9 thoughts on ““Compreender as origens da guerra em Gaza em 5 minutos””

  1. Parece que é mais fácil explicar o que se passa em Gaza desde o mês passado
    (bastam duas sílabas: HA-MAS)
    do que a crise financeira e económica internacional iniciada em 2008
    (são necessárias três sílabas: SÓ-CRA-TES).

    Convém é começar em 2006, no primeiro caso, e na fronteira portuguesa, no segundo. Por uma questão de verosimilhança.

  2. Algarvios,que nenhuma publicação do grupo Impresa seja comprada enquanto Henrique Raposo for seu colunista.NÃO ESQUEÇO!

  3. Portanto, Israel ataca Gaza, mata indiscriminadamente civis, incluindo mulheres e crianças, destroi infraestruturas, arrasa as esperanças de uma vida digna a todo um povo que já se encontra sitiado, sem acesso livre a água potável ou à pesca (mesmo que dentro dos seus limites territoriais) porque o Hamas tem o azar de lançar uns rockets que raramente causam algum dano, em alturas que dão imenso jeito a Israel ter desculpas para “retaliar”.
    Foda-se, agora percebi tudo.
    Obrigado Val.

  4. a cada interesse, uma perspectiva. mas que importa isso? são todas válidas. o que interessa mesmo é perceber que é um conflito irracional que precisa terminar. não vamos alimentar o ódio. por favor.

  5. é isso tudo, oh bécula. acabar a guerra com amor, os judeus dão emprego aos desocupados palestinianos e fica o problema da ocupação resolvido, vivem todos felizes na paz do senhor, da senhora e dos meninos judaicos. o hamas passaria a havia e a fatah a fatias, as gajas iam trabalhar de sopeiras para os colonatos, os gajos plantar batatas para os montes golã e tu podias pôr uma faixa de gaza à volta da testa, tipo queijo tipo serra, para não sujares o chão com a areia que escorre das orelhas.

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