10 thoughts on “E pensar que o tipo, para algumas almas inocentes, passou por estadista…”

  1. Já só penso nos 90% de portugueses a votarem para terem o João Galamba como ministro das Finanças! Foda-se que até me molho nas cuecas só de pensar nas conferências de imprensa com o gajo de fatinho tecno e brinco na orelha e aquele ar de macho a dizer-nos como sodomizou a TROIKA. Os três de enfiada e sem murchar …

    GANDA MAROCAS. ÉS MESMO FIXE COMO O CARAÇAS.

    Camaradas vai ser a alegria de todos nós: teremos o 4º resgate depois de mais uma governação socialista.

    Nós precisamos é mesmo deste dinamizador das massas como o MAROCAS para que o PS tenha a maioria absolutissima. Ai, mais dois pingos na cueca … que tusa este novo PS.

  2. Aquando da entrada do Euro, para atingir os seus critérios, a Grécia enganou a UE com os SWAPs da Goldman Sachs, mascarando biliões de défice e dívida.

    Foi exactamente o que o governo do trafulha filósofo exilado em Paris fez com as empresas públicas de transporte, para mascarar os seus próprios défices e a dívida, entre 2005 e 2011.

    Graças a isso, mais os negócios ruinosos de SCUTs, PPPs, venda e posterior re-aluguer dos nossos edifícios públicos (como tribunais), Parque Escolar, Fundações, RSIs e todo o tipo de trafulhices e negócios ocultos, a nossa dívida disparou de 60% para 126%.

    Sabendo que estes contratos ruinosos têm prazos de mais de 40 anos, preparem-se para uma longa vida de escravo para sustentar os desvarios socialistas.

  3. Isabelinha, Penélopinha, Valuzinho ……. e restantes pacientes deste Hospício: aqui fica o excerto de um interessante artigo de Francisco Assis, que, tirando umas atoardas ideológicas com cheiro ao mesmo presunto bolorento do costume, coloca o dedo em algumas das feridas das alucinações e prosápia que a esquerda boazinha e despesista gosta de colocar na mesa da discussão politica e reclamar por isso a sua patética superioridade moral. A última vez foi naquela jantarada de bacocas proclamações de indignação e apelo ao golpe de estado popular à paulada que decorreu na AULA MAGNA.

    Como as beatas socrateiras de serviço não fazem o serviço, aqui fica o link para ver se ao menos com umas leituras de correligionários mais desempoeirados vocxês mudam a merda do bocejante discurso que dejectam para aqui diariamente, e começam a olhar para o mundo real. 10 minutos apenas e pode ser que … a poeira se levante e percebam que vocês tem uma mão cheia de nada para proporem como alternativa.

    O título já de si promete: Portugal precisa de uma alternativa séria e rigorosa

    Ouviram?. Leram? Viram? SÉRIA e RIGOROSA

    eu repito SÉRIA e RIGOROSA . A antitese das verborreias que pululam usualmente nesta esterqueira e nas acções e projectos lunáticos da esquerda esclerosada que tem desgovernado este país.

    Tiro o chapéu ao ASSIS e vou passar a escutá-lo com mais atenção. Estou surpreendido e, confesso, satisfeito com os sinais de mudança. Vamos ver o que isto vai dar????

    Pode ser … pode ser que … vamos ver!

    http://www.publico.pt/politica/noticia/portugal-precisa-de-uma-alternativa-seria-e-rigorosa-1614226

    ” … o nosso país debatia-se com o confronto entre duas visões radicalmente opostas do presente e do futuro. De um lado, o Governo reafirmava a sua vertiginosa opção pela via da austeridade punitiva; do outro lado, numa muito heteróclita Assembleia, grande parte da esquerda confundia a legítima indignação cívica com a infecunda adesão a uma espécie de pensamento mágico como forma de salvação de um modelo económico e social ameaçado pela presente crise. Não há, é bom que se diga, uma verdadeira simetria moral entre estas duas orientações. A direita extremista e neoliberal que nos governa pretende pôr em causa o contrato social fundador de um modelo de organização colectiva alicerçado em valores de inequívoca relevância civilizacional; grande parte, decerto mesmo a maioria dos homens e das mulheres que se reuniram na Aula Magna, sob a influência moral de Mário Soares, apenas visavam lutar pela subsistência de um modelo de Estado capaz de garantir a protecção quer dos direitos fundamentais, quer dos direitos de índole social. Apesar disso, este confronto empobrece o debate político nacional. Uma esquerda puramente proclamatória, dada a uma certa altivez e escassamente preocupada com o esforço de compreensão da realidade nos seus aspectos mais complexos, constitui uma inesperada e útil aliada de uma direita radical que procura parecer pragmática quando é obscenamente ideológica.

  4. Na verdade, a velha direita sempre gostou da esquerda que rejubila com tiradas abstractas, acusações impiedosas e promessas incumpríveis. Nela encontrou muitas vezes a razão de ser da sua própria sobrevivência. O país precisa de uma alternativa séria e rigorosa, capaz de conciliar uma perspectiva diferente sobre a dimensão europeia com propostas concretas de renovação na nossa vida interna, seja no plano político, seja no âmbito de organização do Estado, seja ainda no domínio da promoção da iniciativa económica. Nenhuma proposta viável oriunda do espaço da esquerda democrática pode ignorar a necessidade de se levar a cabo uma importante reforma do Estado e da Administração Pública e de promover políticas conducentes à valorização da iniciativa económica. Contrariamente à direita de inspiração neoliberal a esquerda democrática tem a obrigação de salientar a importância das políticas públicas na promoção da igualdade de oportunidades, na criação das condições institucionais favoráveis ao desenvolvimento comunitário e na manutenção de um nível de coesão social adequado às expectativas de uma sociedade democrática. Estas preocupações concretas são incompatíveis com a exaltação de uma espécie de pensamento mágico que anula o estudo e a análise, estigmatiza o realismo propositivo e aponta para horizontes inviáveis e como tal geradores de forte desilusão colectiva. O que se passou na Aula Magna suscita respeito, mas desperta escassa esperança. Pode funcionar como alerta, mas não deve ser percebido como solução. O caminho da esquerda tem de ser outro, não tendo necessariamente que contradizer tudo aquilo que naquele local se sentiu. É óbvio que compete ao Partido Socialista a assumpção de um papel determinante na construção da alternativa de que o país carece. Não confundamos, contudo, esta incumbência que exige tempo, método, trabalho, disciplina, com orações retóricas momentâneas por muito apelativas que estas possam parecer. É por isso mesmo que o maior partido da oposição não pode ter a pretensão de concorrer com assembleias de subsistência momentânea e projecção limitada ainda que incisiva. Se o PS cedesse a esse espírito, estaria a hipotecar a possibilidade de afirmação de uma verdadeira alternativa política de esquerda em Portugal. Bem sabemos como nestes tempos em que tudo parece urgente, epidérmico, abrasivo e definitivo é difícil resistir ao apelo mediático de uma certa superficialidade retoricamente impressiva. Só que é isso que faz a diferença entre a evanescência de um discurso frágil e a consistência de uma alternativa sólida.

  5. Para os Aspiranados de serviço, a começar pela Isabelinha, um parágrafo do ASSIS para lhe acompanhar os dias e as horas na improdutiva AR. Pode emprestar ao imberbe Galambito que ele muito precisa para ver se deixa de mastigar aqueles cogumelos alucinogénios que o fazem parecer o bruxo das caldas. Não é o SEGURO que é das Caldas? Ganda confusão …

    “Estas preocupações concretas são incompatíveis com a exaltação de uma espécie de pensamento mágico que anula o estudo e a análise, estigmatiza o realismo propositivo e aponta para horizontes inviáveis e como tal geradores de forte desilusão colectiva”

  6. não, bruxo do caldas é heterónimo da catarina dos 9. o resto está ao nível de quem fica aliviado depois de dizer umas asneiras aldrabadas, continua que a sofid admite gajos com limitações.

  7. Parece que esta caixa de comentários, desde a oração de sapiência proferida na Aula Magna, começou subitamente a ser inundada pelas matérias fecais que os meliantes despejam dos seus intestinos quando estão prestes a ver a Justiça – seja lá sob que forma for – a aproximar-se inexoravelmente dos seus coirões de facínoras cobardolas.

    Até se compreende.

  8. MIJÃOTRASTE

    Tu com as calças, o cacete e a saga de sinistro justiceiro com que te investiram e te fardaram na Capela Magna da SAGRADA FAMILIA de TIRANETES PATÉTICOS, tens futuro garantido como capo e cão de fila, na Guarda Pessoal de Sua Santidade o PAPAMAROCAS.

    Toma atenção que a Justiça de cacete na mão e basófias na lingua, sem a devida dose de obcessão autoritária e paranóia fundamentalista, às vezes torna-se um caso de tosca imbecilidade … como a TUA. Pelo menos já estás vestido pró Carnaval.

    Até se compreende, depois de ter ouvido os Sacerdotes da Violência Purificadora na Capela Magna.

  9. “Às vezes torna-se”, dizes bem, ó filho duma puta!

    “Outras vezes”… ficas a lamber-te no chão e a fugir para debaixo das saias dos “marocas” de ocasião. Lembras-te?

    Mas olha, meu cabrão, que para a próxima, a fábrica que montou o “marocas” pode estar em greve…

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