Crispação dialéctica

Louçã, no seu estilo reitor de seminário, aquando do último debate quinzenal no Parlamento, veio exigir o fim da crispação entre Governo e Presidência. Deu a entender que essa crispação o incomodava, que ele já estava farto e que a culpa era do Governo. Por isso, devia acabar. Louçã, para além de ser o mais crispado dos líderes políticos, tem a mania de que é o maior em palco, e essa soberba nada nem ninguém lha conseguirá tirar. É por isso que os picanços com Sócrates o deixam tão excitado, ele adora reduzir a política a um torneio medieval. Isto é simples de entender.

O que já não se consegue entender é a utilidade do BE. A sua recusa em ser parte de uma solução governativa até pode ser o que de mais coerente tenha para apresentar. Nisso, sem surpresa, sendo exactamente igual ao PCP, ambos obrigados a manter uma pureza ideológica que tem tanto de identitária como de imagem de marca. Até agora, tal estratégia tem justificado o gasto: o PCP continua a ser uma força relevante na Assembleia e nos sindicatos, e o BE é um caso de extraordinário sucesso mediático e eleitoral. O resultado, porém, é o presente impasse à esquerda, onde BE e PCP odeiam o PS e não se suportam um ao outro.

É fácil ver o prejuízo decorrente do sectarismo e alucinação destes dois partidos; nem sendo parte da solução, nem deixando que outros solucionem. Daí, a pergunta: quantos dos que votaram BE e PCP pretendiam este desfecho? Melhor pergunta ainda: quantos dos que votaram na extrema-esquerda têm um qualquer vislumbre do que ela irá fazer com o seu voto? Aposto que dois terços desses votos são uma mistela de ignorância dos ideários e programas, votos de protesto das mais desvairadas proveniências e fenómenos maria-vai-com-elas. Assim, o que faz falta é informar a malta. O povo devia conhecer o que, no fundo, estes dois partidos pretendem instaurar, avaliar as suas concepções políticas na plenitude das suas consequências e olhar com demorada atenção para essas pessoas que cultivam a ditadura da crispação dialéctica.

29 thoughts on “Crispação dialéctica”

  1. Vale
    Nem PCP nem BE fazem parte da solução do problema, pelo facto deste PS ter na sua génese única e exclusivamente o combate contra estas duas forças politicas.
    Basta ver que nunca desde que foi criado este partido fez coligações com forças há sua esquerda, para garantir a sua continuação e entreter os papalvos basta acenar com a falta de alternativa que segundo ele o PS, o PCP ou o BE não garantem, para isso lá tem os seus partidos irmãos o PSD e o CDS esses sim garantia da continuação de tachos compadrio e corrupção.
    Que tanto agrada aos Aspirinos.

    “ASPIRINOS”
    SEGUIDORES DO VAL NO CULTO AO SÓCRETISMO.

  2. Crispação não é a palavra que melhor descreve o estado de morbidez do chefe do Bloco. Ele é obviamente um caso de neurose, contraída ainda na crise da puberdade. São coisas que deixam rasto para toda a vida, sobretudo em combinação com o ranço marxista ou a água choca de sacristia.

  3. Quem votou no BE para castigar a alegada arrogância da maioria absoluta PS deve estar contente com o poder extra que ofereceu ao Cavaco e ao Portas. O papel histórico dos partidos à esquerda do PS é esse mesmo: oferecer o poder à direita.

  4. Na farsa da Democracia, cada político desempenha o seu papel, sabe que está a ser constantemente avaliado, e que dessa avaliação depende continuar ou não em cena, no próximo período.
    Tudo está no seu lugar… graças a Deus!

  5. “BE e PCP odeiam o PS e não se suportam um ao outro”

    Eu diria antes visão de faca e alguidar, que é útil para esconder o que há de facto de diferente nas posições destes partidos.

  6. Informar a malta, avisar a malta, despertar a malta? Sim! Mas só através dos blogues, só a blogar, não chega, é muito curto. É preciso fazê-lo através da comunicação social (jornais, TV, rádio), com insistência, com vigor, com competência. Mas a comunicação social está quase toda nas mãos da direita, abertamente ou encapotada e é difícil contrariar isso. É verdade! Então, que fazer? Francamente, não sei, mas que é necessário fazê-lo, é. Estarei errado?

  7. Também eu, em tempos que já lá vão, vi no Loução uma lufada de ar fresco na nossa vida política. Hoje não lhe reconheço qualquer hipótese de vir a fazer parte da solução, admitindo apenas que ele é parte do problema. Tenho apenas respeito por ele do ponto de vista académico. O BE passados estes poucos anos ( tendo em conta as suas figuras de proa) revelou-se um partido igual aos outros. A desilusão foi maior porque acalentou esperanças que para mal de todos nós não se vieram a concretizar.
    Como tempos atrás aqui disse perdeu-se uma oportunidade única com a crise. Perdeu-se a oportunidade de nos assumirmos como país. Também há tempos atrás um frequentador aqui da Pharmácia, Jeremias se a memória me não falha, fez uma antevisão do futuro que considero exemplar,nela entrava o Sr. Silva, espero que não se concretize.
    Sócrates com todos os seus defeitos, ainda bem que os tem, parece-me a única solução.
    Espero não estar errado. É que não suporto mais desilusões no meu coração de velhote.

  8. Compreendo que o Louça preocupe o pobrezinho do Val que continue com referências de uma experiência religiosa duvidosa.
    Clché “tem a mania de que é o maior em palco, e essa soberba nada nem ninguém lha conseguirá tirar. ”

    De facto está a ver o inverso do espelho

    E em laivos de educador do povo , este sim o Val-tse-tung
    “O povo devia conhecer “

  9. Louçã e Jerónimo já atingiram o nivel máximo de competência, não dão mais. A sua função esgota-se na contestação, na exploração populista da pobreza e miserabilismo. Não têm maturidade politica para se encontrarem com o poder nem com a arte do compromisso.
    É inevitavel a sua queda e imenso o medo que umas eleições antecipadas podem causar.
    Ao contrario do que se quer fazer crer, Socrates tem os maiores trunfos no jogo politico actual em termos estratégicos. Dele dependem Cavaco, o PSD e os partidos
    supostamente à esquerda do PS. Não acredito que ele deseje novas eleições a não ser que tenha boas razões para isso, mas eu não duvido do resultado.

  10. O que faz falta é informar a malta?! Tens a certeza de que essa estratégia não acabará por ter efeitos contraproducentes, pá? Larga os copos por um momento e repara bem no que isso significará. Em primeiro lugar, e tendo em conta que o Pinto de Sousa, vive dos e para os holofotes, vive da e para a propaganda, vive da e para a mentira, vive da e para a impostura, informar as pessoas significará o fim do produto de marketing, o fim das mentiras que repetidas mil vezes se tornaram em verdades para os ouvidos dos socretinos. Em segundo lugar, sendo tu um senador «não oficial» (ou melhor, não assumido, ou envergonhado) do socretinismo, tens obrigação de saber que é a «animar a malta» (a divertir a malta, a alienar a malta) aquilo em que o Pinto de Sousa (Fantasista Cínico, podia ser o seu cognome) é mestre. Aliás, o que é este blogue (que já chateia de tão repetitivo que é) senão a confirmação de que o que é preciso é animar a malta? Animar a malta sócretina, claro, que por aqui aparece aos montes para louvar e adorar o senador do socretinismo, e para se embebedar com o vinho oferecido por esta casa (ou tasca).
    Mas que mentiras são essas de que eu falo? São várias, mas a verdade é que a mentira ideológica está na raíz de todas as outras: porque se há uns que cometem o «pecado» de manter a «pureza ideológica», é porque também há outros «virtuosos» que se caracterizam por a rejeitar ou negar caindo no ridículo de se afirmarem de esquerda e de modernos (da esquerda moderna), quando não passam de oportunistas alinhados com o lado onde cheira a poder e de pós-modernos que indiferentes às suas supostas raizes ideológicas e supostos princípios de sempre se limitam a inventar novas-línguas capazes de transformarem os conceitos no seu inverso : agora «esquerda» é «direita», «direitos» são «privilégios», «sindicatos» são «corporações», «progresso social» é «retrocesso social» (como se se verifica com o código do trabalho que abriu as portas às 60 horas de trabalho que os Belmiros aplaudem). Enfim, é a assimilação da cassete neoliberal, mas vendida numa embalagem de «esquerda». Os idiotas úteis, quais alcoolicos crónicos ou consumistas compulsivos, ficam hipnotizados com publicidade, com a embalagem e nem pensam no conteúdo. Mas depois queixam-se das ressacas, das 60 horas por semana que os querem obrigar a trabalhar. Andam mal habituados, estes «privilegiados»…
    Portanto, o que importa não é informar a malta, nem sequer transformar o mundo como disse o outro: o que importa é transformar a linguagem. È neste campo que se move o impostor e encenador Pinto de Sousa. Mas tem que se reconhecer que, num tempo em que as imagens se sobrepuseram às ideias, e em que o falatório se se sobrepôs à discussão ou afirmação ideológica, Pinto de Sousa é naturalmente o homem que melhor pode desempenhar o papel adequado a este tempo: em tempo de palhaçadas, quem tem o maior nariz é rei.

  11. Antes crispado que outra coisa:

    Pela vida fora deparei com muitos, Francisco Louçã. Para mim são, os tudo sabem e nada fazem. Se os seus ditos fossem remédio para salvar a humanidade, esta, não tinha salvação.

    Nunca fui pessoa de acreditar em quem se diz que tem a solução para a maioria dos problemas. De quem em tudo se acha o profeta dos milagres e que sabe tudo. Um pouco de humildade e de saber ouvir ficava-lhe bem.

    Sempre ouvi dizer que quem dá conselhos se eles tivessem valor, não eram dados, mas sim vendidos. Louçã auferia o ordenado como deputado e ainda os vendia. É que sabe bem dar opiniões quando não se tem nenhuma responsabilidade. Tem-se a solução e resposta para tudo. Faz-me lembrar um filho a dizer a um pai o que deve fazer se depois sabe que não é que vai pagar os danos.

    Sei que não é possível, estando ele no BE, um dia chegar a 1º. Ministro. Não posso dizer que pagava algo para ver esse dia. Porque esse algo era a minha liberdade e por ela tenho bastante estima.

    Mas que às vezes dá vontade dessa experiência, isso dá. As gerações futuras não têm culpa nenhuma e só por isso não o desejo. Que fique só pela crispação.

  12. Eça,espero que tenhas passado um “santissímo”Natal.Continuas mal,vai por mim, toma o chá d`osga,alivia-te e faz bem á mente.

  13. Há aqui em cima um TAL ds que escreveu uma oração tão grande que mais parece um pastor evangélico a tentar convencer os crentes do que um politico do BE.
    É provável que este ds ainda seja miúdo e não tenha vivido já o suficiente para aprender as amarguras da vida. Porque se tivesse trabalhado no duro e principalmente nos anos em que esses que ele tanto adora dominavam o aparelho de Estado e praticamente obrigavam as pessoas a trabalhar de borla (lembram os dias de trabalho para a nação),
    nesse anos, (anos 70) ai de alguém que no feriado ou no fim de semana não quisesse dar o seu contributo, levava logo com o rotulo de reacionario. Para estes senhores um trabalhador só tem que ter deveres, e direitos quando um governo for de um cor diferente da deles.

  14. Há aqui em cima um tal AJDiogo que não diz coisa com coisa. Ainda li duas vezes o que o tipo escreveu, mas estou convencido de que, ainda que o tipo seja um gajo vivido e já velhote, isso não impede que nos revele uma «sabedoria» e uma «memória» tão caracteristicas da identidade do rebanho da «esquerda» moderna. Um rebanho que não gosta de «orações», mas que adora pastores… e a respectiva erva que estes lhes dão…

  15. «Homens convictos são prisioneiros»

    Esta frase é uma mensagem pessoal de um tal AJDiogo. É uma mensagem que só confirma o que eu acabei de dizer a respeito desse tal: que ele tem uma grande «sabedoria» e uma excelente «memória», daquele género pós-moderno que faz tábua rasa de principios, tão caracteristico dos socretinos…

  16. A «sabedoria» e a «memória» deste tal AJDiogo são tão grandes, que até se esqueceu de dizer que a «sua» mensagem nada tem de pessoal: é uma frase de Nietzsche. Mas sendo uma frase de Nietzsche, mostra como os «socialistas» modernos andam com as ideias todas trocadas, chegando ao ponto de citarem anti-socialistas e individualistas. No entanto, confirma a ideia de que o relativismo já lhes corre nas veias, e de que gostam de ser rebanho de quem não queria ser pastor de ninguém. Resta-lhes o Pinto de Sousa, claro…

  17. AJDiogo:
    Antes de vires para aqui contares mentiras, timbre dos que sempre colaboraram com a Pide.
    Fica sabendo que o dia de trabalho para a nação foi um, dia 5 de Outubro de 1974 e não vários conforme afirmas.
    E já agora serviu para pulhas como tu, mostrarem até que ponto não passam de contadores de histórias, a seguir ao 25 de Novembro de 1974 os vencedores do golpe de estado criaram como é seu hábito um perigoso facínora de seu nome Costa Martins culpando-o de ter roubado o dinheiro do dia de trabalho que eles sempre souberam onde estava e quando digo eles digo Mário Soares e Nascimento Rodrigues , Ministro do trabalho quando estes pseudo factos foram inventados.
    AJDiogo como vê a sua linhagem de aldrabões já vem de longe.
    jojoratazana

  18. A indigência ideológica e a irresponsabilidade política do Bloco de esquerda estão bem patentes no programa de governo que apresentou ao país, na esperança de que ninguém o lesse.
    Eles só querem é um grupo de deputados com poder para obstruir e chantagear, nunca pensaram em governar porra nenhuma nem em participar em quaisquer soluções governativas. Julgam que é possível, a prazo, um regresso ao PREC e às nacionalizações. O Bloco não serve para nada, excepto para o show narcísico do seu chefe neurótico.

  19. Muito bem dito, jojoratazana. Mas tens de compreender o tal de AJDiogo: como eu deixei implícito, a sua «memória» e a sua «sabedoria» não dão para mais, o que explica a sua conversa aldrabona e a sua reescrita da história. Mas nisso até é coerente com a «sua» frase «pessoal»: sendo um tipo «livre» de convicções, é natural que não respeite a própria verdade (ainda que eu esteja convencido de que o gajo nem se apercebe das consequências nem do que está pressuposto em tal frase). Dizer que o gajo provavelmente colaborou com a PIDE, não é, por isso, nenhum exagero. Ou então, para já ser um reaccionário em Outubro de 1974, provavelmente fez parte do rebanho spinolista, do MDLP ou ELP e foi dos que andou a colocar bombas e a incendiar sedes dos partidos. Hoje faz parte do rebanho socretino. Nada surpreendente, pois os incendiários desses tempos são os que hoje são acusados de corrupção: como é o caso dos Valentins Loureiros e dos Avelinos…

  20. Vejam só esta gente. Estamos em democracia, caso contrario eu já estaria fuzilado e porquê? Por criticar a politica de alguns partidos com os quais não estou de acordo.
    Mas meus queridos como vocês são de uma violência extrema em matéria de linguagem em relação á minha pessoa e como eu sempre defendi que quem naõ deve não teme, aqui ficam mais alguns dados a meu respeito. Sou natural de Fronteira (Alentejo), vivo em Arcena (bairro social) Alverca. Se vocês não forem uns cobardolas é só procurar pelo meu nome. Eu nunca tive medo de dar a cara porque nunca menti, nunca trai, nunca roubei.
    Quanto à pide, eu nunca precisei de informar ou ser informado porque nunca fui um cobarde, eu ontem como hoje nunca me escondi por detrás de letras fossem elas maiúsculas ou não. Quanto ao mdlp, fica sabendo meu merdas que a primeira e ultima camisola de um partido que enverguei foi do PCP que comprei no 1º comício desse partido no pavilhão dos desportos, ainda o Álvaro Cunhal estava no estrangeiro. Mostrem a cara, mostrem o que fazem e acima de tudo, o que fizeram.

  21. Pronto… Agora o tal AJDiogo deu em virgem ofendida, quando quem começou a disparar (e a disparatar) foi ele. Mas com quem ele está de acordo já se percebeu (e é com o socretinismo), pois serve-se da típica cassete da direita de hoje (a tal «esquerda» moderna), e que era a cassete dos MDLPs de então (e que é a tal cassete onde vagueiam os fantasmas e mentiras do PREC), para justificar e defender o pastor Pinto de Sousa e as suas medidas anti-sociais. Por outras palavras, o que ele nos está a dizer é que o Pinto de Sousa não é de esquerda, mas que a alernativa a isso era termos gajos que comem criancinhas e que dão injecções nas orelhas dos velhinhos. Uiiiiii… que medo!
    Depois diz que nunca mentiu, nem traiu, o que não bate certo com a sua frase de eleição de que não é prisioneiro de convicções. Como diria Nietzsche, é um fraco, e um escravo da moral e dever cristãos. E ainda acrescenta que até hoje só vestiu uma camisola, mas quem visitar o seu blogue depara-se com uma merda toda pintada de verde e com fotografias de leões. Da-sseeeee…. Se vestiu camisolas politicas, com o mesmo espírito com que veste camisolas futebolisticas, é natural que acabe a disparatar acerca da história e das ideologias. Mas, pronto, sempre ficamos a saber que é dos mesmos clubes de um outro «cobardolas» que assina com o nome Valupi…

  22. Apoiado, Val, porque está bem visto.
    No entanto, mesmo que escrevesses / teorizasses ao contrário, terias sempre aqui uns comentadores de ofício com posições opostas às tuas. Mas são bacanos, sabem que sem eles esta vida seria uma pasmaceira… E não é que eles são mesmo divertidos?
    Boas Festas para todos…

  23. A Moura Pinto.
    Vens aqui botar faladura.
    Mas no teu blog praticas a censura.
    Tem mas é vergonha aprende o que é ser democrata.
    AJDiogo, tens todo o direito a ser valente mas não tens o direito a ser mentiroso.
    Se pensas que me metes medo,estás muito enganado, nem na guerra nem da PIDE tive medo, e para tua informação tanto aperto a mão a um preto como o pescoço a um branco.
    E não me tentes detesto mesmo aldrabões.
    jojoratazana
    “Por viver no meio de tantos ratos”

  24. Então, Jojo, que se passa? Eu confesso que censuro todas as ordinarices, tuas ou de terceiros. Por razões de higiene.
    Mas se um dias mostares a cara com o que escreves, garanto que não te negarei o prazer de deixar passar o teu retrato, ao vivo e a cores.
    E quando publicares as tuas lições sobre o que seja a democracia, prometo arranjar tempo para te ler.
    E o Val que desculpe estar a ocupar este espaço para te responder, quando esta conversa nada tem a ver com o post. E que, se quiser, pode bem deitar fora este texto.

  25. A Moura Pinto:
    Censor um dia Fascista toda a vida.
    O resto são desculpas de mau pagador.
    A democracia é o contraditório não a mentira.
    Passe bem e não me provoque não tem estatura nem moral.
    jojoratazana

  26. Jojo
    É bom que se fale / escreva daquilo de que se é conhecedor, mesmo mestre. Continua, que há graus acima de mestre.
    Admito que te possa dar muito gozo esse modo de ser democrata: fazer o contraditório de baboseiras e ordinarices. Mas eu ainda não cheguei aí, porque me falta a tal estatura, a tal moral. Mas antes de me deitar prometo beber um copito de leite. Ajudará ao cescimento?
    E eu provoco? Nisso já tens todas as agregações, a cátedra ninguém ta tira que o mérito é muito…

  27. “Basta ver que nunca desde que foi criado este partido fez coligações com forças há sua esquerda, para garantir a sua continuação e entreter os papalvos basta acenar com a falta de alternativa que segundo ele o PS, o PCP ou o BE não garantem, para isso lá tem os seus partidos irmãos o PSD e o CDS esses sim garantia da continuação de tachos compadrio e corrupção.”

    Reconheço a minha enorme ignorância política, para o que deve contribuir o facto de ser mulher. Tenho acompanhado os debates na AR e o que tenho visto com estes dois que um alto-forno há-de reduzir a cinzas é o BE e o PCP de bracinho dado, em 90% dos casos, com o PSD e o CDS. Que o PSD e o CDS façam oposição ao Governo, não me espanta. Agora que BE e PCP se limitem a fazer o mesmo, sempre, é que me parece bastante redutor. De resto, a coisa está de tal modo aceite e compreendida, que estes partidos deixaram de ter nome e programa, agora são apenas referidos como Oposição.É como se tivessem nascido apenas para fazer da AR uma enorme peixeirada. É que a Esquerda, a única e verdadeira (be e pcp) não desdenha sequer dar uma mãozinha a cavaco sempre que surge a oportunidade. Mas se esta Esquerda, a única e verdadeira, ouvisse as pessoas na rua e não apenas os seus poucos militantes, ficaria a saber que o que quer o povoléu é que esta coisa ande para a frente e que aqueles a quem deu o seu voto apresentem soluções viáveis. O que têm feito até aqui é um enorme espectáculo de cobardia e hipocrisia, dizendo o que é bonito de dizer porque sabem que jamais terão a oportunidade de governar. O que, a acontecer, provaria que são apenas mentirosos ou lunáticos ou ainda as duas coisas. Mas isto digo eu, que sou papalva.

  28. A. Moura Pinto, todos os que aparecem são amigos, desde que se fiquem pelos limites da liberdade de expressão (muito latos, aqui pelo Aspirina, mas sem que sirva de exemplo). Afinal, estes bacanos podiam estar a gastar o seu tempo com tanta coisa, e tanta gente, e preferem antes a nossa companhia. Ainda por cima, vão tendo acesso a boas leituras, o que só lhes fará bem no curto, médio e longo prazo. É isto a amizade, o são e pedagógico convívio.

    Grande abraço

  29. A tua tolerância fez-me chorar, é tu e o o PM no seu discurso de Natal, é só honestidade….intelectual.
    Quanto ao estronso algarvio

    Pró caralho ( a minha tolerância será igual à vossa…nula)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.