Direita portuguesa: a fina flor do entulho

*_*

Teatro Marcelino

Peça:

“Auto do Conselho de Estado”

Protagonistas:

Rui Rio – Presidente do PSD e Conselheiro de Estado
Luís Marques Mendes – Ex-presidente do PSD e Conselheiro de Estado
Marcelo Rebelo de Sousa – Ex-presidente do PSD e Presidente da República
Francisco Pinto Balsemão – Ex-presidente do PSD, Conselheiro de Estado e empresário da comunicação social

Enredo:

Francisco paga ao Luís para dizer mal do Rui num canal de TV em sinal aberto, o Rui vai para o Twitter dizer mal do Luís, e depois vão os três para um palácio emprestado ao Marcelo continuar a dizer mal deste e daquele e do outro. Os jornalistas e comentadeiros engajados abafam o escarcéu, e fingem que a direita portuguesa ainda guarda algum vestígio de decência e sentido de Estado. No final, há um número musical onde aparecem todos abraçados e a cantar que são muito felizes aqui na Parvónia a “fazer política” e “jornalismo de referência”.

2 thoughts on “Direita portuguesa: a fina flor do entulho”

  1. O problema desta direita é a ausência de polegar oponível na sua morfologia.
    Sabido isto,tudo se torna claro e acessível. A cara do “nem para porteiro” na fotografia que embeleza o texto, explica tudo.
    Como nada seguram e a nada se podem agarrar, sobram-lhes os guinchos ,os gritos, a algazarra.
    Saberá essa gente da evolução actual do Covid na Alemanha,em França,na Espanha,em Itália ?

  2. Sim senhor, bela trapalhada .
    Mas se alguém se der ao trabalho, vai encontrar palhaçadas do mesmo género em outros quadrantes, por exemplo, um circo mariano no PS, e um circo chen no CDS, refiro-me aos “enganos” dos especialistas e tudólogos, mas como tudo é dinâmico e só os burros é que não mudam, o que se pode concluir é que na realidade, a maioria dos experts e tudólogos são é burros . Burros dinâmicos .
    O que me parece forçado é dizer que o Francisco paga ao Luís para dizer mal do Rui, porque falta provar isso, quando muito pagará ao Luís para dizer o que quizer, e eventualmente fazer fraca figura de burro, desse modo dando má imagem a quem lhe paga, e dando pretexto a sí para fazer boa figura, e compôr um texto sem ser pago por ninguém . O que prova isto : que um burro pago é mais burro que um burro monetariamente independente ?
    Não, basta olhar para este texto : o burro aqui serei eu . Porque não só não sou pago por ninguém, como não pago a ninguém, aturo as minhas próprias burrices e também as burrices dos outros, o que faz de mim o quê, só pode ser um detentor de uma inteligência asinina : )

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.