Dia de reflexão

A União Europeia, ideia que remonta aos inícios do século XVIII, não passa de um nanossegundo na História da humanidade. A sua ambição é tão alta como a dificuldade para a atingir. Pretende-se não só a kantiana paz perpétua mas também a riqueza das nações e a felicidade dos indivíduos. Se levássemos 1000 anos para lá chegar, teria sido num abrir e fechar de olhos por comparação com o nosso passado.

O sentimento de frustração, desencanto, até desespero, com a realidade concreta da União Europeia e seus subsistemas de poder é frequente. E é inevitável, como foi e será em todas as experiências políticas; ora para uns, ora para outros. Neste caso, nunca a civilização assumiu uma tarefa tão complexa como a de unir política, económica e socialmente a Europa. A missão é ciclópica.

As eleições gregas, para lá do interesse estritamente político que despertam face à conjuntura local e europeia, são um momento de forte construção da união europeia da União Europeia. Porque nós, os europeus, sentimos que o destino democrático da Grécia é parte do nosso. Aconteça o que acontecer.

Que beleza. Ser uma comunidade de tantos e tão diferentes.

20 thoughts on “Dia de reflexão”

  1. “Porque nós, os europeus, sentimos que o destino democrático da Grécia é parte do nosso. ”

    até parece um poste da bécula e esta eufrásia tatuada na testa do autor.

  2. lole, lole, balupi, lole.oube, num metass tudo no mesmu sacu, tá beie? Quale veleza, quale carrapuça, meue? paasssastes-te, hum? mas alguma bez, a uniãoe baie serre uniãoe, pá?oqueie.

  3. e Val mesmo a pena pensar nisto. e ele disse, um dia, com um olho bem no meio da testa: l’europe se fera par la monnaie ou elle ne se fera pas.

    e falta, por ser tanto, tudo o resto. viva o desafio europeu! :-)

  4. Porra, Val, “que beleza”?! Só por sermos muitos e diferentes? Sim, porque comunidade só o Val a enxerga…

  5. Maria Abril, há uma comunidade ideal e outra real. Ambas fazem parte da União Europeia como entidade política concreta. E ambas têm as suas imperfeições e as suas vantagens. E daí?

  6. União Europeia? Onde? Quando
    Quanto muito comunidade (!!!) económica, mas bem diferenciada relativamente aos interesses de cada país Nada de misturas entre ricos e pobres. Pelo contrário, tem sido mais do tipo os países pobres a empobrecer cada vez mais, para os mais ricos irem engordando sempre mais e mais à custa dos outros. É isso que tem sido e tão só. União?, tá bem, tá!

  7. Pronto; concedo; há comunidade; real ou ideal, Mas beleza?! Olhe lá, Val, não terá escrito o texto depois de um bom copo bebido em companhia de um bom amigo, e deu-lhe para a poesia?

  8. “What’s wrong in Europe is not just Draghi, it’s the entire EU. If you join into a union with other nations, you can’t let some of them sink into despair, and worse, while others sit pretty. And I know the answer from Brussels will be that what is needed is a stronger and closer union, fiscal, political, but I think that if you already let your fellow union members plunge this deep into misery in the early stages of a union, a country like Greece would be out of its mind if not outright suicidal to sign on to a closer union. Northern Europe survives by sucking the lifeblood out of the South. It’s a really simple story that nobody will tell you.”

    Raúl Ilargi Meijer

  9. ai que tristeza que é conceberem a beleza, a poesia, como descuido alienado! ai que se a beleza residisse na perfeição a vida seria a irreal miss photoshop!

    viva a realidade e o mistério do caminho do sonho europeu! :-)

  10. “Sonho”, Olinda?! Isto chega a ser um pesadelo! Pode, sim senhor, tornar-se realidade linda, mas nada nos garante que tudo não possa vir a descambar em tragédia se, por exemplo, o sonho for apenas para 1% dos europeus “comunitários”, na senda trágica da realidade a nivel global: 1% da população apropriou-se de 99% da riqueza do Plantea Azul. Fala aos naufragos do “mare nostrum” , e aos biliões que com eles sofrem o inferno, de beleza e poesia. Esta conversa de “sonhos” é entretenimento para a roda de amigos à mesa de café.

  11. Maria Abril, a beleza de ver uma Europa com um passado cheio de guerras devastadoras a ter chegado a um tempo em que os povos europeus decidem em paz, colaboração e democraticamente o seu presente e o seu futuro.

    Mas se tens aí uma utopia para vender, venha ela que estou curioso a respeito.

  12. ó bimba, se não tens nada para dizer, fica caladinha e não despejes merda a despropósito. se te portares bem fazemos um peditório para trocares as pilhas do aparelho.

  13. cum a CEE ficamos a poderr bisitarre grandes chópingues móles, bulgo, centrus cumerssiais, fogo, tinhamos quire a andorra prós bere. cum carassas ainda malemvro quando fui ao quadro isplicarre o artigu 115 do tratadu de roma. ó pás, a paz, a uniãoe e a culaburação num preciza do avale da besta da merquele, tá beie? nem dos «ouais» do hollande, oqueie? nem das tretas do camerone, tá beie?e o dragui tem cara de que toma banhu cum o savonete dos gajus tipu espirito santo, oqueie?balupi, balupi, atãoe, larga o binhu, pá, enfrasca-te cum bagasso, os neurónius travalham malhore. oqueie.

  14. E se fizéssemos um peditório a favor da alfabetização deste “feijoada” ? O homem faz tanto esforço para nos acompanhar nesta caixa de comentários, que bem merecia este carinho dos comentadores do Aspirina B.

  15. maria abrile, oube, já bi muito bacalhaoe querer cumbinare cum a feijuada, tá beie? eue num prezizo de nanhue paditórrio, tá beie? num gosto de paditórrius faitus por pelintras, oqueie? e olha qua terriam de bire de purtugas comá ti, purque a união, a bela uniãoe do balupi, já num dá pra eçe paditóriu, tá beie?
    debes acompanharre o queu digu, purque os meus contaúdos sãoe todus dirijidos a fina flore da intelertualerdade. tue éze uma inteletualerdas, tá beie? oqueie. istagia com u pintu, quesse é o que baie bos ençinando as coisas carridozamente, queue boue a pençare se debo bestire a minha ótra fasse de inteligênssia. oqueie.

  16. ó olinda, ké ca querres, minha, tás-me a xamare analfabetu, oube, até parece que num cunhesses o bulhaõe, nem a lingua da tua terra, sua destrabada. purrada querrias tu queu te deçe, mas num doue, queu num batu em rendinhas maide ine xaina, tá beie?
    agorra boue isperrare aquie plo ignateze, pra ele te prescreberr o ca mereçes, çua grua digguinurãnssia. oqueie.

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