Custa-me muito ter de admitir

Mas quando a Manela decidiu que Passos e Relvas deviam ficar como dois burros a olhar para a fachada da Assembleia da República, não servindo sequer para fazer número na bancada do PSD, estava cheia de razão. De longe, a sua mais profética opinião.

10 thoughts on “Custa-me muito ter de admitir”

  1. quando se diz tudo e o seu contrário há fortes probabilidades de acertar, se bem que neste caso até o terminação acertava. mas a velha é assim, tanto tapa os olhos para votar no santana como vê nele o candidato ideal à presidência da cml, depois de ter falido a dita. o que a carcaça disse do socras por ter preferido uma reunião partidária a uma ida a bruxelas, no dia seguinte pirou-se para londres alegando que os netos estavam primeiro que o país. ah! o endividamento & tal, pois citi-citi, bang-bang. e o déficite maquilhado com as sobras varridas para baixo da carpete. para não falar dos saldos de património aos amigos, medida patriótica para compor as contas dizia a múmia antes de ter sido renovada, quer dizer embrulhada em renova, pelo cavaco e apresentada como putat iva (a 29%) primeira ministra. para não falar da honestidade da provecta septuagenária confirmada pelo caso do gesso preto e no pequeno incidente alzheimeriano que foi o esquecimento de declarar uma casita que herdou às finanças. como eu gosto daquelas perlas baças com sarro fascista.

  2. A profecia cumpriu-se e agora temos dois burros a olhar para um palácio que é o país. Porém, a razão e clarividência que tinha antes perdeu-a depois, quando aceitou a proposta cavaquista de colocar os dois burros a puxar a carroça da nação. Não admira que estejamos a ser puxados para o abismo. Será um drama consumado se chegarmos ao ponto de não retorno. Já lá vão cem dias e os burros continuam teimosos como duas mulas.

  3. Ainda os burros ou os bois e a profecia da Manela.
    Como esta escavacada senhora nâo teve oportunidade de suspender a democracia por seis meses (ou anos ou décadas, logo se via), ficou-se, mais o seu mentor da Presidencia da Republica, pela suspensão da economia (por seis meses, seis anos, seis décadas, logo se vê). No fim desse período purificador ou saneador das finanças, mediante abstinencias e jejuns forçados, estaremos subnutridos, pobrezinhos e honrados, sem dever um tostão a ninguém. E a contemplar as dividas soberanas e eternas dos grandes devedores, que continuaram a endividar-se para garantir o permanente crescimento.
    Trinta ou quarenta anos de atraso pode ser o resultado de uma politica de “pobrezinhos mas honrados” da Cavaca e do Manel, herdeiros legítimos do ADN salazarento.
    A alternativa era bater o pé, como tentou Sócrates, “sózinho a puxar pelas energias do país”, e continuar a apostar na qualificação das pessoas e modernização do país. Estava a consegui-lo até chegar a crise. Conseguiu reduzir o d’efice para um valor histórico na nossa democracia. E foi isso, precisamente, o que os filhos da puta não lhe perdoaram. O endividamento estava a tornar-se virtuoso. A prova estava na consolidaçãs das contas.
    O processo foi interrompido pela crise que veio de fora. Foi a hora da vingança dos burros, dos bois, dos abutres, dos filhos da puta.
    E agora estamos nisto. Fado filho da puta.

  4. Quando disse que era preciso correr com o Sócrates também, no fundo a Manela é que sabia, e o pior é que o disse a toda a gente e poucos lhe deram ouvidos. Enfim….

  5. Corre por aí um filme com as palavras do tal «passos perdidos» exactamente a dizer o contrário do que está a fazer no que toca a impostos. Mas muitos não precisam do filme porque ainda existe a memória.

  6. Não estou nada de acordo, pois para mim tudo que cheire a PSD’s tem tudo o mesmo veneno. Abutres que têm delapidado este país, sempre ligados às grandes negociatas.

  7. A frase mais profética da Nela Ferreira de Leita é aquela da democracia dos 6 meses… talvez só se tenha enganado no período de tempo. Talvez.

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