Derrelictos — Fernando Negrão

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O Governo não manda em tudo. Muitos se queixam da arrogância do Governo, da prepotência do Governo, até da perseguição do Governo, mas ‘pera aí, alto! O Governo não manda ali. Ali, onde? Ali onde manda o Presidente. Esclarecidos? Avancemos. Então, e de que presidente estamos a falar? O da República? O da Junta? Algo pelo meio? Isso já não interessa ao candidato estar a detalhar. Interessa é saber que ali, algures, o Governo não bota faladura nem mete o nariz. Ali, é tudo nosso, é à brava. Ou seja, é do Presidente, desgovernado.

11 thoughts on “Derrelictos — Fernando Negrão”

  1. hehehe. é a vida a imitar sketches dos gato fedorento…
    vá lá, acabei de refereir os fundos de cartaz no de baixo, este vem trazer uma novidade cromática.

  2. este também tem cara de parvo, pessoal de Lisboa não se esqueçam de ver os números dois, esses dantes é que representavam a verdadeira face oculta das candidaturas, os interesses dominantes…

  3. é py, ainda há bocado comentava a lista da cdu…
    um dado curioso, no psd: referem o estado civil dos homens e número de filhos. ou só ascenderam a esta condição mulheres sem filhos ou acharam melhor excluir a prole das candidaturas no caso das fêmeas. seja como for, porque será?

  4. O que me espanta é que os partidos tenham de ir buscar militantes “kassete” para concorrer à CML !
    Este senhor já resvalou várias vezes para o discurso da sua candidatura à Câmara de Setúbal!….
    Lisboa está perdida?!?

  5. Então e o povo!? Não é o povo quem mais ordena!? Vou destituir o presidente da junta de freguesia e eleger-me presidente de À dos Nabos, aldeia onde nasci e me criei!

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