É o regime, estúpido

O “caso Sócrates” evoluiu para o “caso Regime”. Seja o que for que venha a acontecer, vai ser um terramoto. E neste momento está a ganhar a acusação.

No plano moral e político, Sócrates já está condenado. Seja porque a sua relação com o dinheiro de Santos Silva deixa uma imagem de pessoa sem perfil ético de estadista, tais as suspeições inerentes aos factos, seja porque as consequências do seu comportamento, ao permitir a situação em que se encontra, ficam como uma extraordinária e histórica manifestação de irresponsabilidade política e deslealdade cívica. Resta-lhe a batalha judicial.

No campo judicial, a acusação encontrou uma boa hipótese para explicar o enigma das transferências de dinheiro para a conta de Santos Silva. Ter conseguido meter Vara ao barulho é meio caminho andado para garantir que se vai chegar a tribunal e que as penas serão as mais altas possíveis. Se o sucateiro apanhou 17 anos, se o próprio Vara apanhou 5 anos de prisão efectiva e o tribunal não conseguiu provar que ele recebeu dinheiro do suposto corruptor, então para um imbróglio que mete um primeiro-ministro e a CGD, com conselhos de ministros pelo meio e centenas de milhões de euros enterrados nos Algarves, os 25 anos de pena máxima não chegarão e provavelmente teremos de dar essa alegria ao Pedro de mudar a Constituição para voltar a instituir a pena de morte ou, no mínimo, a prisão perpétua.

A hipótese é boa porque é simples, está ao nível das capacidades médias do leitor do Correio da Manhã. Vara é levado em 2006 para a CGD por Sócrates, facto. Lá dentro, começa logo a roubar. E cobra a percentagem usual da corrupção organizada, 7%. Como está ao serviço de Sócrates, não fica com o dinheiro. Ele apenas trata da papelada e vai sendo levado ao colo, acabando no BCP. É este o cenário posto em cima da mesa com a prisão preventiva de Vara. E o que ele configura é aquilo que Joana Marques Vidal cunhou cripticamente, em Fevereiro, como “rede que utiliza o aparelho de Estado para a corrupção”.

Ora bem. Se esta suspeita for provada, a dimensão do crime é alucinante. O PS correria o risco de desaparecer. O populismo atingiria o grau máximo de intensidade, dando origem a fenómenos sociais e políticos imprevisíveis. Ficaríamos dilacerados na interrogação de como havia sido possível tamanha miséria moral ter-nos acontecido. E, para piorar a desgraça, ainda seríamos obrigados a suportar o triunfalismo decadente dos pulhas. Existir um primeiro-ministro que se permita o tipo de aviltamento das instituições da República como está inerente à tese da acusação levará a que não fique pedra sobre pedra no ecossistema político.

E se a suspeita não vier a ser provada? Se, por alguma razão, seja ela qual for, a acusação não conseguir demonstrar que Vara e Sócrates cometeram os ilícitos na berlinda, então este processo terá constituído uma operação conspirativa para usar a Justiça com fins de assassinato político e condicionamento de actos eleitorais. Igualmente, um crime de uma dimensão alucinante.

A acusação está a ganhar porque há mesmo indícios de irregularidades, inegável, e porque se dá como muito mais provável que Vara e Sócrates tenham cedido à tentação criminosa, e não Rosário Teixeira e Carlos Alexandre. Todavia, da acusação estão a chegar constantes crimes, através das violações do segredo de justiça. Esses abusos, aqui entre nós que ninguém nos lê, são igualmente um indício de que o desfecho está em aberto. A acusação poderá estar embriagada de impunidade e soberba. Só uma coisa é certa: não se farão prisioneiros, vai ser uma guerra de aniquilação.

172 thoughts on “É o regime, estúpido”

  1. sabes, pensar – e constatar – que no meio de tanta miséria onde o país está mergulhado há espaço para guerras entre o ecossistema político e judicial é tão imensamente triste. é como se fosse, e é, uma evidência da supremacia da falta de carácter sobre o resto . e é o resto que nos faz gente, que faz de um país uma nação contente. :-(

  2. «as consequências do seu comportamento, ao permitir a situação em que se encontra, ficam como uma extraordinária e histórica manifestação de irresponsabilidade política e deslealdade cívica»

    Esta uma tese que muita gente bem pensante vem defendendo sem que eu consiga perceber exactamente em que é que se baseia. Salvo opinião melhor, só Sócrates e Silva saberão ao certo o que se passa entre eles. Portanto, ou o Valupi sabe de algo que ainda não foi publicado, ou trata-se de uma conjectura tão boa como todas as outras que bem critica.

  3. Pessoalmente, considero que para haver crise de regime seria necessário que o eleitorado fosse dotado de duas coisas que a comunicação social que temos se tem encarregado de aniquilar: memória e sentido critico. Na falta delas isto será apenas mais uma telenovela que se irá esquecer logo a seguir às eleições.

  4. O Valupi
    Então e os submarinos, pá ?
    Esqueceste-te que os accionistas de Vale de Lobo são os gajos dos submarinos!
    Ou será muito perigoso seguir essa pista ?

  5. Do que JRodrigues está a dizer, deduzo que acredita que a corrupção é muito difícil de provar diretamente, que apenas quando o corruptor, o cúmplice ou o corrompido confessam, pode haver condenações.
    Ora o que transparece da atuação do ministério público, tribunal de instrução criminal e tribunal da relação é o contrário, dão a ideia que indícios muito fortes facilmente em julgamento se converterão em prova.
    Estou convencido, e aparentemente também António Costa, que Sócrates será condenado a muitos anos de prisão (até pela comparação com Godinho e Vara), e que apenas recursos bem elaborados para o Supremo, e admitindo sempre uma culpa parcial, poderiam diminuir um pouco a pena.
    Se António Costa estiver atrapalhado com as sondagens, poderá ainda apresentar à última da hora um programa muito forte de combate à corrupção.

  6. Um homem cuja carreira política não contribuiu para o crescimento do património pessoal, raridade em Portugal e no mundo inteiro, decide fazer um período sabático e um amigo de vida com fortuna ajuda-o no propósito. Esse período é bem aproveitado. Entre outras coisas, escreve e partilha contribuições com conteúdo original e profundo sobre um dos temas que marcam a encruzilhada moral das democracias contemporâneas. Quem as leu percebe a ignomínia e mediocridade de insinuar publicamente não ter sido ele próprio o autor. Ver dezenas detectives vasculhar a sua vida anos a fio e nada de mais conseguirem que atirar o barro à parede, através de jornais, em sincronismo com os ritmos do calendário político, em insinuações vagas que se autocontradizem ao fim de pouco tempo, só engrandece o seu exemplo cívico.

  7. Mas há uma coisa estranha, muito estranha mesmo !
    Com uma suspeita de crime tão grave não houve tomates para meter o Vara em prisão preventiva numa cadeia!

  8. ”A acusação está a ganhar porque há mesmo indícios de irregularidades, inegável, e porque se dá como muito mais provável que Vara e Sócrates tenham cedido à tentação criminosa (…)”
    Senhor Valupi!
    A acusação está a ganhar. Sem dúvida, esteve sempre. O que caracteriza a utilização ou uso da lei em Portugal, do Código do Processo Penal, por exemplo, é que, na circustância e no tempo, ou no tempo e no modo da fase de investigação e inquérito, até à dedução da acusação, a acusação está sempre a ganhar.
    Parte-se sempre do pressuposto de que, durante essa fase, a acusação dispõe dos instrumentos necessários para que a defesa do suspeito não possa interferir no processo em equiparidade de meios. Não vale a pena perder muito tempo a analisar os fundamentos da concepção de direito que suportam este ”modus legendi”.
    Para mais, em Portugal o direito, sobretudo o direito processual quando aplicado a casos que envolvam matéria ou sujeitos políticos, nunca mais será o mesmo, abertos os precedentes da mobilização da comunicação social, política e financeiramente refém, na fase de investigação para consolidar a posição de qualquer das partes, nomeadamente para colmatar na opinião pública fragilidades endémicas temporárias ou definitivas no processo.
    Na opinião pública e nas sondagens, a investigação, ou acusação prévia, para sermos rigorosos, consolidou sem dúvida a sua vitória com o envolvimento de Vara.
    Pessoalmente, aceito, com as devidas reservas que a cidadania impõe, que Vara, na administração da Caixa Geral de Depósitos, possa ter beneficiado ou tentado beneficiar alguém com a intervenção financeira em Vale de Lobo. Até mais ver, para mim trata-se mais de um estilo que, numa dada fase de culto desenfreado do empreendorismo financeiro a todo o custo promovido pelos carteis ideológicos supraliberais, inundou o estilo de vida de gestores das finanças públicas e privadas, em todos os quadrantes políticos do regime, político e financeiro.
    Ora, o que me parece, é que os crimes de Vara não são crimes de Sócrates no horizonte dos ”indícios” sugeridos pela acusação. O que me parece é que, mesmo que as práticas de que Vara é suspeito venham a ser provadas, ficaremos ainda muito longe do horizonte em que envolveriam José Sócrates.
    Mas é sem dúvida uma jogada de quase xequemate da prévia acusação, tendo em vista que, nesta fase, a acusação sabe que a comunicação dará cobertura a qualquer manobra da acusação para reforçar a solidez das suas suspeitas junto da opinião pública.
    Ao envolver Vara com Sócrates, deslocando a atenção de Sócrates para Vara, a acusação garante que alimenta a senha e a ira contra sòcrates, porque o perfil de Vara constitui as costas ideais e a jeito para o pau. Melhores costas para o pau só conheço as do cegueta.
    Sem dúvida, mesmo que o processo não fosse político, o propósito é cada vez mais visivelmente político.

  9. Caro Fernando Soares,

    Para mim, ou há provas materiais, directas, irrefutáveis, ou não há provas. E não havendo provas terá que funcionar um saudável principio da justiça que manda que, na dúvida, se decida em favor do réu. Lamento que isso possa deixar muita gente desconfortável, mas não posso aceitar que continuem presos por homicidio a mãe e o tio de uma criança desaparecida, cujo corpo nunca foi encontrado.

    Portanto, quando se refere à possibilidade de indicios na posse da acusação se transformarem em prova em sede de julgamento, pois eu estou a par desses processos de alquimia. O que gostava era que eles merecessem o veemente e firme repúdio de todos quantos fossem capazes de realizar que não é o facto de não se poder demonstrar que algo é falso que o torna verdadeiro.

    Mas o meu ponto nem era esse. O meu comentário era sobre um julgamento moral já realizado sobre uma relação cujos exactos contornos ninguém, de facto, conhece.

  10. Castro Nunes,

    Mas então, e seguindo o seu raciocinio, a alegada corrupção materializar-se-ia no quê ?! Do que acusam ao certo Vara ? De má gestão ? De desvio de dinheiro da CGD para JS via Vale do Lobo ?! Eu sei que se diz por aí que a melhor forma de se assaltar um banco é administrá-lo. Mas a amenos que o referido investimento tenha sido feito sem um projecto que necesseriamente tem de ter tido muitos outros intervenientes, não pode ser o facto de ele ter corrido mal que o tipifica de criminoso. Imagine que se criminalizavam todos os administradores bancários que tivessem promovido negócios que correram mal para os seus bancos . Acha que sobrava algum ? Porque será que se continua com a ideia infantil de que é possivel tratar um investimento ( algo que envolve sempre uma previsão do futuro ) com um nivel de certeza que não existe ?!A maioria, se não a totalidade, das decisões de investimento, fundam-se em expectativas apoiadas em cenários que muitas vezes não se concretizam. Vamos passar a criminalizar expectativas e projecções ?

  11. É isso, JRodrigues.
    De facto, os pressupostos desta pressuposta guerra à corrupção estão todos prevertidos, porque nunca se definiu com rigor o que distingue a corrupção das práticas que o regime financeiro e político promoveu, alimentou e louvou durante décadas.
    É neste vazio que se torna fácil manipular a justiça e a opinião pública.
    Em todo o processo BPN isso foi mais do que óbvio. Condenavam-se por burla os investimentos em expectativas de valororização de património imobiliário que a alegada crise gorou.
    Por vezes a crise parece jogar também como um artigo do código penal.
    Todo este figurino é oportunista. Seria grande hipocrisia alegar que favorece ou alimentou o portunismo. Ele era oportunista na sua génese e fundamentos.
    Por vezes dou comigo a pensar: o melhor retrato do oportunismo liberal é o cegueta, que criou os mecanismos de corrupção que agora alega para criminalizar os outros discricionariamente.

  12. Volto a insistir:
    Não houve tomates para mandar o Vara para a cadeia e nem sequer existe a desculpa de que foi “premiado” porque “colaborou” com a Justiça.
    E depois há a questão da escolha de uma “vítima” demasiado perfeita para servir os intentos, e a questão do “timing” também ele demasiado perfeito para servir outro tipo de intentos.
    Para espectadores atentos isto não passa despercebido.
    Mas há mais coisas … Mais detalhes ….

  13. Valupi: «A acusação está a ganhar porque há mesmo indícios de irregularidades»

    A única «irregularidade» possível, a confirmar-se, é o alegado movimento dos 12 milhões para uma conta pessoal de Santos Silva, via Battaglia. E quanto a isso podem existir muitas explicações que não conhecemos ainda, desde as mais prosaicas (não conhecemos as práticas habituais das empresas em questão) até diversos tipos de ilícitos ou crimes que não implicam corrupção nenhuma, como seja a fuga aos impostos. Mas tudo o que temos até agora é mais uma versão conspirativa por provar, na linha de todas as outras inventadas ao longo de muitos anos.

  14. Jasmim Silva,

    Concordo que todo este processo só pode parecer normal aos néscios, mas néscios é o que não nos falta, e estupores para os alimentarem para depois se alimentarem deles, ainda menos.

    A preventita de Vara não faz sentido nenhum. Se o gajo está condenado a 5 anos e ainda não fugiu, ia fugir agora ?! Perturbar o inquérito ? Então se o gajo tinha algo a salvaguardar ainda não o tinha feito oito meses depois de JS ter sido constituido arguido ?!

    Certo, certo, é que graças à inciativa do MP , a entrevista de Costa à TVI, e as sondagens que colocam o PS à frente nas intensões de voto, têm tido menos relevo na comunicação social que a Volta à França.

  15. Gungunhana,

    Duvido que haja uma só empresa ligada à construção que não tenha uma contabilidade paralela. E a razão é simples: nem os mais altos magistrados da Nação estão dispostos a pagar o IVA na totalidade, e dos estrangeiros, nem se fala.

  16. Aos detalhes já começou ontem a ir o Dr José de Magalhães com um sorriso cúmplice do Dr Rui Rangel sentado ao lado.
    Isto pode ser tudo e pode ser nada.
    A HISTÓRIA começa com o 1o PORTAL publicado pelo governo do Cavaco e que permitia mundos e fundos em Vale de Lobo.
    Depois entra o governo de Sócrates em 2005. Ainda durante o ano de 2005 é aprovado o POOC (plano de ordenamento da orla costeira) que limita (corta) 11 lotes a construção em Vale de Lobo.
    Em 2006 a CGD financia a compra de Vale de Lobo (vamos admitir por decisão de Armando Vara, decidiu tudo sozinho dentro daCGD? )já depois de o mesmo governo ter limitado a construção.
    Em 2007 é aprovado um 2o PORTAL que mantém a limitação da construção em Vale de Lobo e não inclui nada que possa favorecer este empreendimento. Desde essa altura nunca mais foi aprovada legislação que favoreça esse empreendimento.
    E entre 2008 e 2009 ( dois a três anos depois) Hélder Bataglia transfere 12 milhões. Alem do resto e um bocadinho fora do tempo, não ? Aonde fica a coincidência temporal nesta história ?
    E tendo o Grupo Lena construído em Vale de Lobo a coisa complica-se ainda mais.
    E agora aonde é que Socrates entra ?
    E só por ser amigo de Vara ? E chato ter amigos destes, lá isso é.
    Mas e já agora, outra curiosidade, quem nomeia os administradores da CGD é o PM ? Ou é o Governo ? (Conselho de ministros ?) e nomeia quem ? O presidente da CGD e ele escolhe os vices, ou nomeia toda a direcção ?

  17. Jasmim Silva: «Aos detalhes já começou ontem a ir o Dr José de Magalhães com um sorriso cúmplice do Dr Rui Rangel sentado ao lado»

    Onde? Na TV? Em que canal e programa?

  18. Jasmim Silva, quando escreveu «José de Magalhães» não queria dizer «Magalhães e Silva»?

  19. JRodrigues, já aqui falámos disso, e várias vezes. Mesmo aceitando que (i) o dinheiro de Santos Silva é lícito e que (ii) Sócrates nunca violou a lei enquanto governante, o retrato de um ex-primeiro-ministro que passa a financiar-se secretamente, com verbas que podem chegar a milhões de euros, junto de um amigo que fez fortuna através de negócios com o Estado jamais será aceite como moralmente legítimo pela opinião pública – já para não falar dos seus adversários e todos os outros que atacam políticos, os quais nunca deixarão de odiá-lo.

    Num outro plano, Sócrates sabia que podia ser apanhado, ele que tem sido perseguido sistematicamente e com recurso à própria Justiça. Ele sabia que, calhando ser apanhado por causa de dinheiro, isso daria inevitavelmente origem a suspeitas de corrupção, fossem quais fossem os indícios. E sabia que, nessa situação, era também o PS e a democracia que iriam ser atingidos. Apesar de saber disto tudo, Sócrates optou por viver a sua vida como se não tivesse um passado nem um futuro político. Expôs-se abertamente, desafiando os seus inimigos e os oportunistas a avançarem contra ele. E foi o que eles fizeram.

    Esta parte do seu caso é indiscutível. Resta saber se há na origem do dinheiro de Santos Silva algum ilícito.

  20. Valupi,

    Pois tem toda a razão, já falamos disso várias vezes. Ainda assim quando falamos de “financiamentos secretos de milhões “, (i )não conseguimos passar do dominio da conjectura e (ii) nada nos autoriza a pronunciamentos públicos sobre a “moral” envolvida.

    Para meu uso, a vida privada de JS, seja sexual ou financeira, não são assuntos de interesse publico. Se eu soubesse que JS era homosexual, embora tal orientação já não seja publicamente censurável, ainda assim poderia ter um julgamento moral distinto e reflecti-lo no meu voto se o gajo se apresentasse a eleições. Mas é um assunto para derimir na cabine de voto, até porque, convenhamos, exigir a “pureza” a um politico para lhe dar o meu voto, está ao mesmo nivel que exigir a virgindade de uma mulher para namorar com ela. A melhor forma de evitarmos a hipocrisia militante, é não nos impormos a nós mesmos condições que a tornam inevitável.

  21. Valupi,

    Além do referido, e como também já aqui falamos, interessa-me menos a situação particular de JS do que as disfunções da justiça que ele tem trazido à superficie. Estivessemos a falar de Duarte Lima ou Paulo Portas, e a minha posição não mudaria. Considero que se não formos capazes de cultivar uma atitude de clara rejeição de derivas justicialistas e de caça às bruxas, estaremos todos a prestar um péssimo serviço à cidade.

  22. JRodrigues, Sócrates já admitiu esses financiamentos. Quanto a estarem milhões de euros em causa, são esses os dados que a acusação reuniu, entre dinheiro entregue, valor de imóveis utilizados, pagamentos disto e daquilo, pessoas envolvidas e o restante numa conta que, diz a acusação, só era usada para gastos com Sócrates e os seus. Mesmo que haja nisto falsidades, também há verdades, as quais chegam para comprometer a imagem de Sócrates como líder político, até como interventor no espaço público.

    Não se trata de uma questão de estar a exigir “pureza”, mas sim de constatar um comportamento que tinha tudo para correr mal e muito mal. Não vejo como é que se pode fugir a esta conclusão.

    Quanto aos crimes na Justiça, ora aí está uma temática que talvez tenha neste blogue um dos mais intensos tratamentos em Portugal.

  23. Basico,

    Não recomece com essa estratégia infantilizante que em nada contribui para discussões constrctivas. Não li ninguém, nem escrevi nada, a defender “impolutos”, ou sequer a dizer que eles existem. O que está em causa é não nos colocarmos a todos sob o manto de um “pecado original” qualquer e sob a contigência de não ter de provar que somos inocentes de tudo aquilo de que hipoteticamente podemos ser suspeitos.

  24. «Quanto aos crimes na Justiça, ora aí está uma temática que talvez tenha neste blogue um dos mais intensos tratamentos em Portugal.»

    Sem dúvida, e cumprimento-os por isso ! Mas não creio que a melhor forma de aprofundar essa importante questão seja misturando-a com considerações morais . Não por as considerar absolutamente irrelevantes. Mas pq podem contribuir para desculpabilizar o que é indesculpável: o arbitrio de uma certa forma de administrar a justiça.

  25. JRodrigues, és tu quem está a querer misturar as questões, com a finalidade de evitares o confronto com uma delas. Por mim, realço que este caso tem várias dimensões, cada qual com a sua importância e consequências. Por exemplo, Sócrates pode estar inocente de crimes de corrupção e, mesmo assim, suscitar um juízo moral e político dado o seu estatuto e simbolismo. Da mesma forma, a Justiça poderá estar apenas a tentar cumprir a Lei, e, no entanto, o modo como tenta alcançar esse objectivo pode ser ele próprio criminoso.

    Em suma, no caso Sócrates não é possível abafar a questão moral, pois ela é também política por via do contexto judicial. Ou tu não estarias farto de falar de Passos Coelho ou de Portas caso fossem apanhados numa situação similar?

  26. «Ou tu não estarias farto de falar de Passos Coelho ou de Portas caso fossem apanhados numa situação similar?»

    Precisamente ! Não estaria! E nunca me leste nada que indicie o contrário.

    «JRodrigues, és tu quem está a querer misturar as questões, com a finalidade de evitares o confronto com uma delas.»

    Negativo ! O caso é que concordo contigo qd dizes que estamos perante uma questão de regime. Ora eu não sei discutir questões de regime em bases morais. Posso tentar fazé-lo numa base ética, na perspectiva da procura do Bem comum. Já relativamente a distinguir o certo do errado num contexto que os relativiza objectivamente, confesso que tenho a maior dificuldade.

  27. Irreversivelmente, a justiça está partidarizada.
    Embora tenha vindo aqui por causa do cegueta, comecei a dedicar mais atenção ao aspirina com caso de estudo, como sociólogo e hermeneuta. O aspirina é um excelente exemplo, numa dada plataforma de expressão da opinião pública formatada pelos ”midia”, como soe agora escrever-se ao abrigo da resistência contra o acordo ortográfico, ilustrativo do itinerário que conduziu à partidarização da justiça.
    Como sempre aleguei, o primeiro sinal de que a partidarização da justiça se tornara ”legítima” no quadro ”epistemológico” da moral liberal da direita protonazi, foi o de, após a corrosiva denúncia de que, durante o consulado de José Sócrates, a justiça se tornara refém da conspiração maçónica através dos consulados de Pinto Monteiro na PGR e de Noronha do Nascimento no STJ, se dedicou à tenebrosa construção da figura anti constitucional dos super magistrados para promoverem uma justiça partidarizada de sinal aparentemente contrário.
    Ora, a justiça e o sistema judicial que pariu a alegada ”justiça socrática” é a mesma que pariu os super magistrados. Rigorosamente a mesma, para usar uma expressão simpática para o cegueta, a única coisa que mudou foram as moscas.
    É oportuno declarar, no contexto em que a hipocrisia parece querer dar cada vez mais cobertura à máxima de que a ”justiça é a justiça e a política é a política” e a essa outra de que a justiça deve prevalecer sobre a política, nunca explícita mas tácita, é oportuno declarar que a Democracia e a República nos deveria tornar refens de uma outra. A ética e a moral devem prevalecer sobre a política e sobre a justiça.
    A partir de então, a hipocrisia velhaca que emana tanto de um extremo como de outro das bancadas parlamentares da opinião pública afigura-se-nos com a mais crassa das hipocrisias e a mais primária das demagogias.
    Senhor Valupi. José Sócrates parece-me ser o único ex primeiro ministro que abandonou o seu cargo sem ter recorrido aos privilégios e benefícios acordados entre o poder financeiro e o poder político para premiar o seu envolvimento nos negócios políticos. Foi estudar para Paris.
    Eu não sou um admirador e muito menos um correlegionário de José Sócrates. Mas isto suscitou-me sempre uma curiosidade sardónica.
    Dirão todos os cépticos que ninguém consegue estudar em Paris se não tiver um pai que o sustente ou não arranjar um emprego. Também sabemos que os pais servem muitas vezes para isso, para arranjarem um emprego aos filhos que almejam estudar em Paris, ou porque em Paris conseguirão colmatar a falta de solidez das aquisições curriculares alcançadas em Lisboa, em ambientes académicos deploráveis, ou porque em Paris são estrangeiros.
    O facto de José Sócrates se ter retirado como estudante, de não ter sido nomeado administrador de qualquer empresa publicoprivada, de uma fundação ou para qualquer consulado político cá ou no estranjeiro deve ter contribuído para o mal estar da denominada ”classe política”.
    No fundo, é tudo hipocrisia.
    Não é possível julgar a corrupção, reitero, antes de referendar, à luz dos critérios da ideologia liberal que fundou este regime, financeiro, político e judicial, o que pode ou deve ser considerado corrupção e o que deve ser considerado negócio, empreendorismo e contribuição efectiva para a riqueza colectiva e para o emprego, passe a ironia.
    Daqui, do meu ponto de vista, o que está em causa é o empreendorismo, financeiro, político e judicial.
    O caso dos vistos GOLD é talvez paradigmático. Havia que atrair investimento estrangeiro. O investimento estrangeiro só se atrai com empreendorismo e luvas. E ninguém melhor do que Paulo Portas sabe disso.

  28. Cegueta! Não percas tempo a interpretar a minha última!
    Isto está muito para além da ”common law”. Ou seja, do direito comum e ordinário, daquele que deduz em lei que, do facto de um sujeito viver com uma prostituta se pode legitamente deduzir que vive a suas expensas, máxima que tão astutamente quiseram aplicar a Pinto da Costa, embora as queixosas se queixassem de ter deixado de viver a expensas do suspeito.

  29. Há muito tempo que existe a percepção de que o Regime apodreceu,
    a prová-lo está o crescente aumento da abstenção nos actos eleitorais!
    A partidocracia aprisionou o Estado e, borrifou-se na Democracia não
    é em vão que, constatamos ter sido reeleito o pior presidente desde a
    implantação da República e, estar em funções o seu governo que implo-
    diu com a demissão do irrevogável e continuou a destruir paulatinamen-
    te o País seja, com as privatizações já censuradas pelo T. Contas seja,
    na coesão social e destruição de emprego!
    A partidarização de alguns sectores importantes na Justiça, trouxe-nos
    ao ponto em que estamos mas, não só, há muita incompetência acomo-
    dada nas magistraturas que, confundem usos e costumes com corrupção,
    só quem não conhece a vida real e o mundo dos negócios se pode aven-
    turar em acusações não provadas mas, indiciadas!
    Este mega processo está quase a seguir o figurino do velho Casa Pia que,
    tanta tinta fez correr mais parece, uma ficção “delirante” como denunciou
    o principal visado José Sócrates e por inerência o PS … tem tudo para ser
    considerado como um processo político, até o mano Vidal viu um atentado
    contra o Estado de Direito !??!

  30. Manuel Castro Nunes

    Também a mim sempre me fez comichão saber que José Sócrates depois de deixar o governo não teve ninguem que lhe oferecesse (ou ele não aceitou ?) um cargo de administrador ou consultor numa empresa publica ou privada e nem tão pouco quis receber a subvenção vitalícia a que passou a ter direito após os 55 anos!
    Foi-se “desenrascar” com um emprestimo a CGD, depois as custas de um amigo, e finalmente numa empresa estrangeiras mas a trabalhar fora da Europa!
    Creio que ele achou mesmo que ninguém tinha nada que ver com os empréstimos que o amigo lhe fazia, e nunca cuidou que fosse por aí que o quisessem “entalar”. Ele age em concordância com isso, como quem acha que não fez mal nenhum, e como quem não tem nada que saber a proveniência da fortuna do amigo que lhe empresta dinheiro. E será que tem ? No mundo que funciona como sabemos teria ele de nao.
    Curiosamente

  31. … Continuação…

    …teria ele de parecer, além de ser, impoluto ? E aos outros, o que lhes exigimos ? O mesmo ?

    Curiosamente li o ano passado na capa de uma revista (meses antes da detenção de Socrates) o patrão do Pingo Doce dizer que “daria emprego a José Sócrates porque lhe reconhecia enormes qualidades mas que ele teria de corrigir alguns defeitos senão despedia-o”. Confesso que na altura fiquei intrigada, e contínuo intrigada.

  32. A acusação só ganha se provar muito bem provado que, neste país democrático com tantas alternâncias de poder, só os homens (não há mulheres nisto?) do PS são uns pulhas corruptos, branqueadores e fraudulentos.

    – Até aqui a pgr/mp estão a ganhar porque, com todo o tempo do mundo (apanágio duma justiça lenta) vai enfiando na prisão todos os que cruzaram com o telefone de José Sócrates.
    – O segredo que a justiça não guarda, a ser justamente útil.
    – E, as recaídas de análise a servirem um desejado futuro e os nojos da dra.c.f.a com um profético:
    – eu bem vos disse.

    Provem lá tudo, metam lá rapidamente na prisão todos os que o correio da mãnha avisa ser certo irem dentro (naturalmente para os lados do PS), vão lá gozar as merecidas férias judiciais, deixem lá as tvs e pasquins sem matéria que na rentré todos os papeis, cartas rogatórias, movimentos de contas, luvas, empréstimos descuidados por nada esconderem (digo eu que penso normal) seguramente já poderão ser exibidos ao bem preparado e enraivecido povo.

    Já agora que por aqui anda tanta gente sábia gostava de saber como é que o homem da sucata (com um ridículo volume de negócios) tem que estar 17 anos preso?
    Gostava de ler (não sei se diz acordão se sentença) gostava de ler para perceber se pelo meio matou alguém ou é mesmo o Madoff da sucata?

  33. Acredite, Jasmim, em que, bem no fundo, eu também continuo intrigado. Quando li essas declarações, fiquei convencido de que o Alexandre, esse, queria apenas destacar a ideia de que podia, como patrão financeiro do regime, despedir um ex primeiro ministro. Hoje, já não sei.
    Mas eu estou aqui por causa do cegueta.
    Tu já reparaste numa coisa, cegueta?
    Eu continuo fiel às minhas opções e convicções ortográficas e sintácticas sem ter que recorrer às parangonas mediáticas a que recorrem agora, por manha e astúcia, os magistrados, juízes e procuradores, réus das mais obscenas infracções às normas ortográficas e sintácticas.
    Escrevo como me convém de acordo com o meu ”feeling” etimológico e não aponto o dedo ou recuso a leitura ou audição a quem auer que seja que tenha optado, por sabedoria ou ignorância, por outros quadros normativos ou anormativos. Desde que não me seja vedado o entendimento. E, mesmo quando não entendo, pergunto.
    O que quero dizer é que, se a lei é ortográfica e sintacticamente maliciosa, a prosa dos magistrados é astuciosamente maléfica.
    Mas mais do que dizer isto queria fazer-te uma pergunta.
    Porque raio de itinerários etimologicos andou o teu nome, para de ernesto dar em cegueta?

  34. Estive muitos anos ligado profissionalmente à banca e não tenho dúvidas que há nesta história do Vara sinais de claro desnorte do MP.

    A CGD conceder empréstimos de centenas de milhão autorizados por um só administrador , tenham paciência, isso é coisa que não existe ! Qualquer estagiário de jornalismo chegará facilmente ao contrato de crédito e aos signatários . Houvesse seriedade no jornalismo e esta história era mais facil de desmontar que o alegado favorecimento de Sócrates a Vale do Lobo via PROTAL.

    Já a condenção de que Vara foi alvo por tráfico de influências , só não é de riso pelo transtorno que provoca na vida do homem. Tráfico de influências ?! Mas qual é o banco que quer um administrador que não tenha influências e não as saiba gerir a favor dos negócios dos seus clientes ? Falou-se por aí algures em “comissões”. Mas então o que são os “prémios de desempenho” ? Querem discuti-los? Tudo bem, vamos a isso. Mas não se esqueçam que até os funcionários do fisco já têm prémios de desempenho. E não vi ninguém barafustar por isso.

  35. Ó Valupi;

    Não subscrevo mesmo nada aquela parte do ” … A acusação está a ganhar porque há mesmo indícios de irregularidades, inegável, e porque se dá como muito mais provável que Vara e Sócrates tenham cedido à tentação criminosa, ….”
    Acho que você se está a deixar “ir na onda” dos soundbytes dos pasquins cá do burgo.
    Indícios há muitos e de muita coisa. O que precisamos é de factos.
    Quanto ao sentido do texto concordo plenamente. No final não haverá prisioneiros, apenas sobreviventes e de um só lado.

  36. Rodrigues, pensa
    – porque é que Sócrates acabou com as reformas para os políticos, ele incluido.
    – porque é que o enriquecimento inexplicável e a corrupção são crimes extremamente difíceis de investigar, e, daí, a sua classificação de extrema complexidade.
    Tu não fazes por menos, queres tudo escritinho no papel, prova documental, factura e recibo, eu corrupto declaro que recebí de fulano, tanto, por motivo de, eu corruptor, declaro que paguei a Beltrano tanto, pelo favor concedido de.
    – porque não aceita a comunidade partidária do arco da governação, uma lei que os apanhe pela CONDUTA, uma lei que clara e detalhadamente vede certos comportamentos a ex detentores de poder políticos ?
    Não é para mim nem para tí, não temos poderes de decisão nem estamos em posição de conceder .
    Qual é a pedra de tropeço ?
    Finalmente : parece que Valupi se pauta nas respostas que te deu, pela imparcialidade e pelo bom senso.
    Mas como dizem que nenhuma boa acção chega ao fim do dia sem ser punida, podes ser que ainda se trame.
    Ele e eu.

  37. http://observador.pt/2015/06/16/portugal-em-5-o-lugar-entre-os-38-paises-mais-corruptos/

    Mas isto claro, não é coisa que toque o cúpula socialista.

    Um vendedor de sapatos que chega a vice presidente do maior banco privado graças ao cartao do partido, esse não pode ser corrupto.

    um labrego da Covilhã que da por si como primeiro ministro de portugal quando mal conseguiu terminar um curso superior, que admite ter pedido “emprestado” um montante que não consegue quantificar a um construtor de obras públicas, esse também não pode ser corrupto.

    Bem vistas as coisas, corruptos em Portugal so mesmo os vendedores de gelados da praia, que tem de se haver com a asae.

  38. Ó básico pimpampolas!
    Jesus era filho de um carpinteiro.
    Houve muitos bons reis, na generalidade todos os bastardos, que eram filhos da puta.
    O salazar, teu inspirador, é que era filho de um marquês. Mas nem a todos chega esse benefício.
    Se tu és juiz ou procurador, és bem exemplo do brilhante pensamento lógico-dedutivo dos teus correlegionários dea arte.
    Tu és filho de quem? Com tantos nomes, como é que o teu pai te alimentou?

  39. Pimpau….

    Nem sei que lhe responda, pois vc usa um discurso cujo sentido e ligação muitas vezes me escapa.
    Portanto limito-me a repetir o que já lhe escrevi noutras ocasiões: espero sinceramente que nem vc nem nenhum dos seus se veja um dia na necessidade de provar a falsidade duma acusação infundada.

    Basico,

    Vc é de uma baixeza tão reles que chega a ser comovente. Mas como já dizia o outro que no reino dos cèus também há lugar para os pobres de espirito, pode ser que nem tudo esteja perdido para si.

  40. Pimpampolas!
    Tu ainda não sabias que, em direito, tem que estar tudo escritinho no papel?
    O ”trinta e um de boca, em direito, não vale. Mesmo os depoimentos orais têm que ser reduzidos a escrito. E é então que os escrivãos podem distorcer um bocadito.
    Mas eu vim aqui parar enganado pelo cegueta. Tinham-me dito que isto era um blog de jornalistas.
    Sou burro! Não sabia, também, que o jornalismo é assim.
    Em que universidade andam a fabricar os jornalistas? Quem desenha os moldes? Quem ”dá fogo à peça”?
    O cegueta?

  41. Não sei nem me importa se o Valupi escreve a partir de uma cela na prisão ou de um escritório na Avenida Liberdade. Interessa-me a razão e a inteligência dos seus textos. Devoção aos santos tenho nas igrejas. Prefiro votar num político que tenha sido julgado e condenado pela prática de crimes mas que defende propostas políticas com que me identifico do que numa virgem vestal, pura imaculada, que ou defende o que não me interessa ou diz o que fôr preciso para agradar e cativar o voto. Pagamos muito caro essa brincadeira da perseguição pessoal a homens políticos. O caso Strauss-Khan é um bom exemplo.

  42. Nem oito nem oitenta!
    De resto, ainda há árvores na floresta.
    Não se trata de escolher entre o pior e o pior.

  43. Mas ainda assim, dirigindo os meios utilizados na perseguição a José Sócrates anos fio, as dezenas de detectives, inspectores, jornalistas e escutas, e até a perseguição à vista, duvido muito que exista algum outro personagem na vida pública portuguesa a quem fosse descoberta tão pouca coisa.

  44. Rodrigues, referi-me a casos de corrupção, mandriagem, casos em que os factos são do exclusivo conhecimento dos intervenientes e ambos têm interesse em que se mantenham no segredo, daí os off-shores, triangulações de dinheiro, etc.
    E dei uma opinião de como se podiam combater, com legislação apropriada.
    Quanto a acusações infundadas, e nos demais casos. As acusações, ou têm fundamento, ou não. Se não têm fundamento, não têm sustentabilidade, e a acusação cai pela base.
    Portanto, se acusado sem fundamento, defendes-te.
    Relembro que quem acusa, tem de provar os factos daquilo que te acusa.
    Portanto, confrontado com uma acusação sem fundamento, socorres-te de um adovagado, se necessário, e provas a falta de fundamento para a acusação.
    Depois, processa quem injustificadamente te acusou.
    Ele é responsável, em primeira linha, pelos danos que te causou, sejam morais, sejam monetários (os honorários do advogado).
    Se a carteira do acusador não chega para cobrir o prejuízo, o Estado, todos nós os contribuintes, pagamos o resto.
    É certo que te causa muito transtorno e dissabores.
    E também se pode questionar se a sanção a aplicar ao desmiolado acusador, é leve, e se se deveria extender também ao âmbito disciplinar, com punição da burrice mediante medidas que podem ir da suspenção sem vencimento até à expulsão pura e simples.
    Mas isso são matérias do âmbito dos estudiosos do costume, costumam comparecer na TV a propósito de debates e armados em comentaristas. Cada um dá o seu bitaite, e nunca chegam a um consenso.
    Quem acusa tem de ter um fundamento para te acusar. Se a acusação não tem fundamento, não tem sustentabilidade.
    Logo, não tens que te preocupar se te acusarem de ter palacetes, rolls-royces e iates.

  45. Trinta e um de boca, pimpampolas!
    Vou comer e já cá venho.
    Diz-me uma coisa. Sabes nadar?

  46. Fiz um esforço terrível e pesquisei na NET as notícias sobre Vale de Lobo e a Operação Marquês , obviamente propaladas pelo Correio da Manhã .
    Descobri que a questão do financiamento pela CGD e a ligação a Armando Vara já era feita em notícias do final de Maio!
    (Sobre isto cada um que faça o seu juízo em relação ao timing da detenção de Vara, e sobre o facto de ele não ter feito qualquer tentativa para fugir).

    O que quero aqui dizer agora é outra coisa!
    O que eu quero aqui dizer muito claramente a quem possa transmitir ao Rosário Teixeira (talvez o cegueta se voluntarize) é o seguinte:
    Querem resolver o enigma de Vale de Lobo ?
    Follow de money …do holandês!!!
    Aquilo que aparentemente ninguém percebe é a chave do enigma!
    Mas façam isso com abertura de espírito e estejam preparados para ver ruir completamente a tese de que os 12 milhões que o Bataglia transferiu para o Barroca se destinavam a Sócrates, porque se calhar nem a Carlos Santos Silva se destinavam!

    SIGAM O DINHEIRO DO HOLANDÊS e OIÇAM o que ELE DIZ !

  47. Só mais um detalhe …
    Entao, segundo o CM, foi o Barroca que sugeriu a investigação o PROTAL, hein ?
    Atirar uma pedra ao telhado do vizinho e uma excelente táctica para desviar as atenções do nosso próprio telhado!

  48. Rodrigues,
    E no seguimento do que eu disse, se se objectar que numa causa em que o acusado é um juiz e o juiz que vai julgar o assunto não vai ser isento nem imparcial e vai ter comportamento corporativo, pode-se sempre fazer uma lei para que esses casos sejam retirados da alçada dos tribunais e colocados, digamos, numa instância diferente, por exemplo, recurso ou apelo para o PR, que seria dotado do poder de decidir, por decreto presidencial, apoiado por um orgão de juristas.
    Bem sei que seria mais um tacho mas não estou a ver que o assunto pudesse ser apreciado pelo Provedor de Justiça que é um orgão meramente decorativo, nem pela Ordem dos Arquitectos ou pela Ordem dos Médicos.

    Rocha
    Essa questão das remunerações fixas e acessórias é fruto da imaginação, que não tem limites quando se trata de arredondar o vencimento para cima.
    Depois há também a considerar as expectativas, a expectativa de que parte ou até a totalidade, da remuneração acessória e variável, fique fora da alçada da tributação.

  49. Ora então, meu querido pimpampolas.
    Restrinjo-me, primeiro, à esposta que dás ao Rodrigues.
    ”Relembro que quem acusa, tem de provar os factos daquilo que te acusa.
    Portanto, confrontado com uma acusação sem fundamento, socorres-te de um adovagado, se necessário, e provas a falta de fundamento para a acusação.”
    És um tangas e um fala barato, dado que sabes muito bem que ainda não está em causa, do ponto de vista formal processual, nenhuma acusação, pelo que o acusador pode alimentar rumores sem ter que provar coisa alguma.
    Na verdade, no quadro dos hábitos de impunidade instituídos pelo uso manhoso do código do processo penal, o acusador pode acusador sem ter que provar ou sequer consolidar as suspeitas relativamente a qualquer matéria da acusação.~
    Se o tribunal for isento, o acusador terá que provar e documentar as bases e fundamentos da sua acusação em julgamento.
    Poderia adiantar que é porque estas astúcias processuais são admitidas pela lei processual e pelo costume e tradição que a maioria das acusações é desmembrada em julgamento.
    Estamos todos a falar de uma acusação que, embora alimentada pelos protagonistas processuais, não corre dentro do âmbito restrito processual. De modo que tudo o que escreves é trinta e um de boca.
    Mas o que é curioso é que te adiantes tanto no delinear da hipótese retórica de um juiz se poder vir a pronunciar ou a julgar sobre a acusação a outro juiz.
    Isso, aparentemente, nunca aconteceu, homem!
    Mas, na realidade, já aconteceu. Objectivamente um recurso é uma circunstância em que um juiz ou um colectivo de juizes são chamados a pronunciar sobre uma acusação a outro juiz.
    Vais fazer de contas que não sabes de que estou a falar, como hipócrita que és.
    Ora, nesses casos, não existe na lei qualquer solução que possa acautelar a parcialidade e falta de isenção, sobretudo a partir do momento em que os juizes são escolhidos por sorteio automático.
    Só existe uma. Mas essa é do foro da ética e da moral e não do direito.
    És simplesmente um homem boçal, meu querido pimpampolas cegueta. Mas alguém te convenceu de que és esperto.

  50. Tu ainda não percebeste uma coisa, pimpapolas!
    Aqui não há que provar nada, porque isto é um número de teatro para durar durante o período eleitoral e o Rosário teixeira já advertiu de que não haverá acusação antes de concluído o calendário.
    Ainda não sabemos quem vai ganhar as eleições, embora, a continuar este dislate, se possa prever que seja de novo a tropa de choque do Rosário Teixeira.
    Mas se as contas sairem furadas o trabalho fica feito. E todos dirão: O Rosário Teixeira que se dane, Roma não paga a traidores.
    Mais ou menos, coisa e tal.
    Estás a ver?

  51. “Desejo que hoje a Grécia consiga um acordo. Prometo conseguir um acordo igual para Portugal.”

  52. “Estou indignado com o que se passou com Augusto Santos Silva. Posso garantir-vos que, quando for eleito, Santos Silva regressará à TVI.”

  53. “Fui levantar dinheiro a um multibanco com o cartão do PS e disse-me que só tinha 50 euros na conta. Isso é a prova que Portugal está pior que a Grécia (60€), por isso devia ser o próximo PM”

  54. “Toda a gente está a falar no êxito grego, o Grexito. Quando for eleito, em 3 meses estará a falar-se do Portexito.”

  55. “Em meu nome e em nome do PS, passarei um cheque de 100 milhões para apoio humanitário à Grécia, a descontar no orçamento de 2016.”

  56. “A direita acusa-me de ambiguidade. É falso. Sou apenas um social-democrata socialista de esquerda radical moderada europeísta popular.”

  57. Engraçado como voce tenta fazer um reducionismo aplicando ao seu caso pessoal e ao de José Sócrates. Aliás, o seu caso e a vitimização (a queixa e o processo contra si estão na posse do mesmo procurador) são o principal motivo para se ter acolhido a este site, que sequestrou, e onde agora pontifica.
    Abstraindo de todo o contorcionismo e demais distorções que faz, importa salientar o seguinte :
    Então diz você, o ministério público, na fase de investigação, não precisa de fazer nada, não há acusação nem que seja de forma embrionária,
    basta alimentar rumores.
    Olhe, não parece ser esse o entendimento do advogado José Sócrates, ele queixa-se por não saber quais os factos pelos quais o seu constituinte está acusado e detido.
    Portanto, não conhece a acusação.

  58. Eu tinha prometido a mim mesmo que não iria responder aos seus comentários, abstraindo de tudo o mais, por isto :
    Muito come o tolo, e mais tolo é quem lhe dá de comer.
    Portanto, eu tinha decidido que não iria alimentá-lo.
    Mas uma vez que persiste, e eu gosto de saber as motivações das pessoas, dei-me ao fastidioso trabalho de ler o que existe na net, inclusive num blog, sob sí.
    Pode resumir-se sucintamente das suas próprias palavras :
    Existe uma máfia de antiquários relacionada com achados de arte arqueológicos.
    Voce foi contratado por um colecionador privado para fazer uma avaliação de obras de arte egípcias. O outro perito não cobrou nada. Voce cobrou. Lá está, a verdade é hoje em dia uma mercadoria, e o parecer, paga-se.
    Depois há uma marosca de má fé do Oliveira e Costa.
    A colecção (quadros do Miró) ora foi vendida, ora não foi vendida. Ora é verdadeira, ora são falsificacões. Idem quanto à colecção egípcia (que diz ter fotografado). Pergunta se alguém sabe onde está a colcção dos Miró. O director de ququer coisa diz que as colecções não tê m valor. Num jornal, alguém põe em causa a sua avaliação por não ser arqueólogo. Uma empresa apresenta queixa contra sí. Está nas mãos do Rosário. Você diz-se vítima duma seita tenebrosa, e que querem que sobre para sí.
    Pronto são estas as motivações para ter arribado aqui.
    Podia ter-me poupado este trabalho todo, se, convidado para o efeito, tivesse voce mesmo, explicado .

  59. Corvo Negro, a acusação está a ganhar, e em especial, porque finalmente arranjou uma explicação para o dinheiro que entrou na conta do Santos Silva, e essa explicação não só permite manter a tese da corrupção de Sócrates como ainda lhe acrescenta um brinde delicioso, Vara e a CGD.

    Face a isto, temos a confirmação do uso desse dinheiro por Sócrates, temos as violações do segredo de justiça, temos o crescimento do número de arguidos e temos o silêncio de Santos Silva e de Sócrates a respeito da origem primeira do dinheiro que possuíam, um na sua conta e o outro na sua carteira.

    Esta é a minha onda desde o primeiro segundo em que este caso começou. São estes os factos. E não beliscam a minha adesão à inocência de Sócrates, mas também não me tapam os olhinhos quanto à lógica da investigação.

  60. Diz-se hermeneuta.
    Então essa sua hermeneutica não dá para ver que Básico, Pimpampum (eu) e Numbejonada são três pessoas diferentes ?
    Não lhe dá, e bastava até a linguística (gramática e síntaxe) o estilo revelador do texto, para ver os vários pseudonimos sobre os quais Ignatz se esconde.
    Eu consigo detectar.
    Só mais uma coisinha para terminar .
    Pergunta você – creio que por causa de Básico ter colocado um comentário logo a seguir a mim :

    ” Tu és filho de quem? Com tantos nomes, como é que o teu pai te alimentou ”

    Pergunte à sua mãe !

  61. “A acusação está a ganhar porque arranjou uma explicação para o dinheiro que entrou na conta de Santos Silva”: no tempo em que JS era primeiro ministro, foi aprovada legislação que prejudicou os donos de Vale de Lobo e a CGD, onde Vara era administrador, participou num negócio imobiliário ruinoso, tal como participaram todos os bancos nessa altura nesse género de investimento, em Portugal e por esse mundo fora. Que raio de lógica é essa, Valupi?
    Nos dias em que se sabe que um consultor de negócios reclama em tribunal 70 milhões de euros por ter, com um almoço, aproximado vendedores e compradores, que surpresa pode existir em saber que alguém que fez disso a sua vida juntou 23 milhões de euros na Suiça? E se o dinheiro dessa conta está devidamente regularizado ao abrigo da legislação aplicável o que é que alguém tem alguma coisa a ver com isso? Ou o Ministério Público vai fazer letra morta da lei e investigar a origem de cada um dos 4 mil milhões de euros que beneficiaram o Estado com 200 milhões de euros de impostos nos processos Rert?

  62. Então vamos a isso, ponto por ponto.
    Primeiro do que tudo, se tu estivesses mesmo de boa fé e interessado em ser esclarecido acerca das questões que levantas, apresentavas-te com o teu nome. Eu já aqui disse que, enquanto não te apresentares com o teu nome para mim és o cegueta, ou seja, o Ernesto, ou o Henrique.
    Adverti-te ontem, noutro forum, de que não trilhasses esse caminho.
    Assim sendo, começo este debate por te assinalar duas coisas.
    Estás a omitir que, esse processo, que, pelos vistos conheces com tanto detalhe, não respeita apenas à ”colecção egípcia” dita do BPN, mas também a outra. Vamos de seguida saber qual.
    Ora, é precisamente por ser também acusado pelo Rosário Teixeira que eu conheço os critérios e as manhas a que o Rosário Teixeira recorre para partir de uma suspeita ou indício, como lhe queiras chamar, para uma acusação pública, sem qualquer inibição ética nem ponderar nos danos que possa causar à dignidade a que qualquer cidadão direito.
    Vamos então esmiuçar aqui essa questão.
    Mas nota, foste tu quem chamou à colacção o assunto, no desespero de não conseguires argumentos para rebateres o que estava a argumentar relativamente ao caso do Sócrates. Portanto tudo o que eu aqui disser para alegar a minha honra e toda a exposição da matéria que fizer é em resposta ao teu repto e responderás tu perante quem tiver que ser exposto.
    Referes, a dada altura, ”o outro perito”. Falas de quem? É que o Rosário Teixeira acusa-me de ser o outro perito.
    Mas vamos começar pelo princípio. Não queres, agora, que trouxeste aqui este assunto, dar-nos a conhecer a tua cara? Era bom, para estar à vontade para discorrer acerca de assuntos que te dizem também respeito a ti.
    Como já te disse sou hermeneuta e tu bem o sabes. Portanto, para te identificar, basta-me confrontar o que transpuseste para aqui com o que deixaste, por distracção, noutro lado.
    Assim sendo, se não te identificas vou partir do pressuposto de que és o Ernesto. Lanço para as tuas costas o fardo da prova.

  63. Lucas Galuxo, provavelmente não me estou a expressar bem. A lógica da investigação não é minha, é da investigação. É disso que falo, das posições dos diferentes protagonistas no processo. Do lado da acusação, depois de meses sem qualquer explicação para as suspeitas de corrupção, finalmente parecem ter encontrado o que procuravam. Os nomes batem certo, e até poderão mesmo ter recebido informações do Barroca.

    Contra isto, a defesa de Sócrates tomou uma posição radical: organizou uma sessão onde desmontou, e ridicularizou, a suspeita à volta de Vale do Lobo. E que aconteceu logo de seguida? Vara é detido e fica preso preventivamente. De repente, o esquema da corrupção aparece à luz, de acordo com a lógica da acusação.

    Chegados aqui, e a menos que as defesas consigam apresentar provas da sua inocência, o mais provável é que a acusação se constitua nestas suspeitas e o caso vá para tribunal. O que venha a acontecer nessa instância é completamente impossível de antecipar neste momento, ainda mais para quem está de fora, mas por agora o que se vê é a acusação a ganhar força.

    Para uma confirmação, ou infirmação, desta percepção, veremos qual vai ser o resultado do recurso de Vara contra a prisão domiciliária. E também teremos uma chusma de suspeições que irão sendo despejadas na imprensa acerca de Vara. Por aí, igualmente haverá oportunidade para sentir o peso dos indícios recolhidos.

  64. Fico então à espera da tua resposta, Pimpampolas. Depois vamos tirar a tampa do pote.
    Será muito elucidativo, porque como este caso já tem acusação e entrou no domínio público, podemos aferir a metodologia processual a que o Procurador Rosário Teixeira poderá ter recorrido no caso do Sócrates.
    Por isso, Senhor Valupi, esteja atento.
    E o Senhor Valupi insiste na inversão do ónus da prova” a menos que as defesas consigam apresentar provas da sua inocência” (…)
    Antes de as defesas serem chamadas a apresentar provas da sua inocência, o acusador terá que apresentar provas, ou que pense serem provas, ou o que queira fazer passar por provas da culpa.
    Até esse momento, quem administra a presunção da culpa é a televisão.

  65. ehehehe. O MANÉ PÉDÉ DE PASTO PRUNES, sofre de uma esquizofenia. Nada de novo até aqui. PeNsa que é medida para os outros, Nada de novo até aqui. O gajo apouca-se ao ponto de publicar linques, pois, de acordo com a medida dele – errada-, os outros vão ver. Errado, pá. Eu não abro – mas tu achas que eu abriria um linque dado por uma IGNARALHO?

    Ò IGNORANTE, (também és ignaralho), comecei a ler algumas baboseiras tuas. E olha que estou a ser complacente. Concentra-te no teu olho do rabo, evita que daí saia mais ASNOPRUDÊNCIA, porque o que tu dizes «não se escreve»…a começar pela foram como te expressas no teu «Direito».

    Como alegado hermeneuta, pá, devias saber interpretar-te a ti, e não vês que és um baixote, feioto, com vontade de ter pirilau, que se iludiu com o pensamento, que se TRAMA com o que escreve, porque como não tem ninguém que o envaideça, elogia-se à lui – même. Pázinho, cala-te, vai à escola, estuda, pratica e …depois…tenta falar.

    Caso sócrates – ó pá, «num debes ter lido nada do que tenho escrito ( quando me apetece) por aqui…é que até hoje, tudo saí certinho e mais vai saír, tás a bere? Tá beie, agora baie tomar conta da tua mãe, que ainda pensa que é nova. BTW, os processos discutem-se em tribunal, pá, não é cá fora. Pois, erras, erras e muito.
    Bá cuntinua abir aqui pour moi…eu já te pus no esgoto, mas como bom TURD que és, voltas sempre à rua – é a tua maneira de homenageares Sísifo. Ganda maluka. Bá, toma mais licor de »M», que isso passa-te.

    PASTAR BEM

    Quanto ao post….mais do mesmo- uma análise que não prescinde da perspetiva política. Mas…sim é verdade- o homem está feito, Vara também, e outros vão aparecer. Ai …e quando souberem dos bufos, ui, ui…

    Entretanto, o Digno e o Meretíssimo, como sempre, trabalham para limpar o lixo….
    (LOL. Medos…não.)

  66. «podemos aferir a metodologia processual»

    LOL. Ó PASTO PRUNES, diz lá…estás a pensar nalgum código revogado, é?
    Outro LOL

    «E o Senhor Valupi insiste na inversão do ónus da prova” a menos que as defesas consigam apresentar provas da sua inocência” (…)»

    Ó PASTO PRUNES, pazinho, e o autor do post TEM RAZÂO pá. MUITA, pá. Sabes…em processos de especial complexidade ( e olha que não é por causa do nome dos envolvidos), É PRECISO, pá, URGE pá, apresentar provas da inocência pá. Logo, pá. Imagina lá porquê…ó HERMENEUTA…hum?

    Mas como bês tudo, a gente bamos deixar-te pastar mais um pouco, alimentares-te e depois bires aqui escarrar uns pensamentos à Liberace…hum.

    PASTAR BEM

  67. Ó homem, eu não me chamo Henrique nem Ernesto, nem estive em contacto consigo ontem noutro blog.
    Nem ontem nem nunca.
    Deixe-se de paranóias !
    Mas isto é de loucos !
    O nome do outro perito ?
    Segundo diz a imprensa, o arqueólogo Paixão António Cavaleiro, está aqui

    http://www.dn.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1850893

    Você divulga o seu nome publicamente, dá ao texto matéria do seu âmbito, é só procurar e ler.
    E olhe que não li tudo, é tanta coisa que é cansativo.
    Repito, não se martirize a tentar adivinhar identidades no anonimato, não sou perito nem antiquário nem juiz nem procurador, não tenho nada a ver com os seus assuntos, e quanto aos seus problemas, só lhe posso desejar boa sorte.
    O que me trouxe aqui, e eu já cá estava quando você apareceu, foi tentar percerber as motivações de tão exacerbadas paixões. Designadamente, gostaria de saber, se existem motivações de carácter financeiro para as paixões socráticas de Valupi e Ignatz.
    O primeiro, já apurei por textos de arquivo daqui, esteve ligado à publicidade. Pode ter estado envolvido em qualquer coisa de imagem, sei lá, e mamar do PS. O segundo, Ignatz, é de um radicalismo ordinário tal , que dificilmente se entende não depender ou nao estar encostado ao partido. Eu já lhes perguntei mas eles não se descozem.
    Os restantes parecem-me mais ou menos normais, alguns parecem-me genuina e desinteressadamente acreditar na inocência.
    No seu caso, voce apareceu aqui com ameaças e fanfarronice, meteu-se comigo – e insinuou em relação à minha mãe – e levou o troco.

  68. Valupi, a acusação ganharia força se tivesse dado mostras de ter identificado factos susceptíveis de configurar a prática de crimes quando decidiu a prisão preventiva de Sócrates. Tornar-se claro que JS foi preso para procurar, com dezenas ou centenas de inspectores, uma história onde coubessem dúvidas sobre a sua actuação e o melhor que apareceu até agora terem sido construções a partir de pistas sugeridas pelo suposto corruptor dos romances dos primeiros dias significa que a acusação anda aos papéis.

  69. Ora então, pimpampolas, recorrendo aos teus critérios e aos precedentes que eles abririam no direito, compete-te a ti provares ou demonstrares aqui que não és o Henrique.
    Como te disse desde o início, quando arribei aqui, decidi intervir por tua causa. Porque reconheci no teu estilo o estilo covarde e nojento de uma horda de caceteiros mais ou menos nazis ou monárquicos, é já difícil distinguir que, para lá de primarem pelo anonimato, primam pelo recurso à baixeza, à basófia, à chinela.
    Podem dizer todas as barbaridades a coberto do seu anonimato que pensam torná-los inimputáveis.
    São tão baixos, tão mesquinhos e tão velhacos que o seu carácter já extravazou para os seus rostos.
    Olhando hoje para o rosto do Henrique, para aquele que ele divulga nas redes sociais, com um esgar de velhaco, fico preocupado.
    Ora, arribei então aqui com dois propósitos. O primeiro foi desmantelar e tornar evidente a raiz e fonte da tua falta de argumentação que fazias de contas que assentava num profundo conhecimento de matéria de direito, nomeadamente processual e até, segundo sugerias e insinuavas, de detalhes do processo que os outros não conheciam porque está em segredo.
    Bem, a natureza baixa das tuas intervenções e do propósito de andares por aqui já ficaram bem patentes no histórico deste blog. Passemos à frente.
    Ontem, após uma sucessão ordenada de intervenções minhas que uma vez mais te cortaram todas as saídas para resolveres a contenda com mais umas graçolas e bazófias, desesperado já e sem argumentação, tomaste a iniciativa de te referires ao processo em que sou também vítima da incompetência, do mau carácter, do propósito acusatório com fins políticos e das grosseiras manhas do Procurador Rosário Teixeira.
    Eu não o tinha feito, apesar de, em muitas circunstâncias do nosso debate, o dever ter feito para ilustrar o que são os procedimentos do procurador.
    Devo reconhecer que numa primeira fase, longa, em que fui observando as tuas intervenções, me convenci de que eras um juiz ou um procurador da ‘’task force’’ reacionária que cerrou fileiras em torno dos super magistrados. O que se espera deles é a grosseria que tu aqui patenteavas, a deplorável ausência de cultura cidadã, a manipulação do direito como uma habilidade processual sem qualquer outra referência a outras componentes fundamentais do direito, nomeadamente as éticas.
    Mas um juiz ou um magistrado, sobretudo um ligado de qualquer forma à ‘’task force’’ dos super magistrados, não cometeria o leviano erro de enfraquecer a sua argumentação e a argumentação dos super magistrados referindo o meu processo.
    E tu só o fazes porque és um artolas.
    Ora, à medida que ia abandonando a ideia de que poderias ser um juiz e o presidente do sindicato, dou, quando se trata de juízes e procuradores, o sentido de ‘’sindicato’’ que se instituiu nos filmes americanos, fui correlacionando o teu estilo com o estilo do Henrique.
    Até que anteontem comentei uma ligação numa página de FACEBOOK para que fui convidado por ser arqueólogo. A página, sugerindo matéria histórica e arqueológica, ou mesmo alguns temas muito complexos relacionados com a cosmografia antiga acerca dos quais escrevi um livro, circunscreve-se ou é circunscrita pelos seus administradores a guerrilha política com clamor reaccionário, de tonalidade monárquica.
    Tem por título TUBUCCI, o alegado nome antigo da cidade de Abrantes.
    Ora, o administrador da página publicava uma notícia que relatava que ‘’SMF’’, ou seja, Sua Majestade Fidelíssima, apresentara as condolências à família de Maria Barroso. E eu comentei: ‘’A República já tem rei?’’
    No seguimento do debate, quando os administradores da página já não tinham argumentos, apareceu o Henrique, com o seu nome próprio e apelidos, a desviar a matéria. ‘’E um arqueólogo ou arqueómano que tem um blog e um processo em Sintra?’’ E eu respondi: ‘’Não vá por aí, Henrique (…), não vá por aí. E não volto a adverti-lo.’’
    O Henrique retirou primeiro a minha resposta. Depois de eu insistir em coloca-la, retirou a dele. Seja, o Henrique é o administrador o coadministrador da página, caso contrário não poderia ter apagado a minha resposta.
    Agora, pimpampolas, tal como aqui, o Henrique tentou dissuadir uma assertiva exposição do oportunismo e hipocrisia política de SMF, desviando para matéria que pensa que me inibiria.
    O Henrique é parte envolvida no processo que tu vens aqui referir. Felizmente, porque o posso referir também para reforçar a minha argumentação.
    A minha resposta aqui ao Henrique, envolveria a exposição de matérias que, por consideração por alguns seus familiares, me comprometi comigo a expor senão nos foros próprios. Se não fosses o Henrique, responder-te-ia de outra forma.
    Portanto, cabe-te a ti demonstrares que não és o Henrique.
    E dou-te cinco horas.

  70. E nota bem a diferença entre um basófias de um anónimo, covarde e hipócrita, e um sujeito, inteiro, que não prescinde do seu nome.
    O vosso símbolo de honra, o Dom João de Castro, empenhou as barbas.
    Mas as barbas são uma coisa que se corta.

  71. era zó para comentar a dezimportância do pazpalho não ze chamar henrique ernezto e ter aterrado aqui com a mizzão de inveztigar az identidadez do valupi e do ignatz. é uma foda, os teuz xóriçoz já não têm zaída no porco da loja, portantez abancavaz aqui a aviar o ranço do correio manhólaz e a dezpachar os dezcontinuados do grande êxito freeporcoz, interpretação paez faria & vítor magalhãez. zó mais uma coizinha, oh tanzo do caralho! eu não me ezcondo atraz de coiza alguma, nem precizo, qualquer azno identifica um comentário meu.

  72. Já te disse, artolas, que te dou cinco horas.
    A seguir vais ver a importância.
    Já passou quase uma. Agora vou almoçar.
    Tens quatro horas e quinze minutos.

  73. Lucas Galuxo, mas mesmo o facto – incontestável e confirmado com essa história de Vale do Lobo – de se ter prendido Sócrates para investigar, o que mostra é a força da acusação. A acusação é forte desde o princípio, desde que começou a espiar Sócrates um ano antes de ser detido. Porém, com o passar dos meses sem formalizar a acusação, sequer concretizá-la, e com o crescente protesto de Sócrates acerca da sua inocência, estava a perder força. E isso mede-se pela maior, ou menor, presença de defensores de Sócrates no espaço público.

    Com o Vara ao barulho, alguém completamente arruinado na sua reputação, e com um cenário mediaticamente verosímil quantos aos nomes e esquema da circulação do dinheiro (o empréstimo a justificar a corrupção), o resultado é o de a acusação ter ganhado força. Isto é objectivo.

  74. Valupi

    E que alucinação é está do Vara metido nos submarinos ?

    E já agora quem explica o mistério do holandês que depositou 2 milhões na conta do Barroca ?

    Concordo que meter o Vara ao barulho é um bom golpe em termos de opinião pública e da construção de uma história (verdadeira ou falsa o MP esta-me nas tintas).
    No entanto há aqui mais coisas em jogo.
    Há outros intervenientes que podem estar a querer enterrar Socrates para se escapulirem pois já deu para ver que existe algo de errado (criminoso) em Vale de Lobo. E aqui regresso ao caso do holandês ….

  75. Valupi, desculpa lá, mas a verosimilhança do cenário mediático que referes, está ao nivel das aparições de Fátima ! Um administrador a decidir um crédito de centenas de milhão? ! Claro que se os jornais prescindirem de ir ver quem se atravessa nas escrituras públicas que têm de estar em qualquer lado e nós nos especializarmos em saltos de fé, tudo é possivel, como de resto bem ilustram as peregrinações anuais à Cova da Iria.

  76. a acusação forte e a defesa fraquinha. de repente passou a haver factos – os tão desejados factos – contra fé, essa admirável consoladora da alma. estamos no bom caminho – o da verdade.

  77. http://economico.sapo.pt/noticias/projecto-de-roquette-no-alqueva-ainda-nao-pagou-nada-aos-credores_207791.html

    ”(…) os trabalhadores estão sempre em primeiro lugar nas listas de credores (…)”
    O quê?
    Em primeiro lugar está o ”sindicato” representado por sua santidade o senhor procurador da república.
    Ainda não entendeste do que eu ando a falar, artolas?
    Podes continuar a fazer de contas que eu ando a falar da colecção da FELE&F. Mas eu ando a falar noutras coisas.
    Há três zeros em débito nestas notícias.

  78. « filamente passou a haver factos”, Olinda ?!
    Se não te importas conta lá que “factos” são esses e o que é , pois acho que há por aí muito mais gente que gostava de os conhecer….

  79. Atenção! Roquete é nome de conde!
    Ernesto também!
    E o Alqueva foi domínio de Dom João Pires Aboim.
    Portugal continua refém do Grande Oriente Lusitano.

  80. Cum caraças até agora não percebi nada mas estou cheia de curiosidade!
    1o- quem é o cegueta ?
    2o- quem é o Procurador da República que representa o “sindicato”?

  81. Jasmim Silva, não sei que relação é essa de Vara com os submarinos.
    __

    JRodrigues, parece-me que tu te imaginas no tribunal a defender Sócrates contra mim, armado em magistrado da acusação. Do que falo é da realidade nesta fase do processo. O cenário é mediaticamente (repara: “mediaticamente”, não necessariamente “judicialmente”) verosímil porque a opinião pública está convencida de que a carreira de Vara está intimamente ligada à de Sócrates. Vara não teria ido para a CGD sem antes Sócrates ter chegado a primeiro-ministro, assim vai a lógica, e ter Vara na CGD iria permitir uma série de actos corruptos – como, continua a tese, este de Vale do Lobo e outros, especialmente tudo o que se passou com o BCP.

    A questão relativa aos processos internos do banco para que os empréstimos fossem aprovados é mais do que secundária neste momento, pois a lógica da calúnia faz com que se acredite que Vara conseguiria corromper fosse quem fosse lá dentro, ou falsificar documentação, para obter as aprovações. Competirá à defesa demonstrar a sua inocência, e mesmo que consiga prová-la ficará sempre uma suspeição no público. É esse o efeito das acusações de corrupção, dado o sentimento popular, a complexidade das questões e a iliteracia da enorme maioria.

  82. Valupi, e como é que medes a maior ou menor presença de defensores de Sócrates no espaço público? Por exemplo, fiquei até surpreendido por ver o sabichão do mano Costa, desde o início fiel aliado dos romances da acusação e hábil catalizador das suas repercussões políticas, começar a dar sinais de cheirar esturro entre tanta tergiversação. Não estás à espera que os neonazis do Correio da Manhã e do Sol algum dia abandonem a sua campanha, pois não? A acusação está cada vez mais fraca porque, a cada tentativa, resulta mais claro que o seu procedimento parte não da identificação de um facto criminoso para inculpar arguidos mas da indentificação de um presumível culpado no qual se investem todos os meios possíveis para encontrar actos ilícitos. Nunca isso poderá ser considerado justiça num regime democrático.

  83. Senhor Valupi!
    Não entendeu essa do envolvimento da CGD no projecto do Roquete?
    Não entendeu essa de o BPN querer executar a GALILEI no valor de quinhentos mil euros?
    Não entendeu que as ”offshores” da GALILEI estão protegidas da diligência dos señoooores coluuuumbooos, ditos magistrados, por um escudo invisível?
    Não me diga que está também a precisar de óculos.

  84. Valupi, desculpa lá, mas se é de verosimilhança que falamos, acho que não te ficaria mal reconhecer que a tese anterior era infinitamente melhor que esta. Com efeito, não seria nada do outro mundo JS apresentar SSilva às pessoas certas e este retribuir-lhe com uma parte dos resultados dos negócios que pudesse ter concretizado por essa via. Mas qd falamos da CGD, convirás que um esquema deste calibre não iria passar depercebido, desde logo pela quantidade de gente que tem de estar envolvida nestas operações ( avaliadores, administradores, contabilistas….) . Além disso, a ter havido algo, estando envolvida malta com um conhecimento tão profundo da “forma de fazer bem as coisas”, achas mesmo que não arranjavam nada menos óbvio para pagar as comissões combinadas ?
    Ou seja, em rigor eu até não discordo da tua tese de que “esta acusação” possa ser mais verosimel. Mas como para os néscios tudo é verosimel, julgo que não ficaria nada mal aos poucos que sobram mostrar pq é que é ainda pior que a anterior.

  85. E se a perda de 200 milhões de euros num negócio imobiliário da CGD, num período em que todos os negócios do mesmo género tiveram resultado semelhante por todo o mundo, levanta suspeitas ao Ministério Público, o que dizer da sua aparente inacção e desinteresse, bem como da opinião pública em geral, no negócio da Fidelidade, pertencente à mesma CGD, em que esta emprestou 1,3 mil milhões de euros para a sua própria compra por 1 mil milhões de euros e disponibilizou 13 mil milhões de euros dos seus activos, segundo informação do próprio comprador, para investimentos especulativos, grande parte dos quais a girar agora na roleta de casino em que se transformaram as Bolsas chinesas? Atingimos o grau zero da consciência cívica e cuidado na defesa do interesse público, distraidos com folclore de ocasião?

  86. O procurador que representa o sindicato é o Ventinhas.
    Eu estive algum tempo aqui equivocado, ao pensar que o cegueta era o procurador que representava o sindicato.
    Afinal não é. É o Ernesto.
    Até porque o cegueta não tem ventas, passe a expressão.

  87. Lucas Galuxo, são duas questões diferentes, a de avaliar o peso de convicção em cada uma das partes, acusação e defesa, e a de avaliar a qualidade e licitude dos actos judiciais.

    Quanto à primeira, o método de que me sirvo é empírico, limito-me a acompanhar a comunicação social. Nos debates televisivos e nos artigos de opinião, há certos faróis que descortinamos em figuras cujo discurso é o da defesa do Estado de direito. Por exemplo, ninguém imagina que o Miguel Sousa Tavares esteja interessado em ficar associado a um Sócrates criminoso. Assim, recolher a sua opinião a respeito do processo é um seguro meio de pesar a convicção de cada uma das partes. Também entrarmos dentro dos raciocínios dos juristas acerca do que está a passar-se se revela útil e valioso para construirmos uma percepção com o máximo de objectividade possível. É assim que faço.

    Quanto às irregularidades no processo, elas não têm sido validadas pelo próprio sistema de Justiça, o qual até hoje rejeitou todos os requerimentos da defesa. Isto tem várias leituras, umas conforme o gosto de cada um, mas não tem ainda colidido com a lógica da investigação. Aliás, caso Sócrates seja considerado culpado de alguma coisa, tais procedimentos irregulares serão imediatamente esquecidos ou considerados o meio necessário para chegar ao fim pretendido: apanhar criminosos.

    É preciso reconhecer que a Justiça em Portugal é disfuncional há décadas, e que há características nela que não são de origem partidária ou ideológica, mas que num caso tão politizado como este inevitavelmente se prestam a essa confusão. O que importa é que, como noutras alturas, e seja qual for o desfecho do processo, algo venha a mudar para melhor por força dos agentes de Justiça, dos partidos e da comunidade. No caso de se vir a descobrir que Rosário Teixeira avançou para o processo sem ter indícios válidos (o que não vai acontecer, pois eles são mediaticamente “escandalosos” ) e que tudo isto não passou de um arbítrio que poderia, e deveria, ter sido evitado, então algo de tremendo teria de acontecer no País para reformar a Justiça.

  88. Senhor Valupi!!!!
    O senhor é jornalista?!!!
    Os indícios tornam-se válidos por ser ”mediaticamente escandalosos”?
    É essa mentalidade que torna tudo tão tremendo!
    Só falta julgar por referendo!
    Faz cá falta o senhor Tsipras!

  89. JRodrigues, não concordo contigo. A tese anterior chegou a ser gozada por comentadores que diziam ser essa a função mesma do Governo, conseguir obter bons contratos para os empresários portugueses. Alguns chegaram ao ponto de dizer que tal nunca poderia ser considerado corrupção à luz da legislação.

    Meter o Vara e a CGD no caso é perfeito, pois vai ao encontro de uma calúnia que corre há anos, essa de Sócrates e Vara terem tomado de assalto o BCP com dinheiros da Caixa emprestados a accionistas cúmplices. A perda do BCP foi o maior golpe que a oligarquia nacional recebeu no pós-25 de Abril e criou um desejo de vingança selvagem. Portanto, admitir que Jardim Gonçalves tenha movido toda a sua influência – a qual, seguramente, tem expressão no sistema de Justiça – para dedicar o resto da sua vida a perseguir Sócrates e Vara não é uma hipótese irracional.

  90. oh nunes, cá pra mim é castro e até lá chegar têm uma palete de nomes e apelidos possidónios, imagina uma jéssica karol de vanessa & castro do séc. xix. mas enfim, tu é que percebes de arqueologia forense.

  91. Pode ser… Inácio… pode ser…
    Mas até mais ver é Ernesto!
    Diz lá ao mano que já só tem trinta minutos.
    Grande nóia a tua, a de defenderes o Ernesto…

  92. E quem é o Ernesto?
    O que faz na vida? Porque é que supostamente sabe mais que todos nós em relação a este caso do Sócrates ?

  93. O Ernesto sabe mais de tudo porque é vassalo e criado da casa de Sua Majestade Fidelíssima.
    Já tinha explicado. Para lá disso, é vizinho de Mação.
    Deixa lá o cegueta vir explicar que eu já te explico o resto.

  94. Minha muito cara Jasmim.
    Já viu por aí o Eles, cidadãos do Mendo Castro Henriques? Não é o Bruno, é o Mendo, uma espécie de cegueta com cara de pimpampolas.
    Sua Majestade Fidelíssima é quem manda em Portugal.
    Não sabia?
    Através do Bruno, a vertente financeira da casa real, e do Mendo, a vertente ideológica da casa real.

  95. Caro Manuel de Castro Nunes
    Já vi que sou uma cidadã completamente analfabeta porque ainda não cheguei lá …
    Sei lá eu quem é essa gente …

  96. OK. Já fui suprir a minha falta de informação. Já sei quem é o cegueta.
    Não sabia é que a República já tinha deixado de o ser.
    Será assim na cabeça de alguma gente mas com esta SMF também não vão a lado nenhum.
    Percebe-se a sanha persecutória. Contra o homem e contra o Regime. Além do mais atreveu-se a fazer um mestrado na SciencesPo em Ciência Politica. Se o cegueta é o cegueta compreende-se.
    Mas aonde anda o cegueta que não aparece ? Afinal isto não passa de um “suponhamos”.

  97. LOL. LOL.

    O PASTO PRUNES, é, de facto, ESQUIZOFRÉNICO.
    que te aconteceu pá? És maluquinho, feioto, megalómano e furioso. Bem, debes ser daqueles ca gente damos um bom FART e tu cais com o vento.

    ( Desculpe, caro PIMPAUMPUM e BÁSICO…o linguajar, mas albarda-se o burro à vontade do mesmo).

    Então, pá, ó PASTO PRUNES, meteste-se em sarilhos e saralhos, num é? Oube, eu NÃO ABRO LINQUES aqui, pá. acredita, porque seguir as instruções de um maluco, seria mau…, mas li no PIMPAUMPUM, que tás com problems… Só podes, pá. És maluco e ameaças todos, comes no focinho e depois em jeito de cão rafeito, continuas « a arremeter»- Ganda Maluka. Vai falar assim pró tribunal, baie..mandam-te retirar, ó HERMENEUTA.

    PASTAR BEM

  98. Caríssima Jasmim e Caríssimo Inácio.
    É bem possível que o cegueta, pimpampolas, etcetera e tal, gostasse também de ser Castro, na sua antropofágica gula de ascender à fidalguia.
    Como anónimo, pode querer ser Pereira, Albuquerque, Almeida, Silva, Pires, Baeta, ou mesmo Pé Curto, qualquer desses nomes que dê algum conforto ao seu complexo de inferioridade, porque, no círculo prosélito de SMF será sempre o estribeiro mor.
    Mas, na verdade, para mim é o Henrique, porque eu sou hermeneuta. Não sou fidalgo, mas sou hermeneuta. Poderia bem ser ‘’o rei de armas’’, o descodificador de todos os segredos heráldicos, que era também, por tradição, um hermeneuta.
    Ora vamos lá então ponto por ponto.
    O Henrique difunde por aí um blog, com o catita pseudónimo de Miguel Abrantes, que já abandonou, em que cultiva o mesmo estilo boçal, baixo, rasteiro, que cultiva aqui como cegueta.
    No seu blog, o Henrique tem manifestado a sua raiva por entender qua a sua família, irmãos sobretudo, foram espoliados de uma valiosa colecção de arte e arqueologia por um protocolo assinado entre a Câmara Municipal de Abrantes e o seu tio, com vista a constituir um museu.
    Vai daí, o Henrique apontou as suas baterias não apenas contra o museu em si e o arquitecto autor do projecto como para a equipa técnica responsável pela sua instalação.
    Deixo aqui ligação para o blog do Henrique, explicitamente ilustrando a forma como trata o arqueólogo Luiz Ooosterbeeck.
    http://porabrantes.blogs.sapo.pt/tag/oeesterbeck
    Ora, os irmãos do Henrique invocam, com base num parecer de qualidade técnica obscena, da autoria do mesmo Luiz Ossterbeeck, que parte da colecção de arte que eu instalei no museu precedente, por encargo de seu tio, é falsa.
    O Procurador Rosário Teixeira sabe e conhece com todo o detalhe o meu papel na inventariação e instalação, estudo e apresentação das colecções do tio do Henrique. Sabe que o substracto do inventário realizado pelo Luiz Oosterbeeck e pela sua equipa é o meu inventário e os meus estudos prévios. Sabe o que o Henrique pensam acerca das competências técnicas do Luiz Oosterbeeck. Mas aceita que o Henrique e os seus irmãos se reapropiem de uma colecção que passou a ser falsa.
    Para cúmulo, o Henrique e os irmãos requerem ao tribunal o pagamento de uma indeminização correspondente ao valor alegadamente pago pelo tio do Henrique pela colecção. Mas pedem uma reavaliação da dita, para efeitos desconto no valor a entrar em caixa e, desse modo, permanecerem na posse e propriedade de uma colecção falsa. Talvez programem abrir uma loja dos trezentos.
    O astuto Procurador Rosário Teixeira, perante tudo isto, declara a complexidade do processo e que não percebe nada de arte e de arqueologia.
    Diz-me artolas!
    Pediste ao teu tio e aos teus irmãos para vires agora alardear este assunto?
    Afinal, o que pensas da competência técnica do Luiz Oosterbeeck?
    É legítimo suspeitar de que tu e os teus irmãos pagaram o parecer do Luiz Oosterbeeck?
    Responde, para passarmos ao ponto seguinte.

  99. O artolas tem dúvidas de que seja assim que eu falarei no tibunal.
    É boa, essa.
    Esse culto que os artolas promovem de sujeição bacoca aos senhores doutores juízes e procuradores, só passa e vai prevalecendo à custa da cultura salazarista que os adeptos de SMF foram promovendo na escola durante décadas.
    Num tribunal é devido respeito a todos os que lá estiverem e à verdade.
    Não gostas de abrir links. Mas abre estes.

    http://www.sol.pt/noticia/100530

    http://www.cmjornal.xl.pt/exclusivos/detalhe/juiz_abandona_vitimas_e_foge_a_gnr.html

    Tu também foste dos comandos, ó artolas?

  100. oh nunes, não defendo ernetos e muito menos bisnestos. o crasto é do porto e o pimpampolho dá erros a mais para 4ª classe do professor tonecas, mas tem toda a lábia de frequentar da porca da loja, sucedâneo daquele blogue do palhaço henrique que se chamava grande loja do queijo limiano. descobres o resto com uma ferramenta arqueológica chamada google.

  101. Achas que vou perder tempo, Inácio?
    Não é ele quem defende a inversão do ónus da prova?
    Eu não sou anónimo, não tenho que provar nada.
    Se ele não é o Henrique, já devia ter dito. Mas já só consegue dizêlo dizendo quem é.
    Eu também sou desconfiado, como o procurador.
    Se não é o Henrique já f…, perdão, tramou o Henrique.

  102. PASTO PRUNES, pá, esqueces-te dos Leitão, coutinhos, etc e tal.
    Oube, oube, já te disse que num abro llinques recomendado por palhaços, pá. Agora, tu debes tar mal, pá, ai tás, tás, tu tás mal.
    atão, andas a falar mal dos magistrados de causas tuas, é? Tás num caso complexo pá? sabes porquÊ? porque és maluco, pá, hoje dizes uma coisa e amnahã outra. E olha, poe-te a pau, poe-te apau. Tu assim num aguentas numa sala de audiencia, pá, és corrido. Diz lá, és arguido ou testemunha pá? É que tu deitas foguetes antes da festa.

    Xanax – um dose de manhã e à noite. Bem…talvez a caixa inteira. Cuidado com o nariz, já fizeste um buraco atè aà cabeça.

    JASPIM, cala-te. pareces outra malukinha do esgoto.
    PASTAR BEM

  103. Foste tu, cegueta, quem trouxe o assunto para aqui.
    Agora estás com medo?
    Vou tratar de umas coisas e já venho. Mas não me respondeste.
    De modo que segue para bingo!
    Caríssima Jasmim. Siga este assunto e entenderá muito do que está por entender acerca do Sócrates.
    Vai para já entender a diferença entre um arguido e uma testemunha.

  104. os factos, JRodrigues, são os que nos chegam e vão chegando sujeitos -sempre sujeitos – a especulações. eu aguardo sempre por fortes acusações, que justifiquem a prisão, e fortes defesas que protejam o preso. aguardo, bem visto, pela verdade doa a quem doer. e daqui não saio.

  105. A Olinda ainda não entendeu que uma notícia, mesmo que se refira a um não facto, ou a outro facto, é em si um facto.
    Os americanos usam muito uma expressão, ”false flag”.
    Sabe o que é uma ”false flag”?
    É um não facto que se transforma num facto. Ou um facto que se transforma em outro facto.A escola da maioria dos nazis portugueses foi a contra informação.
    Recorda-se da Vera Lagoa?

  106. Estou desconfiada que o cegueta afinal é zarolho.
    Cada vez mais interessada na discussão e por cá vou ficar.

  107. PASTRO PUNES, cala-te pá. ou compra umas cangalhas, pá. Ganda cromo. Oube, distingue também entre sarilhos e saralhos.

    JASPIM, tu, baie labar a loiça, óu cose umas meias, pá.

    PASTEM BEM

    LOL.

  108. ui, « um não facto que se transforma num facto»…LOL.LOL.

    Portantos, tudo é facto. Ó pá, já revogaste o código de processo …civil. LOL.

    ANDAS APASTAR MAL, Ó PRUNES, tu tás doentinho, pá, ai tás tás. ganda croma.

  109. Doutor Castro Nunes, não se cale. Todos sabem que a verdade incomoda.
    E vai-me desculpar partilhar esta mas estou farto de tanta cretinice.

    “Sou um velho professor de história, interessado pela arte de uma forma geral e pela arqueologia de uma forma particular. No âmbito destas minhas paixões tive o prazer de conhecer, circunstancialmente, o Manuel de Castro Nunes. Cedo encontrámos caminhos comuns, percursos paralelos, idênticas ânsias e sonhos compartilhados.
    Vou ser breve. Acompanhei, jugo que quase desde o principio, a sua participação na orientação, classificação e valorização de uma rara colecção de objectos arqueológicos recolhidos por um individuo de invulgar valor, perseverança, sabedoria e “feeling” de seu nome João Lourenço Estrada. Acompanhei, de perto, os sucessos de tão estreita ligação. Desde o princípio que o Manuel Maria demonstrava um interesse inusitado, na sua já longa vida de estudioso, na relação com o projecto do Sr. Estrada. Foram dias, foram noites, foram horas roubadas ao descanso, eu fui testemunha, dispensados na recolha, estudo e preservação da maior colecção de arqueologia na posse de um português, quiçá de um cidadão do mundo.
    Julgo que lhe veio a competir, posteriormente, a preparação de um espaço condigno, onde um sem número de obras de arte seriam arrumadas e expostas com critérios rigorosos de classificação museológica. A nada se furtou! Incansável, mais uma vez fui testemunha, do tempo que roubou à companheira em fase terminal de doença cancerígena… Enfim.
    Algo entretanto se passou. A Fundação da Amnésia, no seu mais elementar direito de gestão, organizou o seu projecto como melhor o entendeu.
    Chegam-me à mão hoje dois catálogos de exposições preparatórias do que há-de ser o futuro museu. Conhecedor do volume e extensão da colecção, fogem à minha compreensão os critérios da selecção de peças para os catálogos. Concerteza que existem, espero que não sejam aqueles que eu temo. Gente nova chegada ao projecto a seu tempo, pouco ou nada preparada, pode vir a ter desígnios tenebrosos para algo que se queria exemplar, único e de dimensão inquestionável.
    Por fim choca-me a “amnésia” da Fundação e dos seus responsáveis. Nem uma pequena, que seja, referência a Manuel Maria Castro Nunes, mau grado usarem, sem rebuço, toda a informação existente e por ele recolhida. Questionei-o, de imediato. Pareceu-me muito triste a sua resposta de que o assunto não tinha importância, fazendo, sempre, questão de ilibar o Sr. João Estrada.
    Estão a tempo de corrigir tanta ingratidão. Façam-no e quanto antes, não vá o signatário alimentar com mais algumas informações o desvio e transvio de um projecto eivado de embustes e incorrecções.”
    (De um senhor Linhares.)

  110. E há uma diferença entre quem dá o nome e a cara comentando com um discurso sério e transparente, arriscando-se a levar com todo o tipo de resposta e quem se esconde atrás de nicks sem conseguir argumentar coisa nenhuma e recorrendo ao insulto para se sentir em cima. Este blogue está cheio de perdigotos de um cegueta, há muito. Há cegos inteligentes, este não acerta em N A D A.

    Ah, pode vir insultar-me também, a ver se me importo. PASTAR BEM. MAS MESMO BEM.

  111. Obrigado, Joaquim Costa.
    Vai perdoar-me, mas de novo tomo o que deixou transcrito como dirigido, no essencial, ao exemplar labor do Senhor João Estrada.
    Vou agora recolher-me.
    Lanço de novo o repto, tanto ao cegueta como ao pimpampolas, para, como homenzinhos, se identificarem.
    Até amanhã.

  112. ó Val, diz lá, nunca pensaste receber na tua farmácia o veneno dos filhos do integralismo lusitano personificado no cegueta e sucedâneos, pois não? Olha, estes camisas azuis que te visitam são do FCP ou, simplesmente, admiradores da causa dos deuses gregos? De qualquer forma, bardamerda para o fascista!

  113. Boa noute, ou melhor bom dia que já se faz tarde, tive ausente por motivo de um aniversário de uma tia idosa, 85 anos, mas que eu saiba, republicana
    Ó Castro, não esteja para aí a inventar cenários para expôr a sua situação, não sou o Henrique nem o João nem a Ermelinda, tampouco a Zuleica, não sou monárquico, quanto a isso aliás, quero que o senhor Dão dão dão Duuuaaarte te, se se see fo fo foda.
    Excusa de continuar a explicar, já entendí porque entra na carruagem. Prá atacar o Corsário Teixeira. Se tem legítimos motivos para isso, por mim esteja à vontade.
    Rato (Ignatz) não sou o Castro ou o Henrique ou o que caralho seja, do blog Porta da Loja, um bom blog por sinal, assim como o da zazie, Conhanha ou coisa do género. Também recomendo o blog do João Quadros.
    Também erraste no Queijo Limiano. Esse não é o gajo do CDS que fez o frete ao Guterres ?
    Castro, de novo, também não sou direitola, nem na modalidade de pró e anti privatizações ao mesmo tempo, como erradamente voce palpitou, de direito não percebo um caralho, sou bom é em fiscalidade, e lhe garanto que com escrita ou sem escrita, com o Fisco, a mandriage, está feita, apanha por não ter escrita organizada, e se a tiver desorganizada, apanha também. Ou seja, se a lei o obrigar a ter escrita, ou tem, ou nao tem. Se não tem e devia ter, trama-se. Se tem mas está tudo aldrabado, lixa-se também.
    Tá a ver, um direito perfeitinho.
    Eu, no caso da corrupção, preferia que houvesse uma lei em que estivesse tudo escritinho, tim tim por tim tim, quais as actividades e os comportamentos que estivessem vedados a ex detentores de cargos públicos, com poderes de decisão.
    Para evitar, por exemplo, generosidades duvidosas.
    Quando é que sai essa leizinha ?
    Seja como fôr, com escrita ou sem escrita, vamos aguardar pelo desfecho. Pois que não esqueço, que o que fodeu o Al Capone, foi o fisco.
    Fique em paz.

  114. Ó Inácio/Rato
    Reparei que ontem estiveste ausente daquí.
    Estiveste a fazer as listas com o Costa ?
    Silva Pereira ? Bingo ?
    Gosto de saber quem são os parasitas da nossa partidocracia subsidiada com dinheiros públicos (e privados) que andam a viver à custa dos meus impostos .

  115. a Olinda percebe tudo, Manuel de Castro Nunes, até o não facto que é a defesa não conseguir defender o preso e o facto de o novelo estar cada vez mais desembaraçado pela acusação. :-)

  116. Olinda quando houver acusação a defesa vai defender o acusado, até lá podem desembaraçar o novelo todo até ficar uma linha recta, que não apresentando factos não deixam de ser conjecturas.

  117. Meu querido pimpanolas!
    É preciso ter muita lata!
    Vens aqui dar-nos um pretenso tópico de identificação, um estilo de chico esperto covarde que já estava patente. Tens uma tia com oitenta e cinco anos. Se a tua tia tivesse trinta anos quando tu nasceste, tu terias agora cinquenta e cinco, mais ou menos a idade do Henrique. Se a tua tia tivesse vinte quando nasceste, terias agora sessenta, um imberbe, ou um aleijado, como acabam por se tornar os fidalgos lusitanos afogados na saudade, na cerveja e na gastronomia quando caminham para a força da vida. Se a tua tia fosse um bébé quando tu nasceste, poder-se-ia, pelo menos, suspeitar de incesto, serias filho da tua tia e do seu sobrinho.
    Mas, à vista da impossibilidade de te podermos identificar através da idade da tua tia, ficamos também a saber que é republicana. Em que caso o facto de uma mulher ser republicano poderia ser considerado algo tão inesperado que nos permitisse sermos conduzidos para uma identidade? No caso de essa mulher pertencer a uma família monárquica. Seja, eu estava certo, tu és um fidalgote.
    Mas, para protegeres o Henrique, vens reforçar anteriores declarações e juras. Eu não sou o Henrique!
    Ora, se tu não és o Henrique, continuas anónimo, estás-te ‘’borrifando’’ para essas ‘’tretas’’ todas, incluindo Sua Majestade, o senhor super procurador da reipública, ou reinapública à espanhola, porque te sentiste obrigado a vir aqui jurar de novo que não és o Henrique?
    Vamos a ver.
    Eu andava por aqui por causa do cegueta. E estava aqui a tentar desmantelar a demagogia velhaca e as baboseiras do cegueta, fixado numa matéria explícita. Tu apareceste a tentar desesperadamente desviar as atenções e aliviar as costas do cegueta. O tema era explicitamente o caso Rosário Teixeira versus José Sócrates. Não tendo já argumentação, tu transferes para aqui o caso da minha acusação relativa à ‘’colecção egípcia’’. A tua manha bacoca coincidiu com uma manobra de trampolim do Henrique noutro fórum.
    Ora, relativamente a esse caso, eu estou inibido de me defender com todos os recursos e argumentos a que deveria recorrer, mesmo em abono da verdade, por, por livre arbítrio, me recusar e ter sempre recusado a deitar lenha para a fogueiro, em nome de um pacto de civilidade moral que nunca quebrei na minha vida. Está-me absolutamente vedado, por consideração e gratidão para com o tio do Henrique, fazer seja o que for para macular a reputação da família do Henrique. Sendo certo que o Henrique sabe que nunca o pouparei a ele pessoalmente.
    Por isso perguntei desde logo ao pimpanolas se estava autorizado pelo seu tio e irmãos para trazer para aqui o assunto. Mas, afinal, estavas autorizado pela tua tia.
    Assim sendo, estás-te também já ‘’borrifando’’ para o caso da ‘’colecção egípcia’’ e queres regressar de novo, liberto deste fardo, ao bombo da festa, ao José Sócrates.
    Fico agora com dúvidas.
    Mas, afinal, tu és o Henrique ou o Armando Vara?

  118. AMADOS,

    Creiam no que vos vou dizer: li en passant duas ou três linhas, se tanto, da verborreia, do PATO PASTO PRUNES e da sua testemunha abonatória. Também me apercebi que há outro fã meu, pois se dá ao trabalho de me invocar.

    Meus caros, se eu me desse ao trabalho de vos comentar, íamos transformar um espaço que não é nosso, num outro – o confessionário de um vulgar cidadão que pensa que por dar o seu alegado nome civil, já se superioriza a todos os demais presentes aqui – o PATO PASTO PRUNES. Note-se que este espaço parte de um princípio – ninguém é obrigado a identificar-se e todos podem dizer o que desejarem, pelo que, ao fazerem-no, efetivam um direito. Como o dono diz, não é um espaço para ser levado a sério, porém, ele os há que despejam aqui as suas frustrações de forma ignóbil, ordinária e vil, ventilando (pasme-se!) invejas, vulgo dor de cotovelo, bem como um reportório de palavrões ofensivos mesclados de imagens tão ou mais ordinárias ainda.
    O PASTO PATO PRUNES é um saco roto de «ar e vento», obcecado, que se meteu aparentemente em sarilhos e sofre de um problema – pensa que é o dono da verdade. Tem dito e escrito ASNEIRAS – maxime no que respeita a DIREITO; é fácil apanhá-lo em erros, e só utilizo a expressão «erros», porque ele pensa que está a doutrinar…em bom rigor, o homem diz e escreve disparates, dignos da idiotia. Podes publicar um «almanaque» à vontade – tens talento contigo próprio.
    Este espaço não é o repositório das desgraças do PATO PASTO PRUNES e, «pázinho», podes espernear à vontade, pois daqui não terás identificação alguma. Não te dou essa importância. Se fosses mais humilde, não fosses arrogante, podias levar daqui umas ideias «pázinho». Sabes porquê? …hum…não te digo.

    Mais: lê o que te escrevo de seguida – Sócrates SÓ TEM FEITO ASNEIRA sobre ASNEIRA. Está tão entalado, que nem respira. O que aqui tenho dito ( muito, muito, en passant) tem saído CERTO. Naturalmente certo. O meu «nickname» só deve dizer-te – como aos teus testemunhos abonatórios – que NADA VEJO DE ÚTIL em ti e OUTROS que como tu pensam. Daí só vejo ARROGÂNCIA , MÁ EDUCAÇÃO, FRUSTRAÇÃO, OBSESSÃO, MÁ FORMAÇÃO, VAIDADE e, por tudo isso, cegueira. Aconselho-te a não divulgares tanto as tuas desgraças – qualquer defesa que queiras fazer, fá-la na sede adequada, junto de quem pode ajudar-te. Nota, porém, que não é com VINAGRE que apanhas MOSCAS. Um perfil como o teu é mandado CALAR numa sala de audiência, e se persistires, és expulso – independentemente do teu estatuto processual. COMPREENDES «pá»?
    Tens que estar muito MAL, ao ponto de trazeres aqui um «abonatório» em jeito de «back up». És tão forte, «fazes e aconteces – as continuas a caminho de Lisboa », e PRECISAS de apoio? Hum…are you kiding me?
    Pois, meu caro, volta ao PASTO, tu e outro que te apoia.

    PASTAR BEM, PASTEM À VONTADE, QUE A UE PAGA ( bem, entenda-se habilmente essa «vontade», pois a avaliar pelo que está a acontecer às tripas do tsipras, um destes dias a vossa ração é limitada…).

  119. Ó homem, repito, deixe-se de paranóias, de conjecturas, de ironias.
    Ah! Sua Majestade é o Corsário Teixeira.
    Pronto, grato pela clarificação.
    Cegueta. Designação demasiado vasta .
    Quem é o cegueta ?
    É o Corsário, também ?
    É o numbejo ?
    Se é este último, não o conheço de lado nenhum, nem sou muleta dele.
    Reafirmo, apenas estou interessado, é uma curiosidade minha, em saber da declaração de interesses, isto é, as motivações.
    O Vara ?
    Ainda bem que puxa o Vara para aqui.
    Quando aqui aportei, e foi por acaso, digitei algo
    No Google que me direcionou para este sítio, já se discutia neste local, com fidelidade canina, as virtudes de Sócrates e Vara.
    Percebí logo a parcialidade do coiso, o blog, e a bandalheira de linguagem, e, por elementar medida profilática, pus-me a andar.
    Sou ecologista, quero ar puro e saudável.
    Passados estes anos todos, o blog continua mais do mesmo.
    Das duas uma, ou são gente que apenas quer defender aquilo que sempre defendeu, e portanto, não aguenta a dôr de perder a face, ou são aparelhistas, jotinhas, acessores, autarcas, vereadores, ou por paleio extensivo, como vocessemecê usa, filhos, mulheres, tios, primas dos mesmos.
    Portanto, eu só quero saber se há interesses monetários envolvidos. Depois chapo-lhes com eles nas ventas, e berdamerda para a fidelidade partidária.
    Simplesmente para atacar o Sócrates?
    Mas então ele fala-se em alguma coisa aqui a não ser o Sócrates? Já leu alguma coisa minha a defender o Loureiro, o Lima, o Telmo Correia, o Portas?
    Quando se falar deles, cá estou.
    Conhece algum blog de defesa dos mesmos?
    Diga-me, por gentileza, que eu quero ir lá molhar a sopa.
    Finalizando e com relação à arqueologia.
    Mas então não existe já método preciso e científico para aquilatar da veracidade com relação à datação ?
    Não se pode datar pelo carbono ou coisa que o valha ?

  120. Abaliando pela epígrafe, só posso mesmo contare cum a intuição: comeste no focinho, ficaste sem língua e escreveste mas um cento de baboseiras. Pázinho bolta pra Angola e abre nobamente o serbiço de «escort». Paid one.

    Bá, BOLTA AO PASTO. LOL.

  121. Está visto.
    Um manifesta-se arrepeso, aquele que, por sinal, trouxe aqui esta matéria derivante.
    O outro, mais do mesmo, basófias, a coberto do anonimato.
    Se o pressuposto deste espaço é o que cada um pode aqui vir dizer o que lhe apetece, a coberto do anonimato, então fiquem bem. Serão todos inimputáveis a coberto do anonimato.
    O Henrique também pôde, durante anos, dizer o que lhe apeteceu, a coberto do anonimato.
    O anonimato é o recurso processual do Rosário Teixeira: ”O Correio da Manhã é que disse. O Mário Machado é que disse. A Polícia Judiciária é que disse”. Se as diligências da PJ forem ilícitas ou mesmo burla, o Rosário Teixeira nada tem que ver com isso.
    Calma lá meninos. Eu não sou o José Sócrates.
    És um basófias, cegueta, repito. Se um dia for ter contigo e te disser: ”E agora, cegueta? O que achas que te faça?” Tu vais guinchar como o pimpanolas: ”Eu não sou o cegueta! Eu não sou o pimpanolas! Eu não sou o Henrique!”
    Se eu te for ao focinho, o Rosário Teixeira agrava as medidas de coacção. Talvez me prenda.
    És um nojo, cegueta!
    Até ao meu regresso.
    Cegueta! Esta despedida é para os restantes membros do grupo. Para ti, até já.

  122. Viva a liberdade ! Viva a democracia! Viva a República !
    Morram todos os tiranos ! E abaixo todos os ceguetas, e ainda mais os zarolhos, que os sustentam!
    E viva o político com nome de filósofo !

  123. JASMINA, pá, tu és a primeira a marchar. vens práqui com cara de quem está a labare a loiça.

    PASTO PRUNES, Pato, vai ao médico. Precisas de uma camisa de forças, pá. tás maluco ( não sei o que escrebestes, mas só pode ser caca de animal com fome…).

    VAI PASTAR, pá. Tás com fraqueza.

  124. Já agora, ó proletária marreca. VIVA SALAZAR e olha que mais um pouco, se D. Duarte fosse capaz, diria VIVA A MONARQUIA.
    Vá, agora vai ver o GOUCHA…

  125. Reconheces que D.Duarte é INCAPAZ?
    Muito me contas!
    Então Sua Majestade Fidelíssima não tem predicados?

  126. JASMINA, compras uns pensos, filha ( ou filho). Não me digas que tens estado a falar com toi – même?

    Algum disturbio nessa tête, num é? Claro…

  127. @Numbejonada

    Podia e pode, e se calhar diz – pese embora vá vivendo a expensas da República, – não tem ele uma subvenção ou coisa parecida do Estado ?
    Será que trabalha ?
    Ou também vive da caridade dos monárquicos ?
    Uma coisa que já não pode dizer é que é o pretendente ao trono de Portugal.
    Porque tal coisa não existe, foi extinta por lei.
    Tal como os títulos nobiliárquicos.
    Portanto, ninguém pode intitular-se conde, marquês, barão ou baronesa.
    Eu só posso entender que isso que escreveu foi por ironia e em resposta a Jasmim, num certo contexto portanto.
    Certo ?

  128. Numbejonada,
    Não foi o Castro Nunes que escreveu, fui eu, Pimpaumpum, aka pimpanolas, digitei mal o ” nick ” no meu último post.
    E creio que a ironia se estende a Salazar, pois que não resuscita o homem, só pode ser entendido no contexto actual, como um desabafo, produto de uma comparação, e note, entendido, mais que tudo, como um apelo (mais que improvavel de ser ouvido) à honestidade pessoal na forma de gerir a fazenda pública.
    Vou jantar, com licença.

  129. Prontos, já jantei e estou de volta todo contentinho para mais uma grande noite de discussões intelectuais, só possíveis com a moderação e presença do comentador numbeijonada, que muito admiro, apesar de confundir os meus comentários com os da esquerdalha que infelizmente parasita neste blogue.

  130. A referência a Salazar é a manifestação contrária à minha.
    Em vez de viva a liberdade, a democracia, e a república, o cegueta contrapõe viva a submissão, a ditadura, e a monarquia. Ou seja, vivam Salazar e os justiceiros, e viva o rei. O caraças!

  131. E como este tópico é do Sócrates eu voltou a repetir:
    Vão investigar a transferência de 2 milhões de euros do holandês para a conta do Barroca. Peguem nesse novelo e desenrrolem..
    Faço outras duas sugestões:
    1 – vão aos notários e identifiquem os compradores de lotes de terreno em Vale de Lobo a partir de 2007. Interroguem essas pessoas.Saibam como pagaram os lotes de terreno.
    E uma coincidência interessante que o holandês tenha transferido 2 milhões para o Barroca e a transferência dos 12 milhões do Bataglia para o Barroca sejam 6 fracções de 2 milhões cada ! E entre 2008 e 2009.
    2- investiguem bem as contas da construtora Abrangia comprada em 2007 pelo Grupo Lena, para além das contas do próprio Grupo Lena. Sugiro que confirmem que obras foram efectuadas e se é credível que tenham custado “apenas” 5 milhões!

    A quantia que Joaquim Barroca transfere para Carlos Santos Silva totaliza 17 milhões e não 12! O motivo pode não ter nada a ver com Vale de Lobo!

    Aliás tudo isto começou com 23 milhões, lembram-se ?
    Agora já são só 12 ????

    Se a investigação me quiser contratar eu também tenho uma tese para explicar o mistério de Vale de Lobo e das transferência de 14 milhões para a conta do Barroca. E de como o Barroca passa de indiciado de corrupção activa para apenas barriga de aluguer …muito conveniente para ele, ….

  132. jasmim, não é abrangia, é abrantina e de caminho investiguem porque é que a construtora do lena teve uma proposta irrecusável do bcp para comprar a dita construtora abrantina.

  133. … É fundamental que todas a gente saiba que a partir de 2007 a CGD começou a confiscar 90% de valor das vendas de lotes de terreno em Vale de Lobo por incumprimento no pagamento da dívida.

    Por outro lado, há os testemunhos de funcionários que viram recentemente cidadãos estrangeiros (russos ? ) transportando sacos de dinheiro “vivo” em Vale de Lobo …

    NÃO VALE TUDO para se tentar incriminar José Sócrates !!!

  134. Ignatz

    Eu sei, foi lapso, estou a teclar de um tablet…

    Gostava que o Dr João Araújo viesse aqui ler isto hoje porque acho que a defesa de Sócrates tem de se mexer e investigar por conta própria para chegar a verdade em Vale de Lobo arrasando desde já a tese caluniadora do MP que pretende meter Vara nesta história.
    Vara é claramente outra história, SE houver história.

  135. O texto acima, de pimpanóias, não é obviamente meu.
    Embora seja o inconfundível estilo insolente do garotelho mor Inácio, o Rato, pode ser doutro(a) qualquer, que consiga imitar o estilo.
    Uma coisa é certa, Jasmim não foi. Não pode ter sido.
    Postou exactamente à mesma hora, 21:05, que o fedelho(a) que postou com o único propósito de lançar a confusão.
    Não o conseguiu e apenas demonstra nestas coisas o pior lado do ser humano : não respeitar o estatuto do anonimato, rebaixando-se, degradando-se e desrespeitando-se a sí mesmo, e desrespeitando os outros.
    Ele(a) pensa que se pode esconder mas por mais que se esconda, a sua (dele/a) sombra sempre pode ser vista por todos.
    Ele(a) sabe bem o que é, e nós outros, também.
    Há-de voltar uma e outra vez, até que compreenda o que o leva a fazer aquilo que faz. Só então, parará.

  136. Pimpanolas

    Usar os nicks dos outros exige capacidades que eu não tenho!
    Eu aqui sou Jasmim e ninguém mais!

  137. Em resumo a minha tese sobre Vale de Lobo é a seguinte (e não envolve nem Sócrates, nem Santos Silva, …e possivelmente nem sequer Armando Vara)!

    Vale de Lobo revela-se um mau investimento e começa a somar prejuízos e entra em incumprimento com a dívida que tem para com a CGD!
    A partir de 2007 a sociedade gestora fica sem liquidez e além de não pagar as dívidas à banca começa a atrasar pagamentos a fornecedores. Um dos “fornecedores” é o Grupo Lena quer directamente, quer por intermédio da construtora Abrantina que comprou em 2007.
    A partir desta altura a CGD accionista de 25% e única detentora dos créditos passa a confiscar 90% do valor de todas as vendas de lotes de terreno para amortização da dívida.
    A sociedade gestora do empreendimento fica ainda mais sufocada, sem liquidez para pagar a fornecedores e funcionários.
    Vai daí e …
    Há um holandês que compra um lote de terreno e transfere 2 milhões para a conta de Joaquim Barroca ! Chamado à pedra o holandês diz que pagou pelo lote 4,3 milhões e que o gestor do empreendimento lhe pediu para dessa quantia 2 milhões fossem pagos por transferência para aquela conta (Barroca) como condição de poder escolher o construtor da sua vivenda. O gestor do empreendimento nega ! Pudera ! Mas o holandês insiste! Não sei porque mas tenho tendência para acreditar mais no holandês, pelo que vou explicar a seguir .. … O propósito é evidente! O empreendimento quer receber parte do dinheiro das vendas por debaixo da mesa para enganar e lesar a CGD !

    Cont…..


  138. O holandês não e certamente caso único!
    Deve haver outros e o preço é o mesmo: 2 milhões por debaixo da mesa!
    Só que os outros transferem para outra conta (Bataglia ? Outro ?). A verificar. Mas é Bataglia, um dos accionistas do empreendimento que paga 6 tranches de 2 milhões a Barroca entre 2008 e 2009!
    Uma forma de pagar a um fornecedor por baixo da mesa e sem que a CGD tenha conhecimento destacam liquidez obtida através desta BURLA feita a CGD!
    As contas oficiais dirão que as obras de infraestruturas efectuadas pelo Grupo Lena e a Abrantina orçaram em apenas 5 milhões …mas por baixo da mesa passaram 14 milhões para Joaquim Barroca !
    O caso do holandês foi um descuido ao ter-lhe sido dada indicação para transferir directamente para o Barroca! E o gato com o rabo de fora …
    Depois disto e mais recentemente em vez de transferências bancárias passaram a exigir dinheiro vivo e daí os sacos com dinheiro vistos nas mãos de estrangeiros …

    O que é que isto tem a ver com Santos Silva ou Sócrates ? NADA !

    ….cont…

  139. …cont…

    Há 12 milhões que entram na conta de Barroca vindos de Bataglia entre 2008 e 2009 (6 lotes de terreno vendidos ?) e 2 milhões vindos directamente do holandês (1 lote de terreno vendido). Total 14 milhões.

    Entre 2008 e 2009 Barroca transfere um total de 17 milhões para Carlos Santos Silva (quantas tranches e de que valor cada ? Haverá uma de 3 milhões o resto não veio no Correio da Manhã).
    Carlos Santos Silva diz que se referem a prémios de desempenho pagos relativos ao período em que foi administrador do Grupo Lena.Há coincidência temporal e coincidência também com o negócio das casas da Venezuela em que ele foi o maior responsável.
    Sejam prémios de desempenho ou sejam pagamentos do Grupo Lena por debaixo da mesa não são corrupção nem envolvem Sócrates.

    O dinheiro é de Santos Silva até porque está em seu nome e os últimos beneficiários são várias pessoas (familiares?) e nenhum deles se chama Sócrates!

  140. ….cont….

    Está tese é melhor que a do MP porque explica tudo inclusive a do mistério do holandês que supostamente ninguém percebe, ou deseja perceber …

    Não e difícil verificar se isto e verdade ou não.
    E necessário apreender documentos na Câmara de Loulé e nos notários bem como passar a pente fino a contabilidade da construtora Abrantina e do Grupo Lena. E necessário chamar para interrogatório as pessoas que compraram lotes de terreno em Vale de Lobo em 2008 e 2009.

    A ser verdade que foi Joaquim Barroca a dar a dica do PROTAL …lixou-se na tentativa de tentar desviar as atenções de si próprio. Tentou passar de uma acusação de corrupção activa para mero barriga de aluguer mas … Há um holandês que trama a tese … E o PROTAL correu-lhe muito, mas mesmo muito MAL!

    Se houver honestidade a investigação facilmente chega lá. Se calhar até já chegou mas a sanha de perseguir Sócrates é tal que tentam agora ir por Armando Vara para ver se pinga alguma coisa por aí …

    Em qualquer dos casos a defesa de Sócrates faz muito bem em se mexer e ter o presidente da Câmara de Loulé do seu lado é um boa ideia …

  141. …cont…

    Dr João Araújo se o senhor me ler não tem de que …
    Sempre as ordens …

    Não sou insvestigadora da judiciária mas não faço pior figura que o CM!
    Eheheheh !

  142. Tiro-lhe o chapéu, Jasmim e vou embora, não venha daí o raio do cegueta e mandá-la outra vez cozer meias!
    E então, como sou um cavalheiro e há bandalheira que não se coaduna com o meu feitio, parto-lhe mesmo os cornos.

  143. AMADOS

    PATO PASTO PRUNES, ora parta o que tem a partir na sua testa, pois que a existência de cálcio na mesma se constata.

    Eu «cá» não uso de tal produto, portanto, PARTA-SE À VONTADE e fará um especial favor à humanidade.

    Quanto ao/a pateta da JASPUM PIMBA, oiça, crochet, faça crochet, uma pequenina lembrança com o nome de SOCASH, convertido em SOCRASH, e leve a Évora. Dará jeito no inverno. Aproveite e discuta as alegadas irregularidades processuais, hum? Leve o PATO PASTO PRUNES, para divertir o recluso, e acompanhe com o licor de «M».

    VOLTEM AO PASTO. Encham a pança que amanhã é outro dia e com a seca…

  144. “Eu sei que não foi você e eu disse isso.”

    Exactamente, você disse isso, que sabia que não tinha sido ela, mas que suspeitava que tinha sido eu.

    Já Bocage não sou, mas simplifico: o peido que esta senhora deu, não foi ela, foi o Ignatz

  145. AMADOS,

    Um pequeno poema ilustrativo do PUM PASTO PRUNES

    Sou o mané pasto prunes
    Com bué d´esquizofrenia
    Sou coxo da cabeça
    Sofro de patogenia

    Tenho língua de maluco
    Cabeça de pateta
    Sou 31 de boca
    Sou um grande cegueta

    Oqueie. Adapta ao rap, podes usar em tribunal, talvez te safes e te declarem…inimputável, tás abere? oqueie.

  146. Se alguém aqui souber de maneira a fazer chegar a minha tese ao Dr João Araújo …Valupi? Ignatz? Someone ? Anyone ?

    Quanto ao cegueta ele que fosse cozer meias …mas isso era se ele tivesse QI para tanto… Já crochet ou tricot são uma parada tão alta que nunca chegaria lá.
    Os ceguetas quando muito só se rentabilizam a limpar as sanitas do Ministério Público, e que bem cheias de M…..elas estão!

  147. Duas intervenções excelentes. Agora entendo a campanha do blog “anónimo” de Henrique Estrada que me intrigava há vários anos, mesmo não me parecendo que ele seja o cegueta. A hipótese da Jasmim é muito mais razoável do que todas as outras que já apareceram publicadas. Isto, sim, é um lugar onde passa informação e reflexão relevante. Vale o sacrifício de saltitar de pedra em pedra escapando ao lôdo de ceguetas e pimpanolas.

  148. Jasmine, vosse mecê disse vão ao notário e veriquem ?
    Cuidado !!!
    Que eu já ví uma escritura em que A vendia um automóvel e B comprava uma bicicleta!
    E no contrato da permuta do zezito ? Deu a soberania e recebeu o quê ? Tesão ?

  149. JASPUM PIMBA, oube, e como é que tu consegues vivere no meio de tanta trampa, pá, lá nas sanitas? hum? Tu és um daqueles TURD´s que estão sempre a boiar. És como o TSIPRAS, tás a bere? O gajo volta sempre com a mesma trampa, nesta altura o tipo é o maior TURD do eurozone. One of the pigs, see?

    Ora beie, IGNARALHOS, a porrada é tanta que nem vos endireitais. Fogo, fogo, e a foto do IGNARATZ ou do PASTO PRUNES disfarçado de PUTIN em cabedal e com cara de latex, hum? Um hilário. Um hilário.

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