Dominguice

A prova de que não somos um, somos pelo menos dois, está nos sonhos. Quem escreve aqueles enredos? Quem selecciona as memórias e as altera, converte, reinventa? Não o espectador, o qual assiste hipnotizado, impotente, ao desvario. E que sente, sofre, delira com esse outro mundo onde acreditamos ser e estar.

Poderá existir mais do que um argumentista. Especializados em diferentes géneros. E poderá haver um showrunner que liga as diferentes páginas dos diferentes autores numa sucessão de cenários, personagens e acções que só para ele façam sentido. E talvez haja sessões, ou partes da sessão onírica, a que não temos acesso. Desconhecemos o que lá passa e se passa. Ignoramos para quem é exibido o material. Não sabemos se há uma multidão nessa plateia interior a chorar ou a rir com os nossos sonhos, as nossas cenas.

34 thoughts on “Dominguice”

  1. lembro-me quase sempre dos sonhos. tenho sonhos lúcidos e tudo.
    é o inconsciente que comanda os sonhos , de aí os avisos que ele nós dá através dos sonhos. vemos muito mais do que pensamos pelo canto do olho.
    (até tento a coisa da viagem astral , mas adormeço sempre -:) )

  2. Não me lembro dos sonhos vulgares. Pesadelos daqueles que se repetem ao longo da vida tenho dois um deles é sonhar com fogo. São premonitórios o nosso inconsciente já viu que algo se está a passar e são avisos. Às vezes lemos o aviso em especial a prática diz-nos isso. Mas sonhos que comandem a minha vida só os acordados os outros são o cubo mágico a reencaixar-se. Eis a minha leitura do assunto sonhos.

  3. há quem sonhe com filhós de abóbora. eu prefiro pataniscas aos sonhos de bacalhau.

  4. Valupi, meu! Não me digas que tiveste um sonho erótico abrangente, juntando Michele Obama, Donald Trump, Manuela Ferreira Leite e o bully mariconço parvalhatz! Pôcera, rapáiz, imagino o teu desespero! Lasciate ogni speranza, voi ch’entrate!

  5. a fraude freud tem uma única teoria de jeito , que é precisamente a “interpretação dos sonhos” , ainda que fale só em desejos ( suponho que seria tarado) e não em medos/avisos.

  6. Nos sonhos, abre-se a porta ao subconsciente, aparentemente desordenado, mas que faz parte de nós, da nossa ordem mental. Durante o dia, ele está sempre atrás da porta, à espera que o trinco se solte. Quando isso acontece, ao adormecermos, tecemos enredos que a vontade consciente, já impotente, não controla, mas que não deixam de ser nossos. Sem esses enredos gerados em roda livre, provavelmente não conseguiríamos atingir e manter o equilíbrio precário da nossa psique, que exige um diálogo entre o consciente e o subconsciente. A prova de que o sonho está sempre atrás da porta é-nos dada pela sensação que a cada passo temos, acordados, de que aquilo que estamos a viver replica sonhos que já tivemos. O vivido e o sonhado estão sempre presentes em nós a cada momento, separados por uma porta de trinco pouco seguro. O consciente não gosta de o confessar, mas alimenta-se em parte dessa mente desordenada a que se chama sonho. Quando a porta está firmemente aferrolhada, o subconsciente não gosta e protesta, até se fazer ouvir. Daí os actos falhados, o lapsos involuntários, mas também as explosões emotivas incontroladas.

  7. 16:36. O Freud poderia talvez sugerir-te que tocar de ouvido, quando se é duro do dito e não se conhece pauta nem letra, dá infalível asneira. Um indígena da Tugalândia perguntar-te-á apenas: quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão?

  8. o revisor de testos & panelas deu agora uma de psicanalista da benedita. espero que o dr. curatolos lhe dê uma boa tareia e a respectiva exposição de ignorância atrevida que rabeconas da filarmónica de moscovo merece.

  9. Texto que se insere num ensaio literário.
    Não prova nada que são dois, é só um, tu .
    Tu é que crias os teus próprios sonhos ( * )
    Cada um de nós é um ego, ou um eu, que significa, apenas isto, um ser indivisível . Uma individualidade.
    Providos de parte material ( o corpo físico ou denso, aquele que vemos ) e de parte imaterial .
    Diz a sabedoria antiga, que no princípio, estavamos todos juntos e possuiamos uma consciência colectiva .
    Depois ocorreu a diferenciação, que é precisamente a tomada gradual de consciência de cada um de nós, da sua própria individualidade, da sua existência como um ser, separado dos demais . Um Ego .
    Isso, foi uma LIBERTAÇÃO, porque cada um se tornou autónomo. Mas ao mesmo tempo, uma LIMITAÇÃO, porque se perdeu a consciência colectiva .
    Desde essa altura, que o ser humano, procura .
    Encontra-se frequentemente com os outros, não só por necessidade de sobrevivência física, como para encontrar respostas . E formar consensos, que são coisas agradáveis. A ciência chama-lhe sociabilidade .
    Só conheço duas realidades : o espaço, e o tempo .
    Espaço, no sentido de em cima, em baixo, num lado ou noutro lado . Relacionado com objectos . O espaço ocupa dimensão física .
    Quanto ao tempo, passado e presente, futuro é apenas presente em movimento, não ocupa espaço. Apenas percorre o espaço.
    Tanto assim é, que um indivíduo, remoído pelos remorsos por qualquer acto particularmente ignóbil que tenha cometido, pode mudar de país, que o remorso o acompanhará .
    Precisamente por isso, se diz que, ninguém se pode eximir ao seu próprio – e verdadeiro -tribunal, o da consciência.

    Escreví isto sem qualquer busca googliana, e sem qualquer pretensionismo, apenas procuro utilizar a minha própria cabeça, para pensar .
    Agora, e já que sustentas que somos dois, podes vir na figura do teu alter-ego, o javardatz, – pesquisa por transtorno dissociativo de identidade – e achincalhar . Podes dizer o que quizeres, não existe mais nada acima da liberdade .
    E o que o eu disse acima, não foi com qualquer sentido de crueldade, nem de ofensa, resulta da minha arreigada convicção de que tu e IGNATZ são uma e a mesma pessoa

    (*) diz a ciência, que os sonhos são o resultado da fraca oxigenação do cérebro e do estado de letargia do mosso corpo físico, que fica com a actividade reduzida ao mínimo durante o periodo do repouso (o sono ) .
    Mas eu tenho as minhas dúvidas de que seja apenas e tão só isso, porque já tive várias situações de premonição, em que me deparei com situações angustiantes, que mais tarde, no futuro e no tempo, ocorreram mesmo, e nos precisos termos dos sonhos pretéritos.
    Acrescento que também existe uma componente de stress pós-traumático.
    Sonho frequente e recorrentemente com o emprego e com a tropa . Num caso, acordo bastante incomodado, porque no sonho me deparo com uma situação angustiante em que sou ignorado no antigo espaço de trabalho ( ninguém me entrega nenhum servico para fazer e nem sequer cadeira e escrivaninha me atribuem, apenas vejo que existe lá gente e um chefe mas ninguém repara em mim, então questiono-me, o que é que estou aqui a fazer, para que é que eu venho para aqui, ainda mingúem transmitiu a estes gajos que eu já estou aposentado ?
    No caso da tropa, sou chamado de novo, para cumprir o serviço militar obrigatório, velhote e com esta idade, quando já o cumpri em devido tempo . Também neste caso, me vejo isolado, e sem qualquer espaço atribuído ou qualquer actividade para desempenhar . Tenho a sensação vívida de que estou num quartel, e geralmente é um quartel desagradável, e apenas me respondem que ocorreu um engano na papelada, e que tenho que repetir o serviço militar de novo .
    Ai que saudades de quando eu era muito mais novo e só sonhava com gajas boas … :-)
    Fica bem .
    E se nao fores o ignatz, as minhas desculpas .

  10. “Ai que saudades de quando eu era muito mais novo e só sonhava com gajas boas … :-)”

    nunca fizeste nada na puta da vida: tropa, funcionário público e “gajas boas” só em sonhos. agora, oficialmente reformado, dedicas o resto da vida a actividades pidescas.
    o freud explicava isso com educação sexual deficiente e overdose de deus, pátria e autoridade.
    continua a sonhar húmido na descoberta das identidades que te atormentam pode ser que te libertes do quartel e da repartição em que te tornaste e quiçá entrar na próxima corrida presidencial para uma junta de freguesia. há quem se assuma paneleiro para concorrer à presidência dum partido. enquanto não decides podes ir vendo os entubanços do camacho sobre a rússia, distrais e não te sentes falhado.
    xau! vou dar comer às galinhas.

  11. Mjp, quando mais novo, acontecia-me por vezes ser semiacordado por um barulho qualquer, durante um sonho, perceber que estava a despertar e o sonho prestes a esfumar-se. Se era um sonho agradável e a metade acordada me dizia que se despertasse completamente o perdia, conseguia por vezes travar o despertar total e controlar o grau de vigília, prolongando o sonho e manobrando-o na direcção em que me apetecesse, com a metade acordada perfeitamente consciente da ilusão e da manipulação a que sujeitava a metade que continuava a dormir, um autêntico dois em um. Essa consciência não me impedia, porém, de desfrutar da “aventura” que se seguia como se de realidade se tratasse, com a vantagem de passar a ter um controlo voluntário sobre o “guião” que não tinha minutos antes, durante o sono profundo. Ia exactamente para onde queria e como queria, o controlo era absoluto. Se outro barulho me punha em estado de vigília total, a “aventura” geralmente acabava, mas houve ocasiões, ainda que poucas, em que, mesmo depois de acordar totalmente, consegui regressar voluntariamente ao estado semicomatoso, recuperar o fio à meada e levar a “história” até ao fim. Estranhíssimo, mas extremamente agradável, e não me acontece só a mim.

    As duas últimas linhas do poema “Invictus”, do poeta inglês William Ernest Henley (que nessa época não conhecia), ainda que sejam o reflexo de uma vivência completamente diferente, quase parecem descrever a situação.

    “I am the master of my fate,
    I am the captain of my soul.”

  12. “As duas últimas linhas do poema …”

    as linhas dum poema chamam-se versos e um conjunto de linhas chama-se catástrofe, que é aquilo que tu és. vê lá se assim não fica melhor:

    “I am the master of my fake,
    I am the stain of my soul.”

  13. palito xpto , também me acontece isso dos sonhos premonitórios ou sonhar com alguém que já não vejo há muito , e nesse dia , do sonho , vejo-a. suponho que haverá algum tipo de telepatia , por imagens ou emoções , tipo , essa pessoa pensa em nós e nós captamos a onda e sonhamos com ela -:)
    e a ciência não pode afirmar que o que não vemos e não podemos medir , não existe , porque existe…não temos é instrumentos de observação e medida. pode ser que um dia haja.
    o subconsciente toma nota de muita coisa que o consciente não quer reconhecer , como traições , por exemplo , há sempre sinais do que vai acontecer , mas conscientemente recusamos esses avisos , que não têm mais remédio que ir para o país dos sonhos.

  14. Joaquim Camacho aquilo que escreve não me é estranho. Mas só aconteceu enquanto jovem adulta. Não quero escrever muito mais pois não tenho disposição para as “gracolas” dos do costume. Mas já me tinha de facto esquecido desse estadio de semi sono que tão bem descreve. E obrigada pela prosa.

  15. bem , essa da mesa radiônica deve ser das banhas da cobra mais sofisticadas de que tenho noticia. e há a variante quântica -:) e há pessoas que vão na conversa , jasus.

  16. É lamentável, Mjp, mas, no Aspirina, é a isso que os bullies anónimos e cobardolas nos querem reduzir: ao medo de lhes despertar a atenção e de ter de lhes aturar os insultos cobardes que resultam do ódio que sentem por si próprios e projectam nos outros. Quando dizes que “Não quero escrever muito mais pois não tenho disposição para as “graçolas” dos do costume”, entendo perfeitamente e aceito, pois os idiotas fazem-me marcação cerrada e já percebeste o que te acontece se me deres conversa, mas lamento, porque eles assim têm mais uma pequena e merdosa vitória.

    O bully intriguista porcalhatz, por exemplo, que muda de nick a cada descarga gasosa que aqui despeja mas é reconhecível pelo cheiro (dantes assinava sempre ignatz), já conspurcava o Aspirina quando cá cheguei, há pelo menos dez anos, e a sua missão, a sua obsessão, o seu objectivo foi sempre o mesmo: ladrar e rosnar 24 horas por dia, torpedear qualquer discussão válida, qualquer troca de argumentação interessante, qualquer conversa digna desse nome e provocar o afastamento voluntário, por exaustão, de qualquer comentador com alguma coisa para dizer. Desgraçadamente, já o conseguiu com dezenas e há muitos outros que cada vez intervêm menos, o que é uma pena, porque eram uma mais-valia.

    O seu encarniçamento contra mim resulta apenas de uma coisa: comigo nada resulta, sou imune, não dou para esse peditório. Não espreito pela janela de cada vez que quero passar por esta rua, a ver se eles estão à coca (e o mariconço intriguista porcalhatz está sempre, não tem vida para além do Aspirina); não modero a linguagem quando tenho de lidar com eles; não lhes dou conversa nem argumentos, apenas pauladas; faço-o quando quero, não quando os idiotas “acham” que devo fazê-lo; e, sabendo perfeitamente o que querem que cale, faço questão de lhes enfiar pela goela abaixo e pelo cu acima doses cavalares dos produtos que detestam. E continuo por aqui, Mjp. Continuo e continuarei. O bully mariconço residente, cobardola sem vergonha no focinho e heteropanasca de merda, bem pode morder-se todo, ladrar que nem um possesso, roer a cauda até ao intestino grosso, que daqui não saio e daqui ninguém me tira (excepto o dono da casa, claro).

    A propósito de Valupi, o nosso anfitrião recusa dar com a porta na cara a esta sacanagem em nome da liberdade de expressão, que nestas caixas de comentários pretende total. Talvez seja de lhe perguntar o seguinte: se lá no bairro aparecer todos os dias um tipo qualquer a percorrer as ruas para baixo e para cima, com a tromba escondida por baixo de uma burka, insultando permanentemente toda a gente, desde vizinhos a familiares e amigos, o Valupi fica quieto e calado, porque o energúmeno está apenas a exercer o seu direito à liberdade de expressão? Se o bully mariconço e intriguista aparecer todos os dias lá na rua a chamar “vaca” à mãe do Valupi, ou à filha, ou à namorada, de cada vez que se cruzar com elas na rua, como faz com a yo, por exemplo, o Valupi fica quieto e calado, em nome da liberdade de expressão? Não me parece.

  17. e o demónio satânico já celebrou hoje pelo menos 3 vezes ( 7:34, 11,35, e 12:26 ).
    Foi uma excepção. Hoje levantou-se muito cedo.
    E ontem celebrou tarde : 14:07 e 19:57
    Como vês Camacho, o gajo bem pode tentar esconder-se que a sua (dele) sombra é sempre bem visível.
    O facto de o pastor do blog consentir, é precismente o que me leva a suspeitar de duplicidade do Valupi . E não só isso, também a informação privilegiada sobre os autores dos comentários, que o satânico detém .
    Para além disso, é um psicopata manifesto, qualquer pessoa que saiba um mínimo de psicologia, o detecta, nem precisa de ser um psiquiatra .

  18. vai auto denunciar-se porque vai atribuir-me uma profissão, em tom depreciativo, como sempre faz, e levantar o véu sobre o assunto que eu comentei ontem .
    O impulso dele é tão irrestível que, não consegue controlar-se ou conter-se .
    Nos círculos ocultistas, soi dizer-se que “o nosso padrão vibratório, é a nossa sentença”.
    Deixa-o ir tecendo as malhas da rede em que se irá enredar e aprisionar.
    Vai ser difícil resgatá-lo .
    E como se compraz em fazer o mal e causar sofrimento alheio, também ninguém lhe tira o rótulo de psicopata .
    Há quem diga que tem panca grande ( mas referem-se ao Valupi ).
    Se são dois dois em um, como eu creio, vem já amanhã cedinho, celebrar outra missinha matinal e acusar-me de “peidesco”.

  19. Eh pá, não sei quem és nem ao que andas, mas essa teoria da constipação, que aqui vens obsessivamente martelando faz tempo, de que o Valupi e o bully mariconço e intriguista são uma e a mesma pessoa não lembra ao careca. Se não consegues perceber porquê, não é o filho da minha mãe que consegue explicar-to. Mas consigo imaginar isto: 1 – O Valupi divertidíssimo com o teu pas de deux de toi avec toi même, em pontas (ou em bicos dos pés) ambos os dois (três seria ainda melhor), vaidosíssimo com a (mais estúpida) descoberta do século que neste momento consigo imaginar. 2 – O analfaburro porcalhatz, bully mariconço e intriguista, vaidosíssimo com a possibilidade de ser confundido com alguém que, ainda que por vezes metendo a pata na poça, o faz sempre em português de lei, coisa que ao analfaburro, e ele sabe-o bem, está por definição vedada.

    A propósito, já escreveste as prometidas cartinhas ao Ministério Público a denunciar, como cidadão exemplar que és, os infiéis que andam para aqui a debitar heresias “pouco abonatórias” para suas excelências?

    E a que propósito meteste na cabeça que eu, moi, je, myself and I poderia alguma vez sentir alguma simpatia pelas magníficas elucubrações constipatórias que te fritam as meninges? Certamente a mesma mesmíssima fritura! E agora, antes que seja tarde, oremos ao Senhor.

  20. são dois falhados, um reformado da pide censória e outro reformado da pide fiscal, acham-se ambos grandes escritores e gostariam de escrever postes no aspirina e vão-se contentando com uns comentários de atrasados mentais nos caixotes do lixo da casa. essa ambição leva-os a não hostilizar o dono da loja e a direccionar todas as suas frustrações e complexos turístic-ó-literários para cima de quem lhes critica a caligrafia, estilo e sustância do arroz que servem. um diz que sabe quem eu sou, mas não revela a minha identidade porque não sabe e o outro acha que eu e o outro somos o mesmo, caso tenha sido eu a escrever esta resposta, equações dificéis de formular, mas ainda assim ilustrativas dos tortulhos que lhes afectam o raciocínio. a novela encravou e não saímos daqui para desespero de quem não quer ir para lado nenhum.

    * uma espécie de chega p’ra lá

  21. Querido, és tão mau para mim, tão injusto! O cavalheiro de quem eu disse que desconfiava da sua identidade, mas sem certezas, era o excelentíssimo senhor pide “erudito”, que ultimamente anda desaparecido (ciática, julgo eu), e não o pide analfa (sem aspas) que diariamente provas ser, amorzinho. De ti sei apenas que és aquela coisa pastosa e malcheirosa que todos os dias dispenso, com o autoclismo, mas que reaparece sempre, infalivelmente, qual cagalhoto do Inferno… ou cagalhoto iô-iô, dependendo do rigor científico que se pretenda dar à classificação. Mas é absolutamente impossível confundir o teu fedor, meu amor!

  22. tu realmente és um gajo de facadas, um facadista, não és digno de que ninguém tenha pena de ti nem te deite a mão, mordias logo, mau carácter do carvalho !
    E por falar em pena, escreves muito mal, textos de caserna .

  23. Ensaio sobre teóricos da constipação — um case study

    Prefácio: o Sherloque constipatório decreta que o Joaquim Camacho “tem o rabo trilhado” (sic) porque cometeu pecados, ao fazer “comentários pouco abonatórios” (sick) para magistrados.

    Introdução: o Sherloque constipatório explica às massas ignaras que, para punir tal categoria de pecados, “basta uma queixa ao Ministério Público” (ainda mais sick).

    Capítulo 1: o Sherloque constipatório, com o rabo massacrado pela alma gémea que lhe assombra noites e dias, dá uma lambidela ao Joaquim Camacho, para que o Joaquim Camacho lhe dê uma mãozinha.

    Capítulo 2: em vez de mãozinha, o Joaquim Camacho informa o Sherloque constipatório que alma gémea é o outro e não ele, rematando a informação com uma merecida pauladazinha.

    Capítulo 3: o Sherloque constipatório, contabilista certificado de comentários alheios com pretensões a atleta olímpico, projecta o filme enquanto faz o pino, vê tudo ao contrário e decreta que a mãozinha que pediu é afinal a sua própria mão que deu, generosamente ofertada e ingratamente rejeitada.

    Epílogo: nada nem ninguém evitará, no futuro, que o Sherloque constipatório (contabilista certificado de comentários alheios com défice crónico de neurónios próprios) continue a constipar elucubrações cada vez mais constipadas e eventualmente covidadas, em processo tão irremediável e irreversível como o aquecimento global.

    Tratamento não há, vacina ainda menos.

  24. pelo resumo do sonho, esta noite, mijou o colchão e cagou os lençóis. entrou na fase banco de jardim de santo amaro, onde pacheco pereira escreveu coisas sem nexo ilustradas com poesia em inglês a despropósito e que o braguilhas armani agora ilustra com entubanços da rt.
    até as imitações reles deste carapau de corrida se queixam de traições “faca & alguidar”, que inspiraram letras do faduncho nacionalista cantado pelos marialvas da 2ª república e cujos herdeiros ideológicos começaram agora a libertar-se das gayolas.

  25. e eu inclino-me para esta segunda hipótese.
    Diz o increú que tem a certeza absoluta de que valupi não é ao mesmo tempo, ignatz, e simultaneamente, diz que não tem a certeza ( diz que tem suspeitas ) de que o comentador que ultimamente o meteu na fiambreira e o fatiou, descascou-o às camadas como quem descasca uma cebola, e o dissecou, sou eu, chamado-me um pide erudito.
    Tal comentador, que escreve bem, a par de um outro comentador que se identifca como Marialva, são de longe, do melhor que apareceram por aqui nos últimos tempos .

    Em espaço aberto ( quando deveria ser em mensagem privada para não estar a maçar os demais ) confessa, em tom lamuriante, a Mjp, ou Mpj, que anda aqui à muitos anos, e que o assediador, no princípio também o assediava a ele .
    Depois tal situação suspendeu-se, e passou Camacho, a ser co-celebrante das missas satânicas do demónio ignatz, alinhando alegremente na chicana .
    Co-celebrante, ou mero corujinha ( menino que auxilia na missa, no Brasil ).
    Acusa-me de tecer comentários elogiosos a Valupi, à laia de graxista, quando em nenhum comentário aqui publicado, alguma vez fiz tal coisa, bem pelo contrário, abomino todos os textos que ele escreve, que considero ou maldosos, ou enviesados, ou retorcidos, ou deliberadamente distorcidos e com sofisma, por exemplo quando ele inicia um texto fechado, colocando logo a abrir, “certezas” no lugar das “premissas”.
    Eu, que disse de Valupi o que Maomé não disse do toucinho, tendo inclusive dito que ele é um fdp ( com todas as letras ) sou um graxista !!!
    O mesmo Camacho, que em determinada altura estava aqui em sérios apuros e a sofrer ataques de todo o lado, tendo sido acusado de estar a ser expulso da matilha e a tentar regressar a todo o custo, em debandada, foi acolitar-se numa outra caixa de comentários e fez um elogio a Valupi, assim se escondendo debaixo das saias do pastor, mas o graxista sou eu, ahahah .
    Agora deu-lhe pró burlesco, escreve galicismos ( moi e je ), dantes usava muito, “Bueno”, portanto acho adequado de que destarte, se passe a chamar Kinder Bueno Camacho, ou simplesmente KBC .
    De quando em vez também se exprime em provençal, e em dialectos toscanos ( de tosco ).
    Pergunta-me ao que eu venho . E eu respondo-lhe ao que ele vem : fazer figura de parvo !
    Confunde alhos com bugalhos : em comentário claramente dirigido à dupla valupi/ignatz, a propósito de insultos e injúrias a magistrados e jornalistas, assume que o comentário lhe era dirigido a ele, e levanta a questão do “delito de opinião”, mostrando desconhecer a destrinça entre opinião, injúria, e delito de opinião ( que utiliza desde logo a título preventivo para tentar safar-se quando apanhado a injuriar, escondendo-se atrás da cortina “da opinião” para se vitimizar na qualidade de detido por delito de opinião, quando foi na de delito de injúria ).
    Questiona se já fiz participação para o MP .
    Insinuando que eu sou queixinhas .
    Trata-se do mesmo KBC que depois ameaçou apresentar queixa crime contra “incertos” e pedir uma indemnização civil . Que apresente antes queixa num quartel, contra “unscertos” e peça uma indemnização militar, pode ser que lhe deiam um brigadeiro de chocolate, e o posto de corneteiro .
    Depois que peça dinheiro da brazuka e que abra loja a fazer e a vender cornetos.
    Quanto à questão de Valupi ser ou não ignatz, é sintomático que ignatz nunca ataque Valupi e que Valupi nunca ataque ignatz . Acresce que, Valupi já descaiu, e referiu que “ignatz é uma máscara que funciona bem “.
    Pode ser uma dupla. Que trabalha em tandem.
    Mas, e teoricamente, Valupi também pode ser muitas personagens e ter várias máscaras, no limite, poderia ser até a prositada e aparentemente, frívola e tontinha, Olinda . Basta mudar o estilo de escrita . É só para tentar dar um ar de oposição e atrair mais clientela ao blog. Lançar confusão ajuda à festa .
    Sinceramente, acredito que Olinda, e já agora, Yo, são personagens autónomas, e nem uma nem outra, têm o minimo de tonto, fazem-se sim, passar propositadamente por isso, embora sejam bem cultas e nada tontas .
    Quanto ao resto, suspeito que andam por aqui todos os do Acção Socialista, isabelinhas, a dama de formentera, o galamba, a da cultura, um tipo blogger que atraiu para aqui um texto do noronha de nascimento, um tal de Mascarenhas, julios vários, enfim, fraco gado …
    Este caramelo aqui, chama mestre ao valupi, um tal albergaria José, com foto de perfil de actor francês dos anos 50 ao estilo Jean Moulin .
    Diz que ele, Valupi, diz ao que vem : digo eu que vem defender o ps em geral e o zezito em particular ( o zezito é aquele que o MP acredita que dizia ao amigo “empresta-me do meu dinheiro” pese embora utilizasse singelas expressões tais como “manda-me mais fotocópias” e “manda-me mais daquilo que eu gosto muito”) . Como nunca disse manda-me presunto, ou envia-me queijo da serra, coisa que não é crime nenhum dizer seja em público ou privado, e visto que o que gostava muito era de dinheiro em notas, como se provou pelo correio Perna, e como se comprovou depois com circuitos internacionais de transferências que conduzem a muito perto dele, o MP concluiu e lojicamente, que nem era queijo da serra nem presunto .
    Para terminar, a empáfia, a arrogância, o pretensionismo, o complexo de superioridade com que Valupi se dirige aos outros, designadamente a Joe Strummer e Manuel Viegas, ( não sabes mas eu posso ajudar-te, não sabes mas eu posso tentar ensinar-te, quando Strummer sabe mais de filosofia do que Valupi ) faz com menos aprecie Valupi .
    O nosso KBC também gosta de alinhar na missa satânica, por exemplo, chama “Broas” ao Viegas .

  26. https://weber.blogs.sapo.pt/889330.html

    e já agora KBC não ponhas mais linques de You Tube que ninguém liga patavina, a única vez que caí na asneira de abrir, era um menino-prodígio da antiga URSS a tocar piano, não faltam milhentas meninas japonesas a tocar violino e com certeza que haverá milhares de várias nacionalidades a tocar rabecão .

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