Conheces alguém que gostasses de ver no próximo Governo?

Se sim, diz quem e porquê.

(não tem de ser um conhecimento pessoal, pode ser apenas de aparecer na TV ou ver passar na rua)

29 thoughts on “Conheces alguém que gostasses de ver no próximo Governo?”

  1. Mariano Gago, toda a evolução da ciência em Portugal nos últimos (muitos) anos se deve à capacidade e exigência dele.
    Teixeira dos Santos, deve ser dos poucos, se não o único português que tem quatro anos consecutivos a ministariar as finanças.

  2. MARIA DE LURDES RODRIGUES, QUE SABE BEM QUE TODA E QUALQUER POLÍTICA, EXIGE UMA PECULIAR ESTRUTURA DO PODER, PARA QUEM A IMPLEMENTA.
    A NOVA VOCAÇÃO DA ESCOLA, SATISFAZENDO NOVAS NECESSIDADES DA COMUNIDADE, IMPUNHA UMA NOVA ESTRUTURA DE PODER NA ESCOLA, À MARGEM DA ANTERIOR ESTRUTURA DE PODER, TINTADA DE CORPORATIVISMO, NÃO COMPAGINÁVEL COM A DEMOCRACIA.

    ACÁCIO LIMA

  3. A minha preferência
    Gostaria de ver no governo todos os ministros à excepção dos das pastas das Obras Públicas e Agricultura. No tocante aos outros mantinha-os todos nas mesmas pastas e quanto a Maria de Lurdes Rodrigues, dava-lhe mais poder para meter na ordem os professores e o corporativista Mário Nogueira.

  4. Ironia
    Caso Maria Lurdes Rodrigues não seja preferida, proponho a Fátima, criada do João Pereira Coutinho, e que este passe para homem a dias deve ser o que melhor sabe fazer.
    Este comentário devia de ser feito no jornal em que o dito escreve, – gosto de ser frontal – acresce que me farto de responder aos seus artigos de opinião, o correio da manhã não os publica, gosta de proteger os seus funcionários. Jeitos de vida.

  5. Sem dúvida, Maria de Lurdes Rodrigues, que percebeu desde o início que a responsabilidade da “balda” nas escolas era dos professores e, por isso e corajosamente, os pôs na ordem. Devia continuar.
    Declaração de interesses: sou professora.

  6. Manuel Pinho, Correia de Campos, além dos que lá estão. Para acalmar a boliqueimada criatura, era de criar um Ministério de Escutas, Corte e Costura para a excelsa esposa. Mais fácil é impossível…

  7. Eu gostava de NÃo ver como ministro da saúde o Dr. Eduardo Barroso que aproveitou o espaço que A Bola lhe concede como sportinguista para se auto-promover ao lugar. Terminando, cheio de ternura, a enviar «beijinhos» a Sócrates e a António Costa.
    Degradante.

  8. Eu gostava de ver a Soraia Chaves, como Ministra da Educação. Como me parece conhecedora de toda linguagem vernácula, sobretudo aquela bem pesadota, seria muito indicada para dialogar – esta palavra soa-me mal – com o camarada Mário Nogueira…

  9. PACHECO PEREIRA.

    Vejam só este elogio à sua letra:

    A TDACHSR vista à lupa: não é vírus, é micróbio

    É tão bom falar do que não sabemos, não é? E simples, basta pôr umas palavras complicadas, daquelas que dão um ar erudito a qualquer prosa e faz-se de um biografo oficioso de Álvaro Cunhal um aparente sábio analista social com laivos de neurologista.
    Só que nem tudo o que aparenta é e, visto à lupa, pouco mais sobra que arrogância que tenta camuflar ignorância e ressabiamento.

    TDACHSR, que segundo o medíocre autor se lê “tedacherr” (o que, convenhamos, é um acrónimo perfeitamente parvo por não reflectir sonoramente a suposta oralidade das iniciais inventadas e que por azar não soavam a nada) consiste num texto repleto de erros e contradições, digno apenas de um país onde umas barbas brancas dão a qualquer Pacheco uma atenção e “estatuto” de intelectual que ninguém se atreve a questionar.
    Eu atrevo porque não suporto a mediocridade quando esta se quer fazer erudição e porque não me sinto na obrigação de respeitar quem demonstra não respeitar ninguém além se si mesmo.

    Podemos começar logo pelo título: “Transtorno do deficit de atenção cívica com hiperactividade social em rede (TDACHSR)”. Não é preciso ser uma Edite Estela para constatar o clamoroso erro de português vejamos: a palavra déficit não existe na língua portuguesa, queria o autor dizer “défice de atenção”, que em si é já um transtorno de algo pelo que “Transtorno do déficit”, a ter algum significado em português correcto (que não tem, é apenas mau português) resulta numa redundância, pois um “défice” transtornado será, por lógica, ou um duplo transtorno ou a correcção do défice.

    Ma se o artigo começa com dois erros, um gramatical e outro de sintaxe (o que eu, editor fosse, já não deixaria passar), a asneirada prossegue logo na abertura do texto. Vamos lá buscar novamente a lupa:
    Se JPP, anti-tudo, se dá ao trabalho de ver “na Wikipédia essa tradução e embora não esteja certo do rigor da dita, para o que vou dizer chega-me” e se contenta com o uso do nome da doença em inglês, “Attention-deficit hyperactivity disorder”, com uma pesquisa na Wikipédia em português teria ficado a saber que está a falar de “Perturbação de Hiperactividade com défice de Atenção” e que não é tanto uma doença do foro psiquiátrico como diz mas sim do âmbito da neurologia e psicologia, embora eu entenda que uma personalidade como a de JPP tenha um certo carinho pela psiquiatria.

    Diz o Pacheco que “não é a doença da “psique” propriamente dita que me interessa, mas uma sua variante social” e nesta variante social faz uma diferença absolutamente redutora e demonstrativa do seu (mau) carácter ao separar, na perigosa doença acabada de inventar em mau português, a que “ataca o povo” da que “ataca as elites que já nem sabem o que é ser elite”. Eu vejo aqui uma doença muitíssimo mais grave, o elitismo, a soberba e a imodéstia de JPP que, elite das elites, se afirma como o último reduto do saber ser elite. Isto sim já me parece do foro psiquiátrico.
    Ou então é mera estupidez e preconceito, já que o sagaz analista social logo no parágrafo seguinta nos informa que todos os negros da amadora são obrigatoriamente “rappers” e os “betos” anda todos em colégios da Opus-Dei (“chegará a todos, ao rapper negro da Amadora, como ao “beto” do colégio da Opus Dei”)

    O chorrilho de disparates, preconceitos e lugares comuns é infindável, senão atente-se nesta absurda linha de raciocínio que pode ser anulada pela lógica pensamento a pensamento: “um nerd qualquer infectou outros nerds”, “depois os amadores das últimas modas tecnológicas” (o que para JPP é contra-natura, devíamos estar todos a jogar xadrez borrifando-nos para a tecnologia), “depois os autores de blogues” (isto de quem se gaba ser um pioneiro nos mesmos), “depois os jornalistas” (num texto escrito num jornal, jornalista fosse eu e ficava ofendido, a sério que ficava), “depois as “juventudes” partidárias, já “amolecidas” para a infecção pelo telemóvel” (mas… espera aí, eu tenho telemóvel e não sou “juventude” partidária!) e vai por aí fora, numa espiral de insanidade que acaba em conclusão nenhuma. O parágrafo só não é um desperdício porque nos revela todos os traumas e preconceitos de Pacheco.

    Paradoxal é que no inicio do parágrafo seguinte afirme que as “novas gerações” e as “ex-novas gerações” “começam a escrever umas banalidades arrogantes em qualquer sítio da Rede”… que é nem mais nem menos o que JPP faz neste artigo. Pode, claro, arrogar-se de ter sido pioneiro na arte da banalidade, por mim assenta-lhe que nem uma luva, mas engana-se (outra vez) quando diz que tal acontecerá “quando passarem do SMS no telemóvel para o Facebook e o Twitter”. É que já passámos, ó Pereira, em vez de andarmos a biografar o Cunhal e a minar o PSD.

    Mas “O que é que caracteriza esta TDACHSR?” pergunta e, claro, responde: “Uma completa falta de atenção ao que é relevante, cultural, social, económica, politicamente”, ou seja, andamos a falar pouco de JPP nas redes sociais, é isso que ele quer dizer mas não pode, apenas pensa. Mas para o José a coisa é pior que isso, verifica-se uma “multidão de “pontos”, todos igualmente dispersos, todos igualmente irrelevantes”. Irrelevantes porque não são os dele, além do perigo da pluralidade de opiniões que, como se vê na sua coutada particular a que dá o nome de PSD é coisa que não lhe agrada, como o demonstra mais adiante: “O vírus da TDACHSR produz uma rede muito complexa porque emaranhada, mas é incapaz de gerar uma seta, uma direcção, um sentido, um significado”. Põe-nos a pensar pela nossa cabeça. sem um Grande Líder que aponte o caminho. E aqui eu começo a perceber melhor o fascínio por Cunhal e o(s) seu(s) PC(s)…

    Mas “a rede” feita doença tem outros perigos, o de estarmos “demasiado interactivos”, de tal forma que ele, Pacheco, que não gosta, não tem nem vê o Twitter consegue ainda assim saber “a que horas se vão deitar os directores dos jornais portugueses e onde comem e o que comem”. Curioso que eu que passo muito tempo ligado no Twitter e Facebook não sei, talvez por prestar mais atenção a outras “frivolidades” que “escorrem pelo labirinto”.

    A grande chatice, confessa-nos é que “… Tudo produz opinião”. Oh como era bom quando só as “elites” o podiam fazer nos seus abruptos, com quase exclusividade de “bocas mais ou menos envenenadas”

    Mas como eu disse no inicio, toda esta verborreia que tresanda a ressabiamento do termos percebido que qualquer um de nós pode ser um Pacheco Pereira, coisa que os Pachecos Pereiras não suportam, é no fim adornada com aquelas frases que não querendo dizer absolutamente nada quase (já só quase) parecem dar um ar erudito à coisa, como em “A TDACHSR não é pluralista no seu interesse, mas monista na sua desatenção. Ela mantém fortes relações com o relativismo ético”. Um bilhete para os U2 a quem tirar disto algum significado (útil)

    Mas, caro JPP, lamento não “apaga as distinções entre o saber e a ignorância, a decência e a perversidade, a verdade e a falsidade, o carácter e a esperteza”. Lendo o seu artigozeco percebe-se perfeitamente qual destas palavras se aplicam ao seu autor e a “diferença que nasce de “literacias” que exigem atenção, esforço, trabalho, tolerância e vida” presumia-se que, aplicando-se a si, JPP, evitasse erros clamorosos de confundir psiquiatria com neurologia ou incluir erros de português no título.

  10. Uma proposta para minimizar estragos.

    O Jerónimo de Sousa para a Cultura porque aquele jeitinho especial para um pezinho de dança e aquele gosto pelas festas populares nunca me pareceram inocentes.

    O Louçã para as Questões Facturantes (não é erro) porque parece que existe uma quase unanimidade de que é ao BE que este último governo mais deve pela perda da maioria absoluta.

    O Paulo Portas para a Agricultura porque o esforço deve ser valorizado e a terra para quem a trabalha.

    A Ferreira Leite para os Negócios estrangeiros ou como Ministra Sem Pasta porque nem sei o que lhes diga.

    O resto seria escolha do Sócrates como Primeiro-Ministro porque parece que o PS foi o partido mais votado dos votos legitimamente expressos.

    E moções de censura de dois em dois meses por cada um dos partidos, da ponta esquerda à ponta direita para aferir a temperatura da nossa democracia. (após os seis meses iniciais de jejum, claro. e para não haver tentações populistas : )

    Há muitos nomes fora dos partidos que mereceriam estar nesta lista, mas ela já vai longa.

  11. legendary tiger man ou o joão canijo para ministro da cultura
    o reitor da católica para ministro da educação , incluindo o ensino superior
    o luis moita para ministro dos negócios estrangeiros
    o juan carlos vezzula para ministro da justiça
    o alexandre soares dos santos para ministro da economia
    o amorim para ministro das finanças
    o damásio para ministro da ciência e tecnologia
    o padre manuel leão assessorado por um conjunto de trabalhadores e patrões de vários sectores produtivos para ministro do trabalho e segurança social
    o chefe da pescanova assessorado por uns tantos agricultores/pescadores de sucesso para ministro da agricultura
    o dono da Securitas para ministro da administração interna
    o Eanes para ministro da defesa

    uma parceria entre a bisavó de 107 anos de uma amiga minha e o seu médico e a clinica Dignitas para ministros da saúde
    a cinha jardim ou a lili caneças ou o castel branco ( tanto faz) para ministra da presidência

    o Belmiro pra chefe do governo
    e o manel joão vieira para presidente da república –
    Ena pá 2010!!!!
    e podemos passar uns 10 anos sem ministro das obras públicas que nada de mal vem ao mundo. as autarquias que afiram localmente do que a população precisa e metam mãos à obra.

    Escolhi-os porque todos percebem do que estão a ministeriar. o joão manel vieira , enfim , como entretem sempre é melhor que as escutas e o mesmo para a lili/cinha e tal , sempre dá para rir mais que o ass.

  12. Augusto Santos Silva e Manuel Pinho: não é qualquer um que malha ou marra na oposição!
    Fora de brincadeiras… por uma questão de continuidade, todos se poderiam manter com excepção para o Ambiente e Agricultura.

    Keep up!

  13. Governo à maneira,

    tá giro. Mas tirava o chefe da Pescanova. A pescanova é espanhola. Só se deixassem ir o Belmiro como ministro da Economia para lá. Para facilitar os negócios…

  14. ok , Edie , troco o chefe da Pescanova por mim , acho que consigo por toda a gente a pensar que ser autosuficiente em matéria de alimentação é do mais moderno e in que há. tenho quase a certeza que com o V a assessorar-me meto na moda a agricultura/pesca de subsistência como a coisa mais cool e retro que há. mais que o golfe ou os móveis dona maria ou a ida ao ginásio ( dar à enxada também faz músculo).

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