9 thoughts on “Cem mil mortos depois”

  1. pois é, terrível, lá o número de mortos não sei, às vezes parece mais de milhão, depois felizmente baixa. Parece que foi uma etapa importante, ou determinante, da guerra que se afigura vitoriosa do dólar contra o euro, pelo que dizia um Said Dib já nessa altura, em 2003. O Saddam tinha dito que ia indexar as exportações de petróleo do Iraque ao euro, ou a um cabaz com o euro, e isso o dólar não podia admitir. A força do dólar deriva primariamente da sucção pela procura do petroleo. Acho que agora já não leva acento, será? A cimeira das lajes decidiu o apoio de alguma Europa à iniciativa. O mordomo das Lajes dirige hoje a Europa enquanto o euro soçobra. Paradoxal?

  2. isso é interessante, olha quem sabe. Taxa de juro negativa que foi doutrina debatida aqui no Aspex, há um milénio, só que é só para os bancos, vai agravando por ali abaixo e chega positiva às pessoas. Vejam isso pás, sequem as raízes e dá cavitação.

    Ninguém viu os talibãs? Perdi o cantinho,

  3. Agora podem continuar a matarem-se uns aos outros sem interferência externa.
    Olha do que os americanos se livraram…

  4. Mais um monte de inadaptados com treino militar, à solta nas ruas dos “states”.

    Nem sei porque se queixam tanto da violência por aquelas paragens…

  5. O pentagono. Um dia qualquera.
    Parte de Guerra.
    Cem mil mortos depois ( ou mais):
    -Com a destrução das forças inimigas iraquis e o contrôlo político do país e a instauração da “nossa democracia”,
    -Com a desfeita total da vida organizada e á destrução da industria e economía do Irak,
    Atingimos o grande obxectivo da guerra: O CONTROLO DO PETRÔLEO Iraqui.
    Com iste obxectivo atingido, temos o controlo duma parte importante do petrôleo do mundo, e que ameaçava com levar os mercados á solta e que fosse pago o petróleo no mundo en Euros. Uma desgraça.

    Aliás também:
    – Cinguimos o controlo duma faixa de terra importante e estratégica no mundo, perto do Irão e Israel.
    – Tiramos dos stocks de armamento que ja fazia um tempo que não se gastava e à produzão coninuava .
    – Treinamos e tiramos da ociosidade o exército mais grande do mundo no que gastamos o 5 por cento do nosso pib. Agora o seu adestramento e muito melhor que antes.

    Com tudo iste sucesso podemos dizer ao mundo :
    A guerra rematou.
    Asinado:
    Nos:
    George W. Bush, presidente.
    Condoleza Rice.petroleira
    Richard Chehey. Petroleiro.

    ANEXO:
    -Os mortos são poucos para tão grande fazanha. Não temos em comta os iraquis. Recordemos o que disse Napoleão em Austerliz quando lhe dixeram que morreram 50000 franceses, que isses tantos fazia-os París numa noite.
    – O petrôleo iraqui não está de tudo contrôlado pois tem de sair pela Siria e não está de tudo a favor nosso. Haverá que telo em comta para o futuro, ou seja fazer tremer algo na Siria.
    -O Afganistão foi uma armadilha , não interessa já.
    – Se a crise económica segue assim haverá, tal vez , uma terceira guerra mundial. O lugar de inicio podia ser esta zona perfeitamente, para o qual ja estamos preparados. Que se prepare Israel e olho que o Irão tem a bomba atómica.
    – Não atopamos as tais armas de destrução, mas à quem lhe importa isso agora.
    AGRADEÇE-MOS muito.
    • Tony Blair, engraçado amigo. Fez grandes servizos pela causa.
    • Jose María Aznar. Muito útil na propaganda pelo mundo, comtra a velha Europa e na Onu.Fez muito bem os recados, só tivemos que dizer—lhe que era alto e guapo e ele ja savia que estava escrevendo uma paxina na hestoria da humanidade.
    • O Durão Barroso, bom mozo de fretes.
    • O Berlusconi, obrigado pela música e às dançarinas.

    NOJO.
    Os nojentos governos da UE, agás os amigos citados.
    O nojento Rodriguez Zapatero de Espanha que o día seguinte de tomar posse deu ordem de retirada para que en dois meses os mil e quinientos militares espanhois abandonassem o Irak. Ninguem se atreveu a tanto, foi um visionário o gajo.

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