De 2011, e actualíssimo

Eu venho pensando é numa mudança de temperamento da esquerda. Ao longo do século vinte a esquerda política teve mais influência que a esquerda social, com o lado político parecendo mais poderoso em suas soluções e políticas. Menosprezou-se a política social, enquanto terapia e engajamento social como um fim em si mesmo. Esse escárnio se provou autodestrutivo; políticos de esquerda mostraram-se mais adeptos de arguirem e se exibirem do que de se conectarem com outras pessoas.


Richard Sennett: Por uma esquerda confiável

6 thoughts on “De 2011, e actualíssimo”

  1. Val, o artigo para que remete é muito importante e explica bem, ao “trocar por miúdos” , a evolução da esquerda e da direita ao longo do Séc.XX…E é realmente tão, mas tão actual!

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  2. aquela passagem tão interessante que fala das colónias de voluntários que a direita criou na sociedade civil é a que mais me toca. e choca – principalmente porque não há esquerda que arregace as mangas para descolonizar.

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