6 thoughts on “Cravos caídos”

  1. Caro Val, como querias que estivessem os cravos depois de verem o Carlos Abreu Amorim na tribuna e ouvirem a arenga do presidente da República, eles próprios a negação
    do sonho de Abril? Murchos, naturalmente, necessitando com urgência de serem aspergidos com esperança e coragem. Murchos, naturalmente, depois de assistirem às lágrimas de crocodilo de quem detonou tudo isto, com a obrigação de saber o que seria expectável desta gente e agora nada conseguirá construir sobre as ruínas que ficarem. No entanto, no entanto, a esperança…mas como dói.

  2. jafonso,

    estás na linha do zé mário branco e depois disso muita coisa aconteceu. Mas parece que temos medo do futuro e voltamos sempre atrás. De qualquer modo, como ele diz” E valeu a pena? Valeu, pois.”

    To be continued…que a história não acaba aqui.

  3. Cara edie, por “de”formação profissional sei que a História não acaba aqui…o que me permite ainda ter esperança.
    Se valeu a pena? Valeu pois.
    Se voltaria a sair? Voltaria pois
    Se foi isto que eu sonhei, apesar das conjunturas? Não, não foi!

  4. jafonso,

    como disse aqui, nem nos meus piores pesadelos imaginei chegar à vergonha de ter um presidente da república a discursar no 25-4 da forma como este o fez. Não foi isto que muitos de nós sonhámos. Mas que se faz quando nos destroem os sonhos? O mesmo que os outros fizeram, destroi-se os planos do inimigo. Não basta esperança, é preciso acção. E é essa que falta. E não só em Portugal.

    Enfim, deixo aqui um pedaço de História – ficcionado, e com algumas partes mais gagas -, mas não deixei de me rir quando o Salgueiro Maia diz, em código, qualquer coisa como “Ocupámos Toledo e controlamos Bruxelas e Viena”…
    http://www.youtube.com/watch?v=XK0d2enHl_E

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