Caça aos bruxos

Paulo Querido e Luis Rainha defendem que é preferível usar o nome de registo civil para assinar na Internet, ainda a propósito do episódio que remete para a perseguição a alguns pseudónimos (só alguns, claro, escolhidos a dedo). Os dois textos seguem caminhos completamente diferentes. Enquanto o Paulo enquadra a questão dentro do óbvio e relaciona-a com o próprio conhecimento que tem de mim, o Luis anuncia a sua propensão para assumir a chefia da Entidade Reguladora da Comunicação Digital e passa-me um responso pateta como se não me conhecesse.

E tudo vai dar ao conhecimento, né? Miguel Torga era conhecido, logo não era anónimo, apesar do pseudónimo. Por sua vez, um nome próprio pode não chegar para uma correcta identificação se existirem outros nomes iguais e nenhum outro dado biográfico estiver presente. Assim, a acusação de anonimato contra pseudónimos não é mais do que o protesto contra a ignorância. A própria.

Um pseudónimo pode não ser mais do que uma alcunha. Passa pela cabeça de alguém tratar os familiares, amigos, colegas e conhecidos que sejam nomeados por alcunha como anónimos? Nas minhas relações, pessoais ou profissionais, não se ignora que escrevo num blogue assinando Valupi. E mesmo que o quisesse, e não quero, seria impossível manter qualquer segredo a esse respeito dada a livre circulação da informação. Este assunto, no fundo, só deu que falar porque a pseudo-direita que o Pacheco e o Mascarenhas representam é um fiasco intelectual e uma miséria moral. Acossados pelo excelente Câmara Corporativa, pegaram nas tochas e saíram à rua para uma caça aos bruxos. A sua pulsão difamatória espalhou-se como uma doença que teve no Carlos Santos o cordeiro sacrificial.

36 thoughts on “Caça aos bruxos”

  1. Não lhe chamaria cobardia, diz o Luís Rainha, pois eu escrevo em boas letras que é pura cobardia. Pura cobardia um Valupi, um Nik, uma zazie, um tou-te a ber, entre outros. Anónimos! Seres não identificados. Extraterrestres.

  2. POIS QUEM ME REFERE E ME CHAMA cOBARDE?

    tEREI ALCANÇADO BEM A COISA? HEIN?

    TOMA LÁ DE VOLTA- COBARDE ÉS TU QUE TE ACHAS MAIS QUE EU, SUA BIMBA DO CATANO. OLHA AGORA PASSO-ME A CHAMAR–ME CLAUDIA. TOMA LÁ UM FART NESSA BUCARRA PRA VER SE ENXERGAS E NÃO EXPELES.
    PLANTA URTIGAS NO RABO PARA FICARES OCUPADA, TÁS A BER, MINHA? OU COMPRA UM CHOURICO DAQUELES QUE TREME.

    E TU VALUPI,

    PRECISAS DE UMA LIÇÃO SOBRE NOME E IDENTIFICAÇÃO E O CARAÇAS.
    O CARLOS SANTOS DEVE ESTAR A CAGAR DE ALTO PARA TI SEU XUXA CHUPISTA BESTOCRATO. COMUNA.

  3. Não sei se é algo de errado, há casos de gente que vem de fim-de-semana e se esquece de voltar. Pode ser isso.

  4. DEVEMOS ESTAR ATENTOS
    AOS PUROS E VERDADEIROS
    COM O NOME NOS ASSENTOS
    EM REGISTOS DE MAUS CHEIROS.

    DESDE UM CARLOS AO JOSÉ
    DE UM SANTOS AO PEREIRA
    OS CHEIROS SÃO A CHULÉ
    E A BAFIO DE FEIRA!

  5. «chefia da Entidade Reguladora da Comunicação Digital»? Onde é que te dou alguma indicação sobre o teu comportamento futuro ou te explico o que podes ou não podes fazer? Limitei-me a explicitar algo de óbvio: não é, em bom rigor, a mesma coisa inventar um avatar na blogosfera ou assinar com o nome por que toda a gente na nossa esfera privada nos conhece. No resto, respondes a algo que não escrevi: a meu ver, a diferença não radica em na avaliação de quem lê mas sim no conforto de quem escreve.

  6. Luis, esse ponto é indiscutível: não é o mesmo assinar com o nome de BI ou com um nome fictício. Mas as ilações que retiras daí – e logo tu que me conheces ao ponto de poderes fornecer informações detalhadas para mais um grande momento de jornalismo pidesco no i – não são legítimas. Estás a bater na tecla do encobrimento, vendo nele uma qualquer falha moral, ou, então, vendo nele algo inferior ao heroísmo de ter o sagrado nome de baptismo no cabeçalho. Mas, onde está o encobrimento? Como podes falar dessa forma do que não conheces? Repara: até o Carlos Santos, essa trágica e desgraçada figura, sabe o meu nome e o meu local de trabalho. Se eu assinasse como tu, usando o primeiro e último nome, nem sequer através da lista telefónica me poderiam identificar melhor.

  7. Não é encobrimento, nem eu lhe chamei tal. E a questão não é haver ou não gente na blogosfera que sabe qual o teu nome de BI, mas sim haver gente que te conhece da vida “real” que não tem acesso a essa informação.
    Como disse não é uma questão de cobardia nem de heroísmo; apenas de comodidade, preocupação inteiramente legítima e entendível.
    Tu preferes, por exemplo, que os teus clientes não te liguem à persona da bloga; eu corro esse pequeno risco. Uma atitude não é “moralmente” superior à outra. Mas que são diferentes, são.
    Como imaginas, não me passa pela cabeça participar em qualquer “caça” contra ti. Apenas entrei nesta polémica porque me meteste nela à força, quando linkei um post teu sem mencionar o nome do autor (julgo que entendeste logo o desfoque da acusação); e nunca me lembraria de revelar seja o que for do que conheço de ti.

  8. Pois, percebi desde o princípio que estás interessado em valorizar o facto de assinares com o nome com o qual te apresentas na vida profissional. E, como trabalhamos ambos em comunicação publicitária, estás entretido a patinar na maionese: isto de termos opiniões políticas públicas pode não ser nada saudável para a relação com alguns clientes e empresas. Concordo, podem daí vir problemas, contudo não tenho nada a ver com esse filme. Teria se tivesse escolhido o pseudónimo com essa finalidade, ou se tivesse o cuidado de proteger a relação entre as duas identidades. Para mim, ter opiniões políticas públicas faz parte dos meus direitos e é assim que concebo a cidadania. O que digo aqui no blogue, direi em qualquer lado. Acontece é que, à partida, as relações com os clientes não são para discutir posições políticas. E, finalmente, é muito mais inseguro usar um pseudónimo que desperta a atenção e a curiosidade do que um nome “real” que se confunde com centenas de outros. Se assinasse com o primeiro e último nome do BI, nenhum cliente me relacionaria com o blogue (até porque a audiência do blogue é ridícula, não passa de um passatempo para umas dezenas de pessoas e toda a gente tem mais em que pensar do que em mim e na minha suposta identidade).

    Não te incluo em nenhuma caça; e a caça já acabou, de resto, quando contei ao Carlos Santos o que ele queria saber. Ele terá entregue a informação aos mandantes ou aos interessados, como é óbvio. O que te disse quando me linkaste, e o modo como o disse, tem como contexto a nossa relação, a nossa história. Só isso, porque estiveste desde Janeiro de 2007 sem me fazer qualquer ligação. As causas desse afastamento, e consequente opinião tua a meu respeito, eram o subtexto da minha resposta nessa altura.

  9. Faz dia dezanove deste mês, um ano, que me iniciei aqui no Aspirina B. Em boa hora o fiz. Gostava e gosto dos vários comentários aqui produzidos, pelo Z, depois baptizado por & e agora rebaptizado por ⅀. Do JCF, do João Pedro da Costa, do AM, da Madsol, da Edie e tantos outros. Deixei para último o nome da Cláudia, propositadamente, pois não acredito que seja a mesma que nos brindou com comentários brincalhões e sempre bem-disposta. Julgo ser impossível uma pessoa fazer uma rotação de 360 graus. Por vezes ao ler certos comentários julgo que traz o seu nome mas não escritos por ela.
    A blogosfera é um sítio onde todos podem entrar e sair que ninguém lhes pede contas. Agora julgo, pelo menos é o que passa comigo, quando não me sinto bem, vou para outro lado. Nunca, por nunca maltratar quem a maioria das vezes nos ajudou, nos aconselhou e nunca foi descortês para nós. Sei que uma grande parte da nossa juventude e não só não é fiel para quem tudo faz por criar bons momentos, boa escrita, bons comentários e uma boa roda de amigos sem se que se conheçam.
    Por isso uso um lema. Quando não estou vocacionado para um assunto não o comento, leio-o com a finalidade de me inteirar e ficar mais preparado. Não podemos ser todos iguais. Uns mais inteligentes mas o que interessa é sabermos ocupar o nosso lugar. Estou como diz um meu amigo: cada um devia de falar para o que está vocacionado, ou seja, não fales daquilo que não sabes.
    Assim faço. Escrevo as minhas memórias, falo da minha terra, sempre com o intuito de a elevar. Ainda no sábado foi a entrega dos prémios, quadras às Sebastianas (festas da Vila, aqui há uns anos) hoje não se pode dizer da Vila. Freamunde é cidade. Foram convidados a vir cá receber o prémio, cinco menções honrosas e primeiro, segundo e terceiro prémio. O primeiro prémio foi ganho por uma concorrente de Portimão, o segundo de Lisboa e o terceiro por um do concelho de Paços de Ferreira. Além dos prémios foram convidados a passar o fim-de-semana para terem um conhecimento do que cá produzimos a nível da cultura. Ontem deu-se um espectáculo cultural com o Bin Bang, orquestra da Associação Pedaços de nós, assim como o grupo das Castanholas e o grupo Repercussão, este com os instrumentos, latas de tinta, recicladas a fazer de tambores e bombos. É um espectáculo assistir ao seu espectáculo. Sei que os convidados ficaram maravilhados com o que assistiram e vão para as suas terras dar conhecimento da cultura de Freamunde. Envio os três primeiros prémios:

    Concurso de Quadras Festas Sebastianas

    1°. Prémio – Quadra N”. 64
    O motim durou semanas.
    Até que Deus, com bons modos,
    Disse que às Sebastianas
    Iam Santos, Anjos, todos!

    “Acácio” Mário José – Portimão

    2°. Prémio – Quadra N°. 60
    Fé e arte, alegorias.
    Festas sacras e profanas.
    Brincadeiras, melodias.
    São Festas Sebastianas.

    Tradição Maria Ruth Brito Meto – Lisboa

    3°. Prémio – Quadra N”. 98
    Pesquisei na Internet
    “Onde há festas sem rival?”
    E por lá só se repete…
    FREAMUNDE, PORTUGAL

    “Avis rara” Aquilino do Nascimento Pereira Tojal – Figueiró

    Por tudo o que comento é que me deixa triste ver pessoas como a Cláudia a entrar no bota-abaixo. Continuo a pensar que não é ela a autora de comentários tão ordinários

  10. “Pura cobardia um Valupi, um Nik, uma zazie, um tou-te a ber, entre outros.”

    Bem que gostarias de carregar os problemas de um nickname como o de Valupi, Nik ou zazie, mas és uma desgraçada de uma bimba de mau carácter, a quem ninguém dá importância, por mais que queiras impor o teu BI. Aqui, o teu BI é irrelevante. Como tu.
    Costuma-se dizer que quem desdenha quer comprar… E tu queres. E muito.
    Quem te conhece de gingeira, sabe muito bem o que andas a fazer por aqui…

  11. Pois é. Na vida sempre se toma partidos em nome de um livre arbítrio (qualquer).

    Eu vim cá porque vi o meu nick misturado numa algazarra de peixeira do Bolhão. Sinceramente «borrifo-me» para quem seja o «Valupi», ou a «Cláudia» ou quem quer que seja. Este espaço é virtual, é um excelente escape para os tímidos ou, pelo menos, para aqueles que nem apreciam ou não sabem como responder directamente ou mais assertivamente a questões que vão surgindo no quotidiano.

    Se o anonimato é aceite no espaço, ninguém tem o direito de falar em cobardia e muito menos em pura cobardia. Ninguém é obrigado a andar com o nome gravado na testa, e quando se vota, os que ainda votam, não identificam o seu nome. Por isso, o anonimato é algo legítimo.

    A referida Cláudia diz-se Cláudia e chama cobardes aos outros. Ofende, e fá-lo sem base, sem rede, até porque quem nos garante que «Cláudia» é o nome dela? E se fôr? Qual das muitas «Claúdias» que existem neste País é ela? Não se identifica com BI nem NIF, então é tão anónima quanto as outras e os outros. Por conseguinte, também ela é cobarde e essa cobardia agrava-se mais, depois da qualificação que faz.
    Portanto, cara Cláudia, antes de apontar o dedo, veja-se no espelho e faça-o com toda a atenção, porque se fôr como a maioria das portuguesas, vestem todas da mesma maneira e usam todas o mesmo corte de cabelo. Aí o anonimato torna-se mais completo ainda e, a seguir a sua teoria, mais puramente cobarde.
    Um Portugal de portugueses, onde ninguém tem onde caír morto! Tudo de uma elegância extrema, excepto quando «berram» ao telemóvel!! E falam alto no restaurante ou cospem na rua e atiram coisas pela janela do carro, ou metem a mão no nariz e fazem o dedo fálico. Como as virgens do antigamente…também em Portugal. Realmente, as frentes iam imaculadas, o pior eram as traseiras, tinham mais buracos que os orçamentos do Sócrates.
    Quanta reflexão desta portuguesada toda, tudo a criticar, mas ninguém sai à rua para mandar os filhos da puta que nos andam a roubar, ao destino certo. A culpa é do efeito estufa, contentam-se com os medíocres programas da palonça da Fátima Campos, com a cos´mética de estúdio que põe a cara da Judite de Sousa fora de esquadria, com o palonço do irmão do presidente da CML com o seu pappilon de trazer por causa, ao lado de outro «four eyes» mais palonço ainda….meus caros, sabem que mais? As palavras existem para se se dizerem e escreverem. Puta que pariu esta portuguesada toda que tem amnaia que é fina, mas que não consegue cheirar a merda de País que deixam que existe.

    Portanto, assino como «tou-te a ber», daqui a pouco se me der na mona assino de outra forma e MERDA para quem não gostou de me ler.

  12. puxa, que calor! E de beca grega é pior.

    Manuel, olha que uma rotação de 360º leva ao ponto de partida. Talvez 180º fosse o que querias dizer, mas não leves a mal, isto é vício de prof que também está sempre a aprender, para mal da mona que anda de esquentamento e a penicilina aqui não resolve,

    gaya scienza e a demanda de Verão.

  13. ⅀ .

    Obrigado pela correcção. Depois de postado é que dei pelo erro e não me deu para fazer uma adenda. Também serve de algo estes enganos. Vê-se o vício dos professores (dos bons) que é corrigir.

  14. Namorado da Cláudia, a esporrar estás tu, só de olhares para a perna gorda da foleira da tua namorada. Nhanhoso amarelecido. Contentas-te com pouco.

    Avisa aí a Claudinha que quando chamar cobarde a quem não conhece que vá à praça comprar bróculos e os enfie pelo cu´acima, que cá para mim, tu não dás conta do recado. Bem queres fazer salada, mas tomates é recurso raro por essas bandas.
    Chaparro. E chaparra. Deves ser daquelas que puxa pelos cabelos, mas olha que eu vou aos meios, corto e não deixo colar de volta. Capische? Veramente?
    Buono, alora.

    Essa parva da Zazie que anda aí a distribuír caralhadas por tudo o que é sítio, quando é precisa nunca aparece! Morcona do catano.
    Ciao, catzo.

  15. JCFRANCISCO

    JÁ DISSE AO JULIO DE MATOS ONDE PAIRAS. A TI NEM WEEK END TE DERAM, DISSESTE QUE IAS COMPRAR COCANHA À zAZIE E PIRASTE-TE. pOE-TE A PAU, QUE VAI UM CARRO PATRULHA ACAMINHO PARA TE LEVAREM O BANCO DE TRAS. PORRA, PÁ, COMO É CONSEGUISTE ENGANÁ-LOS? ANDAS NA ESCOLA DO SOCRATES, TOU- TE A TOPAR. GRANDA MORCÃO. VOLTA JÁ PARA O QUARTO E NÃO DEITES OS COMPRIMIDOS NA SANITA. FIGURÃO.

  16. MARGARIDO TEIXEIRA PÀ; E TU AO QUE CHEIRAS MEU? CÁ PARA MIM CALÇAS MEIA BRANCA E SÓ A TIRAS AO SÉTIMO DIA. ESBURACADAS CLARO, QUE UNHAS É COISA QUE NÃO PODAS HÁ MUITO TEMPO.

  17. Não é por ser minha namorada, mas a Cláudia vale mil vezes mais que todos quantos vêm aqui comentar. Abro excepção para o Sr.Manuel Pacheco que me parece de boa índole e pessoa de exame inteligente.

  18. Isto tá bonito, sim senhor. Só mais uma coisa: isso do “patinar na maionese” a propósito das nossas ocupações é mais um sintoma de mania da perseguição. Clientes tem um barbeiro, um advogado, um dono de restaurante, um médico, sei lá. É totalmente irrelevante para o caso que nós os dois labutemos na mesma área.

  19. era bom, muito bom, que tivesses um namorado solteiro e bom rapaz. mas quem te aguenta? achas que continuar por aqui no engate e na vileza é solução para os teus problemas? vira os tais 180º e sê feliz!!! desampara a loja

  20. Ó “tou-te a ber”, estás enganado… eu já caminho sobre unhacas do tamanho das parvoíces que escreves… Queres tornar-te engraçadinho “utilizando” a pretensa linguagem do Porto (ou do Norte, se quiseres), mas fica-te muito mal, porque não tens unhas para semelhante guitarra. Aplica-te no vernáculo que aí és mestre e se quiseres continuar a “postar” (ou a arrotar postas de pescada…) por mim poderás fazê-lo, mas eu não tinha metido o bedelho na tua prosa rasca e, por isso, poderás ficar descansado que não te responderei mais. Ok?

  21. Nada disso tem qualquer ligação às nossas vidas profissionais em particular. Poderiam ser outras e termos ainda “clientes”.

  22. (Manuel: cá entre nós, bom mesmo deve ser como este Sri que dizia que o seu melhor ensinamento era o silêncio e amandava com um sorriso. E gosto da barba. A chatice é que parece que também não dá para dar mordidinhas e dormir para o lado.)

  23. Pois sim, mas tem ligação às profissões onde pode haver algum prejuízo, segundo o teu raciocínio. Se soubesses que eu era pastor, ou se fosses tu pastor, talvez não tivesses escrito isto:

    “Requer a coragem de assumir por inteiro as nossas postas: sem medo das reacções de clientes, de patrões, dos sogros.”

  24. Namorado da Cláudia, e de onde me conhece – pois não conhece certamente – para fazer juízos de valor, comparativos – com a sua dita namorada?

    Pode, então, incluír-me nesse exame que até qualifica de inteligente quanto a outros?

    Certamente que não!

  25. Ó Margarido Peixeira,

    Que me interessam as unhacas do teu discurso de «Novas Oportunidades»? Qual Porto qual carapuça, mas tu pensas que o Norte é só Portugal? Ó meu marrano, se quiseres, cum catano, é só chispares, que pelo «ander da carruuage», és fácil de alimentar. Basta-te o farelo com a maçâ podre e as claudias-raínha, tudo misturado no caldeirão e pocilga com a coisa.
    Prosa rasca ou de taberneiro é a tua, e podes crer que nem a xeropiga ou o bagaço do fundo da pipa se lhe igualam.

    Portanto, raio que te parta e volta lá para a palheira, vai dar milho às pitas.

    E vai para o caraco, meu granda sorno ou vai puxar os burros à nora. Aproveita e rega a horta, que o calor aperta, meu caga-tacos.

    Se quiserese falar português, pá, força, que também sei falar como os «daí».

  26. Psi, trata-me ou vai beber vinho, como diz o Valupi. Tenho namoradinho bem jeitoso :-) «- Dá para ver a minha cara de pateta? lololol

  27. PSI, ó PSI, ó pa ela, tá-se a meter contigo. Toma cuidaddo, kainda aparece aí o namorado jeitoso e dá-te na cara.

    Ó Valupi, então queres concorrer a Nobel das redacções da blogosfera, hein?

    Trabalhas em publicidade, assim li. Publicidade a quê? Kuando quiseres fazer brainstorming a sério, convida-me. Digo-te já que essa gaita dos pensos higiènicos deixarem as mulheres livres para montar a cavalo, como se amazonas fossem, é uma grande treta.

    Vais ver, o QUERIDO anda aí a mandar bocas ao «ser» – deve ser eu. Vais ver que um destes dias deixo de vir aqui e vais ter saudades minhas. O tipo publica o que eu escrevo. Já viste, meu? Esta treta da democracia é do caraças. Volta Salazar, que eu serei o teu braço direito.Pomos o Sócrates na forma de estátua e arrumamos a coisa.Quanto ao Paulo pedroso que anda aí a semear sinaizinhos de fumo político, não preoccupare, não me importo de fazer a maratona durante a noite inteira à vota do quarto dele a mandar abaixo o sistema.

    Passa bem Valupi. Acredita, meu, trago-te mais publicidade aqui só com uma meia palavra do que as Cláudias que mandam os Psi para a pipa.

  28. Pequena sugestão: se não se importam, gostaria de figurar na coluna ao lado como «dor de cabeça» ou «estado de traumatologia», «capacidade de pôr em coma». Ou

    «Sinais vitais em risco». Dou para os dois lados, curo e provoco. Não há acunpuctura que me ganhe.

  29. Ó Claudia, pá, chamas-me Zazie e eu chamo-te Valupi, minha. Confundes-me ou quê?

    Mas não achas que a aspirina destes gajos não tem efeito em mim? Já viste, anda tudo irritado comigo, porque escrevo como me apatece, tás a ber a coisa?

    Este Valupi, tem a mania que faz redacções muita boas, tás a ver, vamos indicá-lo à Pilar.

    Valupi, da próxima fala do netinho da dolores. O menino nasceu gordinho e é igualzinho ao api, o gajo não tem de pagar pensaõ de alimentos à mulher que vendeu o bébé e ele pensa que gerou o próximo ronaldinho. Eu apensar que o puto era barbie burra, mas pelos vistos,o gajo pensa com a cabecinha de cima.

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