Dominguice

Dizer mal dos políticos é útil e recomenda-se quando se começa a pensar a cidade vindo da ignorância ou da ingenuidade (parecidas, não iguais). Depois, algo acontece pela acção do tempo.

Para uns, a descoberta da fragilidade e da finitude em tudo o que somos. Para outros, a troca da delicada inteligência inicial por uma estupidez cada vez mais densa.

18 thoughts on “Dominguice”

  1. “Para uns, a descoberta da fragilidade e da finitude em tudo o que somos. Para outros, a troca da delicada inteligência inicial por uma estupidez cada vez mais densa”.

    Uma frase lapidar. E um barrete que devia ser enfiado na cabeça de muitos dos que aqui dão opinião. Mas que, como é óbvio, não o farão.

  2. Os estúpidos são tantos que tenho a impressão que aqui no Aspirina já se atingiu a estupidez de grupo.

  3. Aqui não há comentários feitos por ingénuos. Os comentários estúpidos que por aqui encontramos são feitos com pleno conhecimento do que move os seus autores. Têm os mesmos dados que eu tenho o puzzle sai retorcido, não por estupidez, mas por obediência a conceitos que são os que os orientam. A maior parte são obsoletos mas eles acreditam naquela verdade, Trumps e talibãs dão-lhes armas de uma forma ou de outra vai tudo parar ao mesmo. Também me ajuda a combater a sua forma de pensar a técnica quase ingénua, essa sim, de martelar e tentar picar os miolos de quem se lhes opõe. Divertem-se a tentar chatear, convencidos que os outros são frágeis e se deixam subjugar pela irracionalidade que quando não é maldosa é ordinária. Quero avisar que não se ser maldoso, nem ordinário não é uma forma de fraqueza é um m estadio superior de capacidades intelectuais. Não estou a falar por mim, mas por quem tenta combater argumentos falaciosos todos os dias aqui no blog.

  4. Desde que seja a descoberta da fragilidade e da finitude, graças ao tempo que foge, e não ingenuidade ou ignorância (abrenúncio!) está tudo bem!

  5. ya , já varrer o lixo para debaixo do tapete transforma um chiqueiro numa bonita sala…isto para pessoas pouco exigentes , ou que se contentam com pouco. ou que vivem de aparências.

  6. prefiro hobbes a aristóteles , de longe . viu as coisas com muito maior clareza e sem anjinhos à mistura. consigo ver a realidade com os óculos de hobbes , mas com os do grego só vejo o inferno cheio de boas intenções.

  7. o hobby do aristóteles era dar palha às vacas e convencê-las que estavam a comer erva recorrendo a óculos de sol com lentes verdes.

  8. Talvez a apreciação errada seja a minha, mas não considero que seja a estupidez a principal característica de alguns, muitos, dos comentários para aqui enviados e publicados. Se fosse, o caso não seria, na minha opinião, tão sério e preocupante. Não, não é a estupidez de grupo que se está a atingir, ou já se atingiu, mas sim a de ordinarice e de canalhice. Não um grupo de estúpidos, mas um grupo de provocadores e mal intencionados

  9. yo, já q estamos a falar de óculos e de anjinhos, consegues mesmo ver a realidade através de aparências ? Consegues tu agir com razão em todo o caso ?
    Já fui a casa de espiritistas, procurei médiuns, especialistas psíquicos, uma vez fui a um que me olhou diretamente pelo olho do cu (não me recordo agora do nome dessa arte negra), em suma, procurei o milagre de descobrir quem me tutela. Esse milagre continua encarcerado.
    Amanhã (no vídeo da semana) mostrar vos ei uma sugestão minha que, de forma brilhante, mostra como podemos libertar a alma, resgatá-la das camadas do corpo e do materialismo. É um video curto.
    Por aqui, e é natural que assim seja pois é o modo de ser das pessoas, afirma-se muito sobre tanta incerteza.

  10. Mjp, és um consolo. Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade, dizia um homem bom, e mui cristãmente subscrevo eu, que sou ateu.

  11. Se um estúpido disser que é estúpido prova que é inteligente, mas se um inteligente disser que não é estúpido só prova que é mentiroso.

  12. “homens e mulheres de boa vontade” são as “pessoas de bem” de ventrulhas a discutir a importância da “inteligência da estupidez” do muá meme.

  13. Logo, do “Eu mesmo” deduz-se;
    1ª: A prova de inteligência de alguém é ser ou reconhecer a estupidez própria, isto é, tratar a estupidez e inteligência como igualdades.
    2ª: A inteligência é sempre uma mentira, logo não existe, isto é, só existe a estupidez.

    Isto é o “Eu mesmo” a presentar-se a si próprio; esta caixa de comentários do “Aspirina” está quase, quase, entregue aos “Eu mesmo”.

  14. Ó neves, se não reconheces inteligência num comentário estúpido também hás-de reconhecer que é estúpido interpretar um comentário estúpido.
    Não te sentes assim um bocadinho estúpido ao quadrado?

  15. Bully mariconço e intriguista, coprólito de carraça do Paleoceno. Quando é que aprendes a não te meter nos assuntos e conversas do Homo sapiens? Eu sei que esperaste milénios pela nossa chegada, mas o teu entusiasmo é exagerado e na volta só ganhas o Pecusanol do desprezo.

  16. o “Eu mesmo” continua a pensar não só irracionalmente como, para mais, segundo uma enxurrada mental de estupidez densa.

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