8 thoughts on “Coisas que se podem concluir”

  1. Z, então não são os accionistas que definem a remuneração dos gestores? Pois é, mas há o problema dos votos comprados, de que ninguém fala…

  2. mas também, meu caro, deve ser um problema tão velho quanto o mundo das pólis – há uns anos eu até fixei os montantes que foram declarados na negociação da eleição do Carlos V junto com o lóbi dos Fugger versus o Francisco de França junto com os Medici. Muito enriqueceram os eleitores e os seus Estados com as minas de Potosi e o trabalho dos escravos. A nossa transitória Juana de Habsburgo diz-se que foi implacável.

  3. As regras de gestão das “bolsas de valores dos países democráticos” têm vindo a ser ajustadas para estas pouca-vergonhas. Tudo isto cheira a espertezas de banqueiros oriundos de certa etnia que ganhou a 2ª grande-guerra. Coitadinhos… já faziam estas trafulhices no tempo dos Medici, como reza nos romences de Maurice Druon (eu de História não sei nada).

  4. poça, nunca pensei que uma borboleta cauda de andorinha fosse tão eficaz, fico contente que fico triste quando sei que está muita gente aflita, ainda bem que o Bo topou.

  5. Val, camarada, amigo, diz-nos lá: quem é essa gaja aí desenhada? É a mulher do Dias Loureiro ou é a mulher do Vara?
    E, já agora, será que a máxima «Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és» não é aplicável aos grandes amigos dos «maridos»?

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