147 thoughts on “Costa comprou a cassete da década perdida”

  1. Costa insiste no mesmo raciocínio de resultado potencialmente desastroso. Aumentar o rendimento das famílias para fazer crescer a economia pode ser eleitoralmente aliciante mas é economicamente heretodoxo. Em primeiro lugar, o aumento do rendimento das famílias só pode ter duas origens – ou proveniente do crescimento económico ou à custa do estado, isto é, dos impostos dos contribuintes. Costa coloca a primeira como consequência e não como origem. A segunda tem o inconveniente de, para o mesmo grau de despesa social, desequilibar os resultados dos exercícios, promovendo o aumento da dívida. Além disso, o objectivo tem um caracter duvidoso, pois não existem barreiras à importação e, o recente exemplo da melhoria da situação económica das famílias que se traduziu num significativo aumento da importação de automóveis é um sinal de que há seguramente uma inversão no raciocínio socialista. Afinal, Costa não aprendeu TUDO das antigas políticas erradas seguidas pelos seus camaradas.

  2. O IMPOTENTATZ, como sempre, cuspindo o que nao sabe. Os PAREXERES do ANIMAL respiram a asnopudencia do bicho.

  3. Cegueta!
    Deixa isto que não interessa. Não te adiantes.
    O assunto que te interessa ficou lá atrás.

  4. Cxralho, tirando meia duzia de viuvas do 44 (convem excluir a F, que descobriu que tem um par de cornos tao grande que estao a fazer novas crateras na lua ), o Soares (esta che che de todo), este blog e os servicais do Corporacoes, ja todos renegaram a heranca do grande visionario socialista de Alijo.

    Faz pena, porque o mundo precisa de loucos.

  5. como sabemos os países da zona euro têm crescido a olhos vistos nesta década. o costa que vá tomar um refresco.

  6. antonio costa,não quer governar o pais.a camara de lisboa é lugar mais apetecivel,como tal não vou-lhe fazer a vontade.se duvidas houvesse a lista de deputados para lisboa assim o indica.por a canavilhas em lugar de dificil eleição,não lembra ao diabo.foi das deputadas que mais prazer me deu ver trocidar a escoria da direita nos debates na sic noticias de ana lourenço.a demarcaçao do legado de socrates é uma vergonha.o psd teve sempre pm mais despesistas e nunca vimos tal.desde a segunda ponte sobre o tejo no sitio mais largo do tejo,ao centro cultural de lisboa,houve de tudo na governaçao destes pulhas.não se esqueçam dos 50 milhoes a 1 mês e tal do resgate enviados para a madeira contra a vontade de socrates e do ps no parlamento.que os pariu!

  7. O fifi, o que vale e que os teus insultos a “escoria de direita” estao metidos entre uma resma de erros ortograficos, o que mais do que contextualiza a capacidade intelectual, educacao e escolaridade de quem os faz.

  8. Costa comprou a cassete da década perdida. De facto, assim é. Basta ver as BESTAS que o apoiam. Neste espaço temos a abrilada disfarçada desde o começo, que pensa que é uma GRANDE CORAJOSO. Afinal, repete-se e repete–se, com trampa sobre trampa. UM ESTERCO na forma e na substância,logo um ZERO.
    O gajo chama cegueta aos OUTROS e não se enxerga a ele próprio. Um monturo de nada com as PATAS no ar.

    Depois, a evolução ou (base?) natural. Chama nomes a um juíz em Strasbourg, mas quando DESAFIADO a fazê-lo para os sites oficiais e email, encolheu-se e BORROU-SE. NADA FEZ. ILUSTROU O SIGNIFICADO de COBARDE e BASÓFIAS.

    Estes são os partidários do tony Bosta – os IGNAROS IGNARALHOS. À medida da visão e do eco do chefe – nada enxergam e nada escrevem. Ei-los, porém, no meio da IGNORÂNCIA que os ouve, expondo doutos PAREXERES – a asnoprudência. Um must no anedotário deste espaço.

  9. Ó básico, o teu nome é exdrúxulo, como tal deve ser acentuado. Escória também e ortográficos também. A única coisa em que acertaste foi o à. De resto, educação e estão também dispensam o til. No outro dia li um parecer de um venerando magistrado em que ele escrevia:
    ”O queixoso, assistente neste Processo, declarou que tem a ver cento e cinquenta mil euros do acusado, tendo em vista o que se segue, mas que atá ao presente ainda não viu nada.
    (…) patatipatatápatati (…)”
    O Juiz (assinatura irreconhecível).
    Quero dizer: tu como basico, sem acento, andas aqui a fazer o quê?
    Isto é um blog de inteligentes.
    Conheces a menina que corrige os ofícios ao cegueta? Eu conheço.
    Bem, mas à parte este à parte, o que eu queria declarar os senhores, com os devidos pedidos de desculpa, é que, quanto ao extracto extraído de António Costa, não sei comentar, por não me chegar a sabedoria a tanto.
    Estou a tentar documentar as palavras chave, ”estruturantes” , ”estagnação”, ”residual” e ”apontou”.
    O Google remete-me sempre para a mesma mensagem: ”consulte também o vocabulário básico”.
    Não sabia que tu és um vocabulário, ó basico!

  10. “… ja todos renegaram a heranca do grande visionario socialista de Alijo.”

    oh burro do caralho, se substituires o renegaram por aproveitaram encontras justificação para os resultados das exportações, do ensino, da investigação e da política energética não acompanharem o sucesso da destruição imposta pela coelhada e anúnciada pelo portilhólas das reforma de estado.

  11. … agora é tudo rotina e procedimentos normais. o país está a arder batendo recordes de área ardida e as televisões que faziam directos, no tempo do sócras, a partir do quintal da dona joana dizendo que o helicopo nunca mais chegava estão caladinhas.

  12. O Costa não quer governar. Está com medo de ser eleito. Se soubesse o que sabe hoje tinha ficado à sombra na Câmara. Mas paciência ! Mesmo contra a vontade dele ajoelhou vai ter de rezar ! ou seja, este governo é tão mau, tão mau, tão mau, Costa, que vais ser eleito e vai mesmo ter de governar o país !Já não adianta dares tiros nos pés para tentares perder as eleições. Vais ganhar mesmo à força, nem que tenhas de ser empurrado, a contragosto! e aposto que a Canavilhas vai ser eleita ! Aliás eu faço hoje aqui uma previsão de alto risco: o PS, apesar de todos os pesares, os actuais e os ainda futuros, não só vai ganhar as eleições, como as vai ganhar com maioria absoluta ! está dito ! e não se trata de uma manifestação de fé, trata-se de conhecimento do terreno, do mais científico que pode haver.

  13. “… não só vai ganhar as eleições, como as vai ganhar com maioria absoluta !”

    isso não era para ser dito agora. quanto mais tarde tiverem consciência disso melhor, maior é o balde de água fria e o país ganha com menos actos de desespero.

  14. Já declarou: Não é PS, não tem simpatia pelo PS, não vota PS. Será que já tomou a opção de ser anti-PS? Aguardemos!

  15. O Castro Nunes, você pensa, erradamente, que todos os que opininam no pardieiro têm o azar de morar em Portugal, de gramar com os resultados de 30 anos de socialismo. Nem sempre é o caso, há quem observe a tragédia bem de longe.

  16. Caríssimo Básico.
    Perdoe-me tratá-lo por Básico, mas vou dar-lhe uma resposta muito assertiva.
    Na verdade, começo a estar farto de falar com ninguéns.
    Eu vou responder em breve em julgamento porque um magistrado me acusa de pensar. De mais nada, senão de pensar. Assim: ”O Manuel Castro Pereira (o pereira sou eu, estive para alegar que o pereira era o cegueta, mas entendi responder pelos meus pensamentos) estava convicto de que (…)”.
    A partir deste pressuposto, congeminou outros.
    Ora, eu não posso convencer-me, nem sequer pensar que um básico tenha fatidicamente que morar ”no pardieiro” nem de gramar com os alegados trinta anos de socialismo.
    Mas que socialismo? Eu ando por aqui há quarenta anos, regressado a emigração em Angola, e nunca por aqui vi socialismo. Diga-me, Caríssimo Senhor Básico, o Cavaco Silva é socialista? Vamos descontar dez anos. Vamos continuar a descontar.
    O que é o socialismo, Senhor Básico?
    Eu tenho uma grande admiração pelos emigrantes. Não questionemos isso. Mas tenho igual admiração pelos que por cá vão ficando. Conheci muito jovem a emigração. Mas também conheci o drama dos que por cá ficaram.
    É por isso que, embora por eles tenha uma grande admiração, os emigrantes me irritam.
    Por exemplo. Eu estou presentemente numa região rural, onde os que cá estão trabalham de sol a sol, não sei bem para quê, porque comprariam no continente aquilo que produzem por um terço do custo que têm que despender com a sua produção.
    Desde há um mês que começaram a arribar aqui os emigrantes. Eu não durmo há mais de um mês. Todas as noites é um regabofe. Festas e bailaricos. Por vezes dá-me a ideia de que, os emigrantes, portugueses de primeira, arrogantes porque vêm da estranja exibir as suas máquinas, não se recordam de como era trabalhar em Portugal.
    Está muito bem contada, essa história dos emigrantes. Mas recorda-se das razões por que os emigrantes começaram a emigrar, a salto e sem qualquer protecção? Ainda não havia esse seu ”socialismo” em Portugal.
    Eu não posso garantir que Senhor Básico é emigrante. Diz que está exilado do azar. Bem pode ser comissário ou deputado europeu, diplomata ou foragido. Como Básico não é ninguém.
    Não gosto de certo tipo de emigrantes. Daqueles que aparecem por cá arrogantes, com ”modernices estranjas”, reegando as suas raízes e olvidando o suor e as lágrimas de quem ficou.
    A quinta coluna do tal socialismo de que fala.
    Medite um pouco nestes nomes.
    Partido Social Democrata, ou PPD.
    Centro Democrático Social, ou PP.
    Partido Socialista, ou PS.
    É destes socialistas que fala?
    É um belo oportunista, Senhor Básico.
    Quando vem a Portugal traz o seu BMW ou aluga um Aston Martin?

  17. BÁSICO,

    Aplique ao ANORMAL de cima, COBARDE certificado, o remédio das ervas daninhas…
    O ANORMAL acha-se «assertivo». LOL. O resto nem li, deve ser mais uma diarreia de frustrações de um esquerdalha que não conseguiu alcançar a direita. Não seria má ideia apresentar-lhe o Lula.

  18. E, indo mais acima, apercebemo-nos que o ASNOJURISTA «amanda» umas bacoradas à dótorre.
    O gajo adora glosar, mas glosa em trampa e com trampa. A assinatura dele é esta – COBARDE e/ou TRETAS. 31 de boca, béu, béu, béu. E lá vem ele com a trampa rançosa que o afeta.

    PASTO PRUNES PÁ, Enfia-te no bolso do teu parceiro, pá. Não te deixes ver. Ofendes o orgulho da tua comunidade. De certeza que te aceitam? É que tu pareces sofrer das regras, pá. Estás a precisar de um regulativo. PÉDÉ full of prunes. E o gajo diz-se «assertivo». LOL. Fazes parte da cassete, pá « viró disco e tócó mesmo».

  19. Tonecas!
    Tu também aparecias todos os anos por cá, com o teu ”SCANIA” descapotável, armado em estranja, com a música no déque aos berros e a berrares mais alto ainda. ”Pretos! Miseáveis!” Eras emigrante…
    Os pretos passavam por ti e encolhiam os ombros.
    Alguns, mais fartinhos disto, gritavam:
    ”Vai para a fila camóne! Vai para a fila! Do you speak english? Vai para a fila camóne!”

  20. Se era para renegar a governação do PS não precisava ter empurrado Seguro borda fora. Fazer questão de dizer que não mais visitaria José Sócrates até à data das eleições colocou a agulha do manómetro no amarelo. Se João Galamba, o melhor deputado da legislatura, sem ser essa a sua vontade, fôr colocado em lugar não elegível, atrás, por exemplo, de Vitalino Canas ou Miguel Coelho, passa o vermelho e o meu voto no PS será rasgado.

  21. Podes crer COBARDE, e quando via e vejo gajos como tu, penso cá para comigo – SALAZAR faz tanta falta. Tás a bere pá, tinhas alojamento garantido em dois segundos, com o barulho do sapateado à porta. Para fantasiares. Right, asshole? Mas em outra vida, andavas pelas feiras a mostrar os dentes amarelinhos…

  22. Agora, por causa de COBARDES como tu, andam outros na fila, a gabar o «deservice» dos gregos e a venerar o 44, em jeito de viúvas ressequidas. How bad can that be, hey, asshole?

  23. O mais patético e trágico nos salazaristas é isto.
    São um suspiro de uma noiva solitária.
    ”Não imaginas, meu amor, a falta que aqui me fazes… A falta que me faz um homem… Se encontrar por aqui algum, ponho-te os cornos!”

  24. Lucas Galuxo

    Como eu disse acima o Costa está a ver se escapa de governar o país mas já vai tarde. Agora pr mais tiros que dê nas patas vai mesmo ter de governar porque o actual governo é tão mau, mas tão mau, tão fdp, tão fdp, que quando chegar a hora da verdade o Costa vai ter de enfrentar o destino.
    Mas o Ignatz tem razão. Não se pode dizer isto agora. É demasiado cedo para o fazer. Isto só é para ser dito para um bocado de papel num qualquer dia de Setembro ou Outubro. Ainda nem isso sabemos. Mas está escrito, e já nada pode mudar isso.

  25. OLHA a tua sorte pá. Daí que continues a tentar e o BURACA aumente. Marcha tudo, até os bezerros.
    Não consegues pensar, não é? Compreendo, deve ser o peso do cálcio…ó COBARDE. A cabeça baixa e claro liga-se diretamente à tromba de trampa que continuamente jorra de ti.

  26. Deve ser frustrante discutir as (des) habilidades do Tony Bosta. O destino – votar no escuro, em escuro, é dar um tiro no escuro.

  27. Ó cegueta

    O Salazar faz falta exactamente para quê se tiveste o Cavaco, o Passos, o Portas, e agora tens o Rui Rio e o Marcelo ?

  28. Cegueta

    Quem anda às escuras neste momento é quem não faz a minima ideia do que vai na cabeça do povo !
    Espera pela pancada quando se acender a luz.

  29. Tonecas!
    Que histórias andas a contar por lá aos moiros?
    Achas que eles falam inglês, anormal?!!!

  30. Entre 1976 e 2006 todos os presidentes da república foram do ps e ou apoiados pelo ps.

    O ps foi governo sensivelmente 19 anos no período pos 25 de abril. Nos últimos 10 anos, o ps esteve no governo 6, só saindo por ter provocado uma bancarrota.

    As razões pelas quais os portugueses imigravam – e sempre imigraram, basta conhecer a história do país – tinham que ver com a falta de desenvolvimento do país, falta de oportunidades, e com o corporativismo e corrupção dos que cá ficavam. O socialismo nada teve que ver com o desenvolvimento do país, o país desenvolveu porque entramos na ue, e não porque tínhamos a corja socialista aos comandos da nação. O socialismo português, a única coisa que fez foi apropriar-se duma parte do dinheiro que se fazia, ou que entrava no país – vide casos do 44 e vara, emacio, por exemplo – e comprar votos, sem qualquer preocupação com a sustentabilidade das finanças publicas.

    O estado social, que tanto presam os que aí estão, está a ser posto em causa não só pela natural insustentabilidade à qual foi conduzido, mas também pelos votos com os pés de todos aqueles que, com um pouco de visão, já perceberam que o sistema está montado para benéfico exclusivo da corja de abril, e, como tal, foram procurar outras paragens.

    Claro está que há uma franja de portugueses honestos, trabalhadores, o pessoal que dá o litro e é esmifrado pela geração de abril, sentada nos seus direitos constitucionais, a receber as suas pensões mal calculadas, a fingir que trabalham nalguma entidade estatal. Esses coitados, não são convidados a opinar na sic notícias, ou na tvi 24. Esses não recebem 6,000 euros da rtp para dar a sua opinião, nos intervalos da presidência do PS. A esses ninguém lhes paga viagens em executiva de Paris, para fazer o cu-mentario ao domingo. Esses nao metem os filhos nas escolas privadas, enquanto apregoam a maravilha da escola pública. Esses vão de férias cá dentro, pra Caparica, não vão para formentera com o dinheiro das comissões…

    Enfim, e isto portugal.

  31. Eu, que até costumava comentar neste, que (ainda) é um excelente Blogue, tenho-me remetido ao silêncio da sua leitura. Com tanto porco da direita bafienta de 80 anos a pretender transformar o blogue num chiqueiro, resistir não é fácil. Esses salazarentos aspirantes a Adolfos, em vez de defenderem com lisura as ideias que perfilham e se baterem honestamente por elas, escondem-se no anonimato dos “nickname” e achincalham, ofendem, assassinam o caráter de quem aqui vem com boas intenções defender as suas. Estão bem para emparelharem com quem os para aqui mandou grunhir.

  32. Ó Básico!
    Tu afinal és aqui emigrante ou imigrante?
    Quer-me parecer que és doutorado.
    Houve uma grande fuga de emigrantes para o Brasil, logo desde 1974.
    Não me digas que és o José Hermano Saraiva! Ou o António de Spínola! Ou o Alcides!

  33. Porco negro, 80 anos? I beg your pardon (quer dizer em estrangeiro, que cxralho estás a dizer pa)

    A direita e bafienta pa? Até o syriza agora é de direita ó burranga. Só em Portugal é que ainda há burros suficientes para acreditar nos milagres econômicos e sociais da esquerda. Vai dar um passeio pra coreia do norte, conhecer o socialismo real. It’s on me (quer dizer em estrangeiro, pede subsídio para a visita de estudo a concelhia apropriada do PS ou bloco de esquerda)

  34. O país não começou em abril, a última vez que fiz as contas já iamos com 900 anos, mais coisa menos coisa.

  35. Basico

    21 DE JULHO DE 2015 ÀS 19:47

    “por isso que tanto gosto de tu, Val. :-)”

    Ah, o analfabetismo no século xxi

    Básico, o teu comentário acima demonstra que és um cavalgadura incapaz de perceber!

    Interpretando até às últimas consequencias o”Discurso”, fico com a certeza que tu e o Cegueta, atrelados à carruagem da rainha D.Maria I, são uma mais valia para aumentar o fluxo turístico da capital.

  36. Ei, Básico!
    Entraste aqui tão composto, senhor prá qui senhor p’rá colá, já perdeste a compostura.
    Foi por causa de mim?

  37. Ah Adelino, é com gosto que assumo que não consigo perceber frases como “gosto de tu” ou “és um cavalgadura” ou o conceito dos “cavalos” atrelados à carruagem e não a carruagem atrelada aos “cavalos”.

    É com orgulho que admito não falar o português ensinado nas novas oportunidades.

  38. Pas du tout, Senhor Básico, pas du tout.
    Or absolutely not.
    Ou de modo nenhum.
    Afinal, por onde anda o Senhor Básico emigrado ou imigrado?
    Não sabia que a República Portuguesa tinha representação diplomática na Buraca, como diz o Tonecas.
    O Senhor Básico não deu ainda conta de que, apesar de isto ser uma chafarica, é muito difícil fazer aqui com sucesso esse número?

  39. Possa, Ferreira!
    Tens andado aonde?
    Já expliquei que o cegueta não está em Lisboa, está em Dili.
    Só cá vem de férias e de vez em quando de mala diplomática para receber o prime minister.
    Mas quando ele vem a Lisboa, em Lisboa não há turistas, só camónes.

  40. PASTO PRUNES, COBARDE, ANORMAL, precisam de animais com vocação para cavar e escavar na grécia, PÁ. Vende-te mais um pouco para arranjares dinheiro para o caminho. Precisam de ti lá. COBARDE. 31 de Boca.
    Já instalaste a dentadura na tua buraca, Pá? É que continuas a jorrar trampa sobre trampa.

    Aposto que falas a linguagem do vigarista, mas só aos que não te …topam, não é? É.

    What a nit wit. ( o mais longe que foste , foi Évora, não é? Pois, o sotaque é o do chaparro, sem olhos, calhau como as portas do bordel onde te formaste.)

    Continua a cavar. Não tens direito a manicure. Isso é só para outros animais ( os racionais). Tu és da categoria dos irracionais, dos pequenotes…

  41. Entendido, Tonecas!
    Vou já ter com a menina que te corrige os ofícios. Depois de ela traduzir, venho responder-te.
    Amanhã de manhã!

  42. Tu só não és capaz de vir aqui e dizer:
    ”Eu não sou quem o cegueta e o Carvalho disseram que eu sou”.
    Então eu dir-te-ia:
    ”Pois não cegueta. Tu és o Toino das Gamelas. Se fosses aquele que o cegueta diz que tu és, já toda a gente rebolava a rir nesta chafarica.
    Dorme bem. E não te esqueças da janela. Sabes o que é um rocket?

  43. Mau… agora já estão a fazer contas a essas coisas?
    Diz lá quanto é que cresceu… diz!

  44. Básico, de 1985 a 1995 a economia portuguesa cresceu 90 mil milhões de dólares. De 2000 até ao eclodir da maior crise financeira global dos últimos 80 anos cresceu cerca de 150 mil milhões de dólares. Quase o dobro.

  45. O crescimento da economia é sempre um valor muito condicionado e uma avaliação muito subjectiva.

  46. é obra é, comparar contas de 2013 com 3013 :)
    oh Castro agora deste em economista, larga o vinho.

  47. Valupi,
    por muito que me esforce, e bem tenho tentado, não consigo inferir que o que o Costa terá dito seja concluído com o título deste teu apontamento.
    Por mim, acredito que, actualmente, seria um erro adoptar as políticas económicas seguidas anteriormente a 2008, no actual contexto mundial. Não me custa nada admitir que na altura pareceram adequadas, por isso a Europa as adoptou e recomendou só que a falta de suporte e de coragem política misturadas com uma crise internacional deram o que deram.
    O Costa tem de ter hoje uma política económica diferente porque o mundo está diferente. Mas deixemos o Costa respirar, pois o pobre anda em terreno armadilhado e a oposição interna (os políticos pequeninos) não lhe dão tréguas, e os adesivos também não. Só espero que ele dê o murro na mesa que já demora.
    A bem do PS e a bem da Nação.

  48. gostei da conclusão ” a bem da Nação ” e achei particularmente brilhante o seguinte :

    O Costa tem de ter hoje uma política económica diferente porque o mundo está diferente

    Está aí contido, nesse notável trecho, com pristina clareza, todo um vasto conjunto de medidas económicas, que nem eu próprio conseguiria, objectivamente, de forma mais
    ampla, sintetizar.
    Mais elucidativo, seria impossível.

    Não gostei da análise da Jasmim, no tocante à política energética, o chamado sucesso das energias revoltáveis.
    É que sendo o preço da matéria prima, isto é, o sol e o vento, grátis, não é aceitável que os portugueses andem a pagar a electricidade ao preço da platina.
    Sem dúvida que, por culpa também, de um político desmiolado, o Inocêncio Coitadinho, que se lembrou de celebrar contratos de que resulta produção a mais e compra pelo Estado de toda a electricidade produzida, mesmo que seja para deitar fora, em súmula, a criação de um tipo de capitalismo sem risco, e um sucesso do empreendorismo capitalista, oriundo porém de um auto alegado socialista, nada mais me parece que o produto dum desmiolado, se não, e para parafrasear um ” escarro ” que por aí vegeta, ” broches feitos à direita “.
    Por isso Jasmim, e só por isso, acho que não lhe ficaria mal mudar o seu nome para,
    Simplício Simplório Da Simplicidade Simples.

  49. basico, os 30 anos de socialismo.(escreves bem ….mas és burro) defenderam a liberdade ameaçada no pais,e mais conquistas, que a tua inteligência não alcança.

  50. O galucho, de esperto não tens nada. Então o crescimento do PIB duma economia é medido em valores absolutos e não em percentagem? Essa é nova, temos de mandar reescrever todos os manuais de economia e rever todas as teorias de matemática, a começar logo na primeira classe.

    “O Joao tem 5 escudos no bolso, o Manuel tem 50. Ambos se portaram bem e como tal vão receber a mesada da semana. O João recebeu 10 escudos e o Manuel 12 escudos. Quem viu a sua riqueza crescer mais rapidamente?”

  51. Ai 30 anos de socialismo defenderam a liberdade? Mas ameaçada por quem? Pelos amigos do pcp, também socialistas, logo a seguir a revolução? E nos seguintes 40 anos de quem é que o socialismo nos andou a proteger conta lá. Das bancarrotas que causou? Da corrupção que instalaram pelo país todo?

    Fala-me das maravilhas do socialismo pa, ensina-me! Demonstra que o que a máfia socialista fez em Portugal não teria sido feito, melhor é claro, por outro partido do centro ou de direita.

  52. Básico, mede a criação de riqueza como quiseres. Depois do 25 de Abril, o período em que esta mais diminuiu foi durante a legislatura que agora termina. Nem é preciso estatística para perceber isso. Quem nos dera crescer, nos próximos 10 anos, como crescemos na primeira década deste século.

  53. oh burro do caralho,
    as 3 bancarrotas do ps tem as seguintes origens:
    1977 – desmandos da comunada
    1983 – na incompetência governativa de sá caneiro e balsemão
    2011 – assaltos à banca pelo gang cavaquista e crise da bolha
    as do passado foram resolvidas pelos socialistas e a actual tamém será porque até agora a garotada só tem destruído

  54. O actual governo estoirou o Portugal com vontade própria. Um país com PMEs nacionais e com as grandes empresas, os bancos e as seguradoras detidas por estrangeiros, estados ou particulares, fica reduzido a pouco mais que a sua dimensão cultural. Até que esta também se dilua.

  55. O Galucho, tu nao acertas uma pa, se fosses carimbado por cada vez que mandas uma bacorada ate passavas por alguem recem chegado da guine equatorial (CPLP).

    Tenta fazer as contas para o periodo 80-84.

  56. “Então o crescimento do PIB duma economia é medido em valores absolutos e não em percentagem?”

    o crescimento é sempre absoluto, a taxa é que percentual.

  57. Está visto.
    Agora o cegueta trouxe para aqui o séquito, desmultiplicou as caras, à frente vêm os pezinhos de veludo e atrás os caceteiros.
    Mas eu não sou parvo. Os camaradas ponham-se a pau, não sei se sabem o que é um pau, caso contrário são todos um, o cegueta e mais nenhum. Levam todos no focinho e quem se vai safar é aquele cegueta de que falava o Carvalho, que está longe, lá para os domínios do estado islâmico. Também é imigrante em África.
    São todos fachos, a coberto dos benefícios da social democracia e da República. Traidores, aboletaram-se com a República e por trás chamam-lhe puta. A democracia é condição necessária mas também suficiente para que haja fachos dentro dela.
    Mas o que eu queria dizer é que se os camaradas não se demarcam do cegueta, depois vão queixar-se ao carvalho.
    Conheço muitos sociais democratas e populares que fizeram vida de tacho, a sugarem o sangue aos cofres e fazendas da República, são a cara da República nas festas, cerimónias e recepções e de vez em quando rapam as cabeças de martelo e espetam com uns óculos escuros até ao umbigo para que lhes vejam os focinhos e vão arregaçar os dentes para as manifestações do PNR.
    Pela frente, salamaleques à República, à democracia, mas sobretudo ao patrão. Por trás rosnam.
    Qualquer dia os forcados também vão à lide de óculos escuros, embora o boi só veja o vermelho.
    Basófias! Por trás dos escudos da República!

  58. O COBARDE tem a vergonha de um ASNO. Pautam-se (??) pela anormalidade.

    BÁSICO, é difícil explicar o que quer que seja às SOPEIRAS. Talvez se optar por outro sistema – com batatas e couves e medidas de água para a sopa – as gajas percebam. Ainda assim duvido, mas sempre vão acenando a cabaça e limpando as mãos ao aventalinho (porco por manchado de ignorância).

  59. ”O tribunal acabou, no entanto, por desvalorizar as “opções político-partidárias” e, apesar de estarem presentes, não foram os crimes de discriminação racial a pesar mais na sentença, mas as agressões, a posse de armas proibidas e as ameaças.”
    Mário Machado d’aprés acordão do Supremo Tribunal de Justiça.

    “Afetuoso na relação com os que lhe são próximos, obstinado e impulsivo, com tendência à perda de controlo, apresentando-se como racional e calculista e com elevada autoestima”
    Idem, ibidem.

    Parece uma ”resenha” de entrevista para recrutamento para as forças especiais. Ou para oficial de justiça.

  60. ””Ao longo de três horas e meia, pelo menos”, Mário Machado, juntamente com outro cúmplice, agrediram uma vítima, a quem queriam extorquir 15 mil euros, “com socos, pontapés, amarraram-no, deitaram-no dentro de uma banheira e verteram cera de velas acesas sobre o seu corpo, queimando-o”, ficou provado no processo, em resultado do qual o ex-líder dos skinheads foi condenado e está atualmente preso. A outra vítima, Machado atirou-a para o chão e pontapeou-a “no corpo e na cabeça” e ameaçou-a enquanto lhe colocava o cano da pistola na boca. Neste processo os cúmplices fizeram-se passar por polícias para conseguirem o que queriam: dinheiro e roubar as casas dos alvos, que eram traficantes ou consumidores de droga.”

    Diz lá cegueta. Estás a falar disto?
    Quem era aqui o covarde? Está mesmo a ver-se que era o cegueta.

  61. Agora vou almoçar.
    Logo venho de novo para dar uma palestra.
    Bebe com moderação e respeita as filas. Respeita os limites de velocidade.
    E não ”esturcas” dinheiro a ninguém. Deixa lá o Machado responder por ele.

  62. Ó COBARDE, não sabes ler, pois não? O COBARDE ÉS TU.

    Ó COBARDE, dizes-te HERMENEUTA, não é? Mas não és…

    Ó COBARDE andas esquecido. Pois não querias meter uma cunha junto deste MACHADO? Lembras-te que te aconselhei a recorrer à mulher dele, que é uma XUXA registada no teu partido, PÁ? Então já conseguiste? Aposto que gajos como o MACHADO te topam com a primeira palavra da tua escrita insana.

    Ó COBARDE, vai PASTAR. Depois afia a garganta para melhor poderes puxar a corda.
    TRETAS.

  63. c’est fácile, o crescimento era artificial, postiço, endividamento das famílias, que compravam quase tudo a crédito, desde cell-phones, personal computers, até férias no estrangeiro, carro e casa, por vezes segundo e até terceiro carro e segunda casa para férias, até ao país que fazia infra-estruturas (estradas, túneis, aeroportos, e por aí adiante, sem falar nos mega-projectos faraónicos, expo-98, oceanário, tripanário e colaterais, metro-caracoleto e Casa da Músiqueta, estádios de futebol e o estádio de futebol que foi a nova basílica de Fátima, paga com dinheiros públicos, agora os jogadores de futebol já se podem aposentar que a Caixa paga e para que tenham reforma e haja sossego para se concentrarem no jogo, o Estado suporta os descontos e paga por eles, ver o reformado Nuno Gomes, reformas prematuras dos políticos e com o tempo a contar a dobrar, subsídios de reintegração para os ditos, conúbio de políticos e negócios, hortas e costas às pázadas, incompetentes por todo o lado nomeados a título de gestor e sem possibilidade de despedimento a não ser com indemnização, banqueiros irresponsáveis, reguladores desregulados e incompetentes, Vara e Santos Ferreira em dois bancos tomados, curso de Ralações Internacionais a curricular pra banqueiro, compras de meios militares dispendiosos, e com corrupção à mistura, intromissão de privados na compra do dito material – parece que não se comprava nem uma simples munição para G-3 sem que a Escom reclamasse ser intermediária e comer uma comissão, vá lá saber-se por alma de quem, – e quedo-me por aqui) o juro era baixo e o dinheiro barato, pedia-se até mais não, como a coisa funciona por ciclos, a um período destes segue-se um período em que já não é nem fácil pedir dinheiro, nem arranjar juros baixos, no Mundo está tudo hiperligado e na América, fruto da ganância, formou-se uma bolha imobiliária, devido ao crédito de alto risco, e essa coisa quando rebentou, os estilhaços caíram em todo o Mundo, quem devia não pagou, logo passou a haver menos liquidez, menos dinheiro nos bancos, e estes tentaram recuperar aqui e ali o que tinham perdido acoli, portanto nos USA, que têm 14 porta-aviões para impôr que é assim porque é e pouca treta, também já consomem mais do que produzem e a dívida, segundo alguns dizem, parece que não é para pagar, os chineses vão lerpar, se isto está certo ou errado, não sei, é vendido assim por todos os economistas, se é vero ou não , e que, ao contrário da treta, os bancos estão mas é cheios e cada vez a encher-se mais, não posso aferir, porque não me deixam lá entrar.
    O Abias Corpus é que era estadista e como responsável tinha que saber lidar com estas coisas e precaver-se contra o imprevisto, quando disse que a dívida não era para pagar mas sim para ser gerida, acertou quando disse que não era para pagar duma só vez, mas borrou a pintura na segunda parte da frase, ao não saber ou ao não conseguir gerir a dívida, nem o avô Soares que diz estar muito bem relacionado a nível internacional e ter muitos conhecidos, lhe valeu, acabei e vou pagar o que devo porque quando a avózinha gasta o dinheiro todo no casino, o sobrinho é que tem que pagar a conta.

  64. Vais PASTAR. Compreendido, Ó COBARDE.

    Como declaradamente não és HERMENEUTA, ó COBARDE, toma atenção ao que INFRA te DIGO:

    TU é que FICARIAS em FILA, se eu ACEDESSE a DISCUTIR TEMAS CONTIGO, Ó COBARDE. Como isso não ocorrerá, queda-te no PASTO a expulsar « o mosquedo» das orelhas, PÁ.

  65. AMADOS,

    Parece que Tribunal da Relação negou o segundo recurso da prisão preventiva de José Sócrates.

    Os juízes não encontram erros na decisão de Carlos Alexandre.

    Anyone please, é que plos bistos, esta coisa tá bué da male, pás. Atãoe, talbez um dos PAREXERES doutos de algum asnoconsulto, hum?

  66. FERRACOLHO, com esse PAREXERE num chegas lá, PÁ. Come a ração, continuas anémico, PÁ, e põe essa língua para dentro. Tens bocarra para a guardar, PÁ.

  67. basico,quem disser que foi o ps que causou a bancarrota,mente despoduradamente.a banca é que entrou em colapso,por causa da crise financeira iniciada nos eua. esta é a verdade dos factos.ainda hoje fomos ao mercado buscar dinheiro a pagar em 30 anos(divida que se vai gerindo como dizia josé socrates).um governo que reduz um deficite de 6.8% (direita santana lopes/ bagão felix para 2.7% josé socrates e por isso o povo deste pais, deu-lhe novamente a vitoria,não pode ser tratado de forma vergonhosa. recordo aos fascistas como o basico,que as eleiçoes ganhas pelo vigarista e mentiroso,que a vitoria só se confirmou quando toda a extrema esquerda e o cds disseram que não se coligavam com o ps.esta é a verdade que os burros e desonestos ainda não perceberam.és filho de retornado rancoroso que não perdoa a entrega das ex colonias aos seus legitimos proprietarios.

  68. Ferra, o Sanguessuga delegou em mim
    O Ferra, ferra aqui a ver se eu deixo :)

    a da Madeira estava oculta à vista de todos e o BPN foi nacionalizado pela dupla Inocêncio Coitadinho/Beiças da Costa, eu acho que era de deixar falir, mas as Irmãs da Consulata de Fátima tinham lá o dinheirito dos rendimentos da hospedaria numa contita e depois havia também umas coisas estranhas com negócios de compra e venda de acções, com ganhos e lucros muito altos, quer na compra quer na venda, envolvia o Busto e a família, bom, acabou por se saber tudo e afinal mais valia ter deixado ir o banco pró galheiro, o risco sísmico parece-me treta e não entendo como se nacionaliza a parte podre dos banco, e se deixa a parte boa nas mãos dos mânfios que causaram a tragédia, para mais andam para aí pavoneando-se e o Oliveira Crosta ainda tem a lata de comparecer no tribunal e dizer pela voz do advogado, senhor doutor juiz, o meu constituinte não sabe de que é acusado.
    O Loureiro só repete, eu sei lá, já não me lembro, eu ia com o doutor Oliveira e Crosta e dizia-lhe, nem eu nem o senhor percebemos nada disto, não seria melhor virmos com outra pessoa que saiba, mas ele dizia que não.
    O Inconstância era o responsável por dar e retirar a licença de banqueiro, mas numbejonada.
    Quanto à nacionalização dos prejuízos do banco, creio que se chama socialismo, foi feita por eles.

  69. O Fifi, tu pa, parece que foste mordido por um cao raivoso, nao seria melhor ires ao medico?

    Alem da chumas de erros e mentiras, que eu nao vou rebater, mandas ainda esta, a cereja em cima do bolo.

    “és filho de retornado rancoroso que não perdoa a entrega das ex colonias aos seus legitimos proprietarios.”

    Vai ler uns livros pa sobre Africa, vai descobrir quem eram os legitimos proprietarios de Sao Tome e de tantos outros territorios virgens africanos. Nao deviamos tambem ter entregue a madeira e os acores? Vai aprender sobre quantos desses paises o eram antes dos portugueses definirem as suas fronteiras e feito toda a infrastrutura que os transformou de aglomerados de palhotas em nacoes.

  70. O FERRACOLHO, deu descanso à outra personalidade, ei-lo tipo hiena, cheia de pulgas e pêlo «óriçado». LOL.

    Querias abanar a cauda, num é, PÁ? pois, mas num consegues? num é? É.

    Atãoe, PÁ, aquilo lá pra ébora, tá mal, hum? Queres ber que se perdeu a substancia do recurso pelo caminho, PÁ? Mas num há lá … facquesses? Hum? Bá, amanda aí a tua dótrina, PÀ, o homem é presumido inocente, bolas! Sabes tanto e num o tirras de lá, hein?

  71. Ora… Ferra…
    Ele já está fodido, parece um porco no matadouro a guinchar: ”Não há direito! Eu pedia a pena de morte mas era para os comunas!”
    Ele já está fodido. Vai ter que explicar a quem tiver lido isto como é que um diplomata com credenciais da República Portuguesa, coisa e tal, anda por aqui a fazer a apologia do fachismo e do Mário Machado tão mal escondido por trás do cegueta.
    A questão do cegueta está arrumada. Só ele é que ainda não percebeu que todos perceberam que não é aquele gajo que o cegueta denunciou e que tinha partido o focinho ao Carvalho.
    Mas o homem é estúpido.
    Agora, como dizia o outro, ”vamos aos que ficaram lá fora”. Ao Básico, ao Suga-suga, enfim, a todas as restantes máscaras bem falantes do cegueta.
    Cegueta! Se fores embora talvez a gente esqueça….

  72. FERRACOLHO, isso de falares contigo próprio, é próprio (desculpa a repetição) de um esquizofrénico COBARDE, BASOFO, incapaz de reagir com substância. Já mandei, repito, MANDEI, instalar a dentadura no teu rabo, PÁ, para que, talvez com dentes, a trampa não jorrasse tanto, mas pelos vistos, não há solução para a coisa. A TRAMPA É RALA e esgueira-se pelos intervalos da dentadura.
    Comer, comes tu e TODOS, os que vierem «algaraviar» PÁ, asnedo sobre asnedo.

    Oube, ó PÁ, arranja aí uma cunha com os derivativos COBARDOLAS, pra bere se encontram um linque PÁ, que te permita livrar, PÁ, o 44 da pildra, PÁ. Oube, em inglês, a «gente dizemos, joint», tás a bere? Taméie podes usar para charro, PÁ, aquilo que fumas com desacerto PÀ e taméie te põe abere lobos na lua, tás a bere? oqueie. portanto, ó ANIMAL, precisas de REHAB PÀ, « a gente dizemos desmame», mas eu acho PÀ, que tua andas habituado a MAMAR em tudo e todos, és XUXA, tás a bere, então, como a palabra já está muito vulgarizada ( ora bê, o 44, fartou-se de mamar no amigo e vulgarizou tout – à – fait o mamanço), a gente utilizamos, dizia eu «REHAB».

    Podes fazer REHAB em ÉVORA, PÁ, o 44 gosta tanto da medicação lá, que num quer saír de lá. Oube, eu acho que o gajo faz mal os recursos pra num saír de lá. Ké cáchas, ó COBARDOLAS, hum?

  73. OLHÒ O MALUCO COBARDE, again? Ó PÀ, ouve lÁ: DESAFIO-TE AQUI A PUBLICARES as tuas DENÚNCIAS. COBARDE, JÁ SABES O QUE EU PENSO DISSO, Ó TRETAS. PUBLICAS TANTOS LINQUES, PÁ, FALAS DA TUA VIDA, PÁ, MAS NÃO COLOCAS AQUI NADA SOBRE O QUE DIZES QUE FAZES. RELATIVAMENTE AOS OUTROS. COBARDE.

    PODES CONTINUAR A BATER COM O CÁLCIO NA CERCA, ANIMAL. AS MOSCAS SÃO MUITAS NESSE FOCINHO, JÁ SABES QUE A TRAMPA AS ATRAI…

  74. Hello, Goodbye

    You say yes, I say no
    You say stop but I say go, go, go

    Oh no
    You say goodbye and I say hello
    Hello, hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello, hello hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello

    I say high, you say low
    You say why and I say I don’t know

    Oh no
    You say goodbye and I say hello
    (hello, goodbye, hello, goodbye)
    Hello, hello
    (hello, goodbye)
    I don’t know why you say goodbye I say hello
    (hello, goodbye, hello, goodbye)
    Hello, hello
    (hello, goodbye)
    I don’t know why you say goodbye I say hello
    (hello, goodbye)

    (why, why, why, why, why, why do you say
    Goodbye, goodbye, bye , bye , bye ,bye, bye)

    Oh no
    You say goodbye and I say hello
    Hello, hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello, hello, hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello

    You say yes (I say yes)
    I say no (but I may mean no, I can stay till it’s time to go)
    You say stop
    And I say go go go

    Oh no
    You say goodbye and I say hello
    Hello, hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello, hello, hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello, hello, hello
    I don’t know why you say goodbye
    I say hello oooo oooo oooo oooo helloooo

  75. Espera mais um bocadito, básico, que estou ainda a ”desgustar” o vinho do porto.
    Mas recordo ao cegueta a questão que lhe coloquei há dias e a que ele não respondeu.
    Estando o teu pai arrolado como testemunha pela acusação no Processo 91/09.9JDLLSB, o teu pai vai testemunhar em abono da acusação e do Oliveira e Costa ou dos acusados.
    Espero que tenhas a hombridade e responder até eu voltar.

  76. Ora vamos agora ao básico.
    É possível que este lugar seja tão básico que ainda ninguém tenha aqui entendido o sentido e significado da tua última intervenção.
    Sinteticamente é este. Não tendo tu mais argumentos que sustentassem, ou tornassem sustentável como agora se diz, as posições que escolheste assumir neste debate, sob fogo cerrado que não te permitia despedires-te airosamente, foste fazer recurso a um argumento para, na tua ideia, pores em causa a reputação de quem te fazia frente.
    Devo dizer-te que, em minha opinião, essa é a razão de ser da Operação Marquês. A coligação no poder sabia que a pedra de toque da sua campanha eleitoral teria que ser a atribuição das culpas do seu mandato trágico ao antecedente, ao PS e ao resgate e memorando.
    Contava que José Sócrates, que estava em Paris a estudar, não interviesse nos debates que se aproximavam. Mas José Sócrates deu sinais claros de que iria intervir. Era pois necessário manietá-lo.
    Depois explico-te isto, embora pense desnecessário, porque tu já sabes. Sabes melhor do que eu, embora, quando e se responderes a esta, venhas simular estupefacção.
    Mas na tua primeira intervenção em que te dirigiste explicitamente a mim, tu também simulavas ser emigrante, para, a coberto desse estatuto, ganhares a razão que não tinhas. Já desmantelei essa tua pretensão, quando sugeri que, provavelmente, és um emigrado político, talvez diplomata, um colega do António Gamelas.
    Responder-me-ás que colegas são as putas e eu respondo-te que sim senhor, colegas são as putas.
    Seja, tu és um gajo de má índole, como o cegueta, oportunista e hipocritamente servindo-te aqui do facto de seres pressupostamente anónimo e de eu estar identificado.
    E vais então buscar o caso ‘’colecção egípcia’’ do BPN. Para teu infortúnio. Mas sobretudo para infortúnio do Procurador da República Jorge Rosário Teixeira e de outros. Já devias ter entendido que eu estou bem mais interessado do que o Senhor Procurador em falar sobre este assunto.
    Quando aqui vim pela primeira vez foi por causa do cegueta e aqui continuei para lhe tirar a máscara.
    Mas também sabia que o cegueta, mais tarde ou mais cedo, quando perdesse as estribeiras por não ter mais argumentos sem expor o seu carácter primário, iria recorrer a este assunto, como cegueta ou com outra cara qualquer.
    (continua)

  77. Tens que ter paciência, básico, porque eu tenho muito cuidado com o que escrevo. E quando escrevo sobre um procurador da república, peso cada palavra e oração, identificando sujeitos, predicados, verbos e complementos, directos e indirectos.
    Devias aprender a escrever assim.

  78. Muito obrigado pelo esparguete mental Nunes, fiquei esclarecidissimo.

    Passaram 5 segundos e já esta esquecido.

    Vou agora fumar uma cigarrilha, ver o céu estralado, e dormir um sono tranquilo, ja que não tenho o azar de andar metido em embrulhadas como outros.

  79. eu, na minha santa ignorância, acho de que primeiro estuda-se e só depois é que se faz, não entendo que primeiro se faça e depois é que se vai estudar, para mais para Paris, que é de onde todos os estudantes vêm, trazidos por cegonhas.

  80. Continuando, então, básico.
    Tu esqueceste, mas de facto, eu não estou a escrever para ti, como tu não escreves para mim. Eu estou a escrever para os restantes leitores desta página, a quem tu quiseste impressionar com esse número de acrobacia.
    O teu único recurso de facho anónimo é esse, o de esqueceres. O meu dever é o de recordar.
    Ora, tu foste buscar para colocares aqui um artigo de 13 de Maio de 2011. A data é importante. Porque, desde então muito se disse e escreveu e muita coisa aconteceu.
    Ao colocares aqui a notícia, sem mais, para depois, face à minha resposta, apenas comentares que vais fumar uma cigarrilha, tu apenas demonstras o teu carácter.
    Primeiro, tu sabes que eu não vou aqui responder taco a taco ao teor do artigo. Isso exigiria espaço de que aqui não disponho sem maçar os demais leitores. Fi-lo nos lugares próprios, que tu conheces. Mas tu dizes que não compreendes o que eu escrevo, só compreendes as notícias dos jornais, nomeadamente do Correio da Manhã.
    Mas o que eu já escrevi está, por exemplo, aqui.
    http://transparente.blogs.sapo.pt/carta-aberta-ao-excelentissimo-senhor-31376
    Pelo que, em resposta ao teu torpe e oportunista repto, vou sintetizar a matéria declarando sumariamente.
    O Processo 91/09.9JDLSB é uma torpe fraude, pejado de diligências fraudulentas, que, e última análise, pretendem omitir o paradeiro de uma colecção de arte vendida, não o BPN, mas à GESLUSA.
    Esquematicamente, a fraudulenta acusação do Procurador Rosário Teixeira, não conseguiu explica porque razão um bem vendido à GESLUSA em 2007 continuava alegadamente em posse do BPN/PARVALOREM e na sua sede. O que o Rosário Teixeira nunca quis investigar foi esta promiscuidade entre a SLN e o BPN nacionalizado. Espero que os leitores compreendam o significado disto.
    Eu alego desde 2008 que a colecção está sem paradeiro. Solicitei uma investigação à Procuradora Geral da República, que a remeteu para o DIAP de Lisboa, onde corre.
    Se se vier a verificar que a colecção está sem paradeiro desde 2008 ou que estava entre 2008 e 2011, o Processo em causa é um gravíssimo crime de fraude.
    Se tal não se verificar é um gravíssimo crime de leviandade e grosseria, lesivo da reputação e honra dos acusados, no âmbito do qual, sem qualquer fundamento factual um procurador da república faz gravíssimas acusações que não são sustentáveis depois de escrutinadas em julgamento.
    Eu vivo desde 2008 a ter que aturar toda a espécie de sujeitos de mau carácter, como tu. Se me declaro republicano, democrata ou socialista, aparecem-me os fachos com a história do BPN. Se disser que a água não é azul mas incolor, aparecem-me os parvos com a história do BPN. Se fizer uma crítica fundamentada ao obsceno regime em que decorre a arqueologia ao tornar-se refém do modelo empresarial, aparece o Luis Raposo com a história do BPN.
    Aparece o Luis Raposo a dizer que eu não sou arqueólogo porque, quando me quis demarcar da arqueologia deles, eu próprio me propus arqueómano e todos entenderam o sentido.
    Uma acusação, reduzida a uma oração ou enunciação simples, tem um sujeito e tem um complemento directo. Tanto um como outro podem ou não ser acompanhados de atributos. Na formulação do Procurador o sujeito é o Senhor Dr. Jorge Rosário Teixeira, Procurador da República. O complemento directo é o Castro Nunes, o Nunes, o Manuel, o Manuel Maria ou o Manel. Ou o Manuel Castro Pereira. O Pereira é outro a quem o cegueta partiu o focinho.
    Assim sendo, na minha contestação ou nas minhas manifestações de indignação, eu, Manuel Maria Sá Nogueira de Carvalho etecetera, contesto e manifesto a minha indignação contra o torpe e fraudulento uso que o Jorge faz e reitera em fazer da autoridade em que foi investido.
    Lé o blog para saberes as razões. Algumas.
    E agora, o cegueta, pode usar da autoridade diplomática em que foi investido para ugeir ao Jorge que me mande prender, nomeadamente por perturbar a ordem pública.
    Não és penas um idiota, Báico. Es um canalha, um palhaço e um biltre.

  81. E voltando então ao teu pai, cegueta, pergunta-lhe.
    Porque, como beneiciário de alegados ganhos ilícitos neste caso, ele pode explicar-te porque razão o Rosário Teixeira tem que defender o Oliveira e Costa.

  82. Carissimo Nunes,

    Muito obrigado pela atencao dispensada. Atente no entanto nos seguintes reparos:

    1 – eu sempre o tratei de forma cordeal, voce ja me insultou varias vezes, tire dai as consequencias devidas
    2 – essa catarse tentada num texto enorme e sem fio de guia, onde tenta explicar coisas que so a si e aos seus lhes diz respeito, tambem revela alguns problemas de ordem psicologica, tire dai as consequencias devidas.
    3 – este e um blog politico, onde a generalidade dos autores postam sobre pseudonimo, onde a generalidade dos comentadores postam sob pseudonimo. O manuel e a unica excepcao, o que leva a crer que saibam quem e. A catarse acima vai mais longe e quer que os restantes convivas aqui no pardieiro nao so se enteirem dos seus pleitos, como de alguma forma, se afundem nesse lodo que e o BPN e coisas connexas. Tire dai as devidas consequencias.

    Cordialmente,

    Basico

  83. Meu Querido Básico.
    A tua cordialidade sensibilizou-me.
    És um ginasta, um verdadeiro campeão.
    Entre a cordialidade e as mais básicas vilanias, as tuas acrobacias maravilham-me.
    Já venho responder-te, ponto por ponto. Só que os meus pontos são maiores do que os teus.
    Podes ir fumar a tua cigarrilha, enquanto os outros lêem.
    Com Amor.
    Manel.

  84. Tipico de quem tem pouco com que se ocupar e anda por aqui a fazer terapia.

    Mal posso esperar pela diatribe. O que vamos cobrir hoje, a cor dos seus cortinados? Um pleito com o jardineiro? Um processo em tribunal por falta de pagamento da condominio?

    Desabafe connosco, estamos ca para isso.

  85. Reparo primeiro.
    Eu ainda não ouvi um deputado da República chamar no parlamento a outro deputado filho da puta. Iniciam os seus pomposos discursos dirigindo-se à Excelentíssima Senhora Presidente, ao Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro, aos Senhores Deputados ou colegas. Colega é for astuciosa de, recorrendo alusivamente a um ditado popular, chamarem-se putas aos outros.
    Estão vinculados a esse protocolo de cordialidade. Para chamarem filhos da puta uns aos outros, saltam pocinhas de blog em blog com perfis anónimos. E então podem dispensar as normas ortográficas e sintácticas e dizer tudo o que lhes reside nos estratos mais profundos da negra alma.
    Em sede então de anonimato, podem os deputados e outros representantes da Nação, como o cegueta, cevar a raiva e o ódio contra a República a expensas de quem vivem, comem e bebem.
    É um estilo de vida, que vem dos hábitos de clandestinidade do ‘’ancient régime’’, como dirá Vossa Excelência imigrado aí por Paris ou mais além, quando o regime era clandestino e só os comunistas, porque davam a cara, malhavam com os costados nos calabouços.
    Grande hipocrisia a tua, meu querido Básico.
    A cordialidade com que me trataste foi, quando já te faltavam argumentos políticos para sustentares a falta de nexo, trazeres aqui, de forma velhaca e traiçoeira, um processo em que sou acusado, que aguarda julgamento e sobre o qual simulas conhecer apenas um artigo publicado a mando da acusação no Diário de Notícias.
    Pensavas, talvez, como pensou o cegueta, que me calaria e poderias, em paz, continuar aqui, a coberto da tua cara cordial.
    Pensavas que eu era como o cegueta. Que desviava para canto e continuaria aqui a assobiar, fazendo de contas que alguém não lhe tinha feito o reparo de lhe mostrar a mais veemente indignação e repulsa ao ver um representante credenciado da República fazer a apologia do Mário Machado.

  86. Reparo segundo.
    Eu quando pretendo fazer a alguém o reparo de que o que escreve não tem fio de guia, demonstro-o ou tento demonstrá-lo. Não recorro à demagogia do meu querido básico ou do cegueta, para dizer que não li, fui fumar uma cigarrilha ou beber um copo de três de gin tónico, porque o que os outros escrevem não tem fio de guia.
    É uma deplorável manha a que recorre recorrentemente a verborreia dos salazaristas. Não deve ler. Era a razão porque havia listas de livros proibidos, quase todos excepto os livros de leitura da quarta classe. Estás a ver, querido Básico, quando quero também sou o campeão da demagogia. Devias aprender a escrever assim.
    Ora, eu tive que aturar o cegueta durante dez anos a ler. Era assim. De manhã ia às compras. De manhã ia ao expediente. Ao almoço ia ao expediente. À tarde ia às compras. À tarde ia ao expediente. Ao fim da tarde, lia três páginas dos Maias, que lhe tinham passado ao lado no currículo da escolaridade obrigatória e não tivera oportunidade de ler integrado no currículo da licenciatura em direito. Ao jantar, se calhasse em jeito, ia ao expediente. À noite embebedava-se em expediente.
    Não me parece haver dúvidas de que, neste particular, os salazaristas invocam uma oportunista razão. Os hábitos de leitura da classe dirigente tornaram-se deploravelmente obscenos. É por isso que os políticos e muitos magistrados tomam conhecimento dos acórdãos dos juízes através do Correio da Manhã.
    Ora, alegas tu, para fazeres triste figura de mais parvo do que és, que as ‘’coisas’’ só a mim e aos meus dizem respeito. Então porque as trouxeste para aqui?
    Eu vou explicar-te no reparo terceiro.

  87. Interlúdio.
    Tens razão, Vitoria. Tornou-se corrente que a maioria das pessoas só conseguem ser pessoas quando não têm cara. Quando têm cara, têm que vestir os fatos de palhaço de outra pessoa.

  88. então acaba com o espantalho de palha que estás aí a amanhar pro Básico, oh capitão Roby.
    Também foste da Legião Estrangeira ?

  89. Reparo terceiro.
    ´´Este é um blog político, onde a maioria dos autores postam sobre pseudónimos (…)’’.
    É uma constatação do óbvio, mau grado a impropriedade gramática de ‘’sobre’’.
    Mas a política, aquilo que em sede de pós modernidade se convencionou ser política, a arte e manha de jogar no tabuleiro ou roleta das instituições da República, é isso mesmo, a ‘’face oculta’’.
    Todos sabemos que a ´´política’’ se joga no anonimato, dos jogos de mão por debaixo da mesa, onde ninguém sabe a quem pertence a mão que afaga ou belisca. Os corredores os murmúrios, sussurros e boatos. Os serviços de correio confidencial entre os tribunais e os jornais. As luvas. As comissões. A chantagem e o lenocídio.
    Primeiro reparo, pois, a este reparo terceiro. Este ´´pardieiro’’ não é um blog político. É um blog de políticos, por trás do anonimato de ‘’NÓS, cidadãos’’.
    Ora, porque razão, num blog político, um básico, na incapacidade de se desenvencilhar de argumentos políticos contundentes, iria repescar um assunto judicial, que, três parágrafos após, declara ser do interesse exclusivo do interessado?
    Então, menino? ‘’À justiça o que é da justiça e à política o que é da política’’? O anonimato rapidamente cai à política e à justiça quando os calores apertam. As máscaras sufocam.
    Diz então o básico que eu não quero que os restantes se ‘’enteiram’’ do meu pleito judicial.
    Ora essa! Eu queo! Vais ver como quero.
    Tu é que não queres. Tu querias vir aqui fazer uma referência de raspão a um pleito judicial, sem que os outros se ‘’enteirassem’’ do pleito. ‘’Vens de carrinho’’ com essa, com verás.
    De seguida, logo de seguida, sugeres que a razão por que os restantes convivas se deviam ‘’enteirar’’ do pleito é porque respeita ao ‘’lodo BPN’’, que alegadamente respeita a todos. Manha de político, sem dúvida.
    Mas que tem que ver este pleito com o ‘’lodo BPN’’? Teria que explicar, mesmo sumariamente, o que é o ‘’lodo BPN’’ como anonimato político.
    Eu vou explicar.
    Comecemos por aqui. Este pleito respeita à venda de um bem, alegadamente contrafaccionado, à GESLUSA, empresa do grupo SLN/GALILEI.
    Que tem isto que ver com o BPN?
    O bem alegadamente contrafaccionado foi comprado pela GESLUSA porque o BPN, contra todas as intenções expressas nos contratos, pretendia adquirir o bem como mercadoria e libertá-lo dos ónus que inibiam a sua saída de Portugal. Como, na mira de desvirtuar a mercadoria, obrigou o vendedor a diligências que inibiam a sua venda em Portugal, o BPN fez-se representar pela GESLUSA para comprar o bem, para que a GESLUSA, garantido o estatuto contrafaccionado do bem, o pudesse fazer transitar pelo território global das offshores. Seja, quando se inicia o Processo ou pleito em epígrafe, o bem já não tinha paradeiro, como é declarado na folha nº 1 dos respectivos autos, comunicação o Director de Investigação Criminal João Oliveira ao DCIAP, encerrando quatro anos de diligente investigação.
    Que tem isso que ver com o ‘’lodo BPN’’?
    Claro que tem! Vamos ver.
    Um Processo não é um pleito, básico.
    (continua)
    Logo à tarde que vou almoçar.

  90. Lá vem outro…
    Este só consegue ser bravo de carbina. O ”sniper” português.
    O cegueta também partiu o focinho ao Carvalho assim.
    No meio de muita gente, foi-se a ele por trás e zás. Depois fugiu.

  91. LOL. LOL. LOL.

    Básico, já viu o MANÉ PASTO PORCARIA PRUNES. Oiça, a figura tem problemas do foro psíquico, e, como o meu amigo diz, o dispensário é o local de terapia do animal. O tipo é um COBARDE, atira com escritas com que presume identificar os comentadores e depois queda-se na idiotia doentia.

    Mande-o PASTAR, porém não lhe dê muita ração, pois a SOLTURA da trampa do animal está plasmada no «confessionário» do animal.

  92. LOL, ó TIRO CERTO. Não lhe enfie o tiro no rabo, aquilo é mais uma buraca, e eu pedi-lhe amavelmente que instalasse uma dentadura no mesmo para a TRAMPA não caír. Porém, parece que o tipo foi ao chinês e olhe a bodega que sai dali. Talvez o indicado seja fazer pontaria à cabeça do animal, sempre se liberta algum esterco.

    O PIMPAUMPUM, regra geral, trata dos assuntos em poucas palavras…por ora, ele deve andar em outras ondas de reiki….

  93. AMADOS,

    Prostrai-vos em oração. O PASTO PRUNES está maluquinho de todo.

    Porém, neste mundo terreno, temos que albardar o animal, pois vede que se o deixarmos à solta, ele pode fazer alguns …negócios jurídicos. Estou nesta terrible indecisão: INTERDIÇÃO OU INABILITAÇÃO? É que o gajo tem-se safado com incapacidades acidentais. E já viram o resultado disso….

    Já agora, os complementos diretos e indiretos…desapareceram da grammaire portugaise…

  94. Tu não almoças, ó cegueta?
    Ou continuas a almoçar em expediente?
    Eu já cá venho.
    Já perguntaste ao teu pai?

  95. Ó COBARDE, pergunta tu ao teu se alguma vez pedi o exame respetivo para saber se és filho dele, PÁ.

    Vai assar pulgas, PÁ. Estás com as PATAS fracas, ó COBARDE.

  96. O Nunes, atente abaixo no calibre da sua prosa. De seguida, tiradas as ilaccoes devidas, e marcar a consulta.

    “Eu quando pretendo fazer a alguém o reparo de que o que escreve não tem fio de guia, demonstro-o ou tento demonstrá-lo. Não recorro à demagogia (…) Estás a ver, querido Básico, quando quero também sou o campeão da demagogia. Devias aprender a escrever assim.”

  97. O Ferra, tu das pena pa. Ele e ler, ler, ler sem ser capaz de processor nada.

    O homem escreve paragrafos atras de paragrafos a falar de si mesmo e da “republica” e tu achas que eles nos esta a desancar.

    Ha uns exercicios para ti nos livros de aprendizagem de estrangeiro, exercisios de reading comprehension e de listening comprehension. Eu acho de que devias passar uns meses nisso, e depois voltavas com a certeza de que nao passarias mais vergonhas.

  98. Vamos a ver uma coisa, cegueta.
    Eu disse:
    Se o cegueta é aquele que disse que é e que partiu os cornos ao Carvalho, o Carvalho diz que o cegueta é este:
    ”Na cooperação, temos observado algumas asneiras. As contundentes críticas que tenho a fazer ao Dr. José Júlio Pereira Gomes e ao Dr. António Gamito, que eram os chefes da missão portuguesa em Timor Leste, quando se deu o massacre de Timor. E este deu-se nas semanas em que estivemos lá. Estes dois homens são culpabilizados não só por nós jornalistas que estávamos lá e éramos quatro, mas também são culpabilizados por qualquer consciência média que observasse os actos que eles cometeram. E é simples: pôr em risco a vida de homens, depois de lá estarem durante seis meses a dizer-lhes que lhe garantiam a vida, é crime; dizer aos jornalistas portugueses que tinham um plano fabuloso de evacuação caso isto desse para o torto, e depois dizerem que o nosso plano de evacuação era irmos com os australianos; mesmo que os jornalistas portugueses soubessem que o embaixador australiano tinha fugido aos tiros, é crime.”
    E eu digo:
    Não, o cegueta não é o gajo que partiu o focinho ao Carvalho, o cegueta quis fazer-se passar pelo Dr. António Gamito, que é o único gajo que me disse que partiu o focinho ao Carvalho.
    O cegueta é o Toino das Gamelas.
    Face a isto, tu perdes as estribeiras, prossegues nessa conversa da treta desmiolada e vais umar uma cigarrilha ou enfrascar um copo de três de gin tónico. Recusas-te a ler esta.
    ”Vossa Excelência desculpe-me, mas recuso-me a tomar conhecimento enquanto não respeitar as minhas normas ortográficas”, dizia o Rui Teixeira.
    Na verdade, se alguém te conhecer, assim pequenote, vermelhusco do vinho, da cerveja ou do gin tónico, com maozinhas de boneca, ou de rato, não vai acreditar em que tu sejas aquele gajo que partiu o focinho ao Carvalho. Dar-me-ão razão. ”Huummm… o nunes tem razão, o gajo é o Toino das Gamelas.
    E tu vens então ameaçar-me com o pimpanolas de novo. Será que o pimpanolas é polícia, é magistrado, é juiz? Ou e um diplomata como tu capaz de mobilizar a NATO para partir os cornos ao nunes?
    Venha lá o pimpanolas também.
    Bem… agora tenho uns trabalhitos de lavoura para fazer.
    E logo venho prosseguir.
    Básico! Em Paris também há lavoura? Não tires ilacões. O plural de cão é cães.

  99. Têm sorte porque agora, vou estando mais disponível, só há que alisar a terra para a safra do milho e para a debulha. E colher uma fruta.
    Depois vem a vindima e a azeitona.
    Vós comeis broa, meus filhos?
    Senão comeis broa tendes que esperar pelo vinho.
    Que fazes tu na emigração a falares tão bem inglês, básico? Seguras na escada?

  100. Conversa entre o Toino das Gamelas e o chaique:
    ”- Excuse me, my friend, I don’t know what’s a guy…. I don’t speak english.
    – Não faz mal, preto, o que interessa é que percebas a posição de Portugal neste negócio.”

  101. Sim, cegueta, já sabemos.
    Essa mania de falarem francês costumava dar nos emigrantes. Agora deu nos políticos.
    O pimpanolas não vem? Andas com ele a despacho?

  102. COBARDE, confirmaste que és, de facto, um nutjob. Tens razão, sabemos que o és.
    A falares de «pretos e emigrantes» como falas, só podes ser careca, dude, n´est-ce pas vrai, connard?

  103. Este post e subsequente discussão revelam um enorme amadorismo.

    O Val está tão raivoso pelo Costa ignorar o caso Sócrates e suas ramifições no seu discurso político que faz erros e manipulações dignas do que de pior se vê nos blogues de direita nacional.

    É simplesmente um facto que a taxa de crescimento da economia portuguesa estagnou desde o ano 2000!

    A citação do Costa não estabelece nenhuma relação entre o desempenho da economia nesse período e a narrativa (falsa) do PSD sobre o despesismo socialista desde 2005.

    Aliás, um pouco mais à frente no artigo lê-se outra citação de Costa que sugere uma interpretação diferente : “Fazer diferente, defendeu em seguida António Costa, é o país assumir que ‘o que o bloqueia’ é a dificuldade da sua estrutura económica se adaptar a um novo quadro competitivo e que é preciso atacar na raiz aquilo que limita o quadro de competitividade nacional”.

    Se quiserem conhecer os factos e as hipóteses, recomendo a leitura do artigo lincado abaixo

    http://www.columbia.edu/~rr2572/papers/13-BPportugal.pdf.

  104. O Daniel já pensou na figura de parvo que vai fazer?
    Está convencido de que o cegueta vai ler isto?
    O cegueta não vê. Tem ao lado uma menina que lhe vai escrevendo os disparates conforme lhe dá na gana.
    Mas a menina nem conhece o pai dele…
    Isto aqui é uma horda de iletrados, Daniel!
    Está bem… lêem…
    Só se for a menina que escreve as coisas para o cegueta

  105. Daniel, está visto que não frequentas os blogues da direita nacional. Mas adiante.

    Vieste comentar uma provocação sarcástica. E vou ter a esperança de que os teus conhecimentos acerca da sátira sejam um bocadinho superiores aos que tens acerca de blogues direitolas e suas malfeitorias. Nesse afã de chegares aqui para agitar o óbvio, falhaste o alvo.

    Sim, os números são indiscutíveis e sim Portugal não cresceu o suficiente. Acontece que essa é a parte que não está em causa. O que está em causa é a explicação que se prefere dar para esse fenómeno. No lado do PS, o diagnóstico remete para os efeitos da moeda única e suas falhas sistémicas. No lado do PSD e CDS, o diagnóstico remete para os vícios e incompetências do PS, o qual teria esbanjado dinheiro sem qualquer retorno. Assim é que surge a figura da década perdida, uma década onde quem governou na maior parte do tempo foram os socialistas.

    Acontece que algures nessa década surgiu um grupo de socialistas que tinha ideias muito claras acerca do modelo indicado para Portugal de forma a romper com as amarras à produtividade. Esse modelo, de 2005 a 2008, provou o seu mérito. E ainda hoje usufruímos dos seus benefícios. Foi interrompido por causa do que se sabe.

    É este o contexto e o subtexto que, pelos vistos, te escaparam. Ou não.

  106. Sim, esse periodo da historia Portuguesa e agora conhecido como o milagre das rosas

    O PIB portugues a precos constants subiu a uns estratosfericos 1.25% ao ano entre 31 Dezembro 2004 e 31 Dezembro de 2008, ao mesmo tempo que a divida publica portuguesa total subia 33.7 billioes de euros (ou, em funcao do PIB, de 62% para 71.7%).

    Os anos que se seguiram e que foram uma chatice, mesmo lembrando as palavras do saudoso 44, que em 2009 nos anunciava que Portugal era dos primeiros paises a sair da crise.

    http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1334672

    Nessa altura ja a divida estava quase nos 146 .7 billioes de euros (recall, comecou o mandato com 94.5 billios) ou 83.6% quando medida em funcao do PIB.

    O magico da gestao so entregou a coisa quando a divida ja ia perto dos 196 billioes de euros (stock em 31/12/2011), ou seja, dobrou o endividamento dum pais com cerca de 900 anos no espaco de 6 anos.

  107. “euros (recall, comecou o mandato com 94.5 billios) ou 83.6% quando medida em funcao do PIB.”
    digo, 94.5 billioes) ou 62% quando medida em funcao do PIB.

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