“Contra a corrupção, a desgraça da Nação” – Edição Compromisso Portugal

Luís Rosa

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Depois de ter sido exposto como inveterado, desavergonhado e maníaco mentiroso por Paulo Campos – Direito de resposta ao artigo “Novo presidente do Tribunal de Contas referido no inquérito das PPP” – Luís Rosa nada mais conseguiu balbuciar do que este patético post scriptum onde volta a mergulhar de cabeça no ódio canalha. A sua miséria moral é tão agoniante que até ganha uma qualidade estética qualquer. Quem assim fala não é um jornalista nem um cidadão, é um fanático que fez uma jura de matar o inimigo ou morrer a tentar.

Se tivesse de apostar, tendo em conta o que escreve e o que expressa nas frequentes presenças televisivas, diria que há uma obsessão na perseguição a Sócrates e ao PS que só o dinheiro que lhe pagam para fazer exactamente isso não explica suficientemente. Isto é, não estamos perante um mercenário que serve o patrão que lhe pagar mais, como o João Miguel Tavares (tem sido um mercado monopolizado pela direita decadente, daí a fulgurante carreira deste caluniador profissional depois de lhe ter saído a lotaria quando estava no DN sem saber como se manter à tona d’água). No caso deste Rosa (& sua casaca de pulhices), desconfio que ele pagaria do próprio bolso para poder fazer aquilo em que se especializou: espalhar a percepção de que o PS é uma organização criminosa desde a liderança de Mário Soares.

Entretanto, o homem avisa que enquanto existir matéria “fatual” ninguém o vai calar. Acho que faz todo o sentido, tem muito pano para mangas o fatual. Porém, é com optimismo que encaro a sua missão. É que se continuar a garantir que fulanos como Paulo Campos, afinal, nos contam meias-verdades e meias-mentiras, isso, somado, dá para chegar à verdade ou arrumar lá perto e fazer o resto do caminho a pé. Já com este feroz traste ao serviço do Carrapatoso e demais gente séria, não há cá hesitações nem ambiguidades: os seus alvos são todos servidos com mentiras inteiras, rotundas, maciças.

2 thoughts on ““Contra a corrupção, a desgraça da Nação” – Edição Compromisso Portugal”

  1. O escriba em apreço, nas suas poucas presenças nas televisões mostra que,
    é um pouco estrábico ou zanaga e, algo viscoso tipo lesma ranhosa, quanto
    ao pensamento vê-se uma total atrofia talvez, porque não esquece o melhor
    P.Ministro que, a nossa democracia elevou ao Poder!
    Sabe-se que, no pasco digital onde o escriba afocinha é albergue de uma corja
    de direitolas tipo génios com lamparina avariada … só dá fumo intoxicante e,
    à viva força querem voltar para o Pote, não olhando a meios para o conseguir!
    Nos tempos que correm não basta repetir muitas vezes uma mentira para que
    esta se transforme em verdade, isso passou-se nos anos trinta do século passado!
    Está por fazer o julgamento da famosa “operação Marquês”, fruto da vingança
    de uma parte de uma corporação que, há muito devia ter sido extinta e, à falta
    de provas acabaram por fazer uma mega “caldeirada” cujo, resultado ver-se-à
    daqui a mais alguns anos … uma verdadeira negação de Justiça!!!

  2. “Entretanto, o homem avisa que enquanto existir matéria “fatual” ninguém o vai calar.”

    O problema é que este cromo quase só trabalha e impinge falsa “matéria factual” e daí, uma vez partindo de premissas falsas, as conclusões são, logicamente, falsas.

    É como a falsidade do “var” que anulou a decisão do árbitro no recente Sporting-Porto (para o Valupi sportinguista).
    O jogo limpo segundo os regulamentos futebolísticos é que não se pode jogar com as mãos (o futebol é um jogo com os pés, pernas, cabeça e peito); se se joga a mão à bola ou ao jogador é falta e não deve nunca ser dependente da “intensidade” ou “peso, força” da mão sobre o adversário o qual não é mensurável e daí o inevitável argumento da “subjectividade”.
    Contudo, face a esta conveniente inventada subjectividade para poder decidir de livre-arbítrio, o “var” anula a decisão do árbitro de campo e, pior a emenda que o soneto, comete novo erro; dá o benefício da dúvida ao jogador que já cometera uma falta ao jogar a mão indevida e ilegalmente ao adversário para o atrapalhar, isto é, dá o benefício da dúvida ao infractor.
    O sinal que tal modo de “arbitrar” dá aos jogadores em campo e aos treinadores em pensamento táctico-estratégico que transmitem, certamente, aos seus jogadores é que é sempre melhor ou mais benéfico, em último recurso, tentar a falta sobre o adversário porque há sempre uma dose grande de hipóteses de passar em claro ou mesmo, até, no limite, com sorte tornar o adversário culpado.
    Não será esta uma razão porque se marcam tantos penaltys nos jogos de futebol?

    O cromo do Luis Rosa não passa de um “var” que usa e abusa desse truque éticamente imoral e sujo na política. Serve-se também dos mares de subjectividades dos métodos linguísticos sobrepostos aos oceanos de subjectividade do conceito de “liberdade” e liberdade de expressão” e, vai daí, pensa e diz o que lhe vem à mona quer sejam falsidades de factos políticos quer sejam falsidades acerca do carácter de políticos, intelectuais ou outros que não comunguem dos seus ideais interesseiros, rasteiros, retrógrados que usa como substitutos da falta de qualidades e inteligência.
    Nos média do mundo e, consequentemente, por cá os “var” deste tipo são mato.

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