24 thoughts on “Coisas que podem acontecer”

  1. Manuseavas um jornal.

    Caminhavas na direcção do Chiado, creio.

    Talvez sejas sempre portador de “ilhas dos amores” no olhar. Mas o cruzamento breve impossibilita-me a análise de um detalhe tão fino.

  2. Nesse caso, é com gosto que te solto do abraço da ilusão: não era eu, não o podia ser.

    O que me leva para a inevitável pergunta: quem imaginas que sou para me imaginares no Chiado?

  3. Apenas referi o Chiado como sendo o sentido em que eventualmente podias caminhar.

    Mas isso também não interessa.

    Val!

  4. Pois, pois, essa parte do pêlo eu também penso que sei, Sinhã. Mas foi apenas uma curiosidade. Mas para a próxima, sim, não é a primeira vez que encontro o Val, garantidamente que vou meter-me com ele. Está claro que corro o risco de ser mal sucedida, paciência!

    A parte das cuecas, desconheço.

  5. Val é-me completamente fiel, carmen, e trata toda a gente com afeição. por isso, não receies meter-te. :-)

    (mas cuidado: quem morde não é Val, sou eu) :-D

  6. Bem, eu vinha dizer que gostei da ideia expressa no post, mas como parece que isto se tornou numa caça ao Val (?) eu cá digo que Val por Val só sei o Vaal como em Transvaal.

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