E depois do Emmy – Debate sobre a ficção portuguesa (parte II)

Com algumas caras conhecidas à mesa, como os actores Ruy de Carvalho, João de Carvalho e Tó Zé Martinho, o ex líder do PSD considerou que vão haver eleições legislativas “a curto prazo” e que “é evidente que o PSD vai sair como o próximo Governo de Portugal”.

Marcelo Rebelo de Sousa disse que, para essa situação de vitória nas eleições acontecer, os militantes e dirigentes do PSD “não podem entrar em euforias nem ir à espera de apanhar lugares, louvores ou dinheiro”.

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8 thoughts on “E depois do Emmy – Debate sobre a ficção portuguesa (parte II)”

  1. Não sei fazer comentário polítco, ainda assim, atrevo-me a dizer: não há-de ser por acaso que MRS, nesta fotografia, está rodeado de pessoas que fazem da vida a prática do simulacro (mimicry, que ele é professor) no seu exercício mais elaborado – o teatro.

    :)))

  2. O pequeno é tontinho…

    mero entretainer, alias sem graça, inovação, cultura por aí alem…

    mas curiosamente os media continuam a prestar-lhe muita atenção…

    quem se ressente disso e JJesus e aquele pequeno do norte, Andre suponho…

    eu por mim atribuo-lhe a nota de 7, pelo esforço que faz em ser engraçado…

    abraço

  3. O verbo haver não se conjuga no plural quando é sinónimo de existir. Conjuga-se quando é sinómimo de ter em tempos compostos. Ex: “eles tinham-se amado a vida inteira” “eles haviam-se amado a vida inteira”.

  4. Alguém se dê ao trabalho de listar as previsões deste autêntico professor Karamba que é o professor Marcelo. Quase diria, assim de ouvido, que não acerta uma.

  5. Não se percebem estas evidências do iluminado professor. Por um lado, vê motivos para aconselhar “juizinho” ao partido, por outro diz ser evidente a sua vitória. E onde ficam as evidências dos eleitores? É que uma coisa são as sondagens, outra muito diferente é o tal partido ter de enfrentar uma campanha eleitoral…
    E que argumentos terá para afirmar que as eleições terão lugar “a curto prazo”?
    Sócrates acredita que a legislatura vai até ao fim, o próprio Passos Coelho, talvez em resposta a esta do “juizinho”, também afasta o cenário de eleições para breve. Será que para o professor o argumento da necessidade de estabilidade política no País só era válido para este ano, que para o ano, depois das presidenciais, já se pode partir para uma crise política à vontade?

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