) para debitar as suas palermices. Não sei quem é que se lembrou de fazer dele mártir da liberdade de imprensa. Só no gozo.

  20. Guida:

    Obrigado pela dica. Não estava a fazer confusão, simplesmente sou um leigo na matéria.

    Já entrei no blogue Jugular.

    Quando os temas forem do que possa opinar, lá estarei, se não for limito-me a lê-los.

    Um bom fim e princípio de ano.

  21. FFernandes,

    Calú do meu tempo, creio,
    sexagenario como eu…
    é um gaju que n dispenso a respectiva leitura

    e lhe sou imensamente grato
    por imensas coisas eu n conhecia,
    sabia

    e tb pelo sentimento que mantem
    relativa a montes de coisas do nosso devir quotidiano

    lê-lo, como hoje, é uma emoção
    que lhe agradeço…

    Câncio

    é um “must”

    quer pelos cães que lhe saiem ao caminho
    quer tb pelos q a maximizam

    eu acho-a com um espantoso sentido critico
    e de liberdade

    e tal como JS

    tem uma imensa capacidade
    de resistir as maledicencias nacionais

    Pra ti, Val, Bom ano
    e n esqueças,
    sei que não,
    que a luta continua!!!

  22. Nem o melhor dos socratinos pedantes, que não pedintes, conseguiria escrever tão pouco para dizer tanto de afagamento ao ego dos ‘xuxalistas’ seguidores compulsivos do senhor Pinto e Compª Ldª.

    Em algumas passagens da peça cheguei a rever os gloriosos tempos da ANP e dos escribas, e não escrivas, que se deliciavam a escrever loas ao senhor Presidente do Conselho, e a insentivar a pegar em bandeirinhas das 5 quinas espalhadas nas multidões de crianças inocentes que eram recrutadas e devidamente mascaradas de batina branca e estrategicamente se colocavam a borda das estradas onde a figura estadista do Caetano passava…

    Pior era quando o ‘cabeça de vitela’ do Tomaz e a sua imponente esposa e 1ª dama, se deslocavam para cortar a fita da inauguração do fontanario o do parque infantil de Sobral de Monte Agraço, pois ai além das bandeirinhas desfraldadas ao vento no modelo Scolari, ainda tinham que gritar o tal Vivaaaaa o Senhor Presidenteeee, Vivaaaaa.

    Portugal esta a cair num estado de demencia social do qual não se sabe bem se vai conseguir sair algum dia.

    Resumindo:

    A peça em causa é de uma pobreza de espirito digna de um qualquer invisual que tenha aterrado no local a que ainda chamam País e lhe tenham descrito uma nariguda que dizem passa umas temporadas com o Presidente do Conselho e escreve umas ‘merdas’ que certos habitantes do ainda País vão lendo como qualquer cristão lé a biblia para deleite do sacristão da paroquia.

  23. Ver a “superioridade política de Sócrates” já chateia uns…
    Ver a superioridade intelectual de quem o apoia, causa depressão noutros….

    É a vida..

  24. Em primeiro lugar Valupi desejo-lhe um feliz ano de 2010 e desejo que por um acaso da sorte Deus nos agracie com o milagre de lhe repor a grande parte de neurónios que lhe faltam .Não só o João tem graça como razão e a duas coisas juntas já são um bem para o nosso intelecto.Mas veja lá concordo consigo quanto às qualidades jornalisticas da Fernanda e mesmo sendo mulher que saiu do armário heterosexual também a acho um prazer à vista e você deveria aprender com ela pelo menos em educação …Quem não concorda com as politicas do SR josé Sócrates Pinto de Sousa ,vulgo PM, tem de ser Histérico? então você ao defendê-lo cegamente ultrapassa o histrerismo(bom estudo para um Terapeuta).Tenha dó e defenda o seu partido mas de uma forma mais coerente e menos patética ,Aproveito para o aconselhar a visitar por ex:O Abrupto,bem escrito e um regalo para quem “sabe” ler.

  25. Aos Aspirinas:

    Antes de iniciar o jantar convido todos o que escrevem e fazem parte do Aspirina B, a que comigo se sentem à mesa que, antes da divisão se for bem dividido chega para todos. Quer, sejam dos que partilham as minhas opiniões quer quem as contrarie.

    Assim como desejo um bom fim e início de ano a todos e principalmente a um que há tempos partiu para o Brasil e julgo que por lá ficou, de seu nome Z. Não fez mal, conforme a situação Nacional e o frio que faz, sabe bem viver no Brasil.

    Mais uma vez renovo um feliz ano de 2010.

  26. Não resito a contar uma a propósito de alguém dizer que o Valupi é o pseudónimo da Fernanda Câncio. Um destes dias um sobrinho meu tentou provar-me que o Valupi era o Jacinto Lucas Pires porqeu leu na Net. Ora bolas, eu até conheço minimamente o Jacinto que é meu vizinho e tudo mas tudo é possível. Na Net tudo é possível. Feliz 2010 a todos e todas em especial para a Sinhã!

  27. Amigo Manuel Pacheco, retribuo a sua simpatia. Quanto ao Z, também um amigo, penso que já voltou, embora com outra letra. Para ele também tudo de melhor. Um abraço para todos que a maré vai alta.

  28. A vida é fodida, o que um homem tem que fazer para manter o seu tacho. Até se compreende nos dias que correm não é fácil arranjar emprego!

  29. o val parece-me assim tipo um desperdicio , um saudoso victor cunha rego ( o unico comentadeiro á maneira -que diria ele desta nuvem que nao sai ?) que se perde em maniqueismos idiotas em prol de nem sei o quê. que goste da f? está no seu direito. que diga que sao mediocres ou que sofrem de inveja quem pensa que a moça é vulgar-que é – , que pensam que é uma comentadeira ao estilo rebelo pinto que apenas tem relevo ( e para muito poucos) por ser qualquer alegada coisa a nao sei quem ? é assim pró parvo se se sujeita a defender gente que nao vale um chavo sem ser inserida num determinado contexto.
    Bom ano. e veja lá se se liberta de falsas fidelidades. fazem-no passar por parvo.

    ( é aqui que passas o tempo ,marinex ? vou-te bater…)

  30. Por acaso nunca tinha lido uma tão acalorada afirmação sobre a existência da liberdade de imprensa em Portugal, no caso concreto no DN, como a que é feita por JMT no seu texto de despedida nesse jornal.

    Desde Sócrates não ter nada a ver com a saída dele, até nunca ter havido qualquer interferência dos vários directores do DN naquilo que foi escrevendo( nem um sobrolho franzido no elevador? nem atrasos nos pagamentos ?), o texto é um hino à liberdade de imprensa pela mais insuspeita pessoa.

    Estou contente. Afinal, estamos muitas vezes melhor do que pensamos.

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