Cavaquismo vintage

Silva Pereira, que representa o Executivo à mesa das negociações com a oposição, garantiu que “o PSD está a impedir que o país fale a uma só voz”. “Por isso o Governo insiste no apelo a um comportamento responsável”, disse.

Em resposta, Catroga afirmou que “o fartar vilanagem de Sócrates foi uma tragédia nacional” e sublinhou que o presente governo devia ir a tribunal.

“As gerações mais jovens deviam pôr este governo em tribunal”, afirmou Eduardo Catroga ao Expresso de hoje, sábado.

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20 thoughts on “Cavaquismo vintage

  1. Trata-se de um novo paradigma para delegados a conversações: Esta novíssima ideia de que uma conversação se deve iniciar com um jogo de cartas marcadas e com insultos na praça pública, não desfazendo, faz-me lembrar a imensa capacidade negocial das canhoneiras e dos hussardos!
    Não é por nada, mas os negociadores da troika devem estar rendidos a tanto argumento, digo eu…

  2. O homem que agora fala tão desbragadamente quando sabe que o país está colocado na platina do microscópio debaixo de, pelo menos, quatro objetivas. Que já foi ministro das finaças, e só por isso, sabe muito bem que as discussões do essencial não devem ser tidas na praça pública sob pena de arruinarmos os projetos. Que sabe que é tido como a voz do dono de Belém com toda aresponsabilidade que isso acarreta, ao emitir dislates do género que emitiu, não estando em avançado estado de senilidade ou não ter sido acometido por uma estranha patologia que o tenha levado a um estado de loucura temporária só poderá estar a tentar destruir o que o atual governo de gestão está a tentar construir com muito custo.
    Que os portuguesas não se apercebam disso, será mais estranho, pelo que me parece que esta atitude demonstra, mais uma vez, claramente que há muito boa gente na oposição dita democrática a querer ir ao pote.

  3. Catroga parece ter um mandato e estará a cumpri-lo à risca. E sabemos quem é o mandante. O mesmo que deu luz verde para derrubar o governo ou impôs mesmo o derrube, agora que conhecemos o encontro de Passos com Sócrates e as peripécias do dia seguinte. Alguem decidiu incendiar o País. Resta saber se é puro rancor ou algo bem mais grave. Espero bem que não sejam esqueletos do BPN e outras monstruosidades. Porque ninguém compreende aquilo do discurso da vitória e do discurso incendiario da tomada de posse, numa altura delicadissima no contexto interno e internacional. É impossivel não associar os factos de 9, 11 e 23 de Março. A História está a registá-los e temo que alguém, para salvar a honra, não se importe de incendiar o País. “Ou a minha honerabilidade ou o País”. Tem de ser “a minha honerabilidade”. O desespero perante as sondagens faz abrir o jogo. Uma vitória do PS ou da esquerda (em numero de votos) anula o efeito dos dois inqualificáveis discursos. “Isso não pode acontecer”. É preferivel lançar o país no caos.
    Se não for nada disto expliquem-me as declaraçôes afrontosas de Catroga ao Expresso. Parece ter sido destacado não para negociar mas para torpedear as negociações.
    E a conselheira do FMI, afinadinha pelo diapasão cavaquista, deve saber bem o que se está passar porque diz que vem aí o que nem sonhamos.
    Anda tudo ligado.
    Parece que desta vez estamos mesmo fodidos, caralho!

  4. Lê-se e não se acredita! É um homem destes que está sentado à mesa das negociações!
    Estou como tu, meu caro FARTO DESTES, estamos mesmo fodidos!!!!!!

  5. Acabei de ouvir Passos Coelho criticar o investimento do Governo nas escolas. Percebe-se, não é justo para os colégios privados que as escolas públicas tenham melhores condições para oferecer aos alunos. Estou para ver é se vai ter coragem para, nos comícios que com certeza fará por todo o País durante a campanha, dizer às populações que os novos centros escolares de que agora dispõem foram um mau investimento do Estado, que as velhas escolas serviam muito bem.

    Uma vez que tudo o que Sócrates fez, fez mal, fico também à espera que avise que não contem com ele para investir em ciência e tecnologia, que não é disso que a economia precisa para se desenvolver. Já chega de tanta modernização. E, já agora, que diga o que vai fazer com as torres eólicas que devem ser quase de certeza para deitar abaixo. Para que precisa o País de investir na produção de energia, e ainda por cima limpa?

  6. Caro “Farto Destes”

    excelente comentario analise…

    só queria acrescentar
    de modo mui veemente

    que tudo dependera de todos

    todos nós

    em particular o desfecho final desta disputa
    e espero

    consigamos derrotar mais uma vez oportunistas deste tipo
    suas coligações e interesses mafiosos!!!

    O BPN, a coelheira, “os mais ou menso sociedades”
    não vencerão

    porque a Razão ainda tem importancia e força
    neste país e povo

    e creio, espero
    estes, nós, saibamos reagir democratica e decididamente
    com uma solida votação em Socrates e PS

    abraço

  7. Valupi,
    O pronlema já não é do Catroga, de per sí. O grave é que são já muitos, no interior do psd a pedir julgamentos judiciais aos políticos, referindo-se expressamente aos atuais governantes. O próprio governador do BdP, mais suavemente, insinuou tal e até faz proposta de revisão constitucional nesse sentido.
    Ainda agora mesmo ouvi, a Guida também deve ter ouvido isso, o PPC insinuava que caso sega governo quer vasculhar tudo e encontrar responsabilidades. Dito num tom, que continuação da guerrilha travada contra Sócrates, faz prever tal intenção e leva aos jovens-turcos apaniguados apelar, quase pidescamente, a julgamentos sumarios em tribunais especiais para o efeito.
    Aterroriza-os a ideia que Sócrates os impeça de meter a mão armada de bomba aspirante-premente no interior do pote. Ao ódio devido à superior qualidade intelectual e política de Sócrates sobre as suas fracotas inteligências e qualidades banais, soma-se o ódio de interesse e vaidades pessoais, pelo facto de, mais uma vez Sócrates poder afastá-los do poder a que aspiram sofregamente para, como bons alunos da escola cavaquista, atestarem o gigante pé-de-meia familiar e depois abandonarem o país aos pobres e miseráveis ignorantes.
    Este tipo de gente menor e mesquinha funciona por propulsão a jacto de inveja e interesses pelo que, afastados e frustrados, não olha a meios e faz-se perigosa.

  8. É curioso Catroga pedir um julgamento de Sócrates, é…irónico. Eu vejo no que se passou em Março um crime, talvez um dia seja julgado, mais que não seja pela História. O chumbo do PEC foi uma jogada suja, de interesses partidários, politiquice, que prejudicou gravemente o país. Nem todos andam a dormir, nem todos dependem apenas dos jornais para saber o que se passou. Fala, fala Catroga…

  9. Pois eu então, amigos meus, de cada vez que eles ganem, os catrogas, passos, relvas, cavacos e canalhada quejanda, (assim mesmo, sem maiúsculas nos nomes, que nem isso merecem), mais satisfeito fico. De cada vez que eles abrem a cloaca para bolsar as alarvosidades costumeiras, mais eu me rio. É que quanto mais … …, apetecia-me dizer zurram, mas vá lá, quanto mais falam, mais se enterram e mais mostram a porcaria de que são feitos, e mais o povo português se vai apercebendo da canalha ordinária que ali está e que nos quer … …, fornicar de vez. Portanto eles que falem, que gritem, que asneirem o que quiserem. Que bolsem ódio a Sócrates, que isso mais não é que a demonstração do medo que têm dele e do pânico em que andam por verem “o pote” a fugir-lhes. Porque quanto mais o fizerem, mais se afundarão na enxúrdia onde andam metidos há 6 anos. Por isso, amigos meus, o chorrilho de porcaria que sai daquelas bocas diariamente, é música para os meus ouvidos. Só tenho pena de termos a … …, desculpem mas tem de ser, a MERDA de comunicação social que temos na generalidade, que mais não é que um meio de propaganda política da direita em geral e do PSD em particular. Porque se apenas metade, só metade, dessa dita comunicação social fosse séria e isenta, apenas isso, isenta, e portanto capaz de informar o povo português do que realmente se tem passado, eles, os direitolas do PSD, levariam em 5 de Junho uma “abada” tão grande, mas tão grande, que nem aos 20% iam chegar e durante uns largos tempos iriam andar de fuças à banda.
    Quanto ao personagem catroga, todas as trafulhices a que tem estado ligado e que são do domínio público, reflectem apenas aquilo que ele é como indivíduo. E lá para os arredores de Abrantes há muita gente que sabe bem a “peça” que ali está.

  10. Nunca o PSD havia descido a tão baixo nível. O PSD de Francisco Sá Carneiro ou de homens como Mota Pinto, Barbosa de Melo, Montalvão Machado, Miguel Veiga,Mota Amaral e outros que credibilizaram a politica e os seus agentes, para além das diferenças e divergencias normais, não se revê neste rapazes incompetentes, irresponsaveis e amorais. O PSD, (prefiro usar a sigla PPD), é hoje um partido de extrema direita. Do ponto de vista ideologico de um neo liberalismo ultrapassado, do ponto de vista do dirscurso e da linguagem de corroceiros que utilizam. Este partido que nem a MFerreira Leite, bem como Antonio Capucho, Marques Mendes e Fernando Nogueira, conseguiu convencer a participar nas suas listas nem na acçao politica, corre o risco, perdendo as proximas eleiçoes de se diluir entre o PP de Paulo POrtas e o PSL de Pedro Santana Lopes. Daí o desespero. Daí tanta asneira. Daí tanto ódio! E o Catroga não entendeu ainda! Ou é obrigado?

  11. “Não é tempo para irresponsabilidades”, gritou José Sócrates matando os portugueses de perplexidade. Mataria de riso não fosse a gravidade testemunhada pelo estado em q 6anos de Era do Delírio deixou o País.

    “Lançaremos programas q reforçam o estado social”, berrou o exterminador do estado social, ao perder a coerência, a verdade e a vergonha, fingindo q desconhece a pobreza q erradicada do Portugal Maravilha, teima em exibir-se o tempo todo em milhares de lares do país real.

    Em resposta, os portugueses deveriam atirar-lhe com 610 mil desempregados, uma bancarrota, a maior dívida de sempre e tantos outros recordes absolutos em q Sócrates é medalha de ouro.

    No programa eleitoral, Sócrates garante q consigo o País será um colosso ainda maior do q já é, capaz de matar de inveja qualquer alemão com assombros q engrandeceriam praticamente todas as áreas da governação, menos a moral e os bons costumes.

    Sempre igual, o 1º ministro não evita escorregões na mitomania, tropeções na sensatez, esfaqueamentos na verdade, louvores à fantasia, juras de amor à ruína. Fora o resto.

    Até numa receita de bolo ditada pelo recordista português, as vírgulas pareceriam falsas os “que “e os “se” uma ameaça à nossa sobrevivência, os plurais elevados a feito estrondoso.

    O 1º ministro q vive de miragens, aboliu a fronteira entre a ficção e a realidade.

    Muitos não pensam o melhor de nós.
    Passarmos de irresponsáveis a doidos já não faz diferença.

  12. Que o diga o teu texto imbecil, meu cretino de merda! Para gente como tu os argumentos são redundantes! Portanto, aqui fica o pouco que devo dizer-te e que já é demais face ao teu vómito miserável!
    Peço desculpa aos habituais comentadores do AspirinaB mas, de facto, isto é de perder a cabeça!

  13. Tão irritado meu caro sacristão da Igreja Socrática da Mentira e da Bancarrota? Será que não consegues mais do q esse texto de beato tonto e imbecil.

  14. A questão é mesmo essa: e ninguém mete este Catroga em Tribunal? Ele e mais toda a infame geração de governantes como ele, que desbaratou o precioso “seguro” que a Europa nos pôs nas unhas para aguentarmos o embate da integração na União? Pois esse é que é o verdadeiro julgamento que vem a caminho!

    Essa gentalha é perigosa, percebe-se nestes pormenores ressabiados. Tem mau perder e não está para brincadeiras. Ouvi em directo essa bojarda, seguida de uns balbuceios lacrimejantes e patéticos (desavergonhado!) e apeteceu-me ser o microfone e vomitar-lhe nas trombas!

    Devemos é estar prontos para tudo. Há duzentos anos em Portugal, por frases incendiárias mais suaves do que esta, caíu-se numa Guerra Civil horrível. E ele há muito por aí, hoje, quem esteja a fazer tudo para um dia, quando a turba perder de vez a serenidade, ainda acabar como o Mussolini enforcado pelas patas, num qualquer Rossio (a Sul ou a Norte do Tejo).

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