Da meia-verdade à meia-estratégia

Junker contou que Portugal, Espanha e Irlanda afastaram do acordo com a Grécia a temática da reestruturação, pois estão os três num ciclo eleitoral e tal seria visto como uma derrota para as suas posições a favor da austeridade à alemã. Esta declaração do presidente da Comissão Europeia apenas sela com voz testemunhal o que já se sabia desde que o Syriza chegou ao poder. Qualquer alívio dado aos gregos espelharia a cumplicidade dos Governos português e espanhol, em especial estes, com a estratégia do empobrecimento violento e irracional seguida na Europa como resposta falhada à crise das dívidas soberanas. Na praia lusitana, de uma forma tão estouvada que ameaça tornar-se num caso de psiquiatria, Cavaco Silva tem assumido o papel de carrasco oficial da Grécia, desdobrando-se em declarações onde aparece como castigador implacável das pretensões de Tsipras e do povo grego. A actual direita chafurda neste ódio soberbo e parolo.

Para Passos é decisivo continuar a mentir e a praticar uma duplicidade obscenamente hipócrita, lá fora boicotando a resolução da tragédia grega e cá dentro dizendo que foi ele que salvou a Grécia com uma ideia da sua cachimónia lançada como quem não quer a coisa para cima da mesa das negociações. Esta palhaçada pode ser feita, e resulta, porque estamos em Portugal. É a política reduzida à gestão de eleitores com uma idade mental de 7 anos, embrulhados num ecossistema mediático onde um populismo de precisão é cultivado na indústria da calúnia com extrema eficácia. Mas por isto mesmo tem relevância o modo como Passos reagiu a Junker. Ele não o desmentiu, antes confirmou ser verdade o que ficou dito. E lançou-se para mais uma tanga só possível porque não existe imprensa por cá: substituiu a lógica eleitoral pela suposta lógica da confiança, onde a Grécia teria primeiro de ser avaliada adentro deste acordo antes de se tocar no assunto da reestruturação.

Há várias formas de analisar o episódio, mas vou escolher aquela que passa pelo editorial não assinado do PúblicoA “meia verdade” e “meio mal-entendido” – em ordem a matar dois ou três coelhos (salvo seja) com o mesmo texto. Nele, o autor trata com bonomia e superficialidade a mentira de Passos, não retirando daí nenhuma ilação ou consequência. Não mostra preocupação com a dimensão moral das sistemáticas mentiras do primeiro-ministro e, o que é ainda mais grave, ignora a dimensão política do que está em jogo. É que há votos para perder no caso de a opinião pública interiorizar que a coligação PSD-CDS concebe a política como mera luta do poder pelo poder, dispondo-se a contribuir para o sofrimento de milhões de europeus habitantes na Grécia se preciso for para salvarem as suas regalias e benesses. Este editorial bonacheirão, ou sonolento, não se pode sequer enquadrar numa qualquer agenda política, antes ficando como transparência para um estado de depressão colectiva.

O PS também não se pronunciou sobre a troca de galhardetes entre Junker, Passos e Cavaco. O facto de ter calhado em cima da discussão final para as listas de deputados não é uma justificação válida, sequer uma atenuante. Os socialistas têm uma estratégia de oposição espantosa, é o que é – ou talvez não passe de uma “meia-estratégia”, deixando-nos com a boca aberta de espanto ao vermos como desperdiçam oportunidades atrás de oportunidades para definirem a sua diferença cultural face à decadência reinante.

256 thoughts on “Da meia-verdade à meia-estratégia”

  1. “como desperdiçam oportunidades atrás de oportunidades para definirem a sua diferença cultural face à decadência reinante.”

    O que e espantoso e mandar a tirada acima sabendo o numero de membros do governo anterior que tem / tiveram problemas graves com a justica.

    Meias verdades versus peculato de 300 e tal mil euros
    Meias verdades versus corrupcao passiva / fraude fiscal na ordem dos milhoes de euros.

    Nao sei, se calhar sou so eu que acho estes truques de dialetica muito BASICOS.

  2. Quais são os problemas graves na justiça? Anyone please?

    ( Dispenso a violação do segredo de justiça. Falo de problemas GRAVES , SÉRIOS mesmo, na JUSTIÇA.)

  3. 1 and counting.

    Qual e a alinea do codigo penal sobre meias verdades em suposta concertacao com outros paises europeus?

  4. …tudo no contexto do respeito dos direitos, liberdades e garantias de TODOS numa Comunidade que se diz organizada e praticante de um ESTADO de DIREITO.

  5. Basico, apresenta alguma prova de que essa sentença já transitou em julgado. Estou a admitir, repara no meu optimismo, que sabes o que é transitar em julgado.

  6. Claro está, com a justiça terceiro mundista que temos em Portugal, ele há hipotese de ir de recurso em recurso quase Ad eternum, prolongar a dor até ao próximo milenio…
    Mas enfim, para quem diz que há uma diferença de cultura entre o ps e o actual governo, atendendo às condenações acima, só podemos assumir que essa diferença é positiva…para o governo.

  7. “… só podemos assumir que essa diferença é positiva…para o governo.”

    muito positiva, escapam a todas as suspeitas e evidências criminais, por falta de meios, prescrição de prazos, enquadramento manhoso do crime, batota na instrução do processo para dar nulidade ou anulação, com a direita há crime e prejuízo e nunca há culpado. com o partido socialista jantar fora é indício e dá direito a preventiva, actos de governação suportados por decisões políticas são crime, recusar viver à custa do orçamento de estado e trabalhar no privado depois de exercer funções governativas é corrupção, tráfico de influências e branqueamento de capitais.

  8. IMPOTENTATZ, A sério? Os XUXAS são os responsáveis pela mudança de certos …cômputos prescricionais. Claro, é demais para essa cabaça e para a de outros que pretendem mondar em terra estranha.

  9. oh burro do caralho, sabes se a vidaleira já mandou investigar o pirex por ter andado a vender superbock na china? e olha que vendeu mesmo, não foi daquelas ameaças que o portex costuma fazer e que nunca passam das páginas económicas dos jornaleiros que encheram a parte de trás do abião.

  10. O Isabelinha, deixe-me dar-lhe uma dica, quando se é burro, é melhor não dar nas vistas.

    O anterior governo, a “nata” socialista, tinha 16 ministros. Um já foi condenado, há possibilidades dum segundo também vir a ser. Há uma grande probabilidade do anterior primeiro ministro também vir a ser. Ou seja, 12% dos melhores socialistas portugueses são/serão criminosos aos olhos da justiça.

    Coisa linda heim :)

  11. é aquela sensação de que estamos sozinhos sem quem olhe por nós. e afinal de contas, note-se, é a classe política que está a nosso cargo. isto dói p’ra caralho. :-(

  12. IGNARALHO, PÁ, como és um gajo bué corajoso, PORQUE NAO FAZES ESSA PERGUNTA AO Sr. JUÍZ? Sabes que podes alcançar o site, não sabes? Hum? Vamos lá. Pode ser que desta vez, CONSIGAS dizer aos teus visados o que deles dizes aqui, hum?

    AGUARDO, ó COBARDE.

  13. CLASSE PULHÍTICA, quererá dizer? Por isso, a abstenção ganhou um novo sentido, sendo certo que o mesmo pode ser perigoso, atentos «os conceitos vazios» de animais ditos pensantes que votam – os marrecos.

  14. MANOJAS, pá, de que lado estás? Se numbêsnada neles, tens razão. Se bêstudo, ó pá, a trela tem de ser dada até aos asnos, em ação de respeito ( humano e misericordioso) e de investimento em cabeças menos inteligentes. Tá beie?

  15. “PORQUE NAO FAZES ESSA PERGUNTA AO Sr. JUÍZ?”

    a qual deles, o teu amigo brochista ou àquele idiota traumatizado que apresentou a declaração de rendimentos ao correio da manhã? se querem ip, trabalhem e investiguem e depois arranjem moldura para encaixilhar as ditas ofensas. o charrua foi indemnizado por danos morais, recebeu €12,000 do estado por ter chamado filho da puta ao primeiro ministro sócras.

  16. Val,
    ainda te admiras? A pasquinada na mão da direita mais parola que este país conheceu, as televisões idem, a intoxicação do discurso da comunada a ajudar, que querias mais.
    O PM mente, qual é o problema? Não mentimos todos?
    O PR apoia a mentira? Então não está a desculpar um sócio do seu clube?
    Os direitolas fogem ao fisco? Mas então não fugimos todos?
    É este o estado do país! Ninguém estranha que, por acaso, e apenas por acaso, à direita os crimes vão prescrevendo à velocidade de um F1, enquanto à esquerda os indícios se arrastam nas páginas lamacentas da informação de favor.
    O Zé come, mais preocupado em continuar a poder exibir os ‘gadgets’ que o dão como gajo bem na vida, do que a sentir-se em paz com a sua consciência. A nova burguesia, assente em licenciaturas bolonhesas ou tiradas em equivalências duvidosas foi ocupando o aparelho de poder. Agora, arreia nos velhos, goza com as mulheres e marimba-se para a decência. É o salve-se quem puder. É o jet-set ‘Low cost’.
    Basta entrar aqui e olhar à volta. Três ou quatro nomes de um mesmo escriba reles pago à peça servem para tentar desvirtuar qualquer ‘post’, qualquer tentativa de troca de ideias. Eles querem tudo! O Zeca teve sempre razão ‘… Eles comem tudo e não deixam nada!’

  17. Basico, não fazias ideia do que queria dizer “transitar em julgado”. Tudo bem. Aqui entre nós que ninguém nos lê, também não esperava que soubesses. Porque tu és mesmo básico, como publicitas. Acontece que não te limitas à basicidade, acrescentas-lhe a mentira – o que faz de ti um pulha. Ou, tendo em conta a infelicidade da tua condição, essa condenação às caixas de comentários de um blogue perdido no cu da Internet, será melhor considerar-te como um pulhazeco.

    Apareceste aqui esbaforido como delegado do Correio da Manhã e, vai-se a ver, acabas a ter de reconhecer que todos os membros do Governo anterior são, à data, apenas e só inocentes. És um triste, não és?

  18. Libertaram o Barroco sob caução!
    Aceitam-se apostas para a capa do CM de amanhã na construção da novela.
    Barroca premiado por ter falado, Barroca “arrependido” vai tramar Sócrates, ou simplesmente uma notícia minúscula e as parangonas para Lava-Jato trama Sócrates ? Hum ?

  19. O Valupi

    O que e que se pode esperar de um gajo chamado Básico ?
    Claro que ele não sabeco que e uma sentença transitada em julgado!
    E também desconhece completamente o conceito de Erro Judiciário! Ele não vê as notícias da América ,..

  20. IMPOTENTATZ, COBARDE, DEIXA -ME ESCREVER COM LETRAS GORDAS, PÁ:

    COMO ÉS UM EXPERT COM LINQUES, ETC E TAL, FAZ AS TUAS PERGUNTAS E INVETIVAS ÀS FIGURAS QUE ACUSAS. CONSEGUES, COBARDE?

    VAMOS LÁ. OS SITES SÃO PUBLICOS, TOCA A ESCREVER NO SITIO CERTO O QUE ACHAS, COM CONHECIMENTO AOS QUE AQUI VISITAM.

    TENDES A OLHAR OS OUTROS PELO QUE FAZES – BLOW JOBS, PÁ NÃO É COMIGO, MAS É CERTAMENTE CONTIGO, COMO ESTÁS FARTO DE PROVAR.

    ÉS UM COBARDE E CHAMAR-TO-EI ATÉ INTERPELARES OS TEUS VISADOS.

    Agora volta ao pasto, que ainda és capaz de encontrar uns caracóis frescos as a desert, ANIMAL.

  21. JASPUM PIMBA,

    Então diz lá tu o que é o trânsito em julgado? E o que é um erro judiciário? E quando é que há transito em julgado? Não vás à wikipedia.

    Vamos LÀ, aos que se arrogam aqui sabichonices de TRÂNSITO EM JULGADO. O que é isto? É conceito líquido ( pacífico, para o animal que há-de vir aí com muitos «x»), é de fácil verificação?

    ENTÂO, Ó VEDES TUDO, bora aí. Toca a definir…( sempre podem pedir a ajuda à Isatell Moreia…com algum acórdão do TC).

  22. Oi, artolas! Fugiste para aqui?
    A coisa aqui está mais à tua maneira…
    A coisa estava feia do outro lado, vieste para aqui dar umas lições de manhas.
    Diz-me tu, o que é o trânsito em julgado e o que é um erro judiciário? O que distingue um erro de uma fraude judiciária?

  23. o amigo do brochista de serviço chama cobardes a todos os que o pegam de caras. dass… falta de imaginação e incompetência no insulto, se queres insultar alguém aprende a fazê-lo. pareces um puto a recitar uma lista de asneiras que aprendeu recentemente. já agora tenta descobrir o que é um linque, parace-me que confundes comentários com linques. prontes, já esgotei o saldo da tua conta.

  24. Valupi, peco desculpa por te desapontar, mas, como é evidente, sei perfeitamente o que é uma condenação transitar em julgado, daí o meu comentário sobre o terceiro mundismo da justiça portuguesa, com as possibilidades infinitas de apresentar recursos atrás de recursos e impedir o normal curso da justiça.

    Fazer julgamentos morais sobre supostas actuações dum primeiro ministro, em linha com os seus pares, e, ao mesmo tempo, desqualificar a condenação em primeira instância de distintas personalidades socialista, isso sim, é de pulha, de pulha maniqueista.

  25. “daí o meu comentário sobre o terceiro mundismo da justiça portuguesa, com as possibilidades infinitas de apresentar recursos atrás de recursos e impedir o normal curso da justiça.”

    Bom é precisamente o contrário, no terceiro mundo é que não há recursos, vai tudo de cana culpado ou inocente excepto para os amigos do ditador, para esses há erros processuais, prescrições e arquivamentos.

    Não desapontas nada, a cada parágrafo que escreves confirmas o palerma que és.

  26. As arrastadeiras cagadas este verão não têm descanso. É um ver se te avias de caganetas de Coelho.

  27. ”Patati, patatá, patati, patatá, chp’aqui, arreda p’ra lá, patati, patatá, sol lá si, ré mi fá, patatá.
    Cordialmente,
    básico.”

  28. [inserir comentário insidioso sobre Sócrates escrevendo 44 e Évora bué da vezes]
    [inserir insulto aos outros comentadores]

  29. [inserir uma merda qualquer desde que dê para escrever 44 e Évora bué da vezes]
    [inserir insulto aos outros comentadores]
    [inserir saudação fascista]

  30. Foda-se tenho a tecla presa!

    Este comentário é falso. Se o autor desta falsidade voltar a repetir a graça, terá o seu IP banido.

    V

  31. Assim como são falsos os «numbejonada Bot» na esteira do que já fez recentemente.

    Claro está que bem se advinha o seu autor, qual seja, o mesmo COBARDE QUE ANDA POR AQUI A INVETIVAR E A DESCASCAR A sua VIDA PROBLEMÁTICA EM SEDE DE JUSTIÇA. Não te leio pá. Estou aqui para self amusement, nitwit.

    (Naturalmente que a definição de «trânsito em julgado» não é uma definição CORRENTE. Nem sempre é pacífico dizer que o trânsito em julgado de uma sentença e/ou de um acórdão e decisão sumária, ocorreu nesta ou naquela data. Portanto, a JASPUM PIMBA bem que pode continuar a ver US shows, quem sabe, se entrar na Barnes &Noble encontre algum código português…

  32. E quanto às alegadas saudações fascistas, PÁ, já te disse, para ti e só para ti, Ó COBARDE: VIVA SALAZAR e o MARQUÊS ( de POMBAL, tás a bere?). Este gajo, pá, p.e, pá, iniciou a sismologia moderna, e os teus amigos XUXAS COMUNAS preferem discutir as taxas moderadoras para interromper gravidez tornada indesejada. E o tipo era um fascista iluminado, inté falava inglês, bê tu só, ó COBARDE.

  33. Lá vens tu com essa história só para evitares responder a uma pergunta simples.
    És o Toneca das Gamelas ou o outro que partiu o focinho ao Carvalho?
    Esta é a questão, artolas.
    A outra é que ainda não perguntaste ao teu pai.
    A outra é que ainda estou a redigir a conclusão.
    Até lá, Tonecas, põe-te manso.

  34. oh anormal do caralho, trânsito em julgado é quando acabaram os recursos. já percebemos que para ti é tudo variável e dependente do humor ou boas graças do meretíssimo, leis, códigos e prazos são para os advogados cumprirem.

  35. A ENFERMEIRA DE SERVIÇO chegou de baixa- a gaja tá tramada. Taba com o subsídio de preguiça e agora vai ter que limpar o rabo ao PASTO PORCARIA PRUNES. Na berdade, inté baie te mais travalho, porque o gajo instalou uma dentadura no rabo e aquela gaita ganha sarro se não for lavada.
    É, portanto, natural que aludida enfermeira ande desnorteada e confusa…
    sai meio victan para se acalmar, bá.

  36. COBARDE segue o CONSELHO do BÀSICO: quando se é burro, deve-se ter cuidado para não se dar nas vistas. Os teus PAREXERES são o que são: um projeto de coisa errada. XÔ animal.

  37. O cegueta

    Estas com muito azar.
    O Manuel ainda foi mais longe e lembrou-se e muito justamente não só do ERRO mas da FRAUDE judiciária. Desembrulha lá as duas, pá!
    Uma sentença só transita em julgado quanto já não e passível de recurso nos tribunais do país! Mas meu caro, depois disso ainda existem os tribunais internacionais, e depois desses ainda vai existir o Julgamento da HISTORIA, que é o que fica para a posteridade e nos diz que o Marquês bde Távora estava inocente da acusação de traição que lhe foi feita!
    Percebes pá? Há homens que vivem para sempre! Há outros, os reles justiceiros, os carrascos, cujos nomes ninguém sabe nem quer saber, porque não são ninguém!
    E tu pá? Sabes alguma coisinha de Saúde Materno-infantil ?

  38. MANSO ÉS TU, Ó COBARDE. PUBLICA lá O meu NOME, Ó ALCE! Apesar de já teres hastes partidas, continuas a ser UM ANIMAL BEM ENFEITADO, Ó COBARDE.

    Vai PENSAR O PORCO, Ó COBARDE, PRECISAS DE CARNE SAUDÀVEL PÁ. COBARDE.

  39. JASPUM PIMBA, isso já não é PUM! É DIARREIA. MUITA. Just have a coke…( não é a do buraco, pois já vimos o que essa te fez à cabeça, ANIMAL).

    ESTUDA PÁ! Mas não é na wikipedia, ó ASNOCONSULTO.

  40. Pois lá diz a sabedoria oriental que quando s parte parada ignorância (o insulto) é porque se perderam os argumentos racionais!
    Deve ser por isso que tu, cegueta, não sabes fazer outra coisa senão insultar.
    De muito limitado!

  41. a direita efectivamente não tem vergonha nem memoria. desde os bancos arrombados com uma serie de ministros metidos nesse rombo que os portugueses estão a pagar.bpn,bpp e bes.neste milhares de portugueses foram aldrabados pelo primeiro ministro,presidente da republica e governador que antes do aumento de capital,vieram tecer os maiores elogios à situaçao do bes.resultado: banco falido e encerrado. milhares de portugueses sem o dinheiro que investiram na qualidade de pequenos acionistas.consequencias? está algum na cadeia? foi pedido responsabilidades por terem levado os portugueses ao engano.o 44 ainda não foi acusado e está preso. vara recebeu robalos e 25mil euros (5mil contos) e por isso apanhou 5 anos.cadê os outros?

  42. Cegueta!
    Tenho estado aqui a pensar numas coisas.
    Porque é que tu me dás tanta importância? Porque é que o básico se veio meter nesta história? Eu só lhe perguntei que tipo de emigrante ele era.
    Tu pertences aos anonymous e portugal?
    Conheces aquele gajo do sis que fugiu para o Brasil por causa do Sócrates, o Alcides.
    Aquele que mandou o Machado assaltar a casa do Monteiro para ”recolher provas”, estás a ver?
    É que a investigação ao Sócrates começou com o assalto do Machado à casa do Monteiro a mando de uns gajos do sis que fugiram para o Brasil e que depois promoveram os tugaleaks. Uma espécie de snowdens à portuguesa?
    Essa coisa do sis passa pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros?
    Porque razão me dás tanta importância?
    Eu já te disse que tu és o Toino das Gamelas. Não és o Dr. António Gamito, por quem te quiseste fazer passar, quando, por basófia, disseste que tinha partido o focinho ao Carvalho.
    E tu dás-lhe. E insistes em que eu não publico o teu nome.
    Toino das Gamelas não é um nome?

  43. Basico, disseste que uma sentença a envolver um ex-membro do Governo anterior tinha transitado em julgado. Passado um bocado, disseste que ainda não tinha. Como é óbvio, tu és uma anedota. E bronco que até dói.

    Portanto, não queres que haja recursos na Justiça, é isso? Dois mil anos, ou mais, de jurisprudência devem ir para o galheiro e voltamos ao ordálio. Conta-nos um pouco mais desse teu inferno interior onde fantasias com socialistas presos sem possibilidade de defesa. Fala-nos desse teu sonho de destruição do Estado de direito, substituído pelo Estado dos pulhas.

    Quem sabe, ainda vai acabar a trabalhar no Correio da Manhã ou no PSD do Passos. É para básicos como tu que essas entidades existem.

  44. Senhor Valupi.
    O básico não disse que não queria que houvesse recursos. O básico disse que as sentenças deviam transitar em julgado antes de extintos os prazos de recurso.
    É diferente.
    Por acaso já não há pena de morte, embora o básico quisesse.
    O básico está-se marimbando tanto para os recursos quanto para os trânsitos em julgado. O básico quer é a pena de morte.
    Eu, por acaso, também não me importava. Como excepção para o básico e para o cegueta.

  45. Val, nada disso.

    Tu, como todos os que frequentam aqui o estábulo, és ambivalente. Quando se fala do PS há uma permanente presunção de inocência, quando se fala do governo, um qualquer artigo de jornal serve para crucificar.

    Usaste um artifício técnico, technicality em estrangeiro, para branquear o comportamento manhoso e reprovável do anterior governo, que é o conceito do trânsito em julgado. A lurdinhas, e o 44 a seu tempo, já foi condenada em primeira instância. Tal não acontece levianamente, não se trata de um atravessar da passadeira com o sinal vermelho, mas sim dum delito grave, o de contratar um amigo por uma batelada de dinheiro, sem que o amigo chegue sequer a fazer o serviço para o qual foi contratado. Como é evidente, nada impede a dona de casa balofa de entrepor recurso à condenação em primeira instância, mas isso não lhe limpa nem a imagem, nem apaga a improbidade dos actos. É só uma manobra dilatória, e o tempo se encarregará de lhe meter o carimbo no cv.

    Se sou contra o direito ao recurso, não, como é evidente, tal não é no entanto o tema desta discussão. O sistema judicial português dá demasiadas guarantias aos acusados? Claro que sim, e não sou eu quem o diz. Qualquer ranhoso com dinheiro pode estender um processo ad eternum.

    Voltando ao que interessa. Uma meia verdade, tal como a notícia a “fonte” do dn, é a expressão clara dum problema moral do actual governo, especialmente num hipotético contexto de concertacao com outros pares? Não…

    Uma condenação em primeira instância por uso abusivo dos poderes em si conferidos pelo cargo público, sim, é um claro sinal de corrupção de carácter e de devassa moral.

  46. Bravo, básico, ”tecnically” fico a saber que o trânsito em julgado é cuspir no boneco e borrar a imagem do infractor para que, mesmo que o recuo tenha provisão e anule a sentença, a sentença já fique cumprida.
    Posso fazer-te uma pergunta, básico?
    Porque não foges para outro post que neste já estás a dar barraca?
    Ainda há para aqui dois ou três onde eu, que sou distraído, não te descobria.

  47. “O Primeiro-Ministro está sempre a repetir as mesmas mentiras. Comigo não será assim. Direi sempre mentiras novas.”

  48. “Porfírio, não estou a gostar disto. Da próxima mando o Galamba. Mais vale um um talibã que um xoninhas.”

  49. “Sou um criativo e agora vou fazer uma declaração originalíssima, que acabei de inventar: Deixemos o PR terminar o mandato com dignidade.”

  50. Acertei em cheio na capa do CM.
    Estou a ficar uma craque.
    Lá está o Barroca numa notícia pequenina e as gordas já viradas para o Lava-Jato. A investigação imparável sempre a bombar.
    Compreendi perfeitamente.

  51. Mas porque é que o valupi perde tempo a ler e a escrever sobre editoriais (ou, já que estamos aqui, no que quer que seja) do orgão oficial da intentona de belém? ninguém que tenha respeito por si mesmo deveria por os olhos numa esfregona daquelas.

  52. Caro Senhor Pedro.
    Eu acho que sim, tem toda a razão, ninguém devia ler nada, ler é um vício socialmente perigosíssimo, desintegrador da coesão social, da família e do valores fundamentais da Nação.
    A leitura devia ser suprimida, bem como a escrita, excepto aquelas coisas que escreve, quando lhe dá na gana, a menina que está sentada ao lado do cegueta.
    É cada vez mais socialmente importante que se implementem normas que fomentem hábitos de leitura concisa e selectiva, devidamente orientada para os fins socais e produtivos previamente determinados pelas autoridades.
    É de notar que, mesmo nos domínios da investigação mais avançados, cada vez mais se consolida o hábito ou exigência normativa da ”revisão por pares”, que permite avaliar, por escrutínio universal e secreto, se uma novidade científica deve se divulgada ou lida e decidir a pena a aplicar aos infractores.
    Penso que sim, que tem toda a razão, que o Senhor Valupi devia ir ao Rossio a auto de fé, na companhia do cegueta por ler o que eu escrevo, enquanto o básico assobia e fuma as suas cigarrilhas.

  53. Contava-se, nos serões das anedotas políticas, que um belo dia Salazar foi interrompido no seu gabinete pela entrada abrupta de António Ferro, para lhe pedir que escrevesse uma breve nota de prefácio a ‘’Estados Unidos da Saudade’’.
    Salazar, mergulhado em resmas de papelada na secretária, levantou a cabeça, olhou o interlocutor inexpressivamente e respondeu conciso: ‘’Não sei para onde me virar, Senhor Doutor. Estamos a trabalhar no orçamento.’’
    Já com a cabeça mergulhada nos papéis, encolheu os ombros e disse ainda:
    ‘’Um dia ainda me vão acusar de ter promovido a leitura.’’

  54. Nós andamos todos, à boa maneira portuguesa, a exercitar o humor à custa disto.
    Mas podemos vir a ter que engolir o humor com lágrimas.
    O estado é de sítio.
    Rezemos, como dizia o outro.

  55. Manuel de Castro Nunes
    24 DE JULHO DE 2015 ÀS 1:25
    Corrijo.
    (…) mesmo que o recurso tenha provisão (…)

    LOL.LOL.LOL.LOL.

    AH.AHAH

    Mesmo que o recurso tenha provisão…DEVES QUERER DIZER Ó ANIMAL, «PROVISÃO DE DINHEIRO»????
    LOL.

    ANIMAL, EU NÃO TE DOU IMPORTÂNCIA, TU É QUE SEMPRE O FIZESTE E CONTINUAS, POIS NÃO HÁ UM POST TEU EM QUE TU NÃO ME MENCIONES.
    CONTINUAMOS TODOS À ESPERA QUE TU E A DERIVATIVA DA JASPUM PIMBA ELUCIDEM SOBRE TRÂNSITO EM JULGADO E….JÁ AGORA SOBRE «PROVISÃO DE RECURSOS». LOL.

    SERÁ QUE QUERES DIZER, «PROVISÃO DE ALIMENTOS», NÃO SEI DIGO EU DE QUE…COMO TU PONDERAS CADA PALAVRA E COMPLEMENTOS DIRETOS E INDIRETOS, E TE ATREVES A CORRIGIR O BÁSICO….
    ANIMAL, ACABASTE DE NOS DIZER QUE NÃO PENSAS E NÃO SABES. COBARDE.

  56. ontem, fiquei triste no final da quadratura do circulo,quando disseram que jorge coelho para a semana estava de regresso.do que ouvi ontem, o dirigente do ps cujo nome não recordo esteve à altura.a destruiu em 2 minutos a narrativa da bancarrota e de quem chamou a troika. com o silencio responderam os direitolas. em silencio.pacheco pereira veio com a narrativa das pps,sem saber do que fala.socrates nos 6 anos anos de governação subscreveu 8 ppp rodoviarias,mas para o interior no total de 300km,os mesmos do betoneira amaral, 30 anos depois.valupi, já que o ps nada faz tambem nesta materia, gostava que recuperasse um artigo da visaõ onde vinham os kms e os custos da pps de socrates e outros, e que serviram de mote para o pulha do pacheco pereira mentir despudoradamente.nota: felicito o dirigente do ps pela sua eficácia.que volte mais vezes.

  57. Ó PORCARIA PRUNES, então ainda não encontraste nada que nos explique

    a) Trânsito em julgado
    b) Provisão do recurso…LOL.

    Conta aí, como é que vais provisionar o recurso? Com dinheiro, com latas de atum, caras de bacalhau? Hum?

    Tens a certeza que foste à FDL? Não terá sido algo to tipo «fax», enquanto estavas na palhoça a receber « a catrefada» dos teus clientes? Já cuidaste do herpes? Pergunta ao teu JASPUM PIMBA, que a figura é frequentadora de locais «abordelados» e certamente saberá ajudar-te.

    PASTA BEM, ó gajo da provisão dos recursos. Lembras o outro – derivativo – o tipo também distingue entre falência e insolvência e até mete o dolo na responsabilidade objetiva. Ai, que CROMO. Até o presidente da república sabe que não é nada assim.

    Manda, desculpa, AMANDA aí uma palestra, mas contida pá, a tua dentadura é nova, não queres que fique já castanha, não é? Hum? COVARDE.

  58. avisamos os estimados clientes e demais interessados que já estão abertas as inscrições para os cursos de pró-visão familiar e pré-visão meteorológica mini-estrados pelo imbísual amigo do brochista de serviço. os cursos serão em língua inglesa, que fica sempre bem à menza e dá um ar cosmopolita-ò-pantomineiro dos cabotinos que se penduram em vírgulas para não discutirem os assumptos. telefona lá ao juíz que deixou morrer o cão para não gastar dinheiro com o veterinário e manda-lhe um balde de ips do pessoal que comenta aqui para o gajo decretar preventivas por indícios de votarem ps.

  59. Intão snr. Ignatz,

    Emudeceu ?

    Deixe lá os IP esses addresses.

    Qualquer um pode ir ao toze mané monhé da esquina e alugar o PC público, para todos os efeitos fica incognito e indetectável.
    Para já nem dizer outras manhas.
    E em último recurso, até, o acoberdato de que o pc é da família e pode ter sido a mamã, o papá, o irmão e a irmã, a empregada e até mesmo o gatinho, que ele é como s fosse da família.

  60. Como ex-cliente da multiópticas, AVISO, os que andam enganados que traficantes de influências e comissionistas há muitos. Estes só se alcançam com um bom par de óculos, preferencialmente comprados sem recurso aos bolsos de ninguém, em estabelecimentos devida e competentemente autorizados para a prossecução do objeto do seu negócio.

    Atenção aos charlatães, vulgo 31 de boca, naturalmente cobardes e invejosos, pela incapacidade pessoal e inteletual bem como académica que ilustram. Denunciam-se pelas patas, travestidas na língua e pelo fruto da mesma. Regra geral, sofrem de bipolaridade e não enxergam o primeiro centímetro em frente da penca, dada a sua apreensão da realidade ser do tamanho de que foram feitos – são diminutos.
    Recentemente, são fáceis de identificar – pela adoração ao 44 e pelo hálito que exalam, típico ou clássico de quem passa a vida de joelhos, adorando a democracia decidida pelo corrupto ou XUXANDO, também dito MAMANDO, a quem lhes acena com uma qualquer nota. Tenham sempre convosco um lenço desinfetante, pois o BICHA persiste como os bugs internéticos.

  61. Ó BEDESTUDO! Atãoe bistes esta que infra transcrevo, hum?

    Manuel de Castro Nunes
    24 DE JULHO DE 2015 ÀS 1:25
    Corrijo.
    (…) mesmo que o recurso tenha provisão (…)

    E o gajo inté pretendo corrigir o BÁSICO e o PIMPAUMPUM.

  62. O mal-parido continua a usar pc’s do herário público, pagos pelo dinheiro dos contribuintes, não trabalha e ainda goza.
    Não desmente pois, que foste eleito pelo PS e ocupas tacho partidário. Pois …

    Fui reler A Origem das Espécies de Darwin e dá a seguinte definição

    IGNATZ – aberracão ; ser desprezível e repugnante que ocorre quando alguém faz um Fellatio (vulgo brioche) e ao invés de engolir, cospe a langonha. Do escarro, nasce um IGNATZ.

  63. Este blogue está a ficar infestado de hienas raivosas que foram injetadas com “laranjina C” (ou “adolfina hitleriana”?) e ficaram em estado catatónico para o resto da vida.
    Já não bastava o forense cegueta e o castrense básico, agora apareceram os seus heterónimos a dar-lhe apoio “mural”.
    Como não sabem argumentar com elevação (porque são seres menores) e sobretudo com fundamentação (por falta de fundamentos) divertem-se a atirar merda para a ventoinha e a levarem com ela nas trombas.

  64. Cegueta!
    Tu andas aqui armado em artolas, cultivando as tuas basófias, a clamar por coragem, convencido de que eu me deixava intimidar, mais por deferência e por condescendência, tendo em atenção a família e os antecedentes, pelas tuas manhas ”processuais” e pela tua ”armadilha”, que tem há muito a mola pasmada.
    Tu disseste aqui, por lapso, que eras o gajo que tinha partido o focinho ao Carvalho e eu, com sarcasmo e em atenção os anos em que tive que aturaras tuas basófias, fui sempre dizendo que tu estavas abusivamente a comprometer o nome e a reputação do Dr. António Gamito e eras o Toino das Gamelas.
    Todos entenderam o que eu estava a dizer. Menos tu que és estúpido e a quem as basófias cegam.
    Ultrapassaste as marcas e a linha vermelha e esgotaste a minha paciência.
    Assim sendo, rendo-me e venho agora aqui dizer que tu és quem disseste que eras, o António Gamito. Abona em favor do que alegaste o eu ter reconhecido, desde logo, no cegueta, o carácter boçal, primário, inculto, covarde, daquele que tu disseste que eras.
    O António Gamito é um gajo pequenote, com mãos de boneca e dedos longilíneos de dedilhar o expeiente, mau, vingativo, que não aguenta um sopro. Bebe desalmadamente. Agora, na providência do seu cargo diplomático, engordou obscenamente.
    Ao volante do seu scania, pensava-se com a potência de 130 cavalos, que não são muitos para as tarefas que por baófia carrega na língua.
    Agora vai arrebanhar as tuas influências, paga umas ”bejecas” e vem ter comigo com o código do processo penal.
    Quando o processo estiver em curso, eu promovo um jantar, no intervalo entre duas sessões do julgamento, para apresentar o cegueta aos circunstantes e todos se puderem rir do herói. Tenho a certeza de que todos quererão molhar a sopa e dar-te uns ”calduços”. Tendo em vista a tua triste figura, desde que não tragas os 130 cavalos do scania.
    Como te tenho dito, ando na lavoura. Esta foi ainda por graça.
    Vou alisar mais um bocado de terra e, logo, venho aqui mais a sério, explicar-te que o léxico constante no código do processo penal não esgota as possibilidades de nomear as coisas, o que é trânsito em julgado, o que é o provimento de um recurso e introduzo-te nos primeiros passos da etimologia e da semântica e ainda te introduzirei outras coisas.
    Nota ainda que o cegueta, o Toino das Gamelas, o Dr. António Gamito, partilham todos entre si o mesmo perfil, de fachos racistas que escondem quando têm que dar a cara os seus sentimentos, para poderem viver a expensas e à mesa do estado social e da República. Quem estabeleceu a confusão indentitária foste tu.
    Devo ainda notar que nunca exerci, por opção, um cargo público que não fosse o de professor, pelo que deverias, pelo menos, respeitar a minha condição, ou, talvez declarar aqui os teus rendimentos e alcavalas, como alegadamente fazem os governantes, anónimos ou não.
    E, se te for possível, se estás por cá, do que duvido com tanta basófia, ou por telefone, pergunta ao teu pai porque razão o Rosário Teixeira tem que defender o Oliveira e Costa. Para continuarmos a desenvolver essa matéria.
    E continuo a dizer-te que, logo que te apanhe a jeito, te parto os cornos.

  65. Basico, disseste que sofro de “ambivalência” porque não concedo ao Governo a “presunção de inocência” que concedo ao PS. Este raciocínio é demasiado estúpido para ser levado a sério, causando imediata gargalhada, mas creio que merece uma resposta dado seres alguém manifestamente a precisar de ajuda.

    A presunção de inocência não se aplica fora da esfera judicial, nada tendo a ver com a crítica política. Para ti trata-se do mesmo porque tu, realmente, não compreendes o que seja a presunção de inocência. Isso decorre de seres básico, bronco e pulha. Ou seja, não entendes o que significa o conceito de “Estado de direito”. É por isso que és um vazadouro do esgoto a céu aberto que é a indústria da calúnia. Papas qualquer tanga, ficas febril a imaginar autos-de-fé, linchamentos e execuções públicas. Para ti os tribunais até poderiam ser mecanizados, entravam os arguidos por um lado com as suspeições que se quisessem despejar para cima deles e saíam por outra porta já acorrentados e prontos para o calabouço e os trabalhos forçados.

    Há um lado meramente patético no teu comportamento, passando aqui a vida a teclar contra os “socialistas”, mas há outro onde serás um verdadeiro perigo para uma comunidade onde a Justiça se quer um pilar sacrossanto. É para ti, para o teu ódio animalesco, que o Correio da Manhã e esta direita da judicialização da política trabalha. Infelizmente, a tua pulhice não é uma “technicality”, é mesmo um sintoma da decadência onde chafurdas.

    Quanto aos casos de Justiça a envolverem políticos ligados ao PS, o que há a dizer é muito simples: se eles cometeram ilegalidades, está de parabéns o Estado de direito por terem sido descobertos e punidos. E, nesse eventual caso, os cidadãos e os eleitores tirarão as suas ilações. Entretanto, quando ainda não se esgotaram os recursos da sua defesa, está de parabéns o Estado de direito por os considerar como inocentes. Esta ideia é tão forte para alguém que se respeite a si próprio como aos outros que até se deve aplicar a ti na eventualidade de ires parar às mãos da Justiça, pasma.

  66. LOL. Ó MALUCO COBARDE, deves comprar as cangalhas na Multióticas, PÁ.
    SEU ANIMAL, só para começo e fim de conversa: MEÇO 1,82, PÁ! PEQUENOTE E AMPUTADO ÉS TU, ó COBARDE.
    VOLTO A CONVIDAR-TE: PUBLICA O MEU NOME, ó ANIMAL! SE DIZES QUE ME CONHECES, Ó ANIMAL, PUBLICA O MEU NOME, SEU CHAPARRO.

    E APROVEITA PARA EXPLICAR A TODOS O QUE É A «PROVISÃO DO RECURSO»!!!!! ENTÃO PÁ, CHAMAS A ATENÇÃO AO BÁSICO E AO PIMPAUMPUM, ESCREVES, ESCREVES, COM ALEGADA PONDERAÇÃO DOS COMPLEMENTOS, PREDICADOS E TRETAS, E ESCREVES A MAIOR CALINADA SE SEMPRE, HEY, ASNOCONSULTO?

    VOLTO A REPRDUZIR O QUE O ANIMAL PASTO PORCARIA PRUNES ESCREVEU: LOL.

    Manuel de Castro Nunes
    24 DE JULHO DE 2015 ÀS 1:25
    Corrijo.
    (…) mesmo que o recurso tenha provisão (…)

    iô, iô, iô…is this your sound, right? falas «istrangeiro» num falas?

  67. “technicality” é a pedicure de massamá que andou a promover cursos de formação em técni-calista e bordadeiras na pedreira dos húngaros com dinheiro da comunidade e que a vidaleira já veio dizer que prescreveu e não há nada a fazer.

  68. Olá senhor Valupi, boa tarde.

    Sou eu, o pimpaumpum, num dos meus derivados financeiro-inofensivos (não tóxicos nem complexos)

    Por mal que pareça a pergunta, porquê textos tão longos?
    Não havia necessidade. Não vá por aí.
    Haja objectividade
    Haja Simplicidade :)
    Porque não pergunta ao snr. Básico que lhe explique uma technicality ?
    Por exemplo,
    Porque carga de água é que Portugal se foi recentementemente financiar a 30 anos com uma taxa de juro de 1% ou à volta disso, não obstante o rating do País não se ter alterado?
    Sim, porque, que eu saiba, as agências de rating ainda não mudaram o rating que nos atribuiram de abaixo de lixo, abaixo de cão, enfim, entulho.

    Então o snr. Básico não sabe o que é o Estado de Direito e o snr. sabe.

    Está bem.

    Olhe, o avô Soares entende, que no Estado de Direito, um primeiro ministro, e por extensão, qualquer político, não deve, em circunstância alguma, ser importunado pela justiça.
    E para provar a sua crença, foi mesmo visitar à Tunísia, o foragido Bertinho Craxi, condenado a prisão efectiva por um tribunal, no seu país de origem, a Itália.
    Incidentalmente, temos aqui também, o que ironicamente, poderia ser um exemplo de trânsito em julgado. Julgado e condenado, transitou para a Tunísia :)
    Onde, acabaria por confessar que se deixou corromper, mas logo se desculpando que isso era prática comum na Itália ao tempo, e que não tinha outra alternativa senão deixar-se corromper.
    Voltando ao avô Soares, também entende que, Isaltino de Morais, foi injustiçado. Outro mártir :)

    Num outro registo, Marcelo Caetano, falava em Estado de Legalidade.
    E para ilustrar o que entendia, admoestou o pai da deputada Isabel Moreira, por, na qualidade de advogado da viúva de um general morto, ter apresentado queixa contra um ministro.
    Dizia o professor do ex-aluno Adriano, que um ministro, não se trata como um delinquente, e que, portanto, não se apresenta queixa dele na esquadra de Polícia.
    O ministro, era o sinistro e todo-poderoso Santos Costa, e no caso, havia ordenado a condução pela PIDE, de um idoso e muito debilitado general, da sua residência para o hospital.
    O estado de deficiência cardíaca do velho militar era tal, que diz quem viu, que até alguns pides choraram. Viria a falecer.
    O próprio Adriano Moreira, viria a ser preso, por ordem do Santos Costa.
    Portanto, preso por ordem de um ministro!
    Que até nem era da Justiça, era Ministro da Guerra.

    Veja vocemecê, o que dois dos detentores máximos do poder, em dois registos de tempos históricos diferentes, entendem por Estado de Direito.

    O resto, o que você e eu entendemos, e que até pode ser o mesmo, não importa.
    Eles é que têm o poder.
    O resto, e para efeitos práticos, é como diz o Castro Nunes, são vidros fumados.

  69. Ó CORBO PRETO,

    Esforcei-me e li – te. Oube, tu dizes assim, boue reproduzir-te, pá,

    «Como não sabem argumentar com elevação (porque são seres menores) e sobretudo com fundamentação (por falta de fundamentos) divertem-se a atirar merda para a ventoinha e a levarem com ela nas trombas.»

    Tu, DE FACTO, és um gajo que escrebe com elevação, e com consistência com o que aparentas – portuguesito inchado, a rebentar pelas costuras, a ver onde pode mamar mais, tás a bere? Deixa de ir à multióticas, pá, porque quem está a apanhar com a trampa no trombil és tu e não gostastes tá beie? Portanto, tu és daqueles que partilha do seguinte: «deixa-me cá dizer aos outros, antes que eles me atirem à cara o que já apanhei…». Tás a bere? Podes pôr nívea no cotovelo, a comichão passa, ó XUXA, COMUNA.

    SALAZAR pra ti taméie pá.

  70. Cegueta! Deixa-te de lérias!
    Eu escrevi:
    ”Tu disseste aqui, por lapso, que eras o gajo que tinha partido o focinho ao Carvalho e eu, com sarcasmo e em atenção os anos em que tive que aturaras tuas basófias, fui sempre dizendo que tu estavas abusivamente a comprometer o nome e a reputação do Dr. António Gamito e eras o Toino das Gamelas.
    Todos entenderam o que eu estava a dizer. Menos tu que és estúpido e a quem as basófias cegam.
    Ultrapassaste as marcas e a linha vermelha e esgotaste a minha paciência.
    Assim sendo, rendo-me e venho agora aqui dizer que tu és quem disseste que eras, o António Gamito. Abona em favor do que alegaste o eu ter reconhecido, desde logo, no cegueta, o carácter boçal, primário, inculto, covarde, daquele que tu disseste que eras.”
    E tu respondes:
    ”VOLTO A CONVIDAR-TE: PUBLICA O MEU NOME, ó ANIMAL! SE DIZES QUE ME CONHECES, Ó ANIMAL, PUBLICA O MEU NOME, SEU CHAPARRO.”
    Informas também que medes um metro e oitenta e dois. Não sabia que já tinhas aprendido a andar de saltos altos sem trocar as pernas.
    E não sabes dizer mais, senão umas lérias.
    Então entra o pimpampolas a botar de iluminado e o básico que fico a saber pelo Corvo Negro que é ”castrense”.
    Pois eu gostava mesmo era de partir o focinho a um coronel ou general reservista, campeão da guerra colonial, autor de genocídios na Guiné, em Angola ou Moçambique. Um daqueles de cu grande e barriga indecente, de voz ébria apoplética, que praticam todas as noites esgrima com as suas esposas.
    Tu não percebes nada desta merda, de homens.
    Mas já venho explicar-te muita coisa.

  71. Ora, agora, previamente e para introdução a outras matérias, nomeadamente de vocabulário jurídico, ou judicial mais apropriadamente, vou explicar-te porque razão tu, nem o general básico, nem o pimpampolas, são fachistas nem salazaristas. Gostavam de ser, mas não conseguem.
    Os salazaristas e fachistas, conheço os suficientes para amostra, são liminarmente contra a democracia e o regime parlamentar. Defendem que o regime parlamentar á a raiz de todas as obscenidades que têm abalado pela raiz as instituições do estado, a que concedem chamar república quando mais encostados ao revisionismo de Salazar, para inglês ver.
    São tão inclementes com os socialistas e os comunistas, como com os sociais democratas e os centristas, que consideram, para lá do mais, de abusivamente arrebanharem a direita com promessas de benefícios para fins eleitoralistas. Pelo menos retoricamente e por alegada coerência ideológica, não perdoam àqueles que, a pretexto de ‘’mamarem na teta da vaca’’, tentam sobreviver à tona da água a expensas das benesses e benefícios da república e da democracia, da rotatividade democrática, cisa e tal, aferrolhando na alma negra ou nos perfis anónimos os seus anseios e impulsos velhacos.
    Os facistas e salazaristas coerentes recusam e renegam a participação na vida política institucional, recusam cargos públicos, porque, para parecerem o que são ou parecem têm que manter ‘’as mãos limpas’’.
    Alegoricamente, diria que os fascistas genuínos andam de mãos amarradas, para que as mãos finas não excedam em alcance a língua afiada.
    E então tu, cegueta, que saltitas de pedra em pedra à procura de uma de que não escorregues, à procura do comparsa que te dê mais tacho, com uma mão estendida para a esquerda e outra para a direita porque segurar a carreira se tornou numa acrobacia, vens aqui fazer número de facho e de salazarista.
    Tu não és facho, cegueta. Gostavas de ser mas não consegues. Porque para teres tacho tiveste que aderir e de te sujeitar à porca da democracia.
    Não és fachista. És é atleta.

  72. Cegueta!
    Tu sabes ler? Ou é a menina que tens sentada ao lado que, para lá de escrever o que lhe dá na gana, lê o que os outros escrevem
    Tem cuidado porque ela anda a omitir-te a verdade.

  73. “porque estamos em Portugal. É a política reduzida à gestão de eleitores com uma idade mental de 7 anos, embrulhados num ecossistema mediático onde um populismo de precisão é cultivado na indústria da calúnia com extrema eficácia ”

    Será um um problema ibérico ?. Acho que sim.

  74. Ó Castro,

    tanta prosa para isto:
    Então queríamos.
    Nem eu nem o basico nem o mumbejo não somos decentes, nem somos indecentes.
    Decentes serão assim, tú, o Valupi, e o escarro.
    Iluminado?
    O que brilha mais és tu.
    Qual será o que terá bebido mais vinho hoje?

  75. Conversa da treta, pimpampolas.
    Não dizes nada, não rebates nada, só conversa da treta.
    É essa treta, que se tornou na palavra de ordem da pós modernidade dos atletas do regime, de levar a juízo o ”politicamente correcto” ao lado e preso com as mesmas algemas da corrupção.
    Grande treta.
    Não inventas melhor?

  76. O Nunes, não está na hora da sua sestinha? Não devia tomar uns comprimidos que suprimissem esses rasgos alucinatorios? Não devia ir fazer umas sessões de anger management? E ainda dizem que jardinar e calmante, claramente, não para todos os reformados..

  77. Ó básico!
    Saber que afinal és general e não emigrante nem me causou repulsa. Fez-me rebolar a rir.
    Andas emigrado no Iraque?

  78. Ena pá, tanta diarreia do PASTO PRUNES – o COBARDE.

    Então pá! Conta lá: COMO È QUE É COM A PROVISÃO DO RECURSO, PÁ?

    LOL.

    MAS TU ACHAS QUE TE LEIO?!!!?

    SALAZAR SEMPRE ( PÁ), Tás a precisar de um tratamento fascista, tás, tás.

    VAI PASTAR ANIMAL. E SACODE AS MOSCAS DO FOCINHO, PÁ. SUGESTÃO- NÃO FAÇAS TANTA TRAMPA, AS MOSCAS VÃO EMBORA.
    este gajo escreve e escreve e escreve, LOL, pateias, pá.

  79. Val, que coisa linda esse comentário. Dizes tu que “A presunção de inocência não se aplica fora da esfera judicial, nada tendo a ver com a crítica política. ”

    Por acaso terás sido tu a escrever esta frase:

    “Nada nos diz que Cavaco tenha a ver com alguma ilegalidade, Nik, tal como não nos compete sequer enunciar uma mera suspeita sobre qualquer indivíduo. Isso seria estar a caluniar, serão as autoridades a investigar e deliberar. Mas podemos falar de aspectos sociológicos e culturais. Nesse sentido, o cavaquismo é uma escola de corrupção. ”

    Transitar em julgado era novilingua em 2008. Na altura isso da presunção da inocência não era relevante, estávamos perante uma escola de corrupção (e ainda o julgamento estava a começar)

    https://aspirinab.com/valupi/comecou-o-julgamento-do-cavaquismo/

  80. boa basico, é assim mesmo, dar-lhes a provar a sua (deles) própria medicina, do cavaquismo, melhor dizendo, da implementação do cavaquismo na administração pública, poderia eu falar, e com conhecimento de causa, e para proveito e para elucidação de todos, mas para quê perder tempo, e arriscar-me a ser insultado e vilipendiado, maxime, pelo escarro, pois não diz ele que eu não trabalhei na Administração Pública ?
    Idoa-se para o direito à imagem !
    Tenho aqui o focinho do gajo estampado num ecran! O insolente!
    Se o divulgasse, ia ser uma surpresa e uma risota
    geral …

  81. Ó Castro, eu não digo nada?
    Bom, na realidade tenho tido uma certa contenção e feito vista grossa a algumas alfinetadas que me vais dando por aí, noutros lados, e olha que é por comiseração que o faço.
    Mas se queres que eu venha todo descomposto e com as mangas arregaçadas, olha que sou pessoa para isso.
    Se é isso que queres, di-lo abertamente.
    Para já, o caracoleto vai carregar a bateria.

  82. Estás a simular dar um passo para a tua identificação. Uma manha ”processual” copiada do cegueta, do estilo ”eu sou o gajo que partiu o focinho ao Carvalho, publica lá o meu nome. Não, foste na cantiga, eu não sou esse.”
    Vens então agora dizer: ”tenho (…) feito vista grossa a algumas alfinetadas que me vais dando por aí, noutros lados (…)”
    Esperas que eu vá pesquisar as alfinetadas que vou dando por aí e venha aqui dizer: ”já o apanhei, o gajo a quem dei umas alfinetadas é o Rosário Teixeira, logo o pimpampolas é o Rosário Teixeira.”
    Tendo em vista essa manha ”processual”, ela coadunava-se com os métodos que o Rosário Teixeira aprendeu na Polícia Judiciária, que é sem dúvida uma excelente escola de investigação, ao estilo de implementar a medida de coacção de prender na mesma cela dois presos no mesmo processo, proibidos de contactar outros arguidos, o Santos Silva e o Perna.
    Estás a ver se eu adivinho quem és, mas eu não vou por aí. Prefiro lançar-te um desafio.
    Vem! Vem todo descomposto com as mangas arregaçadas. Podes vir aqui, a esta chafarica, ou aqui, a esta cabana humilde mas selecta em que te espero. Queres as coordenadas e azimutes?
    Vais aparecer como? De óculos escuros ou de passa montanhas? Ou será que não tens mesmo focinho?

  83. Primeiro esclarecimento ao cegueta.

    Acordão do Tribunal da Relação de Lisboa

    ‘’(…)

    III – DISPOSITIVO
    Face ao exposto, acordam os juízes da 3ª secção deste Tribunal da Relação em conceder provimento ao recurso interposto pela “LISBOAGÁS GDL – Sociedade Distribuidora de Gás Natural de Lisboa, S.A.”, revogando o despacho recorrido e admitindo a requerente a intervir nos autos como assistente também no que respeita ao crime p. e p. no artigo 360º do Código Penal.
    Sem custas.

    Lisboa, 18 de Julho de 2007
    (Carlos Rodrigues de Almeida)
    (Horácio Telo Lucas)
    (Pedro Mourão)”

    http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/e6e1f17fa82712ff80257583004e3ddc/5b851c2bdc3b2e518025736000390bec?OpenDocument

    Obviamente, esta terminologia não é válida para o cegueta porque, a ter em conta a data, os juízes eram todos xuxas e comunas.

    Não achas que já basta de má figura, cegueta?
    Já sinto vergonha por ti.
    Imagina só o que se vai dizer por aí, quando se souber que o senhor embaixador anda nestes preparos?

  84. Não Castro, eu não vou por aí, vou apenas referir que você apareceu por aqui por um motivo e eu puxei por sí para que esclarecesse esse motivo, você esclareceu e eu fiquei esclarecido, depois você andou por aqui a intrometer-se aqui e ali nums quadros de comentários, ninguém lhe ligou patavina porque na realidade eles não querem saber absolutamente nada acerca do seu problema, eles apenas se interessam por José Sócrates, eu assistí ao seu penoso arrastar por aqui e alí nos quadros de comentários e estive
    para lhe dizer, Castro, um dia eu o numbejonada e o Básico vamos embora e ai você fica para aí sem com quem falar, mais cedo ou mais tarde vai entrar em conflito e ser confrontado com um qualquer Ignatz, apresente-se ele como tal ou sob outra fachada, e vai ser ofendido e vai sair molestado, dir-lhe-ão algo do género, andas para aqui a aborrecer toda a gente, como uma espécie de bebedinho que se intromete, mete conversa e embaraça com todos, mas eu resisti a pedir que você se compusesse. Num certo sentido, o culpado foi o numbejonada, pois que você tinha feito um bom comentário em que dizia, bom chegou a hora de eu partir, este blog não se coaduna com a minha maneira de ser e estar, então ele veio, e, atirou-lhe pedras
    Continua

  85. És um hipócrita, pimpampolas, porque as pedras a que te referes foste tu quem as atirou.
    Foste tu que vieste fazer alusão ao processo BPN quando sentiste que não tinhas argumentos relativamente às outras matérias que se debatiam.
    Obviamente, sabias que expor aqui toda a matéria relacionada com um processo de duas mil e tal folhas de palha se tornaria impróprio. Só me restava sintetizar sumariamente o seu propósito e a fraude judicial e cruzá-lo com as outras matérias que se debatiam.
    Vens agora com pezinhos de veludo e com comiseração. Não imaginas as gargalhadas. Não deves ter um espelho que te devolva a figura que aqui fazes.
    Dizes-me ”venho aqui descomposto e com as mangas arregaçadas”. E vens aqui com essa conversa da treta e com essas lérias. Só porque te sugeri que poderias ser o Rosário Teixeira.
    Será que ele lê isto? Bem podia aparecer por aqui para compor a imagem ao pimpanolas.
    Já nem sei bem se és velhaco se és tanso.
    Bem… vou dormir, amanhã há mais.
    Já que me proporcionaste a oportunidade, vou descascar aqui as manhas do procurador. Já era uma maçada dar troco aos três ceguetas. Nunca me tinha saído um brinde assim, três ceguetas ao preço de um. E para mais um é general das gloriosas forças armadas.

  86. Continuação
    e como lhe atirou pedras, você decidiu ficar, assim se perdendo uma oportunidade de ter saido pela porta grande.
    Essa coisa de atirar pedras na hora da despedida é procedimento habitual aqui neste lugar, já sucedeu também comigo em 2009 ou coisa que o valha mas eu fui mesmo embora, regressei agora à pouco tempo.
    Você diz-se hermeneuta. Eu não sou hermeneuta mas descobrí, ou penso ter descoberto, e foi por mero acaso, o preciso momento em que Numbejonada, mudou o seu (dele) comportamento, e se passou a expressar de um outro modo, foi num determinado quadro de comentários, até aí, ele identificava-se com um nome de gente e exprimia-se em linguagem correcta, assertiva, e até extremamente competente, depois os criançolas e insolentes, para além de ignorantes e simplórios mas que sobre tudo querem opinar e só porque estão detrás dum computador, forçaram-no a mudar de atitude, estragaram tudo, que é o que a maioria desta gente sabe fazer, desperdiçar oportunidades, agora ele está onde o quiseram colocar e ele exprime-se como quer. Quem ganhou e quem perdeu?
    Agora pergunto-me, Castro: não teria sido melhor que aquele bluf de merda do Otelo se tivesse comportado como devia ser no 25 de Novembro e tivesse deixado o país ir para o confronto, a coisa não iria durar mais de dois ou três dias e tudo se clarificaria, ou caía para um
    lado, ou caia para o outro, metade de nós não estaria para aqui a insultar-se uns aos outros.
    Com relação à boina, à militância comunista e a Africa, onde estavas ou de que lado estavas quando a tua paixão da faculdade, a Sita Valles foi morta em Angola?
    Nada pudeste fazer?
    Choramos agora como mulheres aquilo que não fomos capazes de defender como homens?
    Pois choramos, é esta a triste sina do português, de há umas largas décadas para cá. Torná-mo-nos num povo velhaco e cobarde …
    Má sina, triste fado. Rei ímpio, povo ímpio …

  87. Lá está você a desconversar, não foi nada como você diz, eu já cá estava quando você chegou, você é que veio meter conversa comigo, e não ao contrário.
    Não tente destorçer os factos porque está tudo escrito e registado.
    Já o informei que a minha presença aqui se prende com a curiosidade de saber as motivações das pessoas, por isso indaguei das suas motivações, não puxei nada para aqui, voce é que tenta puxar, você forneceu as explicações, ou se assim quizer, confirmou os seus escritos nos vários blogs que mantém, quando ao resto, eu digo o que entendo e me apetece, e ninguém e muito menos você, tem nada com isso, quem quizer, aceita, quem não quizer, rejeita, ou você acusa os outros de inquisidores para cima, e quer controlar o que eu penso e escrevo ?

  88. Esta é a melhor da noite!!!!
    Vê só, as lágrimas brotam-me dos olhos em catarata!
    Quando eu aqui cheguei esta barafunda já aqui morava e eu tinha apenas o propósito de tirar a máscara ao cegueta porque não gosto de basófias nem de lérias. E cheguei aqui a tentar elevar o nível para que fosse possível entender a razão de cada um.
    Sou assim, parvo.
    Leste por aí umas coisas e vens contar a minha história em Angola. Que sabes tu disso? Não estava em Angola quando a Sita Valles morreu. Quase me atrevo a dizer que, se eu ainda estivesse em Angola, ela não morreria, porque a pretensa revolta do Nito Alves teria abortado na raiz. Vocês contam histórias muito engraçadas sobre isso. A história da Sita Valles interessa-vos apenas para atirarem à cara do actual regime angolana um episódio vergonhoso.
    Quando eu saí de Angola em Agosto de 1975, o panorama era este: O José Eduardo dos Santos comandava as hostes do gabinete anti Neto. O Nito Alves comandava o esquadrão terrorista do Neto. O Lúcio Lara conspirava na terra de ninguém, alçando a bandeira branca. Mas os retornados tornaram-se simpatizantes da Sita Valles e do Nito Alves. Essa é boa!
    É um mistério o que virou o Neto contra o Nito, mas é preciso ter em conta que já tinham arrumado com o Chipenda.
    Mas o que interessa aos retornados revanchistas a sorte da Sita Valles? Inesperado afecto. Se pudessem tinham-a matado eles.
    E vens tu com o 25 de Novembro, o Otelo, e esse rosário todo. Os fachos deliram sempre com sangue execuções, adoram discussões de varinas, conversa fiada. Nunca entendi a razão porque homens tão inteligentes investem tanto a delirar que resolvem as coisas com os pés à biqueirada.
    Essa é uma conversa da treta, com toda a franqueza, pimpanolas. É mesmo conversa de quem fala do que não sabe.
    A seguir, vens aqui chamar selvagens à rapaziada do estado islâmico.
    Vocês não se enxergam.
    Ai… pimpanolas… já nem sei o que te diga… Sensibilizaste-me.

  89. Deixa-me já agora perguntar-te uma coisa, pimpanolas.
    Vocês os três, tu, o cegueta e o básico, um juiz, um diplomata e um general, têm tudo para fazer um ráiche.
    O que vos falta, campeões?
    A base operária ou os soldados?

  90. E dá ao teu amigo básico um recado, da minha parte.
    Quando um soldado entende o que é a guerra, se a tanto lhe chegar o engenho e a arte, deve retirar-se mantendo o corpo vigoroso numa mente sã. É deplorável chegar a ver um general ao estado de cavaco, uma mete enferma num corpo obsceno.
    E deve deixar a guerra para os juizes que a sabem fazer melhor, com melhor máscara de legitimidade. Ou para os ”diplomatas”.

  91. ai tinhas propósitos de corrigir o cegueta?
    Então és um inquisidor que gosta de conformidade e unidade de pensamento. Não és pela diversidade de opinião e pela liberdade de expressão ???
    Tentaste elevar o nível?
    Vê-se!
    Insinuaste que o homem era este e aquele e andaste para aqui a fazer figura de palhaço. Ou entendes que foi apenas figura de pândego.
    Pelo meio foram chamados ao palco o presidente do sindicato Mouraz, depois já não era ele, foi engano, era o Ventinhas, depois era o Ventolas, depois o isto e o aquilo, agora é Gamito.
    Mas isso é elevar o nível ???
    Se queres expôr o teu caso judicial, fá-lo aberta e tão sucintamente quanto possível.
    Estar com essa treta, ” Eu explico, mas uma nota prévia, o Januário, que é primo do Alcides … e depois blá-blá-blá, ” e de factos e substância, pouco ou quase nada, ora bolas …
    Deixe-se de brincadeiras !
    Vale o mesmo em relação aos comentários: falta de tino, objectividade, concisão.
    Eu por exemplo, já fui o Henrique, o Henrique Hoenzollern ou o caralho que o valha. Depois fui o qualquer coisa. Depois fui o cegueta. Depois, se não fosse, era como se fosse. Era cegueta provisoriamente.
    O que sei eu da Sita Vales?
    O que está exposto na NET.
    E na NET tu dizes num dos teus blogs, que era a tua grande paixão da faculdade.
    Retornados revanchistas?
    Que tenho eu a ver com essa merda ?
    Não sou nem nunca fui retornado .
    Considero que foram cobardes. Tinham muitas armas e apoio externo para se defenderem.
    Sangue, execuções, guerra civil ?
    Ó homem, até pareces um pacifista.
    O pacifista Nunes, o fanfarrão que vinha para aqui ameaçar tudo e todos com patéticas intimidações.
    Mas tu não te enxergas?
    Não te trates, não.

  92. Ó Castro, disseste que eu era tanso e juiz.
    Foi sem maldade, concedo :)
    Juiz não sou, nem quereria ser. Não sou muito de entrar na minúcia dos artigos e dos artiguelhos, aqueles catrapázios volumosos e massudos.
    Mas vê tu isto.
    Por exemplo, aquele que te acusa, o Oliveira Crosta, sabe-se que fez mil e uma tropelias e espatifou um banco. O desastre sobrou para o País, isto é, para todos os Portugueses, pagarem.
    Como sabes, agora é preciso investigar uma por uma todas as maroscas, e enquadrá-las, também uma por uma, na lei, portanto cometeu este, aquele e aqueloutro crime, a que correpondem esta, aquela e aqueloutra pena.
    E isso aí não é tarefa tão simples como se julga, pois que, o crime de colarinho branco de alta sofisticação, involve encobrimento de pistas, usando para o efeito, off-shores, triangulações de dinheiro, firmas fictícias, eu sei lá.
    Acresce que os magistrados, pouco ou quase nada sabem de economia.
    É certo que podiam recorrer a peritos externos, mas o Ministério da Justiça tinha que pagar.
    Agora têm a ajuda dos funcionários da AT, economistas e alguns até, auditores.
    Existe pessoal competente e com brio profissional na AT e na Inspecção Geral de Finanças.
    Têm acesso aos meios informáticos, as tais passwords. Os magistrados não têm, e nunca terão enquanto houver uma maioria de deputados a quem isso não convenha.
    Portanto imagina tú a trabalhadeira que isso dá e o risco de não se apanhar senão uma infima parcela das tramóias do Crosta e respectivos comparsas.
    Ora, pergunto eu, não seria melhor, e uma coisa mais rápida, uma coisa assim do género, cometeu uma série de tropelias e atropelos que conduziram à falência de um banco, a que corresponde a pena de X.
    Pois não é já isso que é sabido por todos ?
    Porquê um SIMPLEX, que serve, nomeadamente para um advogado manhoso, criar num mero par de horas uma empresa fictícia num off-shore, e um COMPLICADEX, para um magistrado tentar desenrolar a marosca?
    Por isso que eu disse algures, e parece que ninguém compreendeu, ou se compreendeu, aceitou mal, – podem ser algum dos advogados que andam por aqui, – que Portugal, é um paraíso para a advocacia e um inferno para os juizes.
    Ora tu vias-te livre mais depressa da Geslusa.
    Estive a pesquisar no Google.
    Existe alguma coisa.
    Num site, chamado Racius, para ver os documentos, é preciso pagar.
    Mas existem em dois outros sites, um do BCP, outro do BPN, ficheiros PDF, com informação.
    A Geslusa é do Oliveira e Costa.
    Dedica-se, ou alegadamente, dedicava-se ao Ramo Imobiliário, porque cessou a actividade em Julho deste ano.
    Dedicava-se ao ramo imobiliário e comprava colecções de arte :)
    Mudou de nome três vezes.
    Uma sociedade por quotas com o capital social de 50 mil euros :)
    E sem nenhum empregado ao dispôr :)
    É mais uma das quarenta ou cinquenta empresas em que figura Oliveira Crosta, como presidente.
    Mas isto é pior que um cartel de M E R D E L I M !!!

  93. No meu último post, exprimi-me como Simplício Simplório
    Mas também já me exprimi como Francisco Zebedeu Sanguessuga e Rolando Caio da Rocha.
    E mais recentemente, como, Está é a primeira vez que estou cá, desde a última vez que cá vim.
    Dei-me bem.
    Tivesse eu postado como pimpaumpum e muita gente me teria caído em cima.
    A hermenêutica nada detectou.

    Castro, passemos à acusação de tanso.

    Serei.
    Andei na poupança e agora pago juros de IRS a 28 %.
    Chama-se a isso, chulisse estadual.
    Fui burro. Tivesse andado eu na gastança, sem meios monetários próprios, comprando a crédito e em prestações e agora teria todos os itens possíveis e imaginários.
    Claro que os bancos ficaram a ver navios, imparidades, mas o Estado arranja sempre meio de remendar. Vai buscar a quem tem.
    Aliás e com relação a essa coisa do risco sistémico e da corrida aos bancos, eu acho que mais depressa correrá o Passos Coelho aos bancos para roubar o nosso dinheiro, do que os depositantes, para o levantarem.
    Está-se sempre a aprender.

    Ainda no tema e com relação a ser tanso.
    É curioso que algumas pessoas me acusavam disso, quando eu, por mera vontade de ajudar, e a título gratuito, preenchia declarações de IRS, e redigia reclamações graciosas, bem fundamentadas e em articulado.
    Diziam-me, és burro, estás a trabalhar de borla, se eles fossem a uma agência de contribuintes, pagavam.
    Adiante.

    E também me acusavam de burro, quando eu enfrentava a hierarquia, para defender a legalidade e os contribuintes.
    Dizia-me o Subdirector-Tributário, um seminarista de Chaves : você está aqui para defender o Fisco ou os contribuintes ? E eu respondia, estou para defender a legalidade e o contribuinte, no caso em apreço, tem razão. Respondia o projecto de padre, tem razão mas não lha damos. Que meta um advogado e que vá para o tribunal. Retorquia eu, mas para isso tem que contratar um advogado para lhe fazer a impugnação judicial e isso custa dinheiro. Não interessa, dizia o mandão. Ah e outra coisa, os processos que tiverem recomendações da Provedoria da Justiça, não leia, isso das recomendações da PdJ não é para ler.
    Mas eu lia :)
    Quando era dos Recursos Hierárquicos é que era giro .
    O contribuinte recorria de uma reclamação indeferida numa repartição de finanças e o caso era por exemplo, o contribuinte não tinha sido notificado no devido tempo, de que tinha imposto a pagar. Depois, só tomava conhecimento da dívida, quando está já estava em cobrança coerciva, ou seja, já devia o imposto, mais os juros de mora e as custas.
    Eu ia ver o processo de reclamação graciosa, objecto do recurso, e estava lá dentro a carta que tinha dentro a documentação para pagar o imposto, fechada, e com uma anotação do carteiro, a morada não existe.
    Portanto, a carta não tinha sido entregue ao destinatário, e tinha sido devolvida à procedência. Logo, o contribuinte não tinha sido devidamente notificado, e tinha razão. Só devia o imposto, e os juros de mora e as custas, eram para anular.
    A informação da repartição de finanças dizia que, a regra é, carta enviada ou carta expedida, é carta recebida. E que, fosse como fosse, a culpa era do carteiro, não era da administração fiscal, que tinha feito o que lhe competia. Portanto, o contribuinte, que se fosse queixar do carteiro, aos CTT.
    E eu pacientemente lá argumentava que não, não era assim, carta enviada não significa forçosamente carta recebida, e que a prova de que não tinha sido recebida, estava dentro do processo, a carta estava lá devolvida e por abrir. Portanto não tinha sido notificado. Logo, só tinha que pagar o imposto, mais nada :)
    Dizia-me o chefão, sabe, você dá razão aos contribuintes e depois os colegas da repartição ficam chateados.
    E a partir de certa altura, quando fosse o caso, passou a retirar a carta devolvida de dentro do processo, antes de me distribuir o recurso hierarquico com o processo de reclamação graciosa apenso.
    Eu alertei aqui e em certa ocasião, para o facto de que, quem deveriam temer, era a administração, e não o juiz do tribunal tributário, que, na maioria dos casos, defendia o contribuinte contra a prepotência da Administração.
    Ninguém ligou nada. Os interesses são outros.
    Claro que a partir de certa altura entrei em choque com o chefão. Cometí a maior imprudência que um funcionário público, pode cometer, e que é, afrontar a hierarquia.
    Só traz chatisse.
    Mas eu não me arrependí.
    Aposentei-me e nunca mais lá puz os pés.
    Coisinha que os pariu.
    Estou de consciência tranquila. Há tansos como eu, assim. De consciência tranquila.
    Desculpe Castro, se o aborreci, e desculpem, se aborrecí alguém.

  94. foste buscar uma Valclaração de 2008 que sustenta completamente a frase que querias desilustrar, Basico. boa! é que está excelente mesmo. :-)

  95. Pimpampolas. Desculpa tratar-te por pimpampolas, mas não me dás outro nome.
    Estás sem dúvida em vantagem, embora aparente, mas aqui as aparências iludem. Obviamente, sem cara, é fácil andar de consciência limpa. A consciência limpa é a tua cara.
    Nota uma coisa. Hoje é Sábado. Tu estás de folga, a julgar pela escrita, mas eu tenho que fazer umas coisitas.
    Agradeço que tenhas vindo de novo falar do meu ”caso pessoal”, que tanto maçava os circunstantes, e me desafiares para desenvolvimentos, que são uma chatice, mas que agora são oportunos. Só que agora tenho que libertar espaço, para dar lugar ao teu ”caso pessoal”.
    Colocas questões cruciais para eu poder desenvolver este tema. Porque é que os gajos que querem simplequesses andam sempre de cara tapada, como os gajos do estado islâmico e os do clucluquessequelan?
    Eu venho aqui explicar-te durante o dia porque é que o Oliveira e Costa, do meu ponto de vista, está no pé do senhor magistrado e do senhor inspector da polícia.
    Já me estragaste o Sábado, artolas.
    Cá para mim as culpas desta merda toda são do carteiro.

  96. O olinda, tu és um bocado limitada, vou usar exemplos mais básicos, que talvez estejam a altura do teu qi, para ver se entendes.

    Exemplo 1 – “Pode ser que, por falta de provas, o tribunal o venha a considerar inocente na morte da mulher, mas conhecendo como a tratava, eu não tenho dúvidas que ele é um assassino.”

    De acordo com a lógica do val, e mesmo que ninguém venha a ser condenado no processo, estamos perante uma pessoa razoável, de bom carácter e ética.

    Exemplo 2 – “o ministro foi considerado culpado de peculato pelo tribunal após uma apurada investigação. Na televisão ele próprio confirmou que contratou o irmão do amigo por um valor exorbitante e sem concurso público. Mesmo que por alguma razão técnica o recurso seja considerado procedente, não ficam dúvidas que os padrões morais e éticos do ministro são no mínimo questionáveis e, como tal, não tem as qualidades necessária para servir os portugueses.”

    De acordo com o val, a pessoa acima, que faz estes julgamentos morais sobre a actividade dum político, é um pulha da pior espécie.

    Enfim, técnicas de argumentação e de spin que conseguem enganar gente limitada, como tu.

  97. Para a minha última resposta, tentei usar o nick Pimpampocas.
    Mas o administrador não autorizou e ela saíu com o meu nome verdadeiro.
    Nem todos podem usar uma cara limpa para limpar a consciência.
    Então, Senhor Valupi?

  98. trocadilhos do trocadalho.

    Sem cara?
    Queres dizer, que eu deia a cara?
    Expôr-me publicamente, em foto?
    Para quê?
    Isso faz alguma diferença?
    Não chega o que eu escrevo?
    Tenho cara e tenho consciência.
    São coisas distintas. A cara ocupa espaço. A consciência não. Aquela pertence ao espaço. Esta percorre o tempo. Pertence à dimensão tempo. E com o tempo (idade) que já tenho, posso fazer belas viagens ao passado. A cara é que já não é a mesma. Tem mais rugas.
    Eu não te fiz nenhum apelo para que viesses desenvolver mais o teu caso pessoal. Mas se o quizeres fazer, estejas à vontade. Agora que fique claro, eu não forcei nada. O livre arbítrio é teu.
    Também vais falar do meu caso pessoal?
    Que sabes de mim?
    Vais deitar as cartas do tarot? :)
    Método do pêndulo (radiestesia)?
    Isso é só para metais e talvez, veios de água.
    Então agora simplificação legislativa tem a ver com a disneylandia islâmica? E com o ku-klux-clan? Já só faltava essa?
    Essa dos sapatos não entendí mas deve signifcar alguma coisa.
    O carteiro? Deixa o homem em paz.
    Tinha que terminar em gozação, como diz o brasileiro. E porque não culpa do teclado?

    PS : ainda não dormí. Fiz uma directa. Vou almoçar e de tarde vou dormir. Significa que só volto lá pra noite. Tarde e a más horas.

  99. Ora pimpampocas, vai brincar com o caralho!
    Queres brincadeira. Queres corda.
    Lá diz o ditado, quem com canalha se deita, acorda todo mijado.
    Inteiramente culpa minha !
    Continua assim que vais longe vais .

  100. Ora foda-se vem uma pessoa aqui abrir-se e pensando que está a falar com uma pessoa de boa-fé e o traiçoeiro e impostor na primeira oportunidade revela-se aquilo que é. E por cima, ainda chama pulha aos outros.
    Brincadeiras de garotelhos.
    Enfim …

  101. obrigado ò Crasto, poupei uma consulta ao psiquiatra.
    agora vou ressonar no divã, depois almoço e volto para mais conversas destas que me estimulam o intelecto.

  102. é uma competição de escarretas, ganha quem cuspir mais longe. dá cumprimentos ò brochista e aproveita para ires ao cemitério pôr flores na campa do cão que morreu para poupar no veterinário e gastar no orçamento de estado com investigação pública.

  103. Serena pimpampolas, preciso de método para te responder. Estou a fazer um exercício para memória futura para desmascarar a hipocrisia que se instalou na guerrilha partidária por via da manipulação da justiça. E garanto-te que ainda vou ao meu ”caso pessoal”, que não é pessoal, porque, numa República, na justiça não há casos pessoais.
    Vamos aos simplices, plural de simplex.
    Li o que o básico escreveu, mas, por ora, vou responder ao Pimpanolas. Noto só que o sorriso sarcástico me arrepanhou os lábios. Um general a falar de QI em prol e abono da justiça. QI. Subitamente veio-me à ideia o Vasco Lourenço e o Jaime Neves. Veio-me à ideia o 25 de Abril, o estado maior dos trucidários da guerra colonial a libertarem os escravos coloniais, não fosse o caso de eles se libertarem a si próprios. Enfim… outras histórias de consciências em paz.
    Mas vamos aos simplices.
    Qualquer juiz tem duas caras, uma pública que se apresenta no tribunal e redige e subscreve as sentenças e outra privada, tapada, que, em casa, ou no retiro do gabinete, deambula através dos mais tenebrosos recônditos da consciência. A cara pública tem que respeitar a lei, está vinculada a juras e à servidão. A cara privada debate-se com a consciência, por vezes não resistirá à tentação de cogitar: ”com um simplex eu resolvia isto com uma penada”. Por vezes odiará a lei, que lhe tolhe a mão para alcançar a espada. Odiará o réu, o legislador, o carteiro que não entregou a notificação, ou o recepcionista que desviou a carta.
    Então, durante essas negras noites, o juiz sente ganas de ser polícia e poder recorrer a tudo o que se conta acerca dos polícias e das suas caras tapadas, da tortura, mais ou menos dissimulada, da forja de provas e da omissão de outras, coisa e tal, sabemos bem do que falamos.
    A justiça é isto, um permanente contencioso entre caras tapadas e consciências limpas de cara ao léu.
    Entre as caras tapadas e as consciências limpas de cara ao léu, um puxa a lei para aqui, outro para acolá. Ninguém pode é, visivelmente, violá-la na letra. Mas a lei também tem duas caras, uma é a letra, que tem a virtude de dar a razão a gregos e a troianos, é uma questão de interpretação ou de estatuto hermenêutico. Outra é o espírito e o propósito. A lei tem um propósito, ou teve quando foi escrutinada, mas quando chega ao tribunal de cara descoberta, a lei traz já agarrados à pele os propósitos das partes, que são, naturalmente, uns mais legítimos do que outros, depende de quem os tem.
    Por detrás de tudo isto, jaz em caixão de cristal e mortalha de cetim, a cegueira da justiça e da lei.
    Só não admite isto quem é hipócrita.
    Ninguém foi obrigado ou compelido a ser juiz. A jurar o respeito pela lei e pelo espírito que devia estar antes da letra.
    Parece que ninguém, nesta pós moderna sociedade de simplices, ter dado o devido significado a que o Presidente da Associação Portuguesa de Juizes tivesse feito, publicamente, a independência dos juízes depender do estatuto salarial. Em Reguengos de Monsaraz existe um fresco que devia ser reproduzido em todas as salas de audiência. Mas sobretudo em casa dos juízes, onde se trava a guerra sem quartel da consciência.
    Vamos lá a ver. Quem jurou servir a justiça, quem é funcionário da República, quem está vinculado à higiene da consciência? O juiz ou o réu?
    Tudo isto, Pimpampolas, continua a ser uma grande hipocrisia porque é um simplex, foi reduzido a um simplex.
    Mas o que é ainda maior hipocrisia é a do juiz que está vinculado a respeitar e defender a lei quando anda de consciência ao léu e por isso foi investido num estatuto e correspondentes benefícios e benesses, vir a público de cara tapada exibir os seus conflitos de consciência e a sua má consciência e requerer mais poder do que o que lhe foi conferido para requerer simplices em nome dos outros. Quais? Os da mão direita ou os da mão esquerda?
    Simplex era a minha avó, que dizia sempre e Sua Majestade que Deus tinha: ”Era um homem muito bem apessoado.”

  104. Raio! Agora o Valupi é que decide se eu apareço como Pimpampocas ou como Manel, de cara tapada ou de cara ao léu.
    Conserte lá isso, Senhor Valupi!

  105. Basico, ó triste, andaste horas e horas (não trabalhas, pois não?) a vasculhar o Aspirina para voltares com um comentário meu onde afirmo – à prova de estúpidos – a presunção de inocência de Cavaco. Ca bronco que tu és.

    Enfim, a tua pulhice está demasiado entranhada para sair com os sucessivos baldes de racionalidade que vais levando pela tola abaixo.

  106. Sempre que perdes a razão, trocas o sapatinho de veludo pela chinela e sais-te com basófias de cara tapada.
    Mas já descobriste uma nesga da tua cara. E sendo assim, vou pegar na tua história e fazer um exercício simplex à básico ou à Rosário Teixeira.
    ”Huummm…
    Temos aqui um caso simplex.
    Um funcionário da autoridade tributária que preenche as declarações de IRS e de IRC para os contribuintes, graciosamente, claro.
    Conhece a lei e as manhas da letra e ainda controla as decisões. Está na máquina.
    Mas o chefe é um simplex. Estilo básico. E pensa no seu gabinete: aqui há marosca.
    Vamos colocar as peças no tabuleiro e resolver o puzzle.
    Andou na popança e tem umas ”lecas” a pagarem 28% de IRS. Será que também preencheu o IRS dele?
    Vamos aplicar um simplex a isto.
    Está tudo visto.
    O Pimpanolas pede então a reforma, vive a expensas das popanças e vem apregoar a aplicação do simplex aos outros.
    De cara tapada, como qualquer juiz se quiser apregoar o simplex.
    Então? Isto não é um simplex?

  107. Senhor General Básico.

    Vou fazer-lhe uma pergunta simplex.
    Já alguma vez sentiu medo?
    Estou em contencioso com a minha consciência sã, sentada do ado direito, e com a minha consciência atormentada, sentada do lado esquerdo. E suspeito de que o Senhor General, por vezes, poucas porventura, sentiu medo da sua guerra.
    Eu ainda hoje salto para o chão atrás da panela da sopa, quando ela cai do fogão e se derrama nos meus pés.
    Sentiu medo com certeza. Sentiu medo da sua guerra.
    Mas a pergunta não é essa. Se sentiu medo.
    A pergunta é esta:
    Alguma vez exibiu medo na parada, com a cara ao léu e fardado?

  108. O val, tu não fazes nada disso, tu antecipaste um futuro julgamento criminal – que nunca veio a acontecer – com um julgamento moral completamente sem base : “podemos falar de aspectos sociológicos e culturais. Nesse sentido, o cavaquismo é uma escola de corrupção. ”

    Já sobre o anterior governo, onde se verificou uma total bancarrota moral, cultural e financeira , cumulada por julgamentos criminais proferidos em primeira instância sob alguns dos seus mais importantes e visíveis rostos, aí nao, aí não se pode falar de escolas de corrupção, quem faz isso são os pulhas.

    Brother please…

  109. Senhor General!
    Do que estamos a falar é, nada mais, nada menos, de uma justiça em rotatividade.
    Ora agora acuso eu, ora agora acusas tu. Ora agora suspeito eu, ora agora suspeitas tu.
    É porque a justiça é rotativa que os processos prescrevem com as legislaturas.
    O que ainda não tinha acontecido era prender um potencial candidato durante uma legislatura, para condicionar a seguinte e decorrente. Mas essa é outra história. Para o caso, o que interessa é como nos havemos de livrar de uma justiça rotaiva.
    Mais uma volta, mais uma viajem!
    O Senhor General recorda-se da guerra do Solnado?
    Hoje ataco eu, amanhã atacas tu, depois de amanhã almoçamos no arame farpado.
    Poder-se-ia falar de uma justiça em manobras, ao estilo Jade Helm, o Texas contra a União.

  110. parece-me que os chafurdas trabalham por turnos, o pimpocas faz as madrugadas, o burro do caralho as tardes e o amigo do brochista as noites.

  111. E vem este bandalho dizer que veio para aqui para levantar o nível !!!
    E comporta-se como um catraio e um bêbado.
    És um bronco e um escroque !
    Entendo agora que a tal D. Débora te tenha empatado e despachado, topou-te logo a pinta, que não é difícil, o mesmo deve ter sucedido ao Rosário, tás bem fodido tás, então já vai em dois processos…
    E agora vem acompanhado do escroque mor, o escarro parasita, Ignatz, eleito pelo PS, filho da
    puta, mamão parasita, vai trabalhar garoteco, monte de merda, cobarde, javardo, porque não dizes na cara dos visados aquilo que lhes chamas aqui, cobardemente, no anonimato?
    Estranha mas conveniente aliança esta, entre um comuna frustado e um falhado, e um xuxa parasita.
    Aviso-te Castro!
    Não ouses, nem por imbecil brincadeira, colocar em causa a minha idoneidade profissional !
    Patife, escroque, espero bem que para teu benefício, se não venha a apurar que és um impostor do pior coturno e que urdiste toda uma teia e um enredo de falsidades, digno de ombrear com os esquemas de intrujice do capitão Roby!
    Ó Básico, mande-os foder, então você está a perder o seu tempo com estes javardos ???
    Ainda não tirou a pinta ao senhorio do sinistro morgadio ???
    Filhos da puta !

  112. Como digo, perdes a razão e vens de chinela.
    Ponho em causa a tua dignidade profissional!
    Mais digo que, se tivesses dignidade profissional, ao fazeres esse aviso, mostravas a cara!
    O resto, filho, são basófias!
    E para basófias, filho, nos bastam os generais e juízes.
    Advirto-te de duas coisas.
    Estou mais seguro aqui como cidadão e identificado, com a cara ao léu, do que tu com a cara tapada.
    O Rosário vai também responder pelo que tu andas a dizer. E pelo que a Débora Carvalho diz.
    Ou será que a Débora Carvalho, o Azenha, a Felícia, o Saraiva, o Cabrita são as caras tapadas do Rosário?
    Tem calma, pimpamolas, isto vai a trote mas vai chegar aonde eu me propus que chegasse.
    Mal vai a nossa República quando os generais e juizes têm que andar de cara tapada.

  113. ”Como digo, perdes a razão e vens de chinela.
    Ponho em causa a tua dignidade profissional!
    Mais digo que, se tivesses dignidade profissional, ao fazeres esse aviso, mostravas a cara!
    O resto, filho, são basófias!
    E para basófias, filho, nos bastam os generais e juízes.
    Advirto-te de duas coisas.
    Estou mais seguro aqui como cidadão e identificado, com a cara ao léu, do que tu com a cara tapada.
    O Rosário vai também responder pelo que tu andas a dizer. E pelo que a Débora Carvalho diz.
    Ou será que a Débora Carvalho, o Azenha, a Felícia, o Saraiva, o Cabrita são as caras tapadas do Rosário?
    Tem calma, pimpamolas, isto vai a trote mas vai chegar aonde eu me propus que chegasse.
    Mal vai a nossa República quando os generais e juizes têm que andar de cara tapada.”
    Desculpem, o Valupi anda a torpedear isto.
    Eu quero o meu nome aqui em abono do que escrevo.

  114. eizío ou lebuálá, como diz o françiú básicú, depois de 1 palhinhas de tintol com a mona ao sol, vens práki vociferar impropérios e arrotar basófias. não te esqueças do comprido debaixo da língua, porque eu não chamo o inem e se chama-se o resultado era o mesmo, agora chegam quando o gajo já atou a bota. o macedo diz que é gestão de recursos e que não pode ter uma ambulância para cada português, isso era no tempo do despesismo daquele que foi preso por indícios de almoçar fora.

  115. as figuras que um reformado do fisco faz depois de se embebedar e ainda por cima a pensão do gajo sai dos meus impostos, fora os ordenados duma vida para se andar a coçar na repartição. imagino o que os contribuintes não sofreram com esta casta cada vez que eram atendidos por este barril de zurrapa.

  116. Boa, pimpanolas!
    É isso mesmo um general, depois de tudo, manda os mortos enterrarem os mortos.
    E conforme seja mais hábil e afoito a mandar os mortos enterrarem os mortos, assim receberá o triunfo e colherá o seu quinhão ou dízima nos despojos.
    Os juizes aprenderam com os generais. Ou vice versa.

  117. E o que vale é que isto é tudo gente educada, com boa (ou má frequência acadêmica) e de boas famílias (provavelmente não, como é apanágio, em regra, dos comunistas ou socialistas, teorias políticas que só se vendem a invejosos de mau berço e a candidatos a alpinismo social).

    Ele é vê-los, como ao 44, a vestir, ou a ambicionar vestir, os melhores trapos.

    Ele é vê-los, como ao 44, com carro alemão, de preferência, a expensas do erario público.

    O problema é quando os chateiam na internet, estala o verniz e fica a mostra a denominação de origem demarcada, en français, “région démarquée de là fine fleur du bas-fond”

  118. AMADOS ( RESSALVANDO OS ESCARROS, ESCARRALHOS, PASPALHOS PASTO PORCARIA PRUNES E TODAS AS SUAS DERIVATIVAS ORDINÁRIAS)

    VEDE, O GAJO QUE ME CHAMA CEGUETA, DIZ ASSIM:

    Primeiro esclarecimento ao cegueta.

    Acordão do Tribunal da Relação de Lisboa

    ESQUECESTE-TE DE POR ALGO MAIS, PÁ. OUVE, JÁ AGORA: processo n.º 847/07.7TDLSB /5957/2007-3. ENTÃO PÁ, TU DÁS PALESTRAS, FAZES INTERPRETAÇÕES, TENS QUE SER MAIS…COMPLETO, NUM É? LOL.

    ‘’(…)

    III – DISPOSITIVO
    Face ao exposto, acordam os juízes da 3ª secção deste Tribunal da Relação em conceder provimento ao recurso interposto pela “LISBOAGÁS GDL – Sociedade Distribuidora de Gás Natural de Lisboa, S.A.”, revogando o despacho recorrido e admitindo a requerente a intervir nos autos como assistente também no que respeita ao crime p. e p. no artigo 360º do Código Penal.
    Sem custas.

    Lisboa, 18 de Julho de 2007
    (Carlos Rodrigues de Almeida)
    (Horácio Telo Lucas)
    (Pedro Mourão)”

    EU PERGUNTEI-TE BEM COMO AOS ILUMINADOS – QUE SE CALARAM – QUE TUDO DIZEM SABER -, O QUE É O TRÂNSITO EM JULGADO DE UMA SENTENÇA, ACÓRDÃO E DECISÃO SUMÁRIA. (E O QUE É A «PROVISÃO DO RECURSO»).

    O HERMENEUTA VEIO DESPEJAR NOVAMENTE O SEU DESACERTO E – PASME-SE – ALVITROU MAIS LÉRIAS ( AI, QUEM É QUE É O LÉRIAS, QUEM É, QUEM É? E VEIO A CORRIGIR COM «PROVISÃO DO RECURSO».
    CONVIDADO A EXPLANAR UM POUCO SOBRE A SABEDORIA (not) DAS SUAS «HERMENEUTICES», O PASTO PRUNES VEIO AGORA COM A REPRODUÇÃO DO DISPOSITIVO DE UM ACÓRDÃO.

    NÃO SEI PORQUE O FAZ, A NÃO SER QUE O FAÇA PORQUE ESTÁ METIDO EM BRÓCULOS ATÉ AO PESCOÇO, NITIDAMENTE FRUSTRADO E TRAUMATIZADO E OBCECADO COM O SEU ALEGADO PROCESSO. Ó GAJO, OUVE – ATÉ PODIAS TER UM PEDACINHO DE SORTE, SE FOSSES MAIS HUMILDE E EDUCADO, PORÉM, ÉS UM ORDINÁRIO SEM MEDIDAS, COBARDE. O ÚNICO PRÉSTIMO QUE TENS TRAZIDO ATÉ AQUI É O FACTO DE SERES UM HERMENEUTA DE TI PRÓPRIO.
    TU INTERPRETAS-TE E DÁS A CONHECER AQUILO QUE ÉS – UM SACO CHEIO DE VENTO QUE QUER SER FURACÃO,MAS NÃO PASSA DAÍ. FALAS MUITO EM PARTIR NÃO SEI O QUÊ AOS OUTROS – MAS É ALGO QUE DEVES TER NESSA TESTA PEQUENA ( SIM É PEQUENA, PORQUE DE INTELIGENTE NADA REVELAS), E POR SER PEQUENA, AS HASTES FORÇAM A TUA CABEÇA A PENDER E DAÍ O TEU PESO DE ANIMAL ARRASTADO.
    QUANTO AO DISPOSITIVO QUE ATIRAS – E PORQUÊ? – SE FOSSES MAIS ATENTO E INTELIGENTE, VERIAS QUE A RESPOSTA AO QUE TE TENHO PERGUNTADO – NA PARTE ADJETIVA – ESTÁ ESCARRAPACHADA NO PEQUENO TRECHO QUE TRANSCREVES ( NESTA ALTURA CONHEÇO O ACÓRDÃO, E FÁCIL É CHEGAR A QUEM TU, DE FACTO, ÉS, E TENHO PENA DE TI, PORQUE PODIA PROCESSAR-TE EM SEDE PENAL POR TODAS AS INVETIVAS QUE AQUI ME TENS DIRIGIDO BEM COMO A OUTRAS FIGURAS PÚBLICAS, ATRAVÉS DE UM MEIO DE DIFUSÃO VASTO), MAS TU, QUE ÉS UM PATETA CHEIO DE SOLTURA RALA, EMBRIAGADO PELA SUA FRUSTRAÇÃO, NADA VÊS. E CHAMAS – ME CEGUETA? E TU ÉS O QUÊ? UM ZAROLHO, NO MÍNIMO, MAS UM ZAROLHO MUITO CEGUINHO.
    ISTO PARA TE DIZER QUE O TEU DISPOSITIVO NADA RESPONDE. OUVE, QUERO LÁ SABER SE A POPULAÇÃO QUE ANDA NOS MESMOS BRÓCULOS QUE TU, MENTE E TU PRECISAS DE TE CONSTITUÍR ASSISTENTE NOS AUTOS, PÁ!? HUM? NÃO ÉS HERMENEUTA? Ó PÁ, NAQUELA COISA SÓ ESTÁ EM CAUSA A ADMISSÃO DO ASSISTENTE E A NATUREZA JURÍDICA DO QUE A LEI PROTEGE, PÁ. SO WHAT? TU PENSAS QUE O MP ENFEITA SÓ OS TRIBUNAIS E QUE PRECISAM DO ASSISTENTE, PÁ? ÉS ASSISTENTE AND? SUBORDINAS-TE AO MP, PÁ! CAPISCE?
    JÁ AGORA, CONTA AÍ O QUE É A PROVISÃO DO RECURSO, PÁ? ENROLASTE-O EM COBERTORES?
    E O TRÂNSITO EM JULGADO, O QUE É? O ESCARRO – MOR VEIO LOGO DIZER QUE «É QUANDO NÃO HÁ RECURSOS»…POIS, ATÉ É CAPAZ DE SER. A QUESTÃO É QUE O BÁSICO SÓ PRETENDEU DIZER QUE O TRÂNSITO NEM SEMPRE OCORRE QUANDO PARECE…POIS.

    ILUMINADOS. CEGUETAS SOIS VÓS. NÃO FALEM DO QUE NÃO SABEM! PARECEIS AS GAJAS NO PÁTIO DAS ESCADAS A FALAR MAL UMAS DAS OUTRAS, CADA QUAL COM SUA IDEIA MOVIDA A DOR DE COTOVELO.

  119. Peço, evidentemente, desculpa pelos maiúsculos carateres utilizados. Deve-se tal à minha profunda vontade de ver alguns coxos inteletualerdas que poisam por aqui notarem o meu conteúdo e seus objetivos.

    Já agora, há uma pequena disposição processual civil que estipula sobre trânsito em julgado, matéria que NÃO é tão fácil como aparenta quando se trata de definir a concreta data em que as decisões ( latu sensu) transitam.
    Nas tabelas da Justiça, surge «Provido« quando se trata de recurso deferido, daí ate se chegar ao PROVIMENTO do recurso é um instante ( inteletual, naturalmente). Há, porém, quem se perca nas suas palestras e «ar e ventos». Um must no anedotário ..

    Continuem os (in) doutos escarros a vociferar as suas ignarices, que «a gente precisamos de nos rirmos).

  120. Biltre !
    Poltrão !
    Eu sou o único que ando de cara destapada, diz o canalha alcoolizado.
    Quando fores dentro e te enfiarem uma manta pela cabeça abaixo e fores enrabado pelo comboio, quero ver se depois vais andar de cara destapada.
    Estupor !
    Cabeça perversa e doentia !!!

  121. BÁSICO, esse é o obejtivo dos COMUNAS e XUXAS, os gajos SIMPLESMENTE querem ter, consumir. Veja os COMUNAS da ex URSS. A propriedade privada ESTAVA ao alcance dos comunas do topo, que tinham praias privadas, carros privados, etc, e tal – era a política do Frei Tomás. Veja o que aconteceu com os «PUTINES».

    O 44 ATREVEU-SE, numa altura em que PORTUGAL já se encolhia com o pesadelo da austeridade, a deixar PUBLICAR o nome dele na montra da loja de Giorgio Armani, em Beverley Hills, CA, como cliente daquele.
    Conheço a loja e os preços! Perante isto, um tipo que diz que não tem mas se move em trilhos de preços altos, eu pergunto: onde está o socialismo desta concreta figura? Que fez esta figura pelo socialismo?
    Encheu o bandulho, está preso, como outros da sua seara e AINDA se sentem OFENDIDOS porque existem MAGISTRADOS que pretendem saber o que se passa, no âmbito do legítimo poder que lhes é concedido enquanto pertencentes a um órgão de soberania.
    Mas estes IGNAROS que se acercam deste espaço não entendem nicks como o meu, o seu, o do PIMPAUMPUM. Não vêm, são básicos e não reconhecem a bomba que sobre eles cai.
    São a cambada que degenerou, e envergonha antepassados ( que se atrevem, pasme-se, a mencionar).

  122. Este gajo que se diz Castro Nunes, diz que se propõe chegar a algum sítio. A sério? Ouve, toma lá um aviso muito simples: queda-te nas palavras. Nota que o anonimato provocador também é suscetível de perseguição penal. De certeza que sabes ler? É que a partir do momento em que publicas dispositivos de acórdãos de instância recursiva identificada, colocas-te em OUTRA posição. Não me obrigues a mostrar unhas, e olha que estas podem aparecer-te pintadas. Sendo o caso, surpreender-te-ás e, garantidamente, comerás do bem e do melhor. Também, poderás, então, distinguir entre cegos, ceguetas, zarolhos, ignaros e outros. Nota que os bancos continuam corridos, bem, nuns casos, há cadeiras com o microfone ao pé. Ele os há, porém, que mesmo com o micro ao lado ou em frente, falam muito baixinho perante as togas e as becas e põem-se em sentido quando assim lho dizem. Claro, está que nessa altura, terás oportunidade de desfiar os carvalhos, os toinos, os gamelas e toda essa malta que tu sempre cantas em jeito de popular coçado.

  123. Cegueta! Compõe-te…
    Só me faltava agora dar um curso de formação profissional a um cegueta.
    Toda a gente sabe o que é provisão de um recurso ou dar ou não dar provisão a um recurso. E toda a gente sabe o que é o trânsito em julgado de uma sentença.
    O trânsito em julgado de uma sentença é o prazo que decorre entre a sua emissão e notificação às partes e o termo dos prazos para as diligências a requerer pelas partes para dela recorrerem.
    Se, terminados os prazos, nenhuma das partes dela recorrer, ela transita em julgado.
    Há sentenças que não admitem recurso, nesses casos, transitam em julgado uma vez notificadas às partes, pendentes apenas de burocracias.
    Bem, mas penso que o que estava em causa era saber se uma sentença tem ou não os seus efeitos suspensos antes do trânsito em julgado. E se, não transitar em julgada porque dela o réu recorreu, o réu se deve considerar condenado ou inocente. E o que me parece que tu não compreendeste porque é simplex foi que, nesse caso, o réu foi declarado culpado numa dada instância de julgamento, mas em sede de recurso permanece a presunção de inocência. Mas isso tu nunca entenderás porque és simplex.
    Mas o que é notável é eu ter-te dito tantas vezes que tu és quem disseste ser, o Toino das Gamelas. E tu continuares aqui como cegueta, com as tuas basófias, sem vergonha.
    A porra vai ser quando caires dos saltos altos que pões debaixo dos pés para os outros te ouvirem.
    Os massacotes estavam bons? Ou foi bife à Portugalia?
    Os meus cumprimentos à Senhora Dona Helena.
    Se vires o outro, parte-lhe o focinho também.

  124. Porra que a família pode ser uma carraça!
    Só pode por ter bebido um copo de gin com o Tonecas, tenho que andar com ele o resto da vida às canelas, a rosnar.
    Vou consultar a lei para saber se os vínculos de afinidade cessam com o óbito.

  125. Ó numbejonada, não perca o seu tempo com essa merda, mande-os foder !!
    Esse tenebroso local está em completa decadência e então agora com o celerado psicopata manipulador a mover os cordelinhos vai entrar em acelerada decomposição, eles vão-se destruir uns aos outros, vai ser um canibalismo desagradável de ver.
    Mande-os pró caralho !!!

  126. “Conheço a loja e os preços!”

    atenção nunes da asae, carcavelos à venda na feira do bijan. topa-se à distância que conheces essas cenas todas que lês lá no blogue do porco da loja e percebes tanto disso que até pões o bijan a vender trapos armani. agora deixas passar uns dias e depois apareces aí de braço dado com o bijan, como fazes com todos os disparates que pões a chocar no ninho dos outros. se vires o brochista, dá-lhe cumprimentos meus.

  127. Sim! Sai daqui cegueta!
    Olha que eu sou canibal!
    És patético, pimpanolas.
    Mas tu não consegues refrear a curiosidade de saberes como vais ser comido.

  128. PASTO PRUNES, tu és um IGNORANTE.

    Podes formar BURROS como tu, mas certamente não formas pessoas como eu. Ó ANIMAL! Desde quando é que o trânsito em julgado é um PRAZO?!
    PROVISÃO? Mas tu continuas com PROVISÃO? do quê? do cheque? Ó ANIMAL! Lê a LEI, seu ANIMAL.
    O que acabas de postar é do MAIS INCONCEBÍVEL POSSÌVEL vindo de um ANIMAL que se diz HERMENEUTA e que estudou na FDL. Entraste lá, para quê? Para ires ao bar? ANIMAL! Posso facilmente chegar a ti, seu ANIMAL! Estás identificado pelo processo acima, seu ANIMAL! IGNORANTE!

    Se fosse a ti, respeitava mais os SALTOS ALTOS, vê lá! A tua bola de cristal está completamente suja. E já te disse a minha altura, ó biltre!

  129. Olha! Eles sabem todos quem são!
    Só eu é que ando aqui na toca do lobo às cegas.
    Rogo-te, pimpanolas, diz-me só o nome do general!
    Pode te sido meu comandante!

  130. pimpampum, pelos vistos o teu forte é levar no olho cu.mas olha que na direita tens concorrência mesmo a nivel elevado…

  131. “… mande-os foder !!”
    “Mande-os pró caralho !!!”

    um reformado do fisco com a mania que manda, quando estava ao serviço obedecia reverencialmente com vénia até aos atacadores do chefe e agora vem para aqui dar ordens. dá cumprimentos ao z3 e aos gajos que te deram a banhada com a legalização do prédio que não levaste ao veterinário para não gastar dinheiro. estes caralhos andaram todos na escola do maçanetas.

  132. Estás a ameaçar-me de diligenciares manobras simplices para retaliares por via do meu processo?
    Por mim, vens de carrinho. Não te chega a tanto o engenho e a arte. Mas guardo para memória futura.
    Como é que um diplomata chega a um processo? Por via de almoços com os magistrados, ou por via do Correio da Manhã?
    Cuidado, cegueta, estás a meter a pata na poça.
    Para me identificares no processo bastava perguntares ao teu pai.

  133. Porra! Consegui reunir os bêbados todos da legião vermelha numa tarde se Sábado na tasca do aspirina!
    É obra! Vou começar a vender bagaço.
    Mantém-te aí pimpampolas que agora é que vou ao teu caso.

  134. O ESCARRO apareceu com a sua bipolar personalidade. Mas há mais ( topados desde início).

    COBARDE PRUNES. DE CARRINHO JÁ ESTÁS TU A ANDAR. A VELOCIDADE CONTRA LEGEM. COMO TAL, O TEU DESFECHO SÓ PODE SER UM – CHOQUE E LESÕES. SEM DIREITO A AIR BAG. COM SEQUELAS – MAIS DO QUE AQUELAS QUE JÁ TENS.
    BÊBADO ÉS TU, E FOCA NISSO – A INCAPACIDADE ACIDENTAL POR VEZES PRODUZ RESULTADOS. PODE SER-TE FAVORÁVEL. ANORMAL.

  135. PASTO PORCARIA PRUNES, OUVE – COMIDO ESTÁS TU A SER AGORA! FALAS DE MAIS, PÁ, DEVIAS OUVIR, LER, PONDERAR, E DEPOIS, ENTÃO, ESCREVER. ÉS CANIBAL? A SÉRIO? MAS DEVES COMER NADA, POIS ESTÁS SEMPRE A FALAR TRAMPA E TRAMPINHAS, PÁ!

    IGNARALHO, TU ÉS UM BOSTA SAÍDO DE DIARREIA PUTREFATA, DAS QUE NEM OS MÉDICOS CONSEGUEM AGUENTAR. UM AUTÊNTICO ESCARRO, DISFORME, QUE LEMBRA OS REMENDOS DE ALCATRÃO FEITOS PELAS CÂMARAS XUXIALISTAS, PORQUE GASTARAM O ERÁRIO EM FLORES PARA O 44 E EM TELEFONEMAS PARA O RECLUSO ATENDER NO ÉBOROSANTUÁRIO.
    VOLTA PARA A SANITA, NÃO TENS QUE TE PREOCUPAR COM O PERCURSO, POIS BASTA PUXARES A ÁGUA, QUE ESTA TE CONDUZ À SEDE ONDE ESTÁS REGISTADO – O ESGOTO.

    JÁ SE VIU QUE FREQUENTAS A FEIRA DO BULHÃO – O QUE ESTÁ MUITO BEM. O PROBLEMA É A TUA FALTA DE GOSTO E DE CABIDE PARA ENVERGARES. SEGUE O CONSELHO DA OLINDA – ENFIA-TE NUM PRESERVATIVO GIGANTE E BATE À PORTA DA ISATELL MOREIA. ELA TRATARÁ DE TI OPORTUNAMENTE. ESPEREMOS É QUE A PROPOSTA DELA EM LEGALIZAR ABORTOS COMO TU NÃO PASSE.

  136. Bem… a seguir vou prosseguir com a minha exposição do caso Oliveira e Costa e Rosário Teixeira contra o Manel e a egípcia, com rigor e exaustão.
    Agora vou lanchar, a mais umas regas e dar de comer aos bichos.
    Até lá espero a tua resposta.
    Já perguntaste ao teu pai?
    O Inácio continua convencido de que tu estás no Porto. Ainda vai ao Porto partir-te o focinho. Alguém, que não tem nada a ver com esta história, vai ficar mal.

  137. O ANIMAL IRRACIONAL, MAIOR IRRACIONAL DA BLOGA, SAIBA QUE O MEUY ENGENHO E A ARTE PARA O PÕR A VERTER ÁGUAS E TRAMPA NESTE MOMENTO, É Q.B. PARA O GAJO TENTAR PENSAR E PONDERAR NA ASNEIRA QUE FEZ QUANDO DECIDIU PUBLICAR AQUI O DISPOSITIVO ACIMA.

    SEU ANORMAL – VOCÊ FALA DE DIPLOMACIA? SABE O QUE É ISSO? COMEÇA, MEU ANORMAL, A VER O SEU REAL SIGNIFICADO. PODES PRECISAR DE …DIPLOMACIA. OLHA QUE EU GOSTO SEMPRE DE APERALTAR A MINHA FIGURA E, REGRA GERAL, DOU NAS VISTAS. LÊ BEM O QUE ESCREVO, PEQUENOTE. E, JÁ AGORA, Ó ANORMAL: CONTINUAS NO ESCURO, TAL COMO COMEÇASTE. ÉS IGNORANTE, FALA – BARATO E FAZES MAL A TI PRÓPRIO. BEBE DO LICOR QUE O PIMPAUMPUM JÁ TE PRESCREVEU AQUI – LICOR DE «M». É BEM VERDADE QUE CONTINUARÁS A DIZER ASNEIRAS, MAS PELO MENOS, SEMPRE VIRÃO MAIS ESPAÇADAS.
    COBARDE.

  138. POSI TENS RAZÃO, Ó COBARDE – CORRES O RISCO DE FICAR MAL E JÁ VISTE QUE EU GOSTO DE VIAJAR PÁ.
    O ESCARRO É APENAS UM ESCARRO, DE QUANDO EM VEZ SALTA, QUEM SABE, MOVIDO PELA TUA TRAMPA, DE QUE ÉS FEITO E TALHADO, Ó BILTRE? QUERES QUE TE PUBLIQUE AQUI O ACÓRDÃO EM CAUSA? O DE CIMA? SÓ PARA TE DAR UMA IDEIA DE QUE A CELERIDADE E EU ANDAMOS DE MÃO DADA. NOTO, PORÉM, QUE O TEOR DO ACÓRDÃO NADA DIZ DE RELEVANTE – A NÃO SER QUANDO FALA EM PROVIMENTO E NÃO PROVISÃO DO RECURSO.

    DIZ LÁ, PÁ, QUERES QUE TE PUBLIQUE AQUI O ACÓRDÃO? É SÓ DIZERES, Ó ANORMAL.

  139. TOMA LÁ, Ó BILTRE…NÃO PRECISAS DE ELUCIDAR NADA. QUEDA-TE. JÁ TE AVISEI.

    Acordam, em conferência, no Tribunal da Relação de Lisboa

    I – RELATÓRIO

    1 – Apreciando um requerimento formulado no processo n.º 847/07.7TDLSB pela “LISBOAGÁS GDL – Sociedade Distribuidora de Gás Natural de Lisboa, S.A.”, a sr.ª juíza colocada no 1º Juízo do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa proferiu, no dia 30 de Março de 2007, o despacho que se transcreve:
    «Nos presentes autos veio LISBOAGÁS GDL requerer a sua constituição como assistente.
    O Ministério Público pronunciou-se no sentido do requerido ser indeferido relativamente ao crime p. e p. pelo artigo 360° do Código Penal.

    *

    Face ao exposto e tendo em conta que o (a) requerente está em tempo, tem legitimidade, tem advogado nos autos e procedeu ao pagamento da taxa de justiça devida, admito o(a) mesmo(a) a intervir nos autos como assistente (cf. Artigos 68°, 70° e 519° n.º 1 do Código Processo Penal), relativamente ao crime de denúncia caluniosa p. e p. pelo artigo 365° do Código Penal.
    Indefere-se o requerido no que concerne ao crime de falsidade de testemunho p. e p. pelo artigo 360° do CP, porquanto a requerente não pode considerar-se ofendida relativamente ao mencionado ilícito, tendo em conta o bem jurídico que o mesmo tutela».

    2 – A requerente interpôs recurso desse despacho.
    A motivação apresentada termina com a formulação das seguintes conclusões:
    1. «O presente recurso parcial vem interposto da parte do douto despacho constante dos autos a fls. mediante o qual o Mmo. Juiz a quo vem indeferir a constituição da Recorrente como assistente relativamente ao crime de falsidade de testemunho, p. p. pelo artigo 360° do CP, com fundamento em que a Recorrente não se pode considerar ofendida porquanto não é titular do bem jurídico que a referida norma incriminadora tutela.
    2. O crime de falsidade de testemunho tutela a realização ou administração da justiça como função do Estado, mas não é este o único interesse protegido pela incriminação.
    3. Conforme consta do Acórdão do STJ de 12.07.2005, no âmbito do processo 05P2535, disponível emwww.dgsi.pt, o crime em causa também faz uma ponderação com os concretos interesses dos particulares ofendidos pela prática do crime.
    4. Para tanto, basta atender ao disposto no artigo 361° do CP, o qual prevê uma agravação da medida da pena caso os factos praticados lesem os interesses de terceiros, expressamente previstos nas respectivas alíneas.
    5. O crime de falsidade de testemunho, p. p. pelo artigo 360° do CP, visa proteger a administração da justiça, mas também, imediata, especial e particularmente, os prejuízos que os atentados podem causar a interesses de particulares.
    6. O vocábulo “especialmente” contido na alínea a) do n.º 1 do artigo 68° do CPP deve ser interpretado num sentido de particular e não de exclusivo.
    7. Constam expressamente da denúncia apresentada factos que permitem concluir que a Recorrente ficou lesada nos seus interesses em virtude da conduta levada a cabo pelo 1° Denunciado e que a Recorrente entende que consubstancia a prática do crime de falsidade de testemunho, p. p. pelo artigo 360°, n.ºs 1 e 3 do CP.
    8. No âmbito da providência cautelar que correu os seus termos pela 1ª Secção da 14ª Vara Cível de Lisboa, sob o n.º 2818/04.6TVLSB, a qual comportou a realização de duas audiências de julgamento distintas, o já referido 1° Denunciado prestou dois depoimentos contraditórios relativamente à mesma matéria de facto, sendo de concluir que pelo menos, um deles é necessariamente falso.
    9. O indeferimento da providência cautelar é claramente lesivo dos interesses da Recorrente e teve como fundamento a contradição patente nos depoimentos prestados pelo 1° Denunciado, consubstanciando o crime p. p. pelo artigo 360°, n.ºs 1 e 3 do CP.
    10. Pelo que a Recorrente tem um interesse particular e legítimo, especialmente protegido pela incriminação, assim se justificando a sua admissão a intervir nos presentes autos na qualidade de assistente, nos termos do disposto no artigo 68°, n.º 1, alínea a) do CPP.
    11. Assim, ao proferir o despacho recorrido andou mal o Mmo. Juiz “a quo”, violando o disposto no artigo 68°, n.º 1, alínea a) do CPP, pelo que deverá ser proferido douto Acórdão que revogue parcialmente o despacho recorrido, admitindo, em consequência, a Recorrente a intervir nos presentes autos na qualidade de assistente, também relativamente ao crime de falsidade de testemunho, p. p. pelo artigo 360° do CP.
    Nestes termos, e nos mais de Direito aplicável, deve ser revogada a decisão recorrida e substituída por douto acórdão que determine a legitimidade da Denunciante em constituir-se assistente nos presentes autos, com todas as legais consequências, como é de justiça!».

    3 – Esse recurso foi admitido no dia 16 de Maio de 2007 (fls. 31).
    4 – O Ministério Público respondeu à motivação apresentada defendendo a improcedência do recurso (fls. 34 a 40).

    5 – Neste tribunal, o sr. procurador-geral-adjunto, quando o processo lhe foi apresentado, emitiu o parecer de fls. 44 a 46, no qual sustenta que o recurso não merece provimento.

    6 – Foi cumprido o disposto no artigo 417º, nº 2, do Código de Processo Penal.

    II – FUNDAMENTAÇÃO
    7 – A questão colocada no presente recurso já foi por nós analisada e decidida em 14 de Dezembro de 2005, no acórdão proferido no recurso n.º 10832/05, no qual dissemos, nomeadamente, que:
    «Como relembra o sr. procurador-geral-adjunto, no Acórdão proferido em 8 de Junho passado no recurso n.º 2517/05, dissemos que a questão da admissibilidade da intervenção como assistente era “tradicionalmente resolvida pela doutrina e pela jurisprudência atendendo à natureza individual ou supra-individual do bem jurídico tutelado pela incriminação[1], apenas no primeiro caso se admitindo a constituição de assistente. Acontece, porém, que, em muitos casos, apesar da natureza supra-individual do bem jurídico subjacente à incriminação, o legislador pretendeu, com a criação e tutela desse bem jurídico, proteger de uma forma antecipada bens jurídicos de natureza individual[2].
    Ora, nestes casos, não se descortina qualquer razão válida para não admitir a intervenção dos titulares desses bens jurídicos mediatamente tutelados como assistentes no processo penal[3]”.
    O mesmo acontece quando, apesar de o legislador dirigir a tutela penal directamente para um bem jurídico de natureza pública, se verifica que os comportamentos proibidos pela norma incriminadora se repercutem directamente nas esferas jurídicas individuais[4].
    Também nestes casos não se vê qualquer razão para impedir a intervenção dos particulares atingidos por esses comportamentos como assistentes em processo penal.
    É precisamente isso que acontece com a incriminação em causa.
    Seja qual for a forma como se caracterize o bem jurídico tutelado por esta incriminação[5], a prestação de um falso testemunho repercute-se directamente na esfera jurídica da pessoa que o seu autor dolosamente visou desfavorecer.
    Por isso, deve ser reconhecida legitimidade a essa pessoa para intervir como assistente no respectivo processo penal».
    Uma vez que nada justifica, a nosso ver, a alteração dessa posição, que também é sustentada no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12/7/2005, citado pela recorrente, não se pode deixar de conceder provimento ao recurso interposto pela “LISBOAGÁS GDL – Sociedade Distribuidora de Gás Natural de Lisboa, S.A.”, revogando-se a parte impugnada da decisão recorrida e admitindo-se a requerente como assistente também no que respeita ao crime p. e p. pelo artigo 360º do Código Penal.

    III – DISPOSITIVO
    Face ao exposto, acordam os juízes da 3ª secção deste Tribunal da Relação em conceder provimento ao recurso interposto pela “LISBOAGÁS GDL – Sociedade Distribuidora de Gás Natural de Lisboa, S.A.”, revogando o despacho recorrido e admitindo a requerente a intervir nos autos como assistente também no que respeita ao crime p. e p. no artigo 360º do Código Penal.
    Sem custas.

    Lisboa, 18 de Julho de 2007
    (Carlos Rodrigues de Almeida)
    (Horácio Telo Lucas)
    (Pedro Mourão)

    ________________________________________________________________

    [1] E não através da natureza pública, semi-pública ou particular do crime. Basta ver que, se assim fosse, a vítima de um crime de ofensa grave da integridade física não teria legitimidade para intervir como assistente.
    [2] Para o efeito o legislador pode utilizar duas técnicas distintas: ou pune fases anteriores da conduta criminosa ou tutela bens jurídicos intermédios de referente individual (sobre o assunto, veja-se MARTIN, Ricardo M. Mata y, in «Bienes jurídicos intermedios y delitos de peligro», Comares, Granada, 1997, p. 21 e segs.
    [3] Nesse sentido, veja-se DIAS, Jorge de Figueiredo, e RODRIGUES, Anabela Miranda, in «Parecer sobre a Legitimidade da S.P.A. em Processo Penal» in «Direito de Autor: Gestão e Prática Judiciária», S.P.A., Lisboa, 1989, p. 105 e segs., CUNHA, José Damião da, in «A Participação dos Particulares no Exercício da Acção Penal» in RPCC, Ano 8, Fascículo 4°, p. 630 e segs. e BELEZA, Teresa Pizarro, e PINTO, Frederico da Costa, in «Direito Processual Penal – Os sujeitos processuais e as partes civis», Lisboa, 2001, p. 141 e segs.
    [4] Neste sentido, BELEZA e PINTO, ob. cit. p. 141.
    [5] Ver, quanto a esta matéria, Medina Seiça, in «Comentário Conimbricense do Código Penal – Parte Especial – Tomo III», Coimbra Editora, Coimbra, 2001, p. 460 e seg.

  140. numbejonada,já devia ter reparado que os nomes dos partidos não têm hoje correspondência com o que defendem. o psd não foi nem é social democrata. (é liberal e muitas vezes ultra) alguns dos seus militantes até saõ filhos ou netos de adeptos e não só do regime deposto.o ps sempre defendeu o socialismo democratico,que é a social democracia.contra o “socialismo” que quer colar ao ps,lutou mario soares e o seu partido a partir de 1974, com o psd a entrar nos comicios do ps por falta de coragem.o cds não é democrata cristão,mas simplesmente um partido de direita reacionaria liderado por rapaz inteligente,que veio do mirn (palavras do arq.nuno portas numa secçao do ps no porto) o pcp é social fascista,defendem o socialismo que todos viram que faliu,e para não espantar os velhinhos retirou do seu programa a ditadura do proletariado.termino dizendo que nunca votaria no ps se houvesse alguma deriva totalitaria. o ps não tem o apoio das confederaçoes patronais (dão-no ao psd)nem da cgtp controlada pelo pcp.partido que se coliga com a direita nas autarquias e que nas eleiçoes,toda a sua estrategia visa manter o seu eleitorado e perpetuar a direita no poder, tendo em vista a frase batida “do quanto pior melhor “,é o que lhe interessa para atingir os seus objectivos de longo prazo. espero que não discorde desta minha recordaçao do passado e do presente da vida politica em portugal.se há um partido a quem os portugueses devem agradecimentos é ao partido que se não fosse o fascismo tinha mais de 200 anos de existência,tal como o psoe em espanha.

  141. ó ESCARRO DE SERVIÇO, pagas polos a € 15, 00 na feira? é natural, és burro e gostas da chinesada da contrafação. se fosses inteligente, poupavas, compravas um bilhete e ias ao sítio certo « lá fora, pá, nos states» e compras os verdadeiros a metade do preço».

    BÁSICO, explique aqui ao ESCARRO IGNARALHO a economia da situação, dê-lhe mais umas lições, que o IGNARO continua a meter-se na wikipedia…

  142. Ao comentador FIFI!Já um dia lhe disse e repito: mas acha que EU deixo que governem a minha cabeça?! Só sou carneiro de signo ( com ascendente em escorpião), não sou carneiro dos outros. Alguma dúvida?

  143. SUGESTÃO PARA O PASTO PORCARIA PRUNES, O GAJO QUE SE APRESENTA COMO CANIBAL.
    PODES SEMPRE TOMAR UM CHÁ DE POEJOS QUE TE ALIVIA A PANÇA OU BANDULHO. E, SEGUIDAMENTE, PODES TOMAR UM CHÁ DE LIMÃO, COM UMAS COLHERADAS DE MEL. ASSIM, NÃO PERDES A VOZ.

    IGNARALHO, PODES MANDAR OS ESCARROS QUE QUISERES, PÁ, QUE ELES VOLTAM ATRÁS E CAEM-TE NESSE TROMBIL DE PORTUGUÊS ORDINÁRIO XUXA COMUNA.

    OQUEIE.

  144. Ó ESCARRO, CANTO SIM E MUY BIEN, POIS NÃO TENHO DORES DE GARGANTA. TU, ENTRETANTO, NÃO PASSAS DAS PORTAS DOS BORDÉIS – AS MADAMES NÃO TE ENXERGAM À PORTA, SÓ OUVEM UM BARULHINHO, MAS LOGO FECHAM A PORTA…POR ISSO, LÁ SE FRUSTRA A TUA VONTADE DE CABRAS E..-CABRITOS.

  145. O ignorantz, socialista que é socialista não usa imitações. achas que o 44 comprava os fatos na feira de Carcavelos? Não te lembras dos candeeiros do siza Vieira que a lurdinhas mandou encomendar para a festa que foi o parque escolar? E os apliques que o Magalhães mandou aplicar na remodelação milionária do seu gabinete ministerial ? Achas que as gabardinas do Vara eram da Zara?

    Socialista que é socialista tem “cultura” e bom gosto, copia as coisas caras que vê os ricos usar. O típico alpinista social socialista tem o cartão do partido, tem o salario chorudo do job for the boy que lhe arranjaram. Quando não chega, tem as “comissões”. Quando não chega, tem o amigo milionário que lhe empresta a fundo perdido.

  146. CALA_TE ESCARRO. QUE SABES TU DE BOM GOSTO? PÁ? TU QUE COMES COM OS COTOVELOS SOBRE A MESA, PÁ E ÉS CAPAZ DE FAZER BATATAS A MURRO NA LAREIRA ONDE ESCARRAS, PÁ?

    LAVA AS PATAS ANTES DE TENTARES ARMAR-TE EM PESSOA.

  147. Exacto, o Carrilho também era um conhecido amante do luxo e boa vida, alem claro de ser um boxeur doméstico muito reputado.

  148. E pára de invetivar a OLINDA, seu Escarro nojento. Devias aprender com a postura dela, que passa por cima de ti, ainda que com o nariz fechado. Aprende com ela, sua HIENA. SORTE tens tu que eu e OUTROS te demos atenção bastante com propósitos pedagógicos. ALARVE. Serves o diabo, ó herege. Ainda hás-de precisar de FÁTIMA, seu ANORMAL. Não RESPEITAS a crença dos OUTROS e SUJAS, invocando desbragadamente como tu fazes. NOJENTO.

  149. É verdade, BÀSICO. Dizem as más línguas que um dia, para os lados do Tivoli, alguém se sentiu muito mal. Desde que subiu de caixa a administrador, o pequenote achou-se com direitos a concretizar certas vontades – e, claro, apareceu a dama do Carrilho na história. Evacuaram o quarto, diz-se. Bem, vá-se lá saber! Todavia, o aludido boxeur parece que gosta de exercitar o talento na dita senhora. Uma vergonha.

  150. Os mabecos.
    Em África existe uma espécie de cães, chamam-lhes mabecos, que atacam e bando.
    Todos os retornados se recordam dos mabecos, que, em noites escuras desciam ao povoado e passeavam nos picadeiros.
    A matilha faz uma roda em redor da presa, ao longe. Vai girando, todos a latir. Sai um mabeco da roda e aproxima-se da presa, a latir mais alto, chega perto, por trás, e foge.
    A matilha continua a rodar. Sai outro mabeco da roda, a latir mais alto, aproxima-se da presa, por trás, e foge.
    A matilha continua a rodar. E andam nisto o dia todo.
    Por vezes, a presa claudica por estenuação. Os mabecos aproximam-se então, todos, uns pela frente, outros por trás e vão-lhe aos bofes. E fogem.
    Entra então o rei leão, que estava de longe a vigiar a berraria.
    E come o pitéu dos mabecos. Terminado o repasto, satisfeito, arrota, para avisar os mabecos de que podem vir.
    Vêm então os mabecos e chupam os ossos.
    Conta a lenda que os retornados, quando saíram, trouxeram para cá os mabecos. Eu nunca vi por cá nenhum.
    Agora, meus senhores, vou descansar e estudar como hei de chegar ao cegueta para lhe partir os cornos.
    E redigir a exposição do meu caso, que faço questão de expor aqui.
    Até lá, ó cegueta, dá na caracoleta.

  151. numbejonada,tudo bem,mas andar aqui na clandestinidade não me parece muito justo.vejo-o a apoiar muitas das vezes o basico que é triste reacionario.

  152. O BÁSICO expressa as opiniões dele, justifica-as, defende-as. Merecem ser respeitadas, sobretudo por quem se arroga exclusivo defensor dos valores e princípios que enformam o ESTADO de DIREITO.

    Nada de errado está em quem luta por aquilo em que acredita. Errada está a forma e o vazio em que os IGNAROS aqui protagonizam, recorrendo à invetiva e à imposição do que apresentam como única verdade.

    Ora, se sois DEMOCRATAS, ouvi, discuti o que há a discutir mas não invetivem nem vulgarizem o discurso. Correm o risco de serem apoucados através de um outro discurso que num patamar de discussão normal e sério, não teria lugar. Claro está que também nesse, se houver mínima observação, se pode aquilatar de algumas valências – de quem vos responde.

    O conceito de DEMOCRACIA tem levado alguns – os mesmos – a pedir e insistir junto do dono do blogue, que não aceite aqui os numbejonada, básico e pimpaumpum. O que está muito bem, pois há que escolher onde queremos estar e como queremos estar, só que, sendo assim, que se assuma que afinal, essa DEMOCRACIA é MARRECA, por falta de verticalidade.

  153. PRUNES, just get lost. Come tu LARVAS com o licor de «M» que o PIMPAUMPUM te prescreveu e, entretanto, lê os posts dele, pois já viste que o mesmo tem caráter e verticalidade bem expressas na forma e substância que aqui traz. APRENDE.
    Quanto aos teus vários processos, segue o meu conselho – discute-os na sede própria – o TRIBUNAL. Não faças como o 44! É que chumbas em todas as instâncias. Como frequentaste o bar da FDL, deves, ainda que pelo método da palpação, alcançar o que te tento transmitir.

    Corantes e conservantes PÁ, é a tua seara. E btw, eu NUNCA ataco em bando. Regra geral, espero e deixo o caso definir-se. Depois, sirvo-me no ponto em que quero. A tua bola de cristal é muito suja, pá. IGNARO.

  154. Deves pôr mais mel no chá…ó PRUNES! Tás rouco, PÁ?

    Fachos democratas, hein? Isso é o quê? «Amanda» aí uma palestra, ó soldado…

  155. Fachos democratas é assim a modos que uma pós modernice, inventada pelos sabujos que andam à mama dos despojos da República e que, para tal têm que jurar a constituição e apelar publicamente em abono da democracia, mas quando despem a cara pública e vestem a cara anónima revelam os seus maus instintos.
    É isso um facho democrata. Ouve, artolas, tu fizeste figas quando juraste a constituição? Os diplomatas juram a constituição, ou são assim uma espécie de vice reis com estatuto de excepção?
    Tu estás convencido de que fazes uma figura menos ridícula sem cara do que com ela?

  156. O Manuel Castro Nunes

    Entao o Dr João Araújo pediu ontem ao procurador Rosário a libertação imediata do Eng. Sócrates por causa de um FACTO NOVO?
    Como interpreta isto ?
    E isto vem a seguir ao interrogatório do Presidente do Grupo Lena e à libertação do Barroca .

    PS1: então agora foi o Lula que arranjou o emprego na Octafarma para o Sócrates? E eu que pensava que antes eles tinham dito que o Sócrates tinha arranjado o emprego porque se tinha deixado corromper no negócio do plasma. Agora são os próprios a desmentir as suas mentiras ?

    PS2: então para o banqueiro não se propôs a pulseira e mete-se polícia à porta? Mas para o Sócrates não se pôde fazer isso e teve de se manter o homem numa cadeia? Cada vez mais credíveis …ninguém percebe a ponta de um corno. O Salgado terá algum pacemaker ?

  157. Cara Jasmim.
    Ainda restam dúvidas acerca dessas questões?
    Não, as dúvidas são alimentadas por alegadas certezas, que desmantelam no dia seguinte, para dar lugar a mais dúvidas.
    Sabe o que lhe digo?
    O cegueta, transmitindo recado do Rosário Teixeira, roga-me que discuta estas coisas em sede própria, no tribunal.
    Ora, o tribunal é a última sede em que me interessa discutir estas coisas, porque não é a sede própria.
    O cegueta, como o Rosário Teixeira, estão convencidos de que eu estou a ”laborar” na minha defesa.
    São ceguetas. Eu estou a laborar na minha denúncia.
    A minha defesa ficou a cargo do Rosário Teixeira.
    A verdade é que o PS já devia, há muito, ter dado início à denúncia pública dos super magistrados.
    Parece um mistério.
    Eu acho, eu Manuel de Castro Nunes, aqui identificado nestes autos, porque o PS pretende resolver a ”coisa” nomeando novos super magistrados porque a justiça tornou-se uma ”coisa” rotativa.
    Quem começou a dizer isto foi, antanho, o cegueta, no tempo do Pinto Monteiro e do Noronha Nascimento.
    Mas sabe uma coisa, Caríssima Jasmim? Perdoe-me o mau feitio e a linguagem de carroceiro.
    Mas o cegueta que se foda. Até eu lhe partir os cornos.
    Perdoe, mas por vezes sou um pouco bruto. O cegueta é que não sabe.

  158. O Manuel

    Por mim acho bem que você parta as trombas a todos os ceguetas! Eu sonho com um mundo em que a cegueira desapareça.

    E já que fala no PS também lhe digo que reparei que na última semana várias figuras do dito cujo tem saltado finalmente para o ataque da narrativa da direita sobre a falácia de que “foi o PS que levou o país à bancarrota”.Como o discurso foi muito concordante cheira-me a coisa concertada pela Direcção, ou seja, soa a viragem estratégica finalmente para uma postura mais agressiva. Mais que isso. Cheira a desinibição em relação ao caso Sócrates, finalmente (porque será? será que sabem alguma coisa que eu só posso intuir ? ).

    E por outro lado, de forma reactiva assistimos aos gajos do governo tresloucados a prometerem mundos e fundos (por este caminho parece que serão eles a levar o país a bancarrota) , como disse um comuna ja só lhes falta saírem para a rua oferecer torradeiras ….

    Empate técnico é a tia deles! Eles todos souberam está semana coisas das quais eu só posso desconfiar!

    E posto isto, continue a malhar nos ceguetas porque pelo caminho que as coisas levam o Rosarinho não vai ter lombo que chegue para você malhar. Desculpe mas o Sócrates vai ter prioridade! Afinal o homem foi preso e voce não chegou a tanto …sorte a sua …

  159. . o sócras só será libertado quando a sua prisão estiver a prejudicar eleitoralmente o psd e tiver consentimento do cavaco
    . a prisão do salgado é folclore “acabou a impunidade” e pretende colar o presidente do bes ao ex-primeiro ministro socialista com estórias paralelas, obras de arte, luxo, esbanjamento, milhões a rodo, corrupção, evasão fiscal e branqueamento de capitais. como são perguiçosos, incompetentes ou cumprem planos, como não têm provas entretêm-se a contar estórias aos devotos do correio da manhã e sucedâneos.
    . com o salgado têm de ter mais cuidado, senão o gajo dá com a boca no trombone e acabou-se a direita em portugal. cheira-me que esta cena da prisão domiciliária, depois de ouvir há pouco o angelo na tvi, é negócio tipo vamos fingir que estás preso para os ex-depositantes verem e o povo bater palmas, depois quando as coisas acalmarem ficas em liberdade definitiva como sempre estiveste.
    . a cartier não tem pulseiras em stock, são feitas de encomenda e o prazo de entrega são 3 meses, portanto não valia a pena encomendar porque coincide com a reavalização e se calhar até sai antes.
    . o barroca vai sendo libertado aos bocadinhos para não dar muito nas vistas e ninguém perguntar o que é que a investigação descobriu. há bocado fartei-me de rir quando o ângelo dos pregos dizia ao henrique garcia que a judiciária e o ministério público patrulhavam a net à procura de denúncias, em blogues sinalizados, para investigarem novas pistas ou casos, lembrei-me que poderiam investigar a construtora do lena e os negócios que fez com o ângelo quando mandava na lusitânea gás.

  160. O Ignatz

    Se andama patrulhar então leram a minha tese sobre O Mistério de Vale de Lobo Resort! Eheheheh!
    Ficaram a saber que até o povo anónimo é capaz de deduzir uma tese mais credível que a do MP !!!
    Aquele depósito do holandês na conta do Barroca dinamitou-lhes completamente o esquema. Nem metendo o Vara ao barulho lá vão!
    Concordo com a interpretação que fazes da “prisão” do Salgado. Só que o povo não é néscio. O povo está a tirar-lhes a pinta todos os dias.
    Quanto mais manobras destas mais se enterram!

  161. Basico, não lhe chame Ignorantz, chame-lhe ESCARRO que é o que ele é.
    E acrescente um outro crime ao já extenso rol: usurpação de identidade, por divulgar publicamente, como sendo seu, o número do Primeiro Ministro.
    Aliás são dois crimes
    Numbejonada, não perca tempo com a alimária Nunes, então não viu ainda o deploravel estado mental em que o mesmo se encontra?
    Fui ver e encontrei a
    Definição de Nunes AFRICANO : semi animalóide extremamente perigoso, monstruosidade patética, animal de baixíssimo caracter e muito
    traiçoeiro, demonstra personalidade doentia e
    extrema cobardia, fanfarrão, quando à distância,
    consegue insinuar-se em qualquer meio e para tal
    usa de enorme astúcia, importado de Africa,
    felizmente reproduz-se pouco.

    Nota : animal importado de Africa e uma das
    causas e origens remotas da primeira bancarrota
    de Portugal.
    O principal importador, foi uma firma chamada CDS, uma empresa de, Freitas direitolas.
    Na época, a maioria opunha-se à importação tendo à cabeça, o negociante Soares, que dizia, se fôr preciso, dispararemos e, vamos deitá-lo ao mar.
    Quando enjaulado, esbraceja e urra violentamente. Entra de focinho alteado, mas logo depois de enrrabado, passa a usar burkha.

    Mas vocês ainda estão aí nessa merda, mandem
    foder isso !!!

  162. Definição de Nunes AFRICANO : semi animalóide extremamente perigoso, monstruosidade patética, animal de baixíssimo caracter e muito
    traiçoeiro, demonstra personalidade doentia e
    extrema cobardia, fanfarrão, quando à distância,
    consegue insinuar-se em qualquer meio e para tal
    usa de enorme astúcia, importado de Africa,
    felizmente reproduz-se pouco.
    Nota : animal importado de Africa e uma das
    causas e origens remotas da primeira bancarrota
    de Portugal. importação de preço elevado.
    Quando enjaulado, esbraceja e urra violentamente. Entra de focinho alteado, mas
    depois de enrrabado, passa a usar burkha.

  163. Fia-te na virgem, pimpanolas, fia-te na virgem…
    Passando à frente, acaba lá de contar a tua história.
    Reormaste-te. Tínhamos ficado aí.
    E depois? Foste ter com o Alcides ao Brasil?
    O Alcides também se reformou do SIS para dar caça à maçonaria.
    No Brasil há bons negócios de fisco.
    Diz lá. Quanto conseguiste poupar como cobrador gracioso de impostos?

  164. Boa noite Senhor Valupi. Boa noite a todos.
    Fui alertado por um amigo para que andava por aqui um intrujão, de má índole, vingativo e covarde, arraçado de comuna, meio preto, que usurpou o meu nome, para vir aqui indiscriminadamente insultar e oferecer porrada a toda a gente.
    Felizmente, não era eu.
    Pelo as sinceras desculpas pelo estardalhaço que por aqui semeou, pelas infâmias e pela linguagem grosseira.
    Eu sou o verdadeiro Manuel de Castro Nunes e passo a assinalar o meu nome com um asterisco.
    Não lhe dêem trela e, se for possível enxotem com ele daqui para fora.
    Se algum dos senhores puder contribuir para que possa identificá-lo ficarei eternamente grato, porque isto não passará sem lhe partir o focinho.

    Abraço, António Gamito.
    Um abraço também, meu General.
    Um abraço também, senhor pimpampolas… perdão, pimpampum (cada bola mata um, dizia-se na minha terra), seja quem for.

    E a puta que vos pariu.
    Perdão, o pariu, raio de teclado!

  165. Ó PASTO PRUNES, já vi que tens falta de medicação. Toma lá estes versinhos, em jeito de calmante natural.

    Se Sócrates viveu irmamente
    E cumpriu esse dever porque receia
    A não ser que tenha, de facto,
    Vivido à custa alheia

    Sócrates não gosta do Alexandre
    Porque é juíz que não se maneja
    A troco de dinheiros alheios
    Pró 44 conseguir o que deseja

    O Alexandre é juíz de verdade
    Tremem de medo os culpados
    Cuidado ó biltres corruptos
    Pois ele vos tem amarrados

    Pressentindo a derrocada
    Calou-se o Tony Bosta
    Não comenta a justiça
    Tem a mentira enjaulada

    Agora, volta para a cama e pára de bateres com a cabeça, PÁ. Parece mal.

  166. É berdade, ó PASTO PRUNES, alembrei-me agorra: atão já acabaste de instalar a dentadura no rabo? puseste os sisos taméie? Hum? vejo que cuntinuas a vazar trampa, pá, bué da tampa. Vinte paracetamol e um copo de licor de »M». Bá.

  167. diz o anormal Nunes.

    Qual juiz o julgará ?

    O que tirou a máscara para parecer imparcial, ou o que deixou a máscara para parecer imparcial. ?

    Bom, de qualquer modo tá fodido .

  168. OUBE, MEU BADALHOCO, bai chamar P à tua, tá beie? Ou pensas que todas engordaram a pança na rua, como a tua, ó ORDINÀRIO?

  169. é, é, Castro, vêm por tráz e zás, a primeira coisa que agarram é os testículos.
    Depois comem a cizalha.
    O ignatz é que sabes dessas coisas.
    Qual deles comerá a morçela ?
    O Nunes ou o ignatz ?

    Vallupi : cá para mim, é o fifi

  170. Ó PRUNES, tu debias ter ficado arredado do processo, pá. Oube, o ministérrio público quando bir o que andas a dizer dos magistrados, bai-te tirar os dentes do rabo, pá e aí é que bais a bere a realidade do 360.º doCP. Tás feito. Já chateaste a juíz e olha que os tipos da 3ª da Relação não admitem palhaços. Tou-te a abisare.

  171. Cegueta!
    Se eu tivesse que enfrentar um gajo muito grande, muito grande, tirava partido da minha estatura e mordia-lhe nas canelas.

  172. Sou o novo PASTO PRUNES
    Agora tenho asterisco
    tenho rabo e tenho medo
    não quero correr o risco

    Sou tal qual o mabeco
    com peladas no rabo
    querem-me ir à morcela
    e deixar-me marreco

    Ó NHECO_NHECO, vai mais uma colher de mel, ficaste afónico, pá. Num tistoue a oubire.

    in biblografia de um TRETAS sem bolículos.

  173. Ó Rabo vazado, para me chegares às canelas, tinhas que te «abeirar» de mim, pá, e eu uso repelente, tás a bere? E olha que eu uso sapatos com bico, tipo mata baratas, tás a bere, ó PRUNES?

  174. Bem, filhos, vamos ao óó.
    Não tenham medo do papão, que eu vou acorrentá-lo aos pés da cama.

  175. Acorrenta, acorrenta, se o boogie man se solta, ainda te come o mindinho que tens entre os cotos. Sendo o caso, perdes o IGNACONATZ para sempre.

  176. eu não sou invejoso, eu só queria era ter um centésimo da inteligência do PaiCheco e cinquenta poe cento do talento literário.
    Depois não vivia do meu talento, ia por o (_!_) a render.

  177. já enfiaste o computador pelo olho do cu acima. ?

    não te esqueças de carregar no botão de desligar, se não, vicia a bateria.

  178. tá bem, entendi.

    Mas olha convem ires treinando porque vai ser de comboio …

    pede para ficares na mesma cela do fifi.
    Assim como assim, macho que usa nick de mulher, deve ser inofensivo

  179. LOL. É mais castrado que castreta.

    Viciado já o tipo tá. É ´so downloads de trampa. Merdabaites é com ele.

  180. Senhor Valupi!
    Quanto é que paga a esta malta, a estes ceguetas todos, para virem aqui fazer o contraditório e podermos malhar neles?
    Olhe que nem nas comédias este tipo de fachos, iletrados, pimba e popularuchos, se usa.
    Parecem os títeres do tempo da minha avó.

  181. Tomaste paracetamol a mais, pá e carregaste no licor de »M», pá. Tu é que DEVES exercer o contraditório pá, pois o notificado és tu. Ora lê o que supra vai, ó bestunto.

  182. Percebo, percebo, precisas de referendar junto do ESCARRO e do FERRACOLHO, em jeito de TSipras, num é? Num te canses, pá, perdes sempre.

  183. pergunta a Jasmerdim Varatojo.
    Qual tese ?
    A “Da Tonteria, da Tolice, e do Disparate” ?

    Delegado De Passagem :
    Eminência, 3.600 euros de reforma para uma professora primária aposentada sucialista é manifestamente, um valor exagerado.
    Passos, Sem Passagem.
    Concordo, confisco-lhe 50 %.
    E ainda fica com 1500 euros !
    É muito dinheiro, e mais que suficiente

  184. Vá, agora recorre à Isatell Moreia para exercer o contraditório por ti no hemicirco. hum, ó PASTO PRUNES. O mabeco Jasmerdim Pimba já debe tare a roncare.

  185. ”- Posso retirar-me, Senhor Dr. Juiz?
    – Pode sim.
    – … Huuummm… sem mais nada?
    – Ainda queria levar mais? Uns trocos?
    – Não… já chega. Mas posso ir para casa?
    – Deve ir para casa. E não deve sair de lá, que ainda lhe dão cabo do ”canasto”. Vou por-lhe dois polícias à porta, pelo sim, pelo não.
    – Muito obrigado, Senhor Dr. Posso … ?
    – Nem pense! Sabe muito bem que não é a mim que tem que agradecer. Por mim, ia tudo preso!
    – Eu também?
    – Pire-se daqui, homem.”

  186. – oh isaltóino! coméquié? embargaste-me a obra.
    – o senhor sabe…
    – doutor juíz faxavôr
    – …que eu não conheço nem tenho de conhecer os processos de embargo de oeiras
    – vê lá se desembrulhas essa merda que eu sou alérgico a multas
    – mas o senhor…
    – doutor juíz, já tinha explicado. na próxima comes.
    – … não sabia que é necessário autorização da câmara para fazer obras?
    – não pá, eu sou juíz e muita mau, as leis foram feitas para eu aplicar aos outros e portanto não aplicam a mim.
    – nesse caso, tenho muita pena, mas a obra só avança com o respectivo licenciamento e o embargo só é levantado depois de pagar a multa. por aquela porta, se faz favor.
    – cabronatz, filhazt da putatz, sacanatz… ainda vais ouvir falar de mim, não descanso enquanto não te fxder os cornatz.

    acabou o diálogo e nunca mais se falaram, nem sequer para interrogatório durante a instrução do processo.
    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/isaltino-recusa-perseguicao.html

  187. não, estava a contar a estória de duas putas, a velha e a pastora, como podes ler no títalo e confirmar no linque dos manhólas. aproveito para lembrar que já esgotaste a tua quota de insultos grátis, no próximo é a doer.

  188. Venha!
    Ainda não percebeste que eu estou só, por enquanto, a empurrar a carroça para o precipício.
    Mas nota uma coisa. Essa ameaça é uma basófia.
    Porque, para a realizares, se fosse o caso, tinhas que tirar o véu de ir à missa.

  189. E noto-te uma coisa, campeão.
    A ideia que vocês andam aqui a divulgar é a de que quem se atreva a interrogar e interpelar os métodos e propósitos da justiça, de uma dada justiça, fica sob a alçada da acção disciplinar dela.
    Isso, anormal, é muito perigoso. Muito perigoso para todos.
    Logo à tarde venho explicar-te.
    Agora vou almoçar com uns amigos. Uma sopa de feijão, para dar ânimo.
    Isto da lavoura tem que se lhe diga.

  190. Eu que sou apenas uma eleitora anónima acho que o Juiz mandou meter polícia a porta do banqueiro porque os “lesados do BES” ameaçaram que iam pintar a manta na campanha eleitoral que se aproxima, e podiam lembram-se de marcar um protesto desordeiro, ou coisa pior, à porta do banqueiro (sim, podiam tentar dar-lhe cabo do canastro).
    Segurança de categoria à porta, e de borla, para atravessar este período conturbado que se avizinha, com os cumprimentos de 19-1.
    Cada vez mais às escancaras.

  191. Ontem, uma vizinha minha, moldava, no trabalho, fez um corte profundo e muito extenso na mão.
    No trabalho. Tu sabias, cegueta(s) que os moldavos trabalham? Os moldavos e os pretos trabalham, se tiverem trabalho.
    Foste tu, cegueta(s), quem trouxe para cá os moldavos, porque eram mão de obra escrava e barata. Prometeram-lhes o céu e deram-lhes o inferno. Chegaram a prometer-lhes que acabariam patrões, porque o estado liberal dava oportunidades equitativas a todos os tansos.
    Se há ”coisa” que me mete asco é o Senhor General. Se pica um dedo de boneca com a agulha do bordado, guincha como um porco, recusa-se a ver sangue, tapa o sangue com o mesmo pano com que tapa a cara e vai às urgências do hospital. Sai de lá a bramar, porque a maioria dos velhos está lá a entupir o serviço, com problemas de higiene doméstica.
    Pois a minha vizinha foi, por diligência do patrão, conduzida para as urgências do hospital, para fazer um curativo que se restringiu a água oxigenada, mercúrio, gaze e seis pontos de costura.
    Manifestava-se há pouco indignada, por em Portugal ser preciso ir parar às urgências do hospital para fazer um curativo que, em campo de batalha se resolve com cuspo, porque em Portugal fecharam as urgências dos centros de saúde e não há postos de enfermagem integrados no SNS.
    Na minha terra, antanho, estes curativos eram feitos pelo barbeiro. Os senhores sabiam que os primeiros cirurgiões, ou cirurgiães, eram barbeiros?
    Dizia aqui um que eu era soldado. Sou sim. E é por isso que o Senhor General de mãos de boneca e cara tapada me mete asco. Nem número mecanográfico tem.
    E o sistema de justiça, os juizes, polícias e magistrados, começam a parecer cúmplices desta merda. Cúmplices do Senhor General de mãos de boneca.
    Fiz só uma breve pausa no almoço, antes do café e do bagaço.
    Foi um desabafo.
    Já volto.

  192. A mabeca da Jasmerdim Pimba beio experimentar a tese «Da tonteira, da tontice, da trampa».
    E o cavalgadura do PASTO PRUNES anda a cumere feijãoe. Oube, podes comer à bontade, pá, que com tanta soltura que tu tens desse buraca que arranjastes lá no mato, manifestares-te ruidosamente e de forma a seres oubido, está fora de questão. ORDINÁRIO. COBARDE.

  193. o Castreta continua com um corrimento melífluo e a tresandar a bagaço, faz-me lembrar uma pessoa no Iraque que também queria sentar o juiz na cadeira do réu, depois fodeu-se e acabou com a corda no pescoço.
    Aguenta Castreta, é uma questão de Balanço.
    Então o Numbejonada importou os moldavos ???
    Não idiota, foi o comunismo que os produziu assim, e depois exportou-os.

    A Jassmina Varatojo fala num tal Meneses – criatura diabólica – que ofereceu um porco e diz que todos comeram, mas depois foram vomitar no Rio.

    Olhe Jasmins, eu, por exemplo, não comi.
    Sou judeu e muçulmano.

    Eu comia era a Jasmins, se não fosse, claro, esta coisa do anonimato.
    Comia, mas primeiro tinha que ver se era comestível, e se está dentro do prazo de validade.

  194. Pois é… campeão.
    Tu não comes a Jasmim pelas mesmas razões porque eu não te posso comer a ti.
    Essa é muito boa, andar por aí de cara tapada e açaimo no focinho a querer comer os outros.
    Vê-te ao espelho anormal.
    Mais patético do que tu, só o General das mãos finas, que não me pode comer porque é general.
    Já metem dó. Tu já reparaste em que eu, que sou o único aqui identificado nos autos, não tenho medo da corda do juiz?
    Deve haver aqui algo que tu não entendeste.
    Vou tentar perceber se tu és juiz, procurador ou investigador. Depois digo-te.

  195. tàs a falar pra quem ó ANIMAL?

    Vai sacudir as moscas para cima dos teus iguais, pá.

    Amanhã, tens de corrigir o arame do focinho. Andas a falar de mais.

    Bem que te podes esfalfar todo, ó ANIMAL. Eu é que te descobri o processo em dois segundos…pá. Apanhaste com o acórdão em dois segundos. Tás a bere, pá? Eu VEJO pá. Não vejo é nada em ti, tás a bere? LOL. Já te disse, pá, dou nas vistas, pá. ZARPA.

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