Da série “Dêem-nos alguma coisa em que acreditar”

Só ganhamos Abril se não facilitarmos, se não baixarmos a guarda. Neste mês crucial de abril, temos de manter a desaceleração do surto.” – Presidente da República em 2020

Portugueses, temos de ganhar até à Páscoa o verão e o outono deste ano.” – Presidente da República em 2021

16 thoughts on “Da série “Dêem-nos alguma coisa em que acreditar””

  1. não prevemos condições favoráveis à formação de nevoeiros ou neblinas matinais durante o próximo mês de março, portanto aconselhamos o cancelamento de todas as actividades sebastianistas previstas para esse período. em caso de dúvida ou questões relacionadas com os dons do bastião devem contactar o messias da insead ou o protector civil mais próximo.

  2. Ó Val podes acreditar, a prisão domiciliária deu resultado, conseguimos acabar com a gripe, não houve um único caso. Bem, o açaime também ajudou.
    Tá provado que em ditadura é que é bom governar. Siga, mais doze estados de emergência.

  3. ò moçinho. estado de emergência é o teu herói venturix na assembleia a gritar pelo passos coelho.

    “Pedro Passos Coelho dizia: ‘Estas medidas punham o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por mera precaução, deve-se fazê-lo apenas por patriotismo’.

    a seguir foi primeiro ministro, cortou a água e aumentou o pão, para satisfazer o patriotismo da banqueira alimentar jónette.

  4. “Carlos Macedo e Cunha diz que estava a preparar, com outras pessoas, uma proposta de desconfinamento para entregar ao Governo”

    ISTO É DE FARTAR DE RIR E COMER BOLACHA !

  5. “Para ser incisivo, a orientação intelectual do Chega sustentar-se-á num campo amplo de pensadores como Padre António Vieira, Edmund Burke, Alexis de Tocqueville, Nietzsche, Max Weber, Freud, Ludwig von Mises, Hayek, Karl Popper, Jaime Nogueira Pinto, Roger Scruton, Olavo de Carvalho, Jordan Peterson e mais uma lista interminável desde o Antigo Testamento ou Platão. Claro que muitos deles não pensam como os intelectuais que iluminam a Terceira República Portuguesa, também com a sua lista interminável de pensadores marxistas, entre os nacionais de Eduardo Lourenço a Boaventura de Sousa Santos, passando por José Saramago. Mas estes não podem ser referências do Chega por representarem a quinquilharia intelectual de um tempo miserável e caduco, em muito desabrochado no último meio século.”

    https://observador.pt/opiniao/chega-o-que-fazer-com-496-653-votos/

    esqueceu-se de adicionar salazar, sá carneiro, cavaco, passos coelho e a senhora de fátima para não estragar a intenção nem afugentar crentes.

  6. «Taverna do Trolhador» deve julgar que não conhecemos esses autores, e que o Chega também não os conhece.
    O pior, é que julga que o Chega não escolhe a sua orientação ideológica com muita intenção, critério e conhecimento científico.
    «Taverna do Trolhador» julga que os outros sabem menos do que ele.
    Ainda não acordou do sono Abrilista.

  7. “Alguma coisa em que acreditar”?….
    Porque Valupi não pede a Isabel Moreira para falar aqui da Chiara Ferragni?
    Isso é que era acreditar.

  8. Fascinado pelo porco nazi de aviário e suas adjacências “intelectuais” de suinikultura, o criptonazi de suinikultaviário parvalhatz, aka cretinatz, aka aldrabatz, aka javardatz, aka porcalhatz, não resistiu à tentação de brindar o pardieiro com a ofuscante verbalização do turbilhão sináptico da “intelectualidade” da pocilga. Receando certamente que o comprimento da diarreia linkada desencorajasse os pardieirenses do seu consumo até à última gota, o criptonazi porcalhatz fez-lhes ainda o favor de copypastar um encorajador e estimulante appetizer recheado de respeitosos antropónimos, a “provar”, esperanceia ele, a colidade intelektual do bácoro citado. Bardachiça para o porcalhatz.

  9. CASO EDP Sócrates levanta suspeitas contrao PSD e o MP
    O ex-primeiro- -ministro quer intervir no processo EDP e aponta para pagamentos que levaram o MP brasileiro a relacionar dinheiro da Odebrecht com a campanha do PSD para as legislativas de 2015
    Sócrates pergunta: “Porque é que não querem que me constitua como assistente?” A questão é dirigida aos procuradores Carlos Casimiro e Hugo Neto, os titulares do processo EDP que se opuseram ao pedido do ex-primeiro-ministro para ser assistente no caso que já está a ser investigado há nove anos e tem como principal arguido Manuel Pinho, ex-ministro da Economia de um dos Governos de Sócrates, e ainda António Mexia e Manso Neto, que lideravam a EDP. “O que leva os procuradores a usar argumentos tão estapafúrdios na oposição ao exercício de um simples direito?”, continua José Sócrates em declarações ao Expresso.
    E que argumentos “estapafúrdios” são esses? Na resposta ao pedido de José Sócrates para ser assistente no processo, o Ministério Público alegou que Sócrates estava a “instrumentalizar” essa função, prevista na lei para auxiliar a investigação, apenas para ter acesso “antes de ser chamado” a um processo em que “como bem sabe” é “interveniente” em “parte dos factos que estão a ser investigados”. Está, por isso, a cometer um “abuso de direito”.
    Na contestação a esta posição do MP, o ex-primeiro-ministro argumenta que o processo é “público” e que “qualquer pessoa pode ter acesso aos autos, nesta fase, para consulta e obtenção de cópias, extratos e certidões”. Segundo o “Observador”, a decisão final será do juiz Ivo Rosa, o mesmo que vai decidir por que crimes será Sócrates julgado na Operação Marquês ou se é ilibado sem julgamento. “Diz o senhor procurador que, constituindo-me como assistente, tenho a pretensão oculta de ter acesso aos autos”, continua o ex-PM. “Acontece que eu já tenho acesso aos autos por- que o processo é público e não está em segredo de justiça. É, portanto, absurdo acusar alguém de ter intenção de vir a ter acesso àquilo a que já tem acesso.”
    Para Sócrates, “a resposta” que justifica esta oposição do Ministério Público, “está no conteúdo do processo”. Isto é, “nos pagamentos da empresa Ode- brecht ao consultor eleitoral do PSD — André Gustavo, um “marqueteiro” brasileiro — descritos na carta rogatória do Brasil que foi enviada para Portugal e “nas suspeitas oficiais do Ministério Público brasileiro de financiamento ilegal das campanhas eleitorais de 2011 e de 2015 do Partido Social Democrata”. O ex-governante refere-se a duas eleições em que Passos Coelho era o líder social democrata. Na primeira, o derrotado foi ele próprio, levando à sua demissão de secretário-geral do PS. Na segunda, o PSD coligou-se com o CDS e ganhou as eleições mas perdeu a maioria par- lamentar e António Costa acabou por formar Governo.
    Sócrates diz querer ser assistente para ajudar no “esclarecimento da verdade” e “para controlar e fazer sindicar a ação do MP”. E queixa-se de ameaças veladas: “E, para que nada falte, vem ainda a ameaça – ‘ser chamado aos autos’. As pequenas e ridículas intimidações institucionais suscitam-me um constrangedor sentimento de pena”.
    “O comportamento do MP nesta questão escancara a suspeição de viés político nesta investigação. Abuso de direito? O MP não tem moral para falar em abusos”, conclui José Sócrates.
    DINHEIRO VIVO DA ODEBRECHT
    Os procuradores do processo EDP têm alimentado a investigação com documentos extraídos de outros inquéritos, como o 324/14 (BES) e o 1441/17 (Odebrecht). E é nos apensos deste último, que o Expresso consultou no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), que as autoridades brasileiras apontam uma possível relação entre movimentos de dinheiro vivo por parte do publicitário André Gustavo e o financiamento da campanha de 2015 do PSD para as legislativas.
    O relatório que o Ministério Público Federal do Brasil enviou ao DCIAP refere que “é possível identificar que os pagamentos faturados “por dentro” pela Arcos Propaganda [empresa de André Gustavo] para o Partido Social Democrata e para a Coligação Portugal à Frente totalizam €868.943,24 e foram feitos no mesmo período e em valores muito semelhantes aos repasses em espécie feitos por fora pelo SOE (Sector de Operações Estruturadas) da Odebrecht em benefício de André Gustavo Vieira da Silva, que totalizam aproximadamente €880 mil”.
    Em 2015 o publicitário aceitou receber 3 milhões de reais da Odebrecht. Uma parte serviria para subornar o então presidente da Petrobras , Aldemir Bendine (que esteve em prisão preventiva entre 2017 e 2019, no quadro da operação Lava Jato). André Gustavo admitiu em tribunal que guardava o dinheiro num apartamento em São Paulo. “Estava em malas pequenas, médias. Malas de mão, basicamente”, disse o publicitário em novembro de 2017.
    Nessa ocasião, André Gustavo sustentou, porém, que o seu trabalho com o PSD foi totalmente legal. “O partido há oito anos mantém uma consultoria comigo, legal, correta, declarada no imposto de renda, declarado tudo bonitinho, não há nada errado”, afirmou. O publicitário disse também ter entregue em dinheiro vivo 950 mil reais a Aldemir Bendine em São Paulo.
    A proximidade de valores entre o dinheiro que circulou em São Paulo e o que André Gustavo faturou ao PSD chamou a atenção do Ministério Público do Brasil na informação prestada ao DCIAP. “É possível que os pagamentos descritos na planilha Paulistinha (que tinha esse nome nos registos da Odebrecht por listar movimentos de dinheiro em São Paulo) com referência à obra da barragem
    JUSTIÇA INVESTIGAÇÃO
    “O MINISTÉRIO PÚBLICO NÃO TEM MORAL PARA FALAR EM ABUSOS”, CRITICA JOSÉ SÓCRATES
    ANDRÉ GUSTAVO FATUROU €868 MIL AO PSD ATRAVÉS DA EMPRESA ARCOS PROPAGANDA

    expresso de hoje

  10. Ganda mafarrico, que teima em não vergar a mola e ainda os põe a rabiar! Não estavam habituados? Pois não têm outro remédio senão habituar-se.

  11. o porco nazi e a pocilga onde escreve defendem os mesmos valores e o trump que tu apregoas e adoras descaradamente aqui no tasco. criptonazi é a tua costeleta putiniana ex-kgb, pareces o andré chegalho a dizer mal daquilo que defende.

  12. Desafio Joaquim Camacho a explicar-me o que escreveu. Aquilo é conversa feita em circuito fechado talvez saiba a quem se quer dirigir tipo o Valpuri ou alguém frequentador do blog. Mas se quer mesmo que a confusão da sua escrita se torne eficaz vá de encontro ao objectivo, suponha que me ia captar para o seu lado!?

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