12 thoughts on “É no que dá termos um Governo socialista”

  1. Então você não vê que isto é para justificar perante os cidadãos que o que é preciso fazer é privatizar TUDO. Tudo o que mexe.
    É que tudo o que é “público” é veneno, é pecado, e não tem remissão possível.
    A salvação está no privado, sobretudo se for nos bolsos dos amigos, mas a viver pendurados no Orçamento do Estado, claro. Mas se for “privado” já ninguém dirá nada. A comunicação social arregimentada ficará calada, como ficou na Argentina do Meném. Uns pulhas !

  2. :-)

    mas, quer dizer, dentro dos gastos operacionais cabem montes de coisas. podiam especificar já que, por exemplo, os salários também entram nesse saco.

  3. nas famosas gorduras não mexeram.como as eleiçoes saõ para se “lixarem”, vão buscar projectos do socrates, que tanto apoucaram.que os pariu.como as ex scuts ,muitas não tem portagens mas pórticos,um grupinho de fdp,permite-se dizer que não passam carros.nem que passasse só um quem vive nessas terras tem direitos pois pagam impostos como os do litoral.repito há anos morria muita gente a caminho dos hospitais centrais por falta de estradas em condiçoes.o futuro começa a ser mais risonho para o interior.outro dia fiz porto/viseu em menos de uma hora.que bom que foi.

  4. O tema deste post é no mínimo uma fraude. Uma fraude recorrente do discurso ressaibiado da direita contra o chamado estado social.
    Partir do pressuposto de que as empresas públicas, por si, são o rosto visível do estado social é, recorrendo à demagogia da ideologia liberal radical, tentar entrar, através de uma brecha, na cidadela aonde se vão acantonando os sobejos de um modelo através do qual o liberalismo, numa dada era histórica do seu itinerário triunfante, ainda se vinculava aos princípios éticos da sua alegada génese mais ou menos social democrata.
    Reportando-me ao texto da ”notícia” é sem dúvida curioso, apenas num registo metodologicamente cirúrgico, que entre as empresas alegadamente públicas que falham desde há quatro anos, consecutivamente, a ”descida dos gastos operacionais”, nunca se refere a PARVALOREM ou a PARUPS.
    De resto, de que socialismo se fala?
    Por vezes tenho vontade de perguntar ao senhor Valupi se também é salazarista, ou se mais ou menos, ou se isso não interessa, ou se atira ao meio.

  5. Não teria problema algum.
    Para mim não.
    Teria problema para ti, porque, sem dúvida, seria um salazarista mais ”inteligente” do que tu, não sei se me estás a perceber.
    És um artolas. E começo a ficar cansado da tua idiotice e impertinência boçal.

  6. BOÇAL, IMPERTINENTE, VAIDOSO, és tu. O que faz de ti FRUSTRADO e INVEJOSO.
    Mais inteligente do que eu, duvido. Se o que aqui «postas» e bostas te reflete, para além de te denunciar com aquelas qualidades todas, também nos diz da tua falta de habilidades inteletuais. Como és alegadamente um hermeneuta, não precisas que eu te traduza o que acabo de escrever.

  7. “BOÇAL, IMPERTINENTE, VAIDOSO, és tu. O que faz de ti FRUSTRADO e INVEJOSO.” – aqui acima 3 min. depois

    “A projeção comigo não funciona. Projeta noutro o que és. Se não o fosses, não o mencionavas tão frequentemente.” – poste anterior 3 min. antes

  8. Há muita gente que já trabalhou na Herdade da contra-informação e agora é sub-ministro.

    Pssst !
    Que comerá o sr. Valupi ?
    Basta seguir a pista do holandês e depois confirmar com o monsieur Hédoit .

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