É que já são 14 anos, fora o resto

Quem quiser ser presidente tem que ter a certeza absoluta de que vai para vencer e não vai só para ser candidato. Basta observar que os dirigentes das principais associações, que à luz dos actuais estatutos são preponderantes na eleição da direcção da FPF, estavam na Islândia com a selecção nacional. Isto quer dizer alguma coisa e algo importante. Tem a ver com a recandidatura de Gilberto Madaíl. Os sinais são esses. São as associações que têm preponderância na eleição do presidente e vendo que estavam na Islândia, com a selecção, isto quererá dizer algo importante. Madaíl é a aposta na continuidade de quem manda no futebol português.

Vítor Baía

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Caso Baía tenha razão e Madaíl continue presidente da FPF, previsivelmente alegando que só pretende concluir o processo da candidatura ibérica ao Mundial de 2018/2022, a entidade política que der um murro na mesa e lhe corte as vazas vai ter o favor popular. Até os Verdes ganhariam votos se encabeçassem essa revolta.

2 thoughts on “É que já são 14 anos, fora o resto”

  1. É por isso que o ‘espertalhão’ do Seara põe a condição da retirada do Madaíl.O Baía foi futebolista mas, pelos vistos, não é burro.

  2. O Madáil é um chico esperto. Quando “foi” na Coreia ele bem esteve na corda bamba mas para calar os média foi buscar o outro, o brasileiro que descobriu Portugal 500 anos depois de Cabral ter descoberto o Brasil.
    A jogada mais recente deste rato de esgosto foi a telenovela Mourinho, calou os média inventando assédio sobre um dos melhores treinadores do mundo.

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