70 thoughts on “Coisas que se diziam no tempo em que a Internet estava a dar os primeiros passos”

  1. De início, vi um monge cabisbaixo em branco sobre fundo vermelho do lado esquerdo da imagem. Até ilustraria de forma mais feliz a citação que aquele grito desmesurado, não achas?

  2. (É que eu também vejo o monge, embora me ocorresse que ele terá constatado que pisou uma bosta de cão e estará a tentar interpretar esse sinal divino.)

  3. Agora que falas nisso…até conheci um monge que poderia ter citado essas palavras de Séneca com Superior Inspiração.

    Mas também precisei da visão do JPC… :)

  4. (eu aqui sossegadita, sentada em cima das mãos, tentando manter esta boca calada, que é como quem diz os dedinhos quietos, evitando pensar em pregações e pessoinhas chamadas Tomás e vêm vocês falar de monges? Caramba, é só para me atentarem que vontade de falar no tal Frei que tem aquele nome ali não me falta…)

  5. Eu juro-vos por tudo quanto é sagradinho que não vejo monge nenhum. Estou a olhar para a imagem há 10 minutos e nada. Eu devo ser uma pessoinha sem imaginação nenhuma.

    Em compensação nunca deixo vida por viver que o tal do Seneca era bicho esperto e sabia do que falava…

  6. Assenta os olhos no desenho. Já está? Olha para a boca do tipo, consegues? Agora esquece que é uma boca e foca-te no desenho dela. O interior da boca, a branco, é a cabeça de um monge (será o tal Tomás de quem não quero falar?). Já viste, porra?

    (se não fosse eu que seria de ti? sim, está bem, também tenho muita experiência em madres superioras que é quase a mesma coisa que monges)

  7. Desculpem lá, mas isso é preciso uma ginástica mental e uma boa vontade do (não posso dizer asneiras nos blogs dos outros, pois não?) diabo!

    Tá bem que eu não sou propriamente conhecida pela minha religiosidade, mas acho que nem o padre lá da minha freguesia lá chegava. E olhem que ele tem ar de ser menino para fumar coisas esquisitas depois da missa…

  8. Tu mataste Deus portanto não te queixes…

    (e eu bem queria convidar o padre da tua freguesia para um um retiro depois da missa…)

  9. (ai não é? eu juraria que sim tal a quantidade de relevos que consigo ver quando me foco na imagem… :))

    (olá gaijo giro)

  10. (Eu, Tubarão? Esforçar-me? Por uma imagem de um monge? Ainda se fosse um daqueles do calendário do Vaticano – ano de 2006 que foi o meu preferido – ainda vá que não vá… Agora assim? Vou mas é preparar-me para o fim-de-semana!)

  11. Não tinha uma epifania tão importante há muito tempo. Possivelmente desde que o meu filho ainda criança e com o ar mais complacente desde mundo, me “explicou” o logótipo do carrefour

    :)))

  12. Mas tu não aprendeste nada comigo, Tubarão?
    Tu não sabes que há perguntas para as quais não queremos saber as respostas???
    Principalmente, num fim-de-semana em que decido levar a sério os ensinamentos de Seneca!!!

  13. Eu não estou interessada na indumentária estou só a ver se a minha osmose não falha por causa de algum pormenor sem importância….

  14. Se bem me recordo de como se fazem as coisas, a osmose a que te referes não resulta da indumentária mas antes da sua ausência.

    Mas lá está, eu só sei destas coisas dos filmes que vejo e dos livros que leio…

  15. Não consigo ver o tal monge, mas vejo um bicharoco fálico, com dois olhos, sobre metade de uma mama. O resto, augura-me, para mais tarde, uma boa soneca…

  16. deixa ver se é desta que consigo manter isto aberto (andam aqui bruxas a bloquear o meu sistema desde que entro, bruxas invejosas).:-)

    é um coração purinho quase a ficar cheio, obviamente. quase.:-)

  17. À Edie, peço desculpa por ser tão má aluna. :))
    À Teresa, agradeço tanta atenção.
    Ao Valupi, agradeço ser tão diligente!

    Schuack, schuack, schuak!

    :))))

  18. E eu, que fiz companhia ao corpo docente e tive uma intervenção discreta mas prepoderante? Nem uma palmadinha nas costas?
    Ninguém dá o devido valor à intervenção espiritual dum gajo e depois é ósculos em rajada para toda a gente e o tubarão práqui fica, sem um mimo, sem uma consideração…

  19. Não é palmadinha nas costas, shark, mas afago na barbatana (caramba, às vezes, parece que estás a tansformar-te em homenzinho).

    Mas, se quiseres, um grande schuack para ti também, pela tua intervenção espiritual e por nos ensinares essas coisas dos dialectos aborígenes :))

  20. Já repararam que, sendo este um dos posts mais comentados no aspirina, quase toda a gente se virou para o boneco e esqueceu o texto? Estamos na era da imagem, não há dúvida. Tempos ingratos para filósofos e para copy writers.

  21. Sinhã: que bela imagem me suscitaste agora, minha amiga.
    É nestas ocasiões em que me sinto embevecido perante uma simples alusão às maravilhas do mundo que me acredito mais próximo de deus e que questiono o fenómeno de rejeição do meu estatuto de desmamado precoce. Sou mesmo, jamais brincaria com coisa tão séria…

    (Estou a rir mas é dos nervos…)
    :)

  22. mdsol: fez-se justiça. Sinto-me grato para além de agradecido, pois sou redundante nos meus complexos de patinho feio que caminham lado a lado com as angústias de un vero calimero.
    Mas isto só acontece quando as miúdas não me ligam pevas. E quando o meu gerente de conta telefona.
    :)

  23. pois, eu sei que é habitual, mas não sei fingir. como ser sem ser de mim?:-)

    (como nunca ouvi essa palavra e nem sei se existe estive aqui a roer-me para não a investigar. assim, quero as duas versões – para ficar mais rica) :-)

  24. Sinhã, acobardei-me. Sou incapaz de te dizer que um tarolo, pelo menos na gíria do meu bairro, é um pénis erecto.
    Eu sei que me armei em durão e tal, mas agora, confrontado com a tua reacção, tenho mesmo que bater em retirada e deixar-te partir sem saberes que a tradução literal é aquela que sem querer me escapou no parágrafo acima e o vernáculo de taberna chama-lhe pau feito (na versão softcore).
    Agora diz-me lá se isto é conversa para se ter em público com uma moça? Não é, claro.
    E é por isso que ando aqui à volta do assunto como um tubarão desdentado a tirar as medidas a um surfista entradote e muito rijo de ossos…
    Mas um dia ganho coragem e surpreendo-te com a minha audácia verbal, montes de descaramento e assim, feroz e despudorado.
    (Grrauurrr)
    ;)

  25. Que grandes malhas, JPC e Vega!! (meus preferidos: o do Beck e o do Jay Z).

    João Pedro, é isso, complementam-se; provavelmente ninguém teria ligado ao boneco se não tivesse o Séneca lá dentro.
    (Estarei enganada, ou terás deixado que o teu estilo oculocentrista se contaminasse pelos muitos e repenicados ósculos espalhados por este post?)

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