28 thoughts on “Contra a apagada e vil tristeza”

  1. A Pátria somos nós todos

    os que pensamos,
    desejamos,
    trabalhamos para um país justo
    equilibrado nos seus estratos sociais, humanos

    visando objectivos de desenvolvimento integrados
    função daquele esforço, trabalho, sacrificio

    nesse sentido eu assumo a pátria
    que nós somos

    abraço

  2. Val e Aires bustorff
    Muitos dos presentes na tomada de posse, gostavam mais de ouvir:

    Lá vamos, cantando e rindo
    Levados, levados, sim
    Pela voz do som tremendo
    Das tubas, clamor sem fim

    Em lugar de:
    Esta é a ditosa Pátria minha amada.

  3. Porquê as criticas jocosas? Será que o ódio por Sócrates é assim tão grande, que não se acredita nas capacidades deste governo para governar? A má vontade é endémica e só serve para deitar abaixo, indiscriminadamente medidas boas e menos boas ou más.A capacidade de visão critica só pode ser turvada pelo parcialismo de atitudes, pela intolerancia, pela jocosidade torva e alarve.Não me parece que estas atitudes sejam lógicas e coerentes , dignas de gente que se considera civilisada .Além do mais, se criticamos indiscriminadamente tudo , acabamos por perder a razão em tudo.

  4. Afirmações como estas revelam um sentimento de um modernismo chiquérrimo. É “fino” ter frases secas e pretensamente bombásticas, como que se falar da Pátria, especialmente citando Camões, fosse um sacrilégio, ou algo salazarento (esse é que tinha da Pátria uma noção de indivisível e mandava os mancebos bater com os costados nas colónias…).
    Grandes nomes da nossa História escreveram grandes obras a glorificar a Pátria e não é por tal que mereceram epítetos jocosos (como bem descreve o António Manso). Variar desta conversa para pilas e pernas abertas, parece-me que a conversa vai acabar na merda, à boa maneira dos portugueses…

  5. Para alguns, as palavras pátria e Camões levam a uma associação de ideias curiosa: pernas abertas, pilas voadoras, fodas, peidos…

    Do ponto de vista psicanalítico, seria um trabalho desinteressante, de principiante…

  6. edie, pega lá:

    :-)

    o divã de edie

    (há pessoas finas. finas como uma couve).

    como eu estava a dizer, edie é uma rapariga culta: passa, amiúde, pelo aspirina b e deita-se no divã. edie fala da pátria – herdeira de trunfos e de desilusões, fantasiadora de histórias e criadora de realidades -, de camões – por mares nunca de antes navegados – e, até, do último romance de josé saramago – que não é muito extenso (nem poderia sê-lo porque necessitaríamos de mais fôlego) -: literatura em estado puro.

    edie precisa de desabafar e deita-se no divã. edie não ri e não gosta de ver rir: edie assume-se dura e com uma carapaça inquebrável porque, afinal, são assim os pseudo-intelectuais – fazem psicanálise barata quando são eles que, sem perceberem, estão deitados no divã. e no divã de edie não há espaço para piadas de pilas voadoras nem de peidos; edie aprendeu, desde tenra idade, que devem fazer-se, apenas, leituras literais.

    ((há pessoas finas. finas como uma couve e esta, edie, é para ti).

    http://sinhamentos.blogspot.com/2009/10/normal-0-21-false-false-false_27.html

  7. Sinhã,

    ainda bem que te pus a discorrer, finalmente, sobre algo.
    No entanto, fiquei um nadinha desapontada: tinhas dito que ias deixar um post virgula de mestre e sai esta couvita?

    Por outro lado, fizeste-me lembrar a maitêzinha de boa memória: quem não se ri do que eu digo não tem sentido de humor! Ora onde já se viu, com coisas tão engraçadas que dizes e tão cheias de virgulazinhas marotas fora do sítio. É preciso ser-se muito pseudo-intelectual, concordo.

    (A sério, não te leves tão a sério)

    Muitos vírgula cumprimentos

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